quarta-feira, 30 de outubro de 2013



Acabei de tirar no biscoitinho da sorte:

" Melhor aprender bem uma única coisa do que dez superficialmente".

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Na Liberdade

Domingo fomos passear no bairro da Liberdade, em São Paulo.
Acordei com o telefone tocando. Era a Adriana, dizendo que ela e o Henrique estavam indo para lá. Perguntou se a gente queria ir junto. Pedi 5 minutos. Corri no quarto, falei com o Zé e retornei a ligação. Meia hora depois eles estavam passando em casa.
O tempo não estava lá "grande coisa". No céu, algumas nuvens... Cara de: Chuva ou Frio. Em São Paulo fez os dois.rss
A viagem foi tranquila. Paramos no posto para tomar um cafézinho. Quando chegamos em São Paulo, começou a jorrar água do céu.
Ficamos preocupados, pois já passava de meio dia. Será que as lojas estavam abertas? E se estavam, que horas iriam fechar?
O Henrique achou um espacinho para estacionar o carro, pertinho da feira. Aliás, a feira fica na saída/entrada do metrô.
A chuva ficou indo e vindo. O bom é que a gente corria pra dentro de shopping, lojas, mercados... Ou seja, ela não atrapalhou em nada!
Passeamos bastante, olhamos bastante. Compramos, pouco.
Quando a fome bateu saímos a procura de um restaurante que tivesse comida japonesa. Depois de encontrar muitas portas fechadas, encontramos o restaurante Banri (acho que é isso.rss). O Zé e eu comemos um yakissoba, que só de lembrar me dá água na boca.
Saindo de lá fomos conhecer o jardim japonês. Não deu para curtir muito o local porque estava muuuito frio. Eu ainda estava de blusa, mas os três... Tiveram que ir buscar as blusas no carro.
Ah, os preços são muito bons. A Adriana deu uma caixa de chá de ginseng para o Zé (que ele adorou). Fui pesquisar na internet quanto está (pretendemos comprar mais), porque o Zé quer que eu tome também. Está o dobro do preço.
O Zé comprou uma raiz pra minha mãe (recomendação da Adriana), e hoje fiquei sabendo (pela minha mãe) que aqui está mais que o dobro do preço. Ou seja, os preços são muito bons.
Não sei se conhecemos tudo. Andamos umas três ruas, passeamos na feirinha, entramos em quase todas as lojas, shoppings e supermercados. 
Apesar da chuva e do frio, foi um passeio muito bem aproveitado. Eu gostei muito de conhecer esse bairro tão comentado.

Dreamgirls

Detroit, década de 60. Curtis Taylor Jr. (Jamie Foxx) é um vendedor de carros, que sonha em deixar seu nome marcado no mundo da música. Ele deseja abrir sua própria gravadora, mas ainda não tem o formato e o produto certo para vender ao público. Curtis encontra o que procura ao conhecer o grupo The Dreamettes, formado pelas cantoras Deena Jones (Beyoncé Knowles), Lorrell Robinson (Anika Noni Rose) e Effie White (Jennifer Hudson). Elas se apresentam em um show de talentos local, usando perucas baratas e vestidos feitos em casa. Suas vidas mudam quando Curtis, já seu agente, consegue que elas façam o backup do show de James "Thunder" Early (Eddie Murphy), o pioneiro de um novo som em Detroit. Posteriormente o grupo alça vôo solo, mudando de nome para The Dreams. Porém Curtis sabe que para alcançar o sucesso o grupo precisará apostar na beleza provocante e tímida de Deena, mesmo que tenha que deixar de lado a voz potente de Effie.


O Zé já tinha assistido a esse filme e recomendou. Contou mais ou menos o enredo, com ênfase no compositor. Na ocasião o Zé falou: _As pessoas valorizam os cantores e nem se lembram dos compositores. Sei por que ele falou isso!
Eu fiquei animada para assistir porque gosto de tudo que é relacionado à música e por ter a cantora Beyonce no elenco de atrizes.
O filme busca retratar a introdução dos negros no meio musical. Uma época que apesar de todo talento, eles não eram aceitos na sociedade de “brancos”.
O compositor, realmente merece muitos créditos. Pra começar, as músicas têm conteúdo. Diferente das atuais. Hoje bastam meia dúzia de palavras e muito barulho que a música faz sucesso. Se o “cantor (a)” for bonito então... Já é sucesso na certa! E pelo que pude ver mesmo lá, na década de 60, beleza era fundamental.
Um filme musical, onde os atores literalmente soltam à voz. Para quem gosta é um prato cheio. Já para quem não gosta deste estilo de filme, vale a pena por poder apreciar a linda e escultural Beyonce cantando e atuando.

