quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Minha mãe na UTI

E o que eu mais temia na vida, está acontecendo. Minha mãe está internada, na UTI. Desde ontem.
Era mais ou menos onze e meia quando a Adriana mandou mensagem no grupo (dos irmãos) do WhatsApp, dizendo que estava no hospital. Que nossa mãe estava passando mal. Com pressão muito baixa. Pensamos que pudesse ser por causa do calor.
Nem uma hora depois, ela mandou outra mensagem dizendo que após ter feito eletro, estavam levando minha mãe para colocar marca passo.
Mais tarde ficamos sabendo que ela teve um infarto. Fizeram cateterismo, colocaram stent e marca passo provisório. O médico disse que a pressão dela chegou a 9x3.
Bom, nem precisa dizer que a essa altura nós todos estávamos muito apreensivos. Meio que sem acreditar. Pelo menos eu, pois, no dia anterior, ela veio no meu trabalho deixar o Avon e como ela sempre faz, trouxe algo para eu comer. Dessa vez bolinhos “tempura”. Ela estava super bem. Ficou toda sorridente quando me aproximei dela. Ela falou que eu estava muito elegante de vestido (do uniforme) e sandália de salto. Ela fica toda orgulhosa. E eu feliz de saber que a deixo feliz e tranquila. Já dei muito trabalho para ela.rsrs
Já cientes do acontecido começamos a organizar as visitas, que só podem ser de duas em duas pessoas. A tarde entrou a Shirlei e a Adriana, mesmo estando a Eliane, o Sérgio e o Henrique no hospital. Não pode entrar. Nem revezar. Eu fui a noite com o Sandro.
Eu fico muito segura com o Sandro e com o Marcos. Eles são muito calmos. Com uma espiritualidade elevada. Mas não que eu tenha escolhido entrar com o Sandro. Foi como organizamos ontem. Hoje de manhã foram Adriana e Sergio. A tarde a Silvana e o Nego. E a noite o Marcos e o tio Roberto. O tio Roberto é o irmão mais velho (dos irmãos) da minha mãe. Ele é bastante apegado com a minha mãe, por isso, quando ele falou que queria ir ver minha mãe, já vimos quem podia deixar para ir amanhã, cedendo o lugar para ele. O Marcos disse que vai levar a hóstia para a minha mãe comungar.
E como foi a minha visita ontem? O médico estava olhando minha mãe, quando cheguei ao quarto. Minha mãe estava acordada e conversando. O Sandro já estava lá. O médico explicou pra gente o que tinha acontecido e como ela estava reagindo. Depois que ele saiu, minha mãe contou tudo – detalhe por detalhe – o que aconteceu. Ela disse que percebeu que estava mal, e pediu para o nego ligar para a Adriana levá-la ao hospital. Falou que aguentou firme até chegar ao hospital. Quando estava lá, ela disse que “baixou a guarda”. Disse que ficou acordada o tempo todo. Viu todos os procedimentos que fizeram nela. Perguntamos várias vezes se ela sentia alguma dor. Se ela estava com fome. Com frio. Enfim, conversamos bastante. Ela estava animada. Disse para não nos preocuparmos. O Sandro leu um versículo da bíblia para ela. E antes de sair, demos as mãos e o Sandro fez uma oração.
Hoje a Adriana mandou a notícia que, o médico falou que o caso inspira cuidados e que é para falar para todos os filhos que é gravíssimo. Médico sabe o que diz, não é? Pela minha cabeça passam mil coisas. Fico preocupada, com medo do pior e ao mesmo tempo sendo forte para não deixar transparecer, ou não deixar minha fé de que Deus está cuidando, esmorecer. Minha mãe é muito forte e otimista. E nós ficamos em oração, pedindo a Deus e Nossa Senhora para que continuem cuidando dela. 

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Dias cinzentos (parte 2): Decisões e mais desilusões!

Eu e as crianças dormimos em um quarto da casa da Adriana e do Henrique. Na terça-feira a noite, o Rubens apareceu no portão dela, e disse que queria que a gente (eu e as crianças) voltasse para casa.  
Falei para ele que, sendo assim ele teria que sair do trabalho. Não tinha como ele continuar trabalhando com a Kátia, depois de tudo o que tinha acontecido. Ou de tudo o que eu sabia.
Ele me disse que teria que ir na quarta porque tinha uns trabalhos inacabados. Voltamos com ele, para casa. Imaginem como fiquei no dia seguinte, em casa. Muito apreensiva. Imaginando os dois juntos, o dia inteiro. Ao voltar para casa, a noite, ele me disse que teria que ir no dia seguinte novamente. Eu disse que não poderia suportar mais tanto tempo. Eu já sofria demais.
Então, na quinta-feira, quando ele chegou do trabalho, tentou me convencer que tinha que continuar indo no trabalho. Foi então que eu disse que ele teria que escolher. O trabalho – e com ele a Kátia. Ou eu – a família. Ele levou os filhos para o quarto e começou a conversar com eles. Eu comecei a juntar mais algumas roupas. Ele tinha tomado a decisão.
Liguei para a Adriana e o Henrique que mais uma vez foram nos buscar. Os filhos não deviam entender muita coisa. Nem eu entendia! O Bruno tinha 16 anos. O Danilo 14. A Letícia estava prestes a completar 12 anos.
Eu estava sem rumo. Não sabia o que fazer. Meus familiares inconformados. Todos me ligavam para saber o que estava acontecendo e para me dar apoio. Eu só chorava. No fim de semana, o Marquinhos foi até o Rubens para conversar. Para tentar ver se o convencia a voltar atrás.
Foi então que o Marquinhos ligou para mim, e disse que o Rubens estava convencido de que não sentia mais nada por mim. Que os olhos lacrimejavam quando falava dos filhos, mas que entre eu e ele não tinha mais jeito. Não tinha mais volta. Da parte dele não tinha mais amor.
Vendo que não tinha mais o que fazer perguntei se alguém conhecia um advogado que pudesse me orientar. O meu irmão Sandro indicou uma advogada que era da igreja dele. Doutora Zilda (acho que era esse o nome). Marquei um horário com ela, na segunda-feira.
No escritório de advocacia, expliquei toda a situação para a advogada. Disse os bens que a gente tinha. Ela pediu para eu levar os documentos que ela ia preparar os papéis da separação. Como eu ainda tinha a chave de casa, fui até lá para pegar os contratos. Reparei que na cadeira do computador tinha uma camiseta nova (já usada) e na escrivaninha um cupom fiscal do Carrefour do Shopping Iguatemi, onde provavelmente ele tivesse ido com a Kátia, no final de semana. No cupom tinha água e “Ferrero Rocher”. Foi mais uma apunhalada. O Rubens de vez em quando trazia para mim, um “Ferrero Rocher”. Eu achava aquilo uma prova de amor. E de repente vi que essa prova ele estava dando para outra pessoa.
Saí daquela casa mais magoada ainda. No dia seguinte levei os documentos para a advogada. Ela preparou tudo. Entrou em contato com o Rubens, para ele ir ao escritório para ver se concordava com tudo o que ela colocou no papel. Ele não foi! Então ela me deu os papéis e pediu para eu ir até ele e ver se ele estava de acordo. Eu fui... 
Esperei ele chegar do trabalho. Ao chegar, ele me olhou e era como se eu fosse uma qualquer. Engraçado como ele mudou da noite para o dia. Nem parecia que eu tinha vivido por quase 20 anos com ele. Pedi para ele sentar e comecei a ler o que a advogada tinha colocado no papel. Cheguei a pedir para ele um pouco mais de pensão. Ou uma ajuda para pagar um aluguel até eu me ajeitar. Porém, ele não quis me dar nada mais do que estava na lei. Não levou em consideração o tempo que eu me dediquei a ele. A casa e aos filhos. Ainda nesse dia, jogou na minha cara tudo o que tinha feito por mim (ou me dado) durante todos os anos que vivemos juntos. Como se tudo tivesse sido por obrigação. Não por amor.
Saí de lá já era tarde. Tinha que pegar dois Ônibus para chegar na Adriana. Lembro que fiquei no ponto de ônibus pensando que o Rubens que eu conhecia até pouco tempo, jamais deixaria eu naquele ponto, aquela hora da noite. Mas, pelo jeito aquele Rubens não existia mais, assim como a Margareth - esposa do Rubão - em pouco tempo também deixaria de existir.
Com os documentos em mãos a advogada marcou a audiência para o dia 11 de agosto. O que sei é que entre eu sair de casa (naquela quinta-feira) e o dia de assinar os papéis tinha passado somente uma semana. Até hoje eu não entendo como tudo foi tão rápido.
Eu não pensava mais. Somente agia. De onde eu estava tirando forças eu não sei! Mas ainda tinha muita coisa pela frente... Para acontecer!

