segunda-feira, 18 de junho de 2018

Olha o cabelo deles!

A bola está rolando nos gramados e a gente reparando nos cabelos dos jogadores.rsrs Também! Não tem como... Afinal os jogadores inventam moda.
Vi que alguns deles descoloriram os cabelos. Isso me levou a pensar... Até que esses rapazes são fortes! 
Porque pelo que eu sei, para descolorir até a raiz não deve ser fácil. Digo isso com base no que eu vi há alguns anos atrás. Eu estava em um salão de cabeleireira no bairro onde eu morava, e a filha da cabeleireira estava descolorindo o cabelo. Ela estava inquieta. Andava de um lado para o outro. Não sei dizer o que ela sentia. Se era incômodo. Se era um tipo de dor. Ela falava que não estava aguentando. Tanto que, se não me engano ela lavou o cabelo antes do tempo.
Por isso, ao ver os jogadores com os cabelos descoloridos, penso que eles são bem fortes. Penso também que já foi a época em que a gente dizia que homem era "mole". 

Um Domingo com caminhada e jogo

Ontem foi dia agitado!
Começou logo cedo com a caminhada organizada pela 40+. Primeira vez que participamos. Sempre me neguei a ir porque tem que acordar cedo. Já basta durante a semana, né?rsrs
Fomos mais por consideração ao Diogo. Ele falou nos dias que antecederam que a nossa unidade é a que menos tem adesão. A caminhada teve como ponto de encontro o Restaurante “Vila Paraíso” que fica em Joaquim Egídio.
Eu e o Zé acordamos às 7h. Saímos de casa às 7h30min. Fomos direto para o ponto de encontro (tinha a opção de encontrar com o pessoal na academia). Chegamos já tinha muita gente. Eu fui conhecer o restaurante. Ele é muito grande. E chique! Na entrada onde foi servido o café tinha muitas bananas para quem quisesse comer antes da caminhada. E garrafinhas de água.
Fizemos o aquecimento. Tiramos a foto e começamos...
A caminhada (que consideramos mais um passeio) não durou nem uma hora. Poucos correram.
Eu e o Zé caminhamos conversando com quem estava próximo. A maior parte do tempo com a Valéria e o Stephan. Depois alcançamos a Malu e o esposo. Já na volta quem nos acompanhou por um bom tempo foi o Léo. É que eu ficava parando para tirar fotos. Tanto que quase fomos os últimos a chegar no salão onde estava sendo servido o café da manhã.



O café da manhã estava maravilhoso. Tinha muita coisa. E por incrível que pareça, acho que provei 90% do que tinha. Só não tomei os sucos e comi a salada de frutas. Comi pão de queijo, sanduíche de pizza, bolo de fubá, de cenoura e tomei café.
Foi uma manhã maravilhosa. Valeu a pena! Com certeza irei nos outros encontros...

Saindo de Joaquim Egídio passamos na loja “Maravilhas do Lar” que eu queria comprar uma bandeira do Brasil para colocar na sacada.
Depois passamos no varejão para comprar carne e linguiça para levar na Letícia mais tarde – na hora do jogo.
Fomos para casa só para um rápido descanso. E colocar a bandeira na sacada.
Zé fazendo os últimos ajustes da bandeira na sacada
Passamos no apê para pegar a Deborah e o Henrique antes das 14h. Vesti a camisa do Brasil no Henrique e fomos para a Letícia, onde assistimos ao jogo.
Além da Letícia que é barulhenta pra caramba, ela comprou duas vuvuzelas. Depois chegou a Maria sobrinha da Débora. Ou seja, vuvuzelas, dois bebês, futebol na TV. Eu curto. Fiquei preocupada com o Zé, que não está acostumado. Mas ele sobreviveu.rsrs
Assistimos ao jogo comendo carne, linguiça e pão de alho assados na churrasqueira elétrica. O pessoal bebendo cerveja e refrigerante. Eu, para variar bebi caipirinha que o Zé fez.
Estava tudo muito bom. Só não ficou melhor porque o Brasil não fez muito. 
Deixamos a Deborah e Henrique na Letícia, pois eles estavam querendo ir à festa junina que ia ter na rua, em frente ao condomínio. Eu não! Estava frio e eu queria mais era ir para casa dormir. 
Terminei a noite indo dormir às 20h30min. Estava cansada. Não sei do quê. Pensei nisso quando deitei. Se eu acordo a semana inteira 6h30min e vou dormir lá pelas 22h, porque estava “achando” que estava cansada por ter acordado às 7h? Na verdade não tinha motivo, mas já viu... Mudou a rotina.rsrs

terça-feira, 12 de junho de 2018

Presentes de Dia dos namorados





Lindos né? Ganhei do Zé de presente de dia dos namorados.

A rosa é tão perfeita que parece natural. Mas não é!

Esse meu marido... Sempre me surpreendendo!!

