domingo, 27 de setembro de 2015

J. Geils Band - Centerfold

Ontem eu fui na minha mãe e começamos a relembrar da formatura minha e da Silvana, nos Patrulheiros.
Foi no SESI em Maio de 1981. 
E nesse dia, fizemos uma apresentação de dança, ao som da música abaixo.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Praia de Pitangueiras - Guarujá

Para aproveitar o último fim de semana de férias do Danilo, descemos para a praia. Depois do ocorrido no ano passado, preferimos ficar na praia de Pitangueiras.
Como estávamos em cinco, fomos no carro da Adriana.
Saímos de Campinas passava das 7 horas. Fizemos uma paradinha para tomar café. E pegamos congestionamento. Parece que todo mundo resolveu descer. Também... Com o calor que fez durante a semana!
Quase cinco horas depois, finalmente chegamos. Como não reservamos nada, começamos a procurar onde ficar.
Primeiro passamos no Hotel Guarumar. Já de cara não gostei da piscina. Fica ao lado da entrada. Ou seja, todo mundo que entra no hotel enxerga quem está nela. O recepcionista disse que tinha um quarto para cinco pessoas por 550 reais. Achei muito caro. O Zé não. Em todo caso fomos ver. Não gostamos. Resolvemos ir tentar outras opções.
Em seguida fomos a uma pousada – que eu esqueci o nome. Gostei da recepção. O preço também era legal. Mas não tinha quarto disponível. Mesmo que tivesse acho que não poderíamos ficar. A recepcionista disse que só reservam para no mínimo três diárias.
Dali eu e a Dri fomos a pé para o apartamento que ficamos em 2013, que fica na Avenida Leomil. Falamos com o porteiro e ele só ia saber se teria apartamento disponível para alugar após as 14hs. O Zé pegou o número do telefone dele.
Nossa quarta opção era um apartamento que a Dri ficou em 2013. Com o Sérgio e Karen. Enquanto o porteiro via se tinha algum apartamento disponível, o Zé e o Henrique foram à Pousada do Francês – que ficava quase em frente. 
Bom, o porteiro disse que tinha um apartamento que poderia alugar por 200 reais a diária. Para ficar até o Domingo ficaria 400 reais. Nisso o Zé e o Henrique chegaram dizendo que na pousada do Francês o preço era assim: 180 o quarto de casal e 240 o quarto de casal + uma cama de solteiro. Isso para ficar até as 18hs do Domingo.
Fazendo as contas, ficar na pousada nos custaria 20 reais a mais. As compensações de ficar na pousada: tem toalha de banho, lençol e travesseiros (com fronha), café da manhã e piscina.
Fechamos ficar na pousada. 1ºandar. Quarto 8 Dri e Henrique. Quarto 9 Zé, eu e Nilo.
Nisso já passava do meio dia. Já estávamos cansados e com fome. Subimos para o quarto para descarregar as malas e trocar de roupa. Próximo passo... Almoçar.
Fomos a um boteco-lanchonete bem perto. Comemos um prato feito, que por sinal estava delicioso. Ou a fome era grande.rss

E finalmente... Praia. Só que... O tempo estava nublado. Não tinha céu azul. Nem sol. Estava um ventinho frio. Deu para molhar o pé na água, caminhar, beber uns aperitivos e conversar muuuito.

Resolvemos voltar antes de escurecer para o hotel. À noite a gente ia passear no calçadão. E com o Danilo mancando, não podíamos pensar em ter pressa. E assim fizemos. Fomos caminhando até o Shopping. Lá paramos para comer. Voltamos pela rua paralela a da Praia, pois, a Dri queria ver biquínis. No fim não encontramos a loja. A noite não estava fria. Pelo menos não tanto quanto achávamos que estaria. Tinha parado de ventar.

No fim, não era nem 21hs e já estava cada um no seu quarto. O cansaço bateu e fomos dormir.
Domingo, quando abri os olhos, às sete horas, o Zé e o Nilo já estavam acordados. O café seria servido das 8hs às 10hs. Subimos para o último andar (onde o café seria servido), as mulheres estavam terminando de preparar o balcão. Ainda faltavam uns 10 minutos. Ficamos sentados na beira da piscina, aguardando.


