terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Jumanji - Bem-Vindo à Selva

Título Original: Jumanji: Welcome to the Jungle
Data de lançamento: 4 de janeiro de 2018 (1h 59min)
Direção: Jake Kasdan
Elenco: Dwayne Johnson, Jack Black, Kevin Hart
Gêneros: Fantasia, Ação
Nacionalidade: EUA
Sinopse: Quatro adolescentes encontram um videogame cuja ação se passa numa floresta tropical. Empolgados com o jogo, eles escolhem seus avatares para o desafio, mas um evento inesperado faz com que sejam transportados para dentro do universo fictício, transformando-se nos personagens da aventura.
Fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-210318/


Estava ficando preocupada. Esse filme já estava começando a sair dos cinemas e eu não conseguia ir ver. Estava difícil porque o Zé disse que queria ver legendado. E durante a semana só tinha sessão (legendado) depois das 21h. Aí não dava né? Tinha que trabalhar no dia seguinte.
Para piorar, eu estava um pouco indecisa, pois, a Caroline falou que achava melhor a gente assistir dublado. Disse que tinha muita cena de ação, então a gente poderia não acompanhar. Será? _pensei.
Ontem acordei decidida a ir de qualquer jeito. Fomos à tarde na casa da minha mãe levar um computador para ela. Aproveitamos para ver onde o filme estava sendo exibido. A gente já tinha decidido também que íamos encarar o legendado. Estava tendo sessão no Cinemark, do Shopping Iguatemi. Pronto... Resolvido! Como a gente tinha almoçado tarde e comido bolo de fubá com goiabada e tomado café na minha mãe, dividimos um copo de açaí com banana.
A sala do cinema estava cheia (quase lotada). Muitos jovens. Eu adoro!

O filme começa em 1996 com um homem encontrando o tabuleiro do jogo Jumanji na areia da praia. Ele entrega para o filho que o coloca de lado, dizendo que ninguém mais joga aquele tipo de jogo. E ele vai jogar no videogame. Quando começa aquele barulho dos tambores, ele olha na caixa do jogo e aparece dentro dela um cartucho de vídeo game. Ele coloca o cartucho no aparelho.
Na sequência conhecemos quatro personagens clássicos do colegial americano: Moose - o atleta, Bethany - a garota popular, Spencer - o nerd e Matha - a anti-social que se esforça para não parecer bonita. Por uma série de fatores, os quatro acabam mandados para a detenção.  Na detenção, eles encontram um vídeo game e decidem jogá-lo. Cada um escolhe seu personagem e, ao final, acabam sugados para o game.
E o que vem adiante é muito, muito engraçado. A gente ria o tempo todo. E dava uns pulos na cadeira.rsrs Isso que eu acho legal quando a sala está cheia. Fica tudo mais emocionante. Mais envolvente.
Eu assisti o primeiro Jumanji um milhão de vezes. Adoro! E gostei desse do mesmo jeito. Tanto que vou querer assistir mais um milhão de vezes.
Fiquei tão empolgada que, chegando em casa, a primeira coisa que fiz foi colocar nos grupos da família que tinha assistido. Que era maravilhoso! Que isso... Que aquilo.rsrs
E no dia seguinte falei para a Caroline que tinha assistido. E legendado. Pelo menos eu não tive dificuldade com a legenda.
Acho que parei com as maratonas de filmes no cinema. Se bem que vi os trailers de um ou dois que achei interessante...
Então, pode ser que logo mais eu tenha mais postagens sobre filmes.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

