quinta-feira, 25 de maio de 2017

Maceió com emoção!

Antes de escrever sobre a viagem, o que farei em breve, e se possível dia a dia, quero deixar registrado o meu mais sincero agradecimento a Adriana e Henrique, pois, sem eles a viagem não teria sido tão maravilhosa! 
Quem me conhece sabe que sou bem devagar no quesito, experimentar de tudo. Isso vai desde comida até andar disso ou daquilo. Mas, nessa viagem quebrei o meu recorde. Andei de buggy. De barco. Entrei no mangue. Cheguei até a colocar máscara de mergulho. 
Todas essas aventuras só foram possíveis, graças ao Henrique e a Adriana. E a eles sou muito agradecida, pois, levaram a mim, e ao Bruno para tudo quanto era lado. Inclusive pegaram e deixaram a gente no aeroporto. Com certeza, sem eles a viagem não teria sido tão emocionante. 

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Último dia das férias

Hoje é o meu último dia das férias. E só passei nervoso. Não consegui fazer metade do que tinha planejado para hoje. Tudo por culpa dos computadores que tenho em casa. Um desktop e um netbook. Se juntar dos dois não dá meio. Chegou uma hora que tive vontade de “penar” eles pela janela.
Tinha que descarregar as fotos da viagem e enviar para a Adriana, Henrique e Bruno. Tinha que acessar o banco para verificar saldo, transações, etc. Tinha que arrumar minha gaveta. Tinha que lavar roupa. Tinha que continuar assistindo uma série que comecei em Maceió. Queria assistir um filme que está no net. Tinha que escrever sobre a viagem no blog. Tinha... Tinha... Tinha.
Por causa da lentidão dos computadores se fiz metade, foi muito. Mas, acho que um pouco da “brabeza” é porque volto ao trabalho amanhã. Queria mais alguns dias.rsrs Trabalhar é bom. Mas ficar em casa é melhor ainda!

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Primeiro dia das férias

Hoje é o meu primeiro dia - dos dez dias - que peguei de férias. E tinha uma lista de coisas para fazer, especificamente hoje! Comecei bem. Saí da cama às 9h30min. Tomei um café que o Zé deixou preparado na mesa e rua...
Desci a pé para a Prefeitura. Da Prefeitura fui ao meu médico – Dr.Marcos, cujo consultório fica perto da rodoviária velha. Mas antes fui parando. Comprei um macacão para o netinho. Creme para o cabelo, pano de prato pra mim, e para o Danilo e Déborah. Depois passei na Déborah para comer um pastel e deixar o que comprei para eles.
Após passar pela consulta no Dr.Marcos, peguei um ônibus e fui ao CRC (que fica na Avenida Brasil) pegar a minha carteirinha que estava pronta fazia um tempinho. Aí não dava para ir a pé. Nem tanto por ser longe. Mas o sol estava chato. Depois ainda passei na loja para ver filtro.
Quando estava dentro do ônibus, e mesmo andando pela rua, eu curti mesmo estar de férias. Lembrei que fico o dia inteiro dentro de uma sala no 12° andar enquanto a vida agita do lado de fora. É bom trabalhar. Mas também é muito bom ver e ouvir o barulho das pessoas pra lá e pra cá, o barulho dos veículos. Até que cansei um pouquinho. Mas ainda tem nove dias para descansar.rsrs

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Pequenas chateações

E aí a pessoa vem e te pergunta como faz isso... E aquilo. E você na maior boa vontade para o que está fazendo para explicar.
Depois você vê que a pessoa perguntou para todo mundo que ela conhece do ramo, além de pesquisar no Google e onde mais a imaginação alcançar. Isso significa que?...
Não confia no que você está explicando.
Isso acontece comigo. Acontece no trabalho... E eu fico chateada.
Não que eu acho errado a pessoa pesquisar. Ela deve fazer isso mesmo. Mas então, para que perguntar para mim?
Para ver se eu sei mesmo? Dessa maneira eu perco o meu tempo. E ela o dela.
Sabe... Eu sou da época em que a gente confiava mais nas pessoas. Principalmente nas mais velhas. Seja pela idade ou pela experiência.
Mas pelo que vejo, hoje não é assim. Até perguntam para os mais velhos. Mas, acredito que já com aquele conceito de que estão com o conhecimento defasado. Ou outra coisa.
Eu também pesquiso. E muito! Não sei tudo. Nem nunca vou saber! Ah, mas que essas coisas me chateiam. Sem sombra de dúvida, chateiam.

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Meu aniversário

Hoje estou completando 50 anos de vida! E considero que vivi muita coisa nesse meio século. Fui uma adolescente um pouco rebelde. Já entrei na fase adulta com um casamento e filhos. Quando achei que estava tudo estabilizado, veio a separação. Chorei, sofri por um tempo. Depois curti a fase separada, saindo com as amigas para as baladas. Isso durou exatamente 01 ano. E enfim, encontrei o Zé e hoje, me encontro casada novamente. Estudei. Consegui me formar. E o mais importante... Trabalho com o que me formei. Os filhos estão se ajeitando na vida. E vou ser vovó. Por isso, acredito que me encontro naquela fase que dá para dizer, já vivi tudo o que tinha para viver. Ou o que um ser humano deseja nessa vida. Me considero uma pessoa realizada. Pessoal e profissionalmente. E para essa realização ser completa, só falta eu descobrir qual a minha missão. Talvez não tenha uma. Mas gostaria de ter. E se tenho, espero que eu consiga cumprir. 
Agora vamos as comemorações que teve início ontem, na academia.
Hoje, a segunda comemoração foi no trabalho.
E a terceira e última comemoração foi em casa. 
E ainda faltou comemorar com as amigas. Mas não faltará oportunidade, ainda mais se Deus me conceder muitos anos de vida, como eu almejo e todos desejaram.
E que venha 51 - boa idéia!rsrs

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Histeria

Mais uma peça cortesia do Correio Cult. Assistimos à sessão das 19h, no Teatro do Shopping Iguatemi. Nossos assentos M12 e M13. O teatro estava lotado. Na fileira da nossa frente tinha alguns adolescentes. Estranhamos porque lemos a sinopse antes, e achamos a peça bastante complexa.
Fiquei decepcionada porque no início anunciaram que o ator Cássio Scapin seria substituído por outro ator. O motivo maior para eu ter ido ver a peça era ele. Gostava demais de vê-lo no “Castelo Rá-tim-bum”.
A peça tem início com Freud tendo uma alucinação. Ou um sonho. Ou teria sido realidade? Enfim, uma moça surge em seu consultório no meio da madrugada e, com a sua aparição uma confusão se forma. Isso porque no decorrer do dia chega ao consultório de Freud seu médico e também o pintor Dali. Muito barulho, agitação e confusão. Apesar de não conhecermos nenhum dos atores, todos foram brilhantes. Principalmente a atriz.
Não dá para contar mais detalhes, para não dar spoiler. Eu assistiria novamente. Até mesmo para entender melhor. Talvez os mais intelectuais, os amantes de Freud e Dali, tenham entendido “de primeira”. Eu não sou nem um, nem outro. Uma peça que você saí da sala quieto. Seja por estar refletindo pelo que ouviu. Ou pelo que viu. Recomendo!

