sexta-feira, 30 de junho de 2017

Reclamando da vida

Hoje cedo, saindo de casa para ir ao trabalho, avistamos uma moradora do prédio da frente passeando com o cachorro. Ela foi moradora do nosso prédio. Pelo que sabemos ela é aposentada. E que é tenente da Policia Militar. Então deduzimos que não deve ganhar mal. Dizem as más línguas que ela não faz nada. Como ela deve ter a minha idade, logo pensei... Que vida boa! E lá no meu íntimo reclamei da minha vida.
Até que...
Entrando no prédio, tem a senhora que faz a faxina no prédio. Ela estava dentro do elevador (passando pano com álcool nas paredes e espelho) e subimos juntas. E como hoje estava programada uma greve geral, falamos sobre os ônibus. Foi quando ela falou que o ônibus dela estava circulando normalmente. Mas, o que me deixou abismada foi o horário que ela pega o ônibus. Ela mora em Sumaré e pega o ônibus das 4h30min. Ela deve ter a minha idade, talvez um pouco mais velha.
Saí do elevador morrendo de vergonha por minutos antes ter reclamado da minha vida. Ingrata eu!  Enquanto ela espera o ônibus eu ainda estou dormindo. Nem ônibus eu pego para chegar ao trabalho. Ela trabalha o dia inteiro em pé. Eu trabalho, sentada. E provavelmente ela deve ganhar menos que eu. E nem por isso ela reclama. Aliás... Ela canta! Isso mesmo. Quantas vezes eu a vejo trabalhando e cantando.
Como posso reclamar da vida, se vejo pessoas que vivem em condições que eu não gostaria de viver, e nem por isso ficam reclamando da vida. Reclamei, confesso! Mas... Minutos depois eu voltei atrás. 

quinta-feira, 29 de junho de 2017

E como ficou a nova morada?

Passados alguns dias da mudança, já está tudo no seu devido lugar. No Sábado (dia 24) colocamos quase tudo que dependia de furar. As estantes dos livros, os armários da cozinha.
O técnico da Net foi ligar a internet no período da manhã. Vocês não tem noção a minha felicidade quando ele terminou e fomos testar. Liguei mais que depressa o computador e coloquei no YouTube para tocar músicas. Eu estava angustiada por não poder ouvir música. E um pouco perdida sem internet em casa. 
Pena que não deu para continuarmos fazendo os furos, porque o Zé teve que ir ficar com a dona Odete das 13h às 18h. Eu fiquei em casa colocando as coisas nos seus devidos lugares. 
No fim do dia, o Fernando e o Bruno passaram no apê. Eu estava começando a colocar os fios da TV e do home. Fiquei feliz! Não sei se ia conseguir ligar tudo certinho. Nunca vi tanto fio na minha vida.rsrs Então, pedi para eles fazerem isso enquanto eu fazia um café. Quando eles mostraram a Netflix funcionando, fiquei mais feliz ainda. 
No Domingo, o Zé fez mais alguns furos. Na terça-feira instalaram a TV. Eu fechei com a SKY um plano que eu recarrego os canais que vou querer assistir. Vamos ver se funciona. E se é bom! 
E para finalizar, ontem foram colocar a cortina da sala e do quarto. E ontem também chegou o CookTop. Agora a única coisa que está faltando é ligar o gás, que vai demorar alguns dias, pois, como tinha contas pendentes, tivemos que pagar primeiro. Então, acredito que até semana que vem, estarei cozinhando. Ou melhor! Que o CookTop estará funcionando.rsrs
E como ficou a nova morada?... O apartamento ficou lindo e aconchegante. Ventilador na sala e quarto. Armários embutidos na cozinha e CookTop. Banheiro com Box de vidro. Também estou muito feliz com a área de serviço, pois, percebi que a roupa está secando mais rápido. E o melhor de tudo, é saber que não precisaremos mais nos preocupar de algum dia, pedirem para a gente sair. Essa tranquilidade não tem preço!
Ah, quanto ao dedo do Zé... Ele foi ontem e hoje ao hospital. Ontem mudaram o curativo. Colocaram tala. E hoje ele passou com um especialista, que disse que ele vai ter que fazer um procedimento – tipo cirurgia. Perguntei se está doendo. Ele disse que não. Ainda bem! 

