sábado, 31 de dezembro de 2016

Viagem rumo a 2017

Atenção senhores passageiros! Está na hora de renovar o passaporte!
Estaremos dentro de pouco tempo, começando mais uma viagem, com um tempo previsto em todo o trajeto de 365 dias. Carimbem o passaporte, definam o destino e embarquem na plataforma 2017. Quem tiver mágoas, ressentimentos, pendências e tristezas antigas na bagagem, favor descarregá-las no Balcão 2016, ao lado dos banheiros. Recomendamos o uso dos sapatos da boa vontade e as camisas do otimismo, evitando, durante a viagem, as saias justas da competitividade insana e os nós da gravata da ambição desenfreada.
Os passageiros que portarem sorriso nos lábios, coração aberto e mãos prontas a construir terão assento preferencial ao lado da janela da felicidade. Solicitamos a todos que apertem o cinto da esperança e recomendamos que ninguém, em hipótese alguma, utilize a saída de emergência durante a viagem.
Caso haja períodos de turbulência, mantenham a calma e a confiança no piloto desta aeronave, o Grande Comandante Universal. Em qualquer situação de medo ou desespero, contem também com nosso atendimento de bordo realizado permanentemente por nossos anjos do espaço que estarão ao lado de cada passageiro. Recomendamos durante todo o trajeto, atitudes de solidariedade, de atenção e carinho, principalmente, com as crianças e idosos, o que garante a participação em nosso programa de milhagem.
O ar das cabines, em virtude das ações do homem, está extremamente seco, por isto, sugerimos a ingestão de água durante toda a viagem. Além disto, moderação com os alimentos gordurosos. Recomendamos também exercícios físicos como exercitar as pernas, braços e pés, evitando os inchaços prejudiciais à saúde.
Importante lembrar, que embora tenhamos pessoas viajando em classes diferentes, nada assegura que na próxima viagem os passageiros terão direito aos mesmos assentos. Portanto, respeito e bom relacionamento com cada companheiro de viagem, independente da classe a qual pertença, será motivo de avaliação no momento do check-out. Para isto lembramos utilizarem o crachá da amizade e palavras de agradecimento e compreensão.
Teremos, como já é de conhecimento de todos, muitas escalas durante o trajeto, o que implica na necessária entrada e saída de pessoas, valendo recordar em todos os momentos da contínua confiança no Grande Comandante Universal.
A todos uma excelente viagem!!

***
Não sei de quem é a autoria da mensagem acima. A Eliane postou no grupo do WhatsApp e como achei diferente e bastante reflexiva resolvi guardar aqui. 

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Poços de Caldas

Continuando nossa viagem, a caminho de Poços fizemos uma parada perto da cidade de Machado, para comer algo.
Chegamos a Poços às 17h22min. Fizemos o check in no íbis, deixamos a mala no quarto e saímos para a rua. Estava uma tarde bastante quente, então a gente queria aproveitar cada minuto.
Andamos um pouquinho para apreciar o lugar e resolvemos sentar para tomar um café. Vimos uma mesa de madeira, com banco de madeira, e o café era coado na nossa frente. Era tudo que a gente queria. Ficamos ali, por muito tempo.

Depois ficamos caminhando. Pra lá e pra cá. Quando começou a anoitecer paramos em umas barracas para comer um lanchinho. Depois, mais passeio pelas praças, que estavam maravilhosas. Todas enfeitadas e iluminadas para o Natal.
Tinha tanta gente na praça que foi difícil a gente encontrar um banco para sentar. Estava uma noite de céu estrelado. Se bem que o brilho das estrelas era ofuscado por tantas luzes natalinas. Ficamos por ali por horas, até voltar para o hotel.





No dia seguinte, quarta-feira, dia 28 - acordamos, e saímos a pé para tomar café. Paramos em uma padaria próxima ao hotel. Ali tomamos um café (de bule no copo americano) e pão na chapa. Voltamos ao hotel para fazer o check out e, às 10h40min, o Zé estava ligando o carro para voltarmos para casa.
Quando era pouco mais do meio dia, paramos em Pedreira. Ficamos por ali pouco mais de 1 hora. Estava muito calor. O sol ardia na nossa pele. Tanto que depois o Zé ficou mal, porque saímos do ar quente da rua e entrando no carro (que também estava quente) ele ligou o ar.
Já em Campinas, pegamos uma marmita e fomos para casa. Chegamos depois das 15h.

Foram 03 dias maravilhosos. Uma viagem que não custou muito e aproveitamos bastante. Além de conhecer lugares maravilhosos e inesquecíveis.

