sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Grease, Nos Tempos da Brilhantina

Sábado passado quando passeamos na feira hippie do Centro de Convivência, vi na porta do teatro um banner da Campanha de Popularização do Teatro.

Mais tarde, em casa, entrei no site da Prefeitura de Campinas para ver as atrações. Separei umas quatro, entre elas essa que fomos ontem. 

Zé comprou os ingressos na terça-feira. Para o de ontem, e para o que vamos no domingo. Queria ver a Nany People também, que vai ser dia 07 de fevereiro, mas ele disse que já estavam esgotados. Pagou R$ 10,00 em cada ingresso (por ser antecipado) e os lugares não são marcados. Ou seja, precisa chegar antes para pegar um lugar bom.

Durante o dia o Zé viu que tem uma padaria na rua do teatro, e falou de nós irmos até ela. Para comermos alguma coisa antes do espetáculo. Então ele me pegou no trabalho e fomos. A padaria não é muito grande, mas é bem estruturada. Logo que a gente entra, à direita tem o Cantinho do Café. Na lateral direita um balcão comprido que é a lanchonete e no fundo, o balcão onde vende os pães, bolos, doces e frios. Nos sentamos e pegamos o cardápio. Eu comi um “X-salada” e o Zé um “lanche americano”.


Terminamos de comer e como não era nem 19h, fiquei dentro do carro comendo a sobremesa (torta de limão). Comendo e de olho na portaria do teatro. Quando vi que abriram e o pessoal começou a entrar, fomos para lá.





Ficamos aguardando no saguão por uns 10 minutos e quando foi 19h30, abriram as portas do teatro. Enquanto o Zé entrou, eu fui para o banheiro. Ele conseguiu assentos de onde tínhamos uma boa visão do palco.


Ficamos surpresos porque tinha bastante gente. Não lotou, mas já vimos aquele teatro mais vazio. Talvez porque a peça é conhecida, atraiu bastantes telespectadores.

Acho que todo mundo conhece a história do filme Grease, então dispensa maiores comentários. Como eu e Zé assistimos anos atrás o musical em um teatro de São Paulo (veja aqui), não teve como não deixar de perceber as diferenças em tudo. Nos artistas. No figurino. No cenário. Na falta de recursos. Eles não usavam aqueles microfones que ficam presos no rosto, então quando eles ficavam mais para o fundo do palco, a gente quase não os ouvia. Em algumas cenas ou falas, eu olhava para o Zé, ele para mim e eu falava:"Olha quanto pagou no ingresso. Não pode querer comparar." Mas, no fundo a gente comparava. Não tinha como. 

Gostamos bastante da atriz que interpretou a Frenchy. Uma gracinha e talentosa. Leva jeito! Outra que arrancou aplausos foi a que interpretou a Rizzo. Cantou muito bem. Foi um espetáculo bom. O ator que fez o papel do radialista, muito engraçado. Na volta do intervalo (sim, teve intervalo) ele entrou onde nós estávamos e nos ensinou uma coreografia bem legal, que não vou saber explicar. Malemá consegui fazer com ele.rsrs


No final, sob aplausos, entrou no palco o produtor da peça e o diretor do Teatro Ceart, que agradeceu a todos. Ele contou que eles são de Paulínia e que os atores são alunos. Inclusive ele fez o convite para quem quiser estudar teatro. Ou seja, por serem alunos (e nessa hora eu fiquei com vergonha um pouco pelas comparações), os atores mandaram muito bem. Se continuarem ensaiando e se dedicando... Muitos deles serão grandes astros e estrelas. 


quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Trilha sonora (novelas) - Mandala: A Paz

Hoje eu estava lendo o devocional Café com Deus Pai, que ganhei de presente de Natal do Victor. A passagem bíblica é aquela da tempestade no mar em que os discípulos ficam apavorados e Jesus está dormindo, de tão calmo. Junior Rostirola fez uma reflexão e nos deixou a Palavra-Chave do dia:  PAZ. E sei que não tem nada a ver, mas veio na minha mente a música A PAZ cantada pela Zizi Possi. Não sei se você conhece. É uma música bem gostosa. Não conheço bem a letra, mais o comecinho, que diz assim: "A paz, invadiu o meu coração | De repente me encheu de paz". Bonita, não achou?

