sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

A Menina que Roubava Livros

Na última quarta-feira, vivi “dois momentos” de grande felicidade.
"O primeiro" foi assistir ao filme “A menina que roubava livros”. Não imaginava que fossem produzir o filme baseado no livro. Até que, quando soube - há alguns meses atrás - fiquei feito boba. Falava pra todo mundo. _Olha que maravilha! Vai estrear o filme tal. Alguns nem sabiam do que eu estava falando.rss Desde esse dia fiquei ansiosa. Não via a hora de ele estrear, o que aconteceu no dia 31 de Janeiro. No fim acabei demorando a ir assistir (já está quase saindo de cartaz) por vários motivos. Um deles é porque queria combinar de ir com aqueles que “sabia”, leram o livro e se tornaram fãs. Provavelmente iriam querer assistir – o Bruno e a Letícia eram alguns deles. Outro motivo é que a expectativa era tão grande que fiquei com medo de me decepcionar. Por último é que andei lendo por aí alguns comentários – críticas - sobre o filme que me desanimaram.  
"O segundo" foi conseguir reunir os filhos para essa programação. São poucas as ocasiões que estamos todos juntos. Natal e Ano Novo são algumas delas. Ultimamente nem nos aniversários estamos conseguindo. Quando não é um, é o outro que tem compromisso. Ou trabalha. Foi difícil, mas conseguimos.
Até chegar ao cinema foi tudo muito corrido. Depois do meu expediente, passei no trabalho do Bruno. No caminho para casa encontramos com a Letícia. Chegando, corre tomar banho, se arrumar. Esperamos o Zé chegar e tomar banho. Saímos de casa passava das 19 horas. O Danilo foi se comunicando com a Letícia. No fim decidiu encontrar com a gente no Shopping.
Chegamos ao shopping faltando 20 minutos para o início da sessão. Enquanto o Zé foi comprar os ingressos (tinha fila) eu e o Bruno fomos comprar os lanches. A Letícia tinha ido ao antigo trabalho dela pegar um dinheirinho – diferença de acerto de contas.
Engolimos o lanche enquanto esperávamos o Danilo. Acredita que eu me esqueci de comprar lanche pra ele? Também, as informações se ele estava realmente indo nos encontrar estavam tão confusas que cheguei a pensar que ele não ia.
Comendo
Entrando no cinema
 Entramos na sala alguns minutos antes da sessão começar. Sentamos de um jeito, e ao começar o filme, mudamos. O Nilo na ponta, do lado a Letícia, o Bruno, eu e o Zé. Coitado... O Bruno ficou no meio das duas choronas.rss
Segundo ele, o filme começou e a Letícia já começou a chorar. Eu chorei mais no final.
Bom, o filme, apesar de ter tido cenas cortadas do livro, o que é óbvio, foi muito parecido com tudo que tinha lido. Os personagens, cada um interpretou o papel com muita perfeição. Ouvi comentários sobre a escolha da atriz que interpretou a Liesel. Que ela era muito gordinha pra quem passava fome. Que ela era isso. Que ela era aquilo. Eu não achei nada disso. Apaixonei-me – mais uma vez – por ela.
Não vou falar muito sobre o filme. Aconselho quem quer que seja que passar por aqui que assista ao filme. Também sou muito detalhista, se começar a falar acabo contando o final.rss
Melhor ainda, se puderem ler o livro. Não tem como não se apaixonar.
Só para constar. Quando li o livro pela primeira vez, tinha pegado emprestado. Gostei tanto que comprei para mim. Li novamente. Assistir ao filme foi só para constatar o quanto a história é tocante, marcante, emocionante, apaixonante. Quem ler. Quem ver. Não vai se arrepender.
Final da história... Letícia com a cara inchada. O Danilo que disse não ter entendido o filme. O Zé pensativo e dizendo ter gostado. O Bruno e eu criticando quem criticou o filme.rss
Após o filme

Abaixo um pouco sobre o filme relatado por Meire Kusumoto da Veja-cinema.

A Menina que Roubava Livros, o filme, começa em 1938 na Alemanha, mostrando Liesel Meminger (Sophie Nélisse), uma garota deixada pela mãe comunista, que precisa fugir do avanço nazista. Ela é adotada pelo casal alemão Hans (Geoffrey Rush) e Rosa (Emily Watson). No caminho para a nova casa, Liesel se depara com a morte pela primeira vez: seu irmão mais novo não resiste à viagem de trem. Durante o enterro, feito à beira da ferrovia, um dos coveiros deixa cair no chão um manual da sua profissão e é prontamente resgatado pela menina, que, em vez de devolver, toma para si o pequeno volume, mesmo sem saber ler.
Após sofrer bullying na escola por ser iletrada, ela pede a Hans que a alfabetize. A dupla usa o manual como cartilha e Liesel logo apresenta progresso. Ela rouba então o seu segundo livro, de forma mais ousada: resgata um volume de uma das fogueiras feitas para queimar obras consideradas subversivas por Adolf Hitler e o Partido Nazista. Outros livros serão roubados da mulher do prefeito, Ilsa Hermann, que abre as portas de sua ampla biblioteca para Liesel. Na vizinhança, a menina tem um amigo, Rudy (Nico Liersch), garoto divertido e dado aos esportes que sonha em ser como Jessie Owens, o americano negro que se destacou nas Olimpíadas de Berlim de 1936, em plena Alemanha nazista, ao receber quatro medalhas nas provas de atletismo. A tranquilidade vivida por Liesel na casa de Hans e Rosa é abalada, como não poderia deixar de ser, pelo estouro da Segunda Guerra Mundial. Além da tensão que a família compartilha com os vizinhos durante ataques aéreos e outros momentos, o trio se vê em situação delicada quando passa a esconder em sua casa o judeu Max (Ben Schnetzer), filho de um soldado que havia salvado a vida de Hans durante a Primeira Guerra Mundial.

Fonte:http://veja.abril.com.br/noticia/celebridades/a-salada-de-temas-em-a-menina-que-roubava-livros 
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