sábado, 31 de outubro de 2020

Victória e Abdul - O Confidente da Rainha


Título original: Victoria And Abdul

Data de lançamento: 16 de novembro de 2017 / 1h 52min

Direção: Stephen Frears

Elenco: Judi Dench, Ali Fazal, Eddie Izzard

Gênero: Biografia, Drama, Histórico

Nacionalidades: Reino Unido, EUA

Sinopse: Victoria e Abdul - O Confidente da Rainha se passa em 1887, na cidade de Agra, na Índia. Dois jovens locais são escolhidos para viajar até Londres de forma a presentear a rainha Victoria (Judi Dench) com uma valiosa moeda local. Ao chegar, tanto Abdul (Ali Fazal) quanto Mohammed (Adeel Akhtar) estranham bastante os costumes da realeza britânica, sempre a postos para mimar a rainha. Ao entregar a moeda, Abdul quebra o protocolo e encara a monarca. Tamanha ousadia chama a atenção da rainha Victoria, que através de várias conversas não só passa a conhecê-lo melhor como também o transforma em seu conselheiro. Esta decisão não agrada nem um pouco aos membros da corte inglesa, que não entendem como um humilde indiano pode ser detentor de tal honraria.

Fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-248315/

Escolhi este filme por ser de época e baseado em fatos reais. No final do filme eu procurei na internet para saber um pouco mais sobre Abdul. E sobre o relacionamento dele com a rainha. Procurei até por curiosidade, pois no início do filme, somos informados que é baseado em fatos reais. Mas não inteiramente.

O impressionante de filmes de época é como conseguem reproduzir vestuários, e outras coisas para que fiquem tão idênticos. Digo isso porque ficamos encantados com os barcos, na cena em que Abdul vai para Londres. Outra coisa que me encanta em filmes assim são os figurinos. Queria ter vivido na época em que as mulheres usavam aqueles vestidos longos. E a fotografia do filme, lindíssima. 

A história é bastante interessante. A gente chega a pensar que a rainha está atraída por Abdul, apesar da enorme diferença de idade. Mas não! Ela se afeiçoou a ele. E quis dar o melhor para ele e sua família. Inclusive, quando ficou sabendo que Abdul era casado, mandou que ele trouxesse a esposa para morar em Londres. Estranho que Abdul trouxe duas mulheres. Uma ele disse que é a sogra. Nunca vimos o rosto dela. AQUI diz que, ao morrer, Abdul deixou duas esposas. Então uma delas era a outra esposa e não sogra?

Após a chegada de Abdul, a rainha tem uma mudança de comportamento. Fica mais disposta. Mais alegre. Abdul passa a ensinar a rainha a falar e escrever o idioma indiano. Os dois estavam sempre juntos. E o que era de esperar...  Os bajuladores da rainha ficaram revoltados com a atenção da rainha para com Abdul. Não aceitavam por ele ser indiano. E tentaram de muitas maneiras fazer com que a rainha ficasse contra Abdul.

Do elenco só conheço Judi Dench que estava magnífica no papel da rainha Victória. Aliás, essa rainha foi uma mulher muito forte. E com uma memória impecável. Não sei se isso foi verdade, mas ela relatou anos e dias que estava no poder. Quantos filhos, netos e bisnetos. E outros números que e dados que não é para qualquer um.

Gostei demais de conhecer a rainha e um pouco da sua história. Filme muito bom!

sexta-feira, 30 de outubro de 2020

Bem vindo ao século XXI.

Aqui o sexo é livre e o amor se tornou um bolso cheio de notas.

Onde perder o celular é pior do que perder os teus valores. Onde a moda é fumar e beber, e se não fizer isso, você está obsoleto.

Onde o banheiro se tornou estúdio para fotos e a igreja, o lugar perfeito para check-in.

Século XXI, onde homens e mulheres temem uma gravidez muito mais que HIV.

Onde o serviço de entrega de pizza chega mais rápido do que a ambulância. 

Onde as pessoas morrem de medo de terroristas e criminosos muito mais do que temem a Deus.

Onde as roupas decidem o valor de uma pessoa e ter dinheiro é mais importante do que ter amigos ou até mesmo família.

Século XXI, onde as crianças são capazes de desistir dos seus pais pelo seu amor virtual.

Onde os pais se esquecem de reunir a família à mesa para um jantar harmonioso, conversando sobre o dia a dia, pois estão entretidos no seu trabalho ou celular.

Onde homens e mulheres muitas vezes, só querem relacionamentos sem obrigações e seu único "compromisso" se torna posar para fotos e postar nas redes sociais jurando amor eterno.

Onde o amor se tornou público ou uma peça de teatro.

Onde o mais popular ou o mais seguido com mais curtidas em fotos é aquele que aparenta esbanjar felicidade; aquele que posta fotos em lugares legais e badalados rodeados por "amizades vazias" com "amores incertos" e "famílias desunidas".

Onde as pessoas se esqueceram de cuidar do espírito, da alma vazia e resolveram cuidar e cultuar os seus corpos.

