domingo, 31 de agosto de 2014

23ª Bienal Internacional do Livro

A 23ª Bienal Internacional do Livro, aconteceu do dia 22 a dia 31 de Agosto no Anhembi, em São Paulo. O Zé, eu, Letícia, Fernando,... Fomos Domingo, dia 31 - último dia! Por dois motivos: Estava difícil de combinar com todos os familiares que queriam ir. Quando um podia, era o outro que não podia.
E ficamos esperando o Bruno arrumar os convites. Ele disse que provavelmente conseguiria (na faixa) para todos, só que mais para o final da exposição. 
Valeu a pena esperar. Ele conseguiu arrumar oito ingressos. Como fechou em nove pessoas, o coitado do Alexandre teve que encarar a fila para comprar o ingresso dele.
Saímos de casa logo cedo, para pegar a Letícia e o Fernando.  O Zé não queria ir muito tarde e também não queria sair muito tarde de lá. Já viu... Domingo, São Paulo, dia seguinte era dia de trabalhar. Melhor não estressar.
Quando a gente chegou eu fiquei de queixo caído ao ver o tamanho do lugar onde estava sendo realizado o evento. Fiquei abismada ao ver tanta gente. O que me deixou feliz e porque não dizer, emocionada por ver que este mundo não está perdido. Muita gente ainda gosta de livros.
Difícil foi encontrar vaga para estacionar o carro. No local não deu. Deixamos o Fernando e a Letícia na porta e fomos procurar lugar para estacionar o carro.
Paramos uns 10 quilômetros de distância. Apesar de ter ônibus que levavam até o Anhembi, preferimos ir caminhando - até porque a fila para pegar o ônibus era imensa. 
Ao entrar no Ginásio fiquei maravilhada. Pelo tamanho. Pela quantidade de pessoas circulando. Fora as que estavam sentadas no chão, provavelmente descansando da maratona. Ou então tomando um fôlego para continuar a maratona.
A Letícia e o Fernando estavam esperando-nos no estande da Livraria Vozes, onde o Bruno estava trabalhando. Fomos até lá.
Depois nos separamos e... Salve-se quem puder!rss
Eu e o Zé começamos a fazer zigue zague pelos corredores. Eu parava para olhar, admirar e até cheirar alguns livros. Ficava até tentada a comprar um ou outro, mas as filas desanimavam.
E quando bateu a fome. Olha aqui, olha ali e decidimos comer um yakissoba. E comemos sentados no chão. Acreditam? Não tinha lugar nas mesas. E a fome era grande. E não éramos os únicos. Aliás, para todo lugar que a gente olhava tinha gente sentado pelo chão. Nos cantos. Onde dava.
Um pouco mais tarde, encontramos novamente no estande da Livraria Vozes, o Fernando e a Letícia. Eles estavam esperando a Adriana, Shirlei e Andressa que tinham acabado de entrar.
Quando elas chegaram, a gente se cumprimentou e cada um seguiu seu caminho. Ninguém queria perder tempo.
Combinamos de nos encontrar às 17hs na entrada para irmos embora. O Zé e eu ficamos sentados no chão, esperando o Bruno, Fernando e Letícia.
Foi um dia maravilhoso. Um sonho realizado! Fiquei feliz da vida por passar o dia com pessoas que amo e mais... Olhando, admirando e apreciando o que mais gosto. LIVROS. Acabei não comprando nenhum. O que mencionei anteriormente, pra mim, já bastava.  O Zé comprou uma miniatura de madeira que contém três miniaturas de livros.
No fim nem encontramos mais minhas irmãs, o Xandi e a Andressa. Fiquei sabendo que elas ficaram lá até os expositores começarem a guardar o que sobrou. Ou seja, elas ficaram até o encerramento da Bienal. Só elas mesmo.rss
Tchau Bienal! Até a próxima!!

sábado, 30 de agosto de 2014

Getúlio



Sinopse: A intimidade de Getúlio Vargas (Tony Ramos), então presidente do Brasil, em seus 19 últimos dias de vida. Pressionado por uma crise política sem precedentes, em decorrência das acusações de que teria ordenado o atentado contra o jornalista Carlos Lacerda (Alexandre Borges), ele avalia os riscos existentes até tomar a decisão de se suicidar.
Lançamento:   1 de maio de 2014 (1h40min)
Dirigido por:   João Jardim
Elenco: Tony Ramos, Drica Moraes, Alexandre Borges
Gênero: Drama

Nacionalidade: Brasil

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Programação: Humor

Ontem à noite ficamos de boa em casa. Ultimamente isso é quase um milagre.
Após comer uma sopinha e, enquanto o Zé fazia cadastro em um site de música, eu fiquei vendo TV.
Dei muitas risadas assistindo “A Turma do Didi”, “Sai de Baixo” e para fechar a noite, “A Diarista”.