Sinopse
Dirigida por Jô Soares Histeria é uma comédia delirante causada pelo encontro do pai da psicanálise, Sigmund Freud, com o mestre do surrealismo, Salvador Dalí. Brecht, Galileu Galilei.
Escrita em 1993, comédia teatral do autor britânico Terry Johnson ganhou direção de John Malkovich e sua montagem foi aclamada por diversos países da Europa, com grande sucesso de público e crítica. Depois de assistir e se encantar com a montagem em Paris, Jô Soares traduziu o texto e dirige a versão brasileira da comédia consagrada pelo mundo.
Em 1938, o pintor surrealista Salvador Dalí visita o pai da psicanálise Sigmund Freud, este já padecendo de uma doença incurável e às portas da morte. Freud havia recentemente escapado da Europa nazista e estabelecera-se em Londres. Deste encontro histórico, e algo inusitado, surge a matéria prima para Histeria, comédia escrita pelo aclamado dramaturgo inglês Terry Johnson.
Numa das sequencias mais absurdas da trama, dilatada pelos efeitos da comédia física, Dali encontra Freud em seu consultório, onde ele, atrapalhado por uma série de situações cômicas anteriores, encontra-se segurando uma bicicleta coberta por caramujos, com uma das mãos presa dentro de uma galocha e com a cabeça enfaixada numa espécie de turbante. O mestre surrealista, fascinado pela visão, conclui: “O que Dalí vê apenas em sonhos, você vive na realidade!” Sem dúvida, um dos maiores encontros do século passado. A psicanálise e o surrealismo. A psiquê humana e o delírio imaginário.

domingo, 7 de maio de 2017

Trilha Sonora (novelas) - A Gata Comeu

Outra novela que está reprisando no canal VIVA é "A Gata Comeu". Não assisti essa novela. O horário que ela foi transmitida eu estava saindo do trabalho, a caminho do colégio. Mas as músicas, tocavam a qualquer hora, então impossível não conhecer. Ao digitar as trilhas, vi que tem muita música boa que foi - e continua - sendo sucesso. Escolhi como a oitava música da "Trilha Sonora - Novelas" "I Should Have Know Better" com o Jim Diamond. Quem não lembra do melô do "ai ai ai"? Isso mesmo... O meu inglês (e de alguns mais) era embromeition... enroleition e por aí vai.rsrs

Para ouvir a música, ver a letra e o vídeo, clique AQUI.


Título: A Gata Comeu
Horário: 18:00
Data de estréia: 15/04/1985
Canal do Programa: Rede Globo
Tipo de Programa: Novela
Autoria: Ivani Ribeiro
Colaboração: Marilu Saldanha
Direção: Herval Rossano

Sinopse: Jô Penteado embarca numa excursão escolar promovida pelo pacato professor Fábio a uma ilha nos arredores do Rio de Janeiro, só que um temporal os desvia da rota e vão parar num lugar desconhecido e distante.
Dados como mortos, eles passam alguns meses perdidos e a convivência faz com que nasça um amor tempestuoso entre Jô e Fábio. Um sentimento inédito para a protagonista, uma mulher que já ficou noiva sete vezes, sem jamais ter se apaixonado por qualquer um dos noivos. Geniosa e mimada, ela manteve sempre uma relação de tirania com cada um dos sete pretendentes. Com Fábio, ela não consegue dominá-lo e passa a viver um tumultuado romance que percorre toda a trama - apesar das armações de Gláucia, a irmã invejosa de Jô, e de Paula, moça apaixonada por Fábio.

Elenco:
Alfredo Murph - Benjamin
Ana Luiza - Cecília
Anilza Leoni - Ester
Aracy Cardoso - Zazá
Bia Seidl - Gláucia
Christiane Torloni - Jô Penteado
Cláudio Corrêa e Castro - Gustavo
Danton Mello - Cuca 
David Pinheiro - Zé Bento
Deborah Evelyn - Lenita
Diana Morel - Ofélia
Dirce Migliaccio - Conceição
Eduardo Tornagui - Rafael
Eliane Narduchi - Iara
Fátima Freire - Paula
Germano Filho - Vicente
Jayme Periard - Tito
José Mayer - Edson
Juan Daniel - Padre Aurélio
Juliana Lucas Martin - Verinha
Juliana Martins - Sueli
Junior Prata - Mauro
Kleber Machado - Televina
Kátia Moura - Adriana
Laerte Morrone - Vitório (Conde de Parma)
Luiz Carlos Arutin - Oscar
Marilu Bueno - Tereza (tetê)
Marina Miranda - Nair
Mauro Mendonça - Horácio
Mayara Magri - Babi
Monah Delacy - Graziela
Nina de Pádua - Ivete
Norma Geraldy - Dona Biloca
Nuno Leal Maia - Fábio
Oberdan Junior - Xande
Rafael Alvarez - Cecéu
Roberto Pirillo - Tony
Rogério Cardoso
Rogério Fróes - Martinho
Silvio Perroni - nanato
Sônia Regina - Alice
Élcio Romar - Zé Mario
Participação Especial: Juliana Martins - Sueli

Trilha Nacional:
Só prá o vento - Ritchie
Choro - Fábio Jr.
Amigo do sol, amigo da lua - Benito Di Paula
Seu nome - Biafra
Canção de Búzios - Sandra de Sá
Doce pecado - Santa Cruz
Eu queria ter uma bomba - Barão Vermelho
Sonho Blue - Liliane
Tipo onde way - Ciclone
Solidão vai - Hyldon
Fora de prumo - Sérgio Sá
Mania - Lápis de cor
Dama e Vagabundo - Danilo
Comeu (tema de abertura) - Magazine

Trilha Internacional:
I Should have know better - Jim Diamond
The heat is on - Glenn Frey
Heaven - Bryan Adams
Dillo tu - Fred Bongusto
Brasileiro train -Naima & Papagaio
I was born to love you - Freddy Mercury
Everytime you go away - Paul Young
Jus another night - Mick Jagger
Forever by yor side - Manhattans
We can change the world - Tremendo
Lovely love - Tery Winter & Silvia Massari
Caribe - W.White
Everything i need - Men At Work
Smooth operator - Sade
Crazy for you - Madonna


E você... Viu alguma música da trilha nacional ou internacional que te traz recordações?

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Quem vai comigo para Maceió?

Hoje estou muito feliz! Ganhamos mais um grande presente de Deus! O Bruno vai comigo para Maceió.
Deixa eu explicar o que está acontecendo.
Eu e o Zé tínhamos ganhado passagem de avião. Comentei aqui sobre esse presente.
Porém, o Zé começou a trabalhar no dia 10 de abril. Isso depois de mais de 02 anos desempregado. Só fazendo (bico) aquela viagem, como motorista - 03 vezes ao ano.
Então ele achou que não seria legal faltar alguns dias, e decidiu que não iria mais para Maceió.
Por outro lado, eu já tinha pedido os dias de férias. E tinha convencido minha irmã e cunhado (Adriana e Henrique) à irem também. E ela comprou as passagens e reservou o hotel. Pertinho de onde ficaremos hospedados. Mas tudo isso antes mesmo do Zé começar a trabalhar.
E tinha outros problemas também. A pousada estava reservada e paga. O carro alugado. Olha a complicação. E agora... O que fazer?
Resolvi que eu iria de qualquer jeito. Então oferecemos a passagem do Zé para o Bruno. Seria ótimo o Bruno ir comigo. Nós temos muitas afinidades. Ele se parece muito comigo. 
Só não contamos que a passagem de avião é intransferível. Era o que todos diziam. Mas, mesmo assim, o Affonso (que foi quem nos deu as passagens) disse que ia tentar transferir.
Hoje cedo, pesquisei na internet e vi que realmente não tinha como transferir e muito chateada, dei a notícia para o Bruno. Falei para o Zé entrar em contato com o Affonso e falar para ele não se preocupar, pois a gente estava ciente que provavelmente não ia dar certo. 
Diante dessa situação, o Zé pensou em mudar o dia da passagem dele, ele iria na sexta-feira. Assim faltaria do trabalho um dia. Então ele ligou para a secretária do Affonso. Minutos depois, me ligou dizendo que não tinha como mudar o dia de uma passagem. Ou era as duas... Ou nada!
Até pensei em deixar para ir na sexta com ele. Pensamos na pousada que estava reservada desde terça. No Henrique e a Adriana que já estariam lá. No fim (em minutos) decidimos que eu ia na terça mesmo. Sozinha! Lá o Henrique iria me buscar no aeroporto. Então o Zé retornou para a secretária pedindo para deixar quieto.
Eu estava chateada. Perder uma passagem, tendo uma pessoa para ir junto. Fora que eu não curto viajar de avião. E teria que fazer isso sozinha. Pior!
Passados alguns minutos, vejo o celular tocando. Era o Zé. Ele pediu para eu ver o whatsapp. Mais que depressa fiz isso. Ele tinha uma notícia maravilhosa! Tinham conseguido transferir a passagem para o nome do Bruno. mandou até a foto. Acho que ele sabia que eu não ia acreditar.
Depois de agradecer a Deus, a primeira coisa que fiz, foi mandar a notícia (com a foto da passagem) para o Bruno, que ficou muito feliz.  Depois dei a notícia para a Adriana, que adorou também. O Zé não ficou chateado, ele está bastante entusiasmado com o novo emprego, e sabe que não faltará oportunidades para fazermos outras viagens juntos. 

