quinta-feira, 31 de março de 2016

Batman vs Superman

Noite de quinta-feira. Último dia do mês. O dia inteiro fez um calor escaldante. Com a chuva que caiu durante a tarde serviu para deixar o ar abafado. Eu tinha combinado de ir até a casa da minha madrinha, para irmos ao cinema. Então fui.
Cheguei um pouco antes dela. Não era sete e meia.
Fomos ao cinema Moviecom, do Shopping Unimart. Eu, como sempre queria ver um filme de comédia, ou romântico, ou até mesmo um desenho. Só que não tinha. Quando a Sandra falou de assistirmos o Batman vs Superman relutei um pouco. Não sou muito chegada em filmes de super heróis. Não hoje!
Mas não tínhamos muitas opções, então cedi. Na verdade, pra mim, o mais importante é sair com a Dinda. A gente sempre vai comer alguma coisa antes do filme, conversa um pouquinho e depois sai correndo para não entrar na sala atrasadas. 
Lançamento:     24 de março de 2016 (2h33min)
Dirigido por:       Zack Snyder
Com:     Ben Affleck, Henry Cavill, Jesse Eisenberg mais
Gênero:              Ação , Fantasia
Nacionalidade: EUA
Sinopse: O confronto entre Superman (Henry Cavill) e Zod (Michael Shannon) em Metrópolis fez com que a população mundial se dividisse acerca da existência de extra-terrestres na Terra. Enquanto muitos consideram o Superman como um novo deus, há aqueles que consideram extremamente perigoso que haja um ser tão poderoso sem qualquer tipo de controle. Bruce Wayne (Ben Affleck) é um dos que acreditam nesta segunda hipótese. Sob o manto de um Batman violento e obcecado, ele investiga o laboratório de Lex Luthor (Jesse Eisenberg), que descobriu uma pedra verde que consegue eliminar e enfraquecer os filhos de Krypton.
O que descrevi e mais curiosidades sobre o filme, veja aqui.


***

Agora o que eu achei do filme.
Considerando que eu não entendi muita coisa. Eu gostei. 
Vou ser bem sincera. Gosto do Batman. Gosto do Superman. Então ver um filme, onde um fica contra o outro fica um pouco difícil a compreensão.rsrs
Quanto ao elenco... Nunca fui muito fã do Ben Affleck (Batman), mas ele esta ficando como o vinho. Quanto mais velho... Melhor. Em todos os sentidos!
Gostei bastante da interpretação do Jesse Eisenberg (Lex Luthor). Parecia um louco mesmo!
O Superman me deixou um pouco triste, porque ele ficou muito na defensiva. Meio que fazendo papel de coitado. Estavam realmente crucificando ele, mas que se dane. Se não querem que ele salve aqueles que estão em perigo, não é responsabilidade dele. 
O que ficou meio confuso também, é que em alguns momentos eu não sabia se, o que estava acontecendo era sonho, realidade, ou uma premonição. Fora que por eu não ter assistido os outros filmes dos super heróis, fiquei meio que "boiando" quando mostrava um ou outro personagem que apareceu.
Em síntese. Eu gostei bastante. Pelo menos mais do que pensei! Tanto que acho que vou começar a ver uns filmes de super heróis.
O Bruno até indicou o capitão América. Até porque logo logo teremos Capitão América vs Home de Ferro.
Então, acho melhor eu começar a me atualizar.rsrs

Café da tarde

E hoje, o café da tarde foi na minha casa. Tive que cobrar. E mesmo assim não vieram todas. Faltou a Shirlei, a Adriana e a minha mãe.
Era assim...
Quando eu estava trabalhando, vira e mexe eu via fotos da mulherada na casa de uma delas, tomando café. Eu ficava morrendo de inveja. Queria estar ali, com elas.
Então resolvi sair do trabalho pra tomar café com elas.rsrs Brincadeirinha. Eu saí do trabalho, mas não foi por esse motivo. Então fiquei esperando. Esperando. Esperando. Quase dez dias se passaram e nada de café. Então dei uma sutil cobrada.rsrs
A Silvana foi a primeira a dizer que viria. E com a Mayara. Depois a Eliane confirmou. A surpresa foi a Karen com a Dudinha, que também vieram.
A Eliane ligeira como sempre, quando minha mãe perguntou se o café tinha alguma comemoração especial, disse: _ Último dia do mês. Só ela mesmo.rsrs
Ela também me zuou por eu estar somente alguns dias em casa, e já estar desesperada para tomar o tão "invejado café".
Hummm. Estava tudo muito bom. Cafézinho, coca-cola, bolo de fubá com goiabada, bolo de aipim, e algumas outras guloseimas.
A Dudinha e o Felipe brincaram de tudo, enquanto a mulherada proseou.
Estava muito calor. Caiu uma chuvinha, mas nada atrapalhou o nosso encontro.
Agora sosseguei. Mas se tiver outro, estou indo.rsrs




