sábado, 12 de maio de 2018

Falta de atenção

Hoje foi dia de reparar em coisas que nunca tinha reparado antes. Pelo jeito eu já fui contaminada pelo ritmo acelerado da vida. Percebi isso hoje! Mas vou me policiar para desacelerar.
Percebi isso logo cedo, quando estava na Livraria Vozes. Fui a convite da Rose para conhecer os autores do livro “A vida em prece”, em um bate-papo onde eles apresentaram o livro. Em seguida teve uma benção para as mães. No final ainda tivemos um café da manhã. Autógrafo nos livros e um sorteio (o livro e um terço). E eu fui a sortuda!
Tudo muito lindo, mas emocionada eu fiquei ao ouvir um rapaz que tocou e cantou a música “Se eu quiser falar com Deus” do Gilberto Gil. Conheço essa música. Acho que todos conhecem. Só que hoje, no silêncio do ambiente, só o som do violão e a voz suave do rapaz, me fizeram ouvir atentamente e refletir a letra da música. E chorei!

Se eu quiser falar com Deus
Tenho que ficar a sós
Tenho que apagar a luz
Tenho que calar a voz
Tenho que encontrar a paz
Tenho que folgar os nós
Dos sapatos, da gravata
Dos desejos, dos receios
Tenho que esquecer a data

Tenho que perder a conta
Tenho que ter mãos vazias
Ter a alma e o corpo nus
Se eu quiser falar com Deus
Tenho que aceitar a dor
Tenho que comer o pão
Que o diabo amassou
Tenho que virar um cão
Tenho que lamber o chão
Dos palácios, dos castelos
Suntuosos do meu sonho
Tenho que me ver tristonho
Tenho que me achar medonho
E apesar de um mal tamanho
Alegrar meu coração
E se eu quiser falar com Deus
Tenho que me aventurar
Eu tenho que subir aos céus
Sem cordas prá segurar
Tenho que dizer adeus
Dar as costas, caminhar
Decidido, pela estrada
Que ao findar vai dar em nada
Nada, nada, nada, nada
Nada, nada, nada, nada
Nada, nada, nada, nada
Do que eu pensava encontrar!
Mais tarde, estava passeando pelas ruas da cidade com o Henrique, quando passei ao lado de uma placa. Parei para ler, e não acreditei que nunca tinha reparado nela antes. Se bem que quase não passo por ali. Mas já passei muitas vezes, em outras épocas. Até porque tinha um cinema na mesma quadra.
Ele nasceu em 11/07/1836 (O 11/07 eu decifrei na hora. O ano eu pesquisei no google.rsrs)

Rua Regente Feijó
Ou seja, não ando vendo, nem ouvindo direito as coisas. Isso é falta de atenção? Ou é ver, ouvir, ou fazer as coisas aceleradamente? Uma ou outra, o que sei é que preciso mudar! 

Comemorando meu aniversário

Ontem foi meu aniversário. Fiz 51 anos. E posso dizer que foram anos muito bem vividos!
A comemoração começou no trabalho. Teve kit festa (salgadinhos, bolo e docinhos). Este ano a comemoração foi dupla. Os parabéns foram para mim, e para a Silvana que fez dia 08.
Saindo do trabalho fui na pastelaria encontrar a Deborah e o Henrique para irmos juntos para casa. Eu quis garantir a presença deles. Não sou boba.rsrs
Chegando em casa eu fiz o molho para a salsicha. Logo a Dri, Silvana e Henrique chegaram com o pão e o bolo. Não fiz festa. Até porque no apartamento não cabe muita gente. Só avisei no grupo da família que estaria em casa (deixei de ir à academia). E que ia fazer um cachorro quente. Foi bem simples. Tanto que não tinha purê.rsrs
Reunir todos em dia de semana é difícil, pois alguns trabalham. Além dos que estavam trabalhando, e dos que não compareceram por algum motivo, esse ano minha mãe não pôde comparecer. Estava com tosse. Senti também porque o Zé estava ausente. Ele está no Peru, em viagem de trabalho. Depois de 06 anos juntos, esse é o primeiro que ele não está presente. Espero que seja o último.rsrs
Antes dos parabéns eu pedi, e o Marcos fez uma oração para mim! Momento mais que importante... A benção de Deus, pois, sem Ele nada sou!
E assim foi a noite... Comemos, bebemos, rimos muito, o Henrique e o Felipe fizeram muita farra, e alguns (ou quase todos?rsrs) se distraíram assistindo o último capítulo da novela. 


