terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Programa "Roda Viva" - A Reforma da Previdência

Ontem eu quis assistir ao programa “Roda Viva”. Queria saber mais sobre esse assunto que está deixando muita gente nervosa. O Zé é um deles! Fico ouvindo um falar daqui. Outro falar dali. A maioria "metendo o pau" na reforma. Nessas horas acho de bom tom ouvir o que pessoas gabaritadas tem a dizer. Não menosprezando a opinião de um e outro, mas nessas horas acho que deve ser "cada um no seu quadrado". O assunto é tão interessante, o bate papo foi tão produtivo, que o tempo voou. Eu fiquei muito satisfeita com o que ouvi. Acho que todos, antes de saírem por aí, julgando, deveriam assistir esse programa.


A matéria que vi durante o dia que despertou o meu interesse foi essa:

Um dos temas mais discutidos este ano no Brasil foi, além da corrupção, é claro, a reforma da Previdência. Um assunto que poderá mudar a vida de milhões de brasileiros, não pode ficar de lado e não ser debatido. Por conta disso o Roda Viva desta segunda, 04 de dezembro, vai debater o tema em sua edição temática e mais que especial.
Com apresentação de Augusto Nunes, o programa vai ao ar ao vivo, às 22h15, na TV Cultura, na página oficial da atração no Facebook e no canal do YouTube.

Entenda a reforma
A reforma da Previdência já está em discussão na Câmara há alguns meses. No entanto, segundo o próprio presidente da casa, Rodrigo Maia, ela ainda não tem coro suficiente para aprovação. Nesta edição do Roda Viva, especialistas discutem entraves do processo, como a questão das aposentadorias públicas e privadas. Além disso, sua importância e os reflexos sobre a economia no Brasil também são colocados em pauta.

O que irá mudar com a reforma proposta por Temer? Quem sairá ganhando? Quem sairá perdendo? Estas e outras perguntas serão respondidas e refletidas no programa desta segunda na rede Cultura.

A bancada
A bancada é composta pelo consultor do Senado, Pedro Nery; a economista Zeina Latif; o pesquisador da Fipe-USP e economista, Paulo Tafner; o presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah; e o economista Fabio Giambiagi. O programa também conta com a participação fixa do cartunista Paulo Caruso.

Imperdível. O Roda Viva começa às 22h15

sábado, 2 de dezembro de 2017

Confraternização Mansuretes

Hoje foi a confraternização das Mansuretes. Todo ano a gente procura se reunir. Tem ano que tem mais gente. Tem ano que menos. Esse ano a Nina ofereceu a casa dela. Ela mora em Sumaré.
Bolo lindo e delicioso para comemorar o aniversário dessa mocinha linda e amorosa - a Nina!
Fizemos amigo secreto também. Nem todas que foram participaram. O valor do presente foi até 50 reais. Eu tirei a Priscila de Paula. E quem me tirou foi a Nina. Ganhei o livro que pedi + um par de brincos e uma fitinha da Aparecida do Norte. Para a minha amiga eu dei uma camiseta regata e um top que ela pediu. Eu representei a Rosi, que não pode ir. Entreguei o presente para a amiga dela (Tati) e quem tirou a Rosi foi a Amorim.
Da esquerda para a direita: eu, Grazy, Livia (com a filha Milena), Nina, Suzana, Priscila de Paula, Tatiane, Fabricia e Gisele

Nina entregando o presente para mim (amiga secreta dela)

O livro que eu pedi

Eu entregando o presente para a minha amiga Priscila de Paula

Eu representando a amiga secreta (Rosileni) da Amorim

Entregando o presente da amiga secreta da Rosi (Tati)
Para o almoço, cada uma levou um quilo de carne, ou linguiça, ou frango. E o que bebe. Eu levei 02 refrigerantes (limoneto) de 600ml. Além do churrasco, a Grazy fez arroz e uma pasta de alho. Tinha salada de alface. E de sobremesa, um bolo lindo e delicioso. O bolo foi para comemorar o aniversário da Nina que foi ontem.
A Nina não queria deixar a gente ir embora. Queria conversar mais.rsrs As últimas a sair da casa dela, foram eu, a Tati, a Amorim e a Valentina (filha dela).
Conheci essas meninas em 2007. São 10 anos de amizade muito bem cultivada. É sempre muito bom participar desses encontros. Recordar a época em que trabalhamos juntas. E falar dos projetos, dos problemas, das conquistas do dia a dia.
Nina entregando o primeiro pedaço do bolo para o Bernardo (filho dela)

Vinicius e Miguel - filhos da Gisele e Fabricia

mãe da Nina com a Milena (filha da Livia)

E termino dizendo que uma das Mansuretes – a Marcelle - não está mais presente conosco, mas estará sempre no nosso coração. Será sempre lembrada com muito amor!! E esses encontros continuarão... Por ela!!