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Chá bar - Danilo e Deborah

Hoje foi um Grande Dia!... Dia do chá bar do Danilo e Deborah.
Já falei aqui que eles vão ser papais. E eu vou ser vovó! O bebê - que é um menino - está com previsão de chegada no mês de Agosto.
Por isso tiveram a ideia de fazer o chá bar. Mais para formalizar a união. Por enquanto eles vão morar junto. 
A Deborah e a Bruna - sua irmã - organizaram tudo. Desde os convites, a decoração, o bolo. Ficou tudo muito lindo! 



No convite o Danilo e a Deborah colocaram alguns presentes que gostariam de ganhar. Coisinhas que vão utilizar no dia a dia. Acessórios para a cozinha. E alguma coisa de enxoval, afinal eles nem tiveram tempo de pensar - e fazer um. Pediram também para cada um levar o refrigerante, e quem bebe cerveja, levar a sua.
Eles serviram almoço, uma tia da Deborah que tem restaurante, fez estrogonofe, arroz e batata palha. E uma outra mistura que não guardo o nome. Sei que é com batata e um molho branco. 
Eu só encomendei docinhos com a Karen. E montei as forminhas. E no fim, coloquei a Letícia, Débora e a Silvana para ajudarem. O Zé já tinha entrado na dança.rsrs
A festa foi no salão de festas do condomínio onde mora uma amiga da Deborah. Um salão grande. Tinha até parquinho para as crianças que se divertiram muito.
Fiquei muito feliz em ver a dedicação do Danilo e da Deborah. Eu ficava ali olhando os dois, para lá e para cá, vendo se estava tudo em ordem, se todos estavam acomodados. Deviam estar muito cansados, pois sei, foram dormir tarde na noite anterior e acordaram cedo. Até comentei com a Deborah que hoje em dia, as pessoas contratam buffet para ter o mínimo de trabalho possível. Mas sabemos que para isso tem que ter dinheiro, e isso é o que eles não possuem no momento. Até porque foram pegos de surpresa. Eu também, se pudesse ajudava mais, mas infelizmente estou numa fase "piriquitante". 
O que quero dizer é que, apesar de ter sido cansativo para eles, com certeza cada momento foi curtido. E acreditem... Não deixaram nada a desejar. E com certeza... Eles se lembrarão desse dia com muito orgulho. E eu mais ainda. Estou super coruja.rsrs

quarta-feira, 26 de abril de 2017

O estágio da Rory

No último Sábado - ou Domingo - eu comecei a assistir a 7ª temporada de Gilmore Girls. Sozinha! Sim, o Zé me abandonou. Ele ficou irritado com os últimos episódios e não quis mais saber. Eu não me irrito tão fácil assim. Já assisti muitas novelas. Quer motivos para ficar mais irritado do que isso? E outra... Gilmore Girls tem umas boas doses de realidade. Da vida como ela é! Sendo assim, nada como ver as decisões que os personagens tomam, para ver o que dá para aplicar na nossa vida, não é mesmo? Mas, é uma pena o Zé ter parado de assistir, porque a cada episódio assistido, a gente ficava dias e dias refletindo, e discutindo o acontecido.
Bom, enquanto ele não volta, eu estou com uns comentários “entalados” aqui no pensamento, que gostaria de “desentalar”.
O primeiro comentário é sobre o que aconteceu nos episódios em que Mitchum convida Rory para estagiar no seu jornal (Mitchum é pai do Logan – namorado da Rory). Ela estava indo muito bem. Deu uma organizada geral no departamento, nos papéis, etc. Um dia, após uma reunião, Mitchum diz para a Rory que ela não serve para trabalhar no jornal. Que ela não tinha iniciativa e mais algumas coisas. Ela tentou explicar que ficou no lugar que ele a tinha colocado. Que em nenhum momento ela foi designada para escrever matérias. Que ela não teve tempo de mostrar essa parte. Ou seja, ela contestou de várias maneiras. Ele não voltou atrás. Aliás, disse que estava falando isso pelo bem dela. Até parece!! Ouvir essas palavras acabou com Rory. Acabou comigo e o Zé também. E sabe o que aconteceu depois? Ela desistiu de estudar. Desistiu do seu maior sonho!
Sei que eu e o Zé ficamos revoltados. A pessoa não pode ir falando o que quer. E da maneira que quer. Tem que pensar nas consequencias. Ele devia ter pensado que acabou com os sonhos da Rory só com algumas palavras.

Os sapatos da Lorelai

Pois bem... Depois da desilusão da Rory, muita coisa aconteceu. Ela foi presa, e por esse ato teve que prestar trabalhos voluntários. Foi morar com os avós (contra a vontade da Lorelai). Do outro lado, Lorelai ficou noiva do Luke. Arrumou um cachorro, que colocou o nome de Paul Anka (em homenagem ao ídolo dela).
Que fique claro que nesse período, os episódios ficaram sem brilho, sem cor. Lorelai e Rory juntas são pura energia o que nos contagia. Elas agitam tudo e todos. Ou seja, os episódios ganham vida. Acho que até por isso o Zé desistiu...
Bom, mas o que eu tenho para comentar é até meio besta, mas já viu... Se eu não escrever vai ficar aqui... Na minha cabeça... Junto com um monte de outros pensamentos. Sem mais delongas... Eu fiquei muito intrigada com as atitudes de Paul Anka. Sabe o que ele fez? Começou a carregar os calçados da Lorelai do quarto dela (que fica no andar de cima), escada abaixo. Engraçado que ele levava o par. Lorelai não queria contrariá-lo, então deixava os sapatos espalhados. Depois ele foi fazendo um caminho com os sapatos até a porta do quarto da Rory. Então um dia ele ficou doente. Uma noite, ele estava muito mal, deitado na cama da Rory. Lorelai passou a noite sentada na cadeira, que fica ao lado da cama, observando ele. Quando Luke foi vê-la, ela começou a desabafar entre lágrimas. Dizia que não estava cuidando bem do Paul Anka, que ela tinha falhado. No fundo, o que ela estava querendo dizer é que tinha falhado com a Rory.
Vou dar um pequeno spoiler... Paul Anka não morreu.rsrs
Depois desse episódio fiquei pensando que ele estava tentando dizer alguma coisa quando carregava os calçados. Por fim, cheguei a conclusão de que ele levava o par do sapato da Lorelai até o quarto da Rory dando a entender que elas tinham que ficar juntas. Que não estava bom do jeito que estava. Que elas formam um lindo par. Será que eu viajei?rsrs