The Post - A Guerra Secreta

Título original: The Post
Data de lançamento: 25 de janeiro de 2018 (1h 57min)
Direção: Steven Spielberg
Elenco: Meryl Streep, Tom Hanks, Sarah Paulson
Gêneros: Drama, Suspense
Nacionalidade: EUA
Sinopse: Kat Graham (Meryl Streep) é a dona do The Washington Post, um jornal local que está prestes a lançar suas ações na Bolsa de Valores de forma a se capitalizar e, consequentemente, ganhar fôlego financeiro. Ben Bradlee (Tom Hanks) é o editor-chefe do jornal, ávido por alguma grande notícia que possa fazer com que o jornal suba de patamar no sempre acirrado mercado jornalístico. Quando o New York Times inicia uma série de matérias denunciando que vários governos norte-americanos mentiram acerca da atuação do país na Guerra do Vietnã, com base em documentos sigilosos do Pentágono, o presidente Richard Nixon decide processar o jornal com base na Lei de Espionagem, de forma que nada mais seja divulgado. A proibição é concedida por um juiz, o que faz com que os documentos cheguem às mãos de Bradlee e sua equipe, que precisa agora convencer Kat e os demais responsáveis pelo The Post sobre a importância da publicação de forma a defender a liberdade de imprensa.
Fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-254356/

Quis assistir esse filme por causa dos atores. Tom Hanks e Meryl Streep. Mais por causa dele. É um dos meus atores favoritos. Tinha lido a sinopse do filme. Não entendi muito bem de que se tratava, mas não foi empecilho para eu não querer ir ver.rsrs Também não foi empecilho o fato de a Caroline que trabalha comigo falar que não gostou muito do filme. Achou muito parado! Lembrei-me de quando assisti ao filme “Lincoln’. No trabalho fiquei falando o quanto tinha gostado, e fui tão convincente que o Júlio - que trabalhava comigo na época - foi assistir também. No dia seguinte ele contou que quase dormiu na sala do cinema.  Os jovens não curtem muito filme parado. Pelos menos alguns que eu conheço. Por isso não dei ouvido ao que a Caroline disse.
Fomos novamente no Cineflix do Shopping Galleria. Sessão das 19h20min. Mas antes passamos na academia para cumprimentar a Vanessa (professora de Pilates). Ela estava fazendo aniversário. Apesar de comer um pedaço de bolo, chegando no Shopping fomos comer um lanchinho com batata no McDonald's. 

Sobre o filme:
Quando comecei a assistir entendi que se tratava do jornal The Washington Post. Kat (Meryl) é a dona do mesmo. O jornal tinha sido do pai dela, que passou para o marido dela. Após a morte do marido, ela precisou assumir a direção. A gente percebe que ela é um pouco insegura. No meio de tantos homens, ela tem alguns aliados, e outros que duvidam da sua capacidade. Em algumas decisões ela pede conselhos para seu braço direito (que não lembro o nome).
Ben (Tom) é o editor chefe do jornal (o Zé demorou um pouco para reconhecer o Tom. Eu estranhei o penteado (de lado), mas reconheci logo nas primeiras falas). Sua maior preocupação é estar à frente do seu concorrente, o jornal “The New York Times”. Mas essa não é uma tarefa fácil! Até que um dia ele vislumbra a oportunidade do jornal se destacar, ao ver seu concorrente ser processado por ter publicado material confidencial sobre o envolvimento do governo na guerra do Vietnã.
Um dos funcionários do jornal conhecia a pessoa que tinha esses arquivos confidenciais. A mesma que, provavelmente tinha entregue a parte que o New York tinha publicado. Ben pede a ele para tentar conseguir o restante. E ele consegue! De posse do material, eles têm pouco tempo para juntar as partes, depois precisavam datilografar e mandar para os últimos ajustes e publicação. Porém, o mais difícil seria conseguir a autorização de Kat para publicar.  Ela estava sendo pressionada. Tinha de um lado os advogados dizendo o “perigo” que correriam se publicassem (inclusive podendo ser presos). E os executivos da empresa que temiam pelo fim do jornal, caso acontecesse um processo. Do outro lado Ben querendo publicar, pois, via ali a chance de o jornal se destacar.

Gostamos muito de ver o funcionamento da fabricação do jornal. As peças sendo juntadas. Os jornais sendo impressos e montados. Aquele monte de jornal pendurado, depois sendo dobrado e o pessoal levando-os para os caminhões. Ficamos impressionados (achei lindo e fiquei um pouco emocionada) e bateu uma pequena melancolia. Afinal vivemos um tempo em que o jornal de papel está se tornando obsoleto. Então ver aquela cena despertou nosso lado saudosista.
Como não fui esperando muita coisa do filme, posso dizer que ele superou minhas expectativas. Muito bom! 

