segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Cadê os meus direitos?

Não sei o que está acontecendo com as pessoas. Estou indignada com a ignorância de algumas. E não estou falando de ignorância por "falta de estudo" não. Até porque os absurdos que tenho visto ou ouvido vêm de pessoas estudadas. Ou melhor... Pessoas cultas.
Estou revoltada sim. E ela se deve à tudo que vi e ouvi nos últimos dias no que diz respeito à eleição presidencial. Cada barbaridade!
Fiquei sabendo de familiares, amigos, que brigaram por diferenças partidárias. O que é isso minha gente? Se bem que se eu quisesse apelar, teria brigado com um monte de gente também.
Eu só tenho uma pergunta. Ninguém nunca errou? Alguém sabe o que é melhor o outro?
Ouvi um aqui e outro ali dizer. Queremos ver mudanças. Só me faltou perguntar. Que mudança você está querendo? O que não está bom pra você? As pessoas estão se deixando levar. Ouvem aqui e soltam ali. E aí tem aquelas que vão lá na rede social, expor a sua opinião. Sem pensar se estão, ou não, ofendendo quem quer que seja. Falta de amor no coração. Falta de consideração com o próximo. Eu sinto muito, pois, parece que quanto mais evoluímos, mais regredimos.
Sinceramente. Eu não tenho do que reclamar. E não sei o que tanto reclamam. Nunca vi ou vivi época em que se consegue comprar, adquirir alguma coisa como hoje.
Desemprego sempre existiu. Corrupção sempre existiu. Impostos sempre existiram. 
Coitado do povo nordestino. Coitado do povo mineiro. Eles, assim como alguns outros estão sendo crucificados.
E no que diz respeito a mim. Poupem-me. Saco!

P.S. Só para constar. Eu votei no Collor em 1989. E aí????

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

O desapontamento do amor

Antero chegou. Antes não tivesse vindo. Talvez assim eu continuasse mergulhada no desejo de sua presença. Tê-lo ao alcance das mãos desencadeou meu desencanto. Ver os detalhes da bainha de suas calças, o ligeiro encardido do colarinho, tudo parecia remeter-me à conclusão de que a ausência é bem melhor que o peso do corpo, a dura matéria que produz sorrisos e secreções indesejadas. Antes tivesse me contentado com tudo que dele imaginei. Cartas pousadas sobre o colo, palavras rasgando ao meio minha alma, tornando-me hospedeira de ansiedades felizes, provocando frio na espinha cada vez que um pensamento pulava a cerca da moral, do comportamento permitido, e aos braços de Antero me atasse.
O amor é mistério. Antes de abrir a porta eu portava em minha alma um candelabro imenso de motivos futuros. Ansiava atar minhas esperanças a suas calças, erigir em seu coração a morada onde eu envelheceria. Mas o inesperado aconteceu. A presença de Antero produziu um sopro volumoso na direção de minhas velas.
Ele voltou cheio de projetos. Depois de dois anos vivendo no interior de um pequeno país africano, chegou desejoso de casamento, laços eternos que lhe concedessem a tão desejada estabilidade afetiva. Eu já sabia de suas intenções. Foram dois anos de correspondência trocada com regularidade espartana. Alucinava-me ver chegar aqueles envelopes de cores fortes, vibrantes. Arrepiava-me saber que as palavras lavraram terras distantes para que pudessem ser colocadas sobre o meu colo, desembrulhadas como se fossem flores chegadas em cesto de vime, milagre que se constrói a partir de distâncias humanas, estradas e mares posicionados como molduras de um amor que faz chegar a presença, mesmo quando só a ausência é o que temos.
Copiei acima um trecho de um dos contos que está no livro do Pe.Fábio de Melo. O final já dá para imaginar. Quando terminei de ler, pensei. "Qualquer semelhança, com nomes, pessoas ou fatos reais terá sido mera coincidência". Por que pensei isso? Com certeza, algumas pessoas e eu me incluo entre elas, passou por situações semelhantes. É lógico que na atualidade, as cartas foram trocadas por mensagens na internet, depois e-mails, seguido do telefone e finalmente... O encontro. E quando esse dia chega...
O tempo que se leva entre o início e o muitas vezes "frustrado" encontro também não é tão longo. Porém, com certeza, o que fica após, é o vazio. 
E quando o caso é igual ao "conto"... Voltamos para o nosso mundinho. Difícil se acostumar a não ter mais a presença da ansiedade em ligar o computador para ver se existe mensagem. Ou então acordar de manhã com o alarme do celular trazendo um "bom dia". 
Mas, um dia o amor chega. E o vazio, a ausência é substituída por momentos em que se sentir só é somente para quem não dá uma oportunidade para si, e para o outro.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Eu e os ônibus