Raramente eu assistia “A Turma do Didi” que passava aos Domingos. Mas gosto muito do Didi. Desde a época dos Trapalhões. Bom revê-lo, além de outros como o Jacaré, o Marcelo Augusto. Aliás, por onde será que eles andam.


Agora o Domingo não era Domingo se eu não assistisse o “Sai de Baixo”. Gostava mais quando a empregada era a Edileuza. E com o porteiro, Ribamar. O episódio de ontem foi um dos 4 gravados em 2013, em comemoração dos 10 anos do programa. Lembro que quando assisti - no ano passado - fiquei impressionada com a aparência de todos. Além de mais velhos, o Caco apresentava uma barriga um pouco avantajada. Cassandra também ganhou medidas laterais. Vavá apresentava dificuldades para se locomover. Notamos que na entrada do apartamento foram colocadas 2 estátuas de cachorros. Neles o Vavá se apoiava para subir ou descer as escadas. Magda estava bem. Continua com aqueles pernões. Eu achei a Neide muito magra. E o Ribamar... Não voltou.
Lembro também que quando assistimos – no ano passado – o Zé comentou. O tempo é mesmo implacável. Não perdoa nem as celebridades.


Terminando com a “Diarista”. Não tem como não rir vendo as confusões em que a Marinete se envolve. Ainda mais quando a Solineuza (Poia) está junto.

No final das três sessões o Zé já estava vendo e rindo comigo. De vez em quando é bom ficar em casa. Principalmente se temos boa companhia e boas programações.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Oleanna

“Oleanna” obra escrita por um dos maiores mestres americanos da linguagem, David Mamet, mostra encontros de uma aluna com seu professor, aborda questões sobre diferenças culturais, comportamentais e se debruça sobre o que seria o “politicamente correto”. A direção é de Gustavo Paso, que conta no elenco com Marcos Breda e Luciana Favero. Com realização da Cia Teatro Epigenia e produção local da BR Produtora.
A peça é apresentada em três encontros de uma aluna que cobra do seu professor um melhor empenho dele na arte de ensinar, pois ela está prestes a ser reprovada e não consegue aprender nada do que o seu mestre lhe ensina.
No primeiro encontro entre eles, o professor lhe diz: “Acho que você está com raiva.” Já no terceiro e derradeiro encontro, é ela quem diz: “Entendo a sua raiva.” Há outros momentos em que eles se assemelham ou tornam-se mais próximos um do outro no desenrolar da trama. E momentos em que diferem ou trocam de posição.
Diante de uma série de atos desordenados e palavras sem clareza e equivocadas, a aluna questiona se não existem regras. Para a surpresa dela, seu mestre lhe afirma que ele pode violar todas elas. A trama se desenrola a partir de embates fortes, com proporções nunca imaginadas, fazendo-nos refletir sobre nossas diferenças, valores culturais, comportamento e principalmente sobre a definição de “politicamente correto”.
Trata-se do poder, da relação subordinado, do descontrole emocional, trata não exatamente da derrota da razão, mas da derrota da razão cega, da razão onipotente, da razão arrogante.
Não é de se surpreender o fato de que David Mamet originalmente deu à sua Oleanna o subtítulo de “Uma peça sobre poder”. Historicamente, a batalha do politicamente correto visava o poder – cultural, político, econômico, social, sexual, pessoal – e como sempre aconteceu nas chamadas guerras da cultura, a linguagem era tanto a principal arma como também o território a ser conquistado.
De acordo com a crítica do New York Time: “Mamet dá um soco na boca do estomago... e no intelecto. Um malicioso e oportuno dialogo sobre o politicamente correto”.
A incomunicabilidade humana
O verdadeiro drama de Oleanna reside na forma como os personagens, tendo a possibilidade de se aproximar e de se compreender mutuamente, decidem que as suas diferenças são irreconciliáveis, acabando por se mostrar incapazes de se comunicarem. A verdade é que todo tem o direito de se expressar, mas qual o limite? Ate onde podemos ir?
A peça nos da uma visão clara do quanto precisamos estar abertos e dispostos a realmente ajudar o outro. Que a experiência e inteligência de cada um deve ser usada a favor do outro e não de si mesmo.
David Mamet é um dos maiores mestres americanos da linguagem, não só por possuir seu próprio estilo distinto, mas também pela sua sensibilidade apurada em perceber como a linguagem é usada para manipular e dominar.