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Confraternização Academia 40+

Ontem foi a confraternização da academia 40+. É a terceira que participamos. Ano passado não deu porque eu fiquei doente. 
O Diogo marca sempre para a última quinta-feira do mês de Novembro. Por que eu não sei! Porque não é nada fácil ir treinar no dia seguinte. Até porque ele faz a gente “pegar pesado” por ter comido muito no dia anterior.rsrs
A confraternização foi na pizzaria Monte Belo, do Cambuí. O Diogo reservou 03 mesas compridas, totalizando 80 lugares. Achamos que ia sobrar lugar, mas não! Lotou. Tanto que alguns alunos ficaram no outro espaço. Um pouco separados. Esse ano juntou a academia do Centro de Convivência e Santa Cruz. E tem aluno que leva o companheiro (a). Até por isso que lotou! 
Eu e o Zé fomos os primeiros a chegar. Encontramos com a Vanessa (professora de Pilates) e o Rogério (namorado dela) na porta. Escolhemos uma mesa perto da janela e ficamos na beirada – fácil para sair e locomover. Quem foi chegando depois foi se ajeitando onde deu. No fim ficou distribuído mais ou menos assim: na nossa mesa ficaram os alunos da noite. Na mesa do meio os alunos da manhã. E Na primeira mesa os alunos da tarde.
Eu com a Harleti

Eu com a vanessa
Eu comi uns 05 pedaços de pizza. 03 salgadas e 02 doces. Até arrisco a dizer os sabores. Portuguesa, Frango com catupiry, palmito, chocolate (com morango) e banana. O Zé comprou um vinho – tinto/suave (da casa) marca Monte Belo – muito bom!
O pessoal estava bastante animado. A noite estava agradável. Nem calor, nem frio. Não choveu. Tudo colaborou para que a confraternização fosse um sucesso!

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Enrolados


Título: Enrolados
Data de Lançamento: 07 de janeiro de 2011 (Brasil)
Gênero: fantasia, compedia, musical
Música composta por: Alan Menken
Elenco: Mandy Moore, Zachary Levi, Donna Murphy...
Sinopse: Quando o bandido mais procurado do reino, Flynn Rider, se esconde em uma torre, ele, imediatamente, se torna prisioneiro de Rapunzel, residente de longa data da torre. Dona de cabelos dourados mágicos com 21 metros de comprimento, ela está trancada há anos e quer, desesperadamente, a liberdade. A adolescente determinada faz um acordo com Flynn, e, juntos, partem para uma aventura emocionante.

***

É a segunda vez que assisto a esse filme. Não escrevi da primeira, então não lembro quando foi. Sei que gostei muito. Tanto que, ontem, quando estava passando pelos canais e vi que o filme estava começando... Parei para assistir.
Perigo!! Contém spoiler.rsrs
Rapunzel era encantada por umas luzes que ela via no céu. As mesmas luzes ela via no teto da torre onde ela estava presa há varios anos. Então, quando Flynn aparece na torre (na verdade ele está fugindo), ela vê a chance de ir ver pessoalmente de onde essas luzes surgem. E assim, os dois começam uma aventura pela floresta. Onde são perseguidos por dois ladrões, pela “suposta” mãe de Rapunzel, e pelos guardas reais. Isso porque Flynn tinha roubado uma coroa. Tem também o cavalo que é muito engraçado.
Rapunzel e Flynn Rider juntos fazem-nos rir. Algumas cenas, como a que ela em um segundo está saltitante de tanta felicidade, no outro está cabisbaixa. Em um ela está decidida, no outro ela está indecisa. Em um ela está rindo, no outro está chorando. Tudo isso porque bate um remorso por ter saído da torre, contra a vontade da “suposta” mãe.
Rapunzel canta. Rapunzel briga. Rapunzel se apaixona. E a cena mais emocionante é o reencontro dela com os pais. Nessa hora não tem jeito. A gente chora...
Esse filme é uma graça. Um encanto!  Vale a pena assistir mais de uma vez. Nota 10!

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Sing - Quem canta seus males espanta


Título: Sing – Quem canta seus males espanta
Data de lançamento: 22 de dezembro de 2016 (1h 48min)
Direção: Garth Jennings
Elenco: Mariana Ximenes, Wanessa Camargo, Fiuk
Gêneros: Animação, Comédia , Família
Nacionalidade: EUA
Sinopse: Um empolgado coala chamado Buster decide criar uma competição de canto para aumentar os rendimentos de seu antigo teatro. A disputa movimenta o mundo animal e promove a revelação de diversos talentos da cidade, todos de olho nos 15 minutos de fama e US$ 100 mil dólares de prêmio.
O que escrevi acima e mais um pouco tem AQUI!

***
Assistimos ontem! Antes do almoço. Era feriado... Não tinha nada melhor para fazer... Então deu vontade de assistir um filme bem leve. Bem alegre.
Assistimos dublado. Eu ficava tentando adivinhar de quem eram as vozes. Reconheci a da Sandy (Meena). As músicas todas em inglês. E a maioria eu conheço.
Enredo muito bom. Os personagens são uma gracinha. Dá para se apaixonar pela Rosita. Pela Meena.  
Amei o filme! Super-recomendo. Nota 10!!

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Kleiton e Kledir no Sesc

Sexta-feira foi dia de ver o Kleiton e Kledir. Eles são uma dupla da década de 80. Curti muitas músicas deles. Não os conhecia pessoalmente. Antigamente a gente não ia muito a shows.
Eu fiquei sabendo que eles iam se apresentar no Sesc pela Rose. Ela falou no último encontro (café) com as amigas. Eu fiquei muito animada e agendei para comprar os ingressos on-line. O Zé ainda não tinha chegado do Atacama quando os ingressos começaram a ser vendidos, e eu fiquei com medo deles esgotarem logo. Então, no dia que começou a venda pela internet (um dia antes de começar a ser vendido no Sesc) eu já comprei.
Também entrei na internet e fiquei vendo e ouvindo vídeos deles, para recordar as músicas. Quando o Zé chegou e eu falei que tinha comprado ingressos para o show, ele até estranhou eu não ter um CD só deles. Tenho músicas deles em coletâneas, mas só deles realmente não tenho. Muito estranho!!
Sexta-feira choveu. E como choveu! Após o treino na academia, destrocamos e fomos direto para o Sesc. Foi uma luta para conseguir estacionar o carro. Luta maior foi para sair no final do show. Acho que ficamos uma hora dentro do carro. Juro! Por vezes pensamos até em voltar para o galpão para tirar fotos com o Kleiton e Kledir. Não fizemos isso porque tinha uma fila enorme. Sorte de quem ficou!
Agora vamos ao show! Eles são maravilhosos. Conversam bastante com o público. Como eles mesmos disseram: estavam se divertindo, e com isso divertindo a gente. Rimos bastante com as histórias deles. Cantaram muito também. Nós também cantamos com eles. Às vezes eles falavam que quem dava o show era a gente. Que eles deviam ficar ali em cima do palco, só vendo e ouvindo a gente.rsrs Não sei quantas músicas eles cantaram. Acho que todas as que eu conhecia.