E assim pesquisei na internet para ver se ela foi trilha de alguma novela e sim; ela foi trilha sonora da novela Mandala. Sendo assim, a 91ª música da “Trilha Sonora – Novelas” é A Paz, composição de Gilberto Gil e João Donato, interpretada na lindíssima voz da Zizi Possi. Na novela a música foi tema da Letícia (Lúcia Veríssimo) – Filha de Flora (Aracy Cardoso) e namorada de Édipo (Felipe Camargo), loucamente apaixonada por ele, a quem se entrega sem reservas, deixando-se envolver por sua magia. Deixa Brasília rumo ao Rio de Janeiro com o namorado e passa a trabalhar na filial da empresa onde estava empregada em Brasília.

A música AQUI!

Autoria: Dias Gomes | Colaboração: Marcílio Moraes e Lauro César Muniz | Direção: Ricardo Waddington, José Carlos Pieri e Fábio Sabag | Direção-geral: Ricardo Waddington | Direção executiva III: Roberto Talma | Supervisão: Daniel Filho | Período de exibição: 12/10/1987 – 14/05/1988 | Horário: 20h30 | Nº de capítulos: 185

Mandala foi inspirada na tragédia Édipo Rei, de Sófocles, e ressaltou a luta do homem contra seu próprio destino.

A trama é ambientada no Rio de Janeiro e é composta de duas fases: renúncia de Jânio Quadros, em agosto de 1961, e a Campanha da Legalidade, organizada para assegurar a posse de João Goulart. Nesse contexto, são apresentados os personagens Jocasta (Giulia Gam/Vera Fischer) e seu pai, o militante comunista Túlio (Gianfrancesco Guarnieri). Jocasta está com 18 anos e é estudante de Sociologia. Também é filiada ao Partido Comunista Brasileiro e participa ativamente da campanha legalista ao lado do pai e de outros companheiros. Além do amor pela política, Jocasta é apaixonada por Laio (Taumaturgo Ferreira/Perry Salles), um rapaz de 25 anos, alienado, que estuda Psicologia. O jovem é místico e não dá um passo sem consultar seu secretário e guru Argemiro (Marco Antônio Pâmio). Jocasta engravida de Laio, como de costume, ele recorre a Argemiro sobre o futuro da gravidez da amada. Os búzios mostram que a criança será um menino que irá odiá-lo e que terá uma relação amorosa com a mãe. Assustado com as palavras do guru, ele some com o bebê.

Fonte: Memória Globo 

Outra postagem dessa novela:

O Amor e o Poder - Rosana

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

A dois passos do paraíso

Estava na academia, fazendo o alongamento e começou a tocar a música “A dois passos do Paraíso”, canção da banda Blitz. E é claro, comecei a cantar, pois é uma música que gosto demais e conheço a letra de cor e salteado. Principalmente a carta. E comecei a narrar a carta. A Aninha – nossa instrutora – que estava ao meu lado, ficou admirada de ver que eu sabia a letra. Mas é comum quando uma pessoa gosta muito de uma música, decorar a letra, não é? Ou será que ela ficou surpresa porque ela não conhece a música? Confesso que até eu fico impressionada por eu saber, pois vou falar... Hoje em dia não decoro mais nada. Por isso quando começa a tocar alguma que sei, coloco a cabeça e a garganta para funcionar e saiam de perto.rsrs

AQUI, a música!

Compositores: Evandro Mesquita / Ricardo Barreto

Data de lançamento: 1983

Artista: Blitz

Álbum: Radioatividade

Letra

Longe de casa
Há mais de uma semana
Milhas e milhas distante
Do meu amor
Será que ela está me esperando
Eu fico aqui sonhando
Voando alto
Vou perto do céu

Eu saio de noite
Andando sozinho
Eu vou entrando em qualquer barra
Eu faço meu caminho
O rádio toca uma canção
Que me faz lembrar você
Eu, eu fico louco de emoção
E já não sei o que vou fazer

Estou a dois passos do paraíso
Não sei se vou voltar
Estou a dois passos do paraíso
Talvez eu fique, eu fique por lá
Estou a dois passos do paraíso
Não sei por que eu fui dizer bye, bye

