quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

28ª APTC - Tsunany

foto arquivo pessoal
Ontem fomos assistir pela 2ª vez a Nany People no teatro. Tsunany é a 1ª peça que estou indo ver nesta 28ª campanha.
Geralmente agito*mais, este ano está um pouco complicado ir por 2 motivos: estamos entregando os convites de casamento e porque está mais longe.
As campanhas anteriores ocorreram no Centro de Convivência - localização melhor, inclusive para estacionar - este ano está sendo no Teatro Castro Mendes, que por sinal é muito bonito, não conhecia.
Não tinha comprado o ingresso antecipadamente - como costumo e gosto de fazer - não estava muito animada para ir, até que minha madrinha ligou para saber se eu ia. Disse à ela que iria se ainda conseguisse ingressos.
Já passava das 19hs, eu não conseguia falar na bilheteria - estava ligando no número errado - então o Zé achou melhor irmos (naquele momento) comprar os ingressos.
Como sabemos que show da Nany lota chegamos meia hora mais cedo, a fila já estava enorme. Como já era esperado o teatro lotou, a peça que estava marcada para às 21hs começou com um pequeno atraso, mas ver e ouvir a Nany compensa qualquer espera.
Nany é bonita, simpática, resumindo ela é simplesmente “fantástica”.
Neste show comédia “stand up”ela conta um pouco da sua vida de uma forma bem humorada, debochada... não economiza nos palavrões.
Em alguns momentos fala com seriedade, com poesia e até através de música. Ela nos aconselha à não desistir de nossos sonhos e exemplifica contando a luta que é para nascermos (conta a história dos espermatozóides, imagine a cena.rss) e que, depois que estamos aqui “vivemos”desistindo de tudo e de todos, o tempo todo.
Ela cita seu exemplo de luta e perseverança para ser quem é hoje, com seu jeito irreverente fez caras e bocas, difícil ficar sem dar boas gargalhadas com essa grande artista.
Nany interagiu com o público (geralmente os coitados que sentam na primeira fila), eu não quero nunca estar no lugar deles mas confesso que essa participação enriquece muito o espetáculo. Percebemos que ela repetiu alguns assuntos da apresentação da campanha anterior, também ficar mais de 1 hora falando não tem como, e venhamos e convenhamos... o que é bom merece BIS.

*estou tentando combinar com as meninas da Mansur, mas está difícil encontrar um dia bom pra todas. Também imprimi e levei a programação para a Vera acho que esse ano ela não está muito animada pois até agora não falou nada.

P.S.: Estavam no teatro a Suzana e a Amorim (ex Mansuretes). Na saída encontramos também a Adriana irmã do Zé com a Rangel e alguns amigos(as).

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

dor de mãe

Estou aqui pensando...
Dizem que nada acontece por acaso, que pessoas passam pela nossa vida por algum motivo.
A Sueli vem de 15 em 15 dias limpar o escritório. Ela deve ter a minha idade. É uma mulher bonita, se veste bem, faladeira. Enquanto limpa ela fala coisas ou faz gestos que nos faz rir. No fundo essa mulher sente uma tristeza muito grande. Ela perdeu um filho “João” há pouco mais de 1 ano. Eu não trabalhava aqui quando aconteceu, me contaram. Ele foi assassinado, dizem que roubava, ela nega. Eu não estou aqui para julgar ninguém, nem procuro fazer muitas perguntas para não ferir ainda mais o coração dela.
Eu não sei o que é essa dor, nem imagino! Eu fico ouvindo ela “reclamar” a falta que ele faz. Esses dias ela estava incomodada porque não estava conseguindo mais pegar a estação de rádio que ele ouvia, percebo que ela quer manter “viva” toda e qualquer lembrança do João.
A Sueli acabou de falar que não pode nem pensar em ficar em casa, sente mais ainda a falta do filho. Disse que foi limpar o quarto dele, quando abriu a porta foi logo falando:
 _João, acorda! ...ela disse que está pirando.
Fiquei olhando pra ela, ouvindo, pensando, refletindo, não falei nada.
Mil perguntas vieram à minha mente e sei que a maioria em vão, pois para algumas questões não existem explicações.
Diante de tudo isso me sinto impotente, sem saber o que fazer. Penso que tenho 3 filhos e que em uma situação assim, provavelmente qualquer tentativa para me confortar seria inútil.
Então só me resta rezar por essa mulher e pedir que Deus a conforte!