terça-feira, 25 de abril de 2017

Primeiro Feriado

Nossa... Mais de 10 dias sem postar nada. Estranho! Passei por dois finais de semana prolongados (feriado na sexta-feira). Por isso que a gente diz que quanto mais tempo... Menos tempo. 
O que fiz no dia 14 - sexta-feira santa? Lembrei... Fomos dormir de madrugada, pois, uma turminha ficou fazendo barulho (bebendo, fumando...) no terraço de uma casa, que fica ao lado do prédio. Já viu, moramos no 5º andar e com o silêncio da madrugada, quase dava para ouvir o que a moçada falava. Se bem que na maioria das vezes eles berravam. Eu fui dormir antes das duas, o Zé eu nem vi. Ficou lá na sala, andando de um lado para o outro, ligando para a polícia para reclamar.
Acordei na sexta-feira não era 07h30min, com o barulho de alguém quebrando piso. Agora era na casa em frente ao prédio. O Zé acordou "p" da vida, e estressado pela noite mal dormida, quis sair. Sem rumo...
Decidimos ir até a Fazenda do Chocolate, que fica na Estrada dos Romeiros. Essa estrada costuma ser bem tranquila, bem arborizada, além do rio Tietê que fica na margem. Porém, nesse dia ela estava bem agitada. Muitas motos, carros e bicicletas. E para piorar, em um determinado ponto da estrada tinha uma rapaziada "empinando" moto. Imagina se tudo isso não deixou o Zé inconformado, dizendo que não voltaria mais àquela estrada em feriados e finais de semana. A fazenda também estava bem cheia. Mas ali é bem relaxante. Paramos um pouco ao lado do lago e ficamos vendo os patos, os pavões, os cavalos, a lhama, e as pessoas passando pra lá e pra cá. Paramos para tomar um café coado no coador. Tudo isso não levou uma hora. O tempo que ficamos ali. Por fim, acabamos indo almoçar no Piu Piu. 
No Sábado - véspera de Páscoa eu convidei meus filhos para jantarem conosco. Depois de ficar com a dona Odete das 13h às 18h, compramos algumas pizzas e esperamos eles chegarem. Comemos as pizzas, trocamos ovos e chocolates e conversamos muuuito.
O Zé foi dormir antes de eles irem embora porque no dia seguinte ia fazer um "bico" de motorista.
No Domingo de Páscoa, acordei, tomei meu café, lavei (hidratei) o meu cabelo, lavei roupa e finalmente fui para a casa da minha mãe, aonde a família iria se reunir.
Cheguei à casa da minha mãe após às 15h. Lá estavam a Silvana, Sandro, Adriana, Henrique, minha mãe e o Nego. Depois aos poucos foram chegando: a Karen, Sergio e Duda. A Shirlei, Marquinho, Andressa e Cauan. A Eliane, Gabriel e Felipe. A Karen levou um bolo salgado delicioso!
Como eu fui de ônibus, na volta peguei carona com a Eliane, pois o Zé só chegou depois das 21h.
Bom, agora vou para a próxima postagem que é descobrir e relatar o que fiz no feriado da semana seguinte.

Segundo feriado

Continuando...
E o que foi que eu fiz no feriado de Tiradentes – dia 21 (sexta-feira)? Nada. Absolutamente nada!
Dormi até mais tarde na sexta, no sábado e no domingo. Mas não foi porque não tivemos compromissos. Tivemos sim! Porém, nada que comprometesse a minha noite de sono, seguido de um acordar “de livre e espontânea vontade”.rsrs
Na sexta-feira o Zé ficou o dia todo com a dona Odete. Eu tinha combinado durante a semana, que a Eliane levaria carne para fazermos um churrasco na churrasqueira do prédio. E mesmo com a chuvinha que desceu do céu, fizemos. Além da Eliane, Gabriel e Felipe, foram: Karen, Sergio, Duda, Xandi, Shirlei, Marquinho, Bruno, Fernando, Talita e eu. Cada um levou um pouco. Teve carne, linguiça, frango, arroz, salada e vinagrete. Teve até sobremesa. A Eliane levou gelatina – mosaico. E a Karen bolo e docinho. Após o churrasco, subimos um pouco ao apê para continuar a “prosa” e beber um café.
No Sábado, finalmente eu sentei para fazer as declarações IRPF do Bruno, Zé, da Rose – patroa do Bruno e a minha. A tarde fomos ao mercado e shopping comprar presente para o Nicolas, pois, a noite tinha a festinha dele.
A festa para comemorar os 05 anos do Nicolas aconteceu no Buffet Marshmallow. Tinha muita gente. E muitos brinquedos para a criançada e para os adultos. Além dos comes e bebes. O que tinha de diferente nesse Buffet, ou pode ser que seja comum e eu que estou por fora, foi que, quando chegamos o fotógrafo tirou uma foto da gente em frente a mesa decorativa, e no final da festa essa foto – com o Nicolas junto (montagem) foi nos dada como lembrança do aniversário dele.
E o Domingo foi dia de ficar em casa. Ajeitando aqui e ali. Passando roupa. Enfim, foi um feriado em que não viajei, não fui ao cinema, nem ao teatro, nem fui à casa de ninguém. Mas não me arrependo, porque assim... Descansei! 

quinta-feira, 13 de abril de 2017

HUMANO DEMAIS - A biografia do Padre Fábio de Melo


Depois de 45 anos de vida... 28 de estudos teológicos... 21 de carreira musical... e 15 de sacerdócio... o dia em que descobriu que finalmente estava livre para ser o padre que bem entendesse entrava para a lista dos momentos decisivos de sua vida. Era como os aconselhamentos com a Tia Ló na adolescência, o encontro com padre Léo diante de lágrimas e uma garrafa a’água no corredor do convento de Brusque, o dia em que ele mostrou suas músicas ao padre Joãozinho, a gravação do primeiro disco solo e a explosão do disco FILHO DO CÉU, a conquista do Brasil com o disco VIDA, a chegada ao Canecão, o reconhecimento da Igreja ao convidá-lo a receber o papa Francisco, e, mais recentemente, a chegada ao Theatro Municipal. A experiência humorística no Snapchat, que seguiria se renovando com personagens como Dioclécio, o Exausto, era “definitivamente, um divisor de águas pra mim... se alguém tinha duvida da minha espontaneidade, não tem mais... do que eu posso fazer para aproximar, pra estar perto e ser eu mesmo”.
Ser ele mesmo era mais importante que tudo. O menino precisou ser “expulso” de sua cidade natal para fugir dos problemas da família e descobrir o mundo, o adolescente que precisou aprender a controlar seus instintos masculinos para ser padre, o seminarista que nem conseguiu cuidar de seu lado travesso... Se Fábio de Melo passara a vida amansando seu lado transgressor para que os críticos não se aproveitassem de seus equívocos e tentassem desqualificá-lo, chamando-o de web-celebridade ou padre-cantor... Se até Valéria, a grande amiga da adolescência, dizia que preferia ficar com suas lembranças, pois, “o padre Fábio é um e o Fábio José, filho da dona Ana, é outro”, agora Fábio José de Melo Silva descobria que podia tudo ao mesmo tempo: teólogo e humorista, conselheiro e irônico, canto e pregador, o que quisesse, pois as críticas não o atingiriam mais. Não precisava provar a mais ninguém que sua principal missão era divulgar os ensinamentos de Jesus Cristo, espelhando-se no modelo evangelizador do apóstolo Paulo, levando o cristianismo a quem não o conhecia, interpretando-o quando julgasse necessário, pregando em teatros, falando de religião quando não quisesse. Fábio de Melo passava a ser Fábio de Melo em qualquer circunstância, ou Fábio José, ou Zé da Silva, ou Fabinho, pois todos eles se reencontravam naquele padre único, que agora vive por aí sorrindo e brincando como se ainda estivesse em Formiga.