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Niver Tati

Como estou sem internet em casa, quando cheguei no trabalho ontem, ao ligar o whatsApp, vi que tinha sido incluída em um novo grupo – Quarta-feira (happy). É que na terça tinha sido aniversário da Tati, e a Thuany (filha da Marcelle) agitou de irmos comemorar no bar Lado B (antigo Almanaque) que fica em Barão Geraldo.
Como a Tati é uma das minhas melhores amigas, de cara decidi que ia. Mesmo sendo dia de ir para a academia. Treinar eu treino toda semana. Aniversário da minha amiga é só uma vez ao ano. Avisei o Zé. E combinei com a Tati, se ela ia para casa para se trocar. E foi o que fizemos. Saindo do trabalho, fui esperar ela. Fomos para casa trocar e de lá fomos para o bar.
Chegamos e todos já estavam lá. Amorim, Fabrícia, Mônica, Michele, Thuany e o namorado e um amigo delas de nome João. O bar estava lotado. De quarta-feira é dia de karaokê. Para quem gosta de conversar, não é um bom lugar, porque mal dava para ouvir. Agora, para quem gosta de cantar - e não tem vergonha - é uma "ótima pedida". Eu e a Tati manuseamos o cardápio como quem estava folheando um livro. Por fim, e pra variar pedi uma caipirinha.rsrs E para comer eu dividi uma porção de porpetas com a Tati.
A gente se divertiu muito. A Amorim cantou duas vezes. Ela é muito boa! estava tudo muito bom, mas era quarta-feira. E no dia seguinte era dia de trabalhar, então não deu para ficar muito. E meu marido estava em casa também. Melhor não abusar, né?rsrs De lá a Tati foi dormir em casa. 

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Terceiro dia da mudança: Domingo (18)

No Domingo, após o café, subimos para dar uma geral no apê 53. O Bruno e o Fernando foram pegar o fogão. No  apê 44 ficamos ajeitando o que dava. Não dava muito, porque a maioria das coisas dependia de furar a parede. E isso não podia. Regras de condomínio.
A tarde fomos à dona Odete levar a mala – que guardamos lá. Depois fomos ao Piu Piu comer.
O apê está assim: TV no chão. Home Theater e caixas no sofá. Monitor do computador no rack (onde fica a TV). O teclado nem sei onde está. Os racks dos livros encostados na parede. Os livros em caixas – no chão. Pelo menos decidi o lugar das estantes de CDs e comecei a colocar os CDs nelas. Não terminei. Muitos CDs.rsrs O armário da cozinha está no chão da sala. Além dos quadros e enfeites. Tudo isso espalhado pelo chão. Chega a dar um pouco de aflição. Mas a gente sabe que é por alguns dias. Então dá para aguentar. Acho que o pior está sendo ficar sem TV e internet. O que está em ordem é o banheiro, que não precisou fazer nada. depois o quarto, que só falta colocar o espelho e alguns badulaques nas paredes. Acho que mais um fim de semana e finalizamos. Se Deus quiser.rsrs

Segundo dia da mudança: Sábado (17)

Não acordamos cedo no Sábado. Mesmo sabendo que tinha muito trabalho pela frente. Após tomar café, começamos a carregar o que faltava para baixo. O que não foi muito, porque antes do meio dia, o Zé quebrou o dedo. A gente só tinha conseguido descer o rack da sala e o tapete. E na hora de levar o sofá, o acidente aconteceu.
E foi assim: Colocamos o sofá (de pé) em cima de um suporte que estávamos usando para transportar o que era pesado. Já tínhamos utilizado no dia anterior para descer a geladeira. Como não sou boa em descrever as coisas, achei melhor tirar foto do suporte.