Até aquele momento tinha sol. Enquanto tomávamos café, ele foi sumindo, as nuvens foram encobrindo-o.
Mas isso não nos desanimou. Fomos nos trocar, pegamos os apetrechos - entre eles o cooler, e zarpamos para a praia.
O sol aparecia e sumia. Deu até para entrar na água. Foi o que fez a Dri, o Henrique, o Danilo. Até eu entrei um pouquinho. O Zé só ficou na caminhada novamente.
Passamos a maior parte do tempo, sentados... Conversando. E no bate papo rolou de tudo. Até curso de inglês, onde cada um passou um pouco do que conhecia – ou estava apendendo. Entre uma conversa e outra, conseguiram dar fim na cerveja (o que não é uma tarefa difícil para eles). Comemos porção de pastel e bebemos (acho que foi só o Zé e eu) saquerinha.
Estava tudo muito bom, para já era hora de “levantar acampamento”. Voltamos para o hotel. Tomamos banho e arrumamos as malas. Mas, antes de pegar a estrada resolvemos ir comer, pois, sabíamos que a noite (o retorno) ia ser loooonga. E foi!rss
Valeu o fim de semana. Mais um ano que aproveitamos o Danilo - de férias. Dessa vez com menos pessoas. Dessa vez sem assalto. Só o Danilo que estava dando umas mancadas. rss

Mas foi muito bom! Nem mesmo o congestionamento da ida e da volta nos incomodou. Pelo menos não a mim. Até porque fui e voltei assistindo vídeos musicais. 

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Raia O Musical 30

E ontem foi dia de teatro. Mais um musical no Teatro Net - o mesmo que assistimos Chaplin. Este teatro fica no 5º piso, do Shopping Olímpia. Dessa vez fomos assistir “Raia o musical 30”.
Os ingressos o Zé trocou por pontos do Petrobrás Premmia. Excelente troca.
Saímos de casa por volta das 15hs. Chegamos eram (+/-)16hs30min. Subimos para ver se já entregariam os ingressos, mas não. A bilheteria só iria abrir às 17hs. O jeito foi passear pelo shopping. Que chato isso.rss
Passeamos um pouco, em todos os pisos. Subimos novamente para pegar os ingressos e descemos para tomar um café. Só para constar... Os elevadores de lá são de vidro - com vista para a rua. Adorei!
Chegando no hall de entrada do teatro, o Zé foi pegar a pipoca e eu fui ao banheiro. Depois fomos procurar os nossos assentos, que eram na fileira K, assentos 18 e 20. Acreditem ou não, no Chaplin ficamos na mesma fileira, só que do lado esquerdo. Ou seja, por não ter pagado nada pelo ingresso e com direito a pipoca grátis, vê-se que compensa fazer cadastro no Petrobras Premmia.
Quanto ao espetáculo. UM VERDADEIRO ESPETÁCULO!! Começou um pouco atrasado. Mas a espera compensou, pois, foi mais de uma hora e meia de muita música e dança. Claudia Raia como sempre... Exuberante. A peça retratou os 30 anos de carreira de Claudia Raia. Ela nos conta de uma forma bem humorada que aos 07 anos já fazia drama para conseguir o que queria. Contou que aos 15/16 anos foi para Buenos Aires. Claudia relembrou (representando) personagens como o Tonhão – da TV Pirata. A Tancinha (quando ela surgiu a plateia vibrou) da novela Sassaricando e os musicais.
No final, em um vestido lindíssimo ela narra a sua trajetória. Das vaias aos aplausos. Claudia realmente é maravilhosa. Muito persistente nos seus objetivos. Muito batalhadora e otimista.
Sendo sincera, eu não acho a Claudia uma mulher linda, mas tudo o mais que ela é a torna uma pessoa linda! Muito simpática e engraçada também. Dançarina de primeira. Pelo jeito também uma mãe dedicada.
Além da Claudia e dos dançarinos, tem também a figura da mãe, da irmã e dos filhos que surgem uma ou outra vez.


