domingo, 30 de maio de 2021

Live #ficaemcasa Tristeza e felicidade, com Luiz Gaziri

Este vídeo é maravilhoso! Muitas reflexões! Muitos ensinamentos!

Eu já tinha assistido, no ano passado, e gostei tanto que pedi o livro de presente. A Letícia me deu. 😍

Luiz Gaziri diz uma coisa que eu concordo inteiramente com ele. Que a pessoa é mais feliz quando se doa, do que quando ela faz algo por ela mesma.

E o bom de assistir outras vezes é que, pode acontecer da gente deixa passar alguma coisa. Hoje, por exemplo, fiquei pasma com a explicação sobre a diferença entre: ser positivo e pensar positivo. Não lembro de ter visto da outra vez. Talvez eu tenha assistido somente a palestra. Hoje assisti com as perguntas. E foi de uma pergunta que saiu a explicação sobre o pensamento positivo. Show de bola!! E tudo o que ele fala é embasado em estudos científicos.

Uma palestra que vale a pena ver e rever, quantas vezes forem necessárias.


sexta-feira, 28 de maio de 2021

Splash - Uma Sereia em Minha Vida

Vi este filme no Disney+ e coloquei para assistir. Já tinha assistido, mas ultimamente tá difícil filme novo, bom. Então vai de repeteco mesmo.

Data de lançamento: 13 de julho de 1984 / 1h 51min

Direção: Ron Howard

Roteiro: Lowell Ganz, Babaloo Mandel

Elenco: Tom Hanks, Daryl Hannah, Eugene Levy

Gênero: Comédia, Romance, família

Sinopse: A história começa em 1959 quando um menino tem sua vida salva por uma sereia adolescente. 25 anos depois, ela (Daryl Hannah), que se transformou em uma bela mulher loira que resolve pisar em terra seca atrás de Allen Bauer (Tom Hanks), o garoto que salvou. A sereia, que agora anda sobre duas pernas, adota o nome de Madison à partir de uma placa de rua que viu na cidade de Nova York. Quando Allen e Madison se encontram, se apaixonam, mas um laboratório secreto do governo, comandado por Walter Kornbluth (Eugene Levy) rapta a jovem para fins de pesquisa. A partir daí, Allen pede ajuda a seu irmão Freddie Bauer (John Candy) para recuperar sua amada.


Mais um filme da década de 80. A culpa não é minha. É da Disney+ que anda muito nostálgica.rsrs

Vale lembrar que Tom Hans é um dos motivos que me levou a querer assistir mais uma vez este filme. Sou fã dele.

No filme dá para matar a saudade de coisas dos anos 80, inclusive das Torres Gêmeas, que vez e outra aparece no filme.

O filme tem um enredo bem legal e surreal. Porque não dá para entender como Allen, personagem interpretado por Tom Hanks, pode viver embaixo da água. Ou talvez não pode! Por isso Madison diz à ele que jamais poderia voltar. Estou pensando aqui... Será que na verdade ele morre?

Filme terminou e fui ver como estão os atores atualmente. Qual a idade de cada um. Se ainda estão vivos. Porque, no filme estão lindíssimos. E jovens!

Deus sabe o que faz


Há muito tempo, num reino distante, havia um rei que não acreditava na bondade de Deus. Tinha, porém, um súdito que sempre o lembrava dessa verdade. Em todas as situações dizia:

_ Meu rei, não desanime, porque Deus é bom!

Um dia, o rei saiu para caçar juntamente com seu súdito e uma fera da floresta atacou o rei. O súdito conseguiu matar o animal, porém não evitou que Sua Majestade perdesse o dedo mínimo da mão direita.

O rei, furioso pelo que havia acontecido e sem mostrar agradecimento por ter sua vida a salvo pelos esforços de seu servo, perguntou-lhe:

_ E agora, o que você me diz? Deus é bom? Se Deus fosse bom eu não teria sido atacado e não teria perdido o meu dedo.

O servo respondeu:
_ Meu rei, apesar de todas essas coisas, somente posso dizer dizer-lhe que Deus é bom, e que mesmo isso - perder um dedo - é para seu bem!

O rei, indignado com a resposta do súdito, mandou prendê-lo na cela mais escura e mais fétida do calabouço. Após algum tempo, o rei saiu novamente para caçar e aconteceu que ele foi atacado, desta vez, por uma tribo de índios que viviam na selva. Esses índios eram temidos por todos, pois sabia-se que faziam sacrifícios humanos para seus deuses. Mal prenderam o rei, passaram a preparar, cheios de júbilo, o ritual do sacrifício. Quando já estava tudo pronto e o rei já estava diante do altar, o sacerdote indígena, ao examinar a vítima, observou furioso:

_ Este homem não pode ser sacrificado, pois é defeituoso! Falta-lhe um dedo!

E o rei foi libertado. Ao voltar para o palácio, muito alegre e aliviado, libertou seu súdito e pediu-lhe que viesse à sua presença. Ao ver o servo, abraçou-o afetuosamente, dizendo-lhe:

_ Meu caro, Deus foi realmente bom comigo! Você já deve estar sabendo que escapei da morte justamente porque não tinha um dos dedos. Mas ainda tenho em meu coração uma grande dúvida: se Deus é tão bom, porque permitiu que você fosse preso da maneira como foi, logo você que tanto O defendeu?

O servo sorriu e disse-lhe:

_ Meu rei, se eu estivesse junto contigo nessa caçada, certamente seria sacrificado em teu lugar, pois não me falta dedo algum!

quinta-feira, 27 de maio de 2021

Despedida Eliane

Eliane, Gabriel e Felipe estão indo morar no Sul. Em Itapema/SC.

