sexta-feira, 27 de junho de 2014

5º dia de férias. Saída de Gramado/RS




Saímos de Gramado logo após o café da manhã. O dia amanheceu com uma forte serração. Íamos ficar por mais um dia, mas como a previsão era de chuva decidimos “levantar acampamento”. O plano B era parar no Beto Carrero. Acabamos desistindo a poucos quilômetros da cidade de Penha, onde está localizado o parque. Motivo? Previsão de chuva. Partimos então para o plano C... Parar em Curitiba e foi isso que fizemos. Chegamos à cidade passava das 20horas. Foram mais de 9 horas na estrada. Pegamos chuva, trechos lentos em Florianópolis e Balneário de Camburiú e um congestionamento em Laguna. Mas correu tudo bem. Voltamos ao mesmo IBIS que ficamos semana passada. Deixamos as bagagens no quarto e descemos para comer um cachorro quente em frente ao hotel.
Agora, depois de um banho quentinho, dormir vai bem, afinal amanhã é outro dia... O 6º dia das férias.

terça-feira, 24 de junho de 2014

2º dia de férias. 2º dia em Gramado_RS

Enquanto descansamos um pouco, tentarei ser breve para descrever o que fizemos durante o dia. Ser breve. Será que consigo? Vamos ver.rss

Nosso dia começou assim... Logo após um delicioso café da manhã, regado a sucos, frutas, pães, bolos, geleias, croissants doces e salgados, pão de queijo, e como não podia faltar... O café.  
Café da manhã
Eu que preparei tudinho nesse pequeno fogão.rss

Saímos a pé para passear e então conhecer um pouco a cidade. Não fez muito frio. O termômetro marcava 15 graus. Precisamos levar um guarda-chuva, pois de vez em quando chovia um pouquinho.

Ficamos maravilhados – para não dizer boquiabertos - com tudo que víamos. Eu não conheço a Europa, mas o Zé disse que se sentia lá. Com certeza é mais bonita que Campos do Jordão. Ah! Isso é.

Conhecemos a Rua Coberta. Não encontro palavras para falar sobre os restaurantes que possuem cadeiras forradas com peles. Em um deles, tem até cachecol sobre o encosto. Passar frio ali... Jamais!rss

No teto dessa rua, uma faixa que vai de uma ponta a outra nos tons verde e amarelo. No final dela está montado um telão, onde deve estar sendo transmitidos os jogos do Brasil. Ou da copa. Em frente à Rua Coberta está o prédio do festival de Cinema de Gramado.
Passamos também pela Igreja Matriz São Pedro que foi construída em 1943 com pedras basálticas, possui uma torre de 46 metros de altura. Ela é bem rústica – por dentro e por fora. Entramos mas não quis tirar foto lá dentro. Também não sei se podia. Do lado de fora - no páteo em frente - tem as estátuas dos doze apóstolos de Jesus Cristo. Só suspirando diante de tanta maravilha!!

Voltamos para o hotel para descansar um pouquinho. Bem pouquinho.rss
Depois do merecido descanso, saímos de carro para ir um pouco mais longe. Primeira parada - o Parque do Lago Negro. A criação desse lago (um lago artificial) nasceu das cinzas de um incêndio que devastou parte do patrimônio da família Bier na década de 40. O Zé leu no guia quatro rodas que tinha um passeio de carrinho em volta do lago. Porém chegando lá, não era carrinho. Era barco a vela, ou Cisne (pedalinho). Quando o Zé viu que teríamos que pedalar... Arriou.kkkk
Resolvemos então ir conhecer o Museu Medieval. É legal, mas a gente esperava mais. Se paga 15 reais por pessoa para ver armas de tudo quanto é tipo de facas, espadas, armaduras, etc. Ali podia tirar foto de tudo, menos dos brasões. 
De quebra, por ser perto saímos dali e fomos conhecer a Prawer, fábrica do 1º chocolate artesanal do Brasil. Não quis adentrar para ver a fabricação. Ficamos somente na loja. Pensa em um lugar lindo e apetitoso. Se não tivesse a pretensão de entrar em um regime, engordaria só de olhar.rss
Ainda, não contentes, resolvemos passar na Aldeia do Papai Noel. Não quis entrar porque não estava no clima de Natal. E também já estava meio tarde para ver todas as atrações que tinha lá dentro. Só entramos na lojinha, onde o Zé comprou uma moeda.