Onde vale mais uma lipoaspiração para ter o corpo desejado do "mundo artístico" do que um diploma universitário.

Onde uma foto na academia tem muito mais curtidas do que uma foto estudando ou praticando boas ações.

Século XXI... Aqui você só sobrevive se jogar com a "razão", e você é destruído se agir com o teu “coração”!

(Autor Desconhecido)

***

Recebi a mensagem acima da minha amiga Jacqueline. Gostei! Condiz com a nossa realidade! 

quinta-feira, 29 de outubro de 2020

Fazendo a Diferença



Era uma vez um escritor que morava em uma tranquila praia, próxima de uma colônia de pescadores. Todas as manhãs, ele caminhava à beira do mar para se inspirar e à tarde ficava em casa escrevendo.
Certo dia, caminhando na praia, ele viu um vulto que parecia dançar.
Ao chegar perto do vulto, ele reparou que se tratava de um jovem que recolhia estrelas-do-mar da areia para, uma por uma, jogá-las novamente ao oceano.
_ Por que está fazendo isso? – perguntou o escritor.
_ Você não vê! – explicou o jovem.
 _ A maré está baixa e o sol está brilhando. Elas irão secar e morrer se ficarem aqui na areia.
O escrito espantou-se.
_ Meu jovem; existem milhares de quilômetros de praias por este mundo afora e centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela praia. Que diferença faz? Você joga umas poucas de volta ao oceano. A maioria vai perecer de qualquer forma.
O jovem pegou mais uma estrela na praia, jogou de volta ao oceano e olhou para o escritor.
_ Para essa, eu fiz a diferença.
Naquela noite o escritor não conseguiu dormir, nem sequer conseguiu escrever. Pela manhã, voltou à praia, uniu-se ao jovem e, juntos, começaram a jogar estrelas-do-mar de volta ao oceano.

quarta-feira, 28 de outubro de 2020

Evangelho do dia

Diariamente a Nilda me envia um áudio no whatsapp com a reflexão da Palavra, com o Padre Agnaldo, da Paróquia São Paulo Apóstolo. Gostei muito da reflexão de hoje. Achei muito intensa e expressiva.

Decidi que seria bom guardar para "fazer a lição de casa", de vez em quando. Estava pesquisando na internet para ver como escreve o nome do padre e não é que eu achei o vídeo!


A Palavra: 

"Naqueles dias, Jesus subiu a um monte para orar e passou lá a noite em oração. Quando já era dia, reuniu os seus discípulos e escolheu doze, a quem chamou apóstolos. Eram eles: Simão (ao qual deu o nome de Pedro), André (irmão de Pedro), Tiago, João, Filipe, Bartolomeu, Mateus, Tomé, Tiago (filho de Alfeu), Simão (chamado zelador), Judas (filho de Tiago) e Judas Iscariotes, aquele que atraiçoou Jesus. Jesus desceu com eles o monte e chegou a um lugar plano com muitos dos que o seguiam. Estava ali uma grande multidão vinda de toda a Judeia e de Jerusalém, e das cidades costeiras de Tiro e Sidônia. Vieram para ouvir Jesus e para serem curados dos seus males. E os possuídos de espíritos maus foram curados. Toda a multidão tentava tocar Jesus, porque dele saía um poder que curava os que lhe tocavam."

Lucas 6, 12-19


A reflexão:

Na reflexão o padre destacou dois pontos importantes:

Jesus subiu no monte e rezou a noite inteira ao pai, para escolher os doze apóstolos.

Quantas vezes na nossa vida nós temos uma missão importante. Temos que fazer uma escolha importante e a gente faz de qualquer jeito. A gente não ora. A gente não pede discernimento. A gente não pede a luz do Espírito Santo de Deus. A gente faz de qualquer jeito. Dá na telha, a gente vai lá e faz. Não é assim. Jesus sendo Deus... Ele vai orar ao Pai. 

Nós temos que intensificar mais nossas orações, sobretudo quando a gente for fazer escolhas em nossas vidas. Devemos seguir o exemplo de Jesus!

Outro ponto é que Jesus escolhe sempre de dois em dois. Por que de dois em dois? Porque um vai dando força pro outro. Um vai animando o outro na caminhada. É tão ruim a gente caminhar sozinho. 

Mas tem que ser alguém que soma. Não adianta a gente andar com uma pessoa que só puxa a gente pra trás. Que faz coisa errada. Temos que andar com pessoas que nos ajude na caminhada. Pessoas que tenham discernimento. Pessoas que quando a gente desanimar, que elas tenham palavra de ânimo, palavra de fé, palavra de esperança.

terça-feira, 27 de outubro de 2020

Henrique e o escorpião... Que susto!

Hoje ao acordar e sair da cama, como sempre, dei uma olhadinha no celular. Nas mensagens do whatsapp. Para ver se perdi algo muito importante, enquanto dormia. E hoje tinha. Muitas mensagens do grupo com os filhos.

Pouco antes da meia noite (eu já estava dormindo) Danilo mandou mensagem dizendo que estava levando Henrique ao hospital.