P.S. Geralmente gosto de colocar detalhes como: quando assistimos, com quem assistimos, etc. 
Não vai ser dessa vez. Faz um tempinho que assistimos e não vou lembrar. Este texto estava nos meus rascunhos.rss

Veja mais sobre o filme aqui


sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Somos um instante entre dois passos



A história dos homens é um instante
entre dois passos de um caminhante.

  
O SÁBIO CHINÊS LAO-TSE DIZIA no Tao Te Ching que uma viagem de mil milhas começa com um único passo.
Esse aforismo tem mais de dois mil anos, mas continua válido nos tempos atuais, em que as pessoas se vêem obrigadas a recomeçar constantemente sua jornada em razão de crises econômicas, sentimentais ou existenciais.
Kafka se referia à vida como um instante entre dois passos, levando em conta todas as gerações que nos precederam e todas as que virão depois de nós.
No entanto, no decurso de sua existência, todo homem e toda mulher podem viver diferentes renascimentos, fracassos, recomeços e transformações.
Enquanto estivermos sobre a Terra, qualquer coisa pode ser planejada, experimentada, realizada.
Somos um instante entre dois passos, mas esse instante contém todas as possibilidades do mundo.

Como diz a sabedoria popular, “tudo ainda está por fazer”.

Do livro Kafka para sobrecarregados, de Allan Percy.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Danilo - 22 anos