Bye bye baby bye bye

A radioatividade leva até vocês
Mais um programa da série a série
"Dedique uma canção a quem você ama"
Eu tenho aqui em minhas mãos uma carta
Uma carta de uma ouvinte que nos escreve
E assina com o singelo pseudônimo de
"Mariposa apaixonada de Guadalupe"
Ela nos conta que no dia que seria
O dia do dia mais feliz de sua vida
Arlindo Orlando, seu noivo
Um caminhoneiro conhecido da pequena
E pacata cidade de Miracema do Norte
Fugiu, desapareceu, escafedeu-se
Oh! Arlindo Orlando, volte
Onde quer que você se encontre
Volte para o seio de sua amada
Ela espera ver aquele caminhão voltando
De faróis baixos, e para-choque duro
Agora uma canção
Canta pra mim
Eu não quero ver você triste assim

Bye bye, baby, bye bye

Estou a dois passos do paraíso
E meu amor vou te buscar
Estou a dois passos do paraíso
E nunca mais vou te deixar
Estou a dois passos do paraíso
Não sei por que eu fui dizer bye, bye

domingo, 25 de janeiro de 2026

O caçador de pipas

Este é um romance emocionante, envolvente, que nos cativa logo nas primeiras páginas. O caçador de pipas é uma narrativa insólita e eloquente sobre a frágil relação entre pais e filhos, entre os seres humanos e seus deuses, entre os homens e sua pátria. Uma história de amizade e traição, que nos leva dos últimos dias da monarquia do Afeganistão às atrocidades de hoje. 

Sinopse: Amir e Hassan cresceram juntos, exatamente como seus pais. Apesar de serem de etnias, sociedades e religiões diferentes, Amir e Hassan tiveram uma infância em comum, com brincadeiras, filmes e personagens. O laço que os une é muito forte: mamaram do mesmo leite, e apenas depois de muitos anos Amir pôde sentir o poder dessa relação. 

Amir nunca foi o mais bravo ou nobre, ao contrário de Hassan, conhecido por sua coragem e dignidade. Hassan, que não sabia ler nem escrever, era muitas vezes o mais sábio, com uma aguda percepção dos acontecimentos e dos sentimentos das pessoas. E foi esse mesmo Hassan que decidiu quem Amir seria, durante a batalha da pipa azul, uma pipa que mudaria o destino de todos. No invade 1975, Hassan deu a Amir a chance de ser um grande homem, de alterar sua trajetória e se livrar daquele enjoo que sempre o acompanhava, a náusea que denunciava sua covardia. Mas Amir não enxergou sua redenção.

Muito depois de desperdiçada a última chance, Hassan, a calça de veludo cotelê marrom e a pipa azul o fizeram voltar ao Afeganistão, não mais àquele que ele abandonara há vinte anos, mas ao Afeganistão oprimido e destruído pelo regime Talibã. Amir precisava se redimir daquele que foi o maior engano da sua vida, daquele dia em que o inverno foi mais cruel. 

Editora Nova Fronteira - 2003 - 365 páginas.

Comecei a ler esse livro na noite da terça-feira, dia 06. Terminei hoje! Quis ler o livro antes de outros que estão esperando a vez, porque assisti ao filme (comentei sobre o filme aqui!).

Queria ler para comparar os dois. Eu acho que eu já li o livro, mas não tenho certeza, uma vez que não tenho postagem sobre isso.

No livro como era de se esperar, tem mais detalhes e cenas, do que o filme. E alguns personagens também. Vou citar alguns:

No filme quando Amir e Baba estão fugindo de Cabul, vemos eles no caminhão, onde o guarda quer ter uns minutos com uma mulher que estava entre os fugitivos. E Baba intervém, quase perdendo a vida por essa atitude. Cena tensa! Depois a cena já pula para os fugitivos entrando no caminhão tanque.

No livro, após o episódio do guarda com a mulher, os fugitivos chegam em uma casa onde ficam escondidos em um porão durante dias. Isso porque o caminhão que ia levá-los até o destino tinha quebrado e precisavam aguardar ele ser consertado. No porão, entre os fugitivos está Kamal - um dos amigos de Assef - e seu pai. Como o caminhão que ia levá-los não ficou pronto, surgiu a ideia de serem transportados no caminhão tanque. O cheiro de dentro do caminhão foi narrado por Amir, de um jeito que até pra mim, a respiração ficou difícil. Eles terminam a viagem. Amir sai de dentro desesperado e agradecendo aos deuses por estar respirando um ar puro novamente. Mas nem todos conseguiram. Kamal morreu e seu pai comete suicídio. Outra cena tensa!

No livro conta que a vó de Sohrab – a mãe de Hassan – reaparece, quando eles estão morando em Cabul, na mesma casa que moraram quando Amir e Hassan eram crianças. Ela vive com eles até morrer.