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

O Destino de uma Nação

Título Original: Darkest Hour
Data de lançamento: 11 de janeiro de 2018 (2h 06min)
Direção: Joe Wright
Elenco: Gary Oldman, Kristin Scott Thomas, Ben Mendelsohn
Gêneros: Histórico, Drama
Nacionalidade: Reino Unido
Sinopse: Winston Churchill (Gary Oldman) está prestes a encarar um de seus maiores desafios: tomar posse do cargo de Primeiro Ministro da Grã-Bretanha. Paralelamente, ele começa a costurar um tratado de paz com a Alemanha nazista que pode significar o fim de anos de conflito.
Quase fui assistir a esse filme no dia da estreia. Queria... Mas tinha combinado com a Priscila um cafezinho em casa. Estava só aguardando ela confirmar. O que ela fez um dia antes.
Dias depois, assim que o Zé chegou de viagem eu falei que queria ir ao cinema. E quando ele soube de que se tratava, concordou de irmos. A gente conhecia um pouco da história do Winston Churchill da série "The Crown", por isso ficamos interessados no filme.
Combinamos que iríamos em uma terça-feira. Então ontem, o Zé me pegou na saída do trabalho. Fomos ver no Cineflix do Shopping Galleria. Tinha um horário bom e o preço melhor ainda. O Zé não pagou entrada (idoso), e a minha foi R$ 10,00 (meia).


No filme, além do Churchill conhecemos algumas figuras importantes nas decisões dele, e uma delas é nada mais nada menos que o Rei George VI (obs.esse é o terceiro Rei George VI que conheci no último ano. O primeiro na série The Crown, o segundo no filme “O Discurso do rei” ). A princípio o rei não gostou da ideia de ter Churchill como primeiro ministro, porém, com o tempo (e os almoços) passou a aceitá-lo melhor. Tanto que seu conselho foi fundamental para a tomada de decisão de Churchill. Na verdade reforçou o que Churchill já pretendia, mas precisava de um apoio. A esposa de Churchill também sempre presente, apoiando-o. 
Outra pessoa muito importante nessa fase da vida de Churchill foi a Srta.Layton (Lily James) – sua secretária (quando a vi fiquei tentando lembrar de onde a conhecia. Chegando em casa pesquisei e vi que ela é a Rose da série “Downton Abbey”). Bom, no primeiro dia a Srta.Layton foi dispensada por Churchill por ter deixado o espaçamento do texto diferente do que ele gostava. Ele tinha umas manias. Ou seja, para trabalhar para ele tinha que ter muita paciência, além de ser rápida na digitação e ter disponibilidade. Isso porque ele não tinha hora nem lugar para ditar seus discursos. Aos poucos a Srta.Layton acabou agradando Churchill, tornando-se uma aliada. Vou até me arriscar em dizer que ela se tornou amiga.



Uma das cenas mais impactantes do filme foi a do trem (imagem abaixo). Não sei se na vida real o primeiro ministro esteve em um trem. Lembro que na série The Crown ele foi ao hospital. Tenha ele pego um trem, ou ido a um hospital, o que ele queria era estar junto com o cidadão comum. Ver o que eles estavam passando ou sentindo com a guerra. E ele fez melhor... Pediu opinião dos cidadãos. Aliás, no filme ele citou os nomes. Será que foi verdade? Achando que sim, minha admiração por ele ficou maior.



Já pensaram aqui no Brasil nós vermos o Presidente, ou mesmo um Senador andando de ônibus? Ou aqui em Campinas, um político no hospital Mário Gatti? Se bem que, em período de campanha eleitoral a fim de angariar votos, essa seria uma cena possível.  
Filme muito bom! Para quem gosta de filme baseado em fatos reais. Ou que gosta de história, na telinha (ou telona) qualquer história fica mais interessante. 
Gostei também de ter ido ao cinema. Como faz tempo que não vou, não imaginei que os preços estavam tão bons. Em tempos de crise é uma alegria ver que não precisamos de muito dinheiro para fazer algo prazeroso.
Pretendo voltar logo para ver outros filmes que estão em cartaz. Fiz minha listinha: Extraordinário, The Post e Jumanji. Não sei se vou conseguir ver todos no cinema. Quem sabe...

