quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Agradecimentos

E os casamentos aconteceram. Foi tudo muito lindo – maravilhoso. A cerimônia. A recepção. Tudo! Tudo!!
Pode parecer esquisito o que vou dizer, mas estou sentindo um pouco envergonhada, pois, vi pessoas se desdobrando para que tudo acontecesse da melhor forma possível. E eu não acho que mereço tanto. E pior, acho que nunca conseguirei retribuir. Não tem o que pague tanta consideração, tanto amor, tanto esforço...
Quando pensei em escrever, fiquei receosa, pois ao citar alguns nomes, posso vir a esquecer de outros. Mas, é melhor deixar um ou outro de fora, do que a maioria.
Vou começar falando da Adriana e Eliane. Quem ver fotos vai concordar comigo o quanto elas foram brilhantes. Elas correram atrás de tudo. Desde o dia que decidimos até o último minuto. 
A Dri criou o evento no facebook, gravou as músicas que seriam tocadas na cerimônia (inclusive escolheu algumas), participou dos ensaios na igreja, bordou as almofadinhas, ajudou a mãe nos consertos dos vestidos. No fim ela deu os espetinhos e comida japonesa de presente pra gente. Ela e a Eliane, foram as responsáveis pela decoração da igreja e da chácara - pensaram em todos os detalhes. Eu dei trabalho até para comprar o vestido. E elas estavam ali, sempre prontas para ajudar, indo junto, ou dando opinião. Foi a Eliane que viu o salão para a maquiagem e cabelo. Até o buquê foram elas que fizeram. A Eliane contratou uma amiga – Rafaela para fotografar. E o Gabriel já tinha dito que daria o chope. Então, aproveito para deixar meus agradecimentos aos respectivos maridos, que direta – ou indiretamente - ajudaram muito.
O Marcos também participou e ajudou muito. Do início ao fim. Foi ele que conversou na igreja se poderiam ser realizados dois casamentos. E tudo que a gente precisava saber ele estava sempre disposto a verificar. Os dias que quisemos ir ensaiar na igreja, ele foi junto. Na última semana ele se prontificou a procurar uma pessoa para ficar cuidando da churrasqueira. Fora que por morar perto da chácara ficou correndo com os utensílios que faltaram.
A Nilda também deu muita força. Ela que forneceu o telefone da Maria que foi quem fez o bolo. Aliás, fica aqui registrado que o bolo estava delicioso. Escolhemos o recheio de doce de leite com ameixa. A Nilda cedeu a casa dela para eu e a Karen nos trocarmos. Fora as correrias dela com o que faltava na chácara. Ela é tão atenciosa que no Domingo levou uma panela com feijão cozido.
Sobrou até para a minha mãe. Ela arrumou o vestido da Karen e da Dudinha. Fez a barra do meu vestido, do dela e da Adriana. Além de fazer as duas almofadinhas (porta alianças).
Bom, muita gente contribuiu para que todo o processo corresse de maneira agradável, sem estresse. A correria é normal. Eu ficava acompanhando – e dando palpites quando solicitado. Não sou muito criativa, então, de vez em quando demorava a entender – ou visualizar – o que elas queriam fazer. Tudo elas mandavam fotos no grupo e a gente escolhia o que mais agradava. Foi assim até na véspera, na escolha das flores para fazer o buquê.
O pessoal no dia estava bastante animado. Uma alegria contagiante. O tempo ajudou muito. A noite estava agradável. Acredito que todos devem ter gostado muito. De tudo.
E eu termino agradecendo essas pessoas maravilhosas que tornaram tudo tão maravilhoso e especial. Minha mãe, Adriana e Henrique, Eliane e Gabriel, Marcos e Nilda, e a todos os outros que a sua maneira contribuíram para que pudéssemos desfrutar de dois dias inesquecíveis. 

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Gripe na hora errada

Há dois dias para o Grande Dia e eu estou morrendo de dor de cabeça. Espirrando feito uma louca. Dopada até o último para conseguir ficar em pé... Trabalhando.
Nesse momento (em que eu dei uma pausa no trabalho porque o sono está batendo) eu queria mesmo era poder estar em casa. Iria tentar dormir. Uma tentativa para não sentir mais dor.
O Zé acha que é ansiedade. Eu não acho que seja isso. Porque eu estou tranquila. Acho...