Caxambu

E chegou o dia da nossa viagem. Sem destino certo. A gente sabia que queria ir para Minas. Por vários motivos. Um deles é porque lá, as estradas não tem pedágio. Outro, porque não cobram valores abusivos pelas refeições, cafés, etc. Outro, a paisagem é bem mais bonita e atrativa.
Segunda-feira, dia 26/12. Às 09h21min, o Zé ligou o carro. Só saímos da garagem 10 minutos depois. Estávamos tentando fazer o pen drive (com as músicas que eu gravei) funcionar. Toda vez é a mesma história.rsrs
Fizemos uma paradinha na Padaria Sacramento para tomar café. Gosto de ir ali, pois, durante a semana, tem café de coador. E copo americano. Depois o Zé só parou para calibrar os pneus e finalmente pegamos a estrada.
Passamos pela cidade de Ouro Fino, onde não me aguentei e comecei a cantar a música do menino da porteira.rsrs Paramos para tirar algumas fotos.
Paramos às 12h20min para ir ao banheiro, esticar as pernas, e comer alguma coisa. Paramos na “barraca do Tiago”, na região de Pouso Alegre. Ali o Zé comeu um salgado. Eu um curau delicioso.
 Continuamos na estrada. Foi então que vimos que estávamos na Estrada Real (ER). O Zé quis parar para tirar uma foto. Era a entrada da cidade “Cristina” – nunca tinha ouvido falar. Vimos que ela foi ganhadora do prêmio de “melhor café do mundo”. Imagina se não entramos na cidade para provar o café. Paramos em uma lanchonete no centro. Tomamos café – não era o que ganhou o prêmio. O balconista falou que nem lá na cidade vendiam o café premiado. E indicou um comércio perto que vendia o que ficou em segundo lugar.
Fomos lá comprar o tal café. Na lanchonete o Zé comprou um que tinha lá também. Após algumas fotos na praça, continuamos nossa viagem.





Passamos por São Lourenço e, definitivamente decidimos que não queríamos ficar ali. Então o Zé seguiu para Caxambu. Chegamos lá às 17h12min. O Zé estacionou o carro na rua ao lado do Palace Hotel e fomos ver se tinha quarto disponível e o valor. Tinha quarto e o valor R$ 240,00 a diária. O Zé até gostou do hotel. Ele é bem antigo – de 1892. Mesmo assim, perguntamos ao senhor que foi nos mostrar um quarto se ele sabia de algum hotel com hospedagem mais barata. Então ele indicou o Hotel São Francisco. Disse que era novo - tinha +/- 20 anos. Fomos a pé mesmo ver.
O Hotel São Francisco fica a duas quadras do calçadão (centro comercial), do Parque das Águas, da praça. Perto de tudo! E o preço? R$ 150,00 a diária. O Sr.Francisco que nos atendeu na recepção, muito atencioso mostrou-nos dois quartos. Escolhemos o quarto 207. Voltamos para pegar o carro. O Zé tomou banho, trocamos de roupa e descemos para conhecer a redondeza. Paramos no calçadão para almoçar/jantar. Depois fomos caminhar pela praça. O clima estava muito bom. Nem calor, nem frio. Sem chuva. Muitas pessoas pelas ruas. Muitos jovens na praça. O incrível que não tinha barulho. Nem da moçada. Nem de carros. Nem de músicas. Uma tranquilidade. Lembro que eu comentei com o Zé que já podíamos voltar para casa, pois, o descanso que eu queria, já tinha conseguido.rsrs







Voltamos para o hotel, com a vontade de querer morar naquela cidade.
Dia seguinte. Acordamos e fomos tomar café. Foi quando conhecemos o Francisco – dono do hotel. Um homem simples, e conversador. Muito conversador! Contou toda a história dele. De como de sapateiro em uma pequena cidade do Piauí, ele chegou a ser proprietário daquele hotel. E estava construindo um conjunto empresarial – muito luxuoso - ao lado do hotel.
Após o café o Zé começou a verificar as condições da estrada para o próximo lugar que ele queria ir – “Conceição de Ibitipoca”. Viu que para chegar nessa cidade teríamos que percorrer +/- 26 quilômetros de terra. E assim ele desistiu. Pensamos em parar em Monte Verde. Ele ligou na pousada que costumamos ficar. O quarto que nós sempre ficamos estava com hóspede. E a diária estava R$ 400,00. Desistimos também. Por fim, decidimos parar em Poços de Caldas. Lá tem íbis, que é sempre barato e aconchegante. Além de ficar pertinho de tudo. Resolvido, deixamos as malas prontas e fomos conhecer a atração principal da cidade, o Parque das Águas. 
Que lugar é aquele? Muito verde. Muitas fontes. Muita paz! Em cada fonte que a gente passava, tinha pessoas bebendo da água. Ou enchendo garrafas. Eu comprei duas garrafas para trazer água para minha mãe. Trouxe uma da fonte "Dom Pedro" e uma da fonte "Duque de Saxe". Aqui tem todas as fontes e suas indicações. 
Bom, eu tive vontade de trazer uma garrafa de cada fonte, mas, eu não levei garrafas. Vontade de chorar.
Eu experimentei a água de uma das fontes. Vi que era boa para anemia. Não que eu tenho anemia. Ou quisesse experimentar. Mas, uma moradora da cidade que estava ali, bebendo, falou para eu provar. Não gostei. E essa mulher começou a falar dos benefícios das águas das fontes, etc. Acho que não falei no início, mas um dos motivos que nos leva a Minas é a hospitalidade do povo mineiro. Gostam de uma prosa. rsrs