Amanhã, o Danilo (meu filho do meio) completa 22 anos! Como o tempo passa...
Danilo no Guarujá - 22/09/2013
... Lembro como se fosse ontem o momento do seu nascimento! Ele nasceu na Maternidade de Campinas, às 20hs34min, pesando 2.820g e 46,5cm. Era uma sexta-feira, como amanhã.
Ele era feinho, coitadinho. Acha que isso é coisa que uma mãe diz? Ah, mas ele sabe disso.  Digo que ele tem que se orgulhar de ser um rapaz tão lindo hoje. Olha a mamãe babando. rss
Então... Ele era cabeçudinho, tinha bastante cabelo, os olhos arregalados, magro e branquinho, aliás, branquinho não, amarelinho. Ele nasceu com icterícia, segundo o médico. Mas nada grave. Nada que alguns banhos com telha não resolvesse. Simpatia das avós. 
O Danilo chupou o dedo, acho que até a idade escolar. Por conta disso teve alteração na arcada dentária. Ficou bicudinho.rss Ele usou aparelho e até mesmo aquele "freio de burro".
Ele dormia muito, só queria saber de chupar o dedo. Às vezes passava da hora de mamar. Eu chegava a ir ao bercinho verificar se ele estava vivo. Lembro de uma ocasião que, já maiorzinho ele estava brincando na sala e de repente fez-se um silêncio. Fui olhar e ele estava dormindo, sentado, dentro da caixa de brinquedos com o dedinho na boca.
O Danilo não deu muito trabalho, até porque tinha o Bruno para lhe fazer companhia. Depois que a Letícia nasceu ele ficou um pouco manhoso, chorão. Acho que ficou enciumado.
Eles brincavam, mas brigavam também. O dia inteiro ele reclamava dela. Certa vez, sentado na escada ele falou (com aquela voz de manha, nhen, nhen, nhen):_ Ô mãe olha a Lê. Eu já com o saco cheio de tanto o ouvir reclamar, falei: _Fala que nem homem menino! Ele arregalou os olhos, encheu a boca e falou em tom bem grosso (se é que existe falar grosso): _Ô mãe, olha a Lê. Não aguentei e comecei a rir. Ele não me entendeu. Quando eu disse para ele falar que nem homem, na verdade queria que ele parasse de reclamar, parasse de manha.
O Danilo não gostava muito de ler, mas "parece" que aprendeu a gostar. Pelo menos de vez em quando pega um ou outro livro emprestado. Na escola ele não deu trabalho. Não era o melhor da sala, mas também nunca tive reclamação.
O Danilo gosta muito de esportes. Fez capoeira quando pequeno. Não sei se sabe nadar, deve se virar, com certeza. Acho que ficou traumatizado, pois quase se afogou na piscina da casa do meu tio. A Daniele (prima dele) agarrou na bóia dele para não se afogar, e os dois acabaram (sem querer) bebendo um pouquinho de água. Sei que eles ficaram apavorados.
Acho que seu esporte favorito é o futebol. Ele adora jogar bola. Torce para o São Paulo. Seu ídolo... Cristiano Ronaldo (meu também). Há mais ou menos dois anos, ele andou fazendo umas aulas de Jiu-jitsu com o tio. Até kimono ele tem (pediu de presente). Ele é assim... Se caracteriza de acordo com o que faz.rss
Tenho perdido alguns momentos da vida do Danilo desde que me separei do pai dele.   Cheguei a vivenciar alguns meses do primeiro emprego dele, que é o que ele está até hoje.  Porém não participei da alegria de ver ele concluir o último ano do colegial. Também não estava junto quando ele fez o alistamento militar. Não conheci a sua primeira namorada.
Isso aconteceu por que... Um dia eu comecei a trabalhar e estudar e não tinha mais (tanto) tempo para eles, então eles foram morar com o pai. Bom, são águas passadas.
Geralmente falam que ninguém melhor que a mãe para falar sobre o filho. Vou tentar...
... O Danilo gosta que apreciem o que ele faz. Quando joga bola ou qualquer outra coisa, gosta que a gente vá assistir e não pode perder um lance. rss
Ele se preocupa muito com o visual. Já falei várias vezes pra ele que não precisa se preocupar tanto em querer ficar bonito, afinal, já é. Tem que se preocupar com o que falar, como agir... Isso é mais importante.
Ele gosta de pedir conselhos, principalmente quando o assunto é mulher. Se bem que não escuta o que eu falo. rss
Ele tem um humor meio estranho... Está bem, e um minuto depois está "de bode".
Só que, quando dá para fazer palhaçadas, a gente quase morre de tanto rir. Fez isso na virada do ano de 2007 para 2008. Foi a melhor passagem de ano da minha vida.
Tenho percebido que ele é bem seco nas respostas de torpedo, e mensagens. Será que ele é assim com as mocinhas?
Ele gosta das coisas dele arrumadinhas. Vivia surtando com os irmãos por causa da bagunça do quarto. Acho que é por isso que ele nunca quis saber de dividir apartamento com os irmãos.
Ele gosta de músicas (puxou a mãe e os irmãos), e quando gosta, sai de baixo. Ouve por dias, senão meses seguidos. Sofremos com "Sou Ronaldo", "Empire States of Mind", "High" e algumas outras. Os irmãos chegavam a pegar bronca da música porque não aguentavam mais ouvir.
E filme... Quando gosta, assiste, compra, quer se vestir e se bobear agir como o ator. Quantas vezes eu o vi correndo pelo bairro com a calça de moletom lá no umbigo, imitando o Rock Balboa.
Esse é o Danilo... Um rapaz (meu bebê) amoroso (do jeito dele), bonito, obediente, lindo, trabalhador, gatão, honesto, tudo de bom, educado, etc, etc.
Ele tem uma vida pela frente, que espero com a ajuda de Deus poder acompanhar, participar e abençoar em todos os momentos!
***
Pós-escrito de 25/10/2013 - Fomos comemorar o aniversário no Videokê Campinas. Estavam presentes, o Danilo, eu, Zé, Letícia e os amigos dele Luiz Fernando e Bruna. Apesar do frio que estava lá fora, lá dentro muito aconchego, pessoal animado, muita música, cerveja, batidinha, caipirinha e uns aperitivos. Todos eles cantaram um pouquinho. Eu não!rss

Em mais informações a declaração que a Letícia postou na linha do tempo (Facebook) do Danilo.

Você é católica?

