segunda-feira, 25 de abril de 2016

Aniversário 80 anos da minha mãe mãe - No buffet

E chegou o GRANDE DIA! Dia de comemorar com estilo o aniversário de 80 anos da minha mãe.
Foi a primeira festa dela, realizado em um Buffet. A decoração ficou linda! Mas olha... Não foi fácil chegar até aqui.
Para nos organizarmos, no dia 08 de março a Eliane criou um grupo no WhatsApp. Ela adicionou os filhos (as) e respectivas esposas (os), afinal, o que decidisse, todos teriam de estar de acordo.
Dizem que o melhor da festa é esperar por ela. No nosso caso, o melhor da festa foi organizar e preparar ela. O grupo bombava. Não lembro por qual motivo, todos foram colocados como administrador do grupo. Inclusive o Henrique. Péssima ideia.rsrs
Eu me perdia nas mensagens. Às vezes não encontrava o grupo, porque o Henrique mudava o nome, o tempo todo. Isso quando não excluía uma pessoa. E depois adicionava.
E no meio dessa confusão a gente se comunicava. A Eliane começou a pedir sugestões de onde fazer a festa. Alugar uma chácara? Um salão? Ou fazer em buffet? A gente também não tinha o dia definido.
Quando a gente encontrava uma chácara, tinha que ver os comes e bebes. Se a gente ia comprar. Ou se ia contratar um buffet itinerante. Salão, a mesma coisa.
Cada ideia que surgia, a gente bombardeava o grupo com fotos, valores, etc. Quem tinha mais disponibilidade ia visitar o local. Fosse ele, chácara, buffet ou salão.
No fim optamos por buffet. Quando encontraram o Giro Loko, já definiram a data. Próximo passo, criar evento no facebook para convidar as pessoas e assim, sabermos direitinho quantos convidados seriam. Enquanto isso, nós começamos a pensar na decoração e lembrancinhas. Chegamos a ir até Pedreira para ter ideias.
A pedido da minha mãe, a Adriana encomendou comida japonesa: salgadas e doces. Tinha que escolher fotos para colocar nas molduras que estavam sobre a mesa. E na porta de entrada. Tinha que ver o vestido. A Adriana saía com a minha mãe e mandava as fotos pra gente dar opinião. Olha, era tanta coisa que não paramos - do dia que criou o grupo - até ontem.
Mas no fim valeu muito a pena. Ficou tudo muito lindo! E gostoso!! Os irmãos da minha mãe vieram todos. A tia Danúzia também veio. O tempo ajudou. Estavam todos muito animados. Minha mãe então... Nem se fala! Parecia uma criança. A gente via no rosto dela o quanto ela estava emocionada e feliz.

Minha mãe com os filhos

Minha mãe com os netos


Olha, foi tudo perfeito. Com essa festa nós nos unimos mais ainda. Depois foi só agradecimento pela dedicação de todos. Cada um fez o que pôde para colaborar.
Foi uma festa inesquecível, que vai ficar para sempre nas minhas lembranças.

sábado, 23 de abril de 2016

Pequenas Doses



"Não era mais uma menina com um livro: era uma mulher com seu amante." 