Sofá de pé (sobre o braço) em cima do suporte. Eu empurrando. O Zé na frente direcionando. Na porta do elevador, como tem um degrau, ele teve que levantar o suporte. Ele colocou a mão perto da roda. Ele estava com luvas. Mesmo assim, o estrago foi grande. Só escutei o Zé pedindo para eu esperar (parar de empurrar). Ouvi-o gemendo. Depois ele achou uma brecha entre o sofá e a porta e saiu do elevador. Mostrou o dedo que estava torto e sangrando. Foi para dentro do apê para pegar gelo. Como lembrou que a geladeira já estava no apê 44, desceu pelas escadas. Eu fiquei ali. Com o sofá no meio do elevador, sem saber o que fazer. No fim, empurrei o sofá para dentro do elevador e desci um andar. Saí do elevador, puxei o sofá e o deixei no corredor – perto da porta, e fui ver o Zé. Ele estava deitado no tapete. Coloquei gelo em um saquinho e dei para ele. Enquanto isso liguei para o Bruno, e pedi para ele mandar um UBER em casa, para pegar o Zé e levar ao hospital. Minutos depois o Zé já estava indo ao hospital. Achei melhor colocar o sofá para dentro do apê. Ainda faltava trazer para baixo a escrivaninha do computador, a mesa da sala, a cômoda, o fogão, a máquina de lavar roupa e os armários da cozinha. Como eu sabia que o Zé não ia poder mais ajudar, liguei para o Bruno e perguntei se ele podia vir me ajudar. De novo!
O Zé voltou da Casa de Saúde, onde fizeram os primeiros procedimentos (curativo e raio x) e falaram para ele ir ao Mário Gatti dar continuidade. Almoçamos uma marmita que tinha em casa e ele foi. Enquanto isso eu fiquei descendo o que dava. Gavetas da cômoda. Televisão. Home Theater. Computador. O Zé até que voltou logo. Ele estava transtornado pela dor que tinha sentido e a preocupação por ter quebrado a ponta do dedo e o diagnóstico é de que provavelmente terá que passar por uma cirurgia. Ele também ficou chateado por não poder mais me ajudar. Eu fiquei preocupada, mas não podia parar. Enquanto o Bruno não chegava eu desci o que deu.Ele e o Fernando chegaram início da noite. Descemos tudo que faltava, com exceção do fogão que não ia caber na cozinha, então fiquei de resolver se ia dar para eles. Outro contratempo foi que tiveram que tirar a porta dos dois apartamentos para a mesa passar. Imaginem o barulho. E de noite. Ainda bem que os moradores do prédio são tranquilos. Senão...
Após descermos tudo, e como já passava das 21h, pedimos uma pizza para comer. 

Festa Junina da Família

A festa junina da família foi na casa da Shirlei. Escolhemos dia 16 porque foi o dia que dava para a maioria ir. Eu e o Zé chegamos quase 21h. Todos já estavam lá, com exceção do Danilo que estava trabalhando. Ele chegou minutos depois.
Tinha muita coisa para comer. A Nilda fez caldo de quenga. Uma baita panela. Tinha cachorro quente. Doces. Bolos. Pão de queijo. Pipoca. E mais algumas guloseimas. Não vi direito. Não comi de tudo. Nem dava!rsrs Para beber tinha vinho quente. Chá de gengibre. Refrigerantes e suco. 
Estava tudo enfeitado. Nem perguntei, mas provavelmente a Eliane que decorou. Ela já é expert nesse quesito.rsrs


Mais uma vez, a festa junina da família foi um sucesso. E por fim, acabamos esquecendo a tradicional selfie. Fazer o quê? Nem tudo pode ser perfeito. Isso não quer dizer que não tem fotos. Ah, isso tem!






Primeiro dia da mudança: Sexta-feira (16)

Eu troquei o feriado. Trabalhei na quinta-feira (feriado de Corpus Christi) e descansei na sexta-feira. Descansei mais ou menos. Porque começamos a mudança. Mudamos do 5º andar (apê 53) para o 4º andar (apê 44). E olha; foi correria do momento que o Zé pegou a chave (perto do meio dia), até a hora de ir para a festa junina da família.
A gente tinha que tirar tudo do apê 53 até Domingo, pois, na segunda-feira estava marcada a vistoria. Por isso não dava para enrolar. Assim que o Zé pegou a chave, primeiro ele quis ir para o apê 44 para ver se a chave estava correta. Ele estava tão transtornado porque estava tudo tão enrolado que ele nem acreditou quando pegou a chave. Ele colocou a chave, virou e... A porta abriu. A expressão de felicidade dele é indescritível.
Demos uma olhada geral e saímos para pegar a Silvana, pois, eu tinha combinado de ela vir limpar e ajudar com a mudança. E ela fez isso! Coitada... Ralou. O Bruno também foi ajudar. 
Além de nós, chegou o Davi que contratei para desmontar e depois montar o meu guarda-roupa. Chegou também o rapaz para trocar o filtro de água. E mais no final da tarde chegou o Gerson para tirar o ventilador do quarto e instalar na sala do apê 44. Inclusive ele trouxe e nos vendeu um ventilador, que instalou no quarto.
Foi uma tarde bem agitada. Nesse meio tempo, a Silvana, o Bruno e eu ficamos carregando as caixas e o que dava para baixo. A Silvana até comentou que a sorte era que descíamos com o peso. Pior seria se a mudança fosse para andares acima.
Só parei às 17h30min porque tinha que ir a Discamp comprar os apetrechos para a festa junina. Eu me comprometi a levar canjica. Quando chegamos lá vi que não tinha a canjica pré-cozida. No fim, esticamos a pernada e fomos até o Varejão Oba. Lá era certeza que tinha a canjica. De lá a Silvana foi para a Avenida João Jorge pegar o ônibus e eu voltei para casa. Já estava escuro. Entreguei o doce que o Bruno tinha pedido para eu comprar e ele foi embora para se arrumar. 
Ficamos o Zé, o Gerson e eu. Enquanto isso eu coloquei a canjica para cozinhar. Antes de irmos para a festa junina, ainda descemos o colchão e o Box. Afinal queríamos dormir no apê novo. Imaginem como estávamos no final do dia...