Voltamos para o hotel para deixar o carro e as roupas de frio e saímos pela rua para conhecer mais um pouquinho. Ah! Acho que não comentei. Este hotel fica no centro da cidade, na rua principal, a poucos metros dele está a Rodoviária, além de estar próximo da maioria dos atrativos turísticos. Sendo assim, a gente vai e vem para o hotel a todo momento.rss
E quase em frente conheci uma flor que mais parece uma alface. Não me contive e perguntei a moça de uma agência de turismo, e ela me contou que o nome é repolhinho. Que é um repolho cultivado para decoração. Perguntei se podia comer. Ela falou que até pode. Espero que ela não tenha pensado que eu ia colher um para comer.rss
De volta ao hotel... uma pausa para um descanso.rss Este hotel é muito aconchegante. Logo na entrada, ao lado da recepção, tem uma sala de TV. Ela está mobiliada com dois sofás, duas poltronas, uma mesa de centro e uma estante com uma televisão enorme. Tem também um fogão a lenha, onde fica uma chaleira com água esquentando. Isso mantém essa sala bem aquecida. Na lateral têm um balcão e sobre ele, uma garrafa térmica com água quente, saquinhos de chá - de tudo quanto é sabor, além de bolos, bolachas, que os hóspedes podem se servir, a hora que quiserem.  

Resolvemos dar uma pausa para o chá das cinco.rss
Agora, enquanto digito este texto, o Zé está cochilando um pouquinho. Pensa que não cansa descansar? Afinal, daqui a pouco vamos “bater perna” novamente. Em uma noite fria, nada melhor que um chocolate quente! Servidos?

domingo, 22 de junho de 2014

1 dia antes do início (oficial) das férias - Passeio de trem Curitiba_Morretes

O Zé colocou o celular para nos despertar às 6h30min. Vinham nos buscar no hotel entre 7h e 7h30min.
Estávamos no saguão do hotel, quando entrou um senhor e chamou pelo Zé. Não era sete e meia. Fomos os últimos a serem pegos. Em menos de 20 minutos estávamos na rodoferroviária.
Descendo da van o guia Sr.Teodoro passou as instruções. Em português e inglês, pois tinha uma família de americanos com a gente.
O trem sairia às 8h15min. Fomos pegar um pingado e pão de queijo para comer. Vendo que não daria tempo, acabamos por terminar - o nosso café da manhã - no trem.

Como funciona esse passeio: Os trens são da Serra Verde Express. Optamos por viajar no vagão turístico que tem direito a serviço de bordo com 1 água ou refrigerante, kit lanche e guia (português). O valor? R$ 398,00 os dois. Quando o Zé fez as reservas – lá no dia 05 de junho – iríamos e voltaríamos de trem, porém preocupado com o trajeto hotel/rodoferroviária e estacionamento, ele resolveu pagar um pouco mais (R$ 80,00) que incluía o transfer hotel/estação rodoferroviária/hotel, o almoço (barreado) no restaurante da própria Serra Verde e “tour” por Morretes e Antonina.
A viagem leva pouco mais de três horas. Parece muito, mas não é. Ali dentro a gente faz amizades, come, bebe, levanta... Vai para um lado e para o outro, a fim de tirar fotos legais.
Lá na estação, quando o Zé pegou as passagens (os assentos são numerados) ele disse que perguntou a atendente qual o melhor lado do trem e ela respondeu: _O lado de dentro.rss Tivemos sorte, pois ficamos do lado esquerdo do trem, onde estavam as melhores atrações.
A guia a qual apelidamos "ferromoça"