Disse que o Henrique pisou em cima de um escorpião. Aparentemente não tinha sinal de picada, mas o Henrique falava que doía e depois que não doía. Na dúvida Danilo achou melhor leva-lo ao hospital. Levou ele e o escorpião (morto).

A médica disse para a Deborah que existe um tipo de picada que é picada seca. Que dói um pouco na hora, mas não chega a entrar o veneno. Por precaução a médica decidiu manter o Henrique no hospital por 06 horas. A Deborah ficou com ele. O Danilo foi para a casa do pai, que fica na metade do caminho.

Nessas horas não sei se era bom eu ter visto na hora. O que eu poderia fazer? O máximo seria falar para o Danilo ir esperar em casa. E nós dois ficaríamos sem dormir. Esperando notícias. Mas não vi! Eu até levo o celular para o lado da cama. Mas ele fica no silencioso. 

Ou seja, a hora que eu acordei e vi as mensagens, Henrique estava tendo alta do hospital. 

Graças a Deus foi mais o susto. Em outras épocas, no apartamento (e em outros), já apareceu escorpião. Tanto que o Danilo andou tapando tudo quanto era buraco.

Não que seja bom eles terem levado esse susto, mas serve de alerta para quando forem calçar os sapatos, ou mexer em coisas (principalmente nas caixas de brinquedos), eles devem ficar espertos.

Henrique é inteligente e esperto. Só explicar que ele entende. Só está difícil de fazê-lo acostumar a usar chinelo ou outro calçado dentro de casa.

Enfim, eu só tenho que agradecer a Deus por não ter sido nada grave.

segunda-feira, 26 de outubro de 2020

Aniversário Danilo


Ontem comemoramos o aniversário do Danilo. Ele completou 29 anos. Está ficando véinho. E barrigudinho.rsrs

Danilo deu uma engordada depois que se tornou pai em período integral e dono de casa. Isso desde que saiu do emprego, em Março.

Não tenho muita coisa para falar dele, até porque não sei. Com a pandemia tenho ido visita-los somente o necessário. A gente conversa quase todo o dia no grupo de whatsapp, mas só banalidade. Quando eu quero falar mais sério chamo no privado.

Lógico que já xeretei o que ele pretende com relação a trabalho. Bom, ele pretende abrir uma hamburgueria, de sócio com o Alexandre, seu cunhado. Mas ainda estão nas pesquisas. Deus os ilumine para que trilhem um caminho de sucesso. Porque a gente que já é mais “macaca velha” sabe das dificuldades de se abrir um negócio – ainda mais em tempos de pandemia. E sabe também que sociedade não é brinquedo não.rsrs



Mas vamos ao aniversário...

Comemoramos com muita alegria e disposição. Porque isso não nos falta nunca.rsrs

Eu comprei o Kit festa e lanche de metro, igual fiz para a Letícia e Bruno. Aliás, a diferença é que dessa vez o bolo foi de doce de leite com ameixa.hummm

Combinamos a partir das 16h no apartamento. Eu cheguei primeiro. Depois chegaram Letícia e Débora. E por fim o Bruno e Victor, seu namorado.

Comemos, bebemos, conversamos e nos divertimos muito. Henrique faz a festa. Ganhou presentes também.


E assim finalizamos a maratona de aniversários. Pelo menos dos filhos. Graças a Deus, mesmo com a pandemia, conseguimos nos ver e comemorar.

Ao Danilo eu desejo que ele seja sempre feliz! Que continue sendo esse pai dedicado, atencioso e amoroso. E um esposo e homem fiel, responsável e íntegro.

E que sua vida seja repleta de oportunidades. Para que ele alcance o sucesso tão almejado.

sábado, 24 de outubro de 2020

Baby I Love Your Way - Peter Frampton

Hoje foi dia de lavar banheiro. E sem música... Não consigo rsrs

Lavar banheiro é quase uma penitência pra mim. Não gosto. Se é que existe alguém que goste.

E porque não gosto, demoro. Ou demoro, porque não gosto. Tanto faz.

E para a missão não ser tão penitente, eu procurei entre meus CDs um com bastantes músicas. Para durar o tempo da lavagem.rsrs

Normalmente prefiro músicas “putz putz”, mas hoje não estava a fim de muito barulho. Acho que influência do tempo chuvoso.  

Este CD eu adquiri em 2006. Ele é duplo e não é original. Lembrava que ele é daqueles CDs que você coloca para tocar e curte... Todas! Ele tem muitas músicas lindas.  E para esta postagem escolhi: Baby I Love Your Way, com o Peter Frampton. A música é de 1975, depois dele outros interpretaram: UB 40, Will To Power, Big Montain, Emmerson Nogueira. Mas, agora quando a ouço, lembro-me do filme “Jumanji - Bem vindo a Selva” do qual ela foi trilha.