sexta-feira, 25 de março de 2016

Dormindo com minha mãe

E ontem eu dormi na casa da minha mãe. Faz tempo que queria fazer isso! O Zé viajou em Janeiro. Falei que ia dormir lá. No fim não deu.
Eu não tinha programado, por isso deu certo.rsrs Aliás, ultimamente nada acontece como eu venho programando. Mas, tudo bem. O importante é que no fim, tudo se ajeita.
Fui parar na minha mãe ontem porque não quis incomodar o Henrique, pedindo para ele me levar até em casa. Como ele estava indo para a casa dele, pedi para me deixar na minha mãe.
Minha mãe não estava quando eu cheguei. Passava das 15h30. Eu estava faminta. Comi um arroz com salsicha, como se estivesse comendo um banquete, tamanha era a fome.rsrs
Quando minha mãe chegou ela ficou feliz quando me viu. Falei que já tinha comido e que iria dormir lá. Ela ficou toda animada.
Quando anoiteceu, ela pegou dois colchões de solteiro e colocou na cama que era do meu pai. Eu até estranhei porque eu podia colocar o colchão no chão, e ela dormia na caminha dela. Mas, se ela queria juntar pra gente dormir junto, melhor ainda. Não sei se era a filha com carência da mãe. Ou a mãe com carência da filha. rsrs
Jantamos, ela encontrou um paninho para mim, assistimos ao programa do Gabriel Chalita e, a essa altura eu já estava despencando de sono. Fomos deitar. Eu caí no colchão e já era! Dormi feito um anjo. Ou que nem uma pedra.rsrs
Que delícia jantar com mamãe. Dormir com mamãe. Acordar na casa de mamãe. Tomar café com mamãe.
Despertei hoje era sete e meia. Minha mãe me mandou voltar a dormir, mas eu estava com fome. Falei para ela. Ela riu. Enquanto eu tomei banho ela preparou o pão para mim.
Café e pão preparados pela minha mãe.
Depois fiquei por lá rodeando ela. Tirando fotos das plantas. Da tartaruga. Ajudando ela com a máquina de costura. Conversando com o meu irmão. E com ela.


A minha mãe nem queria desfazer a cama porque achou que eu iria dormir novamente. Falei que não. Vontade não faltou, mas tinha que voltar para casa. Sei que foi bom demais passar esse tempinho com os dois. Se eles curtiram eu não sei. Eu amei!!

quinta-feira, 24 de março de 2016

Em Pedreira com as irmãs e minha mãe

Sábado passado, dia 19 fui para Pedreira com as irmãs e minha mãe. Estava programado? Não!
A programação era a Silvana passar o fim de semana em casa. E nós ficarmos em casa. Só que não!rsrs
Eu tinha acabado de acordar. Estava tomando café quando a Adriana ligou perguntando se eu queria ir para Pedreira. Falei que a Silvana estava em casa. E a Dri falou para chamar ela também. Acordei a Silvana e perguntei se ela queria ir.
Menos de uma hora depois a Adriana estava passando em casa para pegar eu e a Silvana. Só quando ela chegou que vimos que a mãe também estava indo junto. Eu estranhei porque estávamos indo ver lembrança para dar no aniversário dela. Pensei que seria surpresa.
Saindo de casa já começou a trapalhada. Demos uma volta até conseguir sair da cidade e pegar a rodovia. Depois perdemos a entrada para Pedreira. A distração era grande. Afinal era passeio. Então, sem estresse.
Chegando em Pedreira, andamos uma rua inteira, entrando de loja em loja. E antes que a fome batesse, resolvemos almoçar.
Após o almoço fizemos uma pausa para fotos. Minha mãe estava feliz. Ficou posando para as fotos.
Depois quis até fazer uma selfie. Acredita! Ficamos ali, se embolando atrás dela para caber na foto. Até agora ela não postou. Não sei se ficou boa.rsrs
Sessão de fotos terminada, voltamos a focar no nosso objetivo. Ver as lembrancinhas. E assim continuamos andando e entrando, de loja em loja. Uma hora estava eu e a Vana. Outra hora estava com a minha mãe. A Shirlei e a Adriana andaram a maior parte do tempo juntas. Tanto que foram elas que viram, e todas aprovaram a ideia de dar aromatizador de ambiente.
Acham que compramos? Mas é claro que Não! Ficou para vermos em Campinas. Ou São Paulo. Já viu. Mulher é assim. Roda, roda, roda e no fim, volta tudo para o mesmo lugar. Depois eu conto como vai terminar essa história.rsrs
Bom, nem tudo estava perdido. Pelo menos decidimos o que vai ser. E mais ainda, nos divertimos muito. Sei que passei um dia maravilhoso com as irmãs e minha mãe. E como disse a minha cunhada Karen “que coisa rara, só as mulheres da família”.  Realmente não lembro quando foi a última vez que saímos somente nós cinco.  Geralmente estamos com mais alguém.

