sexta-feira, 2 de outubro de 2020

Os Embalos de Sábado a noite

Olha o filme que eu assisti ontem.rsrs Isso depois de rodar todo o catálogo da Netflix. Não tá fácil encontrar filme atual, que seja bom. Pelo menos para o meu gosto. De uns tempos para cá só sabem produzir filmes de terror, super heróis, drama, suspense... Não curto nada disso. Parece que acabou o humor e o romantismo. Então o jeito é assistir filme antigo.

Título original: Saturday Night Fever

Data de lançamento: 03 de julho de 1978 / 1h 58min

Direção: John Badham

Elenco: John Travolta, Karen-Lynn Gorney, Joseph Cali

Gênero: Musical, Drama, Romance

Nacionalidade: EUA

Sinopse: Tony Manero (John Travolta), um jovem do Brooklyn e um excelente dançarino de disco music, só encontra significado na vida quando dança, pois passar a semana trabalhando em uma loja de tintas não o gratifica de forma nenhuma. Assim ele se perfuma, se veste de um jeito fashion e vai para a discoteca no final de semana. Sob a influência de seu irmão, um padre frustrado, e de Stephanie (Karen Lynn Gorney), sua parceira de dança, começa a questionar a maneira como encara a vida e a limitação de suas perspectivas. Paralelamente Tony vive uma crise amorosa, enquanto se prepara para participar de um concurso em uma discoteca.

Fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-608/

Dei play no filme e o Zé também sentou para assistir. Eu fiquei um pouco perdida, tentando lembrar como eu posso ter ido assistir este filme no cinema. Eu tinha 11 anos quando ele foi lançado. E não estou enganada, achando que o assisti no cinema. Porque fui. Isso eu lembro porque passamos um pequeno vexame. rsrs

Não sei com quem mais eu fui. Mas com a Silvana, certeza, pois foi ela que aprontou. Foi assim: Quando chegamos ao cinema o filme já estava passando. Entramos e estava muito escuro. E estava bem na cena que o John Travolta acorda e enfia a mão dentro da cueca. Imagina aquela tela enorme e a gente quase embaixo dele. Ao ver, a Silvana deu um grito. Continuamos entrando, tateando até encontrar um lugar para sentar. Aos poucos, conforme a vista foi acostumando começamos a ver o quanto o cinema estava lotado. E nos tocamos que todos viram quando entramos, e lógico... Ouviram o grito da Silvana.

Quanto ao filme, não lembrava quase nada. Só das músicas do Bee Gees e as danças. Estranhamos como era forte o racismo contra negros, latinos e homossexuais. Tony sai pela noite com amigos e juntos eles aprontam. Arrumam briga. O banco traseiro do carro que eles andam, é uma verdadeira cama de motel, pois sempre um deles está transando. Tony é o mais sensato. Mesmo assim é estúpido e esnobe com as mulheres. O filme tem cenas de briga, estupro, sexo.

Chega até ser engraçado assistir um filme desses hoje em dia. Tempos em que nada pode. E mais engraçado ainda é que eu lembro somente das coisas lindas: as músicas, as danças, o lindo do John Travolta. Não acredito que ver este filme influenciou os jovens da época a fazerem as coisas erradas que vemos no filme. Graças a Deus ficaram com as coisas boas. Porque até hoje, a coreografia da dança é imitada nos bailes. Coreografia aliás, vimos que era bem fraquinha. Mas, na época... Arrasou.rsrs

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