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

27ª APTC

Como vem ocorrendo anualmente, teve início no dia 10/01 a 27ªCampanha de Popularização do Teatro de Campinas, veja aqui mais informações sobre este evento.
Este ano percebi o quanto é importante escrever sobre as peças pois, além de treinar esta arte que é "escrever" tenho como relembrar já que a memória não está das "melhores".rss
Como faço todo ano, disparei e-mails para amigos e conhecidos divulgando o evento. 
Sem saber se o teatro realmente estaria em condições de nos abrigar e pouco me importando com as "críticas" (também sem dar muita bola pra chuva que caía sem parar desde 2ªfeira) consegui assistir a peça de estréia. 
Como disse a Nany  "Deus resolveu lavar o céu". Apesar de tudo o teatro estava lotado, fomos... eu e o Zé, minha madrinha, Adriana (amiga da dinda), a Vera e a irmã com amiga e a Suzana. 
Encontrei esta matéria sobre como foi este 1º dia e é claro sobre a Nany que foi um verdadeiro espetáculo!

Bom, escrevi o trecho acima em Janeiro de 2012, não terminei e acabou ficando aqui no Blog, esquecidinho entre os vários rascunhos. Como já vai começar a campanha deste ano,  quis conferir as peças que havia assistido no ano anterior. No fim tive que "buscar" na memória, procurar os ingressos e olhar as fotos para continuar escrevendo e poder assim postar, então... continuando...
... das 21 peças apresentadas nesta campanha consegui assistir 5 (cinco). Acho que é pouco perto do que eu sempre planejo quando começa a campanha. Porém, em vista que no ano anterior assisti 4 peças posso considerar que melhorei um pouquinho.
A Vera que todo ano me acompanha e agita foi somente no 1º dia, ela desanimou com o atraso (acabou chegando tarde em casa) e também porque choveu na maioria dos dias. Minha madrinha nos acompanhou na 1ª 2ª e 5ª peça. O Zé estava comigo em todas, exceto na comédia Salada de Humor, nesse dia combinamos de ir somente a mulherada.
Esses foram os dias e as peças que assisti:
1ª - dia 10/01, Terça-feira – Então, deu no que deu – Cia Nany People.
Choveu muito neste dia e por esse motivo a Nany atrasou, mas chegou “arrasando”, valeu a pena esperar. Não conhecia o trabalho da Nany.
2ª – dia 13/01, sexta-feira – Risoterapia – Cia Nilton Rodrigues (Zorra Total).

Risoterapia - 13/01
Risoterapia - 13/01

3ª – dias 14,15 e 17/01 (não lembro que dia fomos.rss) - Os Sete Pecados Capitais – Cia Grutas. Lembro que gostamos bastante.
4ª – dias 21,22 e 24/01 (também não lembro que dia fomos) - Casal Pinel em Quarto de Motel – Cia Teatro de Pano
5ª – dia 03/02, sexta-feira – Salada de Humor – Cia Só risos. Depois de muitos risos e descontração, eu muito feliz por estar reencontrando as amigas da Mansur,   fomos no Habib’s comer e colocar o papo em dia. 
 
Salada de Humor - 03/02

Na frente do teatro com as atrizes da peça Barangodó City
No Habib's


Bee Gees One

Terça-feira, 15/01 – 14:28h – Recebo um e-mail do Zé, onde ele diz: _ Olha só a banda Bee Gees "cover", que eu acho que já assisti (...faz tempo!), que é ótima!!...  Vamos lá?
flyer veio anexo ao e-mail
Logo em seguida me enviou outro e-mail com esse texto: O trio Denis Camargo (Barry Gibb cover), Norton Mello (Robin Gibb cover) e Oswaldo Porto (Maurice Gibb cover) tem vasta experiência no cenário musical, tendo participado inclusive de programas em rádio e TV de grande audiência a nível nacional, entre eles, Rede Globo de Televisão no seriado “O Divã” e apresentações em locais como “Bourbon Street” (São Paulo), “Bolshoi Pub” (Goiânia), “Alameda Quality Center” (Baurú), “Rio Quente Resorts” (Caldas Novas), “Virada Cultural de São Paulo”, vários Teatros Municipais pelo Brasil, entre outros, além de inúmeras apresentações em eventos corporativos, etc.Três vozes em harmonia, falsetes, vozes naturais com a projeção exata e na mesma relação harmônica que havia entre Barry, Robin e Maurice Gibb.
Classificação: 12 anos
Ponto de venda sem taxa de conveniência