Quanto ao banheiro... Terminei um pouco antes de terminar o segundo CD. Afinal são 40 músicas. Pouco mais de 02 horas. Até demoro a lavar o banheiro, mas... Nem tanto.rsrs

Para quem não conhece o Peter Frampton (como eu), AQUI tem o vídeo (com ele mais jovem - provavelmente da época do lançamento da música) e a letra da música. 




sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Trilha Sonora (novelas) - Sol de Verão

Tem umas músicas que as melodias são verdadeiras pérolas. A da música que vou postar hoje é assim. Pelo menos pra mim.rsrs
Curti muito ela na época (década de 80). E pelo jeito continuo curtindo, pois toda vez que ela toca no rádio eu vibro. Quanto à novela, eu me lembro de um ou outro personagem. O que foi marcante nesta novela foi a morte do ator Jardel Filho. Foi muito difícil adaptarem o sumiço dele da trama, uma vez que ele era o personagem principal. Na época também na cidade de Valinhos (ou era Vinhedo?) surgiu uma sorveteria "Sem Nome" igual o sorvete que está na mão da modelo, da foto do álbum. 

Fora isso tem outros personagens marcantes, mas sobre eles vou falar quando postar a música que foi tema deles. Nesta aqui vou postar "Baby I Need Your Lovin" com Carl Carlton, como a trigésima música da "trilha sonora - novelas". 

AQUI a música!
Título: Sol de Verão
Horário: 20:00
Data de estréia: 11/10/1982
Canal do Programa: Rede Globo
Tipo de Programa: Novela
Autoria: Manoel Carlos
Co-autoria: Lauro César Muniz
Direção: Guel Arraes, Jorge Fernando, Roberto Talma
Direção Geral: Roberto Talma
Sinopse: Rachel acaba de se separar, deixando para trás um casamento sólido. Ela conhece Heitor que faz o tipo machão carioca e não esperava se apaixonar. Os dois vivem um romance nada típico, no Rio de Janeiro.

Elenco:
Alcione Mazzeo
Beatriz Lira - Irene
Beatriz Segall - Laura
Camilla Amado - Noêmia
Carla Camurati - Olivia
Carlos Kroeber - Hilário
Cecil Thiré - Virgílio
Deborah Bloch - Clara
Duse Nacaratti
Edson Silva
Gianfrancesco Guarnieri - Caetano
Gésio Amadeu
Helber Rangel - Germano
Irene Ravache - Rachel
Isabel Ribeiro - Flora
Isabela García
Isis de Oliveira - Beatriz
Ivan Mesquita - Gilberto
Jardel Filho - Heitor
Marcia Rodrigues - Geni
Maria Alves
Maria Helena Pader
Mario Gomes - Miguel
Miguel Falabella - Romeu
Monique Curi - Glorinha
Mônica Torres - Mônica
Nelson Xavier - Zito
Oberdan Júnior - Rogério
Paulo Figueiredo - Horácio
Thereza Mascarenhas
Tony Ramos - Abel
Tânia Scher - Lola
Yara Amaral - Sofia

Trilha Nacional:
Tô que Tô - (tema de abertura) - Simone
Você não Soube me Amar - Blitz
Muito Estranho - Dalto
Bilhete - Fafá de belém
Tempo Quente - Ricardo Graça Mello
Tempos Modernos - Lulu Santos
Questão de Tempo - Nara Leão
Esfinge - Djavan
O Melhor vai Começar - Guilherme Arantes
Tendência - Bete Carvalho
Tal Qual eu Sou - Lucinha Araújo
Coisas de casal - Rádio Táxi
Só o Tempo - Paulinho da Viola
Sumida - Wando

Trilha Internacional:
Baby I Need Your Lovin' - Carl Carlton
Don1t Look back - The Korgis
Être - Charles Aznavour
I Don't Wanna dance - Eddy Grant
Hard To Say I'm Sorry - Chicago
Wot - Captain Sensible
Hypnos - future World Orchestra
Situation - Yazoo
Save a Prayer - Duran Duran
Voyeur - Kim Carnes
Love Leads to Madness - Nazareth
Lone and My Best Friend - Janet Jackson
Do That To Me One More Time - Latimore

E você... Tem alguma música da trilha nacional ou internacional que te traz recordações?

quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Quando a casa do avós se fecha

Recebi esta linda mensagem/reflexão no dia 16, do Danilo. Tinha pensado em postar aqui, mas passou. Hoje recebi da minha amiga Jacqueline. Acho que é para compartilhar.rsrs

Acho que um dos momentos mais tristes da nossa vida é quando a porta da casa dos avós se fecha para sempre, ou seja, quando essa porta se fecha, encerramos os encontros com todos os membros da família, que em ocasiões especiais quando se reúnem, exaltam os sobrenomes, como se fosse uma família real, e, sempre carregados pelo amor dos avós, como uma bandeira, eles (os avós) são culpados e cúmplices de tudo.

Quando fechamos a casa dos avós, também terminamos as tardes felizes com tios, primos, netos, sobrinhos, pais, irmãos e até recém-casados que se apaixonam pelo ambiente que ali se respira.

Não precisa nem sair de casa, estar na casa dos avós é o que toda família precisa para ser feliz.