Escrito nas Estrelas

Título original: Serendipity  (Escrito nas estrelas)
Direção: Peter Chelsom
Elenco: John Cusack, Kate Beckinsale, Jeremy Piven
Gêneros: Romance, Comédia
Nacionalidade: EUA
Ano de Produção: 2001
Sinopse: Num apressado dia de compras no inverno de 1990, Jonathan Trager (John Cusack) conhece Sara Thomas (Kate Beckinsale). Dois estranhos no meio da massa em NY, seus caminhos se cruzam em um feriado, sendo que logo sentem entre eles uma atração mútua. Apesar do fato de ambos estarem envolvidos em outras relações, Jonathan e Sara passam a noite andando por Manhattan. Quando a noite chega ao fim, os dois são forçados a determinar algo como seu próximo passo. Quando Jonathan sugere uma troca de telefones, Sara rejeita e propõe uma ideia que dará ao destino o controle de seu futuro. Se eles tiverem que ficar juntos, ela diz a ele, eles encontrarão o caminho de volta para a vida um do outro.

Fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-28941/

Com certeza já vi duas vezes esse filme. Talvez até mais. E vou ver mais vezes... Isso eu garanto.
O enredo maravilhoso. Tem aquela coisa de acreditar no destino. Que o que tem que ser... Será! Eu gosto muito do John Cusack, então ajudou mais ainda eu amar tudo.
Bom, eu pontuo os filmes dessa forma. Se eu dou muita risada é porque achei muito engraçado. Se eu choro, é porque é muito romântico. E quando eu choro, mesmo tendo assistido anteriormente, está comprovado que, para mim, é maravilhoso.
Assisti ontem, em casa. Com o Bruno. E o Fernando – mais ou menos. Fernando é assim. Ou desliga – dorme. Ou fica ligado no 220... Aí não para quieto. Então, de um jeito ou de outro, ele assiste “picado”.
Mas eu e o Bruno assistimos. E ele se diverte de ver que eu choro.
Eu nunca sei se eu falo ou não do filme. Porque pode ser que alguém ainda não tenha assistido. Meio impossível, não é? Afinal, estou falando de um filme de 2001. Sendo assim, vou contar mais as partes que eu ficava na torcida.
Tudo começou quando os dois pegam o mesmo par de luvas pretas. Como só tinha um, eles tinham que decidir quem ia ficar com elas. E essa troca de gentileza levou-os a tomar um sorvete e conversarem um pouco mais. E dessa conversa sentem-se atraídos um pelo outro. Foi então que Sara teve a ideia de deixar o destino se encarregar de unir os dois. Pediu para Jonathan escrever seu nome e endereço em uma nota de 05 dólares. Ela pegou essa nota e comprou uma balinha em uma banca. Ela falou que se fosse para eles se reencontrarem,  essa nota chegaria às suas mãos. E ela estava com o livro (na bolsa) “O amor nos tempos do cólera”. Ela o mostrou para Jonathan e disse que escreveria o nome dela e o número do telefone na contra capa, e que no dia seguinte venderia em um sebo. Se esse livro chegasse às mãos dele, era o destino. E como primeiro teste, ela o pegou pelas mãos e entraram em um hotel. Cada um entrou em um elevador – que ficava um de frente ao outro. Ela falou que eles apertariam o botão para descer em um determinado andar. Se fosse o mesmo, era porque tinha que ser. Eles pertenciam um o outro. Era o destino. E antes das portas se fecharem ela disse o seu nome. E ele o dele. Ali o destino já mostrou que era para ser, pois, os dois apertaram o mesmo andar – 23. Porém, um menino entrou no elevador que Jonathan estava, e para “apurrinhar”, apertou todos os botões do elevador. Assim o elevador foi parando de andar em andar. Enquanto isso Sara ficou do lado de fora, no 23º andar, esperando. Até desistir e ir embora. Pronto! Contei uma parte. Mas ainda tem muita coisa por vir. Tinha a nota de 05 dólares e o livro. Por isso, para aqueles mais românticos, e que acreditam no destino... Vale a pena conferir. Digo assistir.



domingo, 8 de outubro de 2017

Dias cinzentos (parte 1): A grande desilusão!

