quarta-feira, 14 de junho de 2017

Mudam-se o Tempos, Mudam-se as Vontades

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, 
Muda-se o ser, muda-se a confiança: 
Todo o mundo é composto de mudança, 
Tomando sempre novas qualidades. 

Continuamente vemos novidades, 
Diferentes em tudo da esperança: 
Do mal ficam as mágoas na lembrança, 
E do bem (se algum houve) as saudades. 

O tempo cobre o chão de verde manto, 
Que já coberto foi de neve fria, 
E em mim converte em choro o doce canto. 

E afora este mudar-se cada dia, 
Outra mudança faz de mor espanto, 
Que não se muda já como soía. 

Luís Vaz de Camões, in "Sonetos" 

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Egoísmo ou amor?

O Zé cismou que o “santo” dele, com o “santo” da faxineira do trabalho dele “não batem”. Disse que já tentou uma aproximação, e nela concluiu que era só impressão. Ontem, voltou atrás. Mas aí, não acho que é porque o “santo” não bate não. É questão de opinião mesmo. Até porque eu também reagiria como ela. Não que falaria o que ela falou, mas... Penso igual.
Ele me contou o que aconteceu. Disse que ele estava na cozinha, com um colega e a senhora – que estava de costas, fazendo café. Ele e o colega estavam conversando, falando de doenças, etc. Então ele falou que o pai está em uma clínica, sobrevivendo, e que às vezes ele achava que viver assim não é legal, que seria melhor morrer.  Segundo ele, ao dizer isso, a mulher virou “com tudo” olhou para ele dizendo que ele não devia falar isso. E sei lá mais o quê que ela falou. Sei que o Zé, ficou surpreso (e chateado) com a reação dela. Eu não! Eu compreendo...
Falei para ele que quando a gente ama uma pessoa, a gente a quer por perto DE QUALQUER JEITO. Contei para ele um caso. Em 1988, uma colega de departamento, na Sonata - onde trabalhei por um tempo - tinha um irmão que estava em casa a alguns anos, vivendo com a ajuda de aparelhos. Ele tinha sofrido um acidente. A mãe dela quis assim. Na época eu era recém-casada. Não tinha filhos.
E complementei dizendo que, caso aconteça algo com meus filhos (ou outro ente querido) eu faria o mesmo. Ou seja, faria o possível para mantê-la por perto, pelo tempo que fosse necessário. 
Sei que pode parecer egoísmo. Eu penso do outro lado também. Imagino que, se a pessoa tiver consciência, pode desejar morrer. Não sei se isso seria entendido como "Amor" ou Egoísmo"... Complicado, não é? 

terça-feira, 6 de junho de 2017

Você já descobriu qual o seu propósito?

O búfalo foi criado de tal maneira que sua inclinação natural é a de olhar para baixo; o formato de seu pescoço lhe dificulta olhar para cima. Por sua vez, a girafa foi criada de um modo que torna fácil olhar para cima; seu pescoço lhe dificulta olhar para baixo.

As girafas comem folhas dos galhos das árvores. Os búfalos comem grama do campo. Nenhum tem que se tornar semelhante ao outro para comer. Quando observamos os animais e as pessoas ao nosso redor, somos lembrados que fomos criados para um propósito determinado.

Tem pessoas que têm a tendência natural de olhar para cima e ter uma "visão global", enquanto que a outra olha para baixo e se focaliza nos detalhes. Ambas são importantes e nem por isso uma precisa ser melhor do que a outra. Se cada uma fizer o que sabe fazer e da melhor forma, ambas serão felizes.
Fonte:http://www.palestrante.srv.br/index.php/fabulas/1259-voce-ja-descobriu-qual-o-seu-proposito

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Gilmore Girls - Um ano para recordar

Ontem terminamos de assistir o revival de Gilmore Girls. Foram quatro episódios - um em cada estação, começando no inverno. Eu estava ansiosa para ver como todos estariam após tantos anos. Alguns me chocaram. Outros melhoraram ou pioraram. Não sei vocês, mas eu acho que as celebridades tem por obrigação, cuidar da aparência. Mas 10 anos, às vezes fazem diferença. Eu por exemplo, sou uma que, ou chocaria - ou surpreenderia as pessoas, afinal mudei muito em 10 anos. Em 2007 eu tinha os cabelos curtos e pretos. Não trabalhava. Hoje, sou loira. Estou pesando 10 quilos a mais - e não dizem que estou gorda - então, na época devia estar magra demais. Atualmente trabalho. Fiz faculdade. Mudança quase que radical.
Mas voltando a Gilmore, fiquei chocada com a aparência da Srta.Patty. Ela emagreceu muuuito. Até pensei que tinham substituído a atriz. Mas não! Outra que estava bastante magra é a Emily. Como Richard morreu, subentende-se que o sofrimento tenha contribuído para esse emagrecimento. Aliás, Emily, além de estar bem magra, mudou seu comportamento. Não é mais aquela mulher autoritária, altiva e ativa. Até mesmo a elegância ela foi deixando aos poucos. Como eu comentei na outra postagem sobre essa série, apesar de tudo eu gostava muito dela. Então, não fiquei feliz com as mudanças. E claro, senti a falta de Richard, que foi lembrado muitas vezes por ela e pelas filhas. Outros artistas percebe-se nitidamente que engordaram um pouco. Achamos que Zach que fez o papel do marido da Lane estava bastante envelhecido. Por outro lado, alguns continuaram a mesma coisa, ou ficaram melhores. Quem eu achei que estão mais bonitos: Christopher, Dean, Jess.
Vamos deixar as aparências de lado e falar dos episódios. Tanto no cenário, como no enredo, gostei mais do Outono. Achei que, com a parada, os personagens perderam um pouco a sintonia. Mas isso é de se esperar, afinal nas temporadas anteriores, eles ficaram sete anos atuando juntos - ano a ano. Só o enredo que ficou um pouco a desejar. Alguns foram até entediantes. Tanto que eu cheguei a achar que demorava a terminar. O que não aconteceu nas temporadas anteriores. Quanto as Gilmore: Lorelai e Rory. Elas estão mais desligadas uma da outra. Ainda conversam bastante, mas nem tudo está às claras entre as duas. Lorelai continua perdidona, apesar de estar morando com Luke. E Rory chega aos 32 anos sem trabalho, sem um imóvel, sem um namorado. Decepcionante para quem conviveu com ela desde os 16 anos e viu o quanto ela era esforçada – quase paranóica com os estudos e perspectivas de trabalho. E no fim, ainda faz uma revelação que provavelmente trará continuidade para a série. O que eu considero um erro! Os autores da série deviam deixar os telespectadores com as lembranças boas dos personagens. Minha opinião.rsrs Eu devia torcer pelo retorno, até porque vou sentir saudades das noites em que, não tendo o que fazer, escolhia passar em companhia das Gilmore. Porém, como sabemos... Tudo tem seu tempo. 