Com a Eliane as coisas acontecem assim. Da noite para o dia. Eles foram ficar uns dias na casa dos pais do Gabriel, e decidiram alugar um apartamento e viver por lá.

Aqui não estava fácil. Gabriel trabalhando home office. Felipe tendo aulas online. Imagine os três, dia e noite dentro do apartamento. Estressante, não é?

Ela falou que parece que lá no Sul o pessoal não está tão abitolado por causa da pandemia. Aqui a gente fala que as pessoas tem medo até de falar pelo WhatsApp, com medo do Covid.

Fora que onde eles vão morar tem praia. Tem um sol lindo e maravilhoso. Uma lua deslumbrante. E um céu estrelado, como não se vê por aqui.

E por essas razões acho que eles tem mais é que ir mesmo.

Vou sentir falta? Vou! E muita!! Afinal a Eliane é a nossa agitadora oficial das comemorações, dos agitos e das viagens. Festeira igual ela não tem não.

O que me consola é que continuaremos nos falando, e em breve iremos visitá-los.

E para não perder o costume (e a fama) a Eliane quis brindar e despedir. E o fizemos no Mister Piu.



Que Deus os abençoe e proteja no novo lar
🙏 Feliz vida nova🏖️🌅✨🌘

quarta-feira, 26 de maio de 2021

Graça recebida - Emprego Danilo

Hoje, no período da tarde, fui ficar com o Henrique para o Danilo ir atrás de alguns documentos (histórico escolar, fotos, abrir conta em banco) para o emprego que graças a Deus ele conseguiu arrumar.  

Ontem ele foi fazer a entrevista e já falaram que iriam contratá-lo. Passaram a lista de documentos que ele deverá levar amanhã.

Ele estava precisando muito de um trabalho. Estava desempregado desde março do ano passado. Bastante tempo para quem tem filho pequeno. Para quem tem contas para pagar. E estas estavam pegando. E algumas me afetando. 

Não estava fácil, afinal ele é "vendedor", e sempre trabalhou com vendas de artigos de vestuário. E sabemos que esta área foi uma das mais afetadas pela pandemia. 

E não sei ele, mas eu estava orando e pedindo muito a Deus que preparasse um trabalho que ele não trabalhasse nos finais de semana. Pelo menos não nas noites de sábado e no domingo. Porque na Miami era direto. Não tinha fim de semana. Não tinha feriado. E ele ficava bem triste de não poder curtir a família (principalmente o filho). Os aniversários. Os eventos, etc.

Talvez por isso demorou um pouco. Para Deus dar conforme ele precisava. Conforme eu (e ele, provavelmente) estava pedindo. Nesse emprego ele vai trabalhar no sábado até às 13h. Tá bom demais! Vai ter a noite e o domingo “livre” para curtir a família.

Eu fico até sem saber o que fazer para Deus, como forma de agradecimento. Porque foi uma graça muito grande.

Eu acabei dormindo no Danilo, porque ele ia ter que acordar cedinho no dia seguinte, para ir fazer o exame admissional e depois levar na empresa.

Quando foi às 18h30min teve alongamento e alguns exercícios com o Diogo. Henrique não quis fazer os exercícios não, mas na hora do abdominal ele me acompanhou.rsrs 

Se eu brinco com ele de bola, de carrinho e de outras brincadeiras... Ele também tem que brincar comigo. Estou certa, ou estou errada?rsrs

terça-feira, 25 de maio de 2021

Cuidado com as gêmeas

Já tinha assistido este filme na época que foi lançado. Lembro que gostei muito. Dei muita risada. Por isso não pensei duas vezes quando vi ele no catálogo da Disney+. 


Título original: Big Business

Data de lançamento: 10 de junho de 1988  / 1h 37min 

Direção: Jim Abrahams

Elenco: Bette MidlerLily TomlinFred Ward

Gênero: Comédia

Sinopse: Numa pacata cidade do interior americano, dois pares de gêmeas nascem na mesma hora. Mas a enfermeira se confunde e troca os bebês. Quarenta anos depois, seus caminhos se cruzam no luxuoso Plaza Hotel, em Nova Iorque.




Resumindo:  Sadie e Rose (as gêmeas ricas) moram em Nova Iorque e são donas de uma empresa que tem como objetivo comprar e destruir o vilarejo onde moram Sadie e Rose (as gêmeas pobres).

Então as gêmeas pobres, indicadas pelos moradores vão até Nova Iorque para fazer com que desistam da compra. E a confusão já começa no aeroporto.

O filme rende muita confusão e risadas porque ainda tem os personagens do ex marido de Sadie. Dos namorados de Rose (pobre e rica). Dos funcionários do hotel que não entendem como, uma hora elas os tratam bem e no outro minuto, tratam mal.

Eu gosto muito de rever filmes dos anos 80. Sei lá! Parece que tudo era mais singelo. Mais engraçado. Menos apelativo. Além de relembrar de roupas e cabelos, o que é bem legal. Às vezes, engraçado.

Mesmo depois de 32 anos o filme ainda me fez rir bastante. Tenho medo de começar a ficar velha e perder o humor.rsrs

Uma das reflexões que podemos tirar deste filme é que muitas pessoas vivem no mundo, não se encaixando. Achando que seu lugar não é onde ela está.

No filme era o que acontecia com a gêmea “da família pobre” que estava vivendo com a “família rica” e vice-versa. Tem hora que eu acho que não me encaixo aqui. Mas, no meu caso, só acho que devo ser de outro planeta mesmo.rsrs

Filme muito bom. Recomendo!!

segunda-feira, 24 de maio de 2021

Viver, a que se destina?