terça-feira, 22 de março de 2016

Férias

E hoje encerrei mais uma etapa da minha vida. Último dia de trabalho. Depois de 29 dias e meio cumprindo aviso. Trabalhei até meio dia e saí de fininho, pois, não queria despedidas.

Foram um pouco mais de um ano e cinco meses de aprendizado. Tanto profissional, como pessoal. Conheci pessoas que ficarão no meu coração para sempre. E outras, que infelizmente sei que não.
O que vem pela frente eu não sei. A única certeza que tenho, no momento é que quero ficar em casa, pelo menos um mês. Preciso relaxar a mente.

Depois as coisas se encaminham. Entreguei nas mãos de Deus. ELE sabe o que é melhor para mim. Confio NELE!!

quarta-feira, 2 de março de 2016

Depois do desfile - tentando voltar ao hotel.

Neste post quero contar sobre o apuro que nós passamos, do momento em que saímos do sambódromo até chegar à estação das barcas.
Tudo começou quando deixamos o sambódromo. Isso foi logo que a Unidos da Tijuca começou a desfilar. Queríamos evitar a multidão que provavelmente sairia no final. A Unidos começou a desfilar quatro e meia. Então saímos +/- cinco da madrugada. Caminhamos umas duas quadras e então o Zé perguntou para um guarda onde poderíamos pegar um táxi para chegar até a estação. Ele não soube explicar direito. Falou para continuarmos em frente, pois, ali (onde ele se encontrava) estava impedido, então provavelmente mais a frente à gente encontraria um táxi. Caminhamos mais um pouco e nada de táxi. Perguntamos novamente. Dessa vez o guarda falou para atravessarmos a passarela e não soube explicar direito como chegaríamos à estação. Até então a gente não estava com medo, pois, além dos guardas tinha bastante gente pela rua.
Mas começamos a ficar preocupados com a falta de informação. A única certeza que a gente tinha, é que no dia anterior, saindo da estação, pegamos uma reta só até o sambódromo. Então o mais correto seria a gente continuar sempre reto. Continuamos caminhando e perguntando. E ninguém nos dava uma informação precisa. Numa dessa começamos a ficar nervosos, pois, à medida que nos afastávamos do sambódromo, a quantidade de pessoas andando pelas ruas, diminuía. Depois de muito caminhar vimos um táxi parado. Fomos até ele e o motorista disse que estava esperando alguém. A gente imaginou que nenhum deles queria nos levar porque da estação até a Sapucaí são três quilômetros. Eles deviam estar querendo pegar corrida longa. Vimos outro e fomos falar com o motorista. Esse motorista abençoado falou que não podia nos levar porque estava tudo interditado e ele não sabia como atravessar para o outro lado. Outro lado? Como assim? Foi ai que a ficha caiu. No dia anterior, na caminhada que fizemos da estação até o sambódromo, nós tivemos que contornar o mesmo, pois a nossa entrada era do outro lado. Pois bem. Nós saímos, e acho que de tão cansados nem pensamos. A gente tinha que ter dado a volta no sambódromo. Ou seja... Nós estávamos caminhando no sentido contrário. Estávamos nos afastando cada vez mais da estação.
E qual a solução? Voltar para o sambódromo. E foi o que fizemos. Juro que eu já não aguentava mais andar. Já estava com um pouco de medo. E um pouco de raiva, de todos que não nos orientaram direito. Minha vontade era de sentar na calçada e esperar o dia clarear. Mas, já tinha muita gente pela calçada. Melhor não...
Sei que quando chegamos no sambódromo, a Unidos da Tijuca já tinha terminado seu desfile. As arquibancadas já estavam vazias.
Vi uma multidão se dirigindo para os pontos de ônibus. E o que tinha de gente tentando pegar táxi. Olha... Parecia o fim do mundo!
Caminhei em direção de uma policial feminina e perguntei como a gente conseguiria chegar à estação. Ela falou as opções: Tentar pegar um ônibus. Tentar pegar um táxi. Mas, ela já adiantou que taxista algum ia querer levar a gente até a estação. Até Niterói podia ser. Mas até a estação...
Sem um pingo de paciência, eu perguntei: _E para ir a pé? Ela falou que era longe. Uns 40 minutos. Não quis saber. Perguntei como. Ela falou que era para seguir os postes (mostrando os postes) até a igreja da Candelária. Chegando nela era para virar à direita.
Foi o que fizemos. No início tinha muita gente na rua, e foi diminuindo aos poucos. Eu via lá longe a torre da igreja, mas, dava a impressão de que, quanto mais a gente caminhava, mais a igreja se distanciava. Eu só pensava que, se fosse preciso correr, eu não ia conseguir.
Enfim, conseguimos chegar sãos e salvos na estação das barcas, às 6h40min.
E após a travessia ainda teríamos que pegar um táxi para, enfim chegar ao hotel.
E quando finalmente chegamos, entramos desesperados. Eu não sabia o que fazia primeiro. Tomava dorflex. Tomava banho. Massageava os pés. Eu estava embriagada de sono, cansaço, dor.  Após o remédio, o banho e massagear os pés, caí na cama e desmaiei.
Depois de todo o sufoco... Finalmente dentro da barca. Mortos de cansaço!
Bom, relatei tudo isso, para expor a minha indignação com a falta de organização e a falta de preparo das autoridades, para orientar o turista adequadamente.
Para um evento desse porte, eu acho que deveria ter ônibus, táxis, vans... Sei lá. Qualquer meio de transporte que levasse o turista de volta ao hotel, à estação de barcas, ou onde ele quisesse – ou precisasse ir. Só que não encontramos nada disso. Pelo menos não o suficiente para atender a todos.
E não foi só conosco. Aquele casal que encontramos na ida e que estavam hospedados no mesmo hotel, disseram que conseguiram pegar o táxi logo que saíram. Só que o taxista ficou dando voltas com eles. Talvez imaginasse que eles não desconfiariam. Eles reclamaram, e o taxista deixou-os bem longe da estação. Alegou que não podia se aproximar mais, pois, a região estava impedida.
Olha...  Eu posso estar sendo injusta, mas... Tudo isso que aconteceu serviu para fortalecer a minha visão sobre os cariocas. Eu sinto que eles não se preocupam (ou não tem muito interesse) em ajudar o turista. Não vou generalizar, pois, nas três vezes que estive no Rio, um ou outro (quase) compensou a grosseria ou má vontade dos outros.

