quinta-feira, 20 de julho de 2017

Minhas amigas - Meus amigos



Hoje é o “Dia do amigo e Internacional da Amizade”. E... Quem são minhas amigas? Meus amigos?
Não são muitos. Dá para contar nos dedos... Das mãos! Até porque nunca liguei para quantidade. E sim, qualidade. E não é fácil manter uma amizade. Porque a gente tem que cuidar. Procuro cuidar da minha amizade com esses poucos amigos. Por isso, sempre que posso mando uma mensagem. Um olá! Com a agitação da vida, sei que devo “deixar a desejar”, mas... Faço o que posso.
Se alguém chegar e me perguntar quem são meus amigos, são esses nomes que direi:
Roseli (de infância)
Jaqueline (conheci nos anos 80)
Silvia (esposa de um amigo do Rubens)
Tatiane (conheci na Mansur em 2007)
Rosileni (conheci na Mansur)
Priscila (conheci na Ômega em 2012)
E meus amigos:
Genildo (de infância)
Ronaldo (conheci no Patrulheiro)

Esses são os amigos que Deus colocou no meu caminho, por uma razão ou outra, porém, antes deles minhas melhores amigas, são as mulheres da minha família (irmãs, cunhadas, sobrinhas...). Meus irmãos, cunhados, sobrinhos. 
Enfim, todos os que citei e meus familiares, são meus sinceros, meus eternos amigos... Que sempre estarão no meu coração!

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Chá de fraldas - Henrique

Ontem foi o chá de “fraldas” do meu neto – Henrique. Foi no salão de festas, no condomínio onde o Danilo e a Deborah estão morando.
O salão estava lotado. Ou ele que não é muito grande.rsrs Mas deu para acomodar todos, acredito eu.

Tinha muita coisa para comer. A Deborah tinha falado que ia ter para comer: torta, cuscuz e salgadinhos. Eu me ofereci para fazer carne desfiada – para comer com pão. No fim, a D.Delza (vó do Danilo) fez um bolo salgado. E a Bruna (irmã da Deborah) fez caldo de ervilha. Quanta coisa - falei para a Deborah. Ela riu. Disse que ficou com receio de não dar. É que como ela anda comendo por dois, achou que todos comeriam por dois. Só pode!rsrs

Tinha também gelatina colorida, que a gente colocava no copo e se quisesse colocava leite condensado. Tinha uma caixinha aberta. Teve bolo. Docinhos (beijinho e brigadeiro). Pirulito de chocolate feito pela Deborah. E outras guloseimas. Por onde a gente andava tinha coisa para comer.
Tinha duas lembrancinhas. Uma feita pela Deborah e Danilo e outra (um sapatinho com ímã) a dona Delza fez. Muito lindos!

No convite, os pais pediram um pacote de fralda e um refrigerante. Então, quem bebia, levou a sua cerveja. Vi que eles ganharam bastante fralda e outros presentinhos. Hoje eles mandaram foto do que ganharam.
Teve três brincadeiras. Uma da fita, onde as mulheres escolhiam um pedaço de fita. Eu nem imaginava para que seria, então para não passar por “fominha” ou “exagerada”, peguei um pedaço pequeno. No fim, quem tivesse a fita da medida (mais próxima) da barriga da Deborah ganhava um presentinho. A Adriana pegou os pedaços de fita de quem ela conhecia e começou a emendar para tentar ganhar.rsrs Nem assim conseguiu. A vitoriosa foi a Andressa.

A outra foi da cadeira. As mulheres sentaram em circulo e com uma fraldinha – que no meio estava lambuzada de chocolate (simulando cocô), passavam de uma para outra ao som de uma música. O Bruno que ficou controlando o som. Quando a música parava, quem estava com a fralda tinha que cheirar, ou lamber. A Adriana ganhou.
A terceira brincadeira foi com a participação de todos. A Deborah falou que o Henrique tinha perdido um par de meias no salão e quem encontrasse ganharia o prêmio. Um barato. Todo mundo começou a revirar o que podia. A tia dela achou atrás de um extintor que estava na parede.
Estava TUDO muito bom. Comemos. Bebemos. Conversamos. Rimos. Tiramos muitas fotos. Mais uma vez fiquei admirada com o cuidado - a preocupação - da Deborah e do Danilo se estava tudo correndo bem. Fora que eles fizeram a maioria das coisas, deviam estar exaustos. E como é nosso costume, quando um diz que vai embora, todos vão. E para variar fomos para a casa da Shirlei tomar café. 

quarta-feira, 12 de julho de 2017

O que Queres?

foto arquivo pessoal

Um filme? Veja “cinema paradiso”.
Um amigo? Busca Jesus
Uma virtude? Pratica a caridade
Uma regra de se conduzir? Observa o Evangelho.
Um amor? Ama primeiramente.
Que desejas?
Um sabor? Colhe algumas uvas no vinhedo.
Um divertimento? Dança um bolero, lê um bom livro.
Um prazer? Trabalha com alegria.
Um odor? O cheiro da maçã, do manjericão, da hortelã...
Uma bebida? Um licor, mas acompanhado da pessoa amada.
Nossa preferência nos descreve.
Que preferes?
Uma boa filosofia? A que gera a paz.
Uma boa história? Que seja a sua.
Bons poemas? Os escondidos em seu coração.
Uma dádiva? Doa primeiramente.
Aprende de vez!
Boas batalhas? Os atos.
Pedidos a Deus? Força, ânimo, coragem...
Algo imenso? O mar.
Algo profundo? O universo.
A perfeição? Deus.