No livro vemos uma burocracia enorme vivida por Amir para conseguir levar Sohrab para San Francisco. Inclusive a tentativa de suicídio de Sohrab.

Diante de tudo que vemos, não tem como ficar indiferente a essa triste história, vivida por Amir e Hassan. E que situação triste, deplorável e apavorante que vive aquele povo do Afeganistão. E pior é saber que sobre o país é uma realidade. E não só uma história para impactar o romance. Eu fiquei com raiva de Amir, mesmo ele sendo uma criança (pois eu tenho pra mim, que crianças são anjos), pelas mentiras ou omissões. Mas depois vi que ele pagou (apanhou muito), se redimiu do seu erro (levando Sohrab para viver com ele).

Enfim, O caçador de pipas, é um livro que a gente não cansa de ler. Com certeza daqui uns anos vou reler. 

Chá de fraldas do Bento

E hoje foi o chá de fraldas do Bento, primeiro filho da Caroline e Luiz. Gosto muito desse casal. A Carol conheceu o Luiz a gente já trabalhava juntas, na Ômega. Um casal que combina muito. Batalham juntos pelos objetivos. Inclusive o chá foi no salão do condomínio, onde eles compraram um apartamento e mudaram recentemente. São religiosos praticantes. E o bom é que viajaram bastante antes de ela engravidar. Ou seja, estão preparadíssimos para a chegada do Bento.

O Zé me deixou em frente ao condomínio passava um pouco das 14h. Fui a primeira a chegar, das omeguetes. Logo depois chegou a Maísa, depois a Gislaine.

O salão é bem amplo. Muito iluminado. Com janelas em quase toda a lateral. Estava lindamente decorado no tom verde. A Carol com vestido verde. Em um canto tinha uma mesa grande onde estavam os comes e bebes: tortas e salgadinhos e para beber, água e refrigerantes.



E como é comum nos chás de fraldas, teve algumas brincadeiras:

1ª - Tentar acertar o tamanho da barriga da Carol, usando um barbante. A Maísa foi a que chegou mais próximo.

2ª – Bingo. Prêmio para quem acertasse cinco (vertical/horizontal/diagonal) e depois cartela cheia.

3ª – Bater em uma garrafa plástica com uma colher de pau, quando a música também batesse. Explico. A Carol colocou uma música da Whitney Houston. Tem um momento que ela para e depois de alguns segundos tem uma batida. A Gislaine disse que era depois de dez segundos. Eu contava cinco segundos. Enfim a gente fez uma fila e cada uma tentou. A Gislaine ganhou. Bateu juntinho.

4ª – Acertar o número de pacotes de fraldas descartáveis que a Carol ganhou. Tinha 20 pessoas. Chutei que algumas podia ter levado mais de um pacote. Ou levado de alguém que não foi. Chutei 25. Ganhou quem chutou 19.

O castigo foi somente para a Carol. Quem ganhava dava o castigo para ela, que consistiu em pintar o rosto dela com batom. Colocar um festão no pescoço. Tudo muito leve.rsrs 

Quando acabaram as brincadeiras, a Carol liberou os docinhos. E assim nos divertimos muito. Comemos, bebemos e conversamos bastante.

Eu fui embora às 17h. A primeira das omeguetes a ir embora. E um pouco antes de sair a Carol entregou a lembrancinha. Linda e cheirosinha.

Almoço com Eliane, Gabriel e familiares

Ontem à noite, enquanto a gente estava assistindo o filme Avatar, a Eliane mandou mensagem convidando a gente para ir comer um churrasco com eles, no domingo. Comentei que tinha chá de fraldas às 14h, mas acho que daria para ir. Falei com o Zé, e ele gostou da ideia. Ele estava com saudades do Gabriel, que não via há mais de um mês.rsrs

Ficou combinado que o Gabriel iria comprar tudo e depois rachava a conta. E assim, hoje o Zé me pegou no final da missa e fomos direto. Fomos os primeiros a chegar. Não sabia, mas eles convidaram a Adriana e Henrique, Shirlei, Marquinhos e Andressa Também.