domingo, 4 de junho de 2017

Como ter sexo a Vida toda com a mesma pessoa

No palco, Tânia Bondezan interpreta Annetta Poché, sexóloga búlgara formada na Sorbonne, que traz ao público técnicas para a vida sexual dos casais, dando receitas insólitas para superar as diversas crises que acontecem ao longo de anos de convivência e com receitas improváveis, garante como ter sexo a vida toda com a mesma pessoa.
Com sua técnica revolucionária, a sexóloga também ensina manter o fogo de um relacionamento e leva à reflexão sobre sexualidade longe do medo, culpa e vergonha.
Sucesso de público na Argentina, onde também está em cartaz há mais de 10 anos, a história se passa numa conferência, por isso é utilizado data-show e os temas são abordados pelo lado científico, mas traduzidos com humor ao público. (1)
Segundo a produção da peça, a ideia é que plateia possa interagir e se envolver com a apresentação. O texto do espetáculo é uma adaptação da peça da argentina Mônica Salvador e está em cartaz há dois anos no Brasil.
O espetáculo é baseado em estudos com sexólogos, psiquiatras e psicólogos e fala sobre, como diz o título, lidar com um relacionamento a dois. Com piadas e de forma divertida, a sexóloga conta técnicas e dicas para melhorar a vida sexual dos casais. (2)
Fonte (1) 
Fonte (2)
Marcamos presença ontem, em mais uma peça, cortesia do Correio Cult. Sabem onde é a fileira “D”? No corredor. Preocupante. Muito preocupante! Do lado de fora eu e o Zé combinamos que, se caso fossemos abordados pela atriz, diríamos que a gente não era um casal. Vai que depois ela vem com perguntas, tipo: Quantas vezes vocês transam? Ou outras mais cabeludas.rsrs Eu tinha dado uma espiada aqui e ali sobre o conteúdo da peça, por isso a gente estava esperto. Escapamos... A atriz até passou na nossa frente, mas abordou outros casais. A peça é como se estivéssemos em uma palestra. No palco uma poltrona. Uma mesa. E ao fundo uma tela onde eram projetados os tópicos. A Tânia é muito dinâmica. Andava pra lá e pra cá – no palco. Falou o tempo todo. Não sei como conseguem decorar. Atores que fazem monólogos ganham minha admiração por isso! Durante a palestra a gente se reconhece em alguns pontos. E mesmo com um assunto meio polêmico, o público se divertiu. Gostei também de conhecer pessoalmente uma atriz global. Lembro-me da Tânia no papel de mãe do Jacinto na minissérie “Chiquinha Gonzaga”. 

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Lion - Uma jornada para casa


Data de lançamento: 16 de fevereiro de 2017 (1h 58min)
Direção: Garth Davis
Elenco: Dev Patel, Rooney Mara, Nicole Kidman
Gêneros: Biografia, Drama, Aventura
Nacionalidades: EUA, Austrália, Reino Unido
Sinopse: Quando tinha apenas cinco anos, o indiano Saroo (Dev Patel) se perdeu do irmão numa estação de trem de Calcutá e enfrentou grandes desafios para sobreviver sozinho até de ser adotado por uma família australiana. Incapaz de superar o que aconteceu, aos 25 anos ele decide buscar uma forma de reencontrar sua família biológica.

Fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-229070/
Fiquei querendo assistir esse filme desde que vi o trailer no cinema. Então, quando vi que o Netflix colocou-o na sua grade, não perdi tempo. Assistimos ontem.
Logo no início, quando somos informados que o filme é baseado em uma história real, fiquei mais animada. Adoro filmes – biografia. Isso eu falo aqui , sem culpa (vai que acham que estou dando spoiler) porque quando falo para as pessoas sobre ele, a maioria diz: _É aquele baseado em fatos reais, não é? Ou seja... Não é novidade para ninguém.rsrs Nessas horas eu penso o quanto sou desligada (ou seria desinteressada?). Já sabia que queria assistir ao filme e não tive a curiosidade de fuçar na internet para saber detalhes. Geralmente só faço isso depois que assisto. Não vou fazer resenha do filme, porque encontrei uma sensacional bem AQUI. Vale a pena darem uma olhada. A única coisa que o Ricardo Farinha esqueceu-se de comentar, é que o Sheru significa Lion (título do filme) e que no final do filme, mostra o verdadeiro Saroo levando a mãe adotiva para conhecer a mãe biológica.
Eu simplesmente amei o filme. Muito emocionante. Ver aquele pobre menino passando pelos apuros que passou, é desesperador. Não tem como não se encantar e “de quebra” chorar. É só olhar o rostinho lindo desse menino que dá um aperto no coração e os olhos lacrimejam. História fantástica! Depois que assisti, estou indicando para todos (os sentimentais) que conheço. 

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Big Little Lies

Acreditem ou não, assisti a série abaixo durante as férias, em Maceió. O Bruno tinha baixado para mim. Estava no HD externo, que eu levei na viagem. Como eram somente 07 episódios, imaginei que terminaria logo. E comecei sem pressa. Até começar o primeiro episódio... Logo no primeiro episódio, sabemos que alguém foi assassinado. Mas não sabemos se foi um homem ou uma mulher. Então, com o desenrolar da estória ficamos envolvidos, intrigados a desvendar esse mistério. E eu que fui uma leitora de Agatha Christie, fiquei muito empolgada. Querendo ver logo quem matou quem. A surpresa não foi tão grande porque, nos episódios finais, até eu já queria matar “o defunto”. Uma série repleta de mulheres lindas. Fiquei admirada com a Nicole Kidman. Ela arrasou. Em beleza e interpretação.
Adorei a indicação do Bruno. Esse conhece a mãe. Como ele falou que tem livro... Vou querer ler.rsrs
Big Little Lies
País de Origem: EUA
Ano de produção: 2017
Gênero: Drama, suspense
Censura: 16
Sinopse: "Um assassinato expõe os problemas da aparente perfeita comunidade de Monterey, na Califórnia. Nesta pacata cidade, o crime pode ser fruto dos segredos e rivalidades envolvendo três mães de crianças da escola local. A série é estrelada por Reese Witherspoon, Nicole Kidman e Shailene Woodley”.
Elenco: Reese Witherspoon, Shailene Woodley, Nicole Kidman, Alexander Skarsgård, James Tupper, Laura Dern, Adam Scott, Zoë Kravitz
DIREÇÃO: Jean-Marc Vallée

sábado, 27 de maio de 2017

Gilmore Girls - Fim!

Acabamos! Ontem terminamos de assistir o episódio de número 153 da sétima temporada de Gilmore Girls. Primeira sensação: Tristeza!... Vou sentir falta do pessoal. Afinal, quantas horas eu passei com eles? Não lembro ao certo quando comecei a assistir (não escrevi aqui – uma pena!). Vi que em Dezembro escrevi que já tinha assistido 23 episódios. Então devo ter começado entre Outubro e Novembro. Sendo assim... Foram 07 meses convivendo com os Gilmore: Richard, Emily, Lorelai e Rory, com o Luke, a Sookie, o Michel, a Lane e outros personagens que com certeza deixarão saudades! Engraçado que alguns personagens como a Emily - que muitos devem odiar - me encantava. Ela tinha todo aquele estilo – poderosa – porém, eu via lá no fundo uma mãe e esposa dedicada. O que sei, é que nesses meses dei muitas risadas, vi muito diálogo (as garotas Gilmore falam pra caramba), alguns momentos de revolta, de decepções. Teve de tudo! Gilmore Girls, a princípio pode parecer uma série sem conteúdo, que não tem nada para acrescentar na nossa vida. Mas, ao contrário, essa série nos envolve, nos ensina, pois, algumas situações vividas pelos personagens, são bem parecidas com o que acontece na vida real. Agora, saindo um pouco do roteiro para falar do cenário. E aquela cidadezinha... Stars Hollows? Que vontade de morar lá.rsrs
No último episódio muita coisa aconteceu. Gostei de como terminou. Pelo menos eu não esperava nada muito diferente. Agora estou pronta para assistir o retorno, quase uma década depois. Quero ver como estão todos. 