Dentro do trem difícil era ficar sentado
O pessoal todo do lado esquerdo
Ethan Hawke 
Conforme o trem se aproximava de uma atração a guia, que nós apelidamos de “ferromoça” fazia a descrição da mesma. Eu não prestei atenção em quase nada. Só queria ficar olhando pra fora, sentindo aquele cheirinho de mata molhada. Nunca vi tanto verde e o trem passa tão próximo que quase podíamos tocar nas folhas, plantas. Na verdade... Eu trouxe umas folhas – não sei do que.rss
Eu tirava fotos de tudo lá fora e o Zé de todos lá dentro.kkkk Tinha um rapaz - estrangeiro - que era o Ethan Hawke sem tirar nem pôr. Minha vontade era de pedir licença para a namorada dele e convencer ele a tirar uma foto comigo. O Zé nem ia brigar, ele também estava admirado de ver o quanto o rapaz parecia o ator.
Durante o passeio, passamos por Represa, Barragem, Santuário, Picos, Pontes, Diversos túneis, pessoas caminhando, trabalhadores...























Porém, sensação indescritível é quando o trem chega ao Viaduto do Carvalho – onde temos a sensação de estarmos flutuando com o trem. A palavra que ouvia de todos era. Meu Deus! E algumas mulheres ainda complementaram. Que medo! Eu falei isso tudo e se não me engano... Socorro!rss
A viagem toda é emocionante e inesquecível. Depois do Viaduto do Carvalho e já nos sentindo mais seguros começamos a nos aproximar de Morretes.
Dentro do trem, funcionários da serra Verde passam vendendo lembranças do passeio. Imãs, Chaveiros, Cartão Postal, Fotos, etc.

Lá fora já na cidade, aproximando da estação, várias crianças estavam na beira dos trilhos acenando para os passageiros. Algumas nem olhavam para a gente, ficavam ali, paradas, simplesmente acenando. Vi que alguns passageiros atiravam coisas pra elas. Talvez seja por isso que elas ficam ali. Se um dia eu voltar a fazer esse passeio levarei algo para jogar para elas. Fiquei triste porque vi que uma ou outra pegavam alguma coisa. Outras não.


Chegando à Morretes, o Sr.Teodoro já nos esperava.
Chegada em Morretes




Quando ele reuniu todos os passageiros levou-nos ao restaurante. As mesas já estavam reservas. Sentamo-nos com um casal e a filha.
Além de saladas, bolinho de camarão, peixe-frito, apreciamos o tradicional “barreado”. A garçonete prepara o prato de barreado, ensinando, passo a passo. Na outra mesa, pude observar o garçom preparando e ensinando – em inglês - para os estrangeiros.
Aliás, o que tem chamado a minha atenção tanto em Curitiba, como em Morretes é que esses profissionais: recepcionista hotel, guias turísticos, garçom, até mesmo alguns vendedores falam outros idiomas.
Eu preparei o meu barreado e sinceramente... Não gostei muito. Achei sem gosto. Modéstia a parte, a minha carne desfiada para comer com pãozinho é bem melhor.
Zé preparando barreado dele.
 Após o almoço passeamos um pouquinho – onde deve ser o centrinho turístico – pois ali tem diversos restaurantes à beira rio, barracas de artesanato, balas, doces, etc. Sentamos um pouquinho na praça para descansar e observar os turistas, principalmente os estrangeiros. Tinha bastante Australiano. Amanhã terá jogo da Austrália e Espanha em Curitiba. Tinha argentino, italiano também, mas a maioria era australiano.



Ah! Adivinha com quem cruzamos perambulando por ali? A mulher (doida) de ontem.rss
Esperamos dar a hora e fomos para a van. O combinado foi de nos encontramos às 14h30min em frente a igreja.
O guia Sr.Teodoro
No horário combinado todos estavam lá. Seguimos para um tour por Morretes e Antonina. Em Antonina fizemos uma parada na Igreja Matriz de Nossa senhora do Pilar. Do lado de fora da igreja, uma vista maravilhosa. Sentei-me no banco de pedra que tem ali e fiquei olhando para o rio, para as ruínas do que deve ter sido uma fábrica, etc. Ficar ali, olhando, apreciando tudo aquilo, mesmo com a presença das pessoas- turistas - à minha volta, deu uma sensação de bem estar, de paz, de tranquilidade. Abençoadas as pessoas que vivem ali e podem desfrutar daquele lugar.