Enquanto o pessoal foi chegando, o Gabriel já estava na churrasqueira. A Eliane fez salada de rúcula e batatonese. A Adriana também levou batatonese. E a Shirlei levou pudim. Eu levei eu e o Zé.rsrs


Comemos entre conversas e mais conversas. Na televisão passando clipes musicais. Enfim, tudo estava bom demais... Mas logo deu a minha hora. Me despedi deles e fui para o chá de fraldas. Ah, se não fosse o chá de fraldas... O almoço ia prolongar até o café da tarde... Quem sabe até o jantar.rsrs

sábado, 24 de janeiro de 2026

Jantar com Rose e Edson

Eu e a Rose ficamos de marcar um encontro. Para falar sobre a viagem que eles fizeram para Lençóis Maranhenses – e que eu e Zé pretendemos fazer. E eles querem saber da nossa viagem para a Itália, pois eles irão em maio.

Então, na quinta-feira ela mandou mensagem perguntando se eu e Zé estaríamos em casa na sexta-feira à noite. Falei que a gente tem treino, e que chegaríamos em casa 19h30 (+/-). Ou, se eles preferissem, podiam ir no sábado, pois a gente não tinha compromisso. Ela preferiu. Dia combinado!

Ontem mandei mensagem para ela, perguntando se ela e o Edson jantam. Porque eu preferia pegar lasanha e maionese - e fazer arroz - do que comermos pizza. Ela gostou da ideia. Cardápio combinado! E acrescentou que iria levar sobremesa.

Combinamos às 18h30. Eles chegaram no horário. Foram de Uber, porque o Edson queria beber. Ele levou dois vinhos. Um frisante e um vinho tinto seco. E de sobremesa levaram um bolo da Sodiê. Socorro! Tudo da Sodiê é bom demais.

Eles chegaram, entraram e o Zé e Edson saíram para buscar a lasanha e a maionese. O arroz já estava cozinhando. E eu e a Rose ficamos conversando.

Eles chegaram e nos sentamos para jantar. E ali na mesa ficamos. Comendo, bebendo e conversando. Falamos as dicas que consideramos importantes, sobre a Itália. Eles vão no dia 01 de maio e ficarão até o final do mês.

Pouco falamos sobre Lençóis Maranhenses, por quê; pelo jeito o nosso próximo destino vai ser outro. Talvez até uma viagem em companhia do Edson e da Rose.

Eles são um casal muito agradável. Gostam de coisas que gostamos. Então em companhia deles o papo flui e o tempo passa que a gente nem percebe.

Enfim, passava das 23h quando eles foram embora. E deixamos mais ou menos combinado que assim que voltarem da viagem, nos encontraremos novamente. Para eles falarem da viagem e quem sabe, fecharmos a próxima.rsrs

Sábado com:academia, exposição e casa da minha mãe

Ontem não treinamos porque eu fui ao salão da Leninha (cabeleireira), após o expediente. Precisava fazer a coloração e hoje ela não ia poder atender. Então mudei o treino para hoje, das 10h às 11h.

No final do treino quis dar uma volta na feira hippie. Vi que o teatro do Centro de Convivência estava aberto e entramos para ver como ficou. No fim está tendo exposição de projetos e objetos do arquiteto Fábio Penteado, que planejou o teatro. Paramos para dar uma olhada. 




Voltamos caminhando e passamos na Cantina do Zuza para pegar marmita.


Após o almoço fomos a casa da minha mãe. Queria ver a Alice. Ela foi passar as férias com a vó Silvana. Tomamos café e conversamos sobre as novidades: O benefício do Nego, que vai começar a ser pago no 3º dia útil de fevereiro. E sobre a Alice que vai ficar morando com a Silvana, até que saia a papelada para ela ir para o Japão. Previsão de uns seis meses.


Descemos um pouco no quintal. Gosto de ver as plantas. Apesar da maioria não ser minha mãe que plantou, ver o quintal me lembra muito dela. Era um lugar que ela ficava por horas, pois amava cuidar das plantas. Ela ia ficar muito feliz de ver as flores capitão que estão floridas. E tinha até borboletas de monte voando no meio da plantação.


Eu e Zé fomos embora um pouco depois das 17h. A gente tinha visto que a Rua Álvaro Ribeiro seria bloqueada das 18h às 22h para a Corrida dos Distritos e resolvemos voltar antes, para não ficarmos presos em congestionamento.

Avatar

Voltamos da casa da minha mãe e colocamos o DVD do filme Avatar para assistirmos. Esse DVD é do Bruno e Victor que emprestaram porque o Zé queria assistir um filme em 3D, para testar os óculos que veio junto com a televisão. E que só usamos uma ou duas vezes em doze anos. 