Você é católica? Perguntou-me a Adriana (amiga do trabalho do Bruno). 
Faz tempo que eu não ouvia essa pergunta. A culpa foi minha. Quem mandou do nada, cantar um trecho de uma música católica. Nem lembro qual. 
Mas voltando à pergunta da Adriana... Parei, olhei-a, e respondi: _Hoje não sei. Virei-me, sai caminhando e falando em baixo tom... Nasci católica... Um dia fui evangélica... Hoje vou ao Centro Espírita. 
Acho que ela não me ouviu. No fundo não queria que ouvisse mesmo. E então, em tom mais alto falei: _ Mas sou filha de Maria!
Porém, não me contentei com a minha resposta. Se é que posso considerar que respondi alguma coisa. Acredito que não fui muito convincente, tanto que, desde então fiquei pensando sobre isso. 
Com o tempo (e algumas pessoas), aprendi que não basta dizer que você é dessa ou daquela religião, se você não pratica. 
Sendo assim, hoje não tenho uma religião. Se é que precisamos ter ou pertencer a alguma religião. Sinceramente... Não sei!
Sei que nas minhas orações agradeço sempre a Deus, a quem chamo de “Pai”. Também agradeço e peço em nome de Jesus, que considero meu Irmão. E em alguns casos, peço a intercessão de Maria. 
É assim que oro, ou converso com Eles. Está correto? Não sei!  Se alguém souber e quiser tentar me convencer...

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Horário de Verão

Ah, esse horário de verão... A gente não se entende!
Minha implicância com ele começa porque eu cismo, que o motivo por eu não conseguir me adaptar, é pela "uma" horinha que ele me roubou.
Estava tão bom... Acordava e o sol já estava despontando no céu. Agora...
Saía do trabalho e quando chegava na faculdade já era noite.    Agora...
Não é fácil ir dormir quando o corpo ainda não quer. Se bem que pra mim, dormir nunca foi difícil.rss
Difícil está sendo acordar... Sair da cama. O despertador toca uma, duas, três vezes... 
Ah, esse horário de verão! A gente ainda vai se entender!
Todo ano é a mesma "novela". Quando começo a me acostumar... Ele acaba!

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

O André estava intolerante

Ontem foi aniversário do Zé. Como ele não quis comemorar (na verdade ele não gosta de fazer aniversário), e eu não tinha aula, resolvemos ir ao Centro Espírita. 
Na quinta-feira tem preleção, em seguida o passe magnético. 
Já fui a outro Centro Espírita, aqui do Centro da cidade, mas prefiro a casa Bezerra de Menezes. Gosto muito de ouvir o André. Não tem um dia que não saímos de lá, pensando nas suas palavras, refletindo. 
Só que ontem o André estava um pouco intolerante. Ele estava tão exaltado, que acabou misturando os assuntos. Ontem ele estava, desculpe a expressão... Atacado!
Acredito que ele magoou uma mulher com o que disse, porque ela saiu e não voltou. 
Depois, durante a preleção, um senhor “tentou” dirigir a palavra e foi bruscamente “cortado” pelo André. 
E por fim, ele fez gozação das pessoas (que trabalham no Centro), que escrevem e não se importam se quem vai ler, vai entender o que ela escreveu. Todo mundo riu. Confesso que até eu. Mas eu acho que as pessoas “objeto” do comentário dele podem não ter gostado.
Lembro de um ou outro puxão de orelha. Lembro também o evangelho do dia que falava sobre “indulgência”.
Misturança de assuntos foi isso que o André fez. Cheguei a ficar confusa, não estava entendendo mais nada! 
Pelo jeito ele queria desabafar, senão despejar toda a ira que estava sentindo. Eu não via a hora dele parar de falar. 
Nunca me aconteceu isso, eu simplesmente adoro e me emociono ao ouvi-lo, mas ontem... Sei lá, o clima não estava muito bom. 
Eu não vejo além. Se é que alguém entende o que estou falando. Sei que achei tudo muito confuso, senti o ambiente tumultuado.
É fogo... Quem tem uma imagem a zelar tem que tomar cuidado com certas atitudes. Pode pegar mal. Nesse mundo ninguém é perfeito e todos nós temos “aquele” dia de intolerância. E ontem foi o dia do André.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Antes da Meia Noite

Sinopse:
 Nove anos após os eventos de Antes do Pôr-do-sol, Jesse (Ethan Hawke) e Celine (Julie Delpy) vivem juntos em Paris, ao lado das filhas gêmeas que tiveram. Ele busca sempre manter contato com Hank (Seamus Davey-Fitzpatrick), o filho adolescente que teve com a ex-esposa e que vive em Chicago com a mãe. Quando o casal resolve ir à Grécia com as filhas, Jesse decide também convidar Hank para a viagem. Neste contexto, Jesse segue tentando se tornar um romancista de sucesso, enquanto que Celine considera seriamente a possibilidade de aceitar um emprego junto ao governo francês