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

The Crown


Semana passada nós terminamos de assistir “The Crown”, que é uma série de TV anglo-americana criada e escrita por Peter Morgan para a Netflix. A série é uma história biográfica sobre a família real do Reino Unido. Por enquanto foi feita só uma temporada, com 10 episódios. Apesar de não acrescentar muito. Serviu para conhecer um pouco sobre a história da rainha da Inglaterra, seu marido, o pai, a mãe, a irmã, o tio, e outros personagens, também muito importantes para a história.
Os episódios seguem uma ordem cronológica, mas não são sequenciais. Ou seja, o que vimos em um não continua no seguinte.
Começamos conhecendo o pai da rainha. Seu reinado até sua morte. Depois a rainha assumindo o cargo. A aventura amorosa da irmã – princesa Margaret.
Conhecemos também o primeiro ministro Winston Churchill. E a influência que ele tinha sobre o rei e depois sobre a rainha.
Aliás, ali também, percebemos que quem manda mesmo é o pessoal do parlamento. Um querendo derrubar o outro. Na verdade, do começo o fim da temporada, vemos claramente que ninguém queria o Churchill no comando da nação, mas ele era muito esperto, e sabia se safar das “ciladas” dos inimigos.
A rainha também é bastante esperta. Ela sabe ouvir. E pensa muito antes de falar. No início, achavam que ela não tinha competência para governar o país. Mas com garra e determinação ela “calou” a boca de todos.
Na vida pessoal, percebemos que ela não é muito feliz. O marido, apesar de ser um bom pai, se mostra bastante distante dela. Um pouco por se sentir inferior. Outra por eles terem pouco momento a sós.
Bom, não vou fechar meus olhos e ignorar que o que vemos ali é que existe muito luxo. Muita gente não fazendo nada e gastando. E difícil acreditar no quanto eles são admirados – quase que idolatrados – pelo povo. Porém, a história mostra que por trás desse luxo, dessa mordomia, eles também têm obrigações “morais” que devem manter para não perderem o trono. E com isso... A vida boa!
Adorei os atores. Apesar de não conhecer nenhum deles. Ou melhor, só reconhecer um. Lembrei-me do Churchill, do filme Footloose. A atriz que protagonizou a rainha, excelente. Conseguiu transmitir a responsabilidade, as renúncias que uma rainha deve fazer para manter a ordem, ou as regras políticas a que foi imposta.
Em alguns momentos, um ou outro deixava claro que o cargo “pesava” na vida pessoal. Por não poderem ser pessoas normais, e poder fazer o que “todo” mundo faz. Mas, eu não acredito que eles gostariam de ter que trabalhar para pagar as contas e muitas vezes não ter dinheiro – nem tempo – para diversão. Afinal, esse é o mundo da maioria.
Eu tenho recomendado esse seriado, até porque acho interessante conhecer um pouco da história de celebridades. Para ver se eles têm outro lado, e não somente o que conhecemos.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

A Carroça Vazia

Foto do arquivo pessoal
Certa manhã, meu pai convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceitei com prazer. Ele se deteve numa clareira e, depois de um pequeno silêncio, perguntou-me:
_ Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
_ Estou ouvindo um barulho de carroça.
_ Isso mesmo, disse meu pai. É uma carroça vazia.
_ Como pode saber que a carroça está vazia se ainda não a vimos?
_ Ora - respondeu meu pai -, é muito fácil saber se uma carroça está vazia por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz.
Tornei-me adulto e, até hoje, quando vejo uma pessoa inoportuna, falando demais, interrompendo a conversa de todo mundo, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo:
_ Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho.