E assim, quando era 12h21min, deixamos o Hotel São Francisco. Deixamos Caxambu, com saudades e promessa de voltarmos e, quem sabe até levando minha mãe e quem mais quiser ir. 

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Natal 2016

E o Natal começou assim...
À noite o Bruno foi me buscar em casa. Eu e o peru.rsrs O Zé tinha ido ficar com a dona Odete. Nós íamos dormir com ela.
No jantar teve peru, farofa, arroz, maionese e tender. O Fernando fez sobremesa também. Estava presente a família do Fernando, eu e Danilo com a Débora (namorada), Letícia e Bruno. Quando deu meia noite trocamos os presentes. Eu ganhei uma sandália e um panetone (com porta panetone) da Letícia. O livro da biografia do Padre Fábio de Melo do Danilo. Uma sandália do Fernando. O DVD da série Tereza Batista do Bruno. Esse último foi uma surpresa, pois, não sabia que tinha à venda (tempos atrás eu cheguei a procurar e não encontrei, então desisti). Após trocarmos os presentes a Letícia me levou na casa da dona Odete.
Chegando lá, o Zé me esperava no portão. Já era quase duas horas. E a dona Odete estava acordada também.

Dia seguinte, acordamos e logo a Adriana (irmã do Zé) chegou. Ela ia ficar com a dona Odete. Eu ganhei dela um kit sabonete do Boticário. Ganhei da Simone/Paola um conjunto de brinco e pulseira. Da dona Odete uma blusa. E o Zé me deu uma bolsa da Mônica Sanches. Também não imaginava!
Sabe, tem presentes que a gente imagina que vai ganhar. Porque um, ou outro pergunta, ou pedem sugestão. Agora quando você não imagina... Fica surpresa!
Bom, depois da casa da dona Odete, passamos em casa para deixar os presentes e roupas e fomos para a casa da minha mãe. Filei o almoço lá.rsrs
O pessoal foi chegando aos poucos. Dia de Natal sempre foi assim. A gente vai depois do almoço na minha mãe, e fica até noite adentro. E a cada um que chegava mais presentes. Ganhei da Duda um diário. Da Eliane uma blusa. Da Daniele uma blusa e um hidratante do Boticário. Até a Adriana me deu presente. Uma chaleira de fazer chá.  
O Sérgio tinha dito uns dias antes, que ia oferecer um churrasco, inclusive bebidas e sobremesa, como forma de agradecimento pela ajuda de todos no casamento. Eu estava tranquila. Dia seguinte não ia trabalhar. E melhor ainda... Ia viajar. Então não tinha pressa nenhuma para ir embora. Aproveitei até o último minuto. Aliás, fui a última a ir embora. Eu e a Adriana.

Obs. Percebi que o Nego estava um pouco alterado. Provavelmente triste. Minha mãe, como sempre tenta disfarçar, distrair. Sei que para eles é doloroso ficar naquela casa, sem a presença do meu pai. Lembrando que Natal é aniversário dele. Então, mais difícil passarmos sem ter um momento de “profunda nostalgia”. Mas... A vida segue! 

sábado, 24 de dezembro de 2016

2 x 0 para o peru!

O primeiro peru a gente nunca esquece. O segundo também não!
Depois do susto no ano passado, este ano eu estava bem esperta. Será? Nem tanto! Pra começar, não sei onde li que era para tirar o peru do freezer 72 horas antes de assar (o correto é 42 horas - talvez fosse o receio de esquecer novamente), então, na noite de quarta feira tirei do freezer e coloquei na geladeira.
Hoje dei uma lida na instrução para o preparo. Não entendi muito a parte do molho. No ano passado veio um saquinho com o molho, que no final eu preparei e joguei por cima do peru. Então achei que ao abrir ia ter um saquinho. Só que não!
Abri a embalagem e como estava com muito líquido, após jogar o líquido, ainda lavei o peru. Tirei os miúdos de dentro e coloquei-o na bandeja.
Só achei que ele estava muito sem cor. Na verdade achei-o seco. Resolvi ler as instruções. Dessa vez o Zé estava junto. E juntos entendemos que “aquele” líquido que eu joguei era o tempero.
Ele está lá no forno, assando. Coloquei um pouco de manteiga, alho, sal, pimenta e seja o que Deus quiser. Será que um dia eu acerto?
Peru de 2015