Ganhei este livro de presente de Natal, do Bruno. Pedi, é claro.rsrs
Terminei de ler ontem. Gostei bastante. Ouvir a conversa de duas pessoas como o Cortella e o Karnal é muito gratificante. A gente aprende muito. 
Mas não pensem que nesta conversa eles dão uma solução, ou esclarecem esta dúvida que é o título do livro. Afinal é um tema muito complexo. Mas ele citam vários exemplos, que nos fazem refletir. E a partir daí, cada um tira a sua própria conclusão. Ou não.rsrs


Qual o sentido da vida? Por que aqui estamos? Será destino? Será escolha? 
Neste livro, Mario Sergio Cortella e Leandro Karnal, dois dos maiores pensadores contemporâneos no Brasil, se encontram para refletir sobre essas questões que há séculos fascinam e intrigam a humanidade.
A ciência, a filosofia, a religião e a arte têm oferecido algumas possibilidades de resposta que os autores discutem aqui. Afinal, pode ser aterrador imaginar que não há um destino, algo que explique a nossa existência. Por outro lado, a ausência de sentido nos deixa livres para ser e viver conforme desejarmos - embora isso implique também responsabilidade. Mas somos mesmo livres?
Seja escolha ou destino, seja a vida um drama que vamos tecendo ou uma tragédia anunciada, fato é que estamos sempre a procurar algum propósito que torne a existência mais significativa. Mas o que explica que algumas pessoas tenham mais sucesso do que outras no que fazem? Seria dom, vocação ou resultado de um esforço? Como os autores apontam, talvez a vida seja menos inspiração e mais transpiração.
Sumário:
- "Eu não pedi para nascer"
- Livres até que ponto?
- Por que algumas pessoas se matam?
- O que nos trouxe até aqui?
- Dom, vocação ou esforço?
- Nada é possível; tudo é possível
- Menos inspiração, mais transpiração: Há destino?
- Somos quem escolhemos ser
- "Eu, por mim"

Sobre a vacina de Covid


No sábado aconteceu, na minha cidade, o Dia D da Vacinação contra a Covid para pessoas acima de 45 anos, com comorbidades.

Da família foram vacinados a Adriana, Álvaro e Marquinhos. A Shirlei está agendado para essa semana. É que ela já tinha agendado, porque está na idade do calendário da vacinação.

Bom... Eu ainda estou naquela. Não querer tomar a vacina.

Então comecei a orar a Deus pedindo para Ele me dizer se devo, ou não.

Porque sei que não vai adiantar eu reclamar ou lamentar caso, no futuro, eu venha a pegar o vírus e ter sintomas fortes. Ou até morrer.

Afinal, se foi Deus que mandou a vacina, Ele tem todo direito de dizer: filha eu mandei a solução, mas você não quis.

Então dobrei meus joelhos e orei.

E essa noite sonhei. Sonhei que tinha tomado a vacina. Mas só me toquei depois e fiquei assustada, preocupada, com medo de reação.

Agora estou aqui pensando, se já foi uma resposta de Deus.

Mas vou continuar orando. Afinal, minha hora ainda não chegou.

E quando ela chegar quero estar preparada. Para dizer que não. Ou para tomar.

sexta-feira, 21 de maio de 2021

Que mundo é esse?

Alguns dias atrás estava mal. Achei até que fosse aquele tal de "inferno astral" que acomete muita gente, perto do aniversário. Mas ontem também fiquei mal.

Muita coisa ruim acontecendo. Isso sem contar a pandemia. Quem me vê viajando. Passeando. Comemorando... Deve achar que estou nem aí. Mas, no fundo não é bem assim. Eu faço tudo isso, mas lá no íntimo, fico um pouco com o pé atrás.

O que a maioria das pessoas faz é não sair. Não fazem nada disso. Assim elas não carregam o peso na consciência. Mas também não estão vivendo. Então, não sei o que é pior. Enfim...

Fiquei mal dias atrás porque morreram pessoas que eu estava rezando para que isso não acontecesse. O ator Paulo Gustavo, o prefeito Bruno Covas e algumas pessoas que não são famosas, mas que são seres humanos, como eles. E que deixaram pais, filhos, irmãos, amigos.

Fiquei mal também pelas barbaridades que algumas pessoas fazem. Ficamos chocados com o rapaz que matou três bebês e duas professoras em uma cidade do Sul do Brasil.

É tanta coisa ruim acontecendo. Não sei. Parece que a cada dia piora. As pessoas estão cada vez mais doentes. Mais agressivas. Sem compaixão. Sem amor no coração.

Eu já não assisto televisão há muito tempo. Penso em parar de ver internet também. Eu dou uma olhada todo dia, até mesmo para não ficar totalmente desatualizada. Ou alheia. Mas, cada notícia é um sofrimento. E não é só na internet. As redes sociais machucam também.

Ontem pela manhã, fui dar uma olhada no facebook e uma pessoa da minha rede de contatos compartilhou uma imagem de um menino de cinco anos, muito magro, apoiado no vaso sanitário. Estava vomitando, reação da quimioterapia que está fazendo. Ao lado dele, apoiando, a irmãzinha um pouco mais velha. Que cena! Que tristeza! Não tem como não chorar. A intenção da pessoa que compartilhou é para que, vendo uma cena dessa, a gente pare de reclamar e dê mais valor à vida. À saúde. Mas gente! É muito dolorido ver uma criança sofrendo tanto.

Mais tarde, vi na internet um menino, um refugiado de Marrocos chegando em Ceuta, na Espanha. Ele estava no mar, com garrafas plásticas nos braços, para ajudá-lo a boiar. Estava chorando. Pior saber que eles sofrem tanto nessa tentativa de deixar seu país e são enviados de volta. Cortou o coração. Fiquei muito mal com a imagem.