Comecei no novo emprego e o que está pegando... São os ônibus. Espero que até o final da semana eu me entenda com eles. Também, culpa do Google Maps! Fui confiar nele e quase me ferrei.
Fiz tudo direitinho. Uma semana antes pesquisei como faria para chegar de casa ao trabalho. 
Ele me disse que a melhor opção seria caminhar uns 300 metros para pegar uma dessas duas linhas: 6.77 e 6.83. Dizia também que qualquer um dos dois ônibus passariam entre 6h50min e 7hs. Até parece!
Logo no primeiro dia passei o maior nervoso. Saí de casa às 6h45min. Faltando uns 100 metros para chegar no ponto, o ônibus da linha 6.77 passou por mim. Será que ele adiantou? Bom, em todo caso tem a outra linha.
Fiquei no ponto por mais de meia hora. Todo mundo chegava e saía. Passou uns cinco ônibus de uma mesma linha. E o meu... Nada! Quando olhei no relógio e vi que já era 7h20min, bateu o desespero. Imagine. Chegar atrasada no primeiro dia de trabalho! Liguei para o Zé falando o que estava acontecendo e pedi para ele ligar no ponto de táxi que tinha perto de onde eu estava. Ele ligou e retornou avisando que o táxi estava indo me pegar. E então... O ônibus 6.77 aparece. Não peguei, pois seria sacanagem o taxista chegar e eu não estar ali. Olha... Se não fosse pelo Zé que deixou um dinheiro comigo na véspera, e por ter sido compreensivo e ligado para o táxi, eu não sei o que seria de mim!
Já perto do trabalho (dentro do táxi), observei um ônibus que o ponto de partida é perto da minha residência. Anotei o número para ver o itinerário dele.
No dia seguinte, caminhei mais uns 300 metros além do ponto do dia anterior. Vi na internet (no site do ônibus) que ali passaria o ônibus que vi no dia anterior, que era a linha 3.77. Combinei comigo mesma, que o primeiro que viesse eu pegava. Pelo menos tinha a certeza que 7h30min o ônibus da linha 6.77 passaria. 
No fim o que veio primeiro foi o 3.77. Peguei ele. E para meu desespero... Ele entrou no Terminal Central. Olha eu desesperada de novo! Eu sabia que ele ainda ia descer para o centro. E faltava vinte minutos para as oito horas. Ai, como eu sofro. Resolvi relaxar, afinal o patrão já sabia que eu ia experimentar pegar um ônibus das sete e meia. Ele mesmo me aconselhou.
Cheguei no trabalho faltando cinco minutos. Fechou!
Hoje acordei mais tarde. Saí de casa mais tarde e fui para o ponto.
E por milagre, apareceu o 6.77. Dei sinal e entrando perguntei ao motorista se ele subia a Andrade Neves. Ele falou que não. Como assim? No Google Mapas diz que sobe! Não falei isso para o motorista. Só pensei.rss
Desci e esperei o mesmo do dia anterior.
Final da história: O Google Maps me deu duas opções de linhas. Um eu nunca vi passando por ali. O outro, com muito custo passa e não vai para onde ele diz que vai.
Amanhã vou experimentar pegar um ônibus (outra linha) que passa na esquina da minha casa. Essa linha tem vários ônibus. Terei que caminhar uns 10 minutos depois que descer, mas isso não é problema. Ficar esperando um ônibus que pode não passar, isso sim é um problemão!

domingo, 5 de outubro de 2014

Ganhei... 


A primeira Monica Sanches a gente nunca esquece!

Enquanto eu escolhia...


O Zé ficou sentadinho esperando!

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

E entre o terceiro e o quarto emprego...