Peru de 2016

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Carros da Letícia

Acho que foi entre o mês de Março e início de Abril, que a Letícia comprou o primeiro carro. Um Fiat TIPO. O carro era de um amigo. O carro não estava muito bom. Tinha algumas manutenções mecânicas para fazer. Também estava com a documentação atrasada. Mas ela pagou super barato por ele. Não sei exatamente o valor. Nem tudo eu pergunto. Ou eles me falam. Por ter sido tão barato ela sabia das condições. Então nem tinha o que reclamar.
Esse carro era bem barulhento. A gente sabia quando era a Letícia chegando.rsrs
O TIPO era um carrinho velho e por isso vivia dando problema. Várias vezes ele largou a Letícia na mão. E por isso ela desanimou e quis trocar de carro.


Quando ela decidiu que iria trocar de carro... A maratona começou. Quase todo dia ela mandava fotos de carros para eu ver o que achava. Eu dava os meus palpites. Quando tinha algum que a gente gostava, e estava dentro das condições, vinha a outra parte, que era o pai ir ver se o carro estava bom. No fim ela comprou um Renault Clio - vermelho, em uma loja de revenda perto da casa dela. E ontem ela foi retirar o carro.
Como esse carro é mais novo (2010), ela não deve ter muitos problemas.


Eu fiquei muito feliz por ela. A Letícia é batalhadora e quando quer uma coisa, sabe ser persistente.
Que Deus abençoe mais essa conquista!!

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Foi sem querer mãe!

Hoje a Drielly foi ao centro e disse que está uma loucura. Lojas lotadas. Muita gente pela rua. Mas, era de se esperar, afinal hoje é dia de pagamento da segunda parcela do 13º salário.
Começamos a comentar sobre o cuidado que devemos ter com as bolsas. Ela disse que já tiraram dinheiro de dentro da bolsa dela e ela nem percebeu. A Ana disse que já foi roubada também. Tudo nessa época. Não esse ano, é claro. Pelo jeito, agora elas estão espertas. Inclusive a Ana disse que já viu, quando estava na fila, as pessoas roubando coisas. Colocando embaixo da blusa, e outros lugares. Mães pedindo aos filhos para esconderem objetos. 
Foi então que me lembrei de um episódio que eu vivi há muitos anos atrás. Com o Bruno. Ele devia ter no máximo uns três anos. Não lembro...
Eu ia muito à cidade. Durante a semana. Aos Sábados também. Não tinha preguiça de pegar um ônibus.rsrs
E toda vez que ia ao centro, de praxe passava nas Lojas Americanas. Naquela época, tinha logo na entrada alguns corredores com balas de todos os tipos. A gente escolhia as balas e levava ao caixa. Agora não lembro se eles vendiam por peso, ou unidade. Bom, isso não vem ao caso.
Um dia, eu saí da loja, segurando a mão do Bruno. Caminhamos por uns 30 metros. Acho! Não tenho muita noção de distância. Atualmente seria como caminhar até metade do percurso entre as Lojas Americanas e a Renner.
Pois bem... Estávamos ali quando o Bruno me mostrou a sua outra mão. Ela estava cheia de balas. Conforme nós passamos pelo corredor ele as pegou.
A hora que eu vi meu coração gelou. Olhei imediatamente para trás, já imaginando o segurança vindo atrás da gente. Não vinha ninguém. Fiquei parada por uns segundos sem saber o que fazer. Volto e devolvo as balas? Será que eles acreditariam que foi o Bruno que pegou sem eu ver? Preferi prosseguir. Achei que ia ficar pior se eu voltasse com as balas na mão. 
Expliquei para o Bruno que, o que ele fez estava errado. Que não era para pegar nada sem me falar. Ele deve ter entendido porque nunca mais pegou. Se bem que eu sempre conferia as mãos dele antes de sair da loja.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Depois de Você