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Trilha Sonora (novelas) - Final Feliz

Essa novela eu não assisti. No horário que ela era transmitida eu estava no colégio. Conhecia os personagens, o enredo, pois, quando estava em casa assistia. Antigamente não tinha muita coisa na televisão. Não é como hoje que tem TV paga, Netflix e mais a internet para distrair a gente. Então, ou era novela. Ou era novela.rsrs
As músicas conhecia porque tocavam no rádio. Essa que eu escolhi amo de paixão. Se é que existe isso!rsrs Sem mais delongas... A décima primeira música que escolhi para compartilhar, da "Trilha Sonora - Novelas", é "Never Gonna let you go" com Sérgio Mendes. 

Se quiser ouvir a música, ver o vídeo e a letra, clique AQUI.

Título: Final Feliz
Horário: 19:00
Data de estréia: 29/11/1982
Canal do Programa: Rede Globo
Tipo de Programa: Novela
Autoria: Ivani Ribeiro
Direção: Mario Márcio Bandarra, Paulo Ubiratan, Wolf Maia
Direção Geral: Paulo Ubiratan

Sinopse: As irmãs Débora e Suzy, de personalidades bastante distintas, enfrentam dificuldades para serem felizes no amor. A primeira acredita amar Leandro, noivo de sua prima Mirtô, até reencontrar Rodrigo, o irmão de Mirtô, que não via há anos. inicialmente, os geniosos Débora e Rodrigo se estranham até descobrirem que estão apaixonados. Já Suzy se envolve com Paulo que, por um engano, recebe um diagnóstico errado e acredita ter pouco tempo de vida. O equívoco sufoca o amor dos dois. As irmãs passam por situação mais trágica quando seu pai, o poderoso César Brandão, simula a própria morte e dá um golpe na família, deixando todos na miséria. Sua mulher Maria Luiza, no entanto, se recupera do choque ao conhecer o verdadeiro amor ao lado de um homem honesto e sincero, o médico Wagner. A felicidade dura até o retorno de César, que causa uma reviravolta na vida de todos e acaba, de fato, sendo assassinado.

Elenco:
Ado Cerqueira - Funcionário do rinque de patinação
Adriano Reys - Leandro
Alexandre Marques - Serginho
Ana Magdalena - Patty
Angelina Muniz - Glaucia
Aracy Cardoso - Augusta
Augusto Olímpio - Soneca
Buza Ferraz - Paulo
Cininha de Paula - Kátia
Cissa Guimarães - Lucinha
Cláudia Magno - a falsa Bartira
Célia Biar - Jandira
Cílio Blank - Motorista de Jandira
Eduardo Lago - Guto
Elza Gomes - Dona Sinhá
Francisco Milani - Vasco
Irving São Paulo - Rafael
Ivan Correa - Funcionário do escritório de César
José Augusto Branco - França
José Wilker - Rodrigo
Leonardo José - Inácio
Lilian Lemmertz - Maria Luiza
Lis Beltrão - secretária de César
Lídia Brondi - Suzy
Lúcia Alves - Yolanda
Mariza Alfaya - Funcionária do escritório de César
Milton Moraes - Alaor
Myrian Pires - Marina
Natália do Vale - Débora
Ney Sant'Anna - Ivã
Oswaldo Louzada - Olegário
Patricia Bueno - Lourdes
Priscila Camargo - Mirtô
Reny de Oliveira - a verdadeira Bartira
Roberto Maya - César Brandão
Stênio Garcia - mestre Antônio
Suzana Queiroz - Gaby
Tetê Pritzl - Ana Maria
Thais de Campos - Lenita
Tony Ferreira - Gastão Nicolini
Walmor Chagas - Wagner
Wolf Maia - delegado Paixão
Ênio Santos - Messias