sexta-feira, 26 de maio de 2017

A viagem começou

Minha viagem à Maceió começou no dia 16, do momento que pegamos o Uber até o aeroporto. Isso porque o Zé não pode nos levar (muito trabalho). O Fernando foi junto, até o aeroporto. Chegamos super cedo, e como estava esfriando decidimos entrar, assim o Fernando poderia ir embora também. Foi só o tempo de dar uma volta e tirar foto.
Eu e o Bruno apertamos nossas coisas em uma mala, para não precisar despachar. Estava com receio de me atrapalhar nesse processo, então melhor carregar na mão. Também com receio de ser parada na “porta que apita”, fui de sapatilha, calça esporte e camiseta. Nada de cinto, ou sapato com enfeite. Nada que pudesse me parar na “dita cuja” porta. Só que eu fui escolhida! Apitou!! A segurança disse que foi aleatório. E que eu fui escolhida para ser revistada. Revistaram TUUUUDO! Não precisa nem dizer que o Bruno me zuou, precisa?rsrs Eu falei que se estivesse sozinha, acho que ia chorar. Ou já ia querer voltar para trás. Exagero meu.rsrs
Depois desse pequeno transtorno, eu me recompus e continuei a caminhada dentro do aeroporto. Caminhamos até próximo ao portão e ficamos ali, sentadinhos, só aguardando.
Nosso avião chegando!
Nosso voo partiu às 19h15min, com conexão no Rio de Janeiro. Chegando ao Rio de Janeiro, fomos ao McDonalds comer. Depois ficamos sentados, lendo, ouvindo música, esperando o horário para o voo que nos levaria até Maceió. Os voos foram tranquilos.
Tudo foi dentro do horário. Tanto que quando chegamos em Maceió, pouco depois da meia noite, o Henrique e a Adriana já estavam nos esperando. Estava calor! 
Eles nos deixaram na pousada. O check in foi rapidinho. Consegui até um quarto com duas camas de solteiro. E tinha ar condicionado. Maravilha! 

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Maceió com emoção!

Antes de escrever sobre a viagem, o que farei em breve, e se possível dia a dia, quero deixar registrado o meu mais sincero agradecimento a Adriana e Henrique, pois, sem eles a viagem não teria sido tão maravilhosa! 
Quem me conhece sabe que sou bem devagar no quesito, experimentar de tudo. Isso vai desde comida até andar disso ou daquilo. Mas, nessa viagem quebrei o meu recorde. Andei de buggy. De barco. Entrei no mangue. Cheguei até a colocar máscara de mergulho. 
Todas essas aventuras só foram possíveis, graças ao Henrique e a Adriana. E a eles sou muito agradecida, pois, levaram a mim, e ao Bruno para tudo quanto era lado. Inclusive pegaram e deixaram a gente no aeroporto. Com certeza, sem eles a viagem não teria sido tão emocionante. 

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Último dia das férias

Hoje é o meu último dia das férias. E só passei nervoso. Não consegui fazer metade do que tinha planejado para hoje. Tudo por culpa dos computadores que tenho em casa. Um desktop e um netbook. Se juntar dos dois não dá meio. Chegou uma hora que tive vontade de “penar” eles pela janela.
Tinha que descarregar as fotos da viagem e enviar para a Adriana, Henrique e Bruno. Tinha que acessar o banco para verificar saldo, transações, etc. Tinha que arrumar minha gaveta. Tinha que lavar roupa. Tinha que continuar assistindo uma série que comecei em Maceió. Queria assistir um filme que está no net. Tinha que escrever sobre a viagem no blog. Tinha... Tinha... Tinha.
Por causa da lentidão dos computadores se fiz metade, foi muito. Mas, acho que um pouco da “brabeza” é porque volto ao trabalho amanhã. Queria mais alguns dias.rsrs Trabalhar é bom. Mas ficar em casa é melhor ainda!

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Primeiro dia das férias

Hoje é o meu primeiro dia - dos dez dias - que peguei de férias. E tinha uma lista de coisas para fazer, especificamente hoje! Comecei bem. Saí da cama às 9h30min. Tomei um café que o Zé deixou preparado na mesa e rua...
Desci a pé para a Prefeitura. Da Prefeitura fui ao meu médico – Dr.Marcos, cujo consultório fica perto da rodoviária velha. Mas antes fui parando. Comprei um macacão para o netinho. Creme para o cabelo, pano de prato pra mim, e para o Danilo e Déborah. Depois passei na Déborah para comer um pastel e deixar o que comprei para eles.
Após passar pela consulta no Dr.Marcos, peguei um ônibus e fui ao CRC (que fica na Avenida Brasil) pegar a minha carteirinha que estava pronta fazia um tempinho. Aí não dava para ir a pé. Nem tanto por ser longe. Mas o sol estava chato. Depois ainda passei na loja para ver filtro.
Quando estava dentro do ônibus, e mesmo andando pela rua, eu curti mesmo estar de férias. Lembrei que fico o dia inteiro dentro de uma sala no 12° andar enquanto a vida agita do lado de fora. É bom trabalhar. Mas também é muito bom ver e ouvir o barulho das pessoas pra lá e pra cá, o barulho dos veículos. Até que cansei um pouquinho. Mas ainda tem nove dias para descansar.rsrs

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Pequenas chateações

E aí a pessoa vem e te pergunta como faz isso... E aquilo. E você na maior boa vontade para o que está fazendo para explicar.
Depois você vê que a pessoa perguntou para todo mundo que ela conhece do ramo, além de pesquisar no Google e onde mais a imaginação alcançar. Isso significa que?...
Não confia no que você está explicando.
Isso acontece comigo. Acontece no trabalho... E eu fico chateada.
Não que eu acho errado a pessoa pesquisar. Ela deve fazer isso mesmo. Mas então, para que perguntar para mim?
Para ver se eu sei mesmo? Dessa maneira eu perco o meu tempo. E ela o dela.
Sabe... Eu sou da época em que a gente confiava mais nas pessoas. Principalmente nas mais velhas. Seja pela idade ou pela experiência.
Mas pelo que vejo, hoje não é assim. Até perguntam para os mais velhos. Mas, acredito que já com aquele conceito de que estão com o conhecimento defasado. Ou outra coisa.
Eu também pesquiso. E muito! Não sei tudo. Nem nunca vou saber! Ah, mas que essas coisas me chateiam. Sem sombra de dúvida, chateiam.

