sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

For Whom The Bell Tolls - Bee Gees

Ontem à noite, enquanto a gente comia esfihas acompanhada de vinho, coloquei o CD do Bee Gees para tocar. Eu o troquei por dois, que comprei no final de semana que fui garimpar com o Bruno e Victor. Comprei um CD da Sade e um do Guilherme Arantes e quando cheguei em casa, vi que já tinha. Cabeçuda eu.rsrs

O Bruno levou os dois para o trabalho dele, e falou que eu poderia trocar por um. Então, na quarta-feira, quando estive no trabalho dele, dei uma olhada nos CDs e encontrei