Tanto tempo sem usar era de se prever que não ia funcionar, apesar do Zé ter carregado. Tentamos e tentamos. Por fim, assistimos o filme normal. Ainda bem que o estojo veio com dois DVDs. Um 3D e um normal. Eu queria muito assistir esse filme para entender melhor as sequências dele, que assisti no cinema.


Data de lançamento: 18 de dezembro de 2009 | 2h 42min

Direção: James Cameron | Roteiro James Cameron

Gênero: Aventura, Ficção Científica

Elenco: Sam Worthington, Zoe Saldana, Sigourney Weaver

Sinopse: Jake Sully (Sam Worthington) ficou paraplégico após um combate na Terra. Ele é selecionado para participar do programa Avatar em substituição ao seu irmão gêmeo, falecido. Jake viaja a Pandora, uma lua extraterrestre, onde encontra diversas e estranhas formas de vida. O local é também o lar dos Na'Vi, seres humanóides que, apesar de primitivos, possuem maior capacidade física que os humanos. Os Na'Vi têm três metros de altura, pele azulada e vivem em paz com a natureza de Pandora. Os humanos desejam explorar a lua, de forma a encontrar metais valiosos, o que faz com que os Na'Vi aperfeiçoem suas habilidades guerreiras. Como são incapazes de respirar o ar de Pandora, os humanos criam seres híbridos chamados de Avatar. Eles são controlados por seres humanos, através de uma tecnologia que permite que seus pensamentos sejam aplicados no corpo do Avatar. Desta forma Jake pode novamente voltar à ativa, com seu Avatar percorrendo as florestas de Pandora e liderando soldados. Até conhecer Neytiri (Zoe Saldana), uma feroz Na'Vi que conhece acidentalmente e que serve de tutora para sua ambientação na civilização alienígena.


Agora eu entendi o filme. Principalmente a minha maior dúvida, que era como Jake foi parar em Pandora. Mas não entendi, por exemplo, como o coronel está nos outros filmes, se ele levou duas flechadas nesse. E (supostamente) morreu. Ou seja, bem logo vou ter que assistir Avatar: O Caminho da Água, novamente. Sei que amei o filme. Os personagens, a fotografia, tudo prende a atenção do início ao fim. Assisti atentamente, dando pequenas pausas para ir ao banheiro, claro. Afinal o filme é longo.

Abaixo vou transcrever o enredo do filme, que tirei daqui!

No ano 2154, a corporativa humana RDA explora minério em Pandora, uma das luas de Polifemo, um dos três gigantes gasosos fictícios orbitando Alpha Centauri, a 4,4 anos-luz da Terra. Os humanos têm o objetivo de explorar em Pandora as reservas de um precioso minério chamado Unobtainium. Parker Selfridge (Giovanni Ribisi), chefe da operação mineradora, emprega ex-soldados e ex-fuzileiros como mercenários.

Pandora é habitado por uma espécie de humanoides chamada Na'vi. Medindo quase 3 metros de altura, com cauda, ossos naturalmente reforçados com fibra de carbono e pele cor azul, os Na'vi vivem em harmonia com a natureza e são considerados primitivos pelos humanos. Eles veneram a deusa da vida, chamada Eywa. Os humanos não são capazes de respirar na atmosfera de Pandora, a qual é rica em dióxido de carbono, metano e amônia. Além disso, não têm uma convivência pacífica com os Na'vi por não entenderem sua cultura de venerar e sentir profundamente a natureza. 

Os pesquisadores humanos coordenados por Dra. Grace Augustine (Sigourney Weaver) criaram o Programa Avatar, híbridos humano-Na'vi geneticamente modificados. Um humano que compartilhe material genético com um Avatar é mentalmente ligado e pode se conectar através de conexões neurais que permitem o controle do corpo do Avatar. Jake Sully (Sam Worthington) é um ex-fuzileiro paraplégico, que vai para Pandora querendo dinheiro para uma operação que o curaria da paralisia. O irmão gêmeo de Jake, Thomas, era um cientista do programa Avatar e ao morrer, Jake é chamado para assumir seu lugar no programa por sua similaridade genética que permitiria compatibilidade com o Avatar do irmão. Dra. Augustine não fica contente com a substituição, pois o irmão de Jake era um cientista com anos de treinamento para participar do programa. Jake, por sua vez, nunca usou um Avatar e não tem nenhum conhecimento sobre a cultura Na'vi. A equipe de pesquisa deixa que ele participe do programa, tendo-o mais como um segurança do que como um cientista.