Trilha Nacional:
Sinal de amor - Gilliard
Verbos do amor - Gal Costa
Down em mim - Barão Vermelho
Menino Deus - A Cor do Som
Flagra (tema de abertura) - Rita Lee
Exemplo - Ângela Maria e Cauby Peixoto
Embarcação - Francis Hime
Quebra Gelo - Renato Terra
O que é que há - Fábio Jr.
Coisa acesa - Moraes Moreira
Simples carinho - Ângela Rô Rô
Pensamento - fagner
Lençóis de linho - Billy Blanco
Prazer e viver - Paulinho Boca de Cantor
Sublime amor - Paulo Soarez

Trilha Internacional:
Try my side - Chi Lites
Got to be there - Chaka Khan
Everybody - Madonna
Knock me out - Gary Gang
On my own - Montezuma
It started with a kiss - Hot Chocolate
Never gonna let you go - Sérgio Mendes
Saddle up - David Christie
Let's get started - Voyage
Maneater - Daryl Hall & John Oates
I'm never gonna say goodbye - Billy Preston
Don't go - Yazoo
Bluer than blue - Ruby Wilson
The lion sleeps tonight - Smoothsayer

E você... Tem alguma música da trilha nacional ou internacional que te traz recordações?


segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Fim de semana na casa da minha mãe

Como o Zé chega hoje de viagem, resolvi ir passar o final de semana com minha mãe.
Fui na sexta-feira, após a academia. Quando cheguei a casa dela, além da minha mãe, o Álvaro e a Silvana, a Mayara - filha da Silvana estava lá. Ela tinha ido para a Silvana colorir o cabelo dela. Tinham acabado de fazer isso. Gostei de vê-la. Fazia tempo que isso não acontecia. Jantamos e ficamos conversando até o namorado vir buscá-la. Isso já passava das 23h. Depois fomos dormir.

No sábado acordamos 9h. Tomamos café. Estranhei que minha mãe estava de boa. Porque ela faz caminhada cedo. Acho que ela não quis incomodar chamando alguém para ir junto. Isso porque por enquanto ela não pode mais caminhar sozinha. Geralmente a Silvana tem ido com ela. Como acordamos tarde ela achou que não dava mais. Só que a Vana viu que o sol não estava forte. Então decidimos ir caminhar. Minha mãe ficou feliz e animada, e foi mais que depressa se trocar e colocar o chapeuzinho. 
Nossa caminhada foi mais para apreciar as plantações, as flores e tirar fotos. 



A Silvana disse que quase sempre é assim. Metade do tempo é apreciando e tirando fotos. A outra é minha mãe encontrando as amigas dela e parando um pouquinho para conversar. E sábado não foi diferente.rsrs Exceto pelo fato de minha mãe se embrenhar pelo meio do mato para ver se tinha broto de bambu. 
E não sossegou enquanto eu não fui lá e arranquei dois brotos. 

Como o broto de bambu pinica, minha mãe falou para enrolarmos eles em folha de taioba. E assim fizemos. Voltamos para casa rindo, dizendo que a gente tinha ido buscar mistura para nós e comida para as tartarugas.
A Shirlei foi almoçar com a gente também. Mais tarde chegou a Eliane com o Felipe. E um pouco depois chegou a Adriana.
Foi uma tarde muito gostosa. Teve até pastel de queijo e café.
Como minha mãe não sossega, enquanto a gente estava conversando ela desceu para limpar e cortar o bambu. Ela é danada! Então nós descemos. Eu fiquei fotografando o quintal dela. 








Eu tinha pensado em voltar no sábado, mas estava tão gostoso que a hora passou e eu acabei ficando. 
Dormi mais uma noite e vim embora só no Domingo (ontem) após o café. Meu receio era ficar mais e começar a chegar meus irmãos, cunhadas... Aí ficaria difícil ir embora - de novo!
Muito bom poder aproveitar esses momentos com minha mãe, minhas irmãs... Com os familiares. Momentos inesquecíveis que ficarão sempre na lembrança.