Hoje foi o chá de cozinha da Carol. Estava marcado
para as 16h no Ouro Verde, que é onde ela vai morar.
Eu e a Cris nos encontramos às 14h na Moraes Salles.
O primeiro ônibus chegou rapidinho. Depois no terminal Ouro Verde pegamos outro
e uma hora depois chegamos na Carol.
Ficamos esperando elas terminarem de arrumar as
mesas. Estava tudo muito lindo!
Eu estava suando. Estava preguenta de tanto calor. Isso porque ficamos
na frente do ventilador.
Quando deu a hora faltava muita gente ainda. E como
falaram que estavam indo a Carol decidiu esperar para começar. Eu estava um
pouco preocupada porque tinha combinado da Rosi ir em casa a noite.
Enquanto esperava
escrevi a receita no “caderno de receitas” da Carol. Escrevi o castigo e o
conselho. Esses dois últimos fariam parte da brincadeira.
Após todas chegarem, nisso já era quase 18h começou a
brincadeira.
Sabe aqueles castigos que escrevemos em um papel? Nós
tivemos que pagar. Assim... Do nada.rsrs Ainda bem que eu escrevi um suave. Era
para desenhar com batom um coração, em uma parte do corpo.
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Meu castigo |
Teve a brincadeira do “nunca”. Cada uma recebeu um
copo descartável com 15 confetes dentro. Uma por uma dizia alguma coisa que
nunca tinha feito. Quem já tinha feito o que a pessoa falou comia um confete.
Ganhou quem ficou com mais confete.
Na outra brincadeira a Talia lia o conselho e a Carol
tinha que adivinhar quem escreveu. Se ela acertasse dava um castigo em quem
escreveu. Se errasse a pessoa que escreveu dava um castigo para ela.
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Carol errou o meu conselho |
Depois recebemos uma cartela de bingo. Nela
escrevemos os presentes que a Carol ia abrir. E atrás da cartela o último
presente. Ganhava quem acertasse primeiro, três na vertical, horizontal ou
transversal.
Enquanto a brincadeira rolava a gente comia e bebia.
Tinha lanche de presunto e mussarela e patê de atum. Tinha salgadinhos. E a
Talia fez um bolo salgado. Tinha também muitos docinhos feitos pela irmã do
Luiz.
Estava tudo muito delicioso e divertido. Fiquei
contente pela Carol. Ela é como uma filha pra mim.
Eu e a Cris fomos as primeiras a ir embora. Pegamos o
ônibus das 19h30. E sabe que horas cheguei em casa? Passava das 21h. Isso
porque a avenida das Amoreiras está em obras. Tinha trechos que o motorista
chegou a desligar o motor, porque não andava. E para piorar, na avenida João
Jorge o ônibus quebrou. A Cris já estava tão brava que nem quis esperar outro.
Descemos a pé até a avenida Moraes Salles. Como estava muito quente, tinha
muita gente pelas ruas. Isso diminuiu meu medo de andar por onde andamos. E a Cris é grandona. E brava do jeito que ela estava, se alguém se atrevesse a mexer com a gente ela descia o braço.rsrs
Única coisa chata foi que acabei desmarcando com a Rosi. Mas ela entendeu...
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