terça-feira, 31 de março de 2015

Eu sou o mensageiro


Título: Eu sou o mensageiro
Autor: Markus Zusak
Páginas: 318
Editora: Intrínseca
Sinopse: Conheça Ed Kennedy: taxista, patético jogador de cartas, um desastre no amor. Mora numa casinha alugada com seu cachorro viciado em café e está apaixonado pela melhor amiga. seu dia-a-dia é uma rotina de incompetência, até que, sem querer, impede o assalto a um banco. Então recebe a primeira carta: um Ás. É quando Ed se torna o mensageiro...
Escolhido para socorrer, ele segue seu caminho na cidade ajudando - e machucando (quando necessário) - até que resta apenas uma questão: Quem esta por trás de sua missão?
Eu sou o mensageiro é uma jornada enigmática repleta de humor, socos e amor.



***
Esse livro é uma longa história. Tinha comprado um, junto com “A Menina Que Roubava Livros”. Na época o Bruno leu. Eu não. Lembro que ele falou que tinha gostado muito e que um dia compraria um para a sua coleção.
O meu livro eu não sei onde foi parar.
Estava comprando uns livros e vi esse na promoção. Resolvi comprar para dar para o Bruno. Só que antes de entregar para ele, eu iria ler. Foi o combinado.
Então, assim que o livro chegou, comecei a leitura.
E não é que o livro é bom mesmo!! Li-o em menos de duas semanas. Tempo recorde considerando a correria que tem sido os meus dias. Acho até que demorei demais. A gente não consegue parar de ler. Quer saber o que vai acontecer depois, e depois.
Além do que nos conta a sinopse, a diversão de Ed é jogar cartas. Por isso as missões chegam a ele através de cartas. Bom, com o desenrolar da estória, acabamos nos afeiçoando aos personagens. Passamos a ter os mesmos sentimentos do Ed. É o convívio com ele que nos deixa assim.
Cada carta, três missões. Três pessoas a quem ele deve ajudar. Mas, não é simples assim. As cartas são verdadeiros enigmas.  Na primeira carta são três nomes de ruas. Na segunda uma "frase" que leva a mais três nomes. Já a terceira carta são nomes de escritores de livros. E na quarta são títulos de filmes.
Ed fica cada vez mais envolvido e fica na expectativa de quando irá receber a próxima carta, e o que ela trará. Ficamos tão envolvidos que a ansiedade, a expectativa é recíproca.rss
E assim, após terminar a última carta – a última missão, ele finalmente conhece o mentor desse “jogo”.

Markus Zusak conseguiu me cativar, mais uma vez. Gosto muito da sua forma de escrever. Diria que simples. Não requer talento para ler. Além do mais, ele consegue fazer com que fiquemos envolvidos, familiarizados com os personagens. Já sou sua fã.

O Jogo da Imitação

Filme: O Jogo da Imitação
Lançamento: 05 de Fevereiro de 2015 (1h55min)
Direção: Morten Tyldum
Elenco: Benedict Cumbertach, Keira Knightley, Matthew Goode
Gênero: Biografia, Drama
Nacionalidade: EUA, Reino Unido
Sinopse: Durante a Segunda Guerra Mundial, o governo britânico monta uma equipe que tem por objetivo quebrar o Enigma, o famoso código que os alemães usam para enviar mensagens aos submarinos. Um de seus integrantes é Alan Turing (Benedict Cumberbatch), um matemático de 27 anos estritamente lógico e focado no trabalho, que tem problemas de relacionamento com praticamente todos à sua volta. Não demora muito para que Turing, apesar de sua intransigência, lidere a equipe. Seu grande projeto é construir uma máquina que permita analisar todas as possibilidades de codificação do Enigma em apenas 18 horas, de forma que os ingleses conheçam as ordens enviadas antes que elas sejam executadas. Entretanto, para que o projeto dê certo, Turing terá que aprender a trabalhar em equipe e tem Joan Clarke (Keira Knightley) sua grande incentivadora.

Veja aqui as 57 curiosidades sobre esse longa e logo abaixo o trailer oficial.