As reuniões de Natal, regadas com o cheiro a tinta fresca, que cada ano que chegam, pensamos “...e se essa for a última vez”? É difícil aceitar que isso tenha um prazo, que um dia tudo ficará coberto de poeira e o riso será uma lembrança longínqua de tempos talvez melhores.

O ano passa enquanto você espera por esses momentos, e sem perceber, passamos de crianças abrindo presentes, a sentarmos ao lado dos adultos na mesma mesa, brincando do almoço, e do aperitivo para o jantar, porque o tempo da família não passa e o aperitivo é sagrado.

A casa dos avós está sempre cheia de cadeiras, nunca se sabe se um primo vai trazer namorada, porque aqui todos são bem-vindos.

Sempre haverá uma garrafa térmica com café, ou alguém disposto a fazê-lo.

Você cumprimenta as pessoas que passam pela porta, mesmo que sejam estranhas, porque as pessoas na rua dos seus avós são o seu povo, eles são a sua cidade.

Fechar a casa dos avós é dizer adeus às canções com a avó e aos conselhos do avô, ao dinheiro que te dão secretamente dos teus pais como se fosse uma ilegalidade, chorar de rir por qualquer bobagem, ou chorar a dor daqueles que partiram cedo demais. É dizer adeus à emoção de chegar à cozinha e descobrir as panelas, e saborear a “comida da nona”.

Portanto, se você tiver a oportunidade de bater na porta dessa casa e alguém abrir para você por dentro, aproveite sempre que puder, porque ver seus avós ou seus velhos, ficar sentado esperando para lhe dar um beijo é a maior sensação, maravilhosa, que você pode sentir na vida.

Descobrimos que agora nós temos que ser os avós, e nossos pais se foram, nunca vamos perder a oportunidade de abrir as portas para nossos filhos e netos e celebrar com eles o dom da família, porque só na família é onde os filhos e os netos encontrarão o espaço oportuno para viver o mistério do amor por quem está mais próximo e por quem está ao seu redor.

Aproveite e aproveite a casa dos avós, pois chegará um tempo em que na solidão de suas paredes e recantos, se fechar os olhos e se concentrar, poderá ouvir talvez o eco de um sorriso ou de um grito, preso no tempo. De resto, posso dizer que ao abri-los, a saudade vai pegar você, e você vai se perguntar: por que tudo foi tão rápido? E vai ser doloroso descobrir que ele não foi embora ... nós o deixamos ir ...

Anônimo

***

Pós-escrito de 08/12/2020 - Recebi um comentário nesta postagem, do Diego Soares. Ele me convida a assistir um vídeo que ele produziu. Eis que o vídeo é sobre a mensagem acima. Ou seja, ele é o autor da mensagem. 

quarta-feira, 21 de outubro de 2020

A Covid me preocupa... Apesar de não parecer.

Para quem acha que eu fico saindo, viajando e fico super de boa. Engana-se!

Eu curto o lugar, e tomo todos os cuidados necessários. Mas, nos dias seguintes fico preocupada.

Uma tossidinha. Um espirrinho. Uma sensação estranha e já fico receosa. Um pouco com medo.

Fico pensando se em algum lugar, ou algum momento eu posso ter dado bobeira e baixado a guarda.

Essa noite eu fiquei um pouco agitada. Acho que foi devido às más notícias do dia. Faleceu o João. Avô dos filhos da Silvana. O João é padrasto do Carlinhos. Ele internou faz uns dois meses com Covid. Ficamos sabendo que no hospital descobriram que ele tinha diabete. Parece que teve que fazer traqueostomia. Também pegou uma bactéria. As informações são meio desencontradas. Nessas horas a gente não faz muita pergunta também. É chato.

Até então era a única pessoa que eu conhecia que teve Covid. Mas, alguns dias atrás nós ficamos sabendo da Tati, amiga da Eliane. Ela está internada com Covid. Está entubada. Estamos orando incessantemente por ela. Ela está apresentando melhoras e agora vem a fase de tirar a sedação para desentubar.

Achei que era simples. Mas ouvi um áudio de uma enfermeira, amiga da Eliane contando como é o procedimento para desentubar. Fiquei um pouco mal. Assustada. Não tinha noção de como era. 

Não tem como não temer esse vírus. Ele é muito sorrateiro. Não escolhe classe social. Nem idade. Nem tipo físico. Ou seja... Não dá para garantir que, se pegar, teremos ou não sintomas. Se eles serão fracos, fortes ou fatais.

E assim, seguimos nos cuidando e pedindo a Deus que nos proteja! Assim seja!!

terça-feira, 20 de outubro de 2020

Olímpia - Hot Beach Resort

Esse fim de semana eu vivi como uma madame. rsrs Fui para o Hot Beach resort em Olímpia. Comemoramos o aniversário do Zé em grande estilo.

Na verdade essa viagem era para ter acontecido no dia 18 de setembro, mas foi desmarcada por causa da Covid. O hotel estava fechado.

Quem indicou o hotel foi o Everson, patrão do Zé. Ele esteve hospedado lá, acho que no ano passado, e adorou.

