segunda-feira, 9 de julho de 2018

Teatro das Artes - Musical popular Brasileiro

Por fim, um pouco sobre o último evento do dia: Peça musical, no teatro das Artes.
Foi engraçado como vimos e compramos os ingressos. Foi na quinta à noite. Eu e o Zé estávamos indo dormir, e não sei de onde saiu assunto sobre o Miguel Falabella. Se ele estava atuando em alguma peça. Peguei meu celular que fica do lado da cama e procurei na internet. E encontrei. Ele está atuando na peça “Os produtores”, que está em cartaz no teatro Procópio Ferreira. Lemos a sinopse e verificamos o valor dos ingressos, que estavam de 75 reais a 250 reais. O Zé falou: _Com certeza onde eu vou querer sentar deve ser 250. Como hoje é feriado, seria legal fazer um passeio no Domingo. E mais legal ainda seria ir ao teatro em São Paulo. Comecei a procurar o que tinha em cartaz. Então vi “Musical Popular Brasileiro”. 
Fiquei animada, principalmente quando vi o nome Jarbas Homem de Mello. E que a Adriana Lessa estava substituindo a Danielle Winits. Com um elenco de peso a peça deve ser muito boa. Pensei. E o valor do ingresso não estava caro. Na fileira D (que foi onde compramos) estava R$ 80,00 a inteira e R$ 40,00 meia. O Zé levantou e pegou o note para ver melhor e comprar os ingressos. No dia seguinte vi que o Jarbas não atuava. Só dirige a peça. Mas vi que um dos atores é o Érico Brás. Ele é o Jurandir do seriado “Tapas & Beijos” que está sendo transmitido todo Domingo a noite no GNT. Então que eu conhecia era a Adriana e ele.
Como chegamos um pouco cedo no teatro, deu tempo de tirar umas fotos.rsrs


Quando entramos no teatro ficamos surpresos. Achamos pequeno. Parecia menor que o do Shopping Iguatemi. Mas não é! Ele tem capacidade para 769 pessoas. O do Iguatemi para 515 pessoas. 
Release
Filial brasileira de uma empresa multinacional recebe a visita de investidores estrangeiros. Para impressionar os gringos, a empresa prepara um grande espetáculo com canções da MPB dirigido por um antigo diretor de musicais. Às vésperas da estreia o diretor tem um piripaque e vai parar às portas do Céu, entre a vida e a morte. Lá, ele encontra dois anjos caídos, fugidos do inferno, que lhe garantem o retorno à Terra. Em troca o diretor terá que montar – em tempo recorde – um espetáculo musical com as estrelas da MPB que foram dessa para melhor. A partir daí, assim na Terra como no Céu, tudo vira uma grande confusão que se resolve apenas com uma intervenção para lá de inesperada.
Elenco
Adriana Lessa, Érico Brás, Danilo de Moura, Giulia Nadruz, Reiner Tenente, Marcelo Góes, Dagoberto Feliz, Carol Tanganini, Leilane Teles, Mariana Barros, Mariana Gallindo, Nina Sato, Vivian Albuquerque, Daniel Cabral, Davi Tostes, Eduardo Leão, Guilherme Leal, Leandro Naiss e Oscar Fabião.
A banda, liderada pela maestrina e tecladista Carol Weingrill, é composta por Raphael Coelho (Percussão), Renato Farias (Trombone), João Lenhari (Trompete e Flugelhorn), Rodolfo Schwenger (Teclados), Jorge Ervolino (Guitarra e Violão) Luciano Lobato (Bateria), Amilcar Lobosco (Sax Tenor, Sax Alto, Flauta e Clarineta) e Peter Mesquita (Contrabaixo)

