sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Tereza Batista

Terminamos de assistir a minissérie “Tereza Batista”. Assistimos em 03 etapas. Isso porque cada CD tinha duração de 03 horas. E olha! Não é fácil manter o Zé sentado por 03 horas, assistindo alguma coisa. Tem que ser algo muito bom. Mas ele conseguiu.rsrs
Eu ganhei o DVD de presente de Natal, do Bruno. O primeiro CD assistimos no dia 06 ou 07. Não lembro direito. O segundo no dia 14 e o último na terça-feira.
Eu amei rever Tereza e os outros personagens. Apesar do tempo que eu assisti – ela foi exibida na TV em 1992 - até que eu me lembrava de bastante parte.  E as músicas da trilha sonora? Inesquecíveis! Eu cantarolava tanto a música da abertura que hoje sei “de cor e salteado”. Acredito que a partir dessa série que me tornei fã da família Caymmi. Tanto que comprei um CD que o nome é “Caymmi em família”. Bom, mas não estou aqui para falar da família Caymmi e sim de Tereza Batista.


Sinopse (extraída daqui):
Minissérie é uma adaptação do romance Tereza Batista Cansada de Guerra, de Jorge Amado. Nascida na cidade de Cajazeiras, Tereza Batista (Patrícia França), ainda criança, é vendida por sua tia Felipa (Maria Gladys) para o temido capitão Justo (Herson Capri). Colecionador de meninas, o capitão encontra em Tereza alguém que não se intimida, mesmo sendo maltratada e violentada.
Por saber ler e escrever, Tereza passa a trabalhar no armazém de Justo, onde conhece e se apaixona por Daniel (Hugo Gross), seu primeiro amor. Após ser flagrado pelo capitão, o casal sente-se ameaçado e acaba por matá-lo. Presa, ela vê Daniel negar a cumplicidade no crime, afirmando que fora seduzido pela jovem. O rapaz torna-se, também, sua primeira decepção amorosa.
Sua libertação da cadeia só acontece em função da intervenção exercida pelo advogado Lulu dos Anjos (Othon Bastos). É através dele também que Tereza conhece o rico coronel Emiliano (Jorge Dória), com quem passa a viver um amor tranquilo e seguro. Emiliano, no entanto, morre subitamente, e Tereza sai da casa do coronel sem levar nada, tão pobre quanto entrou. 
Sem opções, Tereza Batista procura Veneranda (Zilka Sallaberry), uma cafetina, e passa a se prostituir. Mantendo o caráter e a personalidade firmes, assume a liderança das colegas de profissão na formação de um verdadeiro exército, que se mobiliza para conter os avanços da peste que invade a cidade e para tratar os contaminados. Tereza se mantém forte até mesmo quando o médico Oto Espinheira (Jayme Periard), com quem se relaciona, foge covardemente da cidade.
Dentre todos os amores que tivera, Tereza nunca conseguiu esquecer o pescador Januário Jereba (Humberto Martins), por quem foi defendida das garras de Justo quando ainda trabalhava no armazém. Os dois se reencontram, mas Jereba, casado, não tem coragem de deixar sua mulher. Tereza compreende sua decisão, mas decide sair de Cajazeiras rumo a Salvador, onde se torna cantora de cabaré.
Na capital, Tereza une-se aos protestos de amigas prostitutas contra as medidas tomadas por um delegado local, que exige a desapropriação de suas casas. Em meio a sua luta, Tereza Batista recebe a notícia de que Jereba havia morrido, após o barco em que estava ter colidido com um petroleiro.
Deprimida com a notícia da morte do pescador, Tereza acaba cedendo à insistência de Almério das Neves (Stepan Nercessian), um homem bom e apaixonado por ela. No dia do casamento, no entanto, Jereba reaparece.  Ele conta que havia saído do barco um mês antes e já estava em Lima quando soube do acidente. Assim, os jornais acabaram por divulgar uma lista errada das vítimas.
Vestida de noiva, Tereza Batista parte para uma ilha deserta com seu amado.
Quando toma conhecimento da fuga da noiva, Almério, tomado por um profundo altruísmo, pede que a comemoração seja ainda em prol da felicidade de Tereza, que, enfim, estava vivendo seu verdadeiro amor.