Acredito que quem ler o que escrevi até agora vai ficar deprimido. Só de ler. Imagine se ver as cenas. Então eu pergunto: _Será que não é melhor deixar de olhar as notícias pela internet? _Será que não é melhor deixar as redes sociais?

Sei que, se fizer isso, viverei no meu mundo achando que tudo está bem. Quer dizer... Bem, bem é modo de dizer. Mas, pelo menos não ficarei sofrendo com o que não posso fazer nada.

Por outro lado, penso que ver essas notícias, posso pelo menos orar por essas pessoas, ou pelas situações. Mesmo que o final não seja o que eu desejo.

Sei que tá difícil. Parece que têm mais coisa ruim que boa neste mundo. E isso é bem desanimador.

quinta-feira, 20 de maio de 2021

Visita das amigas: Jacqueline e Priscila

Zé viajou na segunda-feira, de moto, para “Bonito” que fica no estado do Mato Grosso do Sul. Aproveitei então para marcar café com amigas.

Após mais de dez anos sem nos ver, consegui marcar com a Jacqueline. Ontem ela veio em casa. Chegou um pouco antes do almoço e foi embora no final da tarde. A Jacqueline é uma amiga que conheci em 1986, na Pratec. Empresa onde trabalhei na “Contabilidade” e ela no “Contas a Pagar”. Em outra postagem falo mais sobre nós duas.

A última vez que tinha visto a Jacqueline, eu morava no apartamento da Vila União. Perdemos o contato e anos depois voltamos a conversar. Na verdade eu voltei a procurar por ela, quando soube da morte da mãe dela.

A gente tentava marcar na hora do meu almoço, mas nunca dava. Como agora estou trabalhando em casa, acabou dando certo.

Tantos anos sem nos vermos e a conversa fluiu como se a gente tivesse se visto no dia anterior. E olha que eu mudei bastante.rsrs Mudei a aparência. Não a essência.

Conversamos tanta coisa e ficou assunto para trás. Para outros encontros. Que logo marcaremos. Se Deus quiser!

Hoje foi a vez da minha amiga Priscila vir em casa. Faz tempo que ela fala em “café” com as amigas, mas está difícil de marcar com todas. A Rose está cuidando da netinha. E como perdeu parentes e o Edson, alguns amigos para a Covid, eles estão bem receosos para encontros.

Então marcamos somente eu e ela. Bom, porque deu para conversar bastante. E tomar café com bolo de fubá com goiabada. Ela veio após o expediente dela que encerra às 17h30min. Eu comecei a trabalhar às 13h e parei às 17h. Assim já preparei o café, arrumei a mesa e fiquei esperando por ela.

Conversamos bastante sobre casamento, filhos, trabalho e também... Covid. Até porque eles tiveram há pouco tempo.

Foi muito bom esse tempinho com as amigas. A gente conversa por mensagens, mas não tem nada melhor que a presença física. O olho no olho.

E que venham muitos cafés...

quarta-feira, 19 de maio de 2021

Trilha Sonora (novelas) - A Indomada

Esta novela deve ser muito boa porque já foi reprisada três vezes depois da estreia. Eu devo ter assistido. Pelo ano e horário, quase certeza. Apesar de não me lembrar de quase nada. Lembro sim, de alguns personagens. Do cadeirudo e principalmente da Grampola e da música que foi tema dela e de Emanoel.

Mas não é a música deles que vou compartilhar hoje, e sim a que foi tema do personagem Teobaldo (José Mayer). Sem mais, a quadragésima primeira musica da "trilha sonora - novelas" é a lindíssima "Impossível Acreditar que Perdi Você" com Fábio Jr.


AQUI a música com a letra.


Período de exibição: 17/02/1997 – 10/10/1997 | Horário: 20h | Nº de capítulos: 203

TRAMA PRINCIPAL

A história se passa na fictícia Greenville, cidade do litoral do Nordeste ocupada pelos ingleses no século XIX para a construção da ferrovia Great Western Railway, e onde costumes britânicos e nordestinos se misturam. A cidade foi muito rica no passado graças à produção da Usina Monguaba, mas a crise do açúcar e uma explosão na usina adiantaram seu declínio. Sem os ingleses e o açúcar Greenville entrou em decadência, mas não perdeu a pose. Principalmente os Mendonça e Albuquerque, proprietários da Monguaba. Eles jamais permitiriam o envolvimento de uma “nobre” da família com um homem qualquer.

Na década de 1970, Eulália de Mendonça e Albuquerque (Adriana Esteves) se apaixona por Zé Leandro (Carlos Alberto Riccelli), cortador de cana da usina de sua família. Os dois sofrem com a perseguição dos Mendonça e Albuquerque, e Pedro Afonso (Cláudio Marzo), irmão de Eulália, ameaça Zé Leandro de morte. O rapaz é obrigado a fugir, mas promete voltar um dia para buscar a amada, que está grávida. A criança nasce e é batizada como Lúcia Helena (Leandra Leal). Eulália passa a viver em segredo, fugindo do rancor do irmão e do veneno da cunhada, Altiva (Eva Wilma), mulher má e mesquinha. E divide com a filha a expectativa pela volta de seu marido.

Quinze anos depois, Zé Leandro volta com uma pequena fortuna conseguida num garimpo. A fuga de Eulália, da criança e do pai, planejada anos antes, é misteriosamente boicotada e acaba em naufrágio. Só Lúcia Helena sobrevive e fica entregue aos cuidados da família, que a rejeita. O pai deixa na lembrança da filha a obsessão pela terra, que considerava o maior de todos os bens.