***


Estamos sendo observados

Antes de falar sobre a peça vou eu me gabar um pouquinho. É que fiquei orgulhosa de mim mesma.rsrs
O motivo foi um episódio que aconteceu no shopping, enquanto eu e o Zé tomávamos café.
Essa foto o Zé tirou do sofá do Octavio café
Como eu e o Zé estamos pensando em (um dia quem sabe) fazer o Caminho de Santiago começamos a pesquisar – ler sobre o assunto. Semana passada o  Zé comprou o livro “Santiago, Um Caminho de Emoções” escrito por Valter Conde. Ele narra a caminhada dia a dia. Dele e um amigo. Fala das pessoas que cruza pelo caminho. Das cidades onde parou. Os albergues onde dormiam. Eu e o Zé estamos lendo juntos. Lemos em voz alta. Tem dia que o Zé lê. Tem dia que sou eu. O legal é que a gente lê e conversa um pouco sobre o capítulo.
Como a gente sabia que teríamos tempo antes do horário da peça, o Zé levou o livro para São Paulo. E decidimos ler enquanto tomávamos café. Eu li alguns capítulos. Depois o Zé mais alguns.
Quando o Zé foi pagar, vi que um jovem senhor – aparentando uns 45 anos - se aproximou dele e começou a conversar. Depois se despediu e foi embora.
Após pagar, enquanto caminhamos em direção ao teatro, o Zé contou o que aconteceu.
Aquele jovem senhor foi até ele para dizer que ficou admirado de ver nós dois lendo. Disse que hoje em dia é tão difícil ver uma cena dessas. E falou mais coisas.
E é verdade! Para todo lado que se olha, as pessoas estão com os olhos vidrados no celular. Quantas vezes nós vamos a restaurantes e vemos o casal, cada um no seu celular. Não se olham. Nem conversam.
A gente estava lendo nosso livrinho, sem perceber que estávamos sendo observados. Fiquei feliz que fui um bom exemplo para alguém.

Pinacoteca e Shopping Eldorado

Ontem foi dia de passeio em São Paulo. Conheci a Pinacoteca, o Shopping Eldorado e o Teatro das Artes – que fica no Shopping.
Nesta postagem vou falar da Pinacoteca e do Shopping. Na próxima sobre o teatro. Mais especificamente sobre a peça.
Saímos de casa às 12h rumo à São Paulo. Há tempos o Zé quer me levar para conhecer a Pinacoteca. Então aproveitou que a gente ia assistir a uma peça às 20h e fomos mais cedo, para passear pela cidade.
Antes de entrar na Pinacoteca fomos até a estação da Luz. Eu já estive nessa estação na década de 80. Fui de trem com a Silvana e o Ronaldo. Acho que foi quando fomos ver alguns shows (Kid Abelha, Metrô...) que aconteceram no estacionamento do recém- inaugurado Shopping Eldorado. Não tenho certeza! Mas isso é outra história.

Atravessamos a rua e adentramos na Pinacoteca. A gente tinha visto na internet que a entrada é R$ 6,00 e maiores de 60 anos não pagam. No fim, não estavam cobrando ingresso. 
Passeamos pelas salas do primeiro e do segundo andar, olhando as obras. Um pequeno aviso. Eu não entendo nada de arte. Não tenho veia artística. Não sou criativa. Sendo assim, não farei comentários sobre os quadros e esculturas que estão em exposição. Quem entende e gosta vale a pena visitar a Pinacoteca. Mas, o que eu gostei mesmo foi do prédio. Todo de tijolinho à vista. Muitas portas e janelas. E uma ponte de metal ligando um lado ao outro. A Pinacoteca estava bem movimentada. Estranhamos porque vimos muitas crianças, depois entendemos o motivo. Tinha um espaço acontecendo atividades. E ali tinham bastantes crianças com seus pais - fazendo arte.rsrs 








Saímos da Pinacoteca e passamos pela Praça da Luz. O Zé ficou encantado. Disse que em outras épocas não dava para entrar ali, porque era muito perigoso. A praça está bem cuidada. Tem algumas esculturas espalhadas por ela. Muitas pessoas. Algumas caminhando. Alguns sentados nos bancos desfrutando da sombra. Tinha um grupinho tocando violão e cantando.