Escreverei enquanto tenho os acontecimentos vivos em minhas lembranças. Hoje sei que posso escrever. Graças a Deus, e ao tempo essas lembranças não machucam mais. Também não pensem que sou masoquista por querer escrever sobre isso. Quero deixar registrado, porque foram momentos importantes de minha vida. Fiquei muito ferida, muito magoada, porém, após eles eu renasci. E começou um novo capítulo em minha vida. Foi difícil, mas consegui virar a página. Mas antes dela ser virada muita coisa aconteceu...

A grande desilusão aconteceu em um Domingo do final do mês de Julho de 2006. Eu já vinha reparando que o Rubens andava distante. Fazendo coisas que não fazia sozinho. Ele era um marido que onde ia queria que eu o acompanhasse. Nas lojas de auto peças. Nas retíficas. Nas festinhas dos amigos. Nós éramos um exemplo de casal e de família. Estávamos sempre juntos em todos os lugares.
Então de uns meses para cá ele já não fazia questão da minha presença. Ou de me levar junto. Também percebi que ele falava demais na Kátia, que era a irmã do patrão dele. Eu também estava reparando em algumas atitudes dele, ou acontecimentos que começaram a me deixar desconfiada. Eis alguns de que me lembro:
Em outubro do ano anterior, acho que um dia após o aniversário dele, ele passou em casa uma tarde e pegou um pedaço de bolo para levar para a Kátia.
Outro dia ele pegou um CD meu do Bee Gees e fez uma cópia para ela, porque disse que ela gostava muito do Bee Gees. Lembro que fiquei chateada porque a gente já tinha 17 anos de casados e, não sei se ele sabia bem do que eu gostava.
Outro episódio também que foi me deixando desconfiada foi o casamento de alguém do trabalho deles. O Rubens simplesmente me disse que ia no casamento, que foi em uma sexta-feira. Sinceramente eu não lembro se ele me convidou. O que lembro é que ele chegou do trabalho, tomou banho, se arrumou e a Kátia passou em casa para pegar ele para irem ao casamento. A Kátia morava duas quadras atrás da nossa casa.
Teve uma noite que a gente já estava dormindo. Ou quase. Era tarde. Talvez madrugada! Não me recordo se era uma sexta, ou sábado. O que lembro é que o celular dele tocou e eu ouvi que era voz de mulher. Ele ficou bem desconcertado. Era a Kátia que estava na rua, com o carro quebrado e ligou para ele ir socorrer ela. Ele se desculpou e falou que não ia dar para ir. É claro que esse telefonema gerou mais desconfiança da minha parte. Até porque eu percebia que certos acontecimentos que envolviam a Kátia deixavam ele sem rumo.
O último acontecimento antes do domingo que mencionei no início, foi a festinha de aniversário da sobrinha da Kátia. Foi em um buffet. Como eu já andava desconfiada e chateada, não quis ir. O Rubens não insistiu. Pegou nossos filhos e foi. Saiu bem antes do horário de início da festa e voltou bem tarde. Lembro de ter brigado com ele, dizendo que ele devia ter sido o primeiro a chegar na festa e o último a sair. Nesse dia eu percebi ele bastante diferente. Meio hipnotizado. Talvez seduzido. Nesse dia, ou nos seguintes, as crianças me disseram que a Kátia tinha dançado na festinha. Ela era dançarina de “dança do ventre”.
E durante esses meses, o Rubens passou a andar com o celular “a tira colo”. Tinha colocado um toque musical romântico - “So beautiful” do Chris de Burgh. Coisa de quem está apaixonado. Tudo que estava acontecendo eram somente coincidências? Ou sinais? Ou simples implicância minha? 
Então nesse Domingo, do final do mês de Julho, o Rubens estava mais distante do que qualquer outro dia. Eu comecei a pressionar ele. Disse que algo estava acontecendo e eu tinha o direito de saber o que era. Que ele andava distante e comecei a narrar todos os acontecimentos que descrevi acima. Queria que ele me dissesse se minha desconfiança era besteira, ou se tinha fundamento. E foi em meio a lágrimas que ele me disse que estava apaixonado pela Kátia. E que era recíproco. Ou seja, eles já tinham declarado o amor que sentiam um pelo outro. O único problema era eu. Ele ainda me disse que, como ela me conhecia, disse que não queria ser amante dele. Sendo assim, ele teria que tomar uma decisão. E ele disse que era o que não conseguia fazer.
Eu liguei para a minha irmã Adriana e pedi para ela ir me pegar em casa. Como eu conversava muito com ela, já tinha contado sobre os últimos acontecimentos. Não precisei dizer muita coisa quando liguei. No fundo, acho que ela já sabia o que estava acontecendo. Só deixou que eu descobrisse. Nesse meio tempo, minha ex-sogra – que morava na frente – foi em casa e disse que se alguém tinha que sair de casa era o Rubens. E não eu, e as crianças. Ah, mas eu não ia conseguir ficar ali. Sabia que ele ia ficar ali na frente. E ia doer demais ver ele chegando em casa, se arrumando e saindo para aproveitar a liberdade enquanto eu ficava ali no fundo com os três filhos. Seria demais para mim! E entre lágrimas, o coração doendo demais, peguei os filhos e o bichinho de estimação e fomos para a casa da Adriana e Henrique.
Chegamos na Adriana, meus irmãos e irmãs foram para lá. Minha mãe também. O que lembro: Eu chorando, aos soluços, no colo da minha mãe. E do meu irmão Marcos ungindo minha testa com óleo bento. E esse longo dia terminou, mas... Outros piores virão!

Norbit

Título: Norbit
Direção: Brian Robbins
Elenco: Eddie Murphy, Thandie Newton, Terry Crews
Gênero: Comédia
Nacionalidade: EUA
Ano de produção: 2007
Sinopse: Norbit (Eddie Murphy) foi criado pelo sr. Wong (Eddie Murphy), que o encontrou ainda bebê no Restaurante e Orfanato Wonton Dourado. Foi neste local que ele conheceu sua alma gêmea, Kate (Thandie Newton). Eles se tornam amigos inseparáveis, até ela ser adotada e deixar o local. Aos 9 anos, Norbit é ameaçado por três garotos da escola mas é salvo por Rasputia (Eddie Murphy), uma robusta garota de 10 anos. Os dois crescem, namoram e se casam. Juntamente com seus irmãos Jack Grandão (Terry Lewis), Azulão (Mighty Rasta) e Earl (Clifton Powell), Rasputia administra a Construtora Latimore. Norbit é empregado da empresa, sendo sempre ridicularizado pelos cunhados. A vida de Norbit não anda nada bem, mas ela muda após reencontrar Kate, que decide comprar o antigo orfanato do sr. Wong. Porém o que Kate não sabe é que seu noivo, Deion (Cuba Gooding Jr.), planeja transformar o local em um bar de strip-tease, contando com a ajuda dos irmãos de Rasputia. Reanimado por ter reencontrado Kate, Norbit ganha confiança e, aos poucos, passa a enfrentar a esposa e sua família.

Fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-60982/

Finalmente assisti a esse filme. Não que eu quisesse muito. Já tinha ouvido falar dele. Sabia que nele tinha uma Rasputia. Então tinha a curiosidade de saber quem ela era. Na verdade, na família nós temos duas Rasputias. Letícia e Jacqueline. Mas eu não sabia bem o motivo. Desconfiava que a Rasputia fosse gorda. Porque as duas são. Nem tanto quanto a Rasputia.
Assisti sozinha, ontem a noite. Na FOX. O Zé reclama desse canal, porque segundo ele tem muito comercial e com isso o filme demora “uma eternidade” para acabar. Eu não tinha pressa para dormir mesmo, pois, estava mal do estômago. Algo que a gente tinha comido ou bebido fez mal. Tomei um sonrisal e comecei a “rodar” os canais da TV, procurando algo para ver e distrair. Foi assim que cheguei no Norbit. Peguei desde o começo.
Não foi dos filmes mais engraçados que assisti, mas deu para dar umas risadas. O mais engraçado é que, apesar do filme levar o nome Norbit que deveria ser o personagem principal, a Rasputia que se destacou. Tanto que no final a gente não deseja o mal dela.
E quando o filme acabou, meu mal estar tinha passado. Quem manda comer igual a Rasputia.rsrs

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

A escolha certa!

Há muitos anos, em uma véspera de ano novo,um homem muito rico que não tinha mulher, filhos, nem qualquer outro familiar, decidiu presentear todos os empregados de sua mansão.

Na hora do jantar, ele chamou os funcionários e pediu para que eles se assentassem à mesa.

 À frente de cada um havia uma Bíblia e uma pequena quantidade em dinheiro. 
Depois que todos se acomodaram, o homem perguntou:_ O que vocês preferem receber de presente: 
esta Bíblia ou este valor em dinheiro? 
Não fiquem tímidos, vocês podem escolher o que quiserem.

O primeiro a se manifestar foi o ZELADOR: 
- Senhor, eu gostaria muito de receber a Bíblia. 
Mas como não aprendi a ler, o dinheiro será mais útil para mim.

O JARDINEIRO foi o segundo a falar: 
Senhor, minha esposa está muito doente e por esta razão eu tenho mais necessidade do dinheiro. Caso contrário, escolheria a Bíblia, com certeza!

A terceira foi a COZINHEIRA:
-Senhor, eu sei ler.
Pra falar a verdade, é uma das coisas que mais gosto de fazer. 
Porém, eu trabalho tanto que nunca consigo arranjar tempo nem para folhear uma revista, quanto mais ler a Bíblia. Por isso, vou aceitar o dinheiro.

Por fim, chegou a vez do MENINO que cuidava dos animais da mansão. E Como o senhor sabia que a família do garoto era muito pobre, ele se adiantou e disse: 

É claro que você vai pegar o dinheiro, não é mesmo, rapaz!? 
Você pode comprar alimentos para fazer uma boa ceia em sua casa, além de comprar uns sapatos novos.

O MENINO, então, surpreendeu a todos com a sua resposta:
Não seria nada mal comprar um peru e outras comidas saborosas para dividir com meus pais e meus irmãos. 
Eu também preciso de um par de sapatos novos, já que os meus estão muito velhos. 
"Mas, mesmo assim, vou escolher a Bíblia". Sempre quis ter uma. 

Minha mãe me ensinou que a Palavra de Deus vale mais do que o ouro e é mais saborosa que um favo de mel.

Ao receber a Bíblia, o menino imediatamente a folheou e encontrou dentro dela dois envelopes. 
No primeiro, havia um cheque com valor 10 vezes maior do que o dinheiro deixado pelo senhor em cima da mesa. 
Já no segundo, havia um documento que fazia daquele que escolheu a Bíblia, o herdeiro de toda a fortuna do homem rico!

Diante da emoção do garoto e do espanto dos outros empregados, o senhor abriu uma das Bíblias e leu em voz alta para que todos ouvissem:

A lei do Senhor é perfeita e revigora a alma. 
-Os testemunhos do Senhor são dignos de confiança, e tornam sábios os inexperientes. 
Os preceitos do Senhor são justos, e dão alegria ao coração. 
-Os mandamentos do Senhor são límpidos, e trazem luz aos olhos. 
O temor do Senhor é puro, e dura para sempre. 
-As ordenanças do Senhor são verdadeiras, são todas elas justas. 
São mais desejáveis do que o ouro, do que muito ouro puro; são mais doces do que o mel, do que as gotas do favo" (Salmos 19: 7-10)

Que Deus nos dê Sabedoria e nos Ajude a fazer Escolhas Certas.

***
Recebi a mensagem acima do meu amigo Ronaldo, hoje, às 08h21min. Achei tão linda que encaminhei para vários grupos e amigos. 

terça-feira, 3 de outubro de 2017

O leite da Deborah empedrou!

Hoje cedo, quando peguei o celular para olhar as mensagens, vi que tinha do Danilo. Ele escreveu:

[23:24, 2/10/2017] Danilo: O leite da Deborah empedrou um pouco. Ela sente muita dor... A senhora sabe de alguma coisa que ela pode fazer pra amenizar
[23:25, 2/10/2017] Danilo: Ou pra passar
[00:35, 3/10/2017] Danilo: Deborah está com 39,2 de febre