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O Zé já vinha falando que queria assistir esse filme. A gente ia ver no cinema, mas acabou não dando tempo. No fim, o Bruno baixou e emprestou pra gente.
Eu sou suspeita para falar de filmes biográficos. Simplesmente adoro!
Não conhecia nada sobre o Turing. Segundo o Zé ele foi o precursor do computador. 
Eu também não conhecia o ator Benedict Cumbertach. Ele é muito, muito bom.
O filme retrata a vida de Turing entre 1939 e 1943, e também nos leva a conhecer - através de flashes - o seu passado. Mais especificamente a adolescência, nos apresentando (indiretamente) seu grande amigo e amor... Christopher.
Interessante é conhecer a história daquela época também. A homossexualidade era tratada como um crime, onde o suspeito era preso.  Turing - devido a sua posição foi condenado a tomar medicamentos que o afetaram drasticamente. Fiquei impressionada com isso. 
Apesar de ser um filme que retrata a segunda guerra, não existem cenas fortes. Até porque se tivesse eu não recomendaria. 
Sendo assim, fica aqui essa minha dica. Quem gosta de história e biografia, vai curtir.
Bom, se eu continuar falando vou contar o final. Se bem que o final todos sabem.rss

Só mais um pouquinho de "tempo"


Ai, ai, ai. Estou bem atrasadinha. Já tem um acúmulo de "coisas" para postar. Um livro, duas peças de teatro, e pelo menos três filmes que valem a pena comentar. Acho que hoje sai alguma coisa.rss

Bom, vou tentar! É que eu ando bem cansadinha. Também... Não tenho parado.
Pra ter uma ideia minha rotina na semana passada foi a seguinte:
- Segunda-feira => Trabalho => Academia => Aniversário da Shirlei.
- Terça-feira => Trabalho => Shopping (fazer manicure e comprar presente da mãe do Zé). Obs. Pra quem deve ter pensado assim: Que chique! Ela faz a unha no shopping. Eu digo: Não é caso de chiqueza (será que existe essa palavra? - se não existia passou a existir) e sim de necessidade, somada à falta de horário para fazer aos Sábados.
- Quarta-feira => Trabalho => Academia => Aniversário D.Odete - mãe do Zé.
- Quinta-feira => Trabalho => Pegar Dudinha e Alexandre => casa do Bruno, Letícia e Fernando. A Silvana estava lá e nos convidou para comer um bife a rolê.
- Sexta-feira => Trabalho => Academia => Teatro.
- Sábado => Trabalho (freelance na Ômega) => Cabeleireira => Mercado com Zé, Bruno e Fernando.
- Domingo => Casa da Rose  => Visitar meu irmão Alvaro no hospital => Chá de fraldas do Miguel, bebê da Fabrícia.

Agora junta tudo isso, mais a quaresma e o outono que me deixam pra baixo. Não é para estar cansada, ou melhor... Esgotada?

Grandes Olhos - Big Eyes

Lançamento: 29 de Janeiro de 2015 (1h47mins)
Direção: Tim Burton
Elenco: Amy Adams, Christoph Waltz, Danny Huston.
Sinopse: O drama apresenta a história real da pintora Margaret Keane (Amy Adams), uma das artistas mais comercialmente rentáveis dos anos 1950 graças aos seus retratos de crianças com olhos grandes e assustadores. Defensora das causas feministas, ela teve que lutar contra o próprio marido no tribunal, já que o também pintor Walter Keane (Christoph Waltz) afirmava ser o verdadeiro autor de suas obras.

Pós-escrito de 01 de Outubro de 2015:
Vi que essa postagem estava nos rascunhos. Aliás, só estava a sinopse e o vídeo. Não tinha escrito nada. E agora nem vou escrever, pois, não lembro detalhes.rss
Sei que o filme é muito bom. O Bruno que deu a dica. Ele assistiu, gostou, contou a sinopse e emprestou para eu assistir. Se eu comecei a rascunhar é porque vale a pena, então... Recomendo!


