quarta-feira, 26 de abril de 2017

O estágio da Rory

No último Sábado - ou Domingo - eu comecei a assistir a 7ª temporada de Gilmore Girls. Sozinha! Sim, o Zé me abandonou. Ele ficou irritado com os últimos episódios e não quis mais saber. Eu não me irrito tão fácil assim. Já assisti muitas novelas. Quer motivos para ficar mais irritado do que isso? E outra... Gilmore Girls tem umas boas doses de realidade. Da vida como ela é! Sendo assim, nada como ver as decisões que os personagens tomam, para ver o que dá para aplicar na nossa vida, não é mesmo? Mas, é uma pena o Zé ter parado de assistir, porque a cada episódio assistido, a gente ficava dias e dias refletindo, e discutindo o acontecido.
Bom, enquanto ele não volta, eu estou com uns comentários “entalados” aqui no pensamento, que gostaria de “desentalar”.
O primeiro comentário é sobre o que aconteceu nos episódios em que Mitchum convida Rory para estagiar no seu jornal (Mitchum é pai do Logan – namorado da Rory). Ela estava indo muito bem. Deu uma organizada geral no departamento, nos papéis, etc. Um dia, após uma reunião, Mitchum diz para a Rory que ela não serve para trabalhar no jornal. Que ela não tinha iniciativa e mais algumas coisas. Ela tentou explicar que ficou no lugar que ele a tinha colocado. Que em nenhum momento ela foi designada para escrever matérias. Que ela não teve tempo de mostrar essa parte. Ou seja, ela contestou de várias maneiras. Ele não voltou atrás. Aliás, disse que estava falando isso pelo bem dela. Até parece!! Ouvir essas palavras acabou com Rory. Acabou comigo e o Zé também. E sabe o que aconteceu depois? Ela desistiu de estudar. Desistiu do seu maior sonho!
Sei que eu e o Zé ficamos revoltados. A pessoa não pode ir falando o que quer. E da maneira que quer. Tem que pensar nas consequencias. Ele devia ter pensado que acabou com os sonhos da Rory só com algumas palavras.

Os sapatos da Lorelai

Pois bem... Depois da desilusão da Rory, muita coisa aconteceu. Ela foi presa, e por esse ato teve que prestar trabalhos voluntários. Foi morar com os avós (contra a vontade da Lorelai). Do outro lado, Lorelai ficou noiva do Luke. Arrumou um cachorro, que colocou o nome de Paul Anka (em homenagem ao ídolo dela).
Que fique claro que nesse período, os episódios ficaram sem brilho, sem cor. Lorelai e Rory juntas são pura energia o que nos contagia. Elas agitam tudo e todos. Ou seja, os episódios ganham vida. Acho que até por isso o Zé desistiu...
Bom, mas o que eu tenho para comentar é até meio besta, mas já viu... Se eu não escrever vai ficar aqui... Na minha cabeça... Junto com um monte de outros pensamentos. Sem mais delongas... Eu fiquei muito intrigada com as atitudes de Paul Anka. Sabe o que ele fez? Começou a carregar os calçados da Lorelai do quarto dela (que fica no andar de cima), escada abaixo. Engraçado que ele levava o par. Lorelai não queria contrariá-lo, então deixava os sapatos espalhados. Depois ele foi fazendo um caminho com os sapatos até a porta do quarto da Rory. Então um dia ele ficou doente. Uma noite, ele estava muito mal, deitado na cama da Rory. Lorelai passou a noite sentada na cadeira, que fica ao lado da cama, observando ele. Quando Luke foi vê-la, ela começou a desabafar entre lágrimas. Dizia que não estava cuidando bem do Paul Anka, que ela tinha falhado. No fundo, o que ela estava querendo dizer é que tinha falhado com a Rory.
Vou dar um pequeno spoiler... Paul Anka não morreu.rsrs
Depois desse episódio fiquei pensando que ele estava tentando dizer alguma coisa quando carregava os calçados. Por fim, cheguei a conclusão de que ele levava o par do sapato da Lorelai até o quarto da Rory dando a entender que elas tinham que ficar juntas. Que não estava bom do jeito que estava. Que elas formam um lindo par. Será que eu viajei?rsrs