Ontem eu terminei de ler “Depois de Você”. Este livro caiu na minha mão, por acaso. Eu estava subindo ao escritório e a recepcionista disse que tinham deixado na recepção, para entregar para Drielly. Como eu sabia que a Drielly já tinha lido, perguntei se ela me emprestava. Quis ler porque há pouco tempo tinha assistido ao filme, baseado no livro que antecede esse. Queria saber o que aconteceu depois...
Até que li rapidinho. Acho que não levei mais de um mês. Isso sem contar que derrubei vinho no livro da Drielly e acabei comprando outro para ela. Ou seja, agora o livro é meu.rsrs
E o que aconteceu com a Lou? Ela fez as viagens que Will pediu que fizesse? Bom, ela comprou um apartamento com o dinheiro que ele deu. E fez viagens. Porém, não se dedicou aos estudos para trabalhar com "moda". Sua vida se resumia a trabalhar em um bar - no aeroporto. E ter um - ou outro “envolvimento”, de vez em quando. Nada firme. Mesmo lembrando sempre das palavras de Will, para ela: “não pense muito em mim... Apenas viva bem. Apenas viva”, ela não estava fazendo nem uma, nem outra coisa. Aliás, ela vivia perguntando o que ele achava disso ou daquilo. Na verdade ela não consegue se perdoar pelo que aconteceu com Will, tanto que começa a participar de um "grupo de apoio".
Até que uma noite, alguém bate à sua porta. É Lily - a filha de Will. E a vida de Lou vira de cabeça para baixo, pois, Lily é uma dessas adolescentes rebeldes. Com a aparição de Lily, Lou conhece a mãe dela, até mesmo para saber como foi o envolvimento dela com Will, a ponto de terem tido uma filha. Lou também volta à cidade onde vivia para levar Lily para conhecer os avós – o Sr. e a Sra.Traynor. 
Nessa estória conhecemos também Sam. Um paramédico que socorreu Lou, quando a mesma caiu do prédio. Os dois vivem um relacionamento meio turbulento, até porque entre eles havia Lily, uma oportunidade de emprego em Nova Iorque, e é claro... Will.
Neste livro percebe-se que todos estão vivendo mudanças ou verdadeiras transformações. Os Traynor. Os pais de Lou. E mesmo Lily. Muita ação e emoção fazem parte desta trama.
O que eu achei mais interessante, é que Lou tinha consciência de que o Will não a amou o suficiente, pois, se fosse assim, não teria deixado de viver. Eu sempre achei isso!
Como eu assisti ao filme “Como eu era antes de você”, conforme eu lia, já imaginava as expressões faciais e corporais da Lou.
Apesar de ter ouvido falar que este livro não era tão bom quanto o primeiro, eu gostei bastante. E se tiver filme baseado no mesmo, irei assistir. Com certeza!

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Comemoração do aniversário da Dinda

Ontem fui comemorar mais uma primavera da minha Dinda. Esse ano ela escolheu o Bar do Jair, que fica em Barão Geraldo.
O Zé tinha reunião com as irmãs dele, então ele só foi me levar – e conferir o ambiente – e depois me buscar.
Contando com a Sandra, estávamos em 13 pessoas. Eu fiquei conversando um pouquinho com a Adriana Bernardi e a Cristine. Depois fui para o outro canto da mesa, conversar com a Cris. E conversa vai, conversa vem o tempo voou.




Quanto ao bar, eu nunca tinha ido. Já tinha ouvido falar dele. Bastante! Na verdade não sei se é Bar do Jair. Buteco do Jair. Ou Coxinhas do Jair. É que em cada lugar estava escrito um desses nomes. O importante é ele é bem grande. Estava lotado (em plena terça-feira)! O carro chefe da casa são as coxinhas. Eu comi uma de pernil com provolone. Mas ouvi falar muito bem da coxinha de carne seca (com alguma coisa). E a pimenta... Maravilhosa! Ontem também tinha música “ao vivo”, rolou um sambinha. Estava lotado, mas teve quem se aventurou a dançar entre as mesas.
A Sandra escolheu uma mesa próxima da entrada. Ainda bem, porque no outro salão o barulho estava ensurdecedor. Ou eu que estou velha para frequentar esses ambientes.rsrs
Quando estávamos para ir embora, isso já passava das 21h, a Sandra deu um copinho com brigadeiro para cada um. Ela levou também um bolo de tapioca (uma de suas especialidades) que cortou e serviu. Ela não quis que cantássemos “parabéns”. Nem eu ia querer. Vergonha.rsrs
Estava tudo muito bom. Inclusive a noite. Nem calor. Nem frio. Sem chuva – quase um milagre, pois, nos últimos dias tem chovido quase todas as noites.
Gostei bastante do lugar. Bem descontraído. Pessoas de todas as idades, apesar de ser próximo a moradia dos estudantes da Unicamp. 



terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Conversa matinal: Namoro de criança.