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Mudam-se o Tempos, Mudam-se as Vontades


Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, 
Muda-se o ser, muda-se a confiança: 
Todo o mundo é composto de mudança, 
Tomando sempre novas qualidades. 

Continuamente vemos novidades, 
Diferentes em tudo da esperança: 
Do mal ficam as mágoas na lembrança, 
E do bem (se algum houve) as saudades. 

O tempo cobre o chão de verde manto, 
Que já coberto foi de neve fria, 
E em mim converte em choro o doce canto. 

E afora este mudar-se cada dia, 
Outra mudança faz de mor espanto, 
Que não se muda já como soía. 

Luís Vaz de Camões, in "Sonetos" 

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Egoísmo ou amor?

O Zé cismou que o “santo” dele, com o “santo” da faxineira do trabalho dele “não batem”. Disse que já tentou uma aproximação, e nela concluiu que era só impressão. Ontem, voltou atrás. Mas aí, não acho que é porque o “santo” não bate não. É questão de opinião mesmo. Até porque eu também reagiria como ela. Não que falaria o que ela falou, mas... Penso igual.
Ele me contou o que aconteceu. Disse que ele estava na cozinha, com um colega e a senhora – que estava de costas, fazendo café. Ele e o colega estavam conversando, falando de doenças, etc. Então ele falou que o pai está em uma clínica, sobrevivendo, e que às vezes ele achava que viver assim não é legal, que seria melhor morrer.  Segundo ele, ao dizer isso, a mulher virou “com tudo” olhou para ele dizendo que ele não devia falar isso. E sei lá mais o quê que ela falou. Sei que o Zé, ficou surpreso (e chateado) com a reação dela. Eu não! Eu compreendo...
Falei para ele que quando a gente ama uma pessoa, a gente a quer por perto DE QUALQUER JEITO. Contei para ele um caso. Em 1988, uma colega de departamento, na Sonata - onde trabalhei por um tempo - tinha um irmão que estava em casa a alguns anos, vivendo com a ajuda de aparelhos. Ele tinha sofrido um acidente. A mãe dela quis assim. Na época eu era recém-casada. Não tinha filhos.
E complementei dizendo que, caso aconteça algo com meus filhos (ou outro ente querido) eu faria o mesmo. Ou seja, faria o possível para mantê-la por perto, pelo tempo que fosse necessário. 
Sei que pode parecer egoísmo. Eu penso do outro lado também. Imagino que, se a pessoa tiver consciência, pode desejar morrer. Não sei se isso seria entendido como "Amor" ou Egoísmo"... Complicado, não é? 

terça-feira, 6 de junho de 2017

Você já descobriu qual o seu propósito?

O búfalo foi criado de tal maneira que sua inclinação natural é a de olhar para baixo; o formato de seu pescoço lhe dificulta olhar para cima. Por sua vez, a girafa foi criada de um modo que torna fácil olhar para cima; seu pescoço lhe dificulta olhar para baixo.

As girafas comem folhas dos galhos das árvores. Os búfalos comem grama do campo. Nenhum tem que se tornar semelhante ao outro para comer. Quando observamos os animais e as pessoas ao nosso redor, somos lembrados que fomos criados para um propósito determinado.

Tem pessoas que têm a tendência natural de olhar para cima e ter uma "visão global", enquanto que a outra olha para baixo e se focaliza nos detalhes. Ambas são importantes e nem por isso uma precisa ser melhor do que a outra. Se cada uma fizer o que sabe fazer e da melhor forma, ambas serão felizes.

Texto extraído DAQUI.

