sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

A Alegria, a Tristeza, a Vaidade e a Sabedoria

foto do arquivo pessoal
Era uma vez uma ilha onde moravam todos os sentimentos:
- a alegria; - a tristeza; - a vaidade; - a sabedoria; e mais todos os outros sentimentos, e por fim o amor...
Um dia, os moradores foram avisados que aquela ilha ia se afundar. Mas o amor ficou, pois queria ficar mais um pouco com a ilha antes que ela afundasse. Quando, por fim, estava quase afogando, o amor começou a pedir ajuda. Nisso, veio a riqueza, e o amor disse:
_ Riqueza, leve-me com você.
_ Não posso, há muito ouro no meu barco, não há lugar para você.
Ele pediu ajuda à vaidade que também vinha passando.
_ Vaidade, por favor, ajude-me.
_ Não posso ajudá-lo, você está todo molhado e poderia estragar meu barco novo!
Então, o amor pediu ajuda à tristeza:
_ Tristeza, deixe-me ir com você!
_ Ah, amor...! Estou tão triste que prefiro ir sozinha.
Também passou a alegria, mas ela estava tão alegre que nem ouviu o amor chamar.
Já desesperado, o amor começou a chorar. Foi quando uma voz o chamou:
_ Venha, amor, eu levo você!
Era um velhinho, mas o amor ficou tão feliz que se esqueceu de perguntar-lhe o nome.
Chegando do outro lado da margem, ele perguntou à sabedoria:
_ Sabedoria, quem era aquele velhinho que me trouxe aqui?
A sabedoria respondeu:
_ Era o tempo!
_ O tempo? Mas por que só o tempo me trouxe?
A sabedoria respondeu:
_ Porque só o tempo é capaz de ajudar e entender um grande amor.

Dê o tempo ao tempo, pois, no tempo certo, o tempo vai lhe dar tempo, para que lhe dê tempo de pensar e com o tempo aprender. Só o tempo apaga e relembra o que já se passou no tempo. O tempo ajuda, o tempo ensina, o tempo perdoa. Só o tempo, na sua essência, nos traz a sabedoria de discernir como agir.

Extraído do livro “As Mais Belas Parábolas de Todos os Tempos” - Vol.1 – Alexandre Rangel

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Gilmore Girls

Ontem, no episódio da Gilmore Girls, o Luke empresta a quantia de 30 mil dólares para a Lorelai. Isso porque, no episódio anterior, em um momento de desabafo (ou desespero) Lorelai falou (chorando) para o Luke que não tinha mais dinheiro para terminar a reforma da pousada.
Um pouco mais aliviada, ela e Rory – que mata aula da faculdade – combinam de se encontrar. Até porque as duas andam um pouco distantes. Ela por causa da reforma da pousada e Rory por causa da faculdade. Mesmo sabendo da condição de estarem sem grana, elas decidem ir passear no shopping.
Quando já estão cansadas de olhar vitrines no shopping, resolvem ir embora. É quando elas se cruzam na escada rolante com Emily Gilmore, que as faz voltar e a acompanhar com as compras.
Emily estava descontrolada. Tudo porque Richard não queria tirar o bigode e vivia para o trabalho. Emily caminhava pelos departamentos comprando. Comprando. Comprando. Comprava para ela. Para a casa. Para o Richard. E mesmo contra vontade, comprou para Lorelai e Rory. Um monte de coisas caras e desnecessárias. Elas falavam que não queria, mas Emily não ouvia. Então Lorelai perguntou a vendedora se podia devolver depois.
No fim da noite, Lorelai e Rory, cheias de sacolas, param na lanchonete do Luke, e ali começam a separar as mercadorias que iam devolver na loja. Fim do episódio.
Desliguei a TV e fiquei pensando. O Luke empresta dinheiro para a Lorelai por uma causa, e a vê cheia de sacolas. Apesar de ele ter visto que as duas estavam separando o que gostaram – ou que iriam ficar - não me lembro da Lorelai ter dito a ele o que tinha acontecido. Que todas aquelas mercadorias foram compradas pela mãe. Ou seja, Luke tinha todo direito de ficar aborrecido, por achar que tinha emprestado dinheiro para uma coisa, e ver que o mesmo foi utilizado para outra. Pelo menos, aqui no mundo real, é o que pensaríamos. 