Em frente a Igreja de Antonina
Vista da igreja de Antonina












Teatro Municipal de Antonina
Depois de Antonina, hora de voltar para casa. Eu já estava esgotada. Acho que um pouco sem ar, de tanto suspirar ao ver maravilhas.rss
Cheguei até a tirar um cochilo gostoso dentro da van. Acordei já chegando em Curitiba.
Chegamos ao hotel, tomamos um banho e saímos para passear na praça e quem sabe comer um cachorro quente acompanhado de um quentão.
Demos azar, pois chegando à praça todas as barracas que faziam lanches ou comidas típicas já estavam fechadas, ou fechando. Pegamos um quentão e saímos procurando lugar para comer. Acabamos parando na Rua 24 horas, onde comemos um lanche do Subway.
Agora sim é hora de parar de vez e dormir. Amanhã é dia de pegar a estrada rumo à Gramado.
Hoje vou sonhar com os anjos, uma vez que quase cheguei a vê-los, afinal vi tanta maravilha que só posso ter ido ao paraíso.rss

sábado, 21 de junho de 2014

2 dias antes do início (oficial) das férias - Curitiba_PR

Nossas férias oficiais começam daqui a dois dias e já estamos em outra Cidade, outro Estado. Eu bem que não queria acordar muito cedo, mas já viu... A ansiedade não me deixou ficar na cama. Acabei acordando no mesmo horário de todos os dias. Saímos de casa às 7h11min. Decidimos tomar café em um posto em que paramos em outra viagem, que fizemos para Minas Gerais. Só esquecemo-nos de um detalhe. O posto ficava do lado oposto de onde iríamos. Ainda bem que o Zé percebeu a tempo de retornar ainda dentro de Campinas.rss
A viagem foi tranquila. Em alguns trechos o transito ficava lento, devido a obras na pista, agravado pela chuvinha fina e incessante que caía.
Trânsito lento - à nossa frente um carro da Argentina
Chegamos ao Hotel (IBIS) passava das 14 horas. O Zé fez o check-in e após arrumarem um quarto, subimos para deixar as malas. Descemos em seguida rumo à rua, afinal tínhamos somente “o hoje” para conhecer a cidade, uma vez que amanhã já tinha o passeio de trem agendado.
No hotel enquanto aguardávamos liberar o quarto
Resolvemos pegar o ônibus de city tour que nos levaria para as principais atrações da cidade.
Bom, pra pegar esse ônibus foi uma loucura, pois vimos no ponto que ele não passaria mais ali – devido ao horário. Teríamos que pegá-lo na Praça Tiradentes. No caminho encontramos um casal que também iam pegar o ônibus e assim, saímos os quatro perdidos pelas ruas de Curitiba. Cada hora um abordava alguém para saber se estávamos na direção certa. O problema é quando nem mesmo a gente sabia o que estava procurando. A mulher – essa que encontramos no caminho – abordou um senhor e perguntou da Praça Liberdade. O homem olhou para ela e falou: _Não tem essa praça aqui.kkkk Por aí dá para perceber o quanto estávamos perdidos.rss Quando avistamos o ônibus a mulher (que apelidamos de doida) saiu correndo e convenceu o motorista de abrir a porta ali mesmo (não sei onde a gente estava) pra gente.
Estava friozinho, mas quisemos ficar na parte de cima do ônibus - e longe do outro casal.
Esse ônibus “city tour” funciona assim: você compra uma cartela com 5 tíquetes a R$39,90 por pessoa, e tem direito a um embarque e 4 reembarques. Ele percorre aproximadamente 46km em cerca de 2 horas e meia. Dentro dele uma voz eletrônica (feminina) dá uma breve descrição da próxima parada - ponto turístico - parques, praças e outras atrações da cidade. A narração é feita em três idiomas – Português, Espanhol e Inglês. O primeiro lugar que decidimos descer para conhecer foi o Jardim Botânico.
Quando eu avistei a estufa lá longe, fiquei boquiaberta. Nunca tinha visto uma imagem tão, tão... E aqueles jardins? (me fizeram lembrar o filme “sinais”). Conforme caminhávamos pelo jardim até chegar à estufa eu ficava emocionada. Que lugar mais lindo. Ainda não conheci outro igual, ou parecido. O Jardim Botânico é um sonho!!