Em "HUMANO DEMAIS - A biografia do Padre Fábio de Melo", p. 402-403

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Relembrando a Páscoa de 2007

Com a proximidade da Páscoa e o aniversário do Henrique que foi no dia 07, lembrei-me de um episódio da minha vida. Aconteceu há 10 anos. Como costumo dizer: “pirei”.
Eu estava desconsolada (louca mesmo) porque depois de inúmeras idas e vindas do Rubens, em um dia do mês de março de 2007, ele foi embora de vez. Prometeu nunca mais voltar. Eu ainda rezei muito para ele voltar, mas não era para ser. Então, resolvi que tinha que fazer alguma coisa. E fiz...
Comprei passagens de ônibus para mim, e os filhos, com destino a Itanhaém. Ia ficar na casa do meu primo Luciano que estava morando lá. Não lembro se eu o avisei, e a Luciana – esposa dele - que estava indo.
Minha mãe vendo a loucura que eu estava fazendo, ou com receio de eu fazer outra maior, resolveu ir junto. Chegamos a rodoviária de Santos e depois pegamos um circular até onde meu primo morava. O ônibus lotado. Tinha muita gente mal encarada. Lembro que em alguns momentos eu olhava para os meus filhos que estavam sentados nos outros bancos e pensava: Meu Deus, o que estou fazendo? Chegamos no Luciano já era noite.
A Luciana e as irmãs dela estavam fazendo ovos de páscoa. Tinham muitas encomendas. Coitadas. A gente deve ter atrapalhado muito. Visita em horas assim não é legal. Mas acha que eu tinha discernimento para perceber isso?
E onde o Henrique entra nessa história? Acho que ele e a Adriana, vendo a loucura que eu tinha feito, pegaram o carro e foram para Itanhaém também. Chegaram no dia seguinte.
Apesar de eu estar acabada – literalmente. Na época pesava 12 quilos a menos que hoje. E acreditem... Não estou gorda hoje. Apesar de tudo nos divertimos muito na praia. Até hoje a gente fala que foi uma das nossas melhores viagens para a praia. Ficamos bem a vontade. À noite a gente ia à feirinha. Em uma das noites - deve ter sido no aniversário do Henrique - fizemos um churrasquinho. Enquanto isso, a Luciana e as irmãs faziam ovos de chocolate.
Não lembro exatamente o dia que chegamos lá. Saímos no Domingo de Páscoa. Isso eu sei, porque no ônibus, eu vi um pai ligando para o filho, dizendo que ia buscá-lo na rodoviária, e no início da conversa teve um: “Feliz Páscoa”. Lembro também que nesse momento fiquei triste pelos meus filhos, porque eles estavam ali, sentadinhos. Eu nem comprei ovos de Páscoa para eles. Pensei também que o pai bem que podia ligar para eles, para desejar “Feliz Páscoa”. Mas isso não aconteceu.
Bom, mas tudo isso passou. Saímos todos ilesos. Fisicamente, com certeza. Psicologicamente também espero que sim. Por mim, eu superei. Meus filhos, quando conversamos sobre esse episódio, eles são unânimes em dizer que se divertiram muito. O Henrique só ri. Minha mãe e a Adriana - meus anjos protetores - nem sei o que pensam, mas com certeza elas compreenderam a minha atitude, e porque não dizer, a minha loucura.
Quando lembro desse episódio fico com um pouco de vergonha, mas sei que naquela época, fiz o que achava que tinha que fazer. Como dizem para para mim, e concordo... O que fiz ou passei tornou-me a pessoa que sou hoje. E uma certeza eu tenho. Sou menos louca.rsrs

domingo, 9 de abril de 2017

Mudanças...

E hoje comecei a embalar minhas coisas. Comecei pelos meus CDs. Não podia ser diferente.rsrs
Ainda não falei por aqui, mas... Estamos de mudança. Para onde ainda não sabemos. 
Depois de mais de 10 anos morando no mesmo lugar, o proprietário pediu o apartamento. O Zé está fulo da vida. Eu não! Tem coisas na vida que são previsíveis – inevitáveis. Isso acontece quando se está morando em um imóvel que não é seu, com certeza um dia terá que sair.
E por que não sabemos para onde iremos? Primeiro porque o Zé não quer mais morar de aluguel. Ainda bem que ele acordou. Chega uma hora na vida que temos que pensar em ter um cantinho seu para passar os fins dos dias, com tranquilidade. Para mim, isso é essencial.
Chegamos a ver a possibilidade de financiar um apartamento. No andar abaixo do nosso tem um apartamento à venda. Porém, meu salário não dá financiamento. O Zé até consegue financiar por causa da conta que ele tem no banco, mas aí não conseguimos pagar as parcelas, porque, por enquanto só eu estou trabalhando.
Sendo assim, o mais provável é que iremos morar com a mãe dele uns tempos. A casa dela é muito grande. E nossos móveis ficariam em uns cômodos que tem no fundo do quintal. Esse tempo seria até o Zé aposentar, assim conseguiremos financiar um imóvel.
Tem mais uma coisa acontecendo. Essa semana, o Zé e as irmãs vão conversar com um possível comprador da casa dos pais deles. Esse comprador está propondo comprar, e deixar a mãe deles morando na casa. Caso isso aconteça, provavelmente os irmãos vão dividir o valor, e cada um vai ficar com a sua parte. Deixando claro aqui que essa venda não é de total acordo do Zé. Mas, como ele é minoria, como ele mesmo diz... É voto vencido. Se isso acontecer, talvez com a parte dele dê para comprar, ou pelo menos dar de entrada em um imóvel.
Eu entreguei nas mãos de Deus. ELE decide o que é melhor pra todo mundo. Enquanto isso eu vou embalando minhas coisas. 

Desesperados

Categoria: Adulto
O depoimento de Bia é, no mínimo, impactante. Segundo ela, a peça “Desesperados”, a salvou de uma tentativa de acabar com a própria vida. Ainda que seja exagero de estrela, a moça, nascida da imaginação do autor Fernando Ceylão, garante que veio com tudo para, junto com seus companheiros de cena, fazer a plateia morrer de rir. No total são mais de 40 personagens que se esbarram e ganham vida em diferentes esquetes. Com uma carpintaria mais do que elaborada, o espetáculo permite, numa única cena, várias trocas de personagens. Para tanto, o autor lançou mão da criatividade e chegou a um recurso de fácil entendimento: tarjas com nomes dos personagens coladas no peito de cada ator, que podem ser trocadas a qualquer momento.
Com a direção do experiente João Fonseca, “Desesperados” pode ser vista de duas maneiras: como uma divertida peça de esquetes, mas também como uma única peça. Isso porque ao assistir ao espetáculo, você vai entendendo que o personagem de um esquete aparece em outro esquete e, assim vamos acompanhando a trajetória deles.
Cada um desses esquetes tem início, meio e fim e poderia ser apresentado isoladamente. Porém, a costura do espetáculo os transforma num quebra cabeças elaborado, resultando em uma trama maior. O texto fala de solidão, de encontros, desencontros e vida no mundo moderno, mas tudo de uma maneira bem divertida.
O elenco conta com Marcus Majella, Pablo Sanábio e Pedroca Monteiro, três atores com longa trajetória em comédia, o que só pode dar num resultado realmente engraçado.
Ficha Técnica:
Autor: Fernando Ceylão
Direção: João Fonseca
Elenco: Marcus Majella, Pablo Sanábio e Pedroca Monteiro
Duração: 70 minutos (aproximadamente)
Classificação Etária: 14 anos
Gênero: Comédia
Fonte: http://www.teatroiguatemicampinas.com.br/desesperados/