Nós finalmente conseguimos assistir esse filme. É claro que foi “meia boca”, devido a urgência e a ansiedade que nos acometia.rss
O Zé ligou na locadora para saber se já tinha ele no catálogo. Nada!
Entrei na internet para consultar se alguma loja tinha o filme à venda. Nada!
Continuei fuçando até que encontrei um site para assistir o filme online/gratuito. Ah, não deu outra. Corri ligar o note, conectamos os fios na TV e pronto! A gente parecia duas crianças tamanha era a felicidade.
Sentamos bonitinhos no sofá e play, começa a sessão “Antes da Meia Noite”. Literalmente!rss
Ficamos nessa ansiedade toda, desde que assistimos aos dois filmes anteriores, isso foi há menos de 2 meses. Falei sobre eles aqui.
Acho que a nossa curiosidade era mais para ver como eles (atores) estavam (fisicamente) uma vez que os filmes são produzidos de 9 em 9 anos. Já viu, a gente adora ver como o tempo age na fisionomia das pessoas. Quando se trata de “famosos”... Somos críticos. Afinal eles devem zelar pela aparência, pois exercem uma “certa” influência na vida das pessoas.
Voltando ao filme, e já que estou falando sobre aparência, achei que os protagonistas, Jesse e Celine estão bem melhor. Quanto ao enredo, já vou logo avisando... Essa trilogia não apetece aqueles que gostam de ação. Assim como nos outros dois filmes, as filmagens são feitas com o casal caminhando, vez em quando sentados, mas sempre... Sempre “dialogando”.
Até eu, que gosto de filmes com diálogos, fiquei cansada de “ouvir” a Celine discutir a relação. Juro que teve uma hora que falei para o Zé: _essa mulher está na TPM, não é possível! Coitado do Jesse!!
Se bem que não foi nada fora da realidade. Infelizmente é assim mesmo. Vendo um filme assim que a gente percebe o quanto é realmente estressante “discutir uma relação” e porque os homens fogem dela.rss
Bom, o final, mais uma vez nos deixa com uma certa inquietação e querendo saber... Vai ter continuação?

P.S. Assistimos ao filme no dia 05 de Outubro. Ia deixar para escrever depois que assistisse com imagem melhor, mas não me contive.rss

A Karen baixou este fim de semana o filme pra mim. Disse que está com imagem de DVD. Maravilha!

Abaixo curiosidades interessantes sobre o filme:

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Ninguém é de Ninguém

Sexta-feira, como já é de costume, o Zé começa a fuçar na internet para saber o que teremos de eventos para o fim-de-semana.
Ele sugeriu a peça “Pirou?” que estava em cartaz no Teatro Liceu. Fiquei animada com o título, por ser comédia, só que...
Na sinopse estava escrito: "trata-se de um grupo de atores-terapeutas que entram neste tratamento junto com a platéia". Huum, não gostei nada disso! Falei para o Zé que ia acabar sobrando pra gente. Então ele desistiu e resolveu fuçar mais um pouquinho.
Passado alguns minutos, ele manda outro e-mail com outra sugestão. A peça “Ninguém é de Ninguém”, romance, de Zíbia Gasparetto, pelo espírito Lúcius. 
Dei uma olhada na sinopse e achei interessante. O Zé ficou meio receoso (tem os motivos dele.rss) mas aceitou de irmos ver esse espetáculo.
Na noite de sexta-feira ele foi na bilheteria do teatro comprar os ingressos. Ele está ficando ousado.rss Comprou os lugares B18 e B19, 2ª fileira, bem ali... NO MEIO. Que perigo!
Mas ainda bem que essa peça não envolvia a platéia, pelo menos não no sentido de ter que interagir com eles. Envolvente foi, porque chorei bastante. A história é um pouco dramática. Faz-nos pensar e repensar nas nossas atitudes, em acontecimentos pelo qual passamos. Lembrei-me de algumas palavras da minha irmã (que provavelmente vai ler o que estou escrevendo), quando eu estava revoltada com o fim do meu casamento. Na época não entendi, não aceitei. 
Voltando a peça... Tive a impressão de que conhecia um ou outro ator, mas pelo jeito, foi só impressão mesmo. Todos são muito bons, até porque o enredo exige muita concentração, devido a quantidade de “falas”. O Dr.Aurélio chegou até a se perder em alguns momentos, o que fez a platéia dar boas risadas. E eles (atores) também.rss
Sergio Lelys produtor e diretor do espetáculo, nos proporcionou momentos de descontração e muitas gargalhadas no papel da empregada Nicete. Ele também fez o papel de um dos membros do “Centro Espírita”. 
Acredito que a maioria das pessoas que foram assistir a esse espetáculo sejam kardecistas ou, no mínimo simpatizantes, porque apesar do que diz na sinopse: que ‘Ninguém é de Ninguém é um espetáculo para as  mais amplas e diferenciadas plateias, não havendo restrições de religiões, doutrinas ou crenças’, acho que os católicos praticantes (ou como diz a linguagem popular “mais fervorosos”) e os evangélicos não iriam gostar nada, afinal, no espetáculo houve sessões (encontros) onde os espíritos se manifestam. Se bem que, acredito que essas pessoas, nem se atreveriam a ir assistir essa peça sabendo de antemão do que se trata. Mas... Sei lá. Existem curiosos pra tudo!!rss