Quando Jake está servindo de escolta para Grace e o biólogo Norm Spellman (Joel David Moore) em forma de Avatar, ele é atacado por uma criatura local e se perde do resto do grupo. Na selva, é salvo por uma Na'vi fêmea, Neytiri (Zoë Saldaña). Neytiri inicialmente quer deixar Jake, mas após ele ser coberto por sementes da Árvore da Vida, decide levá-lo para a Árvore-Lar, onde mora seu clã, os Omaticaya.

Quando o Coronel Miles Quaritch (Stephen Lang) ouve sobre a ligação próxima de Jake aos Na'vi, que está sendo ensinado sobre Pandora por Neytiri, promete-lhe pernas funcionais em troca de convencer os Omaticaya a saírem da Árvore-Lar, que fica sobre uma imensa reserva de Unobtainium. Em três meses, Jake acaba se envolvendo com os Na'vis e se apaixona pelo planeta Pandora, sua cultura e seu modo de vida e começa a preferir o modo de vida dos Na'vi, se une aos Omaticaya e inicia um relacionamento com Neytiri, Jake desiste da sua missão e passa a se considerar parte dos Na'vis e do Planeta Pandora. Sua mudança de lealdade é demonstrada quando Jake ataca máquinas da RDA que vieram destruir a Árvore-Lar. Ao ver o acontecimento, Quaritch desliga Jake de seu avatar, e descobre um vídeo-diário em que Jake diz que os Na'vi jamais deixarão a região. Isso faz Quaritch ordenar a destruição da Árvore, e Grace discorda, dizendo que afetaria a rede neural bio-botânica de Pandora. Parker Selfridge dá a Grace e Jake uma hora para eles convencerem os Na'vi a abandonarem a área. 

Porém ao revelarem a missão, os Omaticaya consideram Jake e Grace traidores, e os aprisionam. Quaritch ataca a Árvore-Lar, matando muitos Omaticaya, inclusive Eytucan (Wes Studi) chefe do clã e pai de Neytiri. Jake e Grace são desconectados dos Avatares e aprisionados junto com Norm. A piloto Trudy Chacon (Michelle Rodriguez), revoltada com as ações recentes, os libertam. Na fuga, Grace é baleada por Quaritch. Com Grace morrendo, Jake resolve pedir ajuda aos Omaticaya. Após domar o Toruk, uma besta que só cinco Na'vi conseguiram montar, Jake voa até a Árvore das Almas, onde os Omaticaya se refugiaram, e pede a ajuda deles para salvar Grace. Há uma tentativa de transferir a alma de Grace para seu avatar, mas os ferimentos da cientista são graves demais e ela morre.

Jake e Tsu'Tey (Laz Alonso), o novo líder Omaticaya, usam o Toruk para voar até os diferentes clãs Na'vi e convencê-los a se juntar em sua luta. Depois, Jake reza para Eywa, pedindo sua ajuda - as tropas de Quaritch planejam destruir a Árvore das Almas. Na batalha que segue, muitos Na'vi morrem, incluindo Tsu'Tey e Trudy, e a derrota parece próxima, mas então como um milagre, Eywa, a deusa dos Na'vis resolve intervir na batalha fazendo a fauna de Pandora atacar e tirar a vantagem da RDA. Jake destrói um bombardeiro, e Quaritch retalia atacando o prédio onde está a cápsula de controlar avatares com o corpo de Jake. Jake é exposto a atmosfera e quase morre, mas é salvo por Neytiri após esta matar Quaritch.

Selfridge e os militares são expulsos de Pandora, mas os Na'vi deixam os cientistas permanecerem. Os Omaticaya tomam posse da fortaleza humana para eles e a tornam sua nova casa. Jake se torna líder dos Omaticaya, e tem sua alma transferida permanentemente para seu avatar por meio da Árvore das Almas.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

For Whom The Bell Tolls - Bee Gees

Ontem à noite, enquanto a gente comia esfihas acompanhada de vinho, coloquei o CD do Bee Gees para tocar. Eu o troquei por dois, que comprei no final de semana que fui garimpar com o Bruno e Victor. Comprei um CD da Sade e um do Guilherme Arantes e quando cheguei em casa, vi que já tinha. Cabeçuda eu.rsrs

O Bruno levou os dois para o trabalho dele, e falou que eu poderia trocar por um. Então, na quarta-feira, quando estive no trabalho dele, dei uma olhada nos CDs e encontrei essa relíquia. 