Teve um momento que o Kleiton desceu do palco, tocando seu violino eletrônico e andou pelo meio do povo. Pegou um chapéu de um senhor e colocou na cabeça. Deu o violino nas mãos de quem queria tocar. Teve um senhor que pegou e ficou tocando. Por um bom tempo. Enquanto isso o Kleiton ficou tirando fotos com os fãs. Conversando. E lá em cima do palco, o Kledir tocando violão, e os outros integrantes – baterista, tecladista e do baixo – ficaram acompanhando a melodia. Foi uma verdadeira festa. E foi nesse momento que eu e o Zé, aproveitando que a maioria estava em pé, fomos para a lateral do galpão. Ah, de pé é bem melhor! Na verdade, eu não sabia que ia ter cadeiras. Achei que ficaríamos todos em pé. Eu tenho um certo problema em ficar sentada em shows. Aguento até um certo ponto. Depois...
Sei que nas últimas músicas eu já estava encostada no palco. Aos pés do Kleiton.
Eles são muito simpáticos. Prestativos. Se eu já era fã, agora fiquei mais ainda. Foi bom demais. 
Para quem não conhece eles, ou as músicas, eis algumas:
Vira Virou
Nem Pensar
Corpo e Alma (versão em Português da música: "Bridge Over Troubled Water" -
Simon & Garfunkel

sábado, 18 de novembro de 2017

Dias cinzentos (parte 6): Os negócios

Eu não parava em pé. Passa os dias e as noites deitada. A maioria das vezes trancada no quarto. O rádio ficava o dia inteiro sintonizado no programa “Momento de fé” do Padre Marcelo Rossi e na programação da Canção Nova. Tentava me alimentar disso, porque no mais, não queria saber de nada. Queria morrer! E ao mesmo tempo pedia a Deus para aguentar mais um dia. E mais um dia. Sabia que o tempo iria me ajudar a superar esses dias cinzentos.
Sabia que tinha que vender os imóveis. Comprar algo para sair do aluguel. Arrumar trabalho. Mas eu só queria ficar deitada.
Quantas e quantas vezes minha mãe foi em casa levar comida. A Jacqueline passava com pão para tomarmos café juntas, e com isso ela me fazia comer. Minha tia Janete também me deu floral de Bach para tomar. Comprou também aquelas vitamina “Centrum de A a Z”. Eu não tinha vontade de nada e emagrecia dia a dia. Nessa época comecei a passar pelo médico do postinho. Inclusive psicólogo. Também usava medicamentos para acalmar.
Mesmo em meio a essa confusão mental que eu vivia, eu dei continuidade nos negócios. Não lembro se fui eu, ou a Adriana que falou para o Diogo que eu estava vendendo a chácara. Como ele mexia com compra e venda de imóveis falou que ia anunciar. Paralelamente mandei fazer uma faixa anunciando a venda e fui colocar na chácara. Nessa fase eu estava sempre com a Jacqueline e a Adriana, correndo atrás dessas coisas. Então, não lembro se a ideia partia de mim, ou delas. E qual das duas me levou para fazer a faixa. Na chácara para colocar a faixa. Já a casa de Araçatuba eu avisei minha prima Lucia Helena que estava vendendo.
Também não lembro como vendi nenhum dos dois. Lembro-me de ter ido ao cartório de Monte Mor para assinar os papéis de venda da chácara. E de ter ido a Araçatuba assinar os papéis de venda da casa. Por quanto vendi lembro menos ainda. Não devo ter pegado muito, porque comprei a casa do Parque Santa Barbara por R$ 39.000,00 e eu só tinha R$ 33.000,00. Os outros R$ 6.000,00 emprestei da cooperativa.
E como fiquei sabendo dessa casa? Tem coisas que a gente diz que é o destino. Eu trabalhei “uma semana” em uma padaria no bairro. E um dia, apareceu lá o Sr.Efrain, que é corretor ali no bairro. Comentei com ele que estava procurando uma casa para comprar e ele falou dessa que eu comprei. Apesar de ser uma casa grande, ela não estava muito cara, porque era na rua de terra e não tinha acabamento do lado de fora.
E assim, vencendo o contrato de 06 meses do aluguel, eu estava me mudando para a casa própria, no Parque Santa Bárbara. Para a mudança contratei novamente o mesmo senhor (e os dois filhos). E a Jacqueline ajudou a levar algumas coisas no carro dela – Parati.
Nessa época, a Adriana estava se afastando um pouco de mim, porque estava cansada da palhaçada minha e do Rubens. Pois, ele ia e vinha quando bem entendia. Mas, sobre isso vou falar na próxima postagem...