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Festa Junina Clube Cultura

Sábado foi dia de Festa Junina no Clube Cultura. Escrevi aqui que, eu e o Zé fizemos um pacto de irmos todo ano, para relembrar o nosso 1º encontro. Ainda bem que não foi pacto de sangue.rsrs Isso porque furamos uma ou duas vezes. Ano passado foi um! Não fomos porque no mesmo dia teve festa de aniversário do Sandro.
E acho que não iremos mais. Está ficando muito caro. E não tem mais nada de graça. Nesta postagem de 2015 escrevi que pagamos R$ 20,00 a entrada, mas dava direito a quentão, pipoca e amendoim grátis. Esse ano a entrada estava R$ 25,00 (não sócios) e não dava mais direito a nada de graça. E achamos o cachorro quente carinho também – R$ 10,00. Isso porque na semana passada fomos à festa da Igreja Nossa Senhora Auxiliadora (Liceu) e lá o cachorro quente está R$ 5,00. Além de não pagar nada para entrar.
Sábado chegamos às 18:20h, porque fomos direto da casa da dona Odete. Chegando no Clube, estranhei que ainda não tinha som. E estava vazio. A moça da bilheteria disse que a festa começou às 18h. Pagamos e entramos. Subimos a rampa de entrada, parando para tirar fotos.

Foi bom chegarmos cedo porque conseguimos uma mesa bem próxima do palco. O Zé comprou um cachorro quente para ele (eu não quis) e dois quentões para cada um. Ficamos sentados, bebendo e observando o movimento. Parece que todos se conhecem. A maioria deve ser sócio. A gente se sente meio peixe fora d’água. Mais um motivo para não queremos voltar.

Não vou falar que nunca mais voltaremos porque nunca se sabe.rsrs Mas, nessa época, geralmente tem festa para tudo quanto é lado. E temos preferido festas de igreja. Além de sabermos que os preços são melhores, com certeza a qualidade é indiscutível.
Voltando ao Clube Cultura, ficamos lá por uma hora (+/-). Não posso deixar de dizer que acho linda a decoração do ginásio. A distribuição das barracas e brinquedos também é bem legal. Eles ficam nos cantos e as mesas no centro. O som estava bom - tocando forró. Parece que ia ter música ao vivo, mas não quisemos esperar. A nossa intenção que era adentrar aquele ginásio mais uma vez estava concretizada.

sábado, 12 de maio de 2018

Falta de atenção

Hoje foi dia de reparar em coisas que nunca tinha reparado antes. Pelo jeito eu já fui contaminada pelo ritmo acelerado da vida. Percebi isso hoje! Mas vou me policiar para desacelerar.
Percebi isso logo cedo, quando estava na Livraria Vozes. Fui a convite da Rose para conhecer os autores do livro “A vida em prece”, em um bate-papo onde eles apresentaram o livro. Em seguida teve uma benção para as mães. No final ainda tivemos um café da manhã. Autógrafo nos livros e um sorteio (o livro e um terço). E eu fui a sortuda!
Tudo muito lindo, mas emocionada eu fiquei ao ouvir um rapaz que tocou e cantou a música “Se eu quiser falar com Deus” do Gilberto Gil. Conheço essa música. Acho que todos conhecem. Só que hoje, no silêncio do ambiente, só o som do violão e a voz suave do rapaz, me fizeram ouvir atentamente e refletir a letra da música. E chorei!

Se eu quiser falar com Deus
Tenho que ficar a sós
Tenho que apagar a luz
Tenho que calar a voz
Tenho que encontrar a paz
Tenho que folgar os nós
Dos sapatos, da gravata
Dos desejos, dos receios
Tenho que esquecer a data

Tenho que perder a conta
Tenho que ter mãos vazias
Ter a alma e o corpo nus
Se eu quiser falar com Deus
Tenho que aceitar a dor
Tenho que comer o pão
Que o diabo amassou
Tenho que virar um cão
Tenho que lamber o chão
Dos palácios, dos castelos
Suntuosos do meu sonho
Tenho que me ver tristonho
Tenho que me achar medonho
E apesar de um mal tamanho
Alegrar meu coração
E se eu quiser falar com Deus
Tenho que me aventurar
Eu tenho que subir aos céus
Sem cordas prá segurar
Tenho que dizer adeus
Dar as costas, caminhar
Decidido, pela estrada
Que ao findar vai dar em nada
Nada, nada, nada, nada
Nada, nada, nada, nada
Nada, nada, nada, nada
Do que eu pensava encontrar!
Mais tarde, estava passeando pelas ruas da cidade com o Henrique, quando passei ao lado de uma placa. Parei para ler, e não acreditei que nunca tinha reparado nela antes. Se bem que quase não passo por ali. Mas já passei muitas vezes, em outras épocas. Até porque tinha um cinema na mesma quadra.
Ele nasceu em 11/07/1836 (O 11/07 eu decifrei na hora. O ano eu pesquisei no google.rsrs)

Rua Regente Feijó
Ou seja, não ando vendo, nem ouvindo direito as coisas. Isso é falta de atenção? Ou é ver, ouvir, ou fazer as coisas aceleradamente? Uma ou outra, o que sei é que preciso mudar!