Eu fiquei boa parte do tempo no quarto com o Henrique e o Felipe. Esses dois bagunçaram. Como diziam os mais velhos "Benza Deus". A bateria do Felipe acabou primeiro, e ele dormiu.rsrs


Resumo do dia (ou dos últimos 50)... O que sei é que chegar nessa idade e saber que não preciso mais de nada (material), me deixa aliviada. Hoje sou uma pessoa realizada. E muito feliz!
Agora o restante que tenho para viver será utilizado para agradecer por todas as bênçãos que Deus me concede todos os dias, e curtir o esposo, os filhos, o neto, a família, os amigos.
E lá vou eu... Sem pressa... Rumo aos 52.

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Fim de semana na mãe

Fui passar o fim de semana com a minha mãe. Fui na sexta, após a academia. Na sexta anterior o Sandro tinha começado um estudo bíblico, com a minha mãe e a Silvana, então nessa sexta eu fiz também. Cheguei na minha mãe às 20h15min. O Sandro tinha acabado de chegar. Jantamos e depois fizemos o estudo. 
Sábado quando acordei minha mãe tinha ido caminhar. Tomei café, logo ela chegou.  A Silvana acordou. Fiquei com minha mãe no quintal. Vendo e tirando fotos das plantas dela. Depois fui com a Vana na padaria e na volta passamos em um reciclável que fica próximo da casa da minha mãe. A Silvana quis ver se tinha paletes bons. Ela e a Adriana têm pegado para colocar no jardim da minha mãe. Para ela não ficar caminhando na terra. Já tem alguns que são usados como escada. Tinha um bom! A Silvana falou que ia pedir para a Adriana ir pegar com o carro, mas vimos que dava para levar no braço. E levamos! No caminho dei risada, imaginando o que o Zé ia falar se me visse saindo de um reciclável carregando aquilo.rsrs
O palete
Após o almoço fomos na Adriana. A Silvana queria fazer algumas coisas no computador – e usar a impressora. Eu só ia bater papo mesmo. Minha mãe também.
Chegando na casa da Adriana, a Silvana foi para o computador. A Dri montou uma mesa no escritório e deu uns papéis da cooperativa para eu ver o que poderia ser jogado. E colocou a minha mãe para assistir Barbie. E ela foi cuidar dos afazeres dela.


Mais tarde a Eliane chegou com o Felipe. Aí rolou um cafezinho e ao cair da noite, o Henrique chegou com pizzas. Antes das pizzas, eu e a Eliane fizemos 20 minutos de Elíptico. Quase morremos.rsrs. Eu queria parar nos primeiros 02 minutos. E os últimos 02 não acabavam NUNCA. Mas conseguimos!
Domingo foi dia de descarregar os pendrives no computador da minha mãe. E organizar as fotos. Fiquei fazendo isso por horas. Demorado não é colocar nas pastas. Demora porque a cada foto, uns minutos para apreciar...
A tarde o Marcos e a Nilda chegaram – com pão do Frango Assado. Já é costume ele levar. E ai dele se não levar.rsrs Minha mãe fez café e chá. Antes de comermos o Marcos fez oração por todos (principalmente para minha mãe, Silvana e Adriana) que estão se empenhando em ajudar a cuidar do Nego e abençoou a casa.
E eu continuei por ali. Mas tinha que ir embora. Fim da noite eu chamei um Uber.
E esse foi mais um final de semana abençoado, regado de muita conversa (e muitas risadas), muito café, muita comilança, enfim... Muito bem aproveitado!

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Passando o dia com meu neto

Ontem fiquei pela terceira vez com o Henrique. Dessa vez, o dia inteiro. 
Faz tempo que o Danilo perguntou se eu poderia ficar com o Henrique, para ele e a Deborah irem a um churrasco, em uma chácara.
Como eu sabia que o Zé ia viajar, falei que sim.
Fui para o apê deles na sexta-feira, após a academia. Jantei e dormi lá. Ou seja, curti o Henrique até a hora de dormir e vi-o acordando.
Às 11h30min a Letícia foi nos pegar para passarmos a tarde com ela e a Débora. Antes passamos no mercado para comprar comidinha para o Henrique. O mercado estava cheio. As filas enormes. E o Henrique irritado. Eu não sabia se era fome, ou sono.
Ele pegou no sono no carro, mas acordou assim que chegamos. A Letícia esquentou a comidinha e demos para ele. Começamos na sala. Terminamos na cozinha. E a cada colher, tinha que lavar a boca e as mãos dele. Isso porque ele enfiava a mão na boca, depois queria coçar o pescoço, então a Débora lavava as mãozinhas. Ele adorou a bagunça que estava fazendo.