P.S. Em outubro de 2014 eu fiz esta postagem sobre o emprego da padaria.
Em junho de 2013 eu fiz esta postagem sobre a casa do Santa Bárbara.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Dias cinzentos (parte 5): Primeiros passos após a separação

No dia seguinte a minha ida ao fórum, assinar os papéis da separação, foi o aniversário da Letícia. Ela estava completando 12 anos.
A Adriana que é madrinha dela comprou um bolinho e mais algumas coisas. Ela fez uma festinha para a Letícia, na casa da minha mãe. Nesse dia, se algum dos meus tios ainda não sabia da separação, ficaram sabendo.
Nos dias que se seguiram eu fiquei atrás de transferir os filhos de escola. O Danilo e a Letícia ficaram em uma escola municipal e estudariam no período da tarde. Já o Bruno ficou em uma escola estadual, no período da manhã. As duas escolas no bairro. Comecei também a procurar uma casa para alugar. Coloquei uma meta de em 06 meses vender a casa em Araçatuba e a chácara para comprar um imóvel. Começamos a procurar no bairro e encontramos uma casinha de fundo, na rua que fica atrás da casa da Adriana. E o melhor... Consegui alugar por 06 meses, pois, o senhor que alugou era amigo do Diogo. E o Diogo era o dono do barracão onde funcionava a academia da Adriana e Karen. Não lembro por quanto eu aluguei a casa. Mas não devia sobrar muito do valor da pensão.
Enquanto a gente procurava casa, fui com a Adriana pegar caixas de papelão no Atacadão, para colocar os utensílios da casa. Contratei um caminhão de um senhor que morava no Parque Santa Barbara. Foi ele e os dois filhos carregar o caminhão.
No dia da mudança, estavam eu, Shirlei, Adriana e Karen. Eu não tinha forças para nada. Ficava mais sentada no sofá, lamentando do que qualquer outra coisa. Coitadas! Elas empacotaram tudo. A Adriana e a Karen também fizeram viagens com o carro, levando as coisas que poderiam quebrar no caminhão. Televisão, computador, aparelho de som, enfeites, espelho... E olha que não era nada perto, uma casa da outra. Gente do céu! Como eu juntei coisas. Tanto que o caminhão teve que fazer duas viagens. Também, eu entrei naquela casa e fui comprando, comprando, afinal foram 18 anos para mobiliar a casa. E como ela não era pequena, tinha móvel pra caramba!
Foi nesse dia que a mãe da Rose – que a gente chamava de D.Dinda (ela mora em frente minha ex-casa) ficou sabendo que eu estava indo embora, e o que tinha acontecido. Ela ficou boquiaberta. E como não ficar, não é? Até uma semana antes, eu estava ali. Tudo normal. E de repente estou indo embora. 
Quando terminamos de carregar tudo, eu dei uma olhada geral e despedi-me de tudo. Daquele lugar que tinha sido minha morada por tantos anos. E fui embora...
Sei que ficamos na casa da Adriana entre 10 e 15 dias. Ou seja, antes do fim do mês eu já estava na casa alugada. Além do aluguel eu tinha contas que foram feitas antes da separação. Uma delas era a prestação da máquina de lavar roupa. O telefone, a Adriana puxou extensão da casa dela para a minha. Usamos durante todo o tempo que ficamos na casa. Já a NET eu ficava “chorando” (literalmente) para os atendentes dizendo que eu não tinha como pagar, pois, tinha separado. Eles ficavam comovidos com a minha situação e deixavam-me continuar usando sem pagar. Foi assim por meses. Sei que não sobrava nada a pensão, aliás... Faltava. Então comecei a pegar empréstimos da cooperativa.
Quanto a escola, as crianças se adaptaram bem. O Danilo e a Letícia fizeram amizade com a criançada da rua. E como tinha criança naquela rua. Nunca vi igual.
Já o Bruno deu um pouco de trabalho. Cheguei a ir duas vezes com ele até a entrada da escola e ele não entrava. Isso porque ao acordar eu fazia chá de camomila para ele e para mim. Conversava com ele. Pedia para ele me ajudar. Até mesmo a Jacqueline, minha amiga, falou que ia pedir para o Ariel – filho dela, que estudava na mesma escola, para dar uma força para o Bruno. E um dia o Bruno foi e ficou. Graças a Deus!
E assim, duas semanas depois da separação, estávamos instalados e todos na escola. Eu ainda tinha que vender a chácara. A casa em Araçatuba. Tentar comprar uma casa para sair do aluguel. E arrumar trabalho.
Mas antes disso eu tinha que parar em pé!!

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Henrique - meu netinho!

O Henrique já está com 03 meses e 14 dias. Cada dia mais lindo! Cada dia mais esperto! Cada dia maior!!
Eu não sei explicar, mas o amor que sinto por ele é diferente do amor que sinto pelo Zé. Pelos meus filhos. Pelos meus pais. Pelos meus irmãos e irmãs.
Que coisa!
Sei que quando olho as fotos, os vídeos, meu coração se alegra. Meus olhos brilham. Meus lábios se estendem de uma ponta a outra. Ou seja, fico sorrindo feito uma tonta.
E quando eu estou com ele então. Quero pegar no colo. Dá vontade de apertar. De beijar. Só não aperto, porque estaria judiando dele. Mas... Pegar no colo e beijar, ah isso não tem como.
Uma amiga um dia disse que amor de vovó era diferente mesmo. Hoje sei disso. 
O amor que tenho pelo Henrique é... Um amor sem explicação. Um amor incondicional. Um amor para toda a vida!!
Tem como não amar essa riqueza!!