Bom... Eu já não sei o que fazer comigo!! Depois do dia que a Deborah foi para a maternidade. Depois que a Rosi ligou para avisar sobre a morte do Chiquinho. Sendo que as duas vezes, eu vi a mensagem só no dia seguinte, eu passei a deixar o celular ao lado da cama. Mas adianta? Ontem eu não ouvi nada!
Então, hoje, assim que li a mensagem, retornei dizendo ao Danilo, que a Deborah devia fazer compressa com água quente nas mamas.
Chegando no trabalho, resolvi pesquisar sobre o assunto. Isso depois de saber que a Deborah já estava bem (sem febre) e que tinha conseguido desempedrar bem as mamas. Ela disse que conseguiu massageando e tirando o leite. E para a febre, tomou remédio. Pois bem, pesquisando vi que não é para fazer compressa com água quente, porque acaba produzindo mais leite. Que o correto é colocar bolsas de gelo entre as mamas, massagear e retirar o leite (sem uso da bombinha).
Logo que vi, já mandei mensagem para a Deborah, me corrigindo e mandei as dicas que encontrei na internet - que escrevi acima - e as fontes (para ela confirmar).
Como as coisas mudam não? Por isso a gente nunca pode dizer que já sabe tudo. A medicina está evoluindo. As fontes de pesquisa também. Eu não falei o que eles deviam fazer, ao acaso. Eu passei por isso. Quando o Bruno era bebê, meu leite empedrou. E eu fazia compressas com água quente. E para baixar a febre tomava banho frio.
No fim, achei foi bom eu não ter visto a mensagem ontem, porque estaria dando palpite errado para eles. O importante é que eles se viraram bem. 

domingo, 1 de outubro de 2017

Musical "Cantando na Chuva" - parte 2

Ainda não era 16h30min quando chegamos no estacionamento onde o Zé deixou o carro. O ônibus ia sair às 17h do Largo do Pará. Saímos do carro e ficamos ali mesmo, porque a chuva não dava uma trégua. Aos poucos o pessoal foi chegando. Uns minutos antes das 17h o guia veio ver a gente e avisar que o ônibus estava chegando.
Conhecemos a Angel e a Sônia. Sentamos nos assentos 31 e 32. Durante todo o percurso, de Campinas até São Paulo choveu muito. Eu até coloquei o cinto de segurança. Por segurança.rsrs Na ida a Angel fez divulgação dos outros passeios e viagens que irão acontecer. Antes eles nos entregaram uma folha com a programação. Ela falou também do musical e do shopping. Deu as instruções de onde o ônibus nos deixaria, onde ela nos encontraria no final do espetáculo, onde o ônibus estaria no final.
Chegamos em São Paulo e chovia tanto que os seguranças do shopping traziam os guarda-chuvas para conseguirmos nos locomover, do ônibus a entrada do shopping.


Gente, e que shopping é aquele? JK Iguatemi. Lugar de gente muito – muito – rica. Só lojas como Gucci, Prada, Carolina Herrera (nem sabia que tinha), Chanel. Só lojas que de longe não são para o meu bico.rsrs Dava até vergonha de andar pelos corredores. Imagina se eu e o Zé não ficamos olhando os preços. Vimos colar de mais de 250 mil até 1.000.000 de reais. As bolsas o valor mínimo que vimos foi 5 mil reais. Aí deu até medo de comer. Fomos subindo para chegar até a praça de alimentação. Graças a Deus tinha Burguer King, Baked Potato, e algumas outras que cabem no nosso bolso. Então comemos antes de ir para o teatro.
Quando foi 20h30min nos dirigimos ao teatro. O musical começava às 21h. O saguão estava lotado, tanto que a gente não conseguia tirar foto embaixo do painel com a foto da Claudia Raia e o Jarbas Homem de Melo. Tiramos do jeito que deu.

O teatro também lotou. Nossos assentos estavam em local privilegiado. Bem no meio, e na 5ª fileira. O pessoal que sentou na primeira e segunda fileira tinham capas nos bancos para vestirem, pois, no momento “mais esperado” do musical, foram avisados que poderiam se molhar. Nem todos vestiram.

O espetáculo começou no horário. E foram mais de 3 horas de muita música, dança, sapateado. O enredo muito bom também. O momento mágico, onde Jarbas canta e sapateia debaixo da chuva é emocionante. Fiquei arrepiada e com vontade de chorar com tanta magia e beleza. A Claudia mais uma vez mostrou que é uma atriz completa, pois, nesse musical, a personagem dela tinha uma voz insuportável. E ela conseguiu arrepiar a todos fazendo aquela voz horrível, além do mais ela consegue ser engraçada.
O musical terminou depois da meia noite. Hora de voltar para casa. Saímos do teatro e fomos direto para o ônibus. Quanto ao serviço de bordo, a Angel deixou a desejar, se comparado a Trondi. Na ida serviram um pacotinho com bala. Na volta tinha bolacha água e sal (tipo club social), barrinha de cereal, guaraná, água de coco e água. E balinhas para adoçar.
Sinceramente não foi a nossa melhor viagem - de ônibus - para São Paulo. E o musical também não foi o melhor que vimos. Como nós gostamos da Claudia Raia com sua voz e sua dança, acho que o musical "Crazy for You" e Raia o musical 30 (que contou a trajetória da carreira da Claudia), foram melhores. Já o Jarbas, considero seu melhor papel, no musical “Chaplin”. Se tivesse que pontuar os musicais seria dessa forma.

sábado, 30 de setembro de 2017

Musical "Cantando na Chuva" - parte 1

Logo mais iremos à São Paulo, assistir ao musical “Cantando na chuva”. Os ingressos estão comprados desde o mês de agosto. Essa é a primeira vez que viajaremos pela agência de viagens “Angel Tur”. Na próxima postagem falarei (um pouco) sobre tudo. A Angel Tur, o musical, e o que mais achar necessário. 


Dei uma fuçada para ver o que nos aguarda e encontrei a matéria – que transcrevo abaixo:

Cantando na Chuva, um clássico entre os musicais que traz, além de canções notáveis e coreografias belíssimas, o espetáculo das gotas d’água jorrando em abundância, efeito especial que transforma o espetáculo em um dos principais do ano. “A cena é reproduzida no palco exatamente como é vista no cinema”, conta a produtora Stephanie Mayorkis, diretora da IMM Esporte e Entretenimento.
“Cuidamos de todos os detalhes para garantir a exatidão, pois sabíamos que se trata de um momento icônico da cultura pop. Os espectadores não gostariam de ver outra coisa.”
Ou seja, evitar a mesma decepção enfrentada por Claudia Raia e Jarbas Homem de Melo, em 2012, quando assistiram a uma versão em Londres. Protagonista da montagem brasileira (Claudia também é uma das produtoras), a dupla se decepcionou quando, na mais aguardada cena, aquela em Don Lockwood (papel eternizado no cinema por Gene Kelly) dança na rua debaixo de um temporal, todos os bailarinos entraram em cena. “Foi frustrante”, lembra Jarbas que, fã de Kelly desde a infância, se tornou um exímio sapateador, como se preparasse para esse momento.
Um investimento de vida – Cantando na Chuva acompanha dois astros do cinema mudo, Lockwood e Lina Lamont (Claudia), que são obrigados a fazer a transição para os filmes falados. “O problema é que Lina, apesar do charme de uma Marlene Dietrich, tem uma voz horrorosa, o que a impede de dizer os diálogos sem provocar gargalhadas”, conta Claudia, que fez uma intensa preparação vocal. “Meu timbre habitual é o grave, mas aqui resolvi trabalhar em uma área desconhecida para mim, que é o agudo.” Com isso, surgem os melhores momentos cômicos do musical.
Para superar a dificuldade, Lockwood conta com a ajuda de dois amigos, Kathy Selden (Bruna Guerin) e Cosmo Brown (Reiner Tenente). Juntos, eles decidem montar um musical. “Cantando na Chuva é um típico produto dos anos 1950”, comenta Fred Hanson, americano responsável pela direção. “Naquela época, era comum ter cenas com balé, além do uso de canções clássicas dos anos 1920.”
Assim, a montagem brasileira traz duas novidades: o uso integral da música Broadway Melody (outras versões trazem apenas trechos) e a participação de Claudia Raia na famosa sequência de dança que, no cinema, foi vivida por Cyd Charisse. “Era um desperdício não utilizar o talento da Claudia, que estuda balé desde menina”, explica o diretor, que criou uma cena memorável.
A dança, aliás, foi um dos grandes desafios enfrentados pela produção. Para isso, foram convidadas a coreógrafa Kátia Barros e a coreógrafa de sapateado Chris Matallo. “Revisitei a época, marcada pelo jazz, e, a partir do corpo da Claudia, comecei a desenhar os movimentos para os outros bailarinos”, observa Kátia. Nesse contexto, entrou o trabalho de Chris. “O sapateado é dança para se ouvir e música para se ver”, comenta ela, lembrando que microfones foram instalados nos sapatos do elenco. “Afinal, a musicalidade tem de ser transposta também para os pés.”
Nenhum desafio foi maior, no entanto, que fazer chover no palco – afinal, como diz Claudia Raia, “a chuva é o quinto protagonista”. Para isso, foi contratada a empresa britânica Water Sculptures, especializada em simular de garoa a temporal.
Assim, o Teatro Santander ganhou dois tanques, com capacidade para 8 mil litros de água, que produzem o efeito da chuva. O palco foi adaptado para receber um sistema de filtragem e outro de aquecimento, que mantém a água a uma temperatura de 29º C.
Chris Matallo fez testes com sapatos masculinos e femininos com o palco molhado e aprovou. Basta ver o grande final, no qual todos dançam sob a chuva. Momento em que se unem vários talentos do musical brasileiro, como Lázaro Menezes, Thiago Machado, Nábia Villela, Julio Assad e Dagoberto Feliz, entre outros.
Fonte: http://istoe.com.br/musical-cantando-na-chuva-chega-a-sao-paulo/

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Fim de semana em Campos do Jordão

No último final de semana, fizemos a nossa quarta viagem para Campos do Jordão. Tinha esquecido como lá é lindo!
Saímos de casa às 7h34min do Sábado. Eu acordei às 6h30min. Mesmo horário que acordo para ir trabalhar. Mas é bem melhor acordar para ir passear. Sem dúvida nenhuma. Nem reclamo.rsrs
Paramos para tomar café no Frango Assado passava das 9h. O Zé quis ir pela estrada velha. Ele disse que ela era muito linda. Quando o Zé diz, linda, é porque tem muito verde. Passamos por São José dos Campos. Passamos por Monteiro Lobato e fizemos uma parada para tomar um café (de bule no copo americano) e comer um pão de queijo em Santo Antonio do Pinhal. Que delícia de lugar e de café e de pão de queijo.
Seguimos para Campos do Jordão. Chegando lá o Zé parou no portal para perguntar se o Horto Florestal estava funcionando. A Eliane tinha comentado durante a semana que, tinha ouvido falar que tinha pegado fogo no horto. Informaram que onde pegou fogo não era a área turística e que estava tudo normal por lá, então fomos direto para o horto. Tanto que chegando lá, eu troquei de roupa dentro do carro, no estacionamento.
Fizemos a caminhada até a cachoeira. Demos uma voltinha por lá e fomos procurar uma pousada. E a gente já estava com fome, afinal passava das 15h.



O Zé foi primeiro em um hotel, que fica próximo à pousada que nós ficamos duas outras vezes. Infelizmente (ou felizmente) ele já estava lotado. Fomos então para um que a Eliane tinha indicado – e que a principio o Zé não queria ver, pois, tinha ficado nele há muitos anos e disse que era muito – muito – simples. É o hotel "Monte Carlo”. Ele fica muito bem localizado. E para nossa sorte tinha um quarto. O valor da diária ficou dentro do que esperávamos - R$ 280,00. Bom também é o horário do check-out que é - 15h. 
O Zé guardou o carro e fomos para o quarto desfazer a mala e tomar banho. Pensa em duas pessoas famintas? Já estávamos assim. Enquanto eu esperava no carro, o Zé ver se tinha vaga, uma moça me entregou um panfleto de um restaurante. Eu só consegui enxergar “file a parmegiana com arroz e fritas” e o preço também era legal. Afinal, lá é tudo tão caro, que quando a gente vê algo que gosta por um preço acessível, não descarta de jeito nenhum. Guardei o panfleto. Assim quando descemos para procurar um lugar para comer, já mostrei para o Zé o panfleto. Nossa sorte é que era em frente ao nosso hotel. No Pátio Paris. Mesmo assim, o Zé quis ir ver um restaurante que ele comeu em outras vezes que ele foi para Campos. Não tinha mais. No lugar agora é um restaurante japonês.
Então voltamos para o Pátio Paris e sentamos para comer o filé a parmegiana. Comemos acompanhado de uma caipirinha. Ficamos meio zonzos - moles. Talvez fosse tudo... Ter ficado muito tempo sem comer... A viagem seguida da caminhada...



Bom... O jeito era caminhar um pouco. Saímos do restaurante e começamos a caminhar, mas estava muito frio, então voltamos ao hotel para pegar blusa. Os termômetros marcavam 16 graus. Caminhamos um pouco nas ruas da Vila Capivari e na rua principal da Baden. Que encanto que são aquelas ruas, com os estabelecimentos todos iluminados. Parecia Natal! Em quase todos os restaurantes tinha música “ao vivo”. Tinha bastante gente, mas como disse o Zé, quando é época de temporada, aí não é legal, porque tem tanta gente que não dá para apreciar – ou ver calmamente – as lojas, os hotéis, as flores, as iluminações. Essa é a quarta vez que visitamos Campos, mas foi só na primeira que passeamos por ali, então não lembrava como é lindo!