Estava afastada e recebendo o seguro desemprego. Fazia tratamento com medicamentos e terapia. Mesmo assim, as amigas comentavam de um trabalho e outro. Ainda no mês de Maio a Rosi comentou de um escritório que estava precisando na minha área. Para não decepciona-la enviei o meu currículo. Cheguei a marcar a entrevista, mas não fui. Decidi que ia descansar e me tratar direito.
Em Julho ela veio falando de uma vaga em outro escritório. Nessa época eu já estava melhor. Também já estava namorando o Zé. Enviei meu currículo. Fui chamada para entrevista onde fui aceita. O escritório era próximo do apartamento do Zé. Pedi para não me registrar, pois queria continuar recebendo o Seguro Desemprego.
Trabalhei nesse escritório menos de dois meses. Não deu por vários fatores que nem convém citar.  Entrei na 2ª quinzena de Julho e saí na 1ª de Setembro.
Ali conheci o Silvio que era do mesmo departamento que o meu. A Roseli do Fiscal. A Regina do Departamento de Pessoal. Na recepção principal ficava a Pâmela e no andar superior, a Amanda. Tinha também a Andréia que eu via de vez em quando – disseram que ela era do Departamento de Processos. O patrão era o Pedro.
Nessa época eu fiz cadastro no “Emprega Campinas” e recebia no e-mail vagas disponíveis. Quando me interessava, enviava o currículo.
Foi assim que me chamaram para uma entrevista. Inicialmente em um prédio empresarial na Barão de Jaguará. De lá fui encaminhada ao escritório.
Comecei a fazer a entrevista com o Sr.Dorival e cheio de compromissos ele me passou para a filha - Mirela. Ela perguntou se eu podia ir na Segunda-feira, fazer um teste. Não entendi (por que não podia ser naquele dia?), mas concordei. Na Segunda-feira, ela me levou a uma sala e pediu para eu inserir dados em uma planilha. Não deu nem uma hora que eu estava ali, ela me chamou e – meio sem graça – falou que a irmã havia contratado outra pessoa, sem avisá-la. Pediu mil desculpas e me dispensou. Eu fiquei sem entender, se foi isso mesmo que aconteceu, como também imagino que pode ter sido porque encontrei no corredor uma moça que havia trabalhado comigo no emprego anterior. Ela não fazia nada. Só ficava na internet e telefone o dia todo. Ela saiu antes de mim. Acho que pode ter passado à impressão de que eu seria igual a ela. Soube que ela não parou muito tempo ali.
Passados alguns dias e a Rosi falou de uma vaga. Naquele escritório que no mês de Maio eu deixei de ir fazer a entrevista. Lembram? Mas dessa vez eu fui.rss
Consegui e comecei onde estou até HOJE... Meu quarto emprego.

P.S. Alguns dias depois o Sr.Dorival (daquele escritório onde não fiquei nem uma hora) ligou e perguntou se eu estava trabalhando. Ao meu sim, ele perguntou se eu estava gostando. Se não queria ir trabalhar com eles. Eu recusei, pois estava bem e feliz onde estava. 
E quem foi o Anjo que me indicou por duas vezes? A Rosi. Sempre lembrando de mim... Ou, essa mulher não consegue ver eu sossegada em um lugar.kkkk