Embu das Artes

Ontem foi feriado. Era para eu ter dormido até tarde, mas acordei com barulho dos vizinhos. Então, o Zé quis sair. Ir para Embu das Artes. A gente tinha programado de ir no sábado, dia 25. Ele achou melhor ir, uma vez que o tempo estava bom e outra... Às vezes a gente programa e no dia não dá certo. Por um ou outro motivo... Foi o que o Zé disse. Eu topo qualquer coisa. Sair de casa. Ficar em casa.
Saímos de casa era 9h30min. Chegamos rapidinho. Não tinha muito movimento nas rodovias. O Zé deixou o carro no estacionamento do Banco Bradesco – pertinho das feirinhas.
Andamos, andamos e andamos. Olhando e apreciando tudo. Tem muita coisa bonita lá. Nossos olhos paravam mais para admirar os quadros. Cada um mais lindo que o outro.


E mesmo sem fome paramos para comer. Escolhemos um restaurante que as mesas ficavam no calçadão, de onde a gente podia ver os turistas circulando – comprando. Comemos uma porção de picanha acebolada (na chapa) e bebemos suco de limão.
E antes de ir pegar o carro, tomamos um sorvete – sentados na calçada.
Não era nem quatro horas quando já estava de volta em casa. Ainda deu tempo de tirar um cochilo da tarde.rsrs

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Retorno

Somente depois de ter andado por terras estranhas
É que pude reconhecer a beleza de minha morada.
A ausência mensura o tamanho do local perdido, evidencia o que antes tornou-se oculto, por força do costume.
Abri o portão principal como quem abria um cofre que resguardava valores incomensuráveis.
Olhei minha mãe como se fosse a primeira vez.
Olhei como se voltasse a ser criança pequena e estivesse a descobrir-lhe as feições maternas.
As vozes do passado estavam reinauguradas.
Deitei-me em seu colo como se quisesse realizar a proeza de ser gerado de novo.
Enquanto suas mãos desenhavam carinhos sobre os meus cabelos, um outro movimento atingia minha alma.
Mãos com poder de sutura existencial.
Alinhavos que os dedos amarravam, enquanto o quente daquele colo me devolvia ao meu corte original.
A mulher em silêncio, meu melhor lugar.
De suas mãos um segredo se desprendia, uma voz delicada que só o amor nos proporciona ouvir.
"Dorme meu filho, dorme, porque enquanto você dormir eu o farei de novo.
Dorme meu filho, dorme."

Pe.Fábio de Melo


terça-feira, 14 de novembro de 2017

Dias cinzentos (parte 4): A divisão dos bens

Quando eu comecei a namorar o Rubens, os pais dele ofereceram uma parte do terreno deles (fundo) para construirmos uma casa. E disseram que futuramente colocariam a mesma no nosso nome. Antes de nós, eles tinham feito a mesma proposta para o Vanderlei – irmão mais velho do Rubens. Ele havia casado um pouco antes de eu conhecer o Rubens. O Vanderlei não quis porque a Silvana (esposa) já tinha uma casinha no fundo da casa dos pais dela, onde eles foram morar.
Eu e o Rubens aceitamos a oferta dos pais dele e começamos a construção. Ficamos pouco mais de 01 ano construindo. Todo fim de semana eu ia para lá e ficávamos: Eu, ele, o Sr.Rubens (pai dele) e a D.Delza (mãe dele) literalmente colocando a mão na massa. Nos tijolos. Nas telhas. Quando casamos faltava acabamento. Não tinha piso. Não estava rebocada. Esse acabamento foi sendo feito depois... Aos poucos. Durante anos.
Passado alguns anos, a D.Delza e o Sr.Rubens quiseram acertar os papéis da casa. Fizeram a escritura, colocando 50% do imóvel em nome meu e do Rubens.
Sendo assim, na época da separação, calculamos que o imóvel total, devia valer (+/-) R$ 200.000,00. Sendo que R$ 100.000,00 seria meu e do Rubens. Com a separação eu teria direito a R$ 50.000,00.
A gente tinha uma casa na vila onde minha tia Danúzia mora, em Araçatuba. A casa valia (+/-) R$ 20.000,00.
E tínhamos também uma chácara que valia (+/-) R$ 30.000,00.
Como a casa onde a gente morava não poderia ser vendida – a menos que a D.Delza quisesse também – eu fiquei com a chácara e a casa em Araçatuba.
Fiquei com a maior parte dos móveis. Deixei para o Rubens o carro, as ferramentas de trabalho, um rack com a TV de 26 polegadas (que ficava no quarto) e o computador dele. 
O valor da pensão que eu iria receber seria de R$ 666,67, ou seja 1/3 de R$ 2.000,00 que era o salário do Rubens.