 Quando o Zé quer ele usa todos os meios disponíveis para me convencer. Mas nesse caso nem precisava, eu adoro Bee Gees e adoro o Café Paon, tanto que logo após a chegada do primeiro e-mail eu já tinha respondido que queria ir.rss
Pouco depois, às 16:14h já recebo o 3º e-mail com a confirmação da compra dos ingressos.
Apesar de ser fã do Bee Gees (tenho + de 20 álbuns (CD) e alguns DVDs) não cheguei a ter a oportunidade de vê-los pessoalmente, se bem que não sei se teria condições financeiras de assistir um show deles. Com o fim da banda devido a morte do Maurice em 2003 e do Robin no ano passado, agora sim, tenho certeza de que nunca mais os verei então só me resta recordar ouvindo meus CDs e vendo meus vídeos.
Bom mas não estou aqui para falar do Bee Gees "original" e sim do Bee Gees One esta banda que conheci, adorei e que sempre que possível, que estiver ao meu alcance vou procurar assistir suas apresentações.
Quando o show começou já passava das 22:30h, e pela música de abertura "Tragedy" pude sentir como seria a noite... maravilhosa!
Esse trio não deixa nada a desejar dos “originais”, fiquei com o ouvido bem atento à voz do Denis (Barry Gibb cover) e sem mais delongas... me arrepiei em várias canções.
Robin tinha um timbre de voz singular então não teve como não perceber a diferença nas músicas "How Can You Mend a Broken Heart", "I Started a Joke" e "Juliet", que Norton (Robin Gibb cover) interpretou muito bem, apesar de ter o timbre de voz diferente. Oswaldo (Maurice Gibb cover) também é fantástico, lembra bastante (fisicamente) o Maurice, bastante falador, talvez o mais extrovertido dos três, foi ele quem apresentou os “irmãos” e os demais músicos.
Eu cantei, dancei (na cadeira) e me emocionei pois apesar de ficar buscando semelhanças e diferenças (mesmo sem querer) nos interpretes e nas canções, me senti como se estivesse vendo um show dos originais Bee Gees.
O que falar de Bee Gees One? Que fiquei admirada com tanto talento, sensibilidade, competência... essa banda, com certeza ganhou mais uma fã. 
Quer saber um pouco mais dessa banda? Visite o site.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Convites de casamento