Teolbaldo e Lucia Helena

Algum tempo depois, o forasteiro Teobaldo Faruk (José Mayer) ganha a fortuna da família Mendonça e Albuquerque numa aposta de jogo feita com Pedro Afonso. Faruk era apaixonado por Eulália, e promete devolver todo o patrimônio a Lúcia Helena quando a menina, após atingir a maioridade, casar-se com ele. Como a família está nas mãos de Teobaldo, a jovem aceita o compromisso e viaja para estudar na Inglaterra, com data marcada para voltar e casar se com o desconhecido. Helena (interpretada por Adriana Esteves nessa segunda fase) regressa ao lar anos depois, amadurecida, incrivelmente parecida com sua mãe, e dona de uma sólida cultura. É ela a indomada da história. Disposta a cumprir o compromisso firmado com Teobaldo e honrar os ensinamentos de seu pai, ela se surpreende quando os dois se apaixonam de fato.

Herdeira de uma família que desperdiçou tudo o que tinha, Helena decide reabrir a Usina Monguaba. Essa obsessão une seus interesses pessoais ao progresso da cidade. Mas para alcançar seus objetivos, ela se vê obrigada a enfrentar as armações da ambiciosa Altiva, que nunca perdoou Teobaldo Faruk por ter se apossado dos bens da família, e muito menos por tê-los devolvido à sobrinha. A tia de Helena encontra no corrupto deputado Pitágoras (Ary Fontoura) o parceiro ideal para seus golpes. A despeito de sua avareza e soberba, Altiva confere muitos momentos engraçados à trama. Em nome da moral e dos bons costumes, ela, ao lado de suas amigas carolas, implica com a prostituta Zenilda (Renata Sorrah) e as meninas da Casa de Campo, mas não imagina que Pedro Afonso é frequentador assíduo do bordel. É para lá que a maioria dos homens da cidade vai depois de ganhar ou perder dinheiro no badalado British Club de Richard (Flávio Galvão).

Altiva vira fumaça

No último capítulo de A Indomada, Altiva dá uma paulada em Helena, que desmaia, e ateia fogo à cabana onde a sobrinha se encontra. Teobaldo salva sua mulher e tenta resgatar Altiva, que se recusa a sair. Em mais uma das muitas cenas de realismo fantástico da novela, Altiva vira fumaça, e seu rosto toma conta do céu de Greenville. A vilã jura voltar para se vingar, em meio a gargalhadas malévolas.

Passado o susto, Helena diz a Teobaldo que ele resgatou não uma, mas três pessoas: ela está grávida de gêmeos. Os dois terminam juntos e felizes, depois de muitas idas e vindas ao longo da novela. A Usina Monguaba é reaberta e, em seu discurso para o povo da cidade, Helena se posiciona contra o trabalho infantil, comprometendo-se a “não mais moer a cana colhida por crianças”, e conclamando os outros usineiros locais a fazerem o mesmo.

TRAMAS PARALELAS

Anjo Manoel

Um dos destaques da novela é o personagem Emanoel (Selton Mello), um jovem excepcional, filho de Teobaldo (José Mayer). Cândido, inocente e alheio à insensatez do mundo, ele sofre crises repentinas e não consegue entender o que se passa à sua volta. O rapaz se apaixona por Grampola (Karla Muga), foragida da Casa de Campo de Zenilda (Renata Sorrah), tão ingênua e pura como ele, vendida ao bordel pela própria família. No final da história, após uma discussão com Altiva (Eva Wilma), Emanoel sofre fortes dores e se contorce até virar um anjo, que sobrevoa Greenville.

Romance proibido

Entre os personagens principais de A Indomada estão, ainda, o prefeito Ypiranga Pitiguari (Paulo Betti), obcecado pela realização de obras públicas; sua fogosa esposa, Scarlet (Luiza Tomé); e sua inimiga feroz, a juíza Mirandinha (Betty Faria). A briga do prefeito com a juíza impede o romance de Carolaine (Nívea Stelmann), filha de Ypiranga, e Felipe (Mateus Rocha), filho de Mirandinha.

Artêmio

A Indomada também contou a história de Artêmio (João Carrilo na primeira fase, e Marcos Frota na segunda), que foi abandonado à porta dos Mendonça e Albuquerque ainda recém-nascido. Adotado pela família, mas sempre enjeitado, cresceu ao lado de Helena (Leandra Leal/Adriana Esteves), com quem sempre sonhou casar. Tímido, sensível e mal resolvido, tendo Emanoel (Selton Mello) como seu único amigo, o personagem passou a viver na Usina Monguaba depois que esta fechou, na esperança de que fosse reaberta.

Exploração sexual

A personagem Grampola (Karla Muga) possibilitou a discussão da exploração sexual de crianças e adolescentes. Mas a história da menina que seria iniciada na prostituição tomou outro rumo: Grampola não se prostituiu e foi adotada por uma família, que a matriculou na escola. Aos poucos, a menina demonstra ter uma estranha capacidade sobrenatural, que a faz descobrir coisas importantes para a cidade.

Realismo mágico

A trama é costurada pelo realismo fantástico. Numa das divertidas situações da história, o delegado Motinha (José de Abreu) cai num buraco e vai parar no Japão. Segundo o autor Aguinaldo Silva, a cena teve tanta repercussão junto ao público que, ao sair às ruas à época da novela, ele presenciou várias pessoas comentando o tema.

Cadeirudo

Greenville é assombrada pelo Cadeirudo, figura misteriosa, com andar peculiar que ataca as mulheres nas noites de lua cheia. No final da trama, depois de muito suspense, é revelada sua identidade: Lurdes Maria (Sônia de Paula), uma das mais ferrenhas beatas da cidade, que, junto com Altiva (Eva Wilma), dedicava-se a infernizar a vida de Zenilda (Renata Sorrah) e das meninas da Casa de Campo.

Fonte: https://memoriaglobo.globo.com/entretenimento/novelas/a-indomada/

sábado, 15 de maio de 2021

Ganhando presentes!