Clarice Lispector

23/04 - Dia Mundial do Livro

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Intoxicação

Sabe quando você acha que vai morrer? Foi o que achei...
Passei muito mal na noite de Segunda-feira. Tive uma intoxicação. O Zé falou que foi quase um envenenamento. 
Logo que chegamos da academia, fiz o shake. Tomamos shake há vários meses. Ou seja, nada de diferente. Com exceção do leite. O Zé comprou uma marca diferente. Não vou falar o nome para não expor a empresa.
Um pouco mais de uma hora depois eu comecei a sentir um mal estar, que foi evoluindo, evoluindo...
Comecei a ter diarreia e vômito constante. O Zé também começou a passar mal. Mas não sei se, ao ver que eu estava pior, ele se aguentou.
Ele começou a ligar no nosso convênio – que é de Jundiaí, para ver se podíamos ir a algum hospital em Campinas. Ele foi também ao apartamento do vizinho pegar um remédio para tentar parar os vômitos.
Nisso já passava da meia noite. Eu piorando...
A solução foi corrermos para o Pronto Socorro. Em Jundiaí. O Zé foi voando. Não parou em semáforos. Só parava nos acostamentos para eu fazer uma coisa ou outra.
Eu chorava igual uma criança. Achava que ia morrer, pois, no dia anterior tinha ido ao trabalho do Danilo, para vê-lo. E na segunda-feira – na hora do almoço, tinha ido ao trabalho do Bruno para vê-lo.
Será que tinha sido premonição? Pensava. E chorava!
Não. Eu não tinha visto a Letícia. Ah, e tinha a festa de 80 anos da minha mãe. Eu não podia morrer. Ainda não!
Pensava tudo isso enquanto ia ao hospital. Parecia que não chegava nunca. Que desespero!!
Fui atendida logo que cheguei. Diagnóstico: Intoxicação.
Tomei soro na veia.
Detalhe: depois que eu fui atendida, o Zé também passou pelo médico.
Foi até engraçado. Ficamos, os dois tomando soro. Um sentado de frente ao outro.
Mas graças a Deus, tudo terminou bem. Voltamos para casa já estava amanhecendo. 
O Zé chegou a entrar em contato com a empresa fabricante do leite. Até para saber se mais alguém reclamou.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Monte Verde

Já perdi a conta de quantas vezes viajamos para Monte Verde. Hoje o Zé acha perto. Muito perto.
Lembro a primeira vez que fomos. Eu comprei pelo Groupon estadia no hotel Green Village. Isso foi em 2012. O Zé falou que ia alugar carro para ir. Ele achava que a estrada para chegar lá era de terra. A última vez que ele tinha ido não tinha asfalto. Só que o tempo passou. E o asfalto chegou.
Desde então, faz um calorzinho aqui, fugimos para lá. Precisamos de um descanso, vamos para lá. 
E neste final de semana fomos lá, passear. Eu não sei o motivo. Acho que para comemorar a volta da viagem que o Zé fez para o deserto. Ou aniversário de namoro/casamento. Talvez as duas coisas.
Como já conhecemos lá de ponta a ponta, ou seja, passamos sempre pelos mesmos lugares. 
Na estrada entre Camanducaia e Monte Verde, tem a "Parada do Ito". Eu gosto muito de parar um pouquinho ali. As mocinhas que ali trabalham são muito atenciosas. Gostam de conversar. Atendem a gente com muito carinho. Além disso, ali se vende brincos feitos com fio de ouro do Jalapão. E o preço é bom. Então sempre quero ver se tem algum diferente dos que eu já tenho.rsrs
E a novidade dessa vez é que elas fazem um cafezinho fresquinho. 



Como tem sido nas últimas viagens, já vamos direto para a Pousada Village de Minas. E mais uma vez, tivemos sorte. Conseguimos o mesmo quarto. 
Na cidade, uma passeio bem devagar pela rua principal já é de praxe. Uma parada para foto no Chalé do Ito, A compra de sabonetes. Uma parada para tomar café ou almoçar.
Dessa vez fomos conhecer a Fábrica de Chocolates. Lá eu conheci a Prímula (tipo pão de mel). O Zé comprou para eu provar. Uma delícia!





Porém, o intuito principal quando vamos para lá é descansar. Relaxar a mente e o corpo. E quando queremos fazer isso, nossa primeira opção é Monte Verde.

sábado, 9 de abril de 2016

Casamento Pri e Edu

Ontem foi o casamento da minha GRANDE amiga Priscila. Durante um tempo eu acompanhei os preparativos. Depois, como eu saí do escritório, acompanhava pelo blog dela.
Ela me convidou e ao Zé para sermos padrinhos, mas eu achei melhor não. Já viu, a gente não sabe o que o tempo nos reserva. Conheço muitos casais que não sabem por onde andam os padrinhos. Então a aconselhei a convidar parentes. O que ela fez.
Como eu estou provisoriamente de férias, deu para me arrumar tranquilamente. Marquei salão à tarde para arrumar o cabelo e fazer uma maquiagem, bem de leve.
À noite fomos buscar a Rose na casa dela. Chegamos bem adiantados na igreja. Estava tendo missa. Ficamos ali, aguardando o momento. Eu, Zé, Rose e Tânia.