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Gilmore Girls - Um ano para recordar

Ontem terminamos de assistir o revival de Gilmore Girls. Foram quatro episódios - um em cada estação, começando no inverno. Eu estava ansiosa para ver como todos estariam após tantos anos. Alguns me chocaram. Outros melhoraram ou pioraram. Não sei vocês, mas eu acho que as celebridades tem por obrigação, cuidar da aparência. Mas 10 anos, às vezes fazem diferença. Eu por exemplo, sou uma que, ou chocaria - ou surpreenderia as pessoas, afinal mudei muito em 10 anos. Em 2007 eu tinha os cabelos curtos e pretos. Não trabalhava. Hoje, sou loira. Estou pesando 10 quilos a mais - e não dizem que estou gorda - então, na época devia estar magra demais. Atualmente trabalho. Fiz faculdade. Mudança quase que radical.
Mas voltando a Gilmore, fiquei chocada com a aparência da Srta.Patty. Ela emagreceu muuuito. Até pensei que tinham substituído a atriz. Mas não! Outra que estava bastante magra é a Emily. Como Richard morreu, subentende-se que o sofrimento tenha contribuído para esse emagrecimento. Aliás, Emily, além de estar bem magra, mudou seu comportamento. Não é mais aquela mulher autoritária, altiva e ativa. Até mesmo a elegância ela foi deixando aos poucos. Como eu comentei na outra postagem sobre essa série, apesar de tudo eu gostava muito dela. Então, não fiquei feliz com as mudanças. E claro, senti a falta de Richard, que foi lembrado muitas vezes por ela e pelas filhas. Outros artistas percebe-se nitidamente que engordaram um pouco. Achamos que Zach que fez o papel do marido da Lane estava bastante envelhecido. Por outro lado, alguns continuaram a mesma coisa, ou ficaram melhores. Quem eu achei que estão mais bonitos: Christopher, Dean, Jess.
Vamos deixar as aparências de lado e falar dos episódios. Tanto no cenário, como no enredo, gostei mais do Outono. Achei que, com a parada, os personagens perderam um pouco a sintonia. Mas isso é de se esperar, afinal nas temporadas anteriores, eles ficaram sete anos atuando juntos - ano a ano. Só o enredo que ficou um pouco a desejar. Alguns foram até entediantes. Tanto que eu cheguei a achar que demorava a terminar. O que não aconteceu nas temporadas anteriores. Quanto as Gilmore: Lorelai e Rory. Elas estão mais desligadas uma da outra. Ainda conversam bastante, mas nem tudo está às claras entre as duas. Lorelai continua perdidona, apesar de estar morando com Luke. E Rory chega aos 32 anos sem trabalho, sem um imóvel, sem um namorado. Decepcionante para quem conviveu com ela desde os 16 anos e viu o quanto ela era esforçada – quase paranóica com os estudos e perspectivas de trabalho. E no fim, ainda faz uma revelação que provavelmente trará continuidade para a série. O que eu considero um erro! Os autores da série deviam deixar os telespectadores com as lembranças boas dos personagens. Minha opinião.rsrs Eu devia torcer pelo retorno, até porque vou sentir saudades das noites em que, não tendo o que fazer, escolhia passar em companhia das Gilmore. Porém, como sabemos... Tudo tem seu tempo. 

