segunda-feira, 19 de junho de 2017

Segundo dia da mudança: Sábado (17)

Não acordamos cedo no Sábado. Mesmo sabendo que tinha muito trabalho pela frente. Após tomar café, começamos a carregar o que faltava para baixo. O que não foi muito, porque antes do meio dia, o Zé quebrou o dedo. A gente só tinha conseguido descer o rack da sala e o tapete. E na hora de levar o sofá, o acidente aconteceu.
E foi assim: Colocamos o sofá (de pé) em cima de um suporte que estávamos usando para transportar o que era pesado. Já tínhamos utilizado no dia anterior para descer a geladeira. Como não sou boa em descrever as coisas, achei melhor tirar foto do suporte.

Sofá de pé (sobre o braço) em cima do suporte. Eu empurrando. O Zé na frente direcionando. Na porta do elevador, como tem um degrau, ele teve que levantar o suporte. Ele colocou a mão perto da roda. Ele estava com luvas. Mesmo assim, o estrago foi grande. Só escutei o Zé pedindo para eu esperar (parar de empurrar). Ouvi-o gemendo. Depois ele achou uma brecha entre o sofá e a porta e saiu do elevador. Mostrou o dedo que estava torto e sangrando. Foi para dentro do apê para pegar gelo. Como lembrou que a geladeira já estava no apê 44, desceu pelas escadas. Eu fiquei ali. Com o sofá no meio do elevador, sem saber o que fazer. No fim, empurrei o sofá para dentro do elevador e desci um andar. Saí do elevador, puxei o sofá e o deixei no corredor – perto da porta, e fui ver o Zé. Ele estava deitado no tapete. Coloquei gelo em um saquinho e dei para ele. Enquanto isso liguei para o Bruno, e pedi para ele mandar um UBER em casa, para pegar o Zé e levar ao hospital. Minutos depois o Zé já estava indo ao hospital. Achei melhor colocar o sofá para dentro do apê. Ainda faltava trazer para baixo a escrivaninha do computador, a mesa da sala, a cômoda, o fogão, a máquina de lavar roupa e os armários da cozinha. Como eu sabia que o Zé não ia poder mais ajudar, liguei para o Bruno e perguntei se ele podia vir me ajudar. De novo!
O Zé voltou da Casa de Saúde, onde fizeram os primeiros procedimentos (curativo e raio x) e falaram para ele ir ao Mário Gatti dar continuidade. Almoçamos uma marmita que tinha em casa e ele foi. Enquanto isso eu fiquei descendo o que dava. Gavetas da cômoda. Televisão. Home Theater. Computador. O Zé até que voltou logo. Ele estava transtornado pela dor que tinha sentido e a preocupação por ter quebrado a ponta do dedo e o diagnóstico é de que provavelmente terá que passar por uma cirurgia. Ele também ficou chateado por não poder mais me ajudar. Eu fiquei preocupada, mas não podia parar. Enquanto o Bruno não chegava eu desci o que deu.Ele e o Fernando chegaram início da noite. Descemos tudo que faltava, com exceção do fogão que não ia caber na cozinha, então fiquei de resolver se ia dar para eles. Outro contratempo foi que tiveram que tirar a porta dos dois apartamentos para a mesa passar. Imaginem o barulho. E de noite. Ainda bem que os moradores do prédio são tranquilos. Senão...
Após descermos tudo, e como já passava das 21h, pedimos uma pizza para comer. 
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