sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Bem-Vindo estranho


Sinopse: “Bem-Vindo, Estranho” tem sua narrativa situada em Londres e retrata a conturbada relação de Jaki e Elaine, mãe e filha de classe trabalhadora. A dinâmica do espetáculo é ditada pela alternância de afeto e calor humano genuínos, com a maquiavélica e implacável manipulação à qual Jaki submete a filha, uma jovem advogada. O cotidiano das duas se complica à medida que Elaine obtém a absolvição de Joseph, acusado de ter assassinado a namorada e, apaixonada por ele, o traz para viver no claustrofóbico apartamento que divide com a mãe. Momentos de drama intenso e absorvente se alternam com pitadas de leveza, humor e sensualidade. Em paralelo, ficam claros os jogos intrínsecos às relações humanas. Até que ponto receber um estranho em casa pode abalar uma relação de confiança? Com cenário do renomado J.C. Serroni e inspirado na estética noir que sugere o texto, o diretor Murilo Pasta cria uma atmosfera densa de suspense e lirismo que deságua num coquetel explosivo de desejos incontroláveis cujas consequências são devastadoras.
Gênero: Drama
Elenco: Regina Duarte, Kiko Bertholini, Mariana Loureiro
Direção: Murilo Pasta

Fonte: http://www.ingresso.com/campinas/home/espetaculo/teatro/bem-vindo-estranho

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Pós-escrito de 23/11/2014
Nós tínhamos visto essa peça em cartaz e não nos interessamos, principalmente quando vimos que se tratava de um drama. Ah, na boa. De drama já basta a nossa vida! Mesmo assim participamos da promoção do Correio Cult. E para a nossa sorte... Ganhamos.
Ficamos felizes, afinal, seria a grande oportunidade de conhecer a Regina Duarte.
A peça foi no Sábado, dia 07/11/2014 às 21:00 no Teatro Brasil Kirin - Shopping Iguatemi. Ficamos na fileira M, assentos 16 e 17.
Assisti à peça inteira - um pouco - receosa. Com um pouco de medo. Confesso!
Logo no início, quando Joseph chega ao apartamento, Jaki o cumprimenta dizendo: Bem-vindo estranho. Por isso o nome da peça. Pensei. Porém, a meu ver, todos eram estranhos, pois, no início eu desconfiava de Joseph. Sentia pena de Elaine. E ficava com raiva das atitudes de Jaki. Passado um pouco eu já sentia pena de Joseph. Raiva de Elaine e desconfiava de Jaki. 
Uma peça muito envolvente, e com um final surpreendente.
Eu subestimei a peça e, ao contrário do que li aqui onde diz que o trio de atores não consegue "emprestar a densidade psicológica exigida pelos personagens", eu achei que não fosse por eles, talvez o desenrolar da história e principalmente seu final, não ficasse tão impactante! Vale a pena assistir. 
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