E no nosso bate papo matinal, antes de começar a pegar “firme” no trabalho, minha colega de departamento - que senta na minha frente – disse que a filha contou para ela, ontem, que está namorando.
Eu assustei, porque semana passada a filha dela completou 11 anos. Bom, mas sabemos que hoje em dia, tudo está mais evoluído. Sendo assim, normal começar a namorar cedo. O namorado também tem 11 anos. É parente do padrasto dela.
Mas o engraçado foi ela contar alguns detalhes. Minha colega disse que falou para a filha.
_ Mas ele mora longe. Vocês quase não se veem.
E a filha respondeu.
_Mas precisa ver? Precisa estar perto?
Ela contou rindo. E nós rimos mais ainda. A gente sabe que, não necessariamente tem que se ver todo dia, ou estar perto para dizer que namora. Não nos dias de hoje.rsrs
Depois minha colega contou que ela e o marido foram fuçar as conversas dela com o namorado. E em uma delas, ele diz que depois continuam a conversar porque ele ia BRINCAR. Depois dessa foi só gargalhada no trabalho.
E comentamos. A gente diz que precisa ir trabalhar. Estudar. Eles precisam ir brincar.
Na verdade estou rindo, mas fiquei surpresa. Sei lá, a gente ouve e vê tantas coisas por aí, que não imaginava que ainda existia essa inocência pairando no ar.
O próximo capítulo é sabermos se eles já deram um beijinho. Minha colega disse que está curiosa, mas ficou com vergonha de perguntar. Eu falei que depois que passar o impacto da notícia, ela vai encontrar um jeitinho de falar sobre isso. Ou seria melhor deixar a filha falar por conta própria? Sei lá... Vamos deixar para ver o que vai acontecer.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Quem vai morar com quem?

Esses dias, no episódio da Gilmore Girls, a Lorelai estranhou o Max dormindo na cama dela. Explico. Eles estavam de casamento marcado. E como ele morava em outra cidade, ela convidou-o a dormir na casa dela, uma vez que após casar, ele moraria lá. Então já iam se adaptando. Mas quem disse que ela conseguia dormir? É claro que estranhou a presença de um homem na cama dela. E mais ainda, na casa dela. Principalmente por causa da Rory.
Agora estou eu aqui... Pensando... E lembrando que quando eu estava sozinha, e o Bruno morando comigo, levar um homem (pretendente a marido) para morar no apartamento com a gente, estava fora de cogitação. Tanto que quando comecei a namorar o Zé, nem passou pela minha cabeça de ele ir morar com a gente. Mesmo sabendo que ele pagava aluguel. Também, com certeza ele não ia querer. Na época, o ônibus que o levava ao trabalho passava na esquina do apê dele. Bom, mas porque eu não o convidei e não convidaria? Porque com certeza, ter ele morando comigo e o Bruno mudaria a nossa rotina. E não por mim, porque por amor a gente se adapta. Mas e o Bruno? Então entendi muito bem o que a Lorelai estava passando. No meu caso, eu fui morar com o Zé. E lógico, hoje fico pensando. Não deve ter sido fácil para ele ter uma pessoa em seu apê, uma vez que há anos ele morava sozinho. Lembro que no início foi um pouco difícil. Eu sentia que estava incomodando ele. Mas, no fim, conseguimos nos ajeitar. No nosso caso, tudo terminou bem. Já no caso da Lorelai...

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Consulta com pneumologista

Lilian9:20:49Bem vindo ao atendimento ON LINE Grupo Sobam! Nosso horário de atendimento é de 2ª a 6ª feira das 08h às 17h. Em que posso ajudar?
Lilian9:20:49Bom dia Sr(a). 
Lilian9:20:49Em que posso ajudar? 
Jose Olimpio Castanho9:21:25BOM DIA! Meu nome é Jose Olimpio Castanho - cód. SOBAM: 001.2377.009213.00.0 Por favor, gostaria de marcar uma consulta URGENTE (...na próxima semana,ou pelo menos neste mês de Dezembro) com um(a) pneumologista, para minha esposa MARGARETH ITOU PINHEIRO CASTANHO. Ela está MUITO MAL atualmente, tossindo muito, sem parar (...não consegue nem dormir). 
Residimos em Campinas, e peço-lhe agendar na parte da manhã (após 09:00h, pois temos de viajar até aí).
Lilian9:22:21Por gentileza aguarde  um momento.
Lilian9:22:40Favor anotar o número do PROTOCOLO de atendimento:3265.0020.1612.0800.0740
Jose Olimpio Castanho9:23:07OK
Jose Olimpio Castanho9:25:19Já anotei
Lilian9:25:33Por gentileza aguarde  um momento.
Jose Olimpio Castanho9:25:48OK. Estou aguardando.
Lilian9:28:40No momento sem desistência
Lilian9:29:29nesse caso posso deixar uma observação no código surgindo alguma data retornamos o contato
Jose Olimpio Castanho9:30:30Pode ser, mas... por favor agende também uma data mais proxima possível para ela consultar um(a) PNEUMOLOGISTA
Lilian9:31:38Dr. JUNIA REZENDE GONCALVES, dia 18/01 às 10h45, pode ser?
Jose Olimpio Castanho9:32:13SIM, PODE SER.
Lilian9:32:34consulta agendada Dr. JUNIA REZENDE GONCALVES, dia 18/01 às 10h45
Lilian9:33:09CES I - Centro de Especialidades SOBAM
Rua Bom Jesus de Pirapora, 1310 - Jundiaí
Jose Olimpio Castanho9:33:40ok.
Jose Olimpio Castanho9:33:55Caso surja antes, por favor me avise.
Jose Olimpio Castanho9:34:03Obrigado
Lilian9:34:19Posso ajudar em algo mais?
Jose Olimpio Castanho9:34:41OK. Só isso
Lilian9:34:52O Grupo Sobam agradece o contato. 
Lilian9:35:05tenha um Bom dia