terça-feira, 25 de abril de 2017

Primeiro Feriado

Nossa... Mais de 10 dias sem postar nada. Estranho! Passei por dois finais de semana prolongados (feriado na sexta-feira). Por isso que a gente diz que quanto mais tempo... Menos tempo. 
O que fiz no dia 14 - sexta-feira santa? Lembrei... Fomos dormir de madrugada, pois, uma turminha ficou fazendo barulho (bebendo, fumando...) no terraço de uma casa, que fica ao lado do prédio. Já viu, moramos no 5º andar e com o silêncio da madrugada, quase dava para ouvir o que a moçada falava. Se bem que na maioria das vezes eles berravam. Eu fui dormir antes das duas, o Zé eu nem vi. Ficou lá na sala, andando de um lado para o outro, ligando para a polícia para reclamar.
Acordei na sexta-feira não era 07h30min, com o barulho de alguém quebrando piso. Agora era na casa em frente ao prédio. O Zé acordou "p" da vida, e estressado pela noite mal dormida, quis sair. Sem rumo...
Decidimos ir até a Fazenda do Chocolate, que fica na Estrada dos Romeiros. Essa estrada costuma ser bem tranquila, bem arborizada, além do rio Tietê que fica na margem. Porém, nesse dia ela estava bem agitada. Muitas motos, carros e bicicletas. E para piorar, em um determinado ponto da estrada tinha uma rapaziada "empinando" moto. Imagina se tudo isso não deixou o Zé inconformado, dizendo que não voltaria mais àquela estrada em feriados e finais de semana. A fazenda também estava bem cheia. Mas ali é bem relaxante. Paramos um pouco ao lado do lago e ficamos vendo os patos, os pavões, os cavalos, a lhama, e as pessoas passando pra lá e pra cá. Paramos para tomar um café coado no coador. Tudo isso não levou uma hora. O tempo que ficamos ali. Por fim, acabamos indo almoçar no Piu Piu. 
No Sábado - véspera de Páscoa eu convidei meus filhos para jantarem conosco. Depois de ficar com a dona Odete das 13h às 18h, compramos algumas pizzas e esperamos eles chegarem. Comemos as pizzas, trocamos ovos e chocolates e conversamos muuuito.
O Zé foi dormir antes de eles irem embora porque no dia seguinte ia fazer um "bico" de motorista.
No Domingo de Páscoa, acordei, tomei meu café, lavei (hidratei) o meu cabelo, lavei roupa e finalmente fui para a casa da minha mãe, aonde a família iria se reunir.
Cheguei à casa da minha mãe após às 15h. Lá estavam a Silvana, Sandro, Adriana, Henrique, minha mãe e o Nego. Depois aos poucos foram chegando: a Karen, Sergio e Duda. A Shirlei, Marquinho, Andressa e Cauan. A Eliane, Gabriel e Felipe. A Karen levou um bolo salgado delicioso!
Como eu fui de ônibus, na volta peguei carona com a Eliane, pois o Zé só chegou depois das 21h.
Bom, agora vou para a próxima postagem que é descobrir e relatar o que fiz no feriado da semana seguinte.

Segundo feriado

Continuando...
E o que foi que eu fiz no feriado de Tiradentes – dia 21 (sexta-feira)? Nada. Absolutamente nada!
Dormi até mais tarde na sexta, no sábado e no domingo. Mas não foi porque não tivemos compromissos. Tivemos sim! Porém, nada que comprometesse a minha noite de sono, seguido de um acordar “de livre e espontânea vontade”.rsrs
Na sexta-feira o Zé ficou o dia todo com a dona Odete. Eu tinha combinado durante a semana, que a Eliane levaria carne para fazermos um churrasco na churrasqueira do prédio. E mesmo com a chuvinha que desceu do céu, fizemos. Além da Eliane, Gabriel e Felipe, foram: Karen, Sergio, Duda, Xandi, Shirlei, Marquinho, Bruno, Fernando, Talita e eu. Cada um levou um pouco. Teve carne, linguiça, frango, arroz, salada e vinagrete. Teve até sobremesa. A Eliane levou gelatina – mosaico. E a Karen bolo e docinho. Após o churrasco, subimos um pouco ao apê para continuar a “prosa” e beber um café.
No Sábado, finalmente eu sentei para fazer as declarações IRPF do Bruno, Zé, da Rose – patroa do Bruno e a minha. A tarde fomos ao mercado e shopping comprar presente para o Nicolas, pois, a noite tinha a festinha dele.
A festa para comemorar os 05 anos do Nicolas aconteceu no Buffet Marshmallow. Tinha muita gente. E muitos brinquedos para a criançada e para os adultos. Além dos comes e bebes. O que tinha de diferente nesse Buffet, ou pode ser que seja comum e eu que estou por fora, foi que, quando chegamos o fotógrafo tirou uma foto da gente em frente a mesa decorativa, e no final da festa essa foto – com o Nicolas junto (montagem) foi nos dada como lembrança do aniversário dele.
E o Domingo foi dia de ficar em casa. Ajeitando aqui e ali. Passando roupa. Enfim, foi um feriado em que não viajei, não fui ao cinema, nem ao teatro, nem fui à casa de ninguém. Mas não me arrependo, porque assim... Descansei! 