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Meu aniversário

Hoje estou completando 50 anos de vida! E considero que vivi muita coisa nesse meio século. Fui uma adolescente um pouco rebelde. Já entrei na fase adulta com um casamento e filhos. Quando achei que estava tudo estabilizado, veio a separação. Chorei, sofri por um tempo. Depois curti a fase separada, saindo com as amigas para as baladas. Isso durou exatamente 01 ano. E enfim, encontrei o Zé e hoje, me encontro casada novamente. Estudei. Consegui me formar. E o mais importante... Trabalho com o que me formei. Os filhos estão se ajeitando na vida. E vou ser vovó. Por isso, acredito que me encontro naquela fase que dá para dizer, já vivi tudo o que tinha para viver. Ou o que um ser humano deseja nessa vida. Me considero uma pessoa realizada. Pessoal e profissionalmente. E para essa realização ser completa, só falta eu descobrir qual a minha missão. Talvez não tenha uma. Mas gostaria de ter. E se tenho, espero que eu consiga cumprir. 
Agora vamos as comemorações que teve início ontem, na academia.
Hoje, a segunda comemoração foi no trabalho.
E a terceira e última comemoração foi em casa. 
E ainda faltou comemorar com as amigas. Mas não faltará oportunidade, ainda mais se Deus me conceder muitos anos de vida, como eu almejo e todos desejaram.
E que venha 51 - boa idéia!rsrs

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Histeria

Mais uma peça cortesia do Correio Cult. Assistimos à sessão das 19h, no Teatro do Shopping Iguatemi. Nossos assentos M12 e M13. O teatro estava lotado. Na fileira da nossa frente tinha alguns adolescentes. Estranhamos porque lemos a sinopse antes, e achamos a peça bastante complexa.
Fiquei decepcionada porque no início anunciaram que o ator Cássio Scapin seria substituído por outro ator. O motivo maior para eu ter ido ver a peça era ele. Gostava demais de vê-lo no “Castelo Rá-tim-bum”.
A peça tem início com Freud tendo uma alucinação. Ou um sonho. Ou teria sido realidade? Enfim, uma moça surge em seu consultório no meio da madrugada e, com a sua aparição uma confusão se forma. Isso porque no decorrer do dia chega ao consultório de Freud seu médico e também o pintor Dali. Muito barulho, agitação e confusão. Apesar de não conhecermos nenhum dos atores, todos foram brilhantes. Principalmente a atriz.
Não dá para contar mais detalhes, para não dar spoiler. Eu assistiria novamente. Até mesmo para entender melhor. Talvez os mais intelectuais, os amantes de Freud e Dali, tenham entendido “de primeira”. Eu não sou nem um, nem outro. Uma peça que você saí da sala quieto. Seja por estar refletindo pelo que ouviu. Ou pelo que viu. Recomendo!

Sinopse
Dirigida por Jô Soares Histeria é uma comédia delirante causada pelo encontro do pai da psicanálise, Sigmund Freud, com o mestre do surrealismo, Salvador Dalí. Brecht, Galileu Galilei.
Escrita em 1993, comédia teatral do autor britânico Terry Johnson ganhou direção de John Malkovich e sua montagem foi aclamada por diversos países da Europa, com grande sucesso de público e crítica. Depois de assistir e se encantar com a montagem em Paris, Jô Soares traduziu o texto e dirige a versão brasileira da comédia consagrada pelo mundo.
Em 1938, o pintor surrealista Salvador Dalí visita o pai da psicanálise Sigmund Freud, este já padecendo de uma doença incurável e às portas da morte. Freud havia recentemente escapado da Europa nazista e estabelecera-se em Londres. Deste encontro histórico, e algo inusitado, surge a matéria prima para Histeria, comédia escrita pelo aclamado dramaturgo inglês Terry Johnson.
Numa das sequencias mais absurdas da trama, dilatada pelos efeitos da comédia física, Dali encontra Freud em seu consultório, onde ele, atrapalhado por uma série de situações cômicas anteriores, encontra-se segurando uma bicicleta coberta por caramujos, com uma das mãos presa dentro de uma galocha e com a cabeça enfaixada numa espécie de turbante. O mestre surrealista, fascinado pela visão, conclui: “O que Dalí vê apenas em sonhos, você vive na realidade!” Sem dúvida, um dos maiores encontros do século passado. A psicanálise e o surrealismo. A psiquê humana e o delírio imaginário.

domingo, 7 de maio de 2017

Trilha Sonora (novelas) - A Gata Comeu

Outra novela que está reprisando no canal VIVA é "A Gata Comeu". Não assisti essa novela. O horário que ela foi transmitida eu estava saindo do trabalho, a caminho do colégio. Mas as músicas, tocavam a qualquer hora, então impossível não conhecer. Ao digitar as trilhas, vi que tem muita música boa que foi - e continua - sendo sucesso. Escolhi como a oitava música da "Trilha Sonora - Novelas" "I Should Have Know Better" com o Jim Diamond. Quem não lembra do melô do "ai ai ai"? Isso mesmo... O meu inglês (e de alguns mais) era embromeition... enroleition e por aí vai.rsrs

Para ouvir a música, ver a letra e o vídeo, clique AQUI.


Título: A Gata Comeu
Horário: 18:00
Data de estréia: 15/04/1985
Canal do Programa: Rede Globo
Tipo de Programa: Novela
Autoria: Ivani Ribeiro
Colaboração: Marilu Saldanha
Direção: Herval Rossano

Sinopse: Jô Penteado embarca numa excursão escolar promovida pelo pacato professor Fábio a uma ilha nos arredores do Rio de Janeiro, só que um temporal os desvia da rota e vão parar num lugar desconhecido e distante.
Dados como mortos, eles passam alguns meses perdidos e a convivência faz com que nasça um amor tempestuoso entre Jô e Fábio. Um sentimento inédito para a protagonista, uma mulher que já ficou noiva sete vezes, sem jamais ter se apaixonado por qualquer um dos noivos. Geniosa e mimada, ela manteve sempre uma relação de tirania com cada um dos sete pretendentes. Com Fábio, ela não consegue dominá-lo e passa a viver um tumultuado romance que percorre toda a trama - apesar das armações de Gláucia, a irmã invejosa de Jô, e de Paula, moça apaixonada por Fábio.

Elenco:
Alfredo Murph - Benjamin
Ana Luiza - Cecília
Anilza Leoni - Ester
Aracy Cardoso - Zazá
Bia Seidl - Gláucia
Christiane Torloni - Jô Penteado
Cláudio Corrêa e Castro - Gustavo
Danton Mello - Cuca 
David Pinheiro - Zé Bento
Deborah Evelyn - Lenita
Diana Morel - Ofélia
Dirce Migliaccio - Conceição
Eduardo Tornagui - Rafael
Eliane Narduchi - Iara
Fátima Freire - Paula
Germano Filho - Vicente
Jayme Periard - Tito
José Mayer - Edson
Juan Daniel - Padre Aurélio
Juliana Lucas Martin - Verinha
Juliana Martins - Sueli
Junior Prata - Mauro
Kleber Machado - Televina
Kátia Moura - Adriana
Laerte Morrone - Vitório (Conde de Parma)
Luiz Carlos Arutin - Oscar
Marilu Bueno - Tereza (tetê)
Marina Miranda - Nair
Mauro Mendonça - Horácio
Mayara Magri - Babi
Monah Delacy - Graziela
Nina de Pádua - Ivete
Norma Geraldy - Dona Biloca
Nuno Leal Maia - Fábio
Oberdan Junior - Xande
Rafael Alvarez - Cecéu
Roberto Pirillo - Tony
Rogério Cardoso
Rogério Fróes - Martinho
Silvio Perroni - nanato
Sônia Regina - Alice
Élcio Romar - Zé Mario
Participação Especial: Juliana Martins - Sueli

Trilha Nacional:
Só prá o vento - Ritchie
Choro - Fábio Jr.
Amigo do sol, amigo da lua - Benito Di Paula
Seu nome - Biafra
Canção de Búzios - Sandra de Sá
Doce pecado - Santa Cruz
Eu queria ter uma bomba - Barão Vermelho
Sonho Blue - Liliane
Tipo onde way - Ciclone
Solidão vai - Hyldon
Fora de prumo - Sérgio Sá
Mania - Lápis de cor
Dama e Vagabundo - Danilo
Comeu (tema de abertura) - Magazine

Trilha Internacional:
I Should have know better - Jim Diamond
The heat is on - Glenn Frey
Heaven - Bryan Adams
Dillo tu - Fred Bongusto
Brasileiro train -Naima & Papagaio
I was born to love you - Freddy Mercury
Everytime you go away - Paul Young
Jus another night - Mick Jagger
Forever by yor side - Manhattans
We can change the world - Tremendo
Lovely love - Tery Winter & Silvia Massari
Caribe - W.White
Everything i need - Men At Work
Smooth operator - Sade
Crazy for you - Madonna


E você... Viu alguma música da trilha nacional ou internacional que te traz recordações?