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Minha mãe é uma peça 2

Pensei que o filme ia sair de cartaz sem eu conseguir ir ver. Enfim, conseguimos. Fomos ontem, no Cinemark - sessão das 20h40min.
Data de lançamento: 22 de dezembro de 2016 (1h 36min)
Direção: César Rodrigues
Elenco: Paulo Gustavo, Rodrigo Pandolfo, Mariana Xavier
Gênero: Comédia
Nacionalidade: Brasil
Sinopse: Dona Hermínia (Paulo Gustavo) está de volta, desta vez rica, pois passou a apresentar um bem-sucedido programa de TV. Porém, a personagem superprotetora vai ter que lidar com o ninho vazio, afinal Juliano (Rodrigo Pandolfo) e Marcelina (Mariana Xavier) resolvem criar asas e sair de casa. Para balancear, Garib (Bruno Bebianno), o primogênito, chega com o neto. E ela também vai receber uma longa visitinha da irmã Lucia Helena (Patricya Travassos), a ovelha negra da família, que mora há anos em Nova York.

***
Eu tenho um pouco de receio desses filmes – parte 2. Ainda mais se o primeiro foi muito bom – ou ótimo. Geralmente é difícil superar as expectativas.
Não vou dizer que superou, mas também não diminuiu o meu conceito, a minha avaliação. Se é que isso interessa para alguém.rsrs
Paulo Gustavo é muito talentoso. Então, só dele aparecer a gente já dá risada. Aliás, tinha uma mulher na sala de cinema que dava gargalhadas como eu nunca vi. A impressão que eu tinha é que ela não tinha tido o prazer de conhecer a dona Hermínia antes.
E não tem dúvida que muitas mães se comparam – e se parecem com a dona Hermínia em alguns aspectos. Eu sou uma delas. Não tem jeito. Ela é muito realista.
Sem mais o que dizer do filme, apenas que quem não viu, não devia perder a oportunidade.

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Ceará - Dando as Caras

Após um hiato de mais de uma década, Wellington Muniz, o Ceará, volta aos palcos com um novo espetáculo de humor “Ceará Dando As Caras”. Durante 90 minutos, o comediante entretém o público com personagens que marcaram sua carreira, como Silvio Santos e Gabi Herpes, faz graça com assuntos atuais, usa todo o potencial vocal para imitar cantores, como Maria Bethânia e Tina Turner.
Escrito pelo próprio Ceará com colaboração de Pedro Haidar, “Ceará Dando As Caras” oferece a chance dos fãs conheceram toda a versatilidade do humorista, que não poupara nem a si mesmo das piadas do show.
Fomos ontem ver esse espetáculo no Teatro Iguatemi. Sessão das 21h. Nossos assentos foram o E12 e E13.
A princípio, o Zé não estava a fim de ir. Ele disse que está cansado dessas peças onde tem mais palavrão que qualquer coisa. Então dei uma olhada na sinopse e falei que devíamos ir ver sim. Que o ator imitava algumas celebridades e que achava que ia valer a pena. E outra... A gente não ia perder nada, afinal ganhamos os ingressos - cortesia do Correio Cult.
O Wellington é muito dinâmico. A imitação que eu mais curti foi a do Silvio Santos. Mas ele imitou a Marília Gabriela também, e alguns outros. Cantores, um monte. Músicas de cantores e cantoras. Mandou muito bem! E também contou um pouco da sua história. Em muitos momentos fez declarações de amor para a esposa Mirela (que fui pesquisar depois para ver quem era.rsrs) e para a filha.
Sabe aquela parte inesquecível do espetáculo? Então... Para mim, foi quando ele encenou o dia que foi fazer exame de próstata. Eu e o Zé rimos muito, porque eu perguntava para ele se ficava naquela posição mesmo.
Para não dizer que não teve alguns palavrões, teve sim. Mas não foi tão pesado. Ou as cantorias e as imitações sobressaíram mais, tornando o espetáculo muito bom! O Wellington é muito talentoso. Sem dúvida nenhuma, um espetáculo que vale a pena assistir.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Tirando o atraso