Dias cinzentos (parte 3): Dia de assinar os papéis

Era dia 11 de agosto de 2006 - sexta-feira.
Eu saí da casa da Dri bem antes do horário. Passei na igreja – Catedral – e ali, diante do Santíssimo fiquei por um tempo. Conversei com Deus. Pedi para que fosse feita a vontade D’Ele. Mas no fundo eu queria que o Rubens não fosse. Ou não assinasse. Queria que qualquer coisa acontecesse para que a separação não se concretizasse. E fui para o fórum.
Chegando lá encontrei com a Dra Zilda - minha advogada. Pouco depois o Rubens chegou. Ele foi sozinho. Sem advogado. Ficamos sentados em uma sala esperando. Primeiro cada um (separadamente) teve que ir conversar com a promotora. Como o Rubens não tinha advogado, a Dra.Zilda acompanhou ele. Depois fui eu. A promotora fez perguntas: Se eu estava certa de que queria separar. Se eu estava de acordo com as condições descritas no papel da separação. E mais algumas outras que não me lembro.
Depois voltamos na primeira sala e ficamos aguardando o juiz chamar. Teve um momento em que o Rubens saiu de perto da gente e a Dra.Zilda contou que ele estava muito seguro. Que não titubeou em nenhum momento diante das perguntas da promotora. Ela inclusive falou que achou ele arrogante.
E chegou a vez de irmos diante do juiz. A Dra Zilda me orientou a ser firme nas respostas, porque se o juiz percebesse que eu estava indecisa ele podia adiar o processo. E com isso a separação partir para o litigioso. E isso ia ser muito desgastante para ambas as partes, além de gerar mais custos. E eu não queria nem um, nem outro.
Na sala, de um lado, o juiz, a promotora e uma terceira pessoa digitando a nossa conversa. Do outro lado, eu, a Dra Zilda e o Rubens. O juiz leu todas as cláusulas da separação. Ele perguntava e a gente respondia. A mesma pergunta, os dois tinham que responder se estavam de acordo.
Diante das respostas seguras minhas e do Rubens, a única coisa que o juiz exigiu foi que eu não poderia tirar o sobrenome do Rubens enquanto meus filhos fossem menores de idade. Ele alegou que eu poderia ter problemas, principalmente com viagens. É porque nenhum dos meus filhos tinha o meu sobrenome. Somente o do Rubens.
Terminado o interrogatório, assinamos os papéis e nos retiramos da sala. Despedi-me da Dra Zilda. O Rubens ofereceu-me carona até o Shopping Campinas. Eu aceitei. A gente parecia dois desconhecidos. Percebi que ele estava aliviado. Ali no shopping eu passei na loja em que minha amiga – Silvia – trabalhava. Contei para ela de onde eu estava vindo. Ela não acreditou. Para todos era uma coisa meio impossível, porque até meses atrás o Rubens era apaixonadíssimo por mim, pelos filhos, pela família. Então, saber que a gente tinha separado era muito difícil de acreditar. Nem eu mesma ainda acreditava!!
Fui para a casa da Dri. Lembro que cheguei lá, ela só me olhou e eu falei que tudo estava terminado!
Bom... Nem tudo! Ainda tinha muita coisa para acontecer...

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

A criação do homem perfeito


Conta a história que os cientistas do planeta Terra pesquisaram durante muito tempo a questão da clonagem humana.
A criação do ser humano mais perfeito geneticamente era uma questão de honra para a comunidade científica.
Alguns apostavam que o avanço científico afinal iria imortalizar o ser humano, outros ainda insistiam no sonho medíocre de se criar uma raça pura.
Tão logo a clonagem começou, os grandes problemas também começaram.
E da ganância pelo poder em função dos lucrativos negócios gerados por esses experimentos genéticos instalou-se uma desordem mundial.
Passados séculos e séculos de uma enorme devastação, os pesquisadores perceberam como foram ignorantes: o aperfeiçoamento do ser humano era possível, mas estava relacionado a uma sincera e necessária aproximação com Deus.
Descobriram que Deus foi muito inteligente em não possibilitar que alguma força beneficiasse apenas grupos de elites. Das inúmeras técnicas existentes, apenas uma era a mais eficaz: A CRUZ.

Aulus Di Toam

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

De fato somos sal

Eu sou mãe,
Eu sou mulher,
Eu sou filha,
Eu sou o despertador,
Eu sou a cozinheira,
Eu sou a empregada doméstica,
Eu sou a professora,
Eu sou o garçom,
Eu sou a babá,
Sou a enfermeira,
Eu sou uma trabalhadora braçal,
Eu sou a agente de segurança,
Eu sou a conselheira,
Eu sou o edredom,
Eu não tenho feriados,
Eu não tenho licença por doença,
Eu não tenho dia de folga,
Eu trabalho dia e noite,
Estou de plantão o tempo todo,
Não recebo salário e...
Ainda escuto a frase...
"Mas o que você faz o dia inteiro?"
Mulher é como sal...
Sua presença nunca é lembrada, mas sua ausência faz todas as coisas ficarem sem sabor. 
Dedicado a todas as mulheres que dão suas vidas pelo bem estar de suas famílias.

***
A mensagem acima, a Lívia acabou de postar no grupo "Mansuretes".

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Aumentou o grau

Hoje fui ao oftalmologista. Consulta de rotina. Na verdade, quando comecei a usar óculos, isso tem quase 10 anos, o doutor falou que eu teria que fazer exames anuais. Dessa vez demorei um pouquinho. O suficiente para ter aumentado 1 grau de uma vista e 0,75 da outra. Isso para perto. E para piorar a situação, agora vou precisar para longe também. Eu estava percebendo que, mesmo com óculos, estava com dificuldades para enxergar. Perguntei para a doutora que me atendeu hoje, até quando o grau vai continuar aumentando. Ela disse que mais uns 10 anos. E pensar que um dia eu tive muita vontade de usar óculos. Tinha... Até precisar usar.

Pós escrito de 29/11/2017: 
Meu Deus! Que dificuldade!! Estou penando... Peguei meus óculos ontem. Tive que fazer multifocal e aí que está o problema. Estou enxergando bem os papéis que ficam na minha frente - em cima da mesa. Estou enxergando o que eu não estava enxergando (e nem sabia) mais longe. O problema é que não estou conseguindo ver direito a tela do computador. 
Já pesquisei na internet e vi que tem pessoas que demoram dias, às vezes até semanas com essa adaptação. 
Será que eu vou aguentar? Ou vou procurar a ótica? Ou a doutora que fez o exame e diagnosticou que os graus aumentaram? 