sábado, 28 de março de 2015

Trair e Coçar é só começar

Como essa é a segunda vez que assisto a essa peça, resolvi procurar nos meus arquivos do blog o que escrevi sobre a primeira. Não encontrei nada. Que coisa! Por que não escrevi, não sei. Lembro que foi muito legal. Lembro que demos muitas risadas. E lembro que foi no teatro do Liceu.
Sendo assim, quando vimos que ganhamos os ingressos, até pensamos em não ir. Mas como, o que é bom pede Bis, decidimos ir SIM. Até porque os atores poderiam ser outros. Bom, pelo menos o teatro é. Dessa vez é no Brasil Kirin – do Shopping Iguatemi.
Assistimos na sexta-feira, dia 27/03. Sessão das 21hs. Nossos assentos N13 e N14.
Chegando ao teatro, trocamos os ingressos e fomos jantar. Liguei para a Letícia e ela ficou com a gente. Depois nos dirigimos ao teatro e a Letícia voltou a trabalhar. Lá encontramos o  Alexandre, que também assistiu a peça, acompanhado de um amigo. O Sérgio também tinha ganhado ingressos.
Sobre a peça, nada mudou da que eu tinha visto anteriormente. O enredo, cenário e personagens são os mesmos. Quantos aos atores, não me lembrava de todos. A empregada Olímpia continua a mesma. Se não me engano o patrão dela - Dr. Eduardo também. O que com certeza mudou, foi o personagem do vendedor de joias. Até porque o que aprontam com ele e a reação do mesmo são inesquecíveis. Uma surpresa!
Bom, a história se baseia nas confusões que a empregada – Olímpia – apronta. Ela entende tudo que falam de maneira errada. Com isso quase causa a separação dos patrões, dos amigos dos patrões. Nem o padre escapa das confusões.
E mesmo a gente sabendo o que ia acontecer, é sempre motivo de gargalhadas. Aquela empregada apronta demais, faz muita confusão. Uma comédia que dá para ver várias vezes. Recomendo!!

domingo, 8 de março de 2015

E o Vento não levou


A comédia “E O Vento Não Levou”, é uma versão brasileira da peça americana Moonlight and Magnolias (Luar e Magnólias).
Escrita por Ron Hutchinson, com tradução de Isser Korik e direção de Roberto Lage, a comédia é baseada em fatos reais e conta a divertida história que ficou famosa nos bastidores de Hollywood, durante as gravações do clássico filme “E o Vento Levou”.
Esta é a segunda vez que a peça é encenada no Brasil. O cenário é assinado por Gilberto Gawronski, figurinos de Luciano Ferrari, trilha sonora de Fábio Ock e iluminação de Roberto Lage e Paulo Henrique Jordão.
Fonte: Teatro Folha - conteudoteatral.com


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Pós-escrito de 17/07/2015:

“E o Vento Não levou” é a primeira peça que fomos assistir... Este ano.
Ganhamos o ingresso do Correio Cult. Sessão das 19hs, no Teatro Amil do Shopping Parque Dom Pedro. Os assentos H4 e H6.
E lá fomos nós naquele teatro novamente. Sei que prometemos – ou juramos - nunca mais voltar lá, depois do frio que passamos na última peça. Sei disso! Só que... Este ano ainda não tínhamos tido a oportunidade de ir ao teatro. Só que...  Ganhamos os ingressos. Sendo assim, não deu para fazer charme.rss
Quanto à peça, como já se passaram mais de quatro meses (para eu conseguir escrever sobre a mesma), não sei se vou me lembrar de muita coisa.
No palco, quatro personagens – o lendário produtor David O. Selznick (Isser Korik), o roteirista Ben Hecht (Henrique Stroeter), o diretor Victor Fleming (Fábio Cadôr) e uma secretária (Luzia Meneghini) – vivem uma hilariante corrida contra o tempo para escrever um roteiro em cinco dias a partir do famoso best-seller de 1.037 páginas. Tirei as últimas cinco linhas daqui.
Para Ben, pior que escrever o que não leu, o que não concorda, é ficar trancado. Pois foi isso que aconteceu. Selznick se trancou, juntamente com Ben e Victor na sala do escritório. Disse que ninguém sairia dali até o roteiro estar escrito. Ben se recusava a escrever como o diretor queria – como estava no livro. Ele não concordava com algumas cenas. Por exemplo: uma onde a personagem principal, dá um tapa no rosto da empregada, que é negra. Ele diz que isso não pode. Não nos dias de hoje. O que os abolicionistas iriam pensar!
Porém, depois de muita confusão, discussão, histeria, encenação, bananas, sujeira, papéis, que foi o que vimos durante a peça, o roteiro finalmente ficou pronto.
Eu até que gostei da peça. Fiquei até com vontade de assistir ao filme! 

terça-feira, 3 de março de 2015

Quando digo o que sou

"Quando digo o que sou,
de alguma forma eu o faço para também
dizer o que não sou.
O não ser está no avesso do ser,
assim como o tecido só é tecido porque
há um avesso que o nega,
não sendo outro,
mas complementando-o.
O que não sou também é uma forma de ser.
Eu sou eu e meus avessos."