***
Fomos ontem assistir "Desesperados" - sessão das 21h, no Teatro Iguatemi.Mais uma vez ganhamos os ingressos do Correio Cult.
Quando vi que ganhamos, fui pesquisar o que seria a peça. O que mais me animou foi ver que no elenco tinha o Marcos Majella. Conheço-o dos programas 220 volts, do Paulo Gustavo. Sei que hoje ele tem programa, e tem até filme que vai estrear (ou já estreou) no cinema, tendo ele como protagonista. Sinal de que ele está "mandando bem".
E quando o Zé pegou os ingressos e viu que nossos assentos eram D15 e D16? Primeiro ficamos felizes, devia ser bem pertinho. Depois ficamos receosos. Perto demais a ponto de sermos abordados pelos atores? E quanto entramos e vimos que estávamos no corredor? A preocupação aumentou. O Zé até comentou que a gente pode falar que não vai subir ao palco quando eles chamam. Porém, lembramos que talvez, pelo estilo da peça, eles não teriam tempo de irem até o público. E que foi o que aconteceu. Graças a Deus.rsrs
Os três ficam o tempo todo no palco, cujo cenário era composto de mesas e cadeiras (de plásticos) vermelhas. Inclusive, no fundo elas estavam penduradas.
Os três atores, vestidos de preto, entravam e saiam o tempo todo - às vezes nem saiam - pois não trocavam o figurino, somente trocavam os nomes que eram pregados com velcro, na camiseta. De vez em quando eles se embaralhavam com os nomes, o que tornou o espetáculo mais engraçado.
E como ele eram ágeis. Chegaram a suar tamanha era a agitação. Os três são ótimos. Fui pensando que veria somente o Marcos dando show, mas não. Os três são muito, muito talentosos. Um espetáculo que vale a pena indicar e voltar mais vezes...

sábado, 8 de abril de 2017

Noite do foundue - niver do Henrique

Ontem teve a noite do fondue na casa da Eliane e Gabriel, para comemorar o aniversário do Henrique. Hoje tem mais comemoração. O Henrique, Adriana  e mais algumas pessoas vão jogar boliche. Eu e o Zé não vamos poder ir porque estamos na dona Odete e mais tarde vamos ao teatro.
Por isso, quando comentaram que iam comemorar com foundue e todos estavam convidados, não pensamos duas vezes. Acabamos indo direto da academia. Passamos para pegar a Duda, pois o Sergio e a Karen foram trabalhar. E a Duda ia dormir na Eliane.
O foundue estava delicioso. Tinha de carne, frango, linguiça, pão... E de frutas: uva (sem semente), morango, banana, maça, kiwi, abacaxi. Para beber tinha caipirinha de vodka (feita pelo Zé), cerveja e refrigerante. A Adriana tinha comprado um vinho, mas derrubou na portaria. Ficamos na vontade.rsrs
Eu como da outra vez, fiquei só lavando uma ou outra louça, e limpando o que dava. Não sei fazer essas comidas diferentes. Aliás, com esses encontros estou aprendendo a comer pratos diferentes. E estou adorando!
E como da outra vez (comida mexicana) a gente comia e falava qual seria a próxima culinária que iríamos fazer. No meu caso... Comer.
Como a gente não gosta nadinha de comer, beber e conversar, tudo é motivo para a gente se juntar para concretizar. Afinal é muito bom.
Então Feliz aniversário ao Henrique, pois, sem ele (e a sugestão dele), esse encontro não teria sido possível. Ou teria? 



quinta-feira, 6 de abril de 2017

Aprendendo a ler

Comecei a utilizar uma técnica para ler. Um pouco por dia. Na minha hora do almoço. E sabem que estou gostando?
Eu sempre quis pegar um livro para ler, quando sabia que conseguiria terminar em pouco tempo. O mais rápido possível. Eu achava que, se ficasse muitos dias lendo, não ia assimilar a leitura. Ou achava que podia acabar desistindo. Ou não pensava em nada disso. Só queria começar e terminar logo.
Só que, pensando (ou não pensando) desta maneira, os livros estão acumulando na minha prateleira. Tenho lido um e outro. Aqueles com poucas páginas. Mas os grossos...
Até que, no Natal ganhei do Danilo o livro da biografia do Padre Fabio de Melo. Só que ele tem 415 páginas. Eu queria muito ler. O jeito foi começar a leitura nos poucos minutos que sobravam do meu almoço. E assim, aos poucos já estou na página 335. E aí vem o melhor! Eu percebi que dessa maneira, assimilo melhor, pois, durante o dia fico refletindo o que li.
Estou muito feliz porque agora sei que vou conseguir ler muitos livros que há muito tempo quero ler, e nem me atrevia a pegar emprestado – ou comprar – ou pedir, porque sabia que não ia conseguir tempo para ler. Fora os meus que estão esperando para serem folheados.
Isso pode ser a maior besteira do mundo. Mas para mim, significa que estou aprendendo a conciliar o meu tempo com as coisas que gosto de fazer. Será que tenho muito mais para aprender? Com certeza.rsrs

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Aniversário minha mãe

Ontem minha mãe completou mais uma primavera. 81 primaveras! Ela estava toda radiante. Disse que a tarde tinha ido ao posto de Saúde e quando o pessoal a cumprimentava, ela dizia que estava fazendo 18.rsrs
Fomos na casa dela comemorar. A Adriana avisou a tarde (depois que minha mãe falou que ia ter comemoração) que tinha encomendado um kit festa e bolo, e que era para cada um - família - levar um refrigerante. Estranhei quando vi foto no grupo do WhatsApp, minha mãe com o Sergio, Karen, Duda, Eliane, Shirlei, o Nêgo e a Adriana. Isso era no período da tarde. 
Já avisei que ela tinha que ficar preparada (psicologicamente) porque a noite tinha mais filhos e netos que iriam vê-la. E fomos...
Muito bom comemorar mais um ano de vida da minha mãe. Desejamos que ela tenha muitos mais, se possível que vivesse eternamente.Seria pedir muito?rsrs

sábado, 1 de abril de 2017

Trilha Sonora (novelas) - Pai Herói

Há alguns dias, passando pelos canais da TV, no VIVA estava passando a reprise da novela "Pai Herói", e antes que eu tirasse do canal começou a tocar a música "Pigeon Without a Dove" do Patrick Dimon. Meu Deus! Como eu curti essa música! Adorava! Adoro!
Como lembrei que estava postando sobre trilhas de novelas aqui, decidi que ela seria a sétima música da série "Trilha Sonora-Novelas".

A partir desta postagem vou fazer diferente: Para ouvir a música, ver o vídeo e a letra da música, é só clicar AQUI


Título: Pai Herói
Horário: 20:00
Data de estréia: 29/01/1979
Canal do Programa: Rede Globo
Tipo de Programa: Novela
Autoria: Janete Clair
Direção: Gonzaga Blota, Roberto Talma, Roberto Vignati

Sinopse: André Cajarana é um homem entre duas mulheres: Ana Preta, dona da gafieira Flor de Lyz, é uma moradora do subúrbio que sempre viveu em função de homens mau caráter; Carina, bailarina famosa, foi criada no seio da família Limeira Brandão, Valquíria Limeira Brandão foi apaixonada pelo inescrupuloso César Reis mas se entrega a Gustavo, um vigarista que corresponde ao seu amor.
André Cajarana quer inocentar o passado do pai, difamado por Bruno Baldaracci, que se casou com Gilda, viúva do falecido.