Pós escrito de 05/12/2017:
Ainda não me adaptei com os óculos. Nessas horas você fica sabendo de um monte de gente que passou por problema parecido. As colegas da academia falaram que é difícil mesmo. A Valéria disse que teve que ajustar a tela do computador. A Harleti disse que não se adaptou e hoje tem dois óculos. Um para perto e outro para longe. A Malu disse que demorou bastante para se adaptar. Mas todas foram unânimes em dizer que demora mesmo. Tem que ter paciência. Persistência. Sei que não tá fácil não!

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

A Viagem é tão curta!

Uma jovem estava sentada num transporte público quando uma senhora, mal-humorada e velha, veio e sentou-se ao lado dela batendo-lhe com suas numerosas sacolas. Uma pessoa sentada do outro lado, ficou injuriada com a situação e perguntou à moça por que ela não reclamou ou disse algo para a velha senhora!

A moça respondeu com um sorriso: 

- Não é necessário ser grosseiro ou discutir sobre algo tão insignificante, a jornada juntos é tão curta...

Já desço na próxima parada!

A resposta merece ser escrita em letras douradas no nosso comportamento diário e em toda parte!!!

Não é necessário discutir sobre algo tão insignificante, nossa jornada juntos é tão curta

Se cada um de nós pudesse perceber que  a nossa passagem por cá tem uma duração tão curta;
Por que escurecê-la com brigas, argumentos fúteis, não perdoando os outros, com ingratidão e atitudes ruins?!!!

Isso seria um grande desperdício de tempo e energia!!!

Alguém quebrou seu coração? 
- Fique calmo, a viagem é tão curta... 

Alguém lhe traiu, intimidou, enganou ou humilhou você? - Fique calmo, perdoe, a viagem é tão curta...

Qualquer sofrimento que alguém nos provoque, vamos lembrar que a nossa jornada juntos é tão curta... 

Portanto, sejamos cheios de gratidão e doçura. 
A doçura é uma virtude nunca comparada ao caráter mau ou covardia, mas melhor comparada à grandeza.

Nossa jornada juntos aqui é muito curta e não pode ser revertida...

Ninguém sabe a duração de sua jornada. 
Ninguém sabe se  terá que descer na próxima parada....

Vamos, portanto, acalentar e manter a doçura e amabilidade com os amigos e familiares!!!
Vamos tentar nos manter calmos, respeitosos, gentis, gratos e perdoar uns aos outros.

Se eu te machuquei, peço perdão.

E lembre-se: 

A viagem aqui é tão curta!!!


***
A mensagem acima foi compartilhada pela Suelen, no grupo "Mansuretes", ontem, às 11h14min

sábado, 4 de novembro de 2017

Workshop - Motivação e Comunicação

Estava arrumando a casa e aproveitei para jogar uns papéis no lixo. Foi então que achei uma pasta onde estavam guardados: roteiro, certificado, convite, mensagem, avaliações, roteiro da peça, os textos em Power Point, enfim; todos papéis usados no Workshop “Motivação e Comunicação” promovido pela Mansur Contabilidade.
Frente do convite

Dentro do convite
O Workshop aconteceu no dia 08 de novembro de 2008. Foi um sábado, o dia inteiro. Legal que todos foram mesmo sendo sábado!
Quem teve a ideia de realizar o Workshop foi o Fernando. Ele era irmão do Marcelo e filho do Sr. Mansur. Se não estou enganada ele também era sócio da Mansur Contabilidade. Só não tenho certeza porque ele não ficava direto no escritório como o Marcelo e o Sr.Mansur. O Fernando era formado em educação física, então gostava de agitar.rsrs
A preparação começou meses antes. A gente combinava tudo às escondidas. Os únicos que sabiam o que ia acontecer eram os membros do grupo que eram: Rosileni, Priscilla, Ana, Patricia, Rogério, Fernando e eu.
Não lembro bem o que cada um se ofereceu para fazer... Ou foi designado para fazer. Sei que a Priscilla escreveu a peça, da qual eu sou uma das personagens. Não sei como eu atuei. Morro de vergonha. Mas naquela época eu estava mais perdida que cego no meio do tiroteio. Vivia a base de remédios, então acho que nem sabia o que estava fazendo. Mas fiz...
A gente saía de vez em quando do escritório para ir ensaiar. Nos últimos dias fomos até o local onde ia ser o Workshop para conhecer e ver onde ficaria uma ou outra coisa. Pior que a gente não podia contar para ninguém o que estava acontecendo. Lembro que a Tati perguntava o que a gente fazia quando saía. Eu desviava o assunto e não dizia nada. Não foi nada fácil manter segredo. O Fernando não falou nem mesmo para o Sr. Mansur e para o Marcelo. Lembro que eles ficaram bravos. Houve um pequeno ruído entre eles. Mas o dia foi perfeito! Seguimos tudo dentro do roteiro.
Roteiro
Café da manhã – Coffe Break – Almoço – Coffe Break. Dinâmicas. O teatro. A Patrícia (que era a mais comunicativa) apresentou as duas palestras “Motivação” e “Comunicação”. Na palestra sobre motivação mostramos dois vídeos motivacionais. Um do filme "O Gladiador" e outro do "Joseph Klimber". No final vários sorteios de presentes doados pelos clientes.
Ou seja, teve muita distração para todos. Tanto que o dia passou rapidinho. Foi tão gostoso que todos ficaram até o fim. E ninguém dormiu.rsrs
E hoje eu só acredito que participei na organização e realização desse Workshop porque tenho o certificado e lembro claramente da peça e eu dançando “ADO! AAAADO!! Cada um no seu Quadrado”. Senão...