Saindo da Praça o Zé quis me levar para conhecer a Cidade Universitária. Rodou, rodou até conseguir encontrar. Só que não pudemos entrar. Nem achei ruim. Eu já estava com fome.rsrsTambém... Não era por menos... Já passava das 15h.
Próxima e última parada do dia - Shopping Eldorado. Chegando lá, fomos direto para a praça de alimentação. Anda pra cá. Anda pra lá e resolvemos almoçar no Fogão Mineiro – self service. Sei que é Shopping. Sei que é São Paulo, mas achei que ficou carinho o almoço. Na hora de pesar vi que o quilo estava R$ 67,90. Os dois pratos deu R$ 58,00. E eu e o Zé não somos de encher o prato. Sabe por que eu acho caro? Porque onde eu almoço o quilo da refeição é R$ 37,90. Mas o pior ainda estava por vir.rsrs
Almoçamos e ficamos passeando pelo shopping, que estava bem movimentado. Muitas crianças. Por ser mês de Julho, estão acontecendo alguns eventos voltados às crianças. Paramos na Ofner para comer (dividir) uma bomba de chocolate. Depois, quando já era quase 18h decidimos sentar para tomar um café e aproveitar para ler mais um pouquinho do livro sobre o Caminho de Santiago de Compostela. Esse livro é um relato – dia a dia - de um peregrino. Como eu e o Zé pretendemos um dia fazer o caminho, começamos a pesquisar sobre o assunto. Escolhemos tomar café e conhecer o “Octavio Café”. Ouvimos falar desse café no radio – Nova FM.

Ficamos ali pelo menos uma hora. Tomamos um café cada. Se bem que do Zé tinha meia xícara. E uma água. Sabe quanto ficou? R$ 26,50. Eeita cafezinho caro. Mas o pior ainda estava por vir.rsrs

Saindo dali nos dirigimos ao teatro. Sobre ele e a peça conto na próxima postagem.

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Aniversário de namoro - 07 anos

Hoje eu e o Zé estamos comemorando mais um ano de namoro.
Já se passaram 07 anos! Sem crise.rsrs
E como hoje é segunda-feira, a gente não vai sair para comemorar. Para mim, o passeio de sábado serviu como comemoração antecipada. Se bem também, que eu acho que não precisa ficar saindo e gastando para dar sentido à comemoração. O importante é a gente lembrar. E isso a gente nunca esquece.
Como o tempo passou rápido. Parece que foi ontem que a gente se conheceu. Ainda lembro muito bem daquele dia 02/07/2011. Passou também porque eu e o Zé somos de viver tudo muito intensamente. Tentamos aproveitar cada minuto do nosso dia. Ou seja... Nesses 07 anos muita coisa aconteceu... Coisas boas e ruins. Situações que serviram para fortalecer nossa união, pois tudo isso serviu para amadurecermos juntos... Na confiança, no respeito, na amizade e principalmente no amor.
Só tenho a agradecer a Deus por estar sempre presente. E que assim permaneça a fim de que possamos comemorar muitos mais anos de união.
O nosso brinde foi com uma tacinha de vinho do Porto. Muito bom!