Eu, Rose e Tânia
A cerimônia religiosa foi linda e emocionante. O Eduardo (noivo) suava. Ficamos preocupados, pois, dali do banco a gente tinha a impressão que a qualquer momento ele ia desabar. A Pri estava bem calma.
Após a cerimônia nos dirigimos ao Buffet que era em Paulínia. Um lugar maravilhoso. A decoração, os comes e bebes, tudo de primeira. Tudo muito lindo, emocionante e contagiante.
A Pri é muito criativa e cuidadosa. Ela fez a maioria das coisas. O convite de casamento, o cardápio, os porta-guardanapo, a taça do noivo e da noiva. Isso é o que eu sei. Pode ser que tenha perdido alguma coisa.  
Eu procurei acompanhar cada momento (dos preparativos) dela. Seja conversando pessoalmente, por telefone, whatsapp ou lendo no blog dela, o passo a passo.
Um dia inesquecível. Perfeito!! Pena que passou rápido.


Que Deus abençoe esse casal maravilhoso, que desde ontem começaram a trilhar um caminho, em direção de um mesmo sonho – objetivo.
E viva os noivos!!

terça-feira, 5 de abril de 2016

Aniversário 80 anos da minha mãe - Na casa dela

Ontem minha mãezinha completou 80 anos de vida. Acho que ela pensou que a gente não ia à casa dela, pois, estamos organizando uma festa para o dia 24. Mas, já viu... Nós não dispensamos uma comemoração. A Nilda fez o bolo, mas não foi porque estava mal. Por ser segunda-feira não deu para todos irem. 
Minha mãe com os netos

Felipe, mãe e Duda

Minha mãe com os genros

Minha mãe com os filhos (as)

sábado, 2 de abril de 2016

Um Mundo Brilhante

Título: Um Mundo Brilhante – Novo Conceito Editora, 2012.
Autora: T. Greenwood

Sinopse: Quando o professor Ben Bailey sai de casa para pegar o jornal e apreciar a primeira neve do ano, ele encontra um jovem caído e testemunha os últimos instantes de sua vida. Ao conhecer a irmã do rapaz, Bem se convence de que ele foi vítima de um crime de ódio e se propõe a ajudá-la a provar que se tratou de um assassinato.
Sem perceber, Bem inicia uma jornada que o leva a descobrir quem realmente é, e o que deseja da vida. Seu futuro, cuidadosamente traçado, torna-se incerto, pois ele passa a questionar tudo à sua volta, desde o emprego como professor de História até o relacionamento com sua noiva. Quando a conheceu, Bem tinha ficado impressionado com seu otimismo e sua autoconfiança. Com o tempo, porém, ela apenas reforçava nele a sensação de solidão que o fazia relembrar sua infância problemática.
Essa procura pelas respostas o deixará dividido entre a responsabilidade e a felicidade, entre seu futuro há muito planejado e as escolhas que podem libertá-lo da delicada teia de mentiras que ele construiu.
Esta, enfim é uma história fascinante sobre o que devemos às pessoas, o que devemos a nós mesmos e o preço das decisões que tomamos.

***
Eu comprei este livro porque gostei da capa e da sinopse. Não foi por indicação. 
Há tempos ensaio para ler e só agora, aproveitando que o Zé viajou, fiz isso!
Li rapidinho. Mas não foi porque estava bom demais, ou porque não via a hora de saber o que aconteceria depois. Estava muito maçante, Isso sim. E, uma vez que comecei queria terminar logo. A história até que é interessante, porém, não consegui ficar emocionada (ou tocada) em momento algum. 
E não fui só eu. No dia do café da tarde (no meu apê) a Mayara viu o livro e perguntou se eu já tinha lido. Ela também não curtiu muito.

Quem quiser ler para ver se tem outra opinião...