Como eu tenho dias em haver no escritório, pedi a segunda-feira. Assim daria para aproveitar o sábado e domingo.

Fizemos essa viagem de Logus. O Zé queria ver como ele ia se comportar na estrada.rsrs Saímos de casa, no sábado às 08h22. Paramos duas vezes até chegar em Olímpia. Apesar da meteorologia dizer que ia ter chuva todos os dias, o céu estava azul com algumas nuvens. Parece que quanto mais a gente se aproximava de Olímpia, mais esquentava. Incrível como aquela região é quente. Ainda bem que o Logus tem ar condicionado.  

Quando entramos na cidade já era quase 14h, então fomos direto procurar o restaurante do Goiano, onde almoçamos da outra vez que estivemos na cidade. Achamos de primeira. Almoço bom e barato. Come a vontade por 12 reais. Sei que nós dois comemos e pedi uma Coca-Cola de 600 ml. Tudo deu 30 reais. Acredita?

Chegando ao hotel, o Zé parou o carro na porta e fomos fazer o check-in. Como funciona: Cada um fica com uma pulseira azul. Essa pulseira abre a porta do quarto, entra no parque e serve para utilizar na compra de produtos em qualquer lugar do parque e hotel. Eles dão também dois cartões que serve para pegar toalha para piscina. E outra pulseira que é para entrar no restaurante para tomar o café da manhã. 


O hotel é um desbunde.  O saguão onde fica a recepção é enorme. Entrando, do lado direito fica a recepção. No meio, um espaço reservado onde tem bastantes sofás. Do lado esquerdo acesso para o bar, uma loja com produtos para piscina (maiôs, sungas, chinelos, etc), uma sala com mesa de sinuca, acesso para a piscina, academia, acesso para a piscina e outro bar. Depois tem a torre onde ficam os elevadores (oito). Do outro lado da torre tem um bar, uma salinha para as crianças, e o restaurante. Olha... Não sou boa em descrever lugares. Aconselho quem se interessar dar uma olhada neste vídeo.





Após fazermos o check-in fomos para o quarto que ficava no 11º (último) andar, quarto 2136. O quarto ficava de frente para a cidade (não para o parque), foi o que o Zé pediu. Ele acha que de frente para o parque ia ser muito barulhento. O quarto é bem grande e bonito. O banheiro então... Maravilhoso! Zé só não gostou porque a porta é de vidro. Nem tudo pode ser perfeito.rsrs







Desfizemos as malas. Colocamos as roupas de piscina e bora para o parque. Ficamos passeando, conhecendo as atrações. Zé foi olhando o que ia brincar mais tarde... Ou no outro dia. Eu de cara falei que só ia ficar nas piscinas (rasas) e com água morna. rsrs

Paramos na piscina com ondas. Ficamos na beirada por um tempo. Até que desligaram as ondas. O rapaz - salva vidas - falou que não iam ligar mais porque já era 17h. E falou que o bar molhado iria ficar aberto até às 19h para os hospedes do hotel. Fomos para lá.

Que lugar delicioso.  Coisa que só via na televisão. Ficar sentada, com os pés na água. Ficamos ali bebendo caipirinha (de pinga para o Zé e de saquê para mim). Zé pediu porção de batata frita também. Um DJ tocando umas músicas bem legais. Muita gente animada. Muitas crianças. Alegria geral! De vez em quando a gente caía na água. Tem uma parte – no centro da piscina – que tem uns bancos com jatos de água. De vez em quando ia lá, massagear um pouco as costas. Foi ali... Bebendo... Comendo... Brincando na água... Foi ali que me senti uma madame. Ô vida boa viu!rsrs




Quando deu quase 19h fomos para a piscina do hotel. Ficamos lá mais uma hora mais ou menos.


Quando fomos para o quarto o Zé achou que estava um barulho muito forte vindo do teto. Ele achou que não iria conseguir dormir, então tocou na recepção para ver se teriam outro quarto pra gente. Ficaram de ver. Enquanto isso tomamos banho, nos trocamos e decidimos ir à cidade tomar um Açaí.

Quando descemos, passamos na recepção e fomos falar com o recepcionista sobre o barulho no quarto. Ele nos levou para ver um quarto no 6º andar. Esse era de frente para o parque, mas o Zé estava tão incomodado com o barulho do outro que nem ligou. E assim trocamos de quarto. Ficamos no quarto de número 1623.

No Domingo, após o café da manhã fomos para o parque. Ficamos praticamente o dia todo no “Bar Molhado”. Elegemos o melhor lugar. Piscina na altura certa. Água na temperatura ideal. Caipirinha muito bem feita. Saímos de lá só para almoçar no restaurante que fica em frente dele. E para dar duas voltas no Ebaaa River.






Depois fomos para o hotel para cochilar um pouco. Mais tarde fomos para a piscina do hotel. Mas nem entramos porque estava ventando muito. Sentamos no bar e ficamos vendo as brincadeiras dos animadores com o pessoal da piscina. Bebemos mais caipirinha e comemos pastel. Caiu uma chuva muito forte e com isso esfriou bastante. O jeito foi dormir mais cedo.