quinta-feira, 13 de abril de 2017

HUMANO DEMAIS - A biografia do Padre Fábio de Melo


Depois de 45 anos de vida... 28 de estudos teológicos... 21 de carreira musical... e 15 de sacerdócio... o dia em que descobriu que finalmente estava livre para ser o padre que bem entendesse entrava para a lista dos momentos decisivos de sua vida. Era como os aconselhamentos com a Tia Ló na adolescência, o encontro com padre Léo diante de lágrimas e uma garrafa a’água no corredor do convento de Brusque, o dia em que ele mostrou suas músicas ao padre Joãozinho, a gravação do primeiro disco solo e a explosão do disco FILHO DO CÉU, a conquista do Brasil com o disco VIDA, a chegada ao Canecão, o reconhecimento da Igreja ao convidá-lo a receber o papa Francisco, e, mais recentemente, a chegada ao Theatro Municipal. A experiência humorística no Snapchat, que seguiria se renovando com personagens como Dioclécio, o Exausto, era “definitivamente, um divisor de águas pra mim... se alguém tinha duvida da minha espontaneidade, não tem mais... do que eu posso fazer para aproximar, pra estar perto e ser eu mesmo”.
Ser ele mesmo era mais importante que tudo. O menino precisou ser “expulso” de sua cidade natal para fugir dos problemas da família e descobrir o mundo, o adolescente que precisou aprender a controlar seus instintos masculinos para ser padre, o seminarista que nem conseguiu cuidar de seu lado travesso... Se Fábio de Melo passara a vida amansando seu lado transgressor para que os críticos não se aproveitassem de seus equívocos e tentassem desqualificá-lo, chamando-o de web-celebridade ou padre-cantor... Se até Valéria, a grande amiga da adolescência, dizia que preferia ficar com suas lembranças, pois, “o padre Fábio é um e o Fábio José, filho da dona Ana, é outro”, agora Fábio José de Melo Silva descobria que podia tudo ao mesmo tempo: teólogo e humorista, conselheiro e irônico, canto e pregador, o que quisesse, pois as críticas não o atingiriam mais. Não precisava provar a mais ninguém que sua principal missão era divulgar os ensinamentos de Jesus Cristo, espelhando-se no modelo evangelizador do apóstolo Paulo, levando o cristianismo a quem não o conhecia, interpretando-o quando julgasse necessário, pregando em teatros, falando de religião quando não quisesse. Fábio de Melo passava a ser Fábio de Melo em qualquer circunstância, ou Fábio José, ou Zé da Silva, ou Fabinho, pois todos eles se reencontravam naquele padre único, que agora vive por aí sorrindo e brincando como se ainda estivesse em Formiga.

Em "HUMANO DEMAIS - A biografia do Padre Fábio de Melo", p. 402-403

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Relembrando a Páscoa de 2007