Quando a Karen mandou torpedo dizendo que tinha ganhado ingressos, e perguntou se eu queria ir ver essa peça, titubeei por alguns segundos. Depois da última, estava um pouco "esperta".rss
Enfim aceitei, afinal não ia pagar nada, além de conhecer o Marcos Breda que eu conhecia das novelas.
Dei uma lida na sinopse, porém, garanto que, ler o que está escrito na sinopse, ou mesmo esse texto (enorme) que coloquei acima, não exprime o conteúdo dessa peça.
A peça passa por fases. No início chato, tedioso, cansativo. Ficar ouvindo os dois (professor e aluna) falarem, falarem, falarem... E olha que quando a peça estava mais ou menos na metade, o Zé chegou a comentar que achava que devíamos dar um tempo de teatro.rss
Mas, logo após esse comentário e, com o desenrolar da história a confusão foi se formando e começamos a ficar entusiasmados. Para não dizer, enfurecidos, pasmos com o que estávamos vendo e ouvindo. E quase no final da peça, todos nós estávamos atônitos. A gente queria se manifestar, seja chingando, ou mesmo querendo subir no palco para dar uns chacoalhões nos personagens. Aqui e ali ouvia-se. Mata ela! Que louca! De onde ela tirou isso! etc.etc.
Acreditem, foi assim mesmo. Imaginem uma pessoa que não entendeu nada do que o professor tentou dizer. Ou fazer. Aliás, entendeu tudo errado.
O fim dessa história, eu fico tentadíssima a contar. Porém, essa é uma peça que se eu pudesse obrigaria todos a irem ver.
Quando tudo terminou a nossa vontade era de matar a aluna. Depois conforme os ânimos foram esfriando, passamos a rever também as atitudes do professor e concluímos que ele errou tanto quanto ela. 
Eu acho que... Ele errou ao chamá-la para conversar a sós na sala dele. Errou quando, querendo ajudá-la, disse que quebraria regras. Errou ao dizer que gostava dela. Ela já havia dito que não compreendia muitas coisas e tudo isso contribuiu para confundir ainda mais a cabeça dela.
E para concluir uma surpresa... Os atores - juntamente com o diretor - convidam o público para um debate. Tenho ido ao teatro sempre que possível e é a primeira vez que acontece isso. Aos poucos as pessoas foram se manifestando. Alguns parabenizaram os atores e o diretor, pela peça. Outros pela iniciativa em oferecer ao público a oportunidade de expressarem a sua opinião. Eu,  fiquei quietinha, só ouvindo. 
Sei que saímos de lá pensando, conversando sobre a peça. E confesso, achei que ia ser sacal e, para minha surpresa, uma das melhores peças que assisti.
Assistiria novamente, principalmente nas outras versões.

Fonte: http://maisexpressao.com.br/noticia/com-marcos-breda-e-luciana-favero-peca-oleanna-e-destaque-em-agosto-no-teatro-liceu-20405.html

sábado, 9 de agosto de 2014

Um Conto do Destino

Quando eu vi a capa ao lado nas dicas de lançamentos do NOW falei para o Zé. Olha! É aquele filme que vimos o trailer na locadora - e que, na ocasião, não conseguimos saber que filme era. 
Só para constar, sou fã do Colin Farrell e do Russell Crowe. Então ver esse filme seria felicidade em dose dupla. E sem pensar, o Zé alugou.
Fiquei entusiasmada, o que foi ótimo para encerrar o dia que não começou muito bem, pois acordei com muita dor de cabeça. Provavelmente resultado de uma semana cheia, finalizada com as últimas duas noites bem agitadas.
Mesmo assim O Zé e eu fomos treinar, afinal já tínhamos faltado na quarta e na sexta-feira. Sei que depois do treino eu só queria ir pra casa, tomar um remédio e cair na cama. Lembro que antes de dormir falei para o Zé pegar yakissoba pra gente almoçar. Acordei passava das 15h. O yakissoba estava lá, me esperando. O Zé também.rss
Quando a noite chegou eu não tinha ânimo para sair. E foi então que resolvemos escolher um filme para assistir. E pura sorte... Logo de cara encontramos esse.