Elenco:
Alessandra Matos - Ângela
Ana Lúcia Ribeiro - Lena
Antonio Leite - gerente
Beatriz Segall - Norah
Carlos Eduardo Dolabella
Carlos Kroeber - Thiago
Carlos Zara - César
Carlão Elegante - Teodoro
Cláudio Cavalcanti - Gustavo
César Augusto - gerente
Dionísio Azevedo - Nestor
Elizabeth Savalla - Carina
Emiliano Queiroz - Horácio
Fernando Eiras - Romão
Fernando José - Mário
Flávio Migliaccio - Genésio
Glória Menezes - Ana Preta
Hélio Ary
Irma Alvarez
Isabela Garcia - Ângela
Ivan Cândido - Reginaldo
Jonas Bloch - Rafael
Jorge Fernando - Cirilo
Lajar Muzuris - Coxo
Lima Duarte
Lina Araújo
Lélia Abramo - Januária Limeira Brandão
Lícia Magna - Adélia
Lúcia Helena - Lindaura
Manfredo Colassanti - Pietro
Maria Fernanda - Gilda
Maria Helena Dias - Filhinha
maria Helena Velasco - Mirtes
Marie Antoinette - Milene
Max Shroeder - capanga
Monah Delacy - Eugênia
Nadia Lippi - Aline
Nildo Parente - Haroldo
Noira Mello - Olga
Osmar Prado - Pepo
Paulo Autran - Bruno Baldaracci
Regina Dourado - Nancy
Reginaldo Faria
Reinaldo Gonzaga - Hilário
Rejane Marques - Clara
Renata Pupo - padre Felício
Rogério Bacelar - Gil
Rosamaria Murtinho - Valquíria
Solón de Almeida - gerente
Suzana Faini - Jussara
Sérgio Alan - capanga
Sônia Regfina - Geny
Tessy Callado - Tarsila
Thais de Andrade - Odete
Timóteo da Costa - Curió
Tony Ramos - André Cajarana
Vanda Costa - empregada de César
Yara Lins - Irene
Áurea Hamerli

Trilha Nacional:
Cavalo bravo - Renato Teixeira
Meu drama - Roberto Ribeiro
14 anos - Guilherme Arantes
Homem calado - Carlinhos Vergueiro
Pode esperar - Alcione
A chave do mundo - Marina
Vivendo perigosamente - Márcio Montarroyos
Nos horizontes do mundo - Paulinho da Viola
Não dá mais pra segurar (explode coração) - Maria Bethânia
Pai (tema de abertura) - Fábio Jr.
Espírito esportivo - Moares Moreira
Passarinho - Beth Carvalho

Trilha Internacional:
I'd rather hurt myself - Randy Brown
Heart of Glass - Blondie
Sharing the night together - Dr.Hook
How you gonna see me now - Alice Cooper
Mirros - Sally Oldfield
Allouette - Denise Emmer
Sun is here - Sun
... E un altro giorno se ne va - Memo Remigi
AA AA UU AA EE - Zack Ferguson
You needed me - Anne Murray
Pigeon Without a dove - Patrick Dimon
I just wanna stop - Gino Vanelli
Piano...piano, m'innamorati di te - Collage
I will survive - Glória Gaynor

E você... Viu alguma música da trilha nacional ou internacional que te traz recordações?

quarta-feira, 29 de março de 2017

No cinema com minha madrinha

Ontem fui ao cinema com minha dinda - Sandra. Combinamos ontem mesmo. Tanto que fui direto do trabalho para a casa dela. Ela mandou mensagem logo cedo perguntando se eu tinha compromisso. Ela já sabia que eu não tinha academia, e já vinha fazendo chantagem emocional, porque eu não estava reservando um tempinho para ela. Terrível essa minha madrinha.rsrs
Combinamos de assistir "A Bela e a Fera". Ficamos entre ir no cinema do Shopping Prado, ou do Shopping Unimart. Deixamos para decidir na hora, afinal eu não sabia que horas chegaria na casa dela.Tanto eu, como ela preferimos filme legendado, só que o horário que tinha nas duas opções de cinema ia começar muito tarde. Então assistimos dublado.
Para ajudar o ônibus demorou. Cheguei na casa dela e ela já estava esquentando a janta. Apesar de que eu nem sabia que a gente ia jantar antes. Comi arroz, feijão, panqueca e escondidinho de batata doce com frango. Delicioso! O tio Roberto perguntou se eu queria um pouco de vinho. Imagina.rsrs
Chegando ao Shopping fomos direto comprar os ingressos. Ainda deu tempo de passear um pouco pelo shopping e de comprar uns chocolates nas Lojas Americanas.
Quanto ao filme... Achei uma perfeição. Eu tinha assistido ao desenho várias vezes, com os meus filhos - quando eles eram pequenos. Então eu assistia relembrando. Os atores. O cenário. E principalmente as músicas. Tudo idêntico ao desenho. Além da Bela, do Gaston, da Fera... Fiquei feliz e emocionada ao rever o bule (madame Samovar), a xícara (Zip), o relógio (Horloge) e o castiçal (Lumiere). E no fim... Chorei! E vou querer ver mais uma vez. Se possível ainda no cinema. Com o Zé e legendado. 
A Sandra não saiu da sala enquanto não terminou a música que toca no final. Até porque era em inglês. Eu fiquei em pé. Com o pé no corredor para sair, e ela lá... Sentada.
Saímos e o shopping já estava fechado, então fomos direto para casa. Estava friozinho. A Sandra dormiu em casa. 

terça-feira, 28 de março de 2017

Fim de semana com a mãe

Bom... A segunda pode não ter começado bem, mas o meu fim de semana foi maravilhoso!
E sabem por quê? Passei com a minha mãe. Quase 50 anos nas costas e fica querendo colo de mãe.rsrs
Aproveitei que o Zé está viajando e fui curtir um pouco ela. A casa dela. A comida dela. 
Na verdade, minha mãe tinha me convidado para ir com ela almoçar na igreja. Teve um almoço comunitário de São José!
Eu fui no sábado, depois que saí da casa da dona Odete. Cheguei na minha mãe, jantei e ficamos vendo TV. Domingo acordei, tomei café e fomos na igreja almoçar.
E no fim da tarde, alguns dos meus irmãos foram na minha mãe. O Marcos foi e levou pão do "Frango Assado". Passamos uma tarde super agradável.
E no fim, a Karen e o Sergio me levaram para casa.