Com a proximidade da Páscoa e o aniversário do Henrique que foi no dia 07, lembrei-me de um episódio da minha vida. Aconteceu há 10 anos. Como costumo dizer: “pirei”.
Eu estava desconsolada (louca mesmo) porque depois de inúmeras idas e vindas do Rubens, em um dia do mês de março de 2007, ele foi embora de vez. Prometeu nunca mais voltar. Eu ainda rezei muito para ele voltar, mas não era para ser. Então, resolvi que tinha que fazer alguma coisa. E fiz...
Comprei passagens de ônibus para mim, e os filhos, com destino a Itanhaém. Ia ficar na casa do meu primo Luciano que estava morando lá. Não lembro se eu o avisei, e a Luciana – esposa dele - que estava indo.
Minha mãe vendo a loucura que eu estava fazendo, ou com receio de eu fazer outra maior, resolveu ir junto. Chegamos a rodoviária de Santos e depois pegamos um circular até onde meu primo morava. O ônibus lotado. Tinha muita gente mal encarada. Lembro que em alguns momentos eu olhava para os meus filhos que estavam sentados nos outros bancos e pensava: Meu Deus, o que estou fazendo? Chegamos no Luciano já era noite.
A Luciana e as irmãs dela estavam fazendo ovos de páscoa. Tinham muitas encomendas. Coitadas. A gente deve ter atrapalhado muito. Visita em horas assim não é legal. Mas acha que eu tinha discernimento para perceber isso?
E onde o Henrique entra nessa história? Acho que ele e a Adriana, vendo a loucura que eu tinha feito, pegaram o carro e foram para Itanhaém também. Chegaram no dia seguinte.
Apesar de eu estar acabada – literalmente. Na época pesava 12 quilos a menos que hoje. E acreditem... Não estou gorda hoje. Apesar de tudo nos divertimos muito na praia. Até hoje a gente fala que foi uma das nossas melhores viagens para a praia. Ficamos bem a vontade. À noite a gente ia à feirinha. Em uma das noites - deve ter sido no aniversário do Henrique - fizemos um churrasquinho. Enquanto isso, a Luciana e as irmãs faziam ovos de chocolate.
Não lembro exatamente o dia que chegamos lá. Saímos no Domingo de Páscoa. Isso eu sei, porque no ônibus, eu vi um pai ligando para o filho, dizendo que ia buscá-lo na rodoviária, e no início da conversa teve um: “Feliz Páscoa”. Lembro também que nesse momento fiquei triste pelos meus filhos, porque eles estavam ali, sentadinhos. Eu nem comprei ovos de Páscoa para eles. Pensei também que o pai bem que podia ligar para eles, para desejar “Feliz Páscoa”. Mas isso não aconteceu.
Bom, mas tudo isso passou. Saímos todos ilesos. Fisicamente, com certeza. Psicologicamente também espero que sim. Por mim, eu superei. Meus filhos, quando conversamos sobre esse episódio, eles são unânimes em dizer que se divertiram muito. O Henrique só ri. Minha mãe e a Adriana - meus anjos protetores - nem sei o que pensam, mas com certeza elas compreenderam a minha atitude, e porque não dizer, a minha loucura.
Quando lembro desse episódio fico com um pouco de vergonha, mas sei que naquela época, fiz o que achava que tinha que fazer. Como dizem para para mim, e concordo... O que fiz ou passei tornou-me a pessoa que sou hoje. E uma certeza eu tenho. Sou menos louca.rsrs

domingo, 9 de abril de 2017

Mudanças...

E hoje comecei a embalar minhas coisas. Comecei pelos meus CDs. Não podia ser diferente.rsrs
Ainda não falei por aqui, mas... Estamos de mudança. Para onde ainda não sabemos. 
Depois de mais de 10 anos morando no mesmo lugar, o proprietário pediu o apartamento. O Zé está fulo da vida. Eu não! Tem coisas na vida que são previsíveis – inevitáveis. Isso acontece quando se está morando em um imóvel que não é seu, com certeza um dia terá que sair.
E por que não sabemos para onde iremos? Primeiro porque o Zé não quer mais morar de aluguel. Ainda bem que ele acordou. Chega uma hora na vida que temos que pensar em ter um cantinho seu para passar os fins dos dias, com tranquilidade. Para mim, isso é essencial.
Chegamos a ver a possibilidade de financiar um apartamento. No andar abaixo do nosso tem um apartamento à venda. Porém, meu salário não dá financiamento. O Zé até consegue financiar por causa da conta que ele tem no banco, mas aí não conseguimos pagar as parcelas, porque, por enquanto só eu estou trabalhando.
Sendo assim, o mais provável é que iremos morar com a mãe dele uns tempos. A casa dela é muito grande. E nossos móveis ficariam em uns cômodos que tem no fundo do quintal. Esse tempo seria até o Zé aposentar, assim conseguiremos financiar um imóvel.
Tem mais uma coisa acontecendo. Essa semana, o Zé e as irmãs vão conversar com um possível comprador da casa dos pais deles. Esse comprador está propondo comprar, e deixar a mãe deles morando na casa. Caso isso aconteça, provavelmente os irmãos vão dividir o valor, e cada um vai ficar com a sua parte. Deixando claro aqui que essa venda não é de total acordo do Zé. Mas, como ele é minoria, como ele mesmo diz... É voto vencido. Se isso acontecer, talvez com a parte dele dê para comprar, ou pelo menos dar de entrada em um imóvel.
Eu entreguei nas mãos de Deus. ELE decide o que é melhor pra todo mundo. Enquanto isso eu vou embalando minhas coisas. 