Estava em casa, trabalhando e conversando no whatsapp. Conversa vai, conversa vem, com a minha amiga Vera de Londrina e deixei escapar que tinha feito aniversário na semana.

Ela ficou surpresa por não ter lembrado. Se bem que não tinha como saber, pois não coloco a data do meu aniversário em nenhum lugar. Enfim, ela ficou quietinha do outro lado e falou que ia tentar se redimir.rsrs

Nem uma hora depois, tocou a campainha e era um entregador do ifood. Disse que tinha entrega e eu falei que não tinha pedido nada. Nem o Zé. Então ele falou o nome Vera. E eu completei o nome inteiro. Ele confirmou.

A doida (com todo amor e respeito) comprou chocolate e mandou entregar. Gente! Como assim? Ela mora em Londrina. Essa é ligeira.rsrs Eu amei a surpresa! E o chocolate, claro.



E aproveitando vou postar foto dos presentes que ganhei do Bruno e do Victor. Eles me deram no dia que fomos jogar boliche.


Quando eu posto foto, não é para deixar constrangido quem não me deu presente. Sinceramente não me importo. Maaas que é gostoso mostrar o que ganhamos, ah, isso é!

P.S. O Zé me deu um mês de aula de Pilates! Fora que lá em Caxambu ele pagou uma massagem e eu precisava lavar o cabelo, mas estava sem coragem. Então o Zé pagou para lavar e secar, em um salão de cabeleireira. Chique, não é?rsrs


Pós-escrito de 22 de Maio: Hoje a Carol (da Ômega-minha amiguinha) passou em casa para pegar o Avon e me deu presente. Menina danada! Eu desembalei e já coloquei no pé. Eles vieram a calhar, porque está chovendo e muito frio. Eles são lindos, macios e muito confortáveis. Eu amei!! 


sexta-feira, 14 de maio de 2021

Deus está sempre a nosso favor

_ Vamos até a montanha onde Deus mora – comentou um cavaleiro com seu amigo. – Quero provar que Ele só sabe pedir e nada faz para aliviar nosso fardo.

_ Pois vou para demonstrar minha fé – disse o outro.

Chegaram à noite no alto do monte e escutaram uma Voz na escuridão.

“Montem seus cavalos carregando as pedras do chão!”

_ Viu? – disse o primeiro cavaleiro. – Depois de tanto subir, Ele ainda nos faz carregar mais peso. Jamais obedecerei!

O segundo cavaleiro fez o que a Voz dizia. Quando terminaram de descer o monte, a aurora chegou – e os primeiros raios de sol iluminaram as pedras que o cavaleiro piedoso havia trazido: eram diamantes puríssimos.

Diz o mestre:

As decisões de Deus são misteriosas, mas estão sempre a nosso favor.

segunda-feira, 10 de maio de 2021

E o dia do nascimento faz diferença?

E falando em aniversário, ontem na casa da minha mãe surgiu um assunto que há muito tempo vem me intrigando.

Minha vida inteira, ouvi minha mãe falando que, se eu tivesse nascido uma hora depois, a gente teria ganhado presentes. Isso porque eu nasceria no dia das mães. Segundo minha mãe, o bebê iria ganhar o enxoval completo – inclusive o berço. E a mãe ia ganhar um presente.  

Comentei com o Marcos que acho que a mãe estava enganada. Eu não nasci na véspera do dia das mães, e sim alguns dias antes. Ou, se nasci na véspera do dia das mães, fui registrada em dia errado. Por quê?

Um tempo atrás resolvi pesquisar no Google, que dia foi o dia das mães, no ano de 1967. E choquei! Foi no dia 14 de Maio. Ou seja! Então eu nasci no dia 13 de Maio. E não dia 11, como estou registrada.

Para ver se não estava enganada, ali, diante do Marcos, Nilda, Zé e minha mãe, pesquisei novamente. Confirmado: 14 de Maio de 1967 – Dia das Mães. Agora como provar? Não tem como. Porque eu não nasci no hospital, e sim em casa.

Eu até ficaria bem feliz, se soubesse que o meu dia é 13 de Maio. Porque sou devota de Nossa Senhora de Fátima e o dia dela é 13 de Maio.

Enfim, continuo sem saber quem se enganou. Se foi meu pai, ao me registrar e colocar o dia 11. Ou minha mãe, por achar que eu nasci somente uma hora antes do dia das mães. Ele já se foi. E ela não lembra. O jeito é colocar uma pedra em cima dessa história. 

Antigamente eu era ligada em horóscopo. Em numerologia. Nessas coisas de que o nome, o dia do nascimento, ou o ano, tinham a ver com a personalidade da pessoa. Será que tem mesmo? E, no meu caso, dois dias fariam diferença em alguma coisa? 

domingo, 9 de maio de 2021

Dia das Mães e Aniversário, no Boliche

Ontem foi dia de “dupla comemoração” – Dia das mães e Aniversário.


Comemorei com o Zé, filhos, filha, noras, genro e neto no Boliche Strike Mania. Quis comemorar ontem porque sabia que hoje seria complicado. Provavelmente a Deborah ia na mãe dela. O Bruno e Victor iam trabalhar. E poderia me enrolar e não conseguir ir ver minha mãe. Já no dia do meu aniversário, que vai cair na terça-feira não iria comemorar mesmo. Porque no prédio onde moro, os condôminos são bem quietos. E em tempos de Covid estão mais ainda. Então, poderiam invocar com barulho. E também o Zé tinha falado de irmos viajar.