Atrás o hotel que ficamos hospedados - Monte Carlo
Mas fomos vencidos pelo cansaço. Voltamos para o hotel. Não era nem 20h. Como ainda era cedo, decidimos pegar um filme para assistir. Escolhemos “Dizem por aí” com a Jannifer Aniston, Mark Ruffalo, Kevin Costner, Shirley MacLaine. Escolhemos mais pelos atores. Sobre o filme discorro em outra postagem.
Acordamos no Domingo antes das 8h. Infelizmente nosso quarto era próximo a recepção e passagem dos hóspedes para ir à recepção, tomar café e para a piscina. Ou seja, o dia clareou e com ele zum, zum, zum pra lá e pra cá. O jeito foi sair da cama e ir tomar café.
Gente que café era aquele? Olha... Acho que um dos melhores de todos os hotéis que fiquei até hoje. Um salão bem grande. Tinha ovo mexido, linguiça calabresa, rabanada, pão de queijo, pão, salgadinhos, frios, geleias, sucos, café, leite, bolos... Nem consegui ver tudo o que tinha. Mas não era só o café em si que era bom. Os funcionários sempre limpando, repondo os alimentos. O ambiente muito aconchegante. E as músicas que estavam tocando, tornaram o café melhor ainda.
Após o café, deixamos a mala mais ou menos pronta e saímos. Fomos ao Pico do Itapeva, mas chegando lá não tinha como ver nada. Estava com muita neblina. Seguimos então para o Morro do Elefante.

Depois eu queria saber onde era o Jardim Japonês. Na verdade eu nem sei se tem jardim Japonês em Campos. Eu acho que confundi com Poços de Caldas. Enfim, o Zé foi dirigindo até chegarmos no Parque das Cerejeiras, que estava fechado. Em uma placa na entrada, dizia que funciona em Julho e Agosto.
Antes de voltar para a pousada, o Zé quis me mostrar outro caminho – que ele achou que eu não conhecia.  Acabamos chegando na estrada que fomos da última vez. Aos poucos ele foi se lembrando dela. Falei para ele que ela nos levaria até a fazenda que tinha as ovelhas, carneiros... Que ficamos encantados quando estivemos em 2014. No caminho vimos que tinha uma fazenda que tinha fechado (inclusive tinha uma placa agradecendo aos amigos e clientes e dizendo que estavam vendendo os animais). Será que era ela? Estranhei porque o Amantikir estava do lado. E não parecia que um era tão próximo ao outro. Enfim, continuamos seguindo a estradinha. E sabe aonde chegamos? Na rodovia e por ela voltamos para Campos.rsrs
Passamos na pousada para pegar as malas e pegar a estrada de volta para casa. O Zé sugeriu almoçarmos em Atibaia, o que não deu certo porque ele se perdeu. E já passava das 15h. Então decidimos ir comer no Piu Piu.
E assim, passamos um final de semana perfeito! O tempo estava agradável. A pousada maravilhosa – localização, atendimento – preço. As rodovias tranquilas.

PS. 1)Tinha alguns estabelecimentos fechados em Campos, assim como alguns hotéis. Pelo jeito a crise chegou por lá também!
2) Durante o retorno – acho que por ser a tarde – tinha muita queimada nas matas. Com isso muita fumaça. O céu estava cinzento. Em algumas regiões a gente via o mato muito seco. 

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Tereza Batista

Terminamos de assistir a minissérie “Tereza Batista”. Assistimos em 03 etapas. Isso porque cada CD tinha duração de 03 horas. E olha! Não é fácil manter o Zé sentado por 03 horas, assistindo alguma coisa. Tem que ser algo muito bom. Mas ele conseguiu.rsrs
Eu ganhei o DVD de presente de Natal, do Bruno. O primeiro CD assistimos no dia 06 ou 07. Não lembro direito. O segundo no dia 14 e o último na terça-feira.
Eu amei rever Tereza e os outros personagens. Apesar do tempo que eu assisti – ela foi exibida na TV em 1992 - até que eu me lembrava de bastante parte.  E as músicas da trilha sonora? Inesquecíveis! Eu cantarolava tanto a música da abertura que hoje sei “de cor e salteado”. Acredito que a partir dessa série que me tornei fã da família Caymmi. Tanto que comprei um CD que o nome é “Caymmi em família”. Bom, mas não estou aqui para falar da família Caymmi e sim de Tereza Batista.


Sinopse (extraída daqui):
Minissérie é uma adaptação do romance Tereza Batista Cansada de Guerra, de Jorge Amado. Nascida na cidade de Cajazeiras, Tereza Batista (Patrícia França), ainda criança, é vendida por sua tia Felipa (Maria Gladys) para o temido capitão Justo (Herson Capri). Colecionador de meninas, o capitão encontra em Tereza alguém que não se intimida, mesmo sendo maltratada e violentada.
Por saber ler e escrever, Tereza passa a trabalhar no armazém de Justo, onde conhece e se apaixona por Daniel (Hugo Gross), seu primeiro amor. Após ser flagrado pelo capitão, o casal sente-se ameaçado e acaba por matá-lo. Presa, ela vê Daniel negar a cumplicidade no crime, afirmando que fora seduzido pela jovem. O rapaz torna-se, também, sua primeira decepção amorosa.
Sua libertação da cadeia só acontece em função da intervenção exercida pelo advogado Lulu dos Anjos (Othon Bastos). É através dele também que Tereza conhece o rico coronel Emiliano (Jorge Dória), com quem passa a viver um amor tranquilo e seguro. Emiliano, no entanto, morre subitamente, e Tereza sai da casa do coronel sem levar nada, tão pobre quanto entrou. 
Sem opções, Tereza Batista procura Veneranda (Zilka Sallaberry), uma cafetina, e passa a se prostituir. Mantendo o caráter e a personalidade firmes, assume a liderança das colegas de profissão na formação de um verdadeiro exército, que se mobiliza para conter os avanços da peste que invade a cidade e para tratar os contaminados. Tereza se mantém forte até mesmo quando o médico Oto Espinheira (Jayme Periard), com quem se relaciona, foge covardemente da cidade.
Dentre todos os amores que tivera, Tereza nunca conseguiu esquecer o pescador Januário Jereba (Humberto Martins), por quem foi defendida das garras de Justo quando ainda trabalhava no armazém. Os dois se reencontram, mas Jereba, casado, não tem coragem de deixar sua mulher. Tereza compreende sua decisão, mas decide sair de Cajazeiras rumo a Salvador, onde se torna cantora de cabaré.
Na capital, Tereza une-se aos protestos de amigas prostitutas contra as medidas tomadas por um delegado local, que exige a desapropriação de suas casas. Em meio a sua luta, Tereza Batista recebe a notícia de que Jereba havia morrido, após o barco em que estava ter colidido com um petroleiro.
Deprimida com a notícia da morte do pescador, Tereza acaba cedendo à insistência de Almério das Neves (Stepan Nercessian), um homem bom e apaixonado por ela. No dia do casamento, no entanto, Jereba reaparece.  Ele conta que havia saído do barco um mês antes e já estava em Lima quando soube do acidente. Assim, os jornais acabaram por divulgar uma lista errada das vítimas.
Vestida de noiva, Tereza Batista parte para uma ilha deserta com seu amado.
Quando toma conhecimento da fuga da noiva, Almério, tomado por um profundo altruísmo, pede que a comemoração seja ainda em prol da felicidade de Tereza, que, enfim, estava vivendo seu verdadeiro amor.