Estava uma noite fria – 13 graus. Mas dentro do Shopping, nem deu para perceber. O Zé se animou, pois, não demoramos nem uma hora e meia no percurso de casa ao shopping. E olha que é São Paulo.
Foi tudo perfeito. Queremos voltar outras vezes.
E quanto ao musical. Nota 10!! Quem puder ir, não deve perder a oportunidade. Só uma dica para os homens. Procurem sentar nas três primeiras fileiras. Nos assentos da beirada (corredor). Vocês não vão se arrepender.kkk

domingo, 13 de setembro de 2015

Eu e os ônibus 3

Acreditem ou não, por um minuto eu achei que tinha pegado ônibus errado pra voltar pra casa ontem.
Já ia começar a ficar nervosa, quando um outro passageiro perguntou ao motorista onde seria o próximo ponto.
Coitado... Outro perdido.rss
Acho que estou precisando fazer um curso de... "Pegando ônibus certo".

sábado, 12 de setembro de 2015

Tem atitudes que a gente não esquece

Tem atitudes que fazem a gente crer que ainda tem muita gente boa nesse mundo, e mais ainda, ver que tem profissional que gosta do que faz.
Pensei nisso hoje, quando eu estava indo para a casa da minha sogra e pra variar...  Peguei ônibus errado.
Eu tinha que pegar um ônibus que subisse a Paula Bueno. Se tivesse pegado certo, o itinerário seria: depois da Anchieta, pegar a Orozimbo Maia virando à direita. Só que ele virou à esquerda. Levantei-me depressa e perguntei ao motorista se o ônibus não subia a Paula Bueno. Ele falou que não. Então pedi para ele parar no próximo ponto.
Nesse momento já comecei a pensar como faria para conseguir chegar a tempo na minha sogra. Tinha menos de 20 minutos. Iria a pé, correndo, ou pegaria um táxi?
Fiquei em pé na porta do meio. Foi então que o motorista falou: moça eu vou abrir a outra porta. Desce e pega outro ônibus. Agradeci e corri para a porta dos fundos.
Desci e em menos de 2 minutos estava pegando o ônibus certo.
Graças a boa vontade daquele motorista eu consegui chegar no horário. Acredito que ele não tem noção do quanto a sua atitude foi importante. Para mim, foi. E muito!

Zé cantando desde bebê

Acho que descobri desde quando começou o dom musical do Zé.
Hoje eu fiquei o dia inteiro com a mãe dele, então tivemos muito tempo para conversar.
Entre tantas histórias que ela contou, das irmãs, dos pais... Ela contou essa do Zé.
Ela disse que quando ele tinha dois anos, cantava a música Marcolino xxx. Nisso ela começou a cantar e perguntou se eu lembrava. Na verdade eu não conheço.
Ela disse que ele cantava tão bem que tinha até fã. Contou que tinha a irmã de uma cunhada que estava muito doente. Ela sabia que ele cantava, então pediu para levarem ele na casa dela e queria que ele cantasse para ela ouvir.
A D.Odete disse que ficou tensa, afinal criança faz alguma coisa - tipo cantar, quando ela quer, e não porque querem.
Ela disse que foi com ele na casa dessa mulher. Lá tinham alguns brinquedos colocados estrategicamente para distrair o Zé. Quando ela pediu para ele cantar, ele falou que não. Então ela falou que se ele cantasse, ganharia um presente. E então ele começou a cantar. E cantou a música inteirinha.
Ouvindo a D.Odete contando essa história, eu fiquei imaginando a cena. E pensei. Ah, desde pequeno ele já era bom nisso! Desde pequeno já crescia nele esse dom pela música.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Há vida após o luto - Perdas & Luto


      " Há vida após o luto" - palavras de esperança para quem perdeu um ente querido 
      Gustavo Wayand Medella, OFM - Editora Santuário – 103 páginas


     "Perdas & Luto" - como encontrar serenidade nas grandes provações da vida 
     Granger E.Westberg - Editora Vozes – 63 páginas