Meu terceiro emprego

Passados pouco mais de dois anos, começaram a acontecer mudanças no departamento que desagradou a Tatiane, a Priscila de Paula e a mim. Logo as duas arrumaram outro emprego e pediram demissão. Com isso eu fiquei desanimada. Sabendo da minha insatisfação, a Rosileni (Rosi) me indicou para trabalhar no escritório onde ela estava trabalhando.
Lembro que quando fui fazer a entrevista, não gostei muito da casa, nem da minha entrevistadora – que seria a minha supervisora.
O que me animou foi saber que teria a oportunidade de adquirir novos conhecimentos, além de ter uma remuneração maior. Pedi demissão e fui para o meu terceiro emprego. Era Outubro de 2010.
Trabalhei nesse escritório por sete meses. Saí por problemas de saúde, acarretado por estresse emocional, mental e físico.
Estava com problemas de relacionamento – pessoas erradas na minha vida - e tive problemas com a Letícia. O cansaço mental também era grande com a faculdade. E por fim, o cansaço físico me pegou. Utilizava oito coletivos por dia. Tive uma recaída - da depressão- e com isso comecei a emagrecer aceleradamente. Resultado: Em Maio de 2011, afastei-me do trabalho e da faculdade.
Por ter ficado pouco tempo, não vou me lembrar do nome de todos. Tive maior afinidade com a Andréia e a Cris que eram do meu departamento. Vez ou outra, a gente se comunica afinal com as redes sociais e o e-mail, só não mantém contato quem não quer.
Vou citar as outras pessoas que conheci enquanto estive ali. Farei novamente por departamento, assim forço a memória a lembrar.rss
Departamento Contábil: Melissa, Suiane, Simone.
Departamento Fiscal: Fabiana, Célio, Filomena, Regina.
Departamento de Pessoal: D.Terezinha (do escritório) – Eloísa e Emilene (dos clientes).
Departamento de Processos: Patrick, Olinda.
Financeiro: Dantas.
Recepção: Luciana, Patrícia.
E o Sr.Eliseu que era o patrão. Nossa dava medo só de olhar para ele. Além de grande, ele tinha uma voz grossa. Eu assustava com o bom dia ou boa tarde dele.
Por lá passaram outras pessoas em todos os departamentos. Incrível! No pouco tempo que fiquei ali o rodízio foi bem grande. Principalmente no meu departamento.
Inclusive a Rosileni (Rosi) que era do Fiscal e foi para o Financeiro. Passou uma fase ruim coitada. Acabou ficando muito estressada e saiu, antes de mim. A Eponina (Nina) entrou depois de mim. Trabalhou um tempo no Fiscal, mas não deu certo.
Não tive problemas para sair. Fizeram acordo comigo, afinal sabiam do meu estado.
Nesse emprego aprendi bastante. Disso não tenho o que reclamar. Porém, acredito que além dos problemas que citei anteriormente, que mexeram com a minha saúde, outros também ajudaram a agravar o problema.
Senti um baque na diferença do pessoal. Diferença social. A maioria tinha nível superior. E formados em boa faculdade. Aliás, diziam que, para o Sr.Eliseu, se o candidato fosse formado na PUC estava dentro. Eu devo ter entrado porque a Rosi indicou. Senão...
A maioria tinha carro. Eu era uma das poucas que utilizava transporte coletivo. E logo oito por dia.rss E o estresse que era a linha 3.81. Apesar de eu sair da minha casa quase duas horas antes do horário, raramente conseguia chegar às 8h no trabalho.
Tinha outra... Não me simpatizava com a minha supervisora. E algo na casa me deixava inquieta. Tudo isso podia ser problema. Ou não. Pode ser que o problema estava em mim. Mas tudo acabou bem. Para eles e para mim. E eu fui descansar e me tratar.
Nesse episódio o meu Anjo foi a Rosi.

Indo embora...

Coincidência ou não, hoje eu passava pela praça e as mulheres (aquelas que um dia falei aqui) estavam indo embora. Eu também estou indo embora!

Hoje foi o último dia que passei por aquela praça. 

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Mais um aniversário

Comemorando mais um mês de Feliz União. Juntos há 3 anos e 3 meses!


“VOCÊ SÓ SABERÁ REALMENTE O QUE É O AMOR, QUANDO LHE PERGUNTAREM SOBRE ELE E VOCÊ NÃO PENSAR EM UMA DEFINIÇÃO, MAS EM UM NOME.” BOB MARLEY

 SIMPLES ASSIM! 

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Um olá especial

Esses dias a Letícia me contou - toda animada - que trocou algumas palavras com Peter Gallagher, um ator americano de quem sou muito fã. 
Custei a achar a conversa. E não achei. A Letícia que me encaminhou novamente. E antes que eu perca, deixarei-a guardadinha aqui.