***
O que eu não lembrava é que Tereza se metia em tudo o que via de errado, na tentativa de consertar. Fosse com ela, ou não o ataque - o problema - ela tomava as dores. Partia pra cima!
A minissérie mostra também muito o lado dos poderosos - os fazendeiros e os políticos. Eles usam e abusam do poder. Achei interessante também que uma das falas do personagem do ator Mauro Mendonça, ele diz que o povo não pode ser culto (ter estudo), pois, sendo; ficaria ruim para os políticos. E pensar que 25 anos depois, eles continuam pensando assim! E depois dizem que o mundo evoluiu.
O que eu não gostei muito foi do cenário. Salvador e arredores. Achei tudo muito judiado. Talvez – provavelmente – porque Tereza vivia no meio das prostitutas foi mostrado mais os lugares sujos. Enfim, Bahia é um lugar que eu tenho vontade de conhecer, mesmo que as pessoas digam que as ruas de lá tem mau cheiro (urina).
Comentário a parte, do Zé é que ele reparou que a Tereza escreve (segura no lápis) igual a mim. É que eu seguro diferente. Segundo o meu pai... Errado.rsrs
Acho que não tenho muito mais a comentar. Só que já estou com saudades de todos! Afinal passamos 09 horas juntos. Bom que eu tenho o DVD. Quando quiser vejo novamente! E o CD para ouvir as canções e relembrar as cenas.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Expoflora - Holambra

Ontem estivemos em Holambra. Fomos visitar a Expoflora. Eu, Zé, Bruno e Fernando. Compramos os ingressos por R$ 15,00 do marido da Renata. Até por isso que fomos, pois, os ingressos estavam muito caros. Na bilheteria estava mais de 40 reais. E o estacionamento 38 reais.
Combinamos de pegar o Bruno e o Fernando às 08h30min. Era 08h15min, estávamos no portão deles. Não preciso nem falar que o Zé é acelerado, preciso? Bom, ele queria chegar lá quando estivesse abrindo. E foi bem assim mesmo. Às 09h01min estávamos estacionando o carro.
Essa foi a segunda vez que fui à Expoflora. A outra vez foi logo que eu me separei. Acredito que em 2007. Fui com minha mãe, Adriana e Henrique.
Chegando na entrada, estava a maior agitação de pessoas. Preenchemos os convites, trocamos pelos ingressos e entramos.
Entrando a gente percorre um corredor (dentro de um barracão), onde à esquerda é o salão onde vendem as flores.
Quando saímos desse barracão e chegamos na área livre, o Bruno e Fernando quiseram tomar café. Bom, por ali, por todo o lado tem barraquinhas vendendo comes e bebes. O Zé aproveitou para comer o salsichão. Segundo ele, é um alimento típico dos holandeses.

Após eles se alimentarem fomos caminhar. Provamos vinho. Compramos e deixamos para pegar quando estivéssemos indo embora. Entramos em uma loja de canecas. E continuamos caminhando até o local onde acontece a “chuva de pétalas”. Entrei em um barracão que tinha feiras de artesanato.



Depois fomos ver a exposição de flores. Tem um espaço onde foram montados ambientes. Ele estava tão lotado que conseguimos ver somente o que estava do lado direito. Não dava para atravessar e ver o outro lado.
Saindo desse salão, a gente acabava tendo que passar no segundo salão onde tinham as flores com arranjos para eventos (festa 15 anos, casamento, festas temáticas, etc.). Esse salão estava menos lotado. Pelo menos deu para olhar de um lado e do outro.






Mesmo não estando com fome, decidimos parar para comer. Achamos que se deixasse para mais tarde ia ficar impossível conseguir comer. Como tinha muita gente por ali, achei que perto da entrada estaria mais tranquilo. Eu estava muito enganada. Não tinha mais lugar que não tivesse gente. Os bancos todos ocupados. Aliás, os que estavam desocupados eram porque estava no sol. Todos os lugares que vendiam algo para comer tinham filas enormes. Por fim, eu e o Zé comemos crepe. O Fernando rodou, rodou, rodou e acabou comendo um lanche. O Bruno comeu um pão com salsichão também.
Pensa em um lugar cheio. O sol de rachar mamona. Ainda bem que de manhã tiramos fotos, porque depois era impossível. No fim, cansamos e decidimos ir embora. Passamos para pegar o vinho. Eu e o Fernando entramos na loja de canecas, quase desistimos porque estava muito cheio. Aliás, não tinha lugar que não estivesse abarrotado de gente.
Quando estávamos indo embora, eu ouvi o som da fanfarra, que estava acontecendo logo na entrada. Paramos para ver e ouvir. Eu amo fanfarra. E ao dar a volta no pátio para ir embora começou uma apresentação de dança típica. Parei um pouco para ver, mas já não tinha ânimo. E fomos embora, de vez.
O Zé parou em um posto para abastecer e ali comemos um lanche e eu tomei uma caipirinha.
O que dizer da Expoflora? As flores são lindas. O evento em si é muito grandioso e animado. Mas tem que ter muita paciência. Não ter pressa para nada. Eu ficava com dó dos idosos. Tinha bastante. Aquele calor e eles ali, caminhando em passos lentos.
O Zé acha que não dá para ir de Domingo. Nem nos últimos dias. A próxima semana será a última. Ele acha também que tem que fazer como nós fizemos... Chegar bem cedinho.
A única pena é que não ficamos para ver a chuva de pétalas. Sei que é um momento muito bonito. Muito festivo. Provavelmente o mais esperado da festa. Fica para a próxima.rsrs