***
Enfim terminei de ler os dois livros acima. Fiquei quase um mês com eles. Não que tenha demorado a ler. A demora foi para dar o primeiro passo. Abrir a primeira página.
O Bruno pegou os dois na loja onde trabalha. Ele leu rapidinho. Uma porque precisava. Outra porque queria ver (antes) se a leitura era apropriada para mim.
Como a principio eu não aceitei a ideia da partida do meu pai, para mim, ler livros sobre luto, iria me fazer enfrentar a dura realidade. Uma realidade que eu não estava preparada. Por isso adiei.
Mas foi muito bom lê-los. Encontrei o que não procurava. Porém, o que precisava. Primeiro li o livro “Perdas & Luto”. Nele o autor aborda os estágios que passamos quando perdemos algo ou alguém. Ele nos apresentou e definiu 10 estágios. Isso não quer dizer que passamos por todos, ou mesmo que seguimos a sequência por ele colocada. Mas, por um deles, com certeza passamos. Foi então que compreendi, que a minha atitude relatada no terceiro parágrafo, se enquadrava em um desses estágios.
Já no outro livro “Há vida após o luto”, o autor aborda de maneira suave, como devemos encarar a morte de um ente querido. Usei o termo suave porque ele utiliza em cada tópico, um trecho de música, de um poema, de um versículo da bíblia, ou mesmo frases de celebridades. E, através desses trechos o autor aconselha-nos. E o conselho que mais se repete, é o de que devemos continuar a viver (depois de uma grande perda), e devemos fazer isso da melhor maneira possível. Parei por um momento no tópico 30, onde o autor relata alguns sintomas que podemos vir a sentir após uma perda. Quando li, eu me reconheci. É bem o que venho sentindo ultimamente.
Eu recomendo a leitura dos dois livros. São rapidinhos para ler. São bastante esclarecedores. Com certeza ajudam, e muito nesse processo, pois, através deles podemos entender algumas reações ou sintomas que passamos, e que por ignorância achamos que é bobeira ou frescura. Só que não é. Nosso corpo reage de forma que muitas vezes, nós não queremos. São reações ou sintomas naturais. Fazem parte do processo do luto. O importante é conseguir passar por eles.


segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Para Sempre Alice - Still Alice


Filme: Para Sempre Alice (Still Alice)
Lançamento: 12 de março de 2015 (1h39min)
Direção: Richard Glatzer, Wash Westmoreland
Gênero: Drama
Nacionalidade: EUA, França
Sinopse: A Dra. Alice Howland (Julianne Moore) é uma renomada professora de linguística. Aos poucos, ela começa a esquecer de certas palavras e se perder pelas ruas de Manhattan. Ela é diagnosticada com Alzheimer. A doença coloca em prova a força de sua família. Enquanto a relação de Alice com o marido, John (Alec Baldwin) fragiliza, ela e a filha caçula, Lydia (Kristen Stewart), se aproximam.

Fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-226823/


***
Feriado. Nada pra fazer. Tempinho chuvoso, propício para ver um filme. E foi isso que fizemos.
Bom, já faz um tempinho que a gente queria assistir “Para Sempre Alice”. Porém, apesar de o mesmo estar a um tempo no Netflix, ficamos enrolando.
Ficamos nos preparando psicologicamente para assistir, pois, sabíamos que seria triste, senão um pouco depressivo. Até porque tivemos casos na família e conhecemos pessoas que sofrem com essa doença. Duas já se foram. O tio Zé – tio do Zé. A Helena – irmã da tia Nice. E conhecemos a tia Nata de Monte Verde. Vemos o quanto essa doença judia, principalmente dos parentes mais próximos.
O filme é bastante realista. Muito impactante. No início vemos um pouco do cotidiano de Alice. Seu trabalho. Sua família. Tudo perfeito! E então ela começa a esquecer de palavras e por fim acaba se perdendo. É quando Alice decide procurar um neurologista. Após vários testes e exames, é diagnosticado que a mesma tem um tipo de Alzheimer raro. Por ser precoce (ela está com 50 anos) e por ser genético. Após o diagnóstico, ela fala com os filhos que também fazem exames para ver se são portadores da doença.
Alice conta com a ajuda do celular, onde ela anota perguntas e diariamente as responde. Com o tempo ela não consegue mais responder as perguntas.
Essas três cenas que me tocaram profundamente. A primeira é quando Alice está correndo no parque e se perde.
A segunda é a gravação que ela faz para si mesma. Nesta gravação ela deixa instruções do que fazer quando não estiver mais conseguindo responder às perguntas do celular.
A terceira é quando antes de caminhar com o marido, ela resolve ir ao banheiro. Só que ela não encontra o banheiro. E o que vimos em seguida é deprimente.
Já sabíamos o que esperar do filme. Apesar de sabermos aonde está doença leva seu portador, mesmo assim ficamos envolvidos. Tocados.
A atriz foi excepcional, tanto que levou o Oscar de melhor atriz. Merecido!
Final do filme, aquele momento reflexão, que nos leva a pensar (e muito) sobre a vida. Realmente não somos nada quando, somos acometidos por uma doença.
Enfim o que resta ao doente?... Acredito que, contar com a paciência, compreensão, carinho, dedicação e principalmente o amor da família, que deve ser incondicional, afinal, o mesmo termina não reconhecendo mais as pessoas que o rodeiam.