Meu segundo emprego

Era uma manhã do mês de dezembro de 2007. Eu estava desempregada, e chateada. E pior... Cheia de dívidas. Olhando o jornal, vi uma vaga que me interessou. Recortei o anúncio e colei atrás do meu celular (uma forma de não esquecer), para mais tarde ir à casa da Adriana enviar o currículo. Fiz isso e, na mesma semana fui chamada para fazer uma entrevista.
Lembro que fiquei relutante quando soube que quem iria me entrevistar era um homem. A Adriana me passou um sermão, dizendo que nem todos os homens eram iguais. Não fiquei muito convencida disso, mas enfim, fui fazer a entrevista.
Quem me entrevistou foi o Marcelo. Fiz um teste – um tanto quanto esquisito – que confesso... Acho que se fosse só por ele eu não passaria. O outro teste era digitar uma mensagem. Soube depois que, de todas as entrevistadas, eu fui a mais rápida. Nisso valeu o que eu gostava de fazer quando ainda era dona de casa. Adorava digitar as mensagens que recebia por e-mail, ou que via por aí. Com isso adquiri agilidade. E por sorte, a vaga, no DC era para digitar Livro Caixa. Outro fator que contribuiu muito para eu conseguir a vaga foram os cursos que fiz na FAC. Percebi o interesse do Marcelo sobre os mesmos.
Comecei a trabalhar no dia 17 de Dezembro de 2007 e por incrível que pareça, cinco dias depois estava entrando de férias coletivas com o pessoal.rss
Trabalhei nesse escritório por quase três anos. Comecei com o cargo de Auxiliar Administrativo, passando para Auxiliar Contábil, Assistente Contábil e no final, Analista Contábil. Ali conheci pessoas maravilhosas. Logo no primeiro dia a Rose que era do Depto.Pessoal, perguntou se podia me chamar de Margô. Adorei e desde então utilizo esse apelido. Ali conheci pessoas que jamais irei esquecer e algumas delas são presentes na minha vida até hoje. Difícil citar nomes porque posso cair no erro de esquecer algumas. Porém, a Tatiane que era do mesmo departamento que o meu, a Rosileni que era do Departamento Fiscal e a Marcelle do Departamento Pessoal, essas não tem como... Com elas eu criei um laço muito forte. Elas estão muito presentes no meu dia a dia e, vez ou outra, eu estarei tocando no nome delas.
Vou citar outras figuras inesquecíveis. Farei a menção por departamento.
Departamento Contábil: Patrícia (evangélica), Glacy, Patricia (japonesa), Janaina, Priscila de Paula, Lívia, Gisele.
Departamento Fiscal: Elaine, Eponina (Nina), Estela, Cristiane.
Departamento de Pessoal: Rose, Ana Maria, Lucia, Suzana.
Departamento de Processos: Amorim, Rogério.
Recepção: Darci, Grazieli.
Departamento Administrativo: Patrícia, Fabrícia.
Diretoria: Sr.Mansur, Marcelo, Fernando.
Tinha também a D.Fatima. Ela fazia a limpeza. Servia café na mesa pra gente. Esquentava nossa marmita. Era sempre tão cuidadosa com todos. Saudades do chá de gengibre que ela carinhosamente fazia. 
Ah. Já ia me esquecendo do Ricardo. Ele era o office boy. Era não... Ainda é. Sei que continua lá até hoje.rss
E durante aqueles quase três anos, outras pessoas passaram por ali, porém, as que eu mencionei são as que mais me recordo.
Ali tive novamente a companhia da Vera Albino – aquela do primeiro emprego. Indiquei-a para trabalhar conosco. Ela começou no Departamento Fiscal, passando depois para o Departamento Contábil.
Nesse emprego e com essas meninas aprendi muita coisa, tanto no aspecto profissional, como pessoal. Foi uma fase muito importante da minha vida e que jamais esquecerei.
E termino mais um episódio da minha história, onde mais uma vez esteve presente, me dando força – e puxando a orelha quando foi preciso – a minha irmã, Adriana.
Além dela, sou também muito grata ao Marcelo e hoje, onde quer que eu vá, digo que ele foi o meu Anjo, pois, acreditou em mim!
E por fim, a Tatiane, que foi quem me acolheu e me ensinou o que sei hoje. Além de cuidar de mim como uma mãe. E olha que tenho idade para ser mãe dela!rss 

Dia da Música

Dia Mundial da Música comemora-se anualmente a 1 de Outubro.
A data foi instituída em 1975 pelo International Music Council, uma instituição fundada em 1949 pela UNESCO, que agrega vários organismos e individualidades do mundo da música.