Pe.Fábio de Melo

segunda-feira, 2 de março de 2015

Sr.Olympio - D.Adelina

Ontem o Zé eu fomos passar o Domingo com os pais dele. Tem sido assim nos últimos meses. Pelo menos um Domingo ao mês passamos o dia com eles. 
Eles não estão mais em condições de ficarem (muito tempo) sozinhos. 
A rotina é assim:
Durante o dia, de segunda a sexta, trabalha a Luzia (empregada). 
Já à noite, durante a semana - inclusive Sábado, Domingo e Feriado - revezam entre a Dulce e a Rosa (enfermeiras-cuidadoras). 
E durante o dia, no Sábado, Domingo e dias que a Luzia não vai, revezam os filhos. Zé, Adriana e Simone.
Sendo assim, ontem foi o dia do Zé. Ele foi logo cedo e veio me buscar na hora do almoço. Ficamos lá até às 20 horas.
Domingo aconteceu o que a gente tanto teme, e fica de olho para que não aconteça. O Sr.Olympio caiu! Infelizmente isso tem acontecido frequentemente. Quando não é ele é a D.Odete que cai. Por isso eles não poderem mais ficar sozinhos. 
Eu estava na sala com a D.Odete. O Zé estava na sala da frente, lendo um livro. De repente comecei a ouvir o Sr.Olympio falar alguma coisa. A princípio pensei que ele estivesse sonhando. Porém, o som aumentava gradativamente. Foi quando eu o ouvi chamando D.Adelina. Levantei-me e fui ao corredor (de onde dá para olhar a cama dele) dar uma olhada. E eis que o vejo sentado no chão, ao lado da cama. Quando ele me viu, esticou a mão e pediu para eu ajudá-lo a levantar.
Quando já estava fazendo isso, o Zé e a D.Odete chegaram. Deixei-os lá e voltei para a sala. 
Bom, resumindo... D.Adelina é a mãe dele. Vó do Zé. Por que ele chamou por ela. Ninguém sabe!

domingo, 1 de março de 2015

Visita ao Cristo Redentor - Águas de Lindóia

Domingo passado o Zé me tirou do castigo. Fomos passear de moto.rss
Desde o ano passado isso não acontecia. Só porque eu puxei a orelha dele por me sentir insegura em umas das nossas andanças, por essas ruas malucas. Na ocasião, falei que não queria andar de moto nos horários de pico e por entre os carros. Só isso.rss
O dia amanheceu propício para um passeio de moto. O céu azul. Nada de nuvens. O Zé me acordou dizendo que ia sair para dar uma volta de moto e perguntou se eu queria ir. Eu não hesitei e reforcei que a minha queixa era de andar no meio desse transito louco. 
Partimos. Destino?... Águas de Lindóia. Desde Dezembro de 2011, quando estivemos em Serra Negra (no Hotel Vale do Sol), o Zé falou que queria me levar para conhecer o Cristo Redentor.
E assim, fomos. Passamos por Jaguariúna, Pedreira, Amparo, Serra Negra até Águas de Lindóia. 
Chegamos ao Cristo por volta de meio dia. Bom, lá não tem muita coisa para ver e fazer. É chegar e subir aos pés do Cristo. Fazer uma prece - para os mais religiosos - e apreciar a vista da cidade, que por sinal é muito linda! Não paramos mais de 15 minutos ali. O sol estava de rachar, e já estávamos cansados. Falta de prática.rss Pensamos em parar para almoçar em Serra Negra, depois em Morungaba. Por fim, viemos almoçar em Campinas mesmo. Fomos direto para o Piu Piu, comer um lanchinho com batatas fritas.
Depois do passeio, um descanso merecido no aconchego do nosso sofá, foi muito bem vindo.rss





Trilha Sonora (novelas) - O Casarão

Passando por aqui, para deixar mais uma - a quinta - música da série "trilha sonora - novelas".  Voltei lá para a década de 70, no ano de 1976, para a novela "O casarão". Lembro-me vagamente dessa novela, mais precisamente do casarão, do Paulo Gracindo e da Yara Cortes. Essa novela teve tantas trilhas nacionais e internacionais boas, que fica difícil escolher só uma. Então hoje eu escolho e compartilho "I Need To Be In Love" com Carpenters. Essa música é um clássico! A Karen, que Deus a tenha, foi uma das melhores vozes que já conheci. O vídeo que compartilho abaixo não está muito bom. Tinha um com qualidade melhor, mas esse tem a letra. Eu prefiro, pois, gosto de cantar junto. 