Um Conto do destino - Winter's Tale
Sinopse: Esta história fantástica, baseada em um romance literário, se desenvolve tanto na Manhattan dos dias atuais quanto no século XIX. Durante um inverno rigoroso, Peter Lake (Colin Farrell), um mecânico irlandês, decide roubar uma imensa mansão, fechada como uma fortaleza. Ele tem certeza que a casa está vazia, mas acaba encontrando uma garota (Jessica Brown Findlay) no interior. Quando ele descobre que ela está prestes a morrer, nasce uma história de amor entre os dois.
Dirigido por: Akiva Goldsman
Elenco: Colin Farrell, Jessica Brown Findlay, Russell Crowe, Will Smith, William Hurt,
Gênero: Fantasia , Romance , Drama
Nacionalidade: EUA

Lançamento: 21 de fevereiro de 2014 (1h58min)




Logo no início, um casal de imigrantes (Matt Bomer e Lucy Griffiths) é considerado doente demais para desembarcar em Nova York. Como eles não querem que seu filho recém-nascido tenha a mesma vida em fuga, colocam-no em um pequeno barco para que, pelo menos ele, chegue à praia. Uma espécie de Moisés do século 19 que, jogado ao mar à própria sorte, sobrevive.
Anos depois, o bebê se torna o ladrão Peter Lake (Colin Farrell), que foge de seu ex-patrão, e agora algoz, Pearly Soames (Russell Crowe). Como se entende desde o começo, Pearly não é apenas o chefe de uma gangue local, mas também um demônio, que caça Peter por renegar as trevas.
Como deve fugir da cidade, o rapaz decide fazer um último roubo, na casa do milionário Isaac Penn (William Hurt), uma fortaleza em Upper West Side, onde espera encontrar dinheiro suficiente para se manter. No entanto, durante a empreitada, Peter encontra a jovem Beverly, que fora deixada sozinha na mansão, mesmo sendo doente terminal.
O texto acima retirei desse site, que continua com uma crítica não muito animadora. 
Eu, porém, não tenho do que reclamar. Simplesmente... Adorei! Principalmente pelos atores que, como falei no início sou grande fã. A história pode ser melodramática, fantasiosa, etc. Mas onde não tem drama e fantasia hoje em dia? 

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Ciência e ética


Nos tempos atuais, o conhecimento científico chegou a várias construções que nos levaram a algumas reflexões éticas sobre o que podemos e não podemos fazer, sobre o que devemos e não devemos admitir, o que queremos e não queremos aceitar. Mas não é só o tema da Bioética que vem à tona. É, acima de tudo, a ética em relação ao uso da Ciência, naquilo que ela inventa e constrói, na possibilidade de que o que por ela for produzido venha a servir, no sentido positivo de proteção ao conjunto da humanidade.
François Rabelais, monge beneditino do século XVI, muito conhecido por ter, na literatura francesa renascentista, produzido as obras clássicas Gargântua e Pantagruel, dá um conselho valioso: “Ciência sem consciência não passa de ruína da alma”.
Termo comum na época renascentista, “ruína da alma” é a perdição, ou seja, o apodrecimento da nossa capacidade de fazer aquilo que precisa ser feito. Para que não degrademos a nossa condição de pensador, de escritor, de cientista.

A ética, numa época em que a ciência nos anima imensamente, não pode ser deixada de lado. Ela é consistência para a decência.

Mario Sergio Cortella (Pensar bem nos faz bem! vol.1)



Outras reflexões:

domingo, 3 de agosto de 2014

Quem tem medo de Virginia Woolf?