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Quem vai comigo para Maceió?

Hoje estou muito feliz! Ganhamos mais um grande presente de Deus! O Bruno vai comigo para Maceió.
Deixa eu explicar o que está acontecendo.
Eu e o Zé tínhamos ganhado passagem de avião. Comentei aqui sobre esse presente.
Porém, o Zé começou a trabalhar no dia 10 de abril. Isso depois de mais de 02 anos desempregado. Só fazendo (bico) aquela viagem, como motorista - 03 vezes ao ano.
Então ele achou que não seria legal faltar alguns dias, e decidiu que não iria mais para Maceió.
Por outro lado, eu já tinha pedido os dias de férias. E tinha convencido minha irmã e cunhado (Adriana e Henrique) à irem também. E ela comprou as passagens e reservou o hotel. Pertinho de onde ficaremos hospedados. Mas tudo isso antes mesmo do Zé começar a trabalhar.
E tinha outros problemas também. A pousada estava reservada e paga. O carro alugado. Olha a complicação. E agora... O que fazer?
Resolvi que eu iria de qualquer jeito. Então oferecemos a passagem do Zé para o Bruno. Seria ótimo o Bruno ir comigo. Nós temos muitas afinidades. Ele se parece muito comigo. 
Só não contamos que a passagem de avião é intransferível. Era o que todos diziam. Mas, mesmo assim, o Affonso (que foi quem nos deu as passagens) disse que ia tentar transferir.
Hoje cedo, pesquisei na internet e vi que realmente não tinha como transferir e muito chateada, dei a notícia para o Bruno. Falei para o Zé entrar em contato com o Affonso e falar para ele não se preocupar, pois a gente estava ciente que provavelmente não ia dar certo. 
Diante dessa situação, o Zé pensou em mudar o dia da passagem dele, ele iria na sexta-feira. Assim faltaria do trabalho um dia. Então ele ligou para a secretária do Affonso. Minutos depois, me ligou dizendo que não tinha como mudar o dia de uma passagem. Ou era as duas... Ou nada!
Até pensei em deixar para ir na sexta com ele. Pensamos na pousada que estava reservada desde terça. No Henrique e a Adriana que já estariam lá. No fim (em minutos) decidimos que eu ia na terça mesmo. Sozinha! Lá o Henrique iria me buscar no aeroporto. Então o Zé retornou para a secretária pedindo para deixar quieto.
Eu estava chateada. Perder uma passagem, tendo uma pessoa para ir junto. Fora que eu não curto viajar de avião. E teria que fazer isso sozinha. Pior!
Passados alguns minutos, vejo o celular tocando. Era o Zé. Ele pediu para eu ver o whatsapp. Mais que depressa fiz isso. Ele tinha uma notícia maravilhosa! Tinham conseguido transferir a passagem para o nome do Bruno. mandou até a foto. Acho que ele sabia que eu não ia acreditar.
Depois de agradecer a Deus, a primeira coisa que fiz, foi mandar a notícia (com a foto da passagem) para o Bruno, que ficou muito feliz.  Depois dei a notícia para a Adriana, que adorou também. O Zé não ficou chateado, ele está bastante entusiasmado com o novo emprego, e sabe que não faltará oportunidades para fazermos outras viagens juntos. 

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Chá bar - Danilo e Deborah

Hoje foi um Grande Dia!... Dia do chá bar do Danilo e Deborah.
Já falei aqui que eles vão ser papais. E eu vou ser vovó! O bebê - que é um menino - está com previsão de chegada no mês de Agosto.
Por isso tiveram a ideia de fazer o chá bar. Mais para formalizar a união. Por enquanto eles vão morar junto. 
A Deborah e a Bruna - sua irmã - organizaram tudo. Desde os convites, a decoração, o bolo. Ficou tudo muito lindo! 



No convite o Danilo e a Deborah colocaram alguns presentes que gostariam de ganhar. Coisinhas que vão utilizar no dia a dia. Acessórios para a cozinha. E alguma coisa de enxoval, afinal eles nem tiveram tempo de pensar - e fazer um. Pediram também para cada um levar o refrigerante, e quem bebe cerveja, levar a sua.
Eles serviram almoço, uma tia da Deborah que tem restaurante, fez estrogonofe, arroz e batata palha. E uma outra mistura que não guardo o nome. Sei que é com batata e um molho branco. 
Eu só encomendei docinhos com a Karen. E montei as forminhas. E no fim, coloquei a Letícia, Débora e a Silvana para ajudarem. O Zé já tinha entrado na dança.rsrs
A festa foi no salão de festas do condomínio onde mora uma amiga da Deborah. Um salão grande. Tinha até parquinho para as crianças que se divertiram muito.
Fiquei muito feliz em ver a dedicação do Danilo e da Deborah. Eu ficava ali olhando os dois, para lá e para cá, vendo se estava tudo em ordem, se todos estavam acomodados. Deviam estar muito cansados, pois sei, foram dormir tarde na noite anterior e acordaram cedo. Até comentei com a Deborah que hoje em dia, as pessoas contratam buffet para ter o mínimo de trabalho possível. Mas sabemos que para isso tem que ter dinheiro, e isso é o que eles não possuem no momento. Até porque foram pegos de surpresa. Eu também, se pudesse ajudava mais, mas infelizmente estou numa fase "piriquitante". 
O que quero dizer é que, apesar de ter sido cansativo para eles, com certeza cada momento foi curtido. E acreditem... Não deixaram nada a desejar. E com certeza... Eles se lembrarão desse dia com muito orgulho. E eu mais ainda. Estou super coruja.rsrs