Celebração do Dia Mundial da Música

  • Promover a arte musical em todos os setores da sociedade;
  • Divulgar a diversidade musical;
  • Aplicação dos ideais da UNESCO como a paz e amizade entre as pessoas, evolução das culturas e troca de experiências.
Neste dia decorrem vários concertos, em todo o país, de forma a celebrar o Dia Mundial da Música.

Fonte: http://www.calendarr.com/portugal/dia-mundial-da-musica/

Meu primeiro emprego

E por falar em emprego, quero deixar registrado como consegui cada um dos meus empregos. Antes que a minha memória comece a falhar.rss
E tem mais... Fazendo isso vou lembrar das pessoas que foram importantes (pessoas a quem eu chamo de Anjos) no meu ingresso em cada um deles.
Antes de chegar ao primeiro emprego, passei por duas situações. Uma frustrante e outra constrangedora.
A primeira não lembro exatamente quando foi. Sei que foi ainda em 2011. Estava recém separada. Trabalhei por alguns dias em uma padaria do bairro. A Marlene – dona da padaria – era amiga da minha mãe, e atendendo ao pedido dela, tentou me ajudar, me empregando. Resultado: Não aguentei.
Lembro também de ter passado por uma entrevista em um escritório de advocacia perto da prefeitura. O Henrique – meu cunhado – que me indicou. Se não estou enganada ele conhecia alguém que trabalhava lá. Nessa época, minha auto-estima estava baixíssima. Sentia-me muito insegura. Tremia direto. Vivia a base de chás e remédios. Mesmo assim fui. O senhor que estava me entrevistando ofereceu um cafezinho e a boba aceitou. Não conseguia colocar o café e nem o açúcar na xícara. Resultado: Derramei. Maior vergonha. Saí de lá ciente de que não tinha conseguido a vaga.
Tudo isso acontecia entre as idas e vindas do Rubens, até que, no dia 12 de Março de 2007 ele foi embora... DEFINITIVAMENTE. A essa altura eu estava que era só pele e osso, de tanto que emagreci. Precisava cuidar do corpo, decidi então treinar na academia da Adriana e do Sergio. Já estava cuidando do meu espírito frequentando a igreja católica.  A mente eu ocupei fazendo dois cursos na FAC: Auxiliar Administrativo e o outro, eu não lembro.rss
E para ganhar um dinheirinho, lavava o banheiro e passava roupa na casa da Adriana.
O tempo foi passando e, quando senti que estava preparada para ingressar no mercado de trabalho, comecei a enviar meu currículo. Na época olhava no jornal Correio Popular e, o que eu via que daria conta, enviava.
O primeiro lugar a me chamar foi o Hopi Hari. Durante duas semanas fiquei passando por processo seletivo (dinâmicas, testes e entrevista). Consegui uma colocação no “atendimento ao público”. Cheguei a fazer os exames médicos em Jundiaí. Lembro que no dia do exame o médico perguntou se eu tomava algum medicamento. Eu estava tomando antidepressivo e fiquei com receio de ser reprovada por isso. Pensei até mesmo em mentir. E quanto mais demorava a me chamar para começar a integração, achava que podia ser por isso.
Enquanto esse dia não chegava, fui chamada para fazer entrevista em um escritório, no centro da cidade. Resultado: Passei na entrevista! Comecei a trabalhar no dia 08 de Setembro de 2007, em um escritório de contabilidade, com a função de Auxiliar de Escritório.
Trabalhei nesse escritório por três meses – fui dispensada quando terminou a experiência. Não estava me entendendo com o patrão. Pelo menos, não do jeito que ele queria.
Quanto ao Hopi Hari... Ligaram alguns dias após eu começar nesse escritório. Conclusão: 1) Não era pra ser. Mesmo sabendo que meus filhos queriam que eu fosse trabalhar lá, afinal eu ia ganhar – de vez em quando – passaportes. 2) O fato de eu tomar medicamentos não me impedia de ser aceita nas empresas.
Sendo assim, até esse meu primeiro emprego, e pelo que descrevi acima, sou muito grata a essas pessoas que me ajudaram de uma forma ou outra. Minha mãe, a Marlene, o Henrique, a Adriana e o Sergio. E peço que Deus as abençoe ETERNAMENTE!
P.S. Foi nesse escritório que eu conheci a Vera Albino. De vez em quando ela estará de volta nas minhas histórias.