Até tinha atração no bar (bingo). Mas eu não estava a fim. Ah, no sábado a noite – que nós fomos à cidade comer Açaí – teve pagode no bar até às 23h.

O resort oferece bastante diversão para toda a família. Tinha criança para tudo quanto era lado que a gente olhava. Lugar muito bom para curtir com a família. Diversão para todas as idades. Adorei!



Ontem saímos logo após o café da manhã. Deixamos o hotel às 10h. O Zé passou em Jaú, mais especificamente no Shopping Território dos Calçados. Estava bem vazio. Dei uma volta em todos os corredores e para não dizer que não compramos nada. Eu comprei um Crocs para o Henrique e uma bolsa para levarmos na próxima viagem.


Como já era 14h almoçamos no restaurante Nardo que fica na entrada do Shopping, beirando a estrada. Lá tem um parmegiana muito bom. Recomendo!


Chegamos em casa no final da tarde. Ainda em tempo de ir à academia.

E foi assim que passei meu fim de semana... Melhor impossível!!

Ah, devo dizer que o Logus foi e voltou muito bem. Aliás, fez o maior sucesso entre os rapazes que ficam na entrada do hotel.

sexta-feira, 16 de outubro de 2020

Fila Indiana

Gilberto de Nucci tem uma excelente imagem a respeito de nosso comportamento. Segundo ele, os homens caminham pela face da Terra em fila indiana, cada um carregando uma sacola na frente e outra atrás.

Na sacola da frente, nós colocamos as nossas qualidades. Na sacola de trás, guardamos todos os nossos defeitos.

Por isso, durante a jornada pela vida, mantemos os olhos fixos nas virtudes que possuímos presas em nosso peito. Ao mesmo tempo, reparamos impiedosamente, nas costas do companheiro que está adiante, todos os defeitos que ele possui.

E nos julgamos melhores que ele – sem perceber que a pessoa andando atrás de nós, está pensando a mesma coisa a nosso respeito.

quinta-feira, 15 de outubro de 2020

Nos Bastidores da Disney

No dia 27 do mês passado, a Vera compartilhou comigo o PDF deste livro. Falou que tinha lido ele e outro em dois dias. Fez isso, pois está estudando para implementar algumas mudanças no setor que ela dirige, na empresa da qual ela é sócia. Eu achei interessante o título e quis ver o conteúdo, para quem sabe discutirmos sobre. Como já disse em outra postagem, a gente gosta de dividir conhecimento. Às vezes os problemas, as dúvidas, as dores... Também. rsrs


Sobre o livro:

Cinco executivos e empresários vão à Disney por livre e espontânea vontade, ou por sugestão do superior. O intuito é que aprendam o segredo do sucesso da Disney.

Na Disney eles são liderados por Mort Vandeleur – antigo membro da equipe da Disneylândia e da Disneyworld.

Os membros da "Gangue dos Cinco" (nome dado por Mort) são:

Bill Greenfield – 58 anos. Ele é responsável pelos empréstimos a pessoas jurídicas de um banco no noroeste dos Estados Unidos.

Carmem Biver – Ela aparenta ter uns 20 anos menos que Bill. Vice-presidente de vendas de uma importante distribuidora de produtos especialmente voltados para a área de saúde.

Don Jenkins – Mais ou menos 40 anos. Engenheiro e gerente de fábrica de uma grande fornecedora de peças para indústria automotiva.

Judy Crawford – 28 anos. Lider de equipe de uma empresa de energia elétrica sediada na Carolina do Norte.

Alan Zimmerman – 38 anos. Dono de uma empresa californiana de software.

Ao iniciar o passeio dentro do parque, Mort diz a eles que o plano é “revelar os sete segredos do sucesso da Disney”. E diz que para isso todos precisam refletir essas duas questões: Quais são os concorrentes da Disney. Com quem as pessoas comparam a Disneyworld?

Durante o passeio Mort mostrava algum detalhe, às vezes pedia a ajuda de algum membro do elenco (colaborador) e a cada tópico ele entregava um cartão com o “segredo”.

- Como identificar a concorrência: Segredo 1 => Concorrente é qualquer empresa com a qual o cliente o compara.

Concorrente é literalmente qualquer um que o cliente trave contato e tente comparar com a sua empresa. Todos estão competindo na área de satisfação da clientela.

“ As pessoas julgam não apenas toda a sua experiência (mercadoria, serviço... aquilo que se vende) como também aquilo que acontece a cada transação. Comparam telefonemas, pedidos, embarques e entregas - por Mort.”

“Importantes eram os números. Se alguma coisa existia, existia em quantidade. Se existia em quantidade, havia registros numéricos para comprová-la. Se alguma coisa não tinha esses registros, não existia - por Don.”

- Como as pequenas coisas fazem uma grande diferença: Segredo 2 => Fantástica atenção aos detalhes.

- Michael Eisner (diretor presidente e presidente do Conselho da Walt Disney Company) esclarece. Segredo 3 => Todos mostram entusiasmo.