quarta-feira, 26 de abril de 2017

O estágio da Rory

No último Sábado - ou Domingo - eu comecei a assistir a 7ª temporada de Gilmore Girls. Sozinha! Sim, o Zé me abandonou. Ele ficou irritado com os últimos episódios e não quis mais saber. Eu não me irrito tão fácil assim. Já assisti muitas novelas. Quer motivos para ficar mais irritado do que isso? E outra... Gilmore Girls tem umas boas doses de realidade. Da vida como ela é! Sendo assim, nada como ver as decisões que os personagens tomam, para ver o que dá para aplicar na nossa vida, não é mesmo? Mas, é uma pena o Zé ter parado de assistir, porque a cada episódio assistido, a gente ficava dias e dias refletindo, e discutindo o acontecido.
Bom, enquanto ele não volta, eu estou com uns comentários “entalados” aqui no pensamento, que gostaria de “desentalar”.
O primeiro comentário é sobre o que aconteceu nos episódios em que Mitchum convida Rory para estagiar no seu jornal (Mitchum é pai do Logan – namorado da Rory). Ela estava indo muito bem. Deu uma organizada geral no departamento, nos papéis, etc. Um dia, após uma reunião, Mitchum diz para a Rory que ela não serve para trabalhar no jornal. Que ela não tinha iniciativa e mais algumas coisas. Ela tentou explicar que ficou no lugar que ele a tinha colocado. Que em nenhum momento ela foi designada para escrever matérias. Que ela não teve tempo de mostrar essa parte. Ou seja, ela contestou de várias maneiras. Ele não voltou atrás. Aliás, disse que estava falando isso pelo bem dela. Até parece!! Ouvir essas palavras acabou com Rory. Acabou comigo e o Zé também. E sabe o que aconteceu depois? Ela desistiu de estudar. Desistiu do seu maior sonho!
Sei que eu e o Zé ficamos revoltados. A pessoa não pode ir falando o que quer. E da maneira que quer. Tem que pensar nas consequencias. Ele devia ter pensado que acabou com os sonhos da Rory só com algumas palavras.

Os sapatos da Lorelai

Pois bem... Depois da desilusão da Rory, muita coisa aconteceu. Ela foi presa, e por esse ato teve que prestar trabalhos voluntários. Foi morar com os avós (contra a vontade da Lorelai). Do outro lado, Lorelai ficou noiva do Luke. Arrumou um cachorro, que colocou o nome de Paul Anka (em homenagem ao ídolo dela).
Que fique claro que nesse período, os episódios ficaram sem brilho, sem cor. Lorelai e Rory juntas são pura energia o que nos contagia. Elas agitam tudo e todos. Ou seja, os episódios ganham vida. Acho que até por isso o Zé desistiu...
Bom, mas o que eu tenho para comentar é até meio besta, mas já viu... Se eu não escrever vai ficar aqui... Na minha cabeça... Junto com um monte de outros pensamentos. Sem mais delongas... Eu fiquei muito intrigada com as atitudes de Paul Anka. Sabe o que ele fez? Começou a carregar os calçados da Lorelai do quarto dela (que fica no andar de cima), escada abaixo. Engraçado que ele levava o par. Lorelai não queria contrariá-lo, então deixava os sapatos espalhados. Depois ele foi fazendo um caminho com os sapatos até a porta do quarto da Rory. Então um dia ele ficou doente. Uma noite, ele estava muito mal, deitado na cama da Rory. Lorelai passou a noite sentada na cadeira, que fica ao lado da cama, observando ele. Quando Luke foi vê-la, ela começou a desabafar entre lágrimas. Dizia que não estava cuidando bem do Paul Anka, que ela tinha falhado. No fundo, o que ela estava querendo dizer é que tinha falhado com a Rory.
Vou dar um pequeno spoiler... Paul Anka não morreu.rsrs
Depois desse episódio fiquei pensando que ele estava tentando dizer alguma coisa quando carregava os calçados. Por fim, cheguei a conclusão de que ele levava o par do sapato da Lorelai até o quarto da Rory dando a entender que elas tinham que ficar juntas. Que não estava bom do jeito que estava. Que elas formam um lindo par. Será que eu viajei?rsrs

terça-feira, 25 de abril de 2017

Primeiro Feriado

Nossa... Mais de 10 dias sem postar nada. Estranho! Passei por dois finais de semana prolongados (feriado na sexta-feira). Por isso que a gente diz que quanto mais tempo... Menos tempo. 
O que fiz no dia 14 - sexta-feira santa? Lembrei... Fomos dormir de madrugada, pois, uma turminha ficou fazendo barulho (bebendo, fumando...) no terraço de uma casa, que fica ao lado do prédio. Já viu, moramos no 5º andar e com o silêncio da madrugada, quase dava para ouvir o que a moçada falava. Se bem que na maioria das vezes eles berravam. Eu fui dormir antes das duas, o Zé eu nem vi. Ficou lá na sala, andando de um lado para o outro, ligando para a polícia para reclamar.
Acordei na sexta-feira não era 07h30min, com o barulho de alguém quebrando piso. Agora era na casa em frente ao prédio. O Zé acordou "p" da vida, e estressado pela noite mal dormida, quis sair. Sem rumo...
Decidimos ir até a Fazenda do Chocolate, que fica na Estrada dos Romeiros. Essa estrada costuma ser bem tranquila, bem arborizada, além do rio Tietê que fica na margem. Porém, nesse dia ela estava bem agitada. Muitas motos, carros e bicicletas. E para piorar, em um determinado ponto da estrada tinha uma rapaziada "empinando" moto. Imagina se tudo isso não deixou o Zé inconformado, dizendo que não voltaria mais àquela estrada em feriados e finais de semana. A fazenda também estava bem cheia. Mas ali é bem relaxante. Paramos um pouco ao lado do lago e ficamos vendo os patos, os pavões, os cavalos, a lhama, e as pessoas passando pra lá e pra cá. Paramos para tomar um café coado no coador. Tudo isso não levou uma hora. O tempo que ficamos ali. Por fim, acabamos indo almoçar no Piu Piu. 
No Sábado - véspera de Páscoa eu convidei meus filhos para jantarem conosco. Depois de ficar com a dona Odete das 13h às 18h, compramos algumas pizzas e esperamos eles chegarem. Comemos as pizzas, trocamos ovos e chocolates e conversamos muuuito.
O Zé foi dormir antes de eles irem embora porque no dia seguinte ia fazer um "bico" de motorista.
No Domingo de Páscoa, acordei, tomei meu café, lavei (hidratei) o meu cabelo, lavei roupa e finalmente fui para a casa da minha mãe, aonde a família iria se reunir.
Cheguei à casa da minha mãe após às 15h. Lá estavam a Silvana, Sandro, Adriana, Henrique, minha mãe e o Nego. Depois aos poucos foram chegando: a Karen, Sergio e Duda. A Shirlei, Marquinho, Andressa e Cauan. A Eliane, Gabriel e Felipe. A Karen levou um bolo salgado delicioso!
Como eu fui de ônibus, na volta peguei carona com a Eliane, pois o Zé só chegou depois das 21h.
Bom, agora vou para a próxima postagem que é descobrir e relatar o que fiz no feriado da semana seguinte.