Do livro “O homem que veio da sombra” de Luiz Gonzaga Pinheiro

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Na dúvida não faça nada!

Toda manhã, ao chegar no escritório, abro a bolsa e tiro os óculos e o celular de dentro dela. Hoje, ao fazer isso, para minha surpresa vi que tinha esquecido o celular. Não acreditei que tinha esquecido. Tanto que revirei a minha bolsa várias vezes. Quando me dei por satisfeita, decidi que na hora do almoço – mesmo contra a vontade - iria em casa buscar. Ainda bem que foi o celular. Pior seria se fosse os óculos - pensei.
Foi então que lembrei que eu estava determinada a mandar um WhatsApp para uma pessoa, para tentar resolver uma situação que não estou gostando do jeito que está. E achei que esquecer o celular, tinha sido um “sinal” para eu não fazer isso.
Fui fazer o café e o telefone tocou. Era para mim. Era o Zé. Ele disse que tinha “sentido” que deveria voltar para casa para trocar de carro. Que achava que tinha sido um “anjo”, pois, assim ele viu que eu esqueci o celular. Bom, ele levou o celular para mim.
E agora? Fiquei pensando e questionando: Se um anjo fez com que eu esquecesse o celular, para não enviar mensagem que pudesse piorar (ou melhorar) uma situação, por que outro teria mandado o Zé para casa e com isso achar o meu celular?
Tenho duas hipóteses:
1ª) Eu esqueci para não mandar a mensagem porque ia piorar a situação. Então quem fez eu esquecer foi o anjo bom. O anjo mau fez o Zé voltar para encontrar o celular e assim eu poderia mandar a mensagem.
2ª) Eu esqueci para não mandar a mensagem porque ia melhorar a situação. Então quem fez eu esquecer foi o anjo mau. O anjo bom fez o Zé voltar para encontrar o celular e assim eu poderia mandar a mensagem.
Enfim... Na dúvida (palavras do Zé) não mandei a “dita cuja” da mensagem.
Decidi que o melhor a fazer é orar pelas pessoas envolvidas. 

domingo, 2 de julho de 2017

Comemorando 06 anos de união

Parabéns para mim, e para o Zé, que hoje estamos comemorando 06 anos de união. Na verdade comemoramos ontem, indo almoçar no Feijão com Tranqueira. Isso porque hoje ele está lá no Mario Gatti. Ontem ligaram falando para ele ir tentar internação, para ver se conseguem operar o dedo dele amanhã.
Se não fosse por isso também não ia dar para fazer nada de diferente durante o dia, pois, seria dia de irmos ficar com a mãe dele. 
Não tem problema. Comemorar a gente comemora quase sempre. Todo mês! Seja abrindo um vinho. Indo jantar fora. Ou mesmo ficando em casa, vendo um programa legal na TV. Ou então... Como hoje. Mandando mensagens um para o outro. É a vida! Faz parte.rsrs

*** Pós-escrito de 07 de julho.
Como não conseguiu internação no Domingo, o Zé voltou para casa no final da tarde. 
Enfim... A operação aconteceu hoje. Graças a Deus deu tudo certo. Mesmo sendo pelo SUS (que muitos falam mal) ele foi super bem tratado e em menos de um mês já está operado. 

O Quarto Estado Da Água


A peça “O Quarto estado da Água” tem no elenco: Anderson di Rizzi, Kiko Pissolato e Herbert Richers Jr. E os músicos: Thayna Oliveira, Ricardo Venturin e Gerson Silva Jr. 
A montagem nasceu do encontro entre a diretora Bia Szvat e o ator Anderson di Rizzi. Ela explica que o espetáculo faz uma analogia da vida dos personagens com os estados da água.
Sinopse: A história se passa em cima da laje de um prédio, com três homens que fogem de uma festa de ano novo (no andar térreo) e sobem para respirar um pouco. A partir daí, confissões, angustias e memórias surgem e um jogo de memória entre presente, passado e futuro entra em cena. Do alto do arranha-céu, os personagens questionam qual é o lugar do homem neste mundo contemporâneo, onde novas sexualidades e novas formas de amar estão cada vez mais latentes, em contraste a uma crescente onda conservadora.


Não vou opinar muito, porque não entendi a mensagem - o recado. Em cena, três homens que pareciam que mais deliravam - talvez pelo efeito da bebida, afinal, em uma festa de réveillon, com certeza beberam bastante. Por isso, a impressão que dava é que não falavam nada com nada. Pelo jeito estava em jogo a sexualidade de um deles. Eu não estava entendo nada esse negócio de quarto estado da água. Até que explicaram. E mesmo assim continuei sem entender. Achei até que fosse invenção deles. Mas agora... Pesquisando... Não é que existe mesmo! Vejam no final desta postagem.
A peça em si é bem dramática. Percebe-se pelo silêncio do público. Achei interessante a decoração. Sacos plásticos com água pendurados. Em alguns momentos eles brincam com esses saquinhos. 
Quando entramos na sala, vimos que os músicos já estavam no palco. A moça com o violoncelo, e os rapazes revezaram entre acordeon, saxofone, pandeiro, etc. Durante toda a encenação eles faziam sons, dos instrumentos e outros, ajudando ainda mais com a dramatização.
Ao final da peça, os atores convidaram a platéia para um bate papo. Nós não ficamos porque já era tarde, e o Zé tinha que ir ao hospital logo cedo, no dia seguinte.