Vídeo super heróis


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Recebi o vídeo acima da minha amiga Jacqueline, ontem, às 13h34min. Um dos mais lindos que vi nos últimos tempos. Fiquei muito emocionada. Os gestos dos super heróis, a música e o desfecho. Eu vi e revi várias vezes.  Mandei para todos os meus contatos e grupos. 

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Mulherada reunida para o café da tarde

O café da tarde no meu apê foi maravilhoso! Teve dois bolos (fubá com goiabada e de chocolate), rosquinhas açucaradas, panetone e mais um bolo que a Shirlei trouxe que eu não provei (já estava cheia), então não sei do que era. Fiz café e tinha coca cola também.
Vieram para o café: a Eliane e o Felipe, Andressa, Shirlei, Karen, Dudinha, Silvana, Adriana e minha mãe. 
Eu coloquei a mesa de um jeito que daria para todas ficarem sentadas em volta dela, e assim poder beber, comer e podermos conversar. A Dudinha e o Felipe, ora estavam no tapete desenhando e pintando, ora estavam no quarto brincando de esconde, esconde e outras brincadeiras de criança. Minha mãe ficou mais tempo no sofá. Aquele monte de mulher falando deve cansar ela.rsrs
Antes da Karen, Shirlei, Andressa e Dudinha chegarem o Felipe fez o desenho abaixo.


A Nilda e a Kelly não puderam vir, mas mandaram mensagem dando satisfação. E ai delas se não se pronunciassem.rsrs
Enfim, passamos uma tarde muito agradável. Na minha próxima folga eu marco outro. 

O que fazer com as roupas?

Estou fazendo uma coisa agora que fez-me lembrar da minha infância...
Quando eu era pequena (não que hoje eu seja muito grande), e minha mãe avisava que a gente ia ter visitas (geralmente meus tios) eu e minhas irmãs corríamos para limpar a bagunça. Imaginem como ficavam alguns cômodos onde moravam 10 pessoas. E o que tinha muito era roupa. Roupas lavadas esperando para passar. Ou mesmo roupas espalhadas pela casa. Então, o que a gente fazia? Pegava tudo e enfiava – socava – dentro do guarda roupa. E rezava para ninguém pensar em abrir ele.rsrs
Como estou de folga hoje, convidei minhas irmãs, cunhadas, sobrinhas para virem tomar café em casa. Então estou dando uma ajeitada aqui e ali. Tinha roupa em todo canto. No sofá. Em cima da cama. E as que acabei de recolher do varal. Não tinha outra alternativa senão coloca-las dentro do guarda-roupa. Foi tão automático. 

O glamour da mulher madura

Fabrício Carpinejar, disserta sobre o glamour da mulher madura:
"Depois dos 35 anos, a beleza é resultado da simpatia, da elegância, do pensamento, não mais do corpo e dos traços físicos. A beleza se torna um estado de espírito, um brilho nos olhos, o temperamento. A sensualidade vai decorrer mais da sensibilidade do que da aparência.
Uma mulher chata pode ser bonita antes dos 35 anos. Uma mulher burra pode ser bonita antes dos 35 anos. Uma mulher egoísta pode ser bonita antes dos 35 anos. Uma mulher deprimida pode ser bonita antes dos 35 anos. Uma mulher desagradável pode ser bonita antes dos 35 anos. Uma mulher oportunista pode ser bonita antes dos 35 anos. Uma mulher covarde pode ser bonita antes dos 35. Depois, não mais, depois acabou a facilidade. Depois o que ilumina a pele é se ela é amada ou não, se ela ama ou não, se ela é educada ou não, se ela sabe falar ou não. Depois dos 35 anos, a beleza vem do caráter. Do jeito como os problemas são enfrentados, da alegria de acordar e da leveza ao dormir. Depois dos 35 anos, a amizade é o creme que tira as rugas, o afeto é o protetor solar que protege o rosto. A beleza passa a ser linguagem, bom humor. A beleza passa a ser inteligência, gentileza. Depois dos 35 ,45 ,55 , 65 ... anos, só a felicidade rejuvenesce."

(Fabrício Carpinejar- escritor).

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A mensagem acima foi compartilhada pela Lívia, no grupo "Mansuretes", no dia 30/10 - às 11h09min.

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Lembranças do dia 02

Hoje é feriado. Eu estou trabalhando. Costumamos trocar quando o feriado cai na quinta-feira. Amanhã folgaremos.
E hoje é dia de lembrar coisas boas e ruins que aconteceram no dia 02.
Dia 02 de Agosto – nascimento do Henrique – meu neto. Hoje ele completa 03 meses. Parabéns para ele!!
Dia 02 de Agosto de 2015 – falecimento do meu pai. Completando hoje 02 anos e 03 meses.
Dia 02 de Julho de 2011 – dia que conheci (pessoalmente) o Zé. São 06 anos e 04 meses. Parabéns para nós!!
Eu fico feliz. Fico triste. Fico feliz de novo.
A vida é assim... Temos que representar. O tempo todo. Ficar feliz quando nos lembramos de uma coisa legal. E triste quando nos lembramos de algo triste. Eu não tenho problemas quanto a isso. Procuro viver o momento.
As lembranças fazem parte, mas temos que viver da melhor maneira possível. E tentar sempre passar adiante boas vibrações. Hoje eu escolho: Manter o sorriso nos lábios!

arquivo pessoal - Zé Olímpio (praia de La Serena - Chile)