Título: O casarão
Horário: 20:00
Data de estréia: 07/07/1976
Canal do Programa: Rede Globo
Autoria: Lauro César Muniz
Direção: Daniel Filho, Jardel Mello
Direção Geral: Daniel Filho

Sinopse: A casa colonial é a testemunha da história de cinco gerações da família de Deodato Leme, que começa no ciclo do café, em 1900. O casal central da trama é Carolina, neta de Deodato, e o pintor João Maciel. A novela retrata os períodos do começo do século até 1919, de 1926 a 1936 e depois, 1976, e os encontros e desencontros dos apaixonados.

Elenco:
Elizângela - Mônica
Ana Maria Grova - Francisca (primeira fase)
Analu Prestes - Maria do Carmo Leme (primeira fase)
Aracy balabanian - Violeta
Arlete Salles - Maria Helena
Armando Bogus - Estevão Bastos
Arthur Costa Filho
Bete Mendes - Vânia
Carlos Duval - Pai de Francisca  (primeira fase)
Dayse Lúcidi - Alice Lins
Dennis Carvalho - Atílio de Souza (segunda fase)
Edson França - Eugênio Galvão (primeira fase)
Fernando José
Fernando Vilar - Francisco Bastos
Flávio Migliaccio - Coringa (segunda fase)
Fábio Sabag - Bispo
Gracindo Júnior - João Maciel (segunda fase)
Heloísa Helena
Hélio Ary - Vigário Felício (primeira fase)
Ivan Cândido - Valentim (segunda fase)
Juan Daniel - Ramon (segunda fase)
Laura Soveral - Francisca (segunda fase)
Lutero Luiz - Afonso Estradas (primeira fase)
Marcelo Pichi - Ivo
Marcos Paulo - Eduardo
Maria Cristina Nunes - Geni
Moacyr Deriquém
Myrian Pires - Olinda Leme (primeira fase)
Mário Lago - Atílio de Souza
Nestor de Montemar - Gervásio (segunda fase)
Neuza Amaral - Marisa
Nilson Condé - Padre Milton
Oswaldo Loureiro - Deodato Leme (primeira fase)
Paulo Gonçalves - Cardosão (primeira fase)
Paulo Gracindo - João Maciel
Paulo José - Jarbas
Renata Sorrah - Carolina Bastos (Lina)
Rui Rezende - Abelardo (segunda fase)
Sandra Barsotti - Carolina Galvão (segunda fase)
Thelma Elita
Thelma Reston - Sofia
Tony Correia - Jacinto de Souza (primeira fase)
Valdir Maya
Yara Cortes - Carolina
Zilka Salaberry - Mercedes

Trila Nacional:
Fascinação - Elis Regina
Latin Lover - João Bosco
Carolina - Aquarius Band
Menina do Mato - Márcio Lott
Quibe Cru - Chico Batera
Coisas da Vida - Rita Lee
A dor a mais - Francis Hime
Retrato - Suely Costa
Só Louco (tema de abertura) - Gal Costa
O casarão - Dori Caymmi
Tangará - Coral Som Livre
Nuvem Passageira - Hermes Aquino

Trilha Internacional:
Angel - Jullian
When You're Gone - Maggie McNeall
Living - Alain Patrick
I'm Easy - Keith carradine
Call me - Andrea True Connection
I need to be in love - Carpenters
Forever Alone - Steve McLean
Theme from S.W.A.T. - Musica Corporation
Hands of time - Perry Como
My life - Michael Sullivan
Honey, honey - Abba
Girl os the past - Peter McGreen
California dreamin' - The Vast Majority
Miss you nights - Cliff Ruchard
Nostalgia - Francis Goya
Sharing the night together - Arthur Alexander

E você... Viu alguma música da trilha nacional ou internacional que te traz recordações?