Sei que ficamos indignados. Se nós passamos esse aperto...  Imagine os estrangeiros.

terça-feira, 1 de março de 2016

Eu na Sapucaí

Dia 07 de Fevereiro realizei um grande sonho. Um sonho que eu não tinha.rsrs
Fui assistir ao desfile na Sapucaí. O que eu mais gosto no carnaval são os desfiles. Desde que eu me conheço por gente, eu assisto o desfile pela televisão. Acho lindo e contagiante. Porém, nunca sonhei assistir “ao vivo e em cores”. Para mim, o desfile era coisa de outro mundo. Não era para o meu bico.
O Zé resolveu comprar os ingressos depois que viu o quanto eu gosto, o quanto eu me emociono, o quanto eu me empolgo diante de uma bateria de escola de samba. Isso foi no casamento da Enandra (minha patroa) em Outubro.
Lembro que meus olhos lacrimejaram quando ele falou que tinha comprado os ingressos. Depois foi só aguardar o GRANDE DIA.
Fomos para o Rio no Domingo cedinho. Com o sol nascendo. Chegamos no hotel e enquanto aguardamos liberarem um quarto, fomo ao restaurante almoçar.
Ah, o hotel! O que é aquilo gente? Maravilhoso! Por fora e por dentro. Ficamos hospedados no Mercure de Niterói. Achei-o um deslumbre. Fiquei surpresa, porque o Zé tinha falado que seria igual ao íbis. Só que não! Mas, o que mais me encantou foi a piscina e o bar. A água da piscina era morninha (para não falar quentinha.rsrs). E o bar funcionava até meia noite. Dali dava para ver a ponte Rio-Niterói inteirinha. O Pão de Açucar. O Cristo redentor. Aliás, o Pão de Açucar, e o Cristo também davam para ver da sacada da nossa sala e do quarto.

