domingo, 6 de setembro de 2015

Rio de Janeiro

No Sábado, dia 29 de Agosto, eu fui para o Rio de Janeiro. Não foi de carro, nem de avião. Foi de ônibus... Excursão!  O último passeio que fiz de excursão foi para Campos do Jordão, em Agosto de 2011.
Eu já fui ao Rio de Janeiro antes. Em 2012, com o Zé, e de avião. Não tivemos sorte, pois choveu o tempo todo. Sendo assim, não fomos ver o Cristo, nem o Pão de Açucar. Fui lá dormir.rss
Sobre essa excursão, ouvi a Eliane e Silvana comentando. Foi no dia dos pais – na casa da minha mãe. Quando soube que era de excursão fiquei animada, e pedi para a Eliane ver se tinha mais lugar. Durante a semana ela me avisou que tinha mais lugar, então eu pedi para reservar um para mim.
Então fomos... Eu, a Silvana, a Eliane, a Sueli – tia do Gabriel, a Meiri e o Matheus – noivo dela. A Meiri é amiga da Eliane. Professora de Pilates.
O ônibus saiu do Bairro Vila Padre Anchieta, e passou para nos pegar em frente ao Hotel Ibis. Saímos às 00:05hs. O ônibus da Transbrasil – semi-leito. Ficamos no andar superior. Como estava muito frio, fiquei feliz quando vi que tinha uma cobertinha (daquelas de avião) e um micro travesseiro em cada poltrona. Eu peguei a poltrona 14 - janela. A Silvana ficou com a poltrona 13.
Passamos um pouco de frio, mas deu para dormir um pouco. Chegamos no Rio as 7 horas. Até chegar na praia de Copacabana já era quase 7 e meia. Muitas obras na cidade.
Descemos do ônibus e já fomos direto comprar o ingresso para ir ao Corcovado. Ficamos 10 minutos esperando a bilheteria abrir.
Estávamos bastante animados. O tempo estava nos ajudando. Apesar de ter chovido no dia anterior, não tinha previsão de chuva para o Sábado. O céu tinha algumas nuvens, mas estavam se dissipando. No sol estava quente. Na sombra a gente sentia muito frio. E assim foi o dia inteiro.
Conhecemos o Cristo, que é lindíssimo. Fiquei encantada, emocionada de ver tamanha beleza. Foi um barato. A gente olhava para ele, e com as nuvens brancas se mexendo atrás, a impressão que tínhamos era que ele estava se movendo. Uma imagem indescritível!! Sem falar que a visão que temos lá de cima é fantástica.
Depois do Cristo pegamos a van de volta para Copacabana. Ali chegando fomos pegar o ônibus que nos levaria até o Pão de Açucar.
No Pão de Açucar, a princípio ficamos frustrados. Ficamos no meio do bondinho, então não conseguimos ver nada. Achamos também muito rápido. Como eu estava achando que ia ter muito medo, não deu tempo nem de eu me tocar que estava subindo.rss
Depois eu fiquei inconformada, pois lá de baixo eu via que ele iria até o topo e paramos no meio. Como assim? Não vamos até lá em cima?
Sabe o que é? Ninguém nos avisou que tínhamos que pegar outro bondinho para chegar ao topo. Depois de rodarmos ali na primeira parada, fomos nos trocar e descobrindo que tinha outro bondinho até o topo fomos pegá-lo.
Como já estávamos espertas, ao entrar corremos para os cantos. E assim pudemos ver a paisagem.
Vimos o que tínhamos que ver e partimos pegar o ônibus de volta à Copacabana. A gente estava meio ansiosa para ir para a praia. Eu não sei por que. Afinal eu não curto água de mar e sol.
Por volta das 14hs já estávamos na praia. Pagamos os 10 reais (e tinha que ser adiantado) da locação do guarda-sol e nos ajeitamos na areia.
Primeiro esperamos a Meiri e o Matheus irem comer. Depois, quando eles voltaram fomos comer. Preferimos comer lanche no Bob’s.
Ninguém entrou na água, pois estava imprópria. Agora não sei se é porque o mar estava bravo. Ou se era porque estava poluído. Enfim, ficamos mais um pouco na areia, depois fomos caminhar pelo calçadão que estranhei... Estava pouco movimentado, apesar dos eventos do dia seguinte - a XIX Meia Maratona Internacional do Rio 2015 e da semana seguinte - o torneio de vôlei de praia. E por ali ficamos... Passeando no calçadão e atravessando a rua o tempo todo.rss Passeamos na feirinha e ao anoitecer, já cansados ficamos esperando o ônibus, em frente ao Copacabana Palace.



O ônibus saiu +/- as 20h30min. Estava todo mundo quebrado. Tanto que na parada, desceu meia dúzia de pessoas. Eu era uma delas.
Chegamos em Campinas passava das três e meia da madrugada.
Quando eu entrei em casa, não sabia o que fazia primeiro. Tomava banho. Bebia leite. Ou tomava remédio para dor de cabeça – e corpo.rss
Resumo geral: Foi uma viagem maravilhosa. Para combinar com a cidade, que realmente é maravilhosa! O pessoal bastante animado. O tempo que contribuiu para que pudéssemos vislumbrar as paisagens. O único fato desagradável foi que furtaram a mochila da Silvana. Isso aconteceu quando fomos comer e deixamos as bolsas na areia, aos cuidados da Meiri e do Matheus. Em algum momento eles se distraíram e não perceberam a ação do ladrão. Mas dos males, o menor. A mochila da Silvana é a que tinha objetos de menor valor. Não precisou nem fazer boletim de ocorrência, pois o documento e cartão do banco estavam em segurança.
E ainda não foi dessa vez que o carioca desfez a impressão de "má vontade" para com os turistas. Eu acho eles sem paciência, principalmente para explicar como chegar em algum lugar. às vezes, quando explicam, fazem isso errado. 
Não foi por acaso que apanhamos para saber qual o ônibus que nos levaria até o Pão de Açucar. E depois para voltar, se estávamos no caminho certo. Motorista e cobradora mal educados. 
Mas não são todos mal humorados não. Duas figuras mostraram o outro lado. Um gari muito de bem com a vida e com o seu trabalho, e um motorista de táxi que tem ponto em frente ao Copacabana Palace. Os dois foram muito atenciosos.
Como eu nunca tive “sonho” de ir ao Rio de Janeiro, nem de conhecer o Cristo e o Pão de Açucar (tanto que não fiquei nem um pouco com remorso de ter ido em 2012 e não ter podido conhecê-lo), confesso... Fiquei maravilhada com tudo que vi. 

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