Ele brincou depois resmungou até pegar no sono. 
Acordou enjoadinho, então fomos passear com ele no parquinho.

Vendo que ele continuava enjoadinho pedi para a Letícia levar a gente embora. Quando ele chegou no apê, ficou por um tempinho de boa, depois começou a reclamar. Não sei se era saudade dos pais. Não sei se estava com alguma dor por causa da tosse. Não sei se podia ser cólica (ele ainda não tinha feito cocô). Não sei se era dengo.
Desci e fiquei por uma hora perto dos estacionamentos, vendo a criançada correndo pra lá e pra cá. Algumas andando de bicicleta. Como começou a escurecer decidi subir e nisso ele dormiu no meu colo.
Coloquei-o na cama. Mas fiquei com receio dele acordar e cair, então coloquei uma cadeira no corredor, em frente a porta do quarto. Dali dava para eu ver a cama e assistir televisão. Fiquei ali sentada, até ele acordar. Meia hora depois ele acordou... Chorando.rsrs
Logo o Danilo e a Deborah chegaram e eu fui embora. Amei ter passado o dia com ele!
E hoje ele está completando 09 meses! Parabéns... Meu neto amado... Meu grande  presente de Deus!

sábado, 14 de abril de 2018

Ficando com o Henrique pela segunda vez

Hoje fiquei com o Henrique de novo (segunda vez). E ficarei sempre que puder. E sempre que for preciso.
Como não era dia de ficar com a dona Odete, falei para a Deborah que pegaria ele na pastelaria, logo que eles chegassem. Meus planos era subir com ele para o centro. Passar na Livraria Vozes para mostrar ele para a Adriana e depois iria para casa com ele. E fiz mais ou menos desse jeito.
A Deborah mandou mensagem quando estava saindo do apê. Calculei que até ela pegar o ônibus e chegar na pastelaria eu chegaria mais ou menos junto, então fui descendo (para quem não sabe, do meu apê para o centro é uma descida – graças a Deus.rsrs). Passei em umas lojas de bebê porque queria comprar um boné para o Henrique, para proteger do sol quando estivéssemos subindo. Vi alguns, mas fiquei em dúvida se ia servir. Achei melhor voltar depois com o Henrique, assim já experimentava nele.
A Deborah com o Henrique chegaram (+/-) uns 30 minutos depois de mim. Peguei o Henrique e começamos a subir. Passei na loja onde tinha visto um boné. Experimentamos mas não coube. Quando estava perto da Vozes, vi em uma banca de camelô um boné que serviu na cabeça dele.
Passamos na Vozes. A Dri pegou ele um pouquinho.
Adriana e Henrique
Resolvi subir porque já estava perto da hora de dar algo para ele comer. E depois ele ia querer dormir.
Começamos a subir e ele virando de um lado para o outro no meu colo. Olhando tudo. Tirando o boné da cabeça e tentando jogar o tempo todo. E eu estava com a sacola com as fraldas, leite, mamadeira e roupas dele no outro braço. Resultado: Não aguentei.
Parei na praça do Largo do Pará e liguei para o Zé ir buscar a gente. Enquanto ficamos esperando, o Henrique ficou fazendo bagunça no banco. Se divertiu olhando o vai e vem das pessoas. Os carros. As árvores e por fim, ficou um tempão olhando umas pombas que ficaram se exibindo perto da gente.
Em casa eu fiz mamadeira. Dei um pouco de comidinha. Dei meia banana. Dei bolacha de maisena. Troquei fralda. Só não dei banho. Ele reclamou um pouco e dormiu um pouco também.
No fim da tarde a Deborah ligou dizendo que ia fechar a pastelaria. Fomos pegar ela e levamos os dois embora.
Eu fiquei cansada, mas feliz da vida por ver que o Henrique fica bem comigo. Eu tinha um pouco de receio, porque ele é muito grudado na Deborah. E eu já não tenho mais prática com bebê. Mas como já disse (em algum lugar por aí) amor eu tenho de sobra. Então se ele não chorar (resmungar) porque precisa de alguma coisa, vai ser por eu ficar muito em cima, babando, abraçando e beijando ele. É muito amor!!