Título: Tirando o atraso (Dirty Grandpa)
Data de lançamento: 4 de fevereiro de 2016 (1h 42min)
Direção: Dan Mazer
Elenco: Robert De Niro, Zac Efron, Aubrey Plaza, Dermot Mulroney
Gênero: Comédia
Nacionalidade: Eua
Sinopse: Um dia após o funeral de sua avó, Jason Kelly (Zac Efron) é encarregado de levar seu avô, Dick Kelly (Robert De Niro), até Boca Ratón, na Flórida. A viagem não o agrada nem um pouco, já que em poucos dias ele irá se casar com a controladora Meredith (Julianne Hough) e, diante da proximidade do evento, tem várias pendências a resolver. Apesar disto, Dick insiste que o jovem viaje com ele. Logo o avô se revela bastante assanhado, já que não vê a hora de voltar a transar com uma jovem, algo que não faz há 15 anos.
Fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-191193/
Tarde de domingo. Nada para fazer. Lembrei que a Adriana tinha comentado na casa da Eliane e no grupo do whatsapp que tinha assistido ao filme acima. Ela falou que achou bem engraçado.  Então resolvemos conferir. Ajudou muito saber que no elenco tinha três atores que considero muito. Pelo menos considerava até ver o filme. Resumindo o que eu vi no filme:
Muitos palavrões. Drogas. Bebidas. Cenas de nudismo. E a decadência de Robert de Niro. Fiquei triste também com o papel do Dermot Mulroney que no filme faz o papel do pai do Zac. Apareceu pouco, é verdade. Mas não gostei do papel que ele fez. Sou muito fã dele. Tanto que já fiz a maratona Dermot Mulroney -e postei aqui. Quanto ao Zac, tinha assistido ao filme “Morte e Vida Charlie” que fez com que eu me tornasse fã dele também. Só que depois desse filme, infelizmente, os três caíram no meu conceito. Nesse caso, a última impressão é a que está ficando.
Mas fiquei mais impressionada com o papel do De Niro. O que me levou a pensar e questionar. Será que lá fora, o desemprego está tão grande (também) que até grandes atores, estão aceitando qualquer papel para continuar na ativa? Porque é o que pareceu.
Aqui no Brasil, hoje em dia é assim. Tenho visto no meio musical. Os “veteranos” fazendo parcerias com as “revelações” para poder continuar nas paradas – ou na mídia. Talvez até não gostem do estilo musical, mas, se é necessário, estão topando qualquer “parada”. O importante é continuar aparecendo. Eu não concordo com isso!
Eu vivi e curti a época em que tínhamos boas músicas, boas novelas, bons filmes. Até tento gostar e curtir o que tem surgido, mas... Nem sempre dá para “engolir”. Conclusão: Devo estar ficando velha. E chata!

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Petiscos mexicanos

Ontem foi a noite da comida mexicana. Com exceção da sobremesa e da bebida, afinal... Nem tudo pode ser perfeito.rsrs
Quem teve a ideia foi a Adriana. Ela mandou mensagem na sexta-feira a noite sugerindo irmos comer uns petiscos mexicanos na casa da Eliane. Eu gostei da ideia. Achei que a gente ia encomendar. Mas depois ela falou que não. Que ela ia preparar!
E chegando na Elaine, vi que era sério (verdade) mesmo. A Dri tinha comprado todos os ingredientes. Levou a carne moída cozida, e cebola picada. A Eliane comprou vinagrete, os refrigerantes, sorvete e mais algumas coisitas. Eu levei uma torta de morango. Nada a ver com o tema. Quando a Dri perguntou se eu estava a fim de comer petiscos mexicanos, e eu me ofereci para levar a sobremesa. Perguntei para ela qual seria. Ela não soube me dizer. Somente na hora que estávamos na cozinha, ela comentou do churros. Tarde demais.rsrs
Olha... Fiquei chocada com a habilidade da Adriana na cozinha. Picou rapidinho o pimentão. Fez rapidinho a (ou “o”) guacamole. Picou alface. Eu e a Eliane ficamos assessorando – pegando os utensílios, lavando as Louças, limpando aqui e ali. Os homens ficaram impressionados com os pratos. Saiu até o comentário de que elas deviam montar algo direcionado a eventos como organização, decoração ou até mesmo atacar na culinária, pois, estão se mostrando duas “experts” em tudo que se refere a festas. Falta pouco para montar um buffet para as duas tomarem conta.
Além da sobremesa, a bebida também não foi típica da culinária mexicana. A Dri bem que queria fazer a marguerita. Porém, como ela avisou em cima da hora, não pegamos o Cointreau. E também, o Gabriel e o Zé não iam poder tomar. O Zé estava tomando antibiótico por causa da raspagem que tinha feito na próstata e o Gabriel por causa do dente. 


Bom, além de bonitos, os pratos ficaram deliciosos. Eu sou bem enjoada. Não gosto muito de provar pratos diferentes. Mas comi um pouco de tudo... Burrito... Tacos... Guacamole. Estava TUDO muito bom!!
Enquanto a gente comia e bebia, entre um papo e outro, surgiu o assunto de numa próxima, fazermos comida japonesa. Aí já viu... Começaram as ideias...