Segundo feriado

Continuando...
E o que foi que eu fiz no feriado de Tiradentes – dia 21 (sexta-feira)? Nada. Absolutamente nada!
Dormi até mais tarde na sexta, no sábado e no domingo. Mas não foi porque não tivemos compromissos. Tivemos sim! Porém, nada que comprometesse a minha noite de sono, seguido de um acordar “de livre e espontânea vontade”.rsrs
Na sexta-feira o Zé ficou o dia todo com a dona Odete. Eu tinha combinado durante a semana, que a Eliane levaria carne para fazermos um churrasco na churrasqueira do prédio. E mesmo com a chuvinha que desceu do céu, fizemos. Além da Eliane, Gabriel e Felipe, foram: Karen, Sergio, Duda, Xandi, Shirlei, Marquinho, Bruno, Fernando, Talita e eu. Cada um levou um pouco. Teve carne, linguiça, frango, arroz, salada e vinagrete. Teve até sobremesa. A Eliane levou gelatina – mosaico. E a Karen bolo e docinho. Após o churrasco, subimos um pouco ao apê para continuar a “prosa” e beber um café.
No Sábado, finalmente eu sentei para fazer as declarações IRPF do Bruno, Zé, da Rose – patroa do Bruno e a minha. A tarde fomos ao mercado e shopping comprar presente para o Nicolas, pois, a noite tinha a festinha dele.
A festa para comemorar os 05 anos do Nicolas aconteceu no Buffet Marshmallow. Tinha muita gente. E muitos brinquedos para a criançada e para os adultos. Além dos comes e bebes. O que tinha de diferente nesse Buffet, ou pode ser que seja comum e eu que estou por fora, foi que, quando chegamos o fotógrafo tirou uma foto da gente em frente a mesa decorativa, e no final da festa essa foto – com o Nicolas junto (montagem) foi nos dada como lembrança do aniversário dele.
E o Domingo foi dia de ficar em casa. Ajeitando aqui e ali. Passando roupa. Enfim, foi um feriado em que não viajei, não fui ao cinema, nem ao teatro, nem fui à casa de ninguém. Mas não me arrependo, porque assim... Descansei! 

quinta-feira, 13 de abril de 2017

HUMANO DEMAIS - A biografia do Padre Fábio de Melo


Depois de 45 anos de vida... 28 de estudos teológicos... 21 de carreira musical... e 15 de sacerdócio... o dia em que descobriu que finalmente estava livre para ser o padre que bem entendesse entrava para a lista dos momentos decisivos de sua vida. Era como os aconselhamentos com a Tia Ló na adolescência, o encontro com padre Léo diante de lágrimas e uma garrafa a’água no corredor do convento de Brusque, o dia em que ele mostrou suas músicas ao padre Joãozinho, a gravação do primeiro disco solo e a explosão do disco FILHO DO CÉU, a conquista do Brasil com o disco VIDA, a chegada ao Canecão, o reconhecimento da Igreja ao convidá-lo a receber o papa Francisco, e, mais recentemente, a chegada ao Theatro Municipal. A experiência humorística no Snapchat, que seguiria se renovando com personagens como Dioclécio, o Exausto, era “definitivamente, um divisor de águas pra mim... se alguém tinha duvida da minha espontaneidade, não tem mais... do que eu posso fazer para aproximar, pra estar perto e ser eu mesmo”.
Ser ele mesmo era mais importante que tudo. O menino precisou ser “expulso” de sua cidade natal para fugir dos problemas da família e descobrir o mundo, o adolescente que precisou aprender a controlar seus instintos masculinos para ser padre, o seminarista que nem conseguiu cuidar de seu lado travesso... Se Fábio de Melo passara a vida amansando seu lado transgressor para que os críticos não se aproveitassem de seus equívocos e tentassem desqualificá-lo, chamando-o de web-celebridade ou padre-cantor... Se até Valéria, a grande amiga da adolescência, dizia que preferia ficar com suas lembranças, pois, “o padre Fábio é um e o Fábio José, filho da dona Ana, é outro”, agora Fábio José de Melo Silva descobria que podia tudo ao mesmo tempo: teólogo e humorista, conselheiro e irônico, canto e pregador, o que quisesse, pois as críticas não o atingiriam mais. Não precisava provar a mais ninguém que sua principal missão era divulgar os ensinamentos de Jesus Cristo, espelhando-se no modelo evangelizador do apóstolo Paulo, levando o cristianismo a quem não o conhecia, interpretando-o quando julgasse necessário, pregando em teatros, falando de religião quando não quisesse. Fábio de Melo passava a ser Fábio de Melo em qualquer circunstância, ou Fábio José, ou Zé da Silva, ou Fabinho, pois todos eles se reencontravam naquele padre único, que agora vive por aí sorrindo e brincando como se ainda estivesse em Formiga.

Em "HUMANO DEMAIS - A biografia do Padre Fábio de Melo", p. 402-403

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Relembrando a Páscoa de 2007

Com a proximidade da Páscoa e o aniversário do Henrique que foi no dia 07, lembrei-me de um episódio da minha vida. Aconteceu há 10 anos. Como costumo dizer: “pirei”.
Eu estava desconsolada (louca mesmo) porque depois de inúmeras idas e vindas do Rubens, em um dia do mês de março de 2007, ele foi embora de vez. Prometeu nunca mais voltar. Eu ainda rezei muito para ele voltar, mas não era para ser. Então, resolvi que tinha que fazer alguma coisa. E fiz...
Comprei passagens de ônibus para mim, e os filhos, com destino a Itanhaém. Ia ficar na casa do meu primo Luciano que estava morando lá. Não lembro se eu o avisei, e a Luciana – esposa dele - que estava indo.
Minha mãe vendo a loucura que eu estava fazendo, ou com receio de eu fazer outra maior, resolveu ir junto. Chegamos a rodoviária de Santos e depois pegamos um circular até onde meu primo morava. O ônibus lotado. Tinha muita gente mal encarada. Lembro que em alguns momentos eu olhava para os meus filhos que estavam sentados nos outros bancos e pensava: Meu Deus, o que estou fazendo? Chegamos no Luciano já era noite.
A Luciana e as irmãs dela estavam fazendo ovos de páscoa. Tinham muitas encomendas. Coitadas. A gente deve ter atrapalhado muito. Visita em horas assim não é legal. Mas acha que eu tinha discernimento para perceber isso?
E onde o Henrique entra nessa história? Acho que ele e a Adriana, vendo a loucura que eu tinha feito, pegaram o carro e foram para Itanhaém também. Chegaram no dia seguinte.
Apesar de eu estar acabada – literalmente. Na época pesava 12 quilos a menos que hoje. E acreditem... Não estou gorda hoje. Apesar de tudo nos divertimos muito na praia. Até hoje a gente fala que foi uma das nossas melhores viagens para a praia. Ficamos bem a vontade. À noite a gente ia à feirinha. Em uma das noites - deve ter sido no aniversário do Henrique - fizemos um churrasquinho. Enquanto isso, a Luciana e as irmãs faziam ovos de chocolate.
Não lembro exatamente o dia que chegamos lá. Saímos no Domingo de Páscoa. Isso eu sei, porque no ônibus, eu vi um pai ligando para o filho, dizendo que ia buscá-lo na rodoviária, e no início da conversa teve um: “Feliz Páscoa”. Lembro também que nesse momento fiquei triste pelos meus filhos, porque eles estavam ali, sentadinhos. Eu nem comprei ovos de Páscoa para eles. Pensei também que o pai bem que podia ligar para eles, para desejar “Feliz Páscoa”. Mas isso não aconteceu.
Bom, mas tudo isso passou. Saímos todos ilesos. Fisicamente, com certeza. Psicologicamente também espero que sim. Por mim, eu superei. Meus filhos, quando conversamos sobre esse episódio, eles são unânimes em dizer que se divertiram muito. O Henrique só ri. Minha mãe e a Adriana - meus anjos protetores - nem sei o que pensam, mas com certeza elas compreenderam a minha atitude, e porque não dizer, a minha loucura.
Quando lembro desse episódio fico com um pouco de vergonha, mas sei que naquela época, fiz o que achava que tinha que fazer. Como dizem para para mim, e concordo... O que fiz ou passei tornou-me a pessoa que sou hoje. E uma certeza eu tenho. Sou menos louca.rsrs

domingo, 9 de abril de 2017

Mudanças...