Extraído do livro “As Mais Belas Parábolas de Todos os Tempos” - Vol.1 – Alexandre Rangel

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Confissão

Hoje o Zé foi confessar. Ele acha que é a primeira vez que fez isso. Com certeza não! Porque ele já fez primeira comunhão. E para comungar, antes é necessário confessar. Mas enfim, ele não lembrava.rsrs
Ele estava um pouco ansioso. Ele quis confessar com o Pe.Fábio, que foi o mesmo que nos entrevistou.  O Zé disse que foi tranquilo. Aliás, o Pe.Fábio é bem tranquilo.
Mais um passo dado... A caminho do altar.
Amanhã é a minha vez. Vou me confessar com o Pe.Antonino. Não o conheço. E lógico que estou ansiosa. Faz tempo que não confesso. Nem lembro mais como faz.rsrs

Pós-escrito de 21/11/2016:
No Sábado fui na Paróquia confessar. Cheguei lá, os bancos da igreja estavam cheios de crianças, e no corredor, ao lado da sala de confissão, uma pequena fila. Então uma senhora - pelo jeito a catequista - disse que era dia de confissão das crianças da catequese.
Saí de lá (frustrada) e fui até a Paróquia Santa Cruz, onde eu fui batizada. lá a confissão é durante a semana. O jeito era confessar na Catedral - durante a semana. 
Enquanto estava indo para a secretaria da Paróquia Teresinha acertar os últimos detalhes da cerimônia, o Bruno viu os horários de confissão na Catedral. Uns horários bem inacessíveis para mim. Mas eu ia ter que dar um jeito.
Porém, como era meu dia de sorte, o Pe.Claudinei, da Paróquia Santa Teresinha estava disponível, e pude me confessar com ele. 

Matei o português

Acabei de falar "desfecho final".
Nem vou pesquisar, mas, assim que falei, senti meu rosto corar e meu coração gelar. 
Matei o português!

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

O Sábio e o Granjeiro

Foto do arquivo pessoal
Um granjeiro pediu certa vez a um sábio que o ajudasse a melhorar sua granja, que tinha baixo rendimento. O sábio escreveu algo em um pedaço de papel e colocou em uma caixa. Fechou-a e entregou-a ao granjeiro, dizendo:
_ Leva esta caixa por todos os lados da sua granja, três vezes ao dia, durante um ano.
Assim fez o granjeiro. Pela manhã, ao ir ao campo segurando a caixa, encontrou um empregado dormindo, quando deveria estar trabalhando. Acordou-o e chamou-lhe a atenção. Ao meio-dia, quando foi ao estábulo, encontrou o gado sujo e os cavalos sem alimento. À noite, indo à cozinha com a caixa, deu-se conta de que o cozinheiro estava desperdiçando os gêneros. A partir daí, todos os dias, ao percorrer sua granja de um lado para o outro, com seu amuleto, encontrava coisas que deveriam ser corrigidas.
Ao final do ano, voltou a encontrar o sábio e lhe disse:
_ Deixa esta caixa comigo por mais um ano; minha granja melhorou o rendimento desde que estou com o amuleto.
O sábio riu e, abrindo a caixa, disse-lhe:
_ Podes ter este amuleto pelo resto da sua vida.
No papel estava escrita a seguinte frase: "Se queres que as coisas melhorem deves acompanhá-las constantemente".

Extraído do livro “As Mais Belas Parábolas de Todos os Tempos” - Vol.1 – Alexandre Rangel

domingo, 13 de novembro de 2016

Por fora do que rola por aqui

Tem horas que me sinto um peixe fora d'água. Uma estranha no ninho.
Estou aqui, sentada no sofá da sala da minha sogra, assistindo o Faustão. Só aqui para eu assistir Faustão. Nada contra, mas, definitivamente, existe coisa melhor pra fazer de Domingo. 
E ele está apresentando uma cantora - Marília Mendonça, ela é goiana e pelo que estou vendo, está fazendo o maior sucesso. Todo o auditório está cantando as músicas dela. Eu não conheço NENHUMA. 
Não sei se é sertanejo, forró ou sofrência. Pelas letras a terceira opção.
Sei que eu ando bem desatualizada. Mas também... Eu não faço esforço algum para saber - e tentar gostar desse gênero musical. Ou mesmo para gostar do que "quase" todo mundo gosta ou curte.