Gênero: Drama
Diretor: Victor Garcia Peralta
Duração: 140 minutos
Elenco: Zezé Polessa, Daniel Dantas, Erom Cordeiro e Ana Kutner.
Sinopse: O cenário criado por Gringo Cardia ambienta a casa de Jorge (Daniel Dantas) e Marta (Zezé Polessa), que recebem os jovens Nick (Erom Cordeiro) e Mel (Ana Kutner) para um drink após uma festa. São dois casais de diferentes idades, mas com questões em comum. Os anfitriões, casados há mais de 20 anos, vivem uma relação de amor e ódio, na qual um segredo parece unir e, ao mesmo tempo, transformar a vida de ambos em uma grande ilusão. Já os visitantes têm um relacionamento aparentemente perfeito, mas, quando envolvidos nos jogos mentais e sexuais do primeiro casal, deixam transparecer as mentiras que os cercam. O figurino assinado por Marcelo Pies, somado ao visagismo de Fernando Torquatto, a iluminação de Maneco Quinderé e a trilha sonora de Marcelo Alonso Neves ambientam o espetáculo em uma atmosfera eletrizante.
Fomos ontem a noite assistir essa peça no Teatro Municipal Paulo Gracindo – Paulínia. Sessão das 21 horas. 
Eu estava ansiosa, pois iria conhecer um ídolo do tempo em que via novelas, Daniel Dantas. Lembro dele fazendo par com a Maria Padilha.
O que dizer da peça! Sem sombra de dúvida, a interpretação dos atores foi brilhante. Até porque falar por mais de duas horas... Mas, foi maçante. Confesso que cheguei a sentir sono. Por um momento quase cochilei.
Bom, eu não sou nem um pouquinho fã de drama. Provavelmente não compraríamos ingressos para ver essa peça. Estávamos ali porque ganhamos na promoção do Correio Popular. E imagine só. Sentamos na 2ª fileira. Fiquei feliz no primeiro momento, depois pensei que, se estivesse mais ao fundo poderia cochilar sem remorsos. Mas ali, na frente. E se o ator percebesse?rss
Acredito que deve ter quem goste deste tipo de drama, eu particularmente curto mais um romance e principalmente comédia.
Muito desagradável ver um casal se destratando, brigando, humilhando um ao outro. Na vida, de vez em quando já presenciamos cenas parecidas.
Então, quando posso quero ver cenas agradáveis. Que me façam rir. Pode até me fazer chorar de emoção.  Procuro me poupar de viver momentos de tensão. E foi o que senti assistindo essa peça. E olha que nem mesmo quando eles cantavam "quem tem medo de Virginia Woolf, Virginia Woolf, Virginia Woolf. (repete)" ajudou a melhorar o ânimo.
Não via a hora de ela terminar. E quando isso aconteceu a gente queria sair logo da sala.
Estávamos cansados, deprimidos e pior... Sem entender. Dessa vez não foi só eu. O Zé disse que não entendeu também.
Dizer que não valeu a pena é ser ingrata. Afinal é sempre muito gratificante estar nesse teatro tão imponente e um dos mais belos que conheci. Além de poder ver esses dois artistas consagrados: Daniel Dantas, Zezé Polessa.
Essa peça eu fico no “meio termo”. Indico aos amigos e aos inimigos também!rss


http://www.ingresso.com/rio-de-janeiro/home/espetaculo/teatro/quem-tem-medo-de-virginia-woolf

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Bem vindo mês de "Agosto"

Mês de Agosto chegou.
E vem com tudo!
Não adianta reclamar. Não adianta espernear.
Ele vem pra todo mundo.
Por que não gosto dele? Não sei.
Talvez porque seja um mês de muito vento.
Talvez porque existe um conto que diz que é o mês do cachorro louco.
Também porque dizem que é o mês do desgosto.
Não é por mal. Só sinto que mexe com o meu astral.
E para começar... Levantei do avesso.
Talvez tenha dormido...
Mas tem uma coisa boa. Uma não. Duas.
Aniversário da Letícia e da Adriana.
Isso já alivia um pouco o drama.rss
E para levantar o ânimo (já que não tem outro jeito), para ele eu deixo minhas saudações:
Seja Bem-vindo A-gosto!

Um pouquinho de mim.



Não vivo de elogios. Sou assim.
Portanto, não esperem isso de mim.
Sou chata e egoísta. Deus me perdoe, mas sou assim.
Quem não quer se machucar... Se afastem de mim.
Hoje levantei azeda. Coitada de mim.
Fico insuportável e o dia não tem fim.