Desesperados

Categoria: Adulto
O depoimento de Bia é, no mínimo, impactante. Segundo ela, a peça “Desesperados”, a salvou de uma tentativa de acabar com a própria vida. Ainda que seja exagero de estrela, a moça, nascida da imaginação do autor Fernando Ceylão, garante que veio com tudo para, junto com seus companheiros de cena, fazer a plateia morrer de rir. No total são mais de 40 personagens que se esbarram e ganham vida em diferentes esquetes. Com uma carpintaria mais do que elaborada, o espetáculo permite, numa única cena, várias trocas de personagens. Para tanto, o autor lançou mão da criatividade e chegou a um recurso de fácil entendimento: tarjas com nomes dos personagens coladas no peito de cada ator, que podem ser trocadas a qualquer momento.
Com a direção do experiente João Fonseca, “Desesperados” pode ser vista de duas maneiras: como uma divertida peça de esquetes, mas também como uma única peça. Isso porque ao assistir ao espetáculo, você vai entendendo que o personagem de um esquete aparece em outro esquete e, assim vamos acompanhando a trajetória deles.
Cada um desses esquetes tem início, meio e fim e poderia ser apresentado isoladamente. Porém, a costura do espetáculo os transforma num quebra cabeças elaborado, resultando em uma trama maior. O texto fala de solidão, de encontros, desencontros e vida no mundo moderno, mas tudo de uma maneira bem divertida.
O elenco conta com Marcus Majella, Pablo Sanábio e Pedroca Monteiro, três atores com longa trajetória em comédia, o que só pode dar num resultado realmente engraçado.
Ficha Técnica:
Autor: Fernando Ceylão
Direção: João Fonseca
Elenco: Marcus Majella, Pablo Sanábio e Pedroca Monteiro
Duração: 70 minutos (aproximadamente)
Classificação Etária: 14 anos
Gênero: Comédia
Fonte: http://www.teatroiguatemicampinas.com.br/desesperados/

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Fomos ontem assistir "Desesperados" - sessão das 21h, no Teatro Iguatemi.Mais uma vez ganhamos os ingressos do Correio Cult.
Quando vi que ganhamos, fui pesquisar o que seria a peça. O que mais me animou foi ver que no elenco tinha o Marcos Majella. Conheço-o dos programas 220 volts, do Paulo Gustavo. Sei que hoje ele tem programa, e tem até filme que vai estrear (ou já estreou) no cinema, tendo ele como protagonista. Sinal de que ele está "mandando bem".
E quando o Zé pegou os ingressos e viu que nossos assentos eram D15 e D16? Primeiro ficamos felizes, devia ser bem pertinho. Depois ficamos receosos. Perto demais a ponto de sermos abordados pelos atores? E quanto entramos e vimos que estávamos no corredor? A preocupação aumentou. O Zé até comentou que a gente pode falar que não vai subir ao palco quando eles chamam. Porém, lembramos que talvez, pelo estilo da peça, eles não teriam tempo de irem até o público. E que foi o que aconteceu. Graças a Deus.rsrs
Os três ficam o tempo todo no palco, cujo cenário era composto de mesas e cadeiras (de plásticos) vermelhas. Inclusive, no fundo elas estavam penduradas.
Os três atores, vestidos de preto, entravam e saiam o tempo todo - às vezes nem saiam - pois não trocavam o figurino, somente trocavam os nomes que eram pregados com velcro, na camiseta. De vez em quando eles se embaralhavam com os nomes, o que tornou o espetáculo mais engraçado.
E como ele eram ágeis. Chegaram a suar tamanha era a agitação. Os três são ótimos. Fui pensando que veria somente o Marcos dando show, mas não. Os três são muito, muito talentosos. Um espetáculo que vale a pena indicar e voltar mais vezes...