dentro da estufa
Ficamos ali passeando e fotografando por uma meia hora e então resolvemos pegar o ônibus, ainda tinha o Teatro Opera de Arame que a gente queria muito conhecer.
Passamos pelo Museu Oscar Niemayer e alguns outros pontos turísticos que deu vontade de descer para conhecer, mas não tínhamos muito tempo e já estava escurecendo. 
Museu Oscar Niemayer
Nem tanto pela hora, mas por ser inverno e o frio aumentando. Passamos pelo Bosque Alemão e ali o motorista deu cinco minutos para descermos para fotografar e ir ao banheiro (quem quisesse), com a condição de que não pagaríamos o reembarque. Descemos correndo e fomos ver o mirante.
No mirante do Bosque Alemão

Bosque Alemão
Depois de 5 minutos estávamos no ônibus novamente. 
Dentro do ônibus "city tour"
E então ouvi a “voz” falar que a próxima parada seria o Teatro Ópera de Arame e que ao lado dele está a pedreira Paulo Leminsk. Nossa fiquei toda animada. Pedreira Paulo Leminsk. Sou fã dele. E da mulher dele também.rss
Quando o ônibus se aproximou da parada, fomos informados que no local estava acontecendo a FIFA Fan Fest, com transmissão dos jogos e shows, ou seja, o local estava uma loucura total. Policiais para todo o lado. Dava até medo.

No fim pudemos – ou melhor, decidimos ver somente o Teatro Ópera de Arame, que é um espetáculo. Ficamos tristes, pois ouvimos de uma turista o comentário de que o mesmo está fechado (reforma) há sete anos. Sendo assim, não pudemos adentrar o teatro. Mas o pouco que conseguimos ver, já deu para sentir a magia daquele lugar.




Olhamos, apreciamos, admiramos, fotografamos e reclamamos. Por ele estar fechado - lacrado - e por não podermos conhecer a Pedreira Paulo Leminsk que segundo disseram é um lugar muito bonito. Antes de ir para o ponto tomamos um quentão e dividimos um salgadinho. O quentão deles é feito com vinho. Diferente e por sinal, muuuito gostoso.
Voltamos para o ônibus e como já estava escurecendo e esfriando muito decidimos que não desceríamos mais. Depois dessa parada ninguém mais descia. Só subia.rss
Já estava escuro e muito frio. Sentamos no primeiro banco, mesmo assim o frio era de gelar. Fomos ali em cima, quase que podendo tocar os semáforos, vendo, admirando, apreciando tudo. O Santa Felicidade é um lugar lindo, todo iluminado, parecia que o Natal estava acontecendo ali. 
Santa Felicidade
Ali entrou uma turma, com um carinha que veio animando os passageiros, ora ou outra ele cantava, reclamava do frio congelante, etc. Era só risada o que nos distraía e aquecia.rss
Descemos na Praça Tiradentes. Passamos por entre as barracas de artesanatos, comidas, bebidas. Nunca vimos isso... Eles servem quentão de tudo quanto é tipo - com marshmallow e outros que não lembro. E pinhão? Faz tempo que não via tanto. Era pinhão cozido. Pinhão assado. Não provamos nada disso.rss
Resolvemos passar para conhecer a Rua 24 horas. 

A essa altura já estávamos famintos e cansados. Sem querer andar mais – a pé, ou mesmo de carro, decidimos jantar no Shopping Crystal que fica em frente ao hotel.
Shopping Crystal
Nesse primeiro dia de viagem, aproveitamos muito. Gostei muito de Curitiba. Impressionada fiquei com os tubos onde os passageiros aguardam os ônibus. Imagine se isso funcionaria em Campinas? Também não sei se por causa da copa, mas por todo o lado que a gente ia tinha estrangeiros.
O tubo e o mais impressionante é que dentro de cada um fica um (a) cobrador (a).
A melhor coisa que fizemos foi o passeio no ônibus de turismo, pois pudemos conhecer alguns lugares que queríamos e outros que nem sabíamos da existência. Pena que não deu para parar em todos. Acabamos ficando com dois tíquetes cada um e com a promessa de voltar na próxima semana e quem sabe conhecer os pontos turísticos que faltaram.