*** Só para constar... É a terceira vez que o Zé marca consulta com pneumologista. Eu não fui das outras vezes e com certeza não irei nessa. Já falei para ele que essa tosse me acompanha (durante a noite é mais intensa) há vários anos. Eu já estou acostumada. Ele diz que não é normal.

Pós escrito de 12/12:
No dia 08 mesmo, o Zé me pegou no trabalho e fomos ao Hospital da Sobam, que fica em Jundiaí. Eu tossi muito durante o dia e achei melhor ir. Até porque queria poder dormir melhor. E deixar o Zé dormir também.rsrs
Bom, a médica receitou dois tipos de expectorante + prednisona + dipirona. 
Mas ela disse que meu pulmão estava limpo. Falei para o Zé.
E na sexta-feira ligaram para dizer que tinha surgido uma vaga com o pneumologista para o Sábado. Como o Zé viu que eu estava melhor, e que a médica disse que eu não tinha nada no pulmão, ele não me forçou a ir.
Hoje estou bem melhor.

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Gilmore Girls

Eu e o Zé estamos assistindo no Netflix, a série Gilmore Girls. São somente 153 episódios. Já vimos 23.rsrs Na época em que passava na Warner - isso lá pelos anos dois mil e tra-lá-la, eu nunca consegui assistir um episódio inteiro. Eu ligava a TV e pegava sempre o finalzinho. É que minha intenção era assistir a minha série favorita “O Toque de um Anjo”, que passava na sequência. Mas, de ver um pouquinho todo dia, conhecia os personagens. Então, quando vi que tinha no Netflix, resolvi que iria assistir e conhecer melhor a estória das garotas Gilmore - Lorelai e Rory.
Estamos gostando bastante. Costumamos assistir dois episódios por noite. Dá vontade de ver mais, mas temos que dormir também. Fora que, ao final de cada episódio, eu e o Zé fazemos uma reflexão. Às vezes criticamos, outras concordamos, em algumas nos identificamos com as atitudes dos personagens. Um barato porque estamos aprendendo bastante com eles.
Bom, tudo estava indo muito bem, até que a Netflix trouxe pra gente 04 novos episódios. As garotas Gilmore voltaram alguns anos depois.  Eu vi o trailer e fiquei muito tentada (ou seria curiosa?) a assistir. Falei para o Zé. Vamos assistir? Ele achou melhor não. Disse que pode ser que tenha alguma coisa que ainda vamos ver. E que nesses episódios a gente fique sabendo, podendo estragar os outros 130 que faltam. Será que eu aguento? E o medo do Netflix tirar um ou o outro do ar? Bom, vou ter de arriscar. 

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Os casamentos - Parte 8 - O GRANDE dia!