domingo, 1 de julho de 2018

Show da Alcione

Ontem eu e Zé fomos assistir ao show da Alcione, no Credicard Hall. Não vou dizer que sou fã dela, porque não sou. Gosto das músicas. De algumas. Mais aquelas que fizeram sucesso nos anos 80.
O Zé que queria muito ir a um show dela, e como não teve nenhum pela região, o jeito foi ir para São Paulo.  A intenção maior seria (tentar) entregar um CD dele, para a Alcione. Disse que teve insights de que ela poderia gostar de alguma música dele e querer gravar. O sonho do Zé é que algum cantor “de nome” grave uma música dele.
Nós saímos de casa às 18h30min. O Zé falou que se a viagem fosse tranquila, e chegássemos muito cedo em São Paulo, que iríamos passear no Shopping Morumbi. Chegamos não era 20h. Passeamos um pouco pelo shopping e paramos para jantar. Ainda bem que decidimos ir embora logo, pois ficamos uns minutos tentando encontrar o carro. Eu gravei o estacionamento que deixamos o carro G3. Mas não a letra e número de onde o carro estava. Problema que entramos pela escada rolante e saímos pelo elevador. Quando não localizamos o carro, voltamos pelo elevador no shopping e procuramos as escadas rolantes. Mesmo assim, não reconheci a porta. Estávamos no andar certo, mas não na entrada pela qual entramos. Por fim, o Zé achou melhor irmos por fora, procurando. Chegamos na rampa por onde o carro subiu e então fizemos o trajeto até encontrar o carro. Achei que ia perder o show.rsrs
Chegamos no Credicard Hall não era 21h30min. O Zé colocou o carro no estacionamento. Ficamos chateados com o valor cobrado - R$ 60,00. Achamos um absurdo (abuso), não é? Por isso vimos tanta gente colocando o carro em outros estacionamentos e até mesmo deixando na rua. Bom, quem está na chuva é para se molhar. Não tem que reclamar. Eu queria mais era sentar. Estava um pouco cansada de ter andado no shopping e depois no estacionamento. Então quis entrar logo e procurar meu lugar. Mas antes uma pausa para tirar fotos.rsrs

Ficamos nas poltronas – primeira fileira. Na nossa frente só as mesas. Era só pular a cerquinha e sentar em uma cadeira.rsrs Brincadeira. As mesas estavam todas ocupadas. Logo que nós entramos, eu sentei na minha poltrona e dali só saí na hora de ir embora. O Zé saiu atrás de descobrir como entregar o CD dele para alguém da produção, ou para a Alcione em pessoa. A casa estava lotada. Não imaginava que a Alcione tem tantos fãs assim.
O Zé voltou uns minutos antes de o show começar. Conseguiu entregar o CD dele para uma mulher que faz parte da produção.
O show começou com uns minutos de atraso. A banda tinha dez músicos instrumentistas e três backing vocal - duas moças e um rapaz. A Alcione cantava um pouco em pé... Um pouco sentada. E o tempo todo estava com um lenço se secando. E não estava tão quente.
Durante todo o show, ela fez uma troca de roupa. Ela é muito simpática. De vez em quando conversava com o público. Respondia brincando com os gritos de “Diva”, “Maravilhosa” e alguns outros adjetivos vindos do público.
Atrás de mim – um pouco a direita - tinha uma moça que cantava (aos gritos) todas as músicas dela. E atrás de mim, alguém vibrava tanto que minha poltrona chacoalhou do começo ao fim do show. Vai ver que é por isso que senti sono. Que vergonha! Confesso... Cochilei durante o show. Mas não é porque estava ruim. Nada disso! As músicas da Alcione são muito gostosas de ouvir. Ou seja, escurinho, tarde da noite, música boa e poltrona chacoalhando... O cochilo foi inevitável.rsrs
Quando eu conhecia a música eu cantava. E de todas que a Alcione cantou eu conheço: “Não deixe o samba morrer”, “Sufoco” e “Garoto Maroto”. Acabei sentindo como se fosse um peixe fora d’água por não conhecer mais. E por isso não cantar mais. E não vibrar mais.
Mais ou menos no meio do show, a Alcione convidou a cantora Vanessa Jackson, que estava sentada em uma mesa bem próxima do palco, para subir e cantar pra gente. A Alcione rasgou elogios para a Vanessa. Disse que é grande fã dela.  A Vanessa é muito simpática. E tem uma voz maravilhosa. Cantou a música “I Will Always Love You” da Whitney Houston. O público vibrou!
E próximo de meia noite, a Alcione chamou o pessoal da escola de samba Mocidade Alegre no palco. Ela ficou uns minutos com eles e depois saiu. Nós ficamos ainda por pelo menos 10 minutos, ouvindo e vendo a bateria, o mestre sala e a porta bandeira, as passistas... 
Saímos antes de eles pararem para não pegar congestionamento de pessoas e depois dos veículos saindo.
Apesar de não ser (grande) fã da Alcione, adorei o show.  Ela canta muuuuito! Uma mulher muito bonita, simpática e dona de uma voz inigualável.