No Domingo, no aniversário do Victor, o Henrique falou que queria jogar boliche. Então, logo na segunda-feira dei a ideia para os filhos de irmos comemorar no Boliche. Eles adoraram. A Letícia disse que estava aguada para ir jogar boliche. Combinamos a partir das 19h. Quando eu cheguei todos já estavam lá. Tinham acabado de chegar. Somente o Victor que chegou mais tarde.






Comemos aperitivos (batata frita, kibe, pastelzinho e frango a passarinho). Bebi caipirinha e a moçada cerveja. E brincamos muito no boliche. Eu, nem tanto. Estou com meu ombro doendo. Até tentei algumas jogadas, mas quando doeu muito decidi que não dava pra mim.

Enfim, passamos uma noite maravilhosa! Com certeza todos se divertiram muito.

Hoje fui na minha mãe. Quando o Zé encostou o carro, o Marcos e Nilda estavam chegando também. Foi muito bom. Tomamos café. Eu levei uma pizza. O Marcos um pão do Frango Assado. E antes de ir embora o Marcos fez uma linda oração para as mães e depois para mim, pelo aniversário.  

Foi um final de semana especial. Ajeita aqui. Ajeita ali e consegui estar junto e comemorar essas datas especiais, com as pessoas que amo. Em tempos de pandemia isso é uma bênção.  

sexta-feira, 7 de maio de 2021

Elis - Viver é Melhor que Sonhar

Eu gosto da Elis. Das músicas dela. E gosto de conhecer a história dos grandes mitos. Por isso quis assistir, quando vi no catálogo do Globoplay. Uma minissérie bem curta. Somente 04 episódios e cada um entre 30 e 40 minutos. Assisti ontem e hoje.


Cantora desde a infância, Elis Regina entra na vida adulta deixando o Rio Grande do Sul para espalhar seu talento pelo Brasil, a partir do Rio de Janeiro. Em rápida ascensão, ela logo conquista uma legião de fãs, entre eles o famoso compositor e produtor Ronaldo Bôscoli, com quem acaba se casando. Estrela de TV, polêmica, intensa e briguenta, a "Pimentinha" não tarda a ser reconhecida como a maior voz do Brasil, em carreira marcada por altos e baixos.

Série/Drama/2019 - Contextualizando a emocionante trajetória pessoal e artística de Elis Regina, a minissérie traz cenas originais do filme "Elis", material documental e novas cenas de ficção. 

Episódio 1Com o dinheiro contado, Elis chega ao Rio, onde tenta se firmar como cantora. Após algumas investidas malsucedidas, ela dá a volta por cima conquistando fama e dinheiro.

Episódio 2Tão difícil quanto chegar ao topo é manter-se no auge e Elis tem que se reinventar. Neste momento, Ronaldo Bôscoli chega para sacudir sua carreira e seu coração.

Episódio 3O casamento com Ronaldo Bôscoli chega ao fim e Elis experimenta a estabilidade emocional com César Camargo Mariano. No Brasil, a classe artística sofre com a censura.

Episódio 4Enfrentando mais uma vez desafios na vida pessoal e na carreira, Elis tenta lutar contra os próprios demônios pelas coisas que mais ama: seus três filhos e a sua arte.

Elenco:

Andréia Horta – Elis Regina

Gustavo Machado – Ronaldo Bôscoli

Isabel Wilker – Nara Leão

Caco Ciocler – Cesar Camargo Mariano

Júlio Andrade – Lennie Dale

ZéCarlos Machado – Rubens (pai de Elis Regina)

Lúcio Mauro Filho – Miéle

Ícaro Silva – Jair Rodrigues

Rodrigo Pandolfo – Nelson Motta

Bruce Gomlevsky – Henfil

Mel Lisboa – Rita Lee


Gente do céu! Fiquei impressionada com a interpretação da Andréia Horta. Como canta!

Achei um barato quando Elis vai aprender com Lennie Dale como se comportar enquanto cantava. E é assim que ela aprende a ficar girando os braços, ganhando o apelido de “hélice Regina”. rsrs

É tão triste saber que a Elis morreu tão jovem. E não dá para entender. A pessoa busca tanto fazer aquilo que ama e quando o faz, não é feliz.

O problema da Elis é que ela se importava demais com o que os outros pensavam dela.  E ela se cobrava demais.

O relacionamento com Ronaldo Bôscoli foi um pouco destrutivo. Engraçado que ela sabia que ele era galanteador. Que tinha inúmeras mulheres. Mas, se deixou envolver. Acho que é aquilo que muita mulher pensa. Comigo vai ser diferente.

Mas ela teve a oportunidade de se reerguer com o César Camargo Mariano. E por aí dá para perceber que o problema não estava nos relacionamentos. Estava nela.

A gente pensa. Uma mulher que possui um dom divino, que é aquela voz arrebatadora. Alcançou a tão sonhada fama. Tinha filhos lindos e saudáveis. Por que se deixou abater?

Como ela, ainda existem muitos assim. E muitos que ainda cairão nos mesmos erros. Nos mesmos vícios. Que pena!

A minissérie é linda! Muita música! Muita gente bonita! Vale a pena conferir!

quinta-feira, 6 de maio de 2021

Dinheiro não traz felicidade

Segredo nº 31

Passamos tanto tempo correndo atrás de dinheiro, preocupando-nos com dinheiro e contando dinheiro. Talvez seja surpreendente saber que a satisfação com a vida não é mais frequente entre os ricos.

😀😀😀

Pense nisso: nos Estados Unidos, jogar na loteria é mais comum do que votar. Todos nós queremos ser ricos. Ou ao menos todos pensamos que queremos ser ricos. Mas é comum verificar que os ganhadores da loteria muitas vezes descobrem, passada a primeira euforia, que o dinheiro não trouxe a felicidade que fantasiavam.