***
O que eu não lembrava é que Tereza se metia em tudo o que via de errado, na tentativa de consertar. Fosse com ela, ou não o ataque - o problema - ela tomava as dores. Partia pra cima!
A minissérie mostra também muito o lado dos poderosos - os fazendeiros e os políticos. Eles usam e abusam do poder. Achei interessante também que uma das falas do personagem do ator Mauro Mendonça, ele diz que o povo não pode ser culto (ter estudo), pois, sendo; ficaria ruim para os políticos. E pensar que 25 anos depois, eles continuam pensando assim! E depois dizem que o mundo evoluiu.
O que eu não gostei muito foi do cenário. Salvador e arredores. Achei tudo muito judiado. Talvez – provavelmente – porque Tereza vivia no meio das prostitutas foi mostrado mais os lugares sujos. Enfim, Bahia é um lugar que eu tenho vontade de conhecer, mesmo que as pessoas digam que as ruas de lá tem mau cheiro (urina).
Comentário a parte, do Zé é que ele reparou que a Tereza escreve (segura no lápis) igual a mim. É que eu seguro diferente. Segundo o meu pai... Errado.rsrs
Acho que não tenho muito mais a comentar. Só que já estou com saudades de todos! Afinal passamos 09 horas juntos. Bom que eu tenho o DVD. Quando quiser vejo novamente! E o CD para ouvir as canções e relembrar as cenas.

sábado, 16 de setembro de 2017

O Despertar da Espiritualidade!

Imagine o seguinte cenário.

Você e uns 10 amigos foram viajar juntos. Alugaram uma casa.

Chegaram, passaram o dia juntos e foram dormir. Cada um no seu quarto.

No dia seguinte, algumas pessoas acordaram bem cedo. Outras ainda estão dormindo.

Você acha que essas pessoas que acordaram mais cedo são mais evoluídas que os que ainda estão dormindo?

Elas apenas acordaram mais cedo. Talvez tenham acordado mais cedo porque têm o hábito de acordar cedo. Ou porque estavam descansadas. Ou porque dormiram muito mal. Ou porque o quarto em que estavam tinha muita claridade.

Elas não são melhores que ninguém.

Agora o que aconteceria se elas tentassem acordar os demais?

Eles iriam se irritar, iriam se incomodar, iriam brigar, não iriam descansar o tempo que precisavam.

E eles não são menos evoluídos. Você não sabe o que se passou com eles. Talvez tenham tido uma semana difícil. Podem estar com o sono acumulado. Podem ter ido dormir bem mais tarde que os que acordaram cedo.

O que os que acordaram mais cedo devem fazer entao?

Apenas seguir seu dia.

Começam a fazer o café da manhã, limpar a casa, preparar a programação do dia. Começar a organizar o que querem fazer.

Podem pensar nos outros e deixar o café da manhã pronto para todo mundo e já pensar nas possibilidades do dia para consultar os demais quando acordarem.

Assim, quando o outro acordar, vai se sentir cuidado. Vai sentir que está entre amigos. Vai sentir que aquela viagem é a viagem que, de fato, gostaria de fazer. Vai sentir que está no lugar certo.

A vida desses que acordaram mais tarde pode ficar um pouco mais fácil se aqueles que acordaram mais cedo prepararem o cenário…

E é assim que eu vejo o despertar da espiritualidade.

Talvez você sofra por enxergar um mundo que as pessoas ao seu redor não enxerguem.

Talvez você queira muito que as pessoas próximas de você vivam a mesma coisa que você vive.

Talvez você queira que elas se abram pra algo maior.

Mas elas ainda estão dormindo.

E se você tentar acordá-las, vocês vão brigar.

Deixe essas pessoas onde elas estão.

Continue seu trabalho sem querer trazer ninguém junto. Faça a sua parte e cuide da casa. Cuide do seu entorno e do que lhe é possível fazer.

E lembre-se de que você não é mais evoluído que ninguém. Estamos todos no mesmo jogo. Apenas acordamos mais cedo…

E daqui a pouco, todo mundo vai acordar. Sem exceção.

Quando o sol começa a bater forte, a luz entra nos quartos e não tem como continuar dormindo.

E é isso que está acontecendo agora.