“A dedicação à qualidade o acompanha onde quer que você esteja.”

“A magia consiste em transformar o bom senso numa prática comum.”

- A importância daquilo que não enxergamos. Segredo 4 => Tudo mostra entusiasmo.

- Ouvindo os clientes. Segredo 5 => Múltiplos postos de escuta.

“Se deixamos de lado as informações coletadas pelos funcionários, estaremos menosprezando a fonte de informação mais valiosa de que dispomos.”

- Mantendo a magia em ação. Segredo 6 => Recompensa, reconhecimento e comemoração.

“Reforço é o feedback positivo. Punição é o negativo. Extinção é a ausência de feedback. Extinção – a ausência de feedback – faz com que as pessoas deixem de lado seu comprometimento.”

- Nos bastidores. Segredo 7 => Todas as pessoas são importantes.

 ***

No final, após mostrar tudo e revelar os segredos, Mort dá algumas horas para cada um dos “membros da gangue” andarem pelo parque e listarem medidas que esperam aplicar no trabalho quando voltarem.

E assim, cada um contou suas observações, suas conversas com os colaboradores e suas anotações.

De todos os cinco, Don demonstrava que estava ali contra vontade. Foi porque o patrão quis. No início era indiferente a tudo e todos, mas, no final percebeu quanto a visita foi enriquecedora. Ele aprendeu muito com tudo que Mort mostrou, e mais ainda com os colegas da equipe. Pois, a cada lição, cada um falava o que estava errado na sua empresa, ou o que poderia melhorar. Ou mesmo implementar.

Eu gostei muito do livro. Gostei dos personagens e mais ainda de conhecer os segredos que servem tanto para o trabalho como para a vida pessoal.

Mas não pensem assim. Ah, ela contou os segredos, então não tenho mais o que ver no livro. O livro tem muito mais conteúdo. Em cada tópico (segredo) tem muitos detalhes. Muita coisa interessante. Anotei... Mas não vou colocar aqui porque aí sim vou acabar com o interesse de quem pensa em ler o livro. 

Uma das anotações que fiz, sobre o feedback, é uma realidade pra mim. A falta dele realmente traz um descontentamento que leva a falta de vontade – ou comprometimento. Ele é um dos motivos para a minha decisão futura de sair do trabalho. Mas, pensei também sobre este feedback no casamento. No caso a falta de elogios pode levar a um descontentamento. Um dos motivos do fim de tantos casamentos.

terça-feira, 13 de outubro de 2020

Final de Semana com feriado - Dia das Crianças

Final de semana prolongado. E o que eu fiz? Vamos lá...

No sábado, no período da manhã fui à cabeleireira retocar os brancos. Aproveitei comprar presentinhos (pijama, conjunto de short com regata e um caminhão no ching ling) de dia das crianças para o Henrique.

A tarde fui à casa da minha mãe fazer uma visitinha. Levei uma torta de palmito que comprei da Rosana. Chegando na minha mãe, o Marcos estava lá. A Adriana chegou com a gente.

Foi bem gostoso... Conversamos bastante. Relembramos alguns episódios da nossa infância.

No domingo a tarde, finalmente as amigas (Pri, Paty, Rose, Tânia e eu) conseguiram se encontrar. Faz tempo que estamos tentando, mas o medo da Covid impedia. Não que a gente não tenha mais medo, mas confiamos que cada uma está se cuidando direitinho. Tanto que nem nos tocamos e tiramos fotos bem próximas umas das outras.

O encontro foi no apartamento da Priscila e Eduardo. Como sempre, tinha muita coisa para comer e beber. E não faltou a nossa alegria e disposição para falar.



Do encontro fomos para o apartamento do Danilo. Tinha combinado que iria levar um nhoque para o jantar. E os presentinhos do Henrique.

Brinquei bastante com o Henrique. Ele adorou o caminhãozinho. Ele é um barato. Cheguei ele estava brincando com os últimos brinquedos que tinha ganhado (do tio Izac). Depois que eu dei o meu, ele só brincava com ele. Eu só preciso aprender a tirar foto com ele, porque só lembro depois que vou embora.

Voltamos para casa bem a tempo de assistir “Sessão de Terapia”. Não tenho perdido nenhuma sessão, desde que estreou. Mas não voltei logo por isso não. Deu certo!rsrs

Na segunda foi dia de almoçarmos com a Carolina e o Arthur. Fomos ao Restaurante Colonial Grill. Lá tem uma deliciosa costela. A dona Odete que gostava de ir almoçar lá.

E para finalizar fomos ao apartamento da Dudinha para eu levar um presentinho de dia das crianças para ela. Ela desceu e eu falei para nem abrir o portão. Eu nem cheguei perto dela, por causa do encontro com as amigas no dia anterior.

Infelizmente, por mais que a gente acredite que estamos sem o vírus, não dá para vacilar e colocar pessoas que amamos em risco. E vai ser assim até esse vírus ir embora de vez. Ou estarmos todos imunizados.