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Downton Abbey

Hoje vou assistir o último episódio da 5ª temporada de Downton Abbey. A série tem 06 temporadas, mas no Netflix só tem até a 5ª. Pedi para o Bruno baixar para mim. Se ele não conseguir, vou ter que aguardar... Parece que já está previsto a 6ª temporada no Netflix.
Quando terminei a 3ª temporada, estava bastante chateada com os últimos acontecimentos, que resolvi fuçar na internet para saber mais detalhes. E com isso me preparar para o que viria pela frente. Então encontrei no Wikipédia um resumo do que acontece em cada temporada. Vou descrever abaixo. Até porque na última postagem que pretendo fazer sobre essa série, falarei somente o que achei - ou deixei de achar - da série.
A série é localizada na fictícia Downton Abbey, uma casa de campo de Yorkshire que pertence ao conde de Grantham. Ela retrata a vida da aristocrática família Crawley e os seus criados durante o reinado de Jorge V, no início do século XX.
A primeira temporada começa com a notícia do naufrágio do Titanic, em 1912, que tem especial impacto sobre o destino de Downton Abbey. A criadagem da família é vasta e possui um elaborado sistema hierárquico, que passa por criadas, lacaios e mordomos. A temporada em si mostra a relação da criadagem com a família, os segredos descobertos e encobertos, problemas e dilemas enfrentados e as brigas entre os moradores da mansão.
A segunda temporada se passa entre 1916 e 1919, cobrindo a Primeira Guerra Mundial, e o especial de Natal leva seu enredo para o início de 1920. Essa temporada leva um grande lado histórico da Inglaterra, explorando a guerra, o que os soldados sofriam, desaparecimentos, mortes, sofrimento... Explora também a relação com a família Crawley e os criados, a independência das mulheres e a Gripe Espanhola.
A terceira temporada decorre entre 1920 e 1921. Continuando o mesmo tipo de estilo entre a relação da família uns com os outros e os criados também. Porém, começa-se a perceber a quantia de criados que diminuiu drasticamente, isso é o motivo de economia e dinheiro perdido. Também explora mais a relação entre os novos membros Crowley e a ajuda com mulheres forçadas a prostituição e também explora a homofobia.
A quarta temporada começa em Fevereiro de 1922 e decorre até ao verão de 1923. Com problemas em contratar novos criados, e com mansões indo a baixo, a temporada explora o desenvolvimento da família em relação e independência em questão de negócios.
A quinta temporada se passa entre 1924 e termina em setembro a dezembro do mesmo ano. Explorando a relação da família com eles mesmos e os criados e também a questão do preconceito racial.
A sexta e a última temporada da série começa em 1925 e termina no Natal do mesmo ano. Esta explora as mansões nobres que estão deixando de existir e a luta da família para deixar Downton Abbey não ser uma delas, e também explorando mais os laços criados entre a família.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Comemorando 04 anos do casamento no civil e...

A chuva caindo lá fora, e eu esperando notícias do Zé. Ele fez uma cirurgia (raspagem) na próstata. Estava marcada para as 16h. Não sei como foi, nem se ele está bem. Não sei nada. Ele está lá em Jundiaí. Eu em Campinas. Com os olhos pregados no celular.rsrs
Enquanto aguardo notícias me sobra um tempinho para escrever, afinal hoje é um dia muito especial. É nosso aniversário de casamento – no civil. Casamos no dia 04 de Fevereiro de 2013. Então são 04 anos de casamento. E como nos conhecemos no dia 02 de Julho de 2011 nós comemoramos também 05 anos e 07 meses juntos. Esses gostam de comemorar.rsrs
Como sabíamos da cirurgia, comemoramos antecipadamente. Sábado fomos almoçar no restaurante Tábua Praias (indicação da Tânia) que fica em Barão Geraldo. Gostei muito do lugar. O prato (filé a parmegiana, arroz e fritas) delicioso. O atendimento excelente. Isso tudo sem contar que foi pelo “Peixe Urbano”, ou seja, valor bem acessível. 

Comemoramos mais um pouco ontem no jantar, brindando com vinho. E relembramos o dia, vendo a foto e comparando como estávamos há 04 anos, e hoje. E ficamos felizes por estarmos bem – melhores.
E hoje, para finalizar as comemorações, para minha surpresa, estava trabalhando e chega um lindo buquê de rosas. A moça que foi entregar estava preocupada, pois tinha que entregar no horário determinado pelo Zé. Ela até pediu que eu assinasse o recibo e colocasse a hora. Fiz isso. Sem entender, mas fiz.rsrs
Ao ler o cartão, entendi. O Zé pediu que as rosas fossem entregues no mesmo horário em que casamos (10h30). Por isso ontem ele estava perguntando que horas tinha sido. Esse homem vive me surpreendendo.
E assim comemoramos mais um dia de feliz união. Desejosos de que Deus continue nos abençoando, dando-nos “sabedoria” para nos mantermos firmes e fortes nesse compromisso que ambos assumimos.
E agora... Voltar a pregar os olhos no celular. Como se tivesse tirado.rsrs