Folder do espetáculo - à direita Sérgio Lelys
Sinopse:
 “Ninguém é de Ninguém” conta a história dos casais Roberto e Gabriela e Renato e Gioconda, que acabam se cruzando em um período conturbado na vida do primeiro casal.
Após levar um golpe do sócio Neumes, a empresa de Roberto – ele trabalha no ramo da construção civil – vai à falência. Gabriela, que além de sua esposa é uma mulher muito bonita, independente e batalhadora, assume a responsabilidade financeira da família com a ajuda de sua fiel amiga Nicete, que cuida de sua casa e dos filhos sempre de bom humor e alto astral, não permitindo que a família desmorone. Roberto, muito machista e com conceitos ultrapassados, não se conforma com a situação e entra em profunda depressão, levando-o a aliar-se à Gioconda, esposa de Renato, um empresário de alto poder aquisitivo que acaba por despertar um ciúme doentio em Roberto, uma vez que é patrão de Gabriela. No decorrer da história, Roberto contará com a ajuda de um médico psiquiatra, o Dr. Aurélio, para sair dessa terrível crise na qual ele se encontra.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Renoir

O Zé e eu resolvemos assistir esse filme meio assim... No pulo! Não fui à faculdade ontem (semana pós prova). Como ia acontecer jogo no estádio da Ponte e o barulho já estava ensurdecedor, o Zé achou melhor sairmos de casa. Ele tinha visto sobre o filme. Não sabia, mas ele disse que gosta de Renoir. Pesquisei na internet local e horário das sessões. Aproveitamos e vimos o trailer, que nos convenceu.
Nem vou me esticar aqui falando do filme, pois a matéria que transcrevi abaixo descreve bem o seu enredo e suas particularidades. Só vou dar uma ênfase ao cenário, que é ma-ra-vi-lho-so. Realmente um lugar que inspira!
Gostei muito do filme, tanto que estou fuçando na internet para saber um pouco mais sobre a vida e obras desse artista. Aliás, de uns tempos pra cá, tenho procurado assistir filmes biográficos, pois tem sido um ótimo meio de conhecer as pessoas.
Sou assim... Tenho que gostar muito de alguém para querer conhecer sua história. Porém, muitas pessoas que antes me passavam despercebidas, tem ganhado minha admiração, depois que assisti ao filme. 


Sobre o filme: Por Neusa Barbosa, do Cineweb


'Renoir' traça retrato familiar e inspirações do pintor impressionista

Artista é mostrado já septuagenário e ainda sem desistir de pintar.
Filme recria atmosfera de luzes, cores, sombras, natureza e afetividade.


