sexta-feira, 23 de maio de 2014

Um Réquiem para Antônio

Na última sexta-feira fomos ao Teatro Brasil Kirin, que fica no Shopping Iguatemi Campinas assistir a peça “Um Réquiem para Antônio”.
Mais uma vez ganhamos ingressos do Sérgio e da Karen. A dívida com eles está aumentando.rss
Bom, eu não sabia o que era réquiem, muito menos quem era Antônio. Mas quando a Karen ligou perguntando se eu queria os ingressos, já falei que sim. Em seguida mandei e-mail para o Zé dizendo que a gente tinha compromisso para a noite.
O Zé além de confirmar que iríamos, procurou a sinopse da peça e me enviou.  Bom, eu já sabia o que ia ver. Uma peça sobre Mozart e... Um invejoso!
Chegamos do trabalho, tomamos banho e fomos ao Sérgio pegar o RG. Nem deu tempo de subir pra brincar um pouco com a Dudinha. Ela desceu com o Sergio e a Milly. Ganhei presentes dela – uma boneca (dela) com acessórios e algumas folhas de sulfite, uma tinha algo parecido com um rosto. rss Guardei todos com muito carinho!
Chegamos ao Shopping ainda não eram 20hs. Pegamos os ingressos e fomos jantar.
Quando as portas do teatro abriram já fomos nos assentar. Ficamos na fileira K.
Ficamos admirados quando entramos. O ambiente estava iluminado com uma luz baixa, tocava uma música suave. Uma nuvem de fumaça pairava no ar com um aroma de incenso. No palco, já com as cortinas abertas, o cenário já estava montado. E nele podíamos ver um piano, uma mesa de bilhar, uma mesa no centro, um espelho, poltronas. Ficamos maravilhados com tudo.

Sinopse da peça:
Com texto de Dib Carneiro Neto, direção de Gabriel Villela e atuação de Claudio Fontana e Elias Andreato, “Um Requiém Para Antônio” traz na narrativa a história sobre a inveja que o compositor italiano Antônio Salieri tinha da vida e da obra do compositor austríaco Wolfgang Amadeus Mozart.
O trabalho realizado por Villela traz para as encenações um Salieri sombrio, confuso e frágil em contraponto um Mozart gozador e confiante, e durante as cenas os personagens trazem para o palco um embate de ego. Os atores usam narizes de clown e figurinos que imprimem o arquétipo dos protagonistas.
Chegou o momento em que as luzes se apagaram. Depois acendeu só no palco e então vimos os atores. Estavam todos ali. Um homem sentado ao piano começou a tocar e assim foi até o final da peça. Cada um começou a desenvolver o seu papel no enredo. Primeiro conhecemos Salieri. Depois Mozart. Na verdade eu demorei pra caramba para descobrir que se tratava de Mozart. Eu não conhecia a fama dele. Aliás, não sabia (quase) nada dele. Só que foi um grande músico. Cochichei no ouvido do Zé. _Ele é o Mozart? E ele confirmou. Tinha também duas mulheres que cantaram muito. O Salieri tinha “falas” enormes. Não sei como consegue decorar. E a risada do Mozart! O que era aquilo Senhor? Confesso que nunca tinha ouvido algo parecido antes. Todos, sem exceção interpretaram maravilhosamente bem!
Desde o início o Zé e eu nos perguntávamos. O que é réquiem? Em que momento a gente vai ficar sabendo o que isso? Com paciência e prestando atenção, descobrimos no desenrolar do enredo. Pelo menos não precisamos apelar para o Google.rss
Adoramos a peça, tanto que saímos de lá interessados em conhecer um pouco mais da história de Mozart e Salieri.
Interessante que quando vimos que o teatro estava lotando, estranhamos. Essa era uma peça que nós não iríamos, se não fosse por ter ganhado os ingressos. Depois que assistimos pudemos comprovar que, o enredo, figurino, atores, trilha sonora... Foi tudo muito bem elaborado e de bom gosto! Valeu a pena! Recomendo!!

PS. Gostamos tanto que no dia seguinte, o Zé alugou o filme Amadeus - comentarei um pouco sobre ele em outra postagem.
Depois do filme a vontade era de voltar no teatro e rever a peça.rss

Fonte: http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2014/05/peca-um-requiem-para-antonio-tem-estreia-em-teatro-de-campinas-sp.html
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