segunda-feira, 27 de março de 2017

Falta de empenho

Eu demoro um pouco para “pegar” as coisas. Sempre fui assim. Tomo ciência de algo que ouvi, ou que vi horas depois. Às vezes dias. Isso quando não tenho que ser “cutucada” para entender o que foi dito. E hoje não foi diferente.
Logo cedo, meu patrão ficou falando coisas para a gente. Sobre o futuro. Se esforçar. Isso e aquilo. E comentou que uma das moças se “empenha” bastante no escritório. Ainda falou: _Não que vocês não se empenhem.
Eu ouvi e fiquei na minha. Até que minha colega do departamento comentou que achou um absurdo o que ele falou. Que deu a entender que nós não estamos nos empenhando. Eu não tinha pensando assim. Não tinha ficado chateada. E então, fiquei.
Sabe por quê? Essa moça que se empenha, conforme ele disse, não ajuda a gente em nada. Como ele não paga uma diarista, nem telefonista, cada dia uma atende ao telefone, faz o café e retira os lixos - no fim do dia. Ela não faz nada disso! Falou que tem muito trabalho para fazer e que não pode perder tempo atendendo ao telefone. O café e o lixo, nem teve justificativa. Simplesmente não faz. Não tira.
Ela é responsável pelo departamento e não quer saber de ensinar a mocinha que foi contratada para ajudá-la. Disse que não tem tempo para ensinar. E teve duas obrigações acessórias que eram “responsabilidades” dela, que ela deixou para a mocinha. Uma sobrou até para a gente – que somos de outro departamento – ajudar, porque senão não ia dar tempo de entregar no prazo.
Ela entra a hora que quer (raramente às 8h). Ela sai para almoçar a hora que bem entende, sem se preocupar se vai ficar alguém no escritório. E nem sei se faz só 1 hora de almoço. Pior de tudo que ela não avisa a gente. Não que seja da nossa conta, mas como atendemos ao telefone, acho que precisamos ter conhecimento, para saber o que falar para os clientes.
Ou seja, ela não tem um mínimo de senso de equipe. Não colabora com ninguém. Trabalha individualmente.
E no fim... Ela se empenha muito. Ouvimos isso! É para ficar muito chateada, não é?

terça-feira, 21 de março de 2017

Paciência - Lenine

Ontem, na academia, a Alcy - uma das alunas - estava comentando o quanto as pessoas andam estressadas no trânsito. Pelo jeito ela deve ter levado umas “cortadas” enquanto dirigia. E o assunto se estendeu noite adentro. Ou pelo menos até começarmos o treino.rsrs
E hoje ao acordar com a música que escolhi para o despertador, lembrei-me do assunto. Sabe por quê? A música que coloquei para despertar é “Paciência” com o Lenine. Desde quando ouvi, acho que foi ano passado, a letra me atraiu demais. A melodia mais ainda. Música oportuna para os dias atuais, onde todo mundo anda sem paciência.

Compartilho aqui o vídeo, para quem não conhece. E abaixo uns trechos da música:

Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não para

Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso, faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara

Enquanto todo mundo
Espera a cura do mal
E a loucura finge
Que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência

O mundo vai girando
Cada vez mais veloz
A gente espera do mundo
E o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência

Será que é tempo
Que lhe falta pra perceber?
Será que temos esse tempo
Pra perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara

Tão rara

segunda-feira, 20 de março de 2017

O Discurso do Rei

Ontem terminei de ler...


Sinopse extraída da contra capa do livro:
 “O Discurso do Rei” - Como um homem salvou a monarquia britânica.
Baseado nos recém-descobertos diários de Lionel Logue, este livro nos traz a história de como um homem salvou a Família Real inglesa nas primeiras décadas do século XX – e não foi um primeiro-ministro ou um arcebispo de Canterbury. Foi um quase desconhecido, e autodidata, terapeuta da fala chamado Lionel Logue, a quem um jornal, nos anos 1930, intitulou de “o curandeiro que salvou o rei”.
Não era um aristocrata britânico, nem mesmo um inglês – Logue era um plebeu e, ainda, por cima, australiano. Foi, entretanto, o gentil e sociável Lionel quem, sozinho, levou o Duque de York, nervoso e com problemas de fala, a se tornar um dos maiores reis da Grã-Bretanha, depois que seu irmão Edward VII, abdicou em 1936 por amor à sra.Wallis Simpson.
Esta é a inédita história do relacionamento entre Logue e o ansioso futuro Rei George VI, coescrita pelo seu neto Mark e o Jornalista Peter Conradi.
O livro esclarece de forma surpreendente a intimidade entre os dois homens e o papel vital desempenhado pela esposa do monarca, a falecida Rainha Elizabeth, a Rainha-Mãe, em sua determinação de apoiar e salvar a reputação e o reinado do marido.

***
O livro é dividido em 16 capítulos, e o primeiro inicia com o título “Deus salve o rei”, onde nos leva ao dia 12 de maio de 1937, o dia da coroação do Rei George VI. Fiquei meio sem entender porque tanta tensão em volta de uma cerimônia e, mais tarde de um pronunciamento que o rei fez - ao vivo - pelo rádio, que foi transmitido ao povo. Mas, nos capítulos seguintes tudo começa a ser esclarecido.
Nos capítulos seguintes conhecemos:
- Lionel George Logue: seu nascimento, sua formação, seu casamento aos 27 anos com Myrtle, suas viagens, o nascimento dos filhos e como foram parar na Inglaterra até Logue conhecer Bertie, o Duque de York, futuro Rei George VI.
- O Rei - seu nascimento, sua infância, seus irmãos, seu casamento e suas dificuldades. Sendo a maior delas, a gagueira. E diante dessa grande dificuldade (e depois de passar uma vexame) em 1926 ele passa pela primeira consulta com Logue.
_ Edward – irmão mais velho do Rei - e o seu envolvimento com a sra.Wallis, que culminou na sua renúncia ao trono.
- Um pouco os acontecimentos da segunda guerra mundial, e as implicações no reinado de George VI. 
- E por fim, os constantes problemas de saúde tanto do Rei, como de Logue.
Porém, o grande propósito deste livro são os discursos do Rei, que não seriam tão significantes, se não fosse o fato de o mesmo ter problemas de fala.
Apesar de começar pelo capítulo da coroação do Rei, voltamos no tempo para conhecer e crescer junto, com cada personagem. 
O Rei se mostrou um homem muito esforçado, decidido e ao mesmo tempo, sabia das suas limitações e seus receios, tanto que, sempre que ia fazer um pronunciamento mandava chamar Logue, que lia o discurso e fazia as alterações necessárias. Geralmente, trocando palavras que, sabia que o Rei teria dificuldade por outras, porém, com o mesmo sentido.
E Assim, do primeiro ao último capítulo, temos sempre pronunciamentos do Rei, sendo um melhor que o outro, até o último, no Natal de 1951.

Minhas observações:
Não sou muito de “pararico”, então, inicialmente eu fiquei sem entender, porque tanto alarde por causa de um discurso. Confesso que, poucas vezes ouvi, ou prestei atenção em um pronunciamento do Presidente da República. Fiquei imaginando se eles também têm toda essa preocupação com entonação, paradas, tempo, etc.
Se bem que estamos falando de um Rei, não é? Tudo bem... Passei a admirar a pessoa do Rei George VI – após ler este livro, assim como admirei a Rainha Elisabeth quando assisti “The Crown”. Isso não quer dizer que concordo com toda a “pompa” que eles vivem, à custa do seu povo. Porém, vi que eles também são humanos. Também sofrem com as imperfeições, suas limitações, suas dificuldades. E acima de tudo, tem muitas responsabilidades.
Neste livro, as mulheres são muito evidenciadas na vida do Rei – sua mãe, e principalmente sua esposa que tem papel fundamental, sempre o apoiando. As filhas, Margaret e Elisabeth também são citadas em diversos capítulos.
Por outro lado, Logue também conta sempre com a presença e apoio da esposa Myrtle.
O fato do livro conter trechos das cartas trocadas pelo Rei e Logue, bem como partes dos discursos, tornam a leitura mais atraente.
Gostei bastante do livro, agora quero assistir ao filme. Para comparar, conhecer melhor os personagens e se possível entender melhor alguns pontos. Principalmente no que se refere a Geografia e a História. Nunca fui muito fã dessas matérias, então fico um pouco confusa quando começam a citar os lugares e os acontecimentos daquela época. Acho que vendo o filme vou me localizar melhor.