A luz vem vindo com força. Logo logo todo mundo acorda. E quando eles acordarem, a gente já vai ter feito um monte de coisa pra facilitar a vida deles e nos divertirmos juntos nessa viagem…

***
Achei essa mensagem fantástica! E para mim, chegou em boa hora. estava precisando ouvir essas palavras. Ela foi compartilhada ontem, pela Sandra (minha Dinda) às 12h53min.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

E as Montanhas Ecoaram

Bom... Que eu dou muita mancada isso eu já sei. E para variar mais uma de leve. 
Fui ver uma apresentação musical no Sesc, no dia 17 de agosto. Enquanto aguardava fui passear na biblioteca. Foi então que vi o livro "E as Montanhas Ecoaram" do Kalhed Hosseini. Sou fã dele. Ele é o autor de "O Caçador de Pipas", "O Silêncio das Montanhas" e "Cidade do Sol". Tenho os três!
Achei o título semelhante ao que eu tenho, mas como estava com pressa, e sem os óculos para ler a sinopse, fiz um empréstimo, para devolver em 15 dias. 
E o que aconteceu?... Um dia antes da data da devolução não tinha nem começado a ler. Liguei na biblioteca e renovei o empréstimo para mais 15 dias. Vendo que não ia conseguir ler em casa, levei-o para o trabalho. Pensei em ler um pouco por dia - na hora do almoço.
E o que aconteceu? Não consegui novamente. Nem sequer tinha começado. Então, um dia antes da data de devolução, renovei por mais 15 dias. Agora por e-mail. Já estava ficando com vergonha. Ainda bem que fiz as renovações por telefone e e-mail, se fosse pessoalmente acho que sentaria na frente do atendente e ficava lendo ali mesmo. Ou então ia devolver sem ler.
Enfim, decidi que de hoje não passaria. Almocei e peguei o livro. Até deixei o celular longe, para eu não cair na tentação.
E qual foi a minha surpresa ao ler a primeira linha? Os nomes dos personagens não eram estranhos. Dei mais umas folheadas e vi que era "O Silêncio das Montanhas". Que mancada!! No fim, não sei se fiquei feliz, ou triste. Feliz porque finalmente ia conseguir devolver o livro antes da data. Triste porque achei que ia me deliciar - e me comover - com mais uma obra do Hosseini.
Bom, pelo menos essa mancada me ensinou uma coisa. Que eu jamais  devo entrar em uma biblioteca sem óculos. 

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Piracicaba - Almoço na "Rua do Porto" e visita ao "Salão de Humor"

Ontem fomos Almoçar na Rua do porto, em Piracicaba. Resolvemos ontem mesmo. O Zé acordou cedo por causa de barulhos na vizinhança e, irritado quis colocar o carro na estrada. Geralmente ele é assim. Fica nervoso. Quer passear. Rsrs
Ele colocou no grupo da família, se alguém estava a fim de ir. E eu mandei mensagem para a minha mãe, Adriana e Eliane no PV. Elas toparam na hora!
Eu e o Zé fomos até a minha mãe encontrar com a Dri e o Henrique. Minha mãe foi com a gente. Chegando em Piracicaba já vimos que o movimento de carros e de pessoas estava grande. Os motivos... Muito calor, final de feriado, além dos eventos – Salão do Humor – festa Nordestina (com barracas típicas). O Zé viu também que a visita ao aquário ia ser com entrada franca. Se sobrasse tempo nós iríamos lá para conhecer. Como o restaurante que costumamos ir é um dos últimos, não foi difícil conseguir vaga no estacionamento e lugar para almoçarmos na beira do rio.
Após o almoço fizemos a caminhada até onde estava acontecendo o 44º Salão Internacional do Humor, localizado no Armazém 14 do Parque Engenho Central. Fomos pela Ponte Pensil. Comentei com a Adriana enquanto caminhávamos por entre as construções do engenho, que a maioria das pessoas caminhava bem devagar e silenciosos. Parecia que estavam refletindo. 
Passamos primeiro no primeiro barracão que tinha algumas exposições e uma brincadeira para as crianças e quem chegasse no final ganhava um saquinho com balas da Arcor. O Felipe quis brincar. A Eliane o ajudou em alguns desafios. Ele é muito esperto. Assustei porque nas palavras cruzadas ele encontrava as palavras. Até ficava bravo quando a Eliane queria falar onde estava. Bom, ele concluiu o desafio e saiu feliz da vida com o prêmio.rsrs 
De lá nos dirigimos ao salão oficial. Passei pelas figuras, tirando foto de algumas. Tinha muita coisa sobre o uso da internet e as redes sociais. Muita coisa sobre o governo. Cristiano Ronaldo e algumas outras celebridades.  Depois de muitas fotos começamos a caminhada de volta. 

Voltamos pela ponte velha, onde a paisagem é bem mais bonita.