domingo, 4 de junho de 2017

Como ter sexo a Vida toda com a mesma pessoa

No palco, Tânia Bondezan interpreta Annetta Poché, sexóloga búlgara formada na Sorbonne, que traz ao público técnicas para a vida sexual dos casais, dando receitas insólitas para superar as diversas crises que acontecem ao longo de anos de convivência e com receitas improváveis, garante como ter sexo a vida toda com a mesma pessoa.
Com sua técnica revolucionária, a sexóloga também ensina manter o fogo de um relacionamento e leva à reflexão sobre sexualidade longe do medo, culpa e vergonha.
Sucesso de público na Argentina, onde também está em cartaz há mais de 10 anos, a história se passa numa conferência, por isso é utilizado data-show e os temas são abordados pelo lado científico, mas traduzidos com humor ao público. (1)
Segundo a produção da peça, a ideia é que plateia possa interagir e se envolver com a apresentação. O texto do espetáculo é uma adaptação da peça da argentina Mônica Salvador e está em cartaz há dois anos no Brasil.
O espetáculo é baseado em estudos com sexólogos, psiquiatras e psicólogos e fala sobre, como diz o título, lidar com um relacionamento a dois. Com piadas e de forma divertida, a sexóloga conta técnicas e dicas para melhorar a vida sexual dos casais. (2)
Fonte (1) 
Fonte (2)
Marcamos presença ontem, em mais uma peça, cortesia do Correio Cult. Sabem onde é a fileira “D”? No corredor. Preocupante. Muito preocupante! Do lado de fora eu e o Zé combinamos que, se caso fossemos abordados pela atriz, diríamos que a gente não era um casal. Vai que depois ela vem com perguntas, tipo: Quantas vezes vocês transam? Ou outras mais cabeludas.rsrs Eu tinha dado uma espiada aqui e ali sobre o conteúdo da peça, por isso a gente estava esperto. Escapamos... A atriz até passou na nossa frente, mas abordou outros casais. A peça é como se estivéssemos em uma palestra. No palco uma poltrona. Uma mesa. E ao fundo uma tela onde eram projetados os tópicos. A Tânia é muito dinâmica. Andava pra lá e pra cá – no palco. Falou o tempo todo. Não sei como conseguem decorar. Atores que fazem monólogos ganham minha admiração por isso! Durante a palestra a gente se reconhece em alguns pontos. E mesmo com um assunto meio polêmico, o público se divertiu. Gostei também de conhecer pessoalmente uma atriz global. Lembro-me da Tânia no papel de mãe do Jacinto na minissérie “Chiquinha Gonzaga”. 

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Meu computador novo

Chegou hoje o computador novo que comprei. A Letícia tirou pra mim, na Agis - empresa que ela trabalha. Eu já estava quase penando pela janela o que a gente tem em casa. Também coitado, é velho pra caramba. O Zé até acha que o problema é a internet. Eu acho que não, pois, ele demora a ligar. Ou para abrir uma pasta. E isso não envolve a internet. O Zé também acha que pode ser vírus. Eu não acho que seja isso, até porque não faz muito tempo que eu o levei para formatar.
Como eu acho que o problema está no computador... Comprei. A Letícia vai levar ele em casa hoje a noite. Aí vamos descobrir onde está o problema. Depois passo aqui para contar se o problema foi resolvido.

Pós-escrito de 28 de junho:
Definitivamente o problema era o computador! Apaixonada pela minha mais nova aquisição. Ele é pequeno, prático e rápido. 

Lion - Uma jornada para casa


Data de lançamento: 16 de fevereiro de 2017 (1h 58min)
Direção: Garth Davis
Elenco: Dev Patel, Rooney Mara, Nicole Kidman
Gêneros: Biografia, Drama, Aventura
Nacionalidades: EUA, Austrália, Reino Unido
Sinopse: Quando tinha apenas cinco anos, o indiano Saroo (Dev Patel) se perdeu do irmão numa estação de trem de Calcutá e enfrentou grandes desafios para sobreviver sozinho até de ser adotado por uma família australiana. Incapaz de superar o que aconteceu, aos 25 anos ele decide buscar uma forma de reencontrar sua família biológica.

Fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-229070/
Fiquei querendo assistir esse filme desde que vi o trailer no cinema. Então, quando vi que o Netflix colocou-o na sua grade, não perdi tempo. Assistimos ontem.
Logo no início, quando somos informados que o filme é baseado em uma história real, fiquei mais animada. Adoro filmes – biografia. Isso eu falo aqui , sem culpa (vai que acham que estou dando spoiler) porque quando falo para as pessoas sobre ele, a maioria diz: _É aquele baseado em fatos reais, não é? Ou seja... Não é novidade para ninguém.rsrs Nessas horas eu penso o quanto sou desligada (ou seria desinteressada?). Já sabia que queria assistir ao filme e não tive a curiosidade de fuçar na internet para saber detalhes. Geralmente só faço isso depois que assisto. Não vou fazer resenha do filme, porque encontrei uma sensacional bem AQUI. Vale a pena darem uma olhada. A única coisa que o Ricardo Farinha esqueceu-se de comentar, é que o Sheru significa Lion (título do filme) e que no final do filme, mostra o verdadeiro Saroo levando a mãe adotiva para conhecer a mãe biológica.
Eu simplesmente amei o filme. Muito emocionante. Ver aquele pobre menino passando pelos apuros que passou, é desesperador. Não tem como não se encantar e “de quebra” chorar. É só olhar o rostinho lindo desse menino que dá um aperto no coração e os olhos lacrimejam. História fantástica! Depois que assisti, estou indicando para todos (os sentimentais) que conheço.