Pois é, ficamos em um apart hotel. O Zé acha que não tinham reservado quarto pra gente, então, de última hora nos deram um melhor, para compensar. Na cozinha tinha pia, geladeira, microondas. Na sala uma mesa, uma cadeira, um sofá, um puff enoooorme e televisão. O quarto com uma cama, uma cadeira e televisão, o banheiro e um closet. Finalmente eu tive um closet.hahaha
Chegamos, almoçamos, descansamos um pouco e nos aprontamos para ir para a Sapucaí.
O itinerário foi o seguinte: Táxi do hotel até a barca. Barca de Niterói até o Rio. E caminhada até a Sapucaí. Quanta emoção! Nunca vi tanta gente feliz. Gente fantasiada. Gente bêbada. Por todo o caminho era gente por todo lado. Muito barulho. Olha... Contagiante. Nessa hora me senti uma estranha no ninho, pois não estava fantasiada. Nem pintada.


Durante essa caminhada encontramos dois casais do Sul, que por coincidência estavam hospedados no mesmo hotel que a gente. Um deles, o mais amistoso disse que aquele dia ele já tinha utilizado quase todos os meios de transportes possível. Avião, ônibus, taxi, barca e caminhada.rsrs Eu comentei que tinha o metrô ainda.rsrs
E quando chegamos na Sapucaí? Tivemos que dar a volta porque a nossa entrada era do lado oposto ao que chegamos.
Chegando no nosso portão – que era o número 02, fomos caminhando ansiosos para o nosso lugar. Começamos a subir as escadas e não tem como expressar o que senti quando olhei e vi a rua, os camarotes, as arquibancadas. Tudo muito iluminado. Tudo tão perto. Não sabia se eu ria, ou chorava. Ficamos por uns segundos olhando um para o outro, emocionados.
E então uma moça nos acompanhou até o nosso lugar. O Zé comprou 02 lugares na frisa. Frisa é um espaço com cadeiras. Ficamos embaixo do camarote. E o camarote fica embaixo da arquibancada.  Tinha 03 fileiras de frisas. A nossa era a última. Ou seja, não era a encostada na grade que impede que invadamos a rua.rsrs Eu bem que fiquei de olho para ver se tinha como eu ir até a frisa mais próxima da rua. Mas, sem chance. As funcionárias ficam por ali, olhando se a gente não vai aprontar.rsrs 


Lá é tudo muito organizado. Mas elas também dão orientações de onde estão os banheiros limpíssimos – que por sinal são limpíssimos. De onde encontrar comidas e bebidas, etc. Na nossa frisa ficou um rapaz dos Estados Unidos e um casal carioca. Na frisa ao lado tinha uma turminha de estrangeiros. Bom, ali o que mais se vê são estrangeiros. Muito legal.
O desfile começou com a Estácio de Sá. Eu tinha levado as letras do samba enredo. Mas esqueci o óculos.rsrs Tentei cantar. Tentei sambar. Vibrava com tudo o que via. E assim foi a noite e madrugada.


Na terceira escola eu já tirei o salto e sentava um pouquinho no intervalo entre uma escola e outra. Os joelhos, os pés doíam. O Zé fazia um pouco de cada coisa. Cantava, sambava, comia, bebia, sentava, fotografava.
Resolvemos sair logo após a Unidos da Tijuca começar o seu desfile. Passava das quatro e meia da madrugada. Depois eu conto em outra postagem o perereco que passamos até conseguir voltar ao hotel.
Acordamos depois das 14hs com muita fome. Descemos e fomos direto ao restaurante. Almoçamos e fomos ao bar apreciar o movimento, a paisagem.
Ali reencontramos o rapaz (o mais amistoso) que conhecemos no dia anterior.
Ele nos contou que as três horas da madrugada, ele começou a tomar remédios para dor. Que a esposa do amigo dormiu. E que passaram um aperto para voltar ao hotel.
Sei que entre uma conversa e outra bebemos uma caipirinha e mais tarde entramos na piscina. A noite, ficamos no bar bebendo e comendo. A noite estava iluminada. O céu, com as estrelas. E o mar com as embarcações que ali estavam ancoradas. Tinha bastante hospedes no bar e até alguns na piscina. Os atendentes do bar colocaram uma musiquinha bem pop para alegrar ainda mais a noite.

Deixamos o hotel, logo após acordarmos, na terça-feira. E assim passamos um maravilhoso carnaval. E no fim, um sonho – nunca sonhado, mas, quem sabe no íntimo desejado, foi realizado!