Mais do que uma cinebiografia propriamente dita, "Renoir", de Gilles Bourdos, recria a atmosfera de luzes, cores, sombras, natureza e afetividade que cercava o pintor Pierre-Auguste Renoir (Michel Bouquet), traçando o perfil não só de um homem, mas do patriarca de todo um clã de artistas, destacando especialmente um de seus filhos, o futuro cineasta Jean Renoir (Vincent Rottiers). O filme estreia em São Paulo e Rio de Janeiro.
O momento da história é o verão de 1915, quando o septuagenário Renoir, apesar de sua idade avançada e consagração, não desiste de pintar. Seus motivos de inspiração, como sempre, brotam da pujante natureza ao redor de sua casa paradisíaca, cercada de bosques e flores, diante do mar azul da Riviera Francesa, e também das formas femininas. O lugar é habitado por várias mulheres, suas criadas, algumas também suas ex-musas e ex-amantes.
Para estas mulheres, Renoir é o centro de tudo. Entretanto, não lhe faltam aflições: sofre de grave artrite reumatoide, que lhe deforma as mãos e torna o ato de pintar um verdadeiro suplício; sua mulher acaba de morrer; e o filho do meio, Jean (Vincent Rottiers), contra a sua vontade, alistou-se para lutar na 1a Guerra Mundial.
Junta-se ao núcleo feminino a jovem Andrée (Christa Theret), tentada pela chance de tornar-se nova musa para o pintor. Com traços suaves e temperamento rebelde, ela atrai a atenção dele, que a contrata. Diariamente, ela posa por longas horas, às vezes nua, despertando a curiosidade de outro integrante do clã, o adolescente Coco (Thomas Doret), o caçula rebelde.
A volta de Jean, ferido em combate, para convalescença, aumenta a temperatura emocional. Nesta altura, ainda é um jovem incerto sobre sua vocação, à sombra de um pai famoso, figura que verdadeiramente pesa sobre os filhos, ainda que sem fazer realmente empenho nisto. Espalhando uma aura quase sagrada em torno de si, Renoir é uma espécie de entidade, não um homem de quem os filhos consigam realmente se aproximar.
A nova musa, Andrée, catalisa de vários modos este relacionamento familiar, despertando o desejo também de Jean. Nada disso escapa ao pai, uma figura mais tolerante e plural do que suspeitam seus herdeiros, no retrato traçado pelo filme.

823 dias com ele

Hoje o Zé e eu estamos fazendo aniversário!
Passaram 823 dias desde a primeira vez...
Primeira vez que nossos olhos se encontraram
Primeira vez que nossos lábios se tocaram.
Foi no dia 02 de Julho que nossa história de amor começou.
E já se passaram 823 dias...
Parece que foi ontem que nos conhecemos
Às vezes tenho a sensação de que o conheço há muito tempo.
Não foram exatamente 823 dias juntinhos, afinal somos humanos e imperfeitos.
Teve uma briguinha aqui... Uma viagem ali
E com isso o distanciamento foi inevitável,
Porém, mesmo distantes “fisicamente” um do outro, 
sentimos nossa mente e corações interligados
Foi bom porque pudemos assim, perceber que o sentimento
era verdadeiro e "para sempre".
Sei que procuramos não esquecer desse dia abençoado...
Dia que escolhemos para o nosso primeiro encontro
Dia que escolhemos para o nosso casamento.
Nossa união tem sido regada de felicidade, paz, harmonia, amor e muito companheirismo.
Sou muito agradecida à Deus por abençoar a nossa união.
E o que mais quero nessa vida, além de ser feliz, é poder fazer o Zé muito mais feliz!!


terça-feira, 1 de outubro de 2013

Eu dando "patada"

Ruim quando a gente acha que foi grossa com alguém que se gosta, não é?
A última coisa do mundo que eu quero é magoar as pessoas ao meu redor, ainda mais se for uma amiga.
Acho que fiz isso com a Priscila. Ela é minha amiga do trabalho, gosto muito dela. Somos companheiras de almoço e de caminhada no fim do expediente. Já saímos para jantar fora e dançar uma vez. Ela é uma moça muito meiga, amiga de verdade. Sei que a última coisa que quero é magoa-la. Já tem gente demais que faz isso com ela.
Pois é, hoje a tarde em um questionamento no trabalho, dirigi algumas palavras à ela que, segundo nosso colega... Foi uma verdadeira"patada".
Depois, de tanto ele falar, eu comecei a me sentir culpada. Perguntei à ela se eu fui grosseira. Ela disse que não, mas já viu. Fico relembrando minhas palavras e acho que posso ter sido. Ela que é boa demais e não percebeu. Cheguei a pedir desculpas. As vezes, na vida é assim... Aqueles que mais amamos, acabamos magoando. É tanto cuidado que escapa!