domingo, 6 de setembro de 2015

Rio de Janeiro

No Sábado, dia 29 de Agosto, eu fui para o Rio de Janeiro. Não foi de carro, nem de avião. Foi de ônibus... Excursão!  O último passeio que fiz de excursão foi para Campos do Jordão, em Agosto de 2011.
Eu já fui ao Rio de Janeiro antes. Em 2012, com o Zé, e de avião. Não tivemos sorte, pois choveu o tempo todo. Sendo assim, não fomos ver o Cristo, nem o Pão de Açucar. Fui lá dormir.rss
Sobre essa excursão, ouvi a Eliane e Silvana comentando. Foi no dia dos pais – na casa da minha mãe. Quando soube que era de excursão fiquei animada, e pedi para a Eliane ver se tinha mais lugar. Durante a semana ela me avisou que tinha mais lugar, então eu pedi para reservar um para mim.
Então fomos... Eu, a Silvana, a Eliane, a Sueli – tia do Gabriel, a Meiri e o Matheus – noivo dela. A Meiri é amiga da Eliane. Professora de Pilates.
O ônibus saiu do Bairro Vila Padre Anchieta, e passou para nos pegar em frente ao Hotel Ibis. Saímos às 00:05hs. O ônibus da Transbrasil – semi-leito. Ficamos no andar superior. Como estava muito frio, fiquei feliz quando vi que tinha uma cobertinha (daquelas de avião) e um micro travesseiro em cada poltrona. Eu peguei a poltrona 14 - janela. A Silvana ficou com a poltrona 13.
Passamos um pouco de frio, mas deu para dormir um pouco. Chegamos no Rio as 7 horas. Até chegar na praia de Copacabana já era quase 7 e meia. Muitas obras na cidade.
Descemos do ônibus e já fomos direto comprar o ingresso para ir ao Corcovado. Ficamos 10 minutos esperando a bilheteria abrir.
Estávamos bastante animados. O tempo estava nos ajudando. Apesar de ter chovido no dia anterior, não tinha previsão de chuva para o Sábado. O céu tinha algumas nuvens, mas estavam se dissipando. No sol estava quente. Na sombra a gente sentia muito frio. E assim foi o dia inteiro.
Conhecemos o Cristo, que é lindíssimo. Fiquei encantada, emocionada de ver tamanha beleza. Foi um barato. A gente olhava para ele, e com as nuvens brancas se mexendo atrás, a impressão que tínhamos era que ele estava se movendo. Uma imagem indescritível!! Sem falar que a visão que temos lá de cima é fantástica.
Depois do Cristo pegamos a van de volta para Copacabana. Ali chegando fomos pegar o ônibus que nos levaria até o Pão de Açucar.
No Pão de Açucar, a princípio ficamos frustrados. Ficamos no meio do bondinho, então não conseguimos ver nada. Achamos também muito rápido. Como eu estava achando que ia ter muito medo, não deu tempo nem de eu me tocar que estava subindo.rss
Depois eu fiquei inconformada, pois lá de baixo eu via que ele iria até o topo e paramos no meio. Como assim? Não vamos até lá em cima?
Sabe o que é? Ninguém nos avisou que tínhamos que pegar outro bondinho para chegar ao topo. Depois de rodarmos ali na primeira parada, fomos nos trocar e descobrindo que tinha outro bondinho até o topo fomos pegá-lo.
Como já estávamos espertas, ao entrar corremos para os cantos. E assim pudemos ver a paisagem.
Vimos o que tínhamos que ver e partimos pegar o ônibus de volta à Copacabana. A gente estava meio ansiosa para ir para a praia. Eu não sei por que. Afinal eu não curto água de mar e sol.
Por volta das 14hs já estávamos na praia. Pagamos os 10 reais (e tinha que ser adiantado) da locação do guarda-sol e nos ajeitamos na areia.
Primeiro esperamos a Meiri e o Matheus irem comer. Depois, quando eles voltaram fomos comer. Preferimos comer lanche no Bob’s.
Ninguém entrou na água, pois estava imprópria. Agora não sei se é porque o mar estava bravo. Ou se era porque estava poluído. Enfim, ficamos mais um pouco na areia, depois fomos caminhar pelo calçadão que estranhei... Estava pouco movimentado, apesar dos eventos do dia seguinte - a XIX Meia Maratona Internacional do Rio 2015 e da semana seguinte - o torneio de vôlei de praia. E por ali ficamos... Passeando no calçadão e atravessando a rua o tempo todo.rss Passeamos na feirinha e ao anoitecer, já cansados ficamos esperando o ônibus, em frente ao Copacabana Palace.