Existe a famosa história de alguém que saiu com a incumbência de trazer para o rei a camisa de um homem feliz. Correu mundo afora, pesquisando, entrevistando, buscando incansavelmente, até que encontrou um pastor que cuidava de seu rebanho no meio de uma paisagem bucólica. Sentado no meio de um campo, contemplando o pôr-do-sol, este homem descreveu sua vida de tal maneira que o enviado do rei concluiu ter encontrado finalmente o homem feliz que procurava. Havia apenas um problema: o homem feliz não usava camisa.

Há nos Estados Unidos um novo movimento dos chamados “minimalistas”. São pessoas que decidiram viver com menos dinheiro. Elas compram menos, gastam menos, ganham menos e têm menos coisas. Também passam menos tempo no trabalho e mais tempo com seus amigos e sua família. Os minimalistas chegaram à consciente conclusão de que o dinheiro não podia comprar-lhes a paz e alegria que desejavam.

Isso não significa que quem é rico não é feliz. Poder satisfazer seus desejos e necessidades é certamente fator de satisfação. Mas de nada vale o dinheiro se os valores fundamentais de amor, compaixão e solidariedade não são atendidos. De nada vale o dinheiro se o nível de exigência é tão alto que não há nada que o preencha. De nada vale o dinheiro se a competição faz com que alguém se compare sempre com quem lhe parece acima. De nada vale o dinheiro se acharmos que são os bens materiais que fazem a felicidade.

 😀😀😀

Uma pesquisa realizada acerca da satisfação na vida examinou vinte fatores diferentes que podem contribuir para a felicidade. Os cientistas chegaram à conclusão de que dezenove fatores examinados eram importantes e um não era. O único fator que não tinha importância era a situação financeira.

Hong e Giannakopoulos, 1995

segunda-feira, 3 de maio de 2021

Crianças Índigo - Uma Nova Consciência Planetária

No dia 23 de abril fiz uma limpeza na minha pequena biblioteca. Decidi doar alguns livros, e este é um deles. Já tinha lido quando comprei, mas decidi ler mais uma vez, antes de doar. Terminei de ler no sábado.

Na época que comprei, foi por curiosidade. Falava-se muito em crianças Índigo. Queria saber mais sobre elas.

O livro é dividido em três partes e de cada uma delas vou transcrever um pequeno trecho:

Primeira parte: As crianças não são mais o que costumavam ser. "Crianças de um novo tipo estão nascendo. São humanos diferentes, ainda que nada o deixe supor. A humanidade está mudando. A conexão com o mundo espiritual está mais aberta. Atualmente, todas as crianças podem se manter unidas a essa fonte espiritual, à sua essência." por Flavio Cabobianco - 08 anos. 

Segunda parte: O fim do mundo. Todos os dias, a mídia nos repete que nossa vida nunca foi tão agradável, tão saudável, tão rica, tão longa, enquanto a verdade é bem diferente. Muitas vezes nos falam de manipulação genética, mas sobre a manipulação midiática nunca nos falam, e quem, no entanto, destila a desinformação a todo segundo e em todos os lugares do planeta?

Terceira parte: Eis chegado o tempo dos mutantes. Alguns pensam que, se os indivíduos superiores vivessem entre nós, isso se saberia. Porém John W.Campbell em uma publicação demonstrava que isso não é evidente: "Ninguém vai ao médico para declarar que está magnificamente bem. Ninguém irá ao psiquiatra para lhe anunciar que a vida é um jogo fácil e delicioso. Ninguém baterá à porta de um psicanalista para declarar que ele não sofre de nenhum complexo". Também ninguém vai gritar em plena praça que é diferente, sobretudo se ele é realmente mais evoluído que nós e tem consciência disso.

Enfim, o livro é muito interessante e complexo. Não consegui formar uma opinião sobre o que li. Que são crianças especiais, disso não tenho dúvida. Mas de onde elas vieram, ou para o que vieram, não ficou muito claro para mim.


Publicado originalmente em francês sob o título "Enfants Indigo - une nouvelle conscience planétaire", por Édition Alphée, em 2006. Tradução autorizada do francês por Madras Editora Ltda, em 2012. 160 páginas.

Sinopse: Sylvie Simon é uma autora de várias obras sobre os fenômenos ditos "paranormais", esoterismo e também a respeito da desinformação relacionada à saúde e à ecologia.

É autora de La Mémoire de l'au-delà.

Nesta obra, ela trata especialmente a questão das crianças índigo (são chamadas assim por causa da cor de sua aura descrita pelos videntes), que são cada vez mais numerosas em nosso planeta, e, na verdade, poucos estão aptos a lidar com elas. Tanto os pais como os educadores sentem dificuldade em orientar essas crianças, pois geralmente elas recusam a autoridade deles, bem como qualquer pressão exterior, mas obedecem se consideram que a ordem dada é justa e lhes convém.

Sylvie Simon publica diversos casos verídicos de situações vivenciadas por famílias que convivem com crianças índigo e que denotam a necessidade de se estar preparado para esse tipo de relação.

"Elas são obstinadas, decididas, ignoram o medo, o espírito de competição e não ligam para a noção de pátria, pois não somente se dizem cidadãs do mundo, mas também do Universo. São absolutamente conscientes de sua individualidade e de seu valor pessoal e falam sobre isso abertamente, mostrando grande confiança em si mesmas", explica a autora.

Saiba, por meio desta leitura o que pode ocorrer se esses casos não forem direcionados corretamente, especialmente quando os pequeninos são tratados com medicamentos como a Ritalina ou o Prozac, destinados ao tratamento da hiperatividade.

Essas crianças teriam vindo para ajudar a humanidade a evoluir? O objetivo deste livro é tentar responder a essa pergunta, refletindo sobre as mutações atuais da Terra e de seus habitantes e a chegada maciça dessas crianças.