Mais um pouquinho do casamento. Já falei da entrevista com o padre. Da confissão. Da procura pelo vestido de noiva. Um pouquinho das pessoas que fizeram TUDO acontecer. E agora vou falar um pouco de tudo. Como não sou organizada (com as ideias) vou soltar tudo aqui. A ordem dos acontecimentos podem não ser bem o que vou escrever, mas o importante é estar aqui.
Chegou o Grande Dia! Eu, infelizmente ainda não estava nada bem da gripe. Tinha ido ao hospital na quinta-feira e estava tomando medicamentos.
Saímos de casa às 7h. Conosco foram a Sandra, Bruno e Fernando. Chegamos à chácara um pouco antes das 8h. A dona da chácara que nos aguardava, entregou as chaves para o Zé, recebeu a outra parte do aluguel, passou-nos as instruções e foi embora.
O pessoal foi chegando logo em seguida. Karen, Sergio e Dudinha. Eliane, Gabriel e Felipe. Adriana e Henrique.
O carro de todos estava entupetado de coisas. O da Adriana tinha flores saindo pelas frestas. Começamos a tirar tudo de dentro deles. Eu fui fazer um café.
Às 9h tivemos que ir ao salão para enrolar o cabelo. Primeiro fomos eu e a Karen. Quando o nosso estava quase acabando avisamos a Adriana e a Eliane que foram enrolar também.
De volta à chácara, continuaram a arrumação. Eu ficava feito uma barata tonta. De lá pra cá. A Karen foi colocar os docinhos nas forminhas. A Eliane e a Adriana cuidando da decoração. E o pessoal continuava chegando. Inclusive meu primo José com a namorada Simone e a Lúcia com o João. Estava muito calor, então quem viu que não dava para fazer nada, foi para a piscina. Bom porque olhava as crianças que mais parecem peixes, de tanto que gostam de água. E todos ajudaram – ou participaram – de uma forma ou outra.
Eu não vi muito porque pouco mais de meio dia e já voltamos para o salão. A Adriana foi a primeira a fazer a maquiagem, pois ela queria voltar para continuar arrumando. Depois fomos eu e a Karen. E por último a Eliane.
No salão fiquei sabendo que os homens estavam jogando bola e atingiram um cacho de abelha. O Danilo e o Sergio foram picados. Fiquei preocupada. Mas, disseram que eles estavam bem.
A cerimônia foi linda. Tinha o pessoal do cerimonial da igreja que foram fantásticos. Cuidaram de tudo! O momento das entradas e saídas de todos. Primeiro entrou o Zé com a Dona Odete. Seguidos pelo Gabriel e Eliane. 

Depois – já com outra música – entrou o Sergio e minha mãe, seguidos do Henrique e Adriana.

Depois fomos nós... As noivas. Após abrirem a porta, entramos e ficamos paradas, enquanto os noivos vieram nos encontrar. Ao som da marcha nupcial entramos. Primeiro Sergio e Karen, depois Zé e eu.


As outras entradas foram: O Bruno e a Daniele com as bíblias – que a comunidade presenteou os noivos.
E a Letícia e a Dudinha com as alianças.
Algumas coisas foram mudadas pelo pessoal do cerimonial. A posição dos noivos no altar. A saída. Mas foi bom, porque na hora eu já não lembrava mais de nada!rsrs

Terminada a cerimônia voltamos todos para a chácara. Aí foi só festa. Todos estavam muito animados.
Servimos maionese na barquinha. Não sei se comentei na postagem anterior que a Adriana que fez a maionese. Foram quilos e quilos. Que trabalhão, coitada! Tinha também o sushi que ela encomendou, além do churrasco. Alguém levou batatinha curtida. Para beber teve chopes, cervejas, refrigerantes e um aperitivo (pina colada).
Tiramos muitas fotos. Dançamos muito. Inclusive valsa que a minha mãe tanto queria.rsrs
O show foi do Marcos dançando a música “Double Dutch Bus”. Foi tão bom que repetimos a música. Até filmaram. O diácono dançarinho.rsrs
Ah, os buquês. Quem pegou? O meu foi minha madrinha - Sandra. E o da Karen foi a Daniele.
Meu buquê
Buquê da Karen
Foi um dia maravilhoso. TUDO estava excelente. O clima. O ambiente. As pessoas. Os comes. Os bebes. A única pena é que eu estava meio debilitada por causa dos medicamentos. Tanto que nem entrei na piscina. Nem mesmo no Domingo. No mais, foram dois dias que ficarão para sempre na minha memória. 
Eu estava esgotada e com dor quando resolvi ir me deitar. Isso já passava de meia noite. Alguns já tinham ido dormir. A Eliane, Jacqueline, Silvana, Letícia, Débora, Bruno, Fernando, Sergio, Karen... Continuaram acordados. A Adriana, Henrique, minha mãe, Danilo, Marquinhos, Shirlei, Sandro, Kelly com o Nicolas, Gabriel e Felipe, Marcos e Nilda, Daniele e Rafael, Gustavo e Carolina,Tio Roberto, Maria, Angela, Edison foram embora, dormir no aconchego do lar. Eu imagino que a Adriana deve ter desmaiado de cansaço.
No dia seguinte continuamos a diversão. Dessa vez com menos correria. 
E pelos comentários depois, todos curtiram muito. Até o Felipe da Eliane, dias depois falou que queria ir de novo à chácara, com as mesmas pessoas e queria ficar para dormir.
E finalizo agradecendo a Deus e a todos pelos momentos inesquecíveis que passamos juntos.