O ônibus saiu +/- as 20h30min. Estava todo mundo quebrado. Tanto que na parada, desceu meia dúzia de pessoas. Eu era uma delas.
Chegamos em Campinas passava das três e meia da madrugada.
Quando eu entrei em casa, não sabia o que fazia primeiro. Tomava banho. Bebia leite. Ou tomava remédio para dor de cabeça – e corpo.rss
Resumo geral: Foi uma viagem maravilhosa. Para combinar com a cidade, que realmente é maravilhosa! O pessoal bastante animado. O tempo que contribuiu para que pudéssemos vislumbrar as paisagens. O único fato desagradável foi que furtaram a mochila da Silvana. Isso aconteceu quando fomos comer e deixamos as bolsas na areia, aos cuidados da Meiri e do Matheus. Em algum momento eles se distraíram e não perceberam a ação do ladrão. Mas dos males, o menor. A mochila da Silvana é a que tinha objetos de menor valor. Não precisou nem fazer boletim de ocorrência, pois o documento e cartão do banco estavam em segurança.
E ainda não foi dessa vez que o carioca desfez a impressão de "má vontade" para com os turistas. Eu acho eles sem paciência, principalmente para explicar como chegar em algum lugar. às vezes, quando explicam, fazem isso errado. 
Não foi por acaso que apanhamos para saber qual o ônibus que nos levaria até o Pão de Açucar. E depois para voltar, se estávamos no caminho certo. Motorista e cobradora mal educados. 
Mas não são todos mal humorados não. Duas figuras mostraram o outro lado. Um gari muito de bem com a vida e com o seu trabalho, e um motorista de táxi que tem ponto em frente ao Copacabana Palace. Os dois foram muito atenciosos.
Como eu nunca tive “sonho” de ir ao Rio de Janeiro, nem de conhecer o Cristo e o Pão de Açucar (tanto que não fiquei nem um pouco com remorso de ter ido em 2012 e não ter podido conhecê-lo), confesso... Fiquei maravilhada com tudo que vi. 

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Sonhei com meu pai

Essa noite eu tive um sonho. Meu pai estava nele.
Não me recordo de muita coisa. Quem eram as pessoas que estavam comigo. Sei que era a minha família. Nitidamente lembro-me da minha mãe e do meu pai. A gente corria perigo. Tínhamos que fugir. Que nos esconder.
Meu pai não quis vir com a gente. E lembro que eu não insisti. Talvez - ou provavelmente porque eu já sabia que ele não precisava disso. Que ele já não estava entre nós.
Quando acordei fiquei triste. E com raiva de mim! Perdi a oportunidade de conversar com o meu pai. Eu não devia não ter me preocupado tanto em me proteger e proteger quem estava comigo. Eu devia ter me sentado ao seu lado e ficado ali...