E hoje comecei a embalar minhas coisas. Comecei pelos meus CDs. Não podia ser diferente.rsrs
Ainda não falei por aqui, mas... Estamos de mudança. Para onde ainda não sabemos. 
Depois de mais de 10 anos morando no mesmo lugar, o proprietário pediu o apartamento. O Zé está fulo da vida. Eu não! Tem coisas na vida que são previsíveis – inevitáveis. Isso acontece quando se está morando em um imóvel que não é seu, com certeza um dia terá que sair.
E por que não sabemos para onde iremos? Primeiro porque o Zé não quer mais morar de aluguel. Ainda bem que ele acordou. Chega uma hora na vida que temos que pensar em ter um cantinho seu para passar os fins dos dias, com tranquilidade. Para mim, isso é essencial.
Chegamos a ver a possibilidade de financiar um apartamento. No andar abaixo do nosso tem um apartamento à venda. Porém, meu salário não dá financiamento. O Zé até consegue financiar por causa da conta que ele tem no banco, mas aí não conseguimos pagar as parcelas, porque, por enquanto só eu estou trabalhando.
Sendo assim, o mais provável é que iremos morar com a mãe dele uns tempos. A casa dela é muito grande. E nossos móveis ficariam em uns cômodos que tem no fundo do quintal. Esse tempo seria até o Zé aposentar, assim conseguiremos financiar um imóvel.
Tem mais uma coisa acontecendo. Essa semana, o Zé e as irmãs vão conversar com um possível comprador da casa dos pais deles. Esse comprador está propondo comprar, e deixar a mãe deles morando na casa. Caso isso aconteça, provavelmente os irmãos vão dividir o valor, e cada um vai ficar com a sua parte. Deixando claro aqui que essa venda não é de total acordo do Zé. Mas, como ele é minoria, como ele mesmo diz... É voto vencido. Se isso acontecer, talvez com a parte dele dê para comprar, ou pelo menos dar de entrada em um imóvel.
Eu entreguei nas mãos de Deus. ELE decide o que é melhor pra todo mundo. Enquanto isso eu vou embalando minhas coisas. 

Desesperados

Categoria: Adulto
O depoimento de Bia é, no mínimo, impactante. Segundo ela, a peça “Desesperados”, a salvou de uma tentativa de acabar com a própria vida. Ainda que seja exagero de estrela, a moça, nascida da imaginação do autor Fernando Ceylão, garante que veio com tudo para, junto com seus companheiros de cena, fazer a plateia morrer de rir. No total são mais de 40 personagens que se esbarram e ganham vida em diferentes esquetes. Com uma carpintaria mais do que elaborada, o espetáculo permite, numa única cena, várias trocas de personagens. Para tanto, o autor lançou mão da criatividade e chegou a um recurso de fácil entendimento: tarjas com nomes dos personagens coladas no peito de cada ator, que podem ser trocadas a qualquer momento.
Com a direção do experiente João Fonseca, “Desesperados” pode ser vista de duas maneiras: como uma divertida peça de esquetes, mas também como uma única peça. Isso porque ao assistir ao espetáculo, você vai entendendo que o personagem de um esquete aparece em outro esquete e, assim vamos acompanhando a trajetória deles.
Cada um desses esquetes tem início, meio e fim e poderia ser apresentado isoladamente. Porém, a costura do espetáculo os transforma num quebra cabeças elaborado, resultando em uma trama maior. O texto fala de solidão, de encontros, desencontros e vida no mundo moderno, mas tudo de uma maneira bem divertida.
O elenco conta com Marcus Majella, Pablo Sanábio e Pedroca Monteiro, três atores com longa trajetória em comédia, o que só pode dar num resultado realmente engraçado.
Ficha Técnica:
Autor: Fernando Ceylão
Direção: João Fonseca
Elenco: Marcus Majella, Pablo Sanábio e Pedroca Monteiro
Duração: 70 minutos (aproximadamente)
Classificação Etária: 14 anos
Gênero: Comédia
Fonte: http://www.teatroiguatemicampinas.com.br/desesperados/

***
Fomos ontem assistir "Desesperados" - sessão das 21h, no Teatro Iguatemi.Mais uma vez ganhamos os ingressos do Correio Cult.
Quando vi que ganhamos, fui pesquisar o que seria a peça. O que mais me animou foi ver que no elenco tinha o Marcos Majella. Conheço-o dos programas 220 volts, do Paulo Gustavo. Sei que hoje ele tem programa, e tem até filme que vai estrear (ou já estreou) no cinema, tendo ele como protagonista. Sinal de que ele está "mandando bem".
E quando o Zé pegou os ingressos e viu que nossos assentos eram D15 e D16? Primeiro ficamos felizes, devia ser bem pertinho. Depois ficamos receosos. Perto demais a ponto de sermos abordados pelos atores? E quanto entramos e vimos que estávamos no corredor? A preocupação aumentou. O Zé até comentou que a gente pode falar que não vai subir ao palco quando eles chamam. Porém, lembramos que talvez, pelo estilo da peça, eles não teriam tempo de irem até o público. E que foi o que aconteceu. Graças a Deus.rsrs
Os três ficam o tempo todo no palco, cujo cenário era composto de mesas e cadeiras (de plásticos) vermelhas. Inclusive, no fundo elas estavam penduradas.
Os três atores, vestidos de preto, entravam e saiam o tempo todo - às vezes nem saiam - pois não trocavam o figurino, somente trocavam os nomes que eram pregados com velcro, na camiseta. De vez em quando eles se embaralhavam com os nomes, o que tornou o espetáculo mais engraçado.
E como ele eram ágeis. Chegaram a suar tamanha era a agitação. Os três são ótimos. Fui pensando que veria somente o Marcos dando show, mas não. Os três são muito, muito talentosos. Um espetáculo que vale a pena indicar e voltar mais vezes...

sábado, 8 de abril de 2017

Noite do foundue - niver do Henrique

Ontem teve a noite do fondue na casa da Eliane e Gabriel, para comemorar o aniversário do Henrique. Hoje tem mais comemoração. O Henrique, Adriana  e mais algumas pessoas vão jogar boliche. Eu e o Zé não vamos poder ir porque estamos na dona Odete e mais tarde vamos ao teatro.
Por isso, quando comentaram que iam comemorar com foundue e todos estavam convidados, não pensamos duas vezes. Acabamos indo direto da academia. Passamos para pegar a Duda, pois o Sergio e a Karen foram trabalhar. E a Duda ia dormir na Eliane.
O foundue estava delicioso. Tinha de carne, frango, linguiça, pão... E de frutas: uva (sem semente), morango, banana, maça, kiwi, abacaxi. Para beber tinha caipirinha de vodka (feita pelo Zé), cerveja e refrigerante. A Adriana tinha comprado um vinho, mas derrubou na portaria. Ficamos na vontade.rsrs
Eu como da outra vez, fiquei só lavando uma ou outra louça, e limpando o que dava. Não sei fazer essas comidas diferentes. Aliás, com esses encontros estou aprendendo a comer pratos diferentes. E estou adorando!
E como da outra vez (comida mexicana) a gente comia e falava qual seria a próxima culinária que iríamos fazer. No meu caso... Comer.
Como a gente não gosta nadinha de comer, beber e conversar, tudo é motivo para a gente se juntar para concretizar. Afinal é muito bom.
Então Feliz aniversário ao Henrique, pois, sem ele (e a sugestão dele), esse encontro não teria sido possível. Ou teria?