Domingo,13 de Janeiro eu e o Zé entregamos os primeiros convites de casamento.
Eles ficaram prontos no Sábado quase 10h da noite. Somente alguns (aqueles que entregamos) estavam “totalmente” prontos.
Faltou fita de cetim, comprei ontem após o expediente, depois do jantar terminamos de passar as fitas no envelope, agora sim estão todos “totalmente” prontos.
Não era nossa intenção fazer convites, estamos casando somente no civil. A princípio pensamos em receber o pessoal em casa mesmo, fazer um churrasquinho seguido de um bolinho, fomos ver o espaço disponível do condomínio e, sem condições (muito quente/pequeno/sem estrutura)... então tudo mudou. Fomos conhecer um buffet e o Zé se animou.
Depois que ele fechou com o buffet (08/01) achamos então que seria melhor fazer convites e pensamos na Eliane. Ela é bastante criativa, além de gostar de agitar quando o assunto é festa. Falei com ela que aceitou prontamente o desafio.
Na Quinta-feira (dia 10/01) por volta das 15h ela enviou por e-mail 2 modelos de convite, e o agito começou... e-mail vai, e-mail vem, Eliane eu e Zé. Escolhemos o modelo com fotos. À noite escolhemos outras fotos, fizemos as alterações que achamos necessárias e devolvemos por e-mail para a Eliane.
Sexta-feira (11/01) a Eliane não consegue abrir os arquivos, ou seja não consegue ver as alterações que fizemos. Como ela queria terminar no Sábado para começarmos a entregar no Domingo, falei para ela ir em casa para fazermos todos juntos, lembrando que por estarmos no Centro da cidade ficaria mais fácil para sair e comprar os papéis, convites, etc.
E assim foi, no Sábado (12/01) ficamos eu, Eliane, Shirlei, Adriana, Zé e Felipe todos enfiados dentro do apartamento fazendo os convites. Resumo do dia: Choveu muito, o dia inteiro. Fiz café que por sinal a Adriana achou horroroso. Teve até almoço, eu fiz somente o arroz, o Zé pegou lasanha e maionese da Macarronada Italiana. O Felipe se machucou (coitadinho) e também dormiu. A Shirlei queimou o dedo no microondas. Fomos no Kalunga e tentamos encontrar alguns lugares (Bio festas, Discamp...) abertos para terminar de comprar o que faltou, infelizmente já estava tudo fechado. Também já passava das 14h.
Mas deu tudo certo, depois de tudo impresso (convite e mapa do buffet) fomos rumo ao Shopping comprar a fita para fechar o envelope.
Ficou lindo! Agradeço de coração à Eliane pelo carinho, dedicação, esforço. E a Shirlei e Adriana por ficarem com a gente, ajudando... compartilhando deste momento.


segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Presentes de Amigo Secreto do Zé

A Letícia tirou o Zé de amigo secreto e deu de presente um porta retrato/recado. Ele adorou e está usando bastante. De vez em quando deixa recados carinhosos para mim.
Por fim, quem ganhou o presente foi ele, mas quem está se beneficiando, sou eu.rss



Ela deu também uma caneca, que traz estampado imagens, que simbolizam as produções culturais ocorridas na década de 90, muito interessante!


Resumo Caneca – anos 90: Esta caneca faz parte da coleção 'Décadas de Cultura', uma linha de produtos criada pela Livraria Cultura para celebrar seu aniversário de 65 anos e também toda a extensa produção cultural que a acompanhou nessa trajetória. No inicio da década de 90, Chico Science foi um dos fundadores do movimento Manguebeat, que misturava ritmos regionais, como o maracatu, com rock, hip hop, funk e música eletrônica. A série Baywatch ('SOS Malibu') estava entre as mais populares da televisão. Em 1991, Anthony Hopkins interpretou o assassino em série Dr. Hannibal Lecter, no suspense The Silence of the Lambs ('O Silêncio dos Inocentes'), mesmo ano em que o Nirvana de Kurt Coubain lançava o álbum 'Neverminds' e levava o rock alternativo para o topo das paradas mundiais. O primeiro filme da trilogia The Matrix ('Matrix'), de 1999, procurou causar uma revolução nos efeitos especiais do cinema.
Fonte:http://www.livrariacultura.com.br/Produto/DIVERSOS/CANECA-ANOS-90/29624912

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Ânimo para escrever



Ando meio preguiçosa para escrever.
O Zé diz que eu escrevo bem, que devia escrever mais. Nem os elogios me convencem.
Já falei pra ele que até escrevo, tenho alguns rascunhos aguardando, mas não publico... quem sabe algum dia faça isso.
Escrevo quando vejo ou ouço alguma coisa que fica martelando na minha cabeça.
Minha vontade era realmente de publicar, mas somente se eu pudesse colocar do jeito que escrevi (o bom senso não deixa), sem releituras, correções, etc.
Esse negócio de ficar corrigindo não é comigo. Vou mudando, tentando utilizar uma linguagem “um pouco” formal, que quando vejo não tem mais sentido, por isso acabo não publicando.
Ando meio preguiçosa até mesmo para ler. Para ver televisão também. Acho que é por isso que não tenho motivação para escrever, não tenho assunto.rss
Já sei... vou escrever sobre música. Não ando com preguiça de ouvir músicas, pelo menos isso!
Preciso dar um jeito nessa situação, afinal eu gosto de escrever.
Não, não vou prometer nada.
Vou me policiar... já é um grande começo.

Receita de Ano Novo


Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)

Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de Janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.

Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.

Carlos Drummond de Andrade