O CD é de 1993 e tem bastantes músicas que conheço – ou que foram mais famosas. E aqui quero registrar uma que gosto demais. Nela tem muito forte a presença da voz do Robin Gibb, que assim como a do Barry, é bem diferenciada.

AQUI a música!

Abaixo o Significado que tirei DAQUI!

Luto amoroso e vulnerabilidade em “For Whom The Bell Tolls”

Em “For Whom The Bell Tolls”, os Bee Gees utilizam o título, que remete ao romance de Hemingway e ao poema de John Donne, como uma metáfora para o fim de um relacionamento. Aqui, o sino não anuncia morte literal ou guerra, mas sim a dor universal da separação. A expressão sugere que o sofrimento pelo término é algo que todos enfrentam em algum momento, ampliando o sentimento de luto amoroso presente na letra e conectando a experiência pessoal do narrador a uma dimensão mais existencial.

A letra explora introspecção e arrependimento, com versos como “I stumble in the night, never really knew what it would've been like” (“Eu tropeço na noite, nunca soube como teria sido”) e “I never saw the signs, you're the last to know when love is blind” (“Nunca vi os sinais, você é o último a saber quando o amor é cego”). O narrador admite não ter percebido o fim se aproximando e agora sente um vazio, expresso em “there's a hole in my soul” (“há um buraco na minha alma”). A imagem de ver a pessoa amada “hanging on the arm of someone else” (“no braço de outra pessoa”) reforça a perda e o ciúme, enquanto a menção a “little boy blue” (“pequeno menino azul”) traz vulnerabilidade e saudade da inocência. O refrão destaca o contraste entre a facilidade da outra pessoa em seguir em frente e a dificuldade do narrador, tornando a dor do término semelhante a um luto.

Embora não tenha sido escrita como tributo a Andy Gibb, a música carrega uma atmosfera melancólica e confessional, abordando temas universais de perda, saudade e arrependimento. O videoclipe filmado em Nova York reforça esse clima, tornando a canção um retrato sensível do sofrimento causado pelo fim de um grande amor.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Indo até Deus

Um dia um homem foi ao barbeiro. Enquanto seus cabelos eram cortados, conversava com o barbeiro. Falava da vida e de Deus. Daí a pouco, o barbeiro, incrédulo, não aguentou e lhe disse:

_  Deixe disso, meu caro. Deus não existe.

_ Por quê ?

_ Se Deus existisse, não haveria tantos doentes, mendigos, pobres... Olhe à sua volta e veja quanta tristeza. É só andar pelas ruas e enxergar.

 _ Bem, essa é a sua maneira de pensar, não é?

_  Sim, claro.

_ Pois bem.

 O freguês pagou o corte e foi saindo, quando avistou imediatamente um maltrapilho imundo, com longos cabelos, barba desgrenhada, suja e abaixo do pescoço. Não aguentou, deu meia-volta e interpelou o barbeiro:

_ Sabe, não acredito em barbeiros.

_ Como assim?

_  Se existissem barbeiros, não haveria pessoas de cabelos e barbas compridas.

_ Ora, existem tais pessoas porque evidentemente não vêm a mim, não vão ao barbeiro. Eu não tenho culpa.

_ Ah... Agora eu entendi por que você não acredita em Deus.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Almoço com Bruno

Hoje almocei com o Bruno. Marcamos porque eu tinha que entregar uma encomenda dele que chegou em casa ontem. E eu tinha várias coisas para pegar com ele. O DVD do filme AVATAR em 3D que eles estão emprestando.

Alguns DVDs que eles compraram para mim, na Shopee

E dois livros “O Morro dos Ventos Uivantes”. Um em inglês que chegou no sebo. E um usado que a colega de trabalho dele deu para mim. E enquanto esperava o Bruno, fiquei olhando as prateleiras e acabei comprando três livros da Agatha Christie da coleção “Círculo do Livro”. Paguei R$ 30,00 nos livros da Agatha Christie + o em inglês.


Quando deu o horário do Bruno sair, fomos almoçar adivinha onde? No Suco de Praia. E adivinha o prato que pedimos? Pra variar, Frango à parmegiana e suco de limão.rsrs A mulher deu risada quando fizemos os pedidos. Tal mãe, tal filho.

Terminamos de comer e ficamos conversando um pouco. Depois cada um foi para um lado. Para voltar ao trabalho. Bom demais o almoço.😋 Boa demais a companhia.😍