Chegamos onde deixamos o carro passava das 17h. Hora de despedir e cada um voltar para a sua casa. Passamos um dia maravilhoso, que apesar de não ter sido planejado, correu tudo bem! Aproveitamos bastante!

domingo, 10 de setembro de 2017

Aniversário Bruno

E ontem tivemos mais uma festa. Dessa vez para comemorar o aniversário do Bruno., que foi na sexta-feira, dia 08.O tema desse ano foi “Boteco do Bruno”. 
Não foi fácil encontrar tudo relativo ao tema. Pelo menos não onde eu achava que ia encontrar. Combinei com o Bruno de ele ir em casa, na sexta e de lá irmos comprar os descartáveis, docinhos, amendoim, etc. Compramos o que encontramos na Discamp, mas faltou vela, toalha de mesa e mais algumas coisas do tema, então fomos ao centro. Andamos bastante e encontramos quase tudo. Faltou a vela que estava muito cara. E algumas coisas que achamos que seria besteira, por exemplo, o painel. Mas não foi o suficiente para o Fernando que no dia ainda achou de comprar mais petiscos. Pensa numa pessoa exagerada? É ele!rsrs A mesa ficou bem decorada. Muito bonita!
Para comer, teve pão com carne desfiada, maionese na barquete, petiscos (presunto e mussarela em cubinhos), salgadinhos e doces dos mais variados. O bolo de abacaxi (delicioso) foi a Karen que fez. Ela já está se tornando a boleira oficial da família.
Estavam presentes a família do Fernando, Eu, Zé, Adriana, Henrique, Sergio e família (inclusive Xandi), Andressa, Meus filhos, noras e meu netinho. Foram também a Tamara e o Luizinho, amigos do Bruno. E quando eu já estava de saída chegaram o Marcos e a Nilda.
Bruno e Fernando 

Bruno com Letícia e Debora

Bruno com Adriana e Henrique

Bruno com Sergio, Karen, Alexandre e Duda

Bruno com Marcos e Nilda

Bruno com Andressa

Bruno, eu e Zé

Bruno com Danilo, Deborah e Henrique

Bruno com Luizinho e Tamara
Estava bastante calor. Tanto que a mesa de salgados ficou no quintal e quando anoiteceu, na área. Bruno se divertiu. Pulou corda e jogou carta “UNO” com a moçada.


Dudinha com Gustavo 

Mais uma comemoração com a família. Isso tudo é bom demais!

P.s. Não tem foto com a família do Fernando, após o Parabéns porque eles não quiseram tirar.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

O que a memória ama, fica eterno.

"Quando eu era pequeno, não entendia o choro solto de minha mãe ao assistir a um filme, ouvir uma música ou ler um livro.

O que eu não sabia é que minha mãe não chorava pelas coisas visíveis.
Ela chorava pela eternidade que vivia dentro dela e que eu, na minha meninice, era incapaz de compreender.

O tempo passou e hoje me emociono diante das mesmas coisas, tocada por pequenos milagres do cotidiano.

É que a memória é contrária ao tempo.
Nós temos pressa, mas é preciso aprender que a memória obedece ao próprio compasso e traz de volta o que realmente importou, eternizando momentos.

Crianças têm o tempo a seu favor e a memória muito recente. Para elas, um filme é só uma animação; uma música, só uma melodia. Ignoram o quanto a infância é impregnada de eternidade.

Diante do tempo envelhecemos, nossos filhos crescem, muita gente se despede.
Porém, para a memória ainda somos jovens, atletas, amantes insaciáveis.
Nossos filhos são nossas crianças, os amigos estão perto, nossos pais ainda são nossos heróis.

A frase do título é de Adélia Prado: “O que a memória ama, fica eterno”.
Quanto mais vivemos, mais eternidades criamos dentro da gente.

Quando nos damos conta, nossos baús secretos - porque a memória é dada a segredos - estão recheados daquilo que amamos, do que deixou saudade, do que doeu além da conta, do que permaneceu além do tempo.

Um dia você liga o rádio do carro e toca uma música qualquer, ninguém nota, mas aquela música já fez parte de você -  foi a trilha sonora de um amor, embalou os sonhos de uma época ou selou uma amizade verdadeira - e mesmo que os anos tenham se passado, alguma parte de você se perde no tempo e lembra alguém, um momento ou uma história.

Ao reencontrar Amigos da juventude, do Colégio, nos esquecemos que somos adultos e voltamos a nos comportar como meninos cheios de inocência, amor e coragem.

Do mesmo modo, perto de nossos pais, seremos sempre “As Crianças”, não importa se já temos 30, 40 ou 50 anos.
Para eles, a lembrança da casa cheia, das brigas entre irmãos, das histórias contadas ao cair da noite… serão sempre recentes, pois têm vocação de eternidade.

Por isso é tão difícil despedir-se de um Amor ou alguém especial que por algum motivo deixou de fazer parte de nossas vidas.

Dizem que o tempo cura tudo, mas talvez ele só tire a dor do centro das atenções. Ele acalma os sentidos, apara as arestas, coloca um band-aid na ferida.
Mas aquilo que amamos tem disposição para emergir das profundezas, romper os cadeados e assombrar de vez em quando.

Somos a soma de nossos afetos, e aquilo que nos tocou pode ser facilmente reativado por novos gatilhos - uma canção cala nossos sentidos; um cheiro nos paralisa lembrando alguém; um sabor nos remete à infância.

Assim também permanecemos memórias vivas na vida de nossos filhos, cônjuges, ex amores, amigos, irmãos.
E mesmo que o tempo nos leve daqui, seremos eternamente lembrados por aqueles que um dia nos amaram."

***
Mensagem compartilhada ontem, pela Patricia, no grupo "Amigas pra sempre", às 07h34min.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Aniversário Duda

Hoje a Dudinha está fazendo aniversário. Está completando 08 anos. Está cada dia mais mocinha.
Mas a comemoração com a família foi ontem. O Sergio patrocinou um churrasco e a Karen fez o bolo e os docinhos. Aliás, um bolo lindo e delicioso. Disse que foi a Dudinha que pediu daquele jeito. Na verdade ela queria de 03 andares, mas a Karen falou que não dava, então fez de 02 andares.
Ela estava com um vestido de princesa que a Adriana deu para ela. Ela estava feliz, pela festa em si, e porque além dos primos Felipe e Nicolas, tinha também uma amiguinha da escola.
Estava tudo muito bom e gostoso. O churrasco... O bolo... Os docinhos... A companhia... A conversa...

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Niver Adriana

Ontem teve churrasco na casa da Adriana para comemorar o aniversário dela, que na verdade, é hoje! Como sempre ela caprichou. Fez maionese, arroz, salada. Tinha carne, linguiça, asa de frango. E como não podia faltar... Bolo. Tudo muito delicioso.
Acho que dessa vez é mais fácil falar quem não foi: O Xandi, Nego, Gustavo e Carol, Daniele e Rafael, Mayara, Henrique, Guilherme (marido da Jacque). A novidade para mim, foi o Danilo, Deborah e o Henrique – meu netinho – que foram também. Então aproveitei para babar bastante. É lógico que de vez em quando deixava a mulherada e as crianças pegarem ele no colo. Mas estava sempre rodeando.rsrs


Como já falei outras vezes, na casa da Dri tem diversão para todos. Homens, mulheres, adultos e crianças. E como eles acabaram de chegar de Orlando, dessa vez tinha novidade. O Henrique trouxe um óculos 3D com jogos. A Adriana, Eliane e Andressa tinham muitas histórias para contar. E a Adriana roupas e outras coisas que ela comprou, para mostrar.
Logo que cheguei a Eliane me deu um creme hidratante da Victória Secrets. O cheiro é maravilhoso. E a textura, a maciez que deixa a pele é mais maravilhoso ainda.
E quando eu estava quase para vir embora, a Adriana me deu um “dispenser baleiro” da m&m. Eu tinha comentado que gostaria de ter um. E ela trouxe. No fim, a Adriana fez aniversário e quem ganhou presentes fui eu!

Estou apaixonada pelos meus presentes.
Agora a diversão ficou por conta dos feijõezinhos do Harry Potter que a Adriana trouxe. Além dos sabores de frutas, tinha alguns sabores nojentos como: vômito e terra. Como não dava para saber qual era o sabor - olhando – ou cheirando – tinha que morder para descobrir. E aí não tinha como voltar atrás. Só via caretas pra lá e pra cá. Eu não quis saber de experimentar não. Mas o pessoal se divertiu.

Mais um Domingo maravilhoso com a família, patrocinado pela Adriana e Henrique. E para ela, meus desejos de muitos anos de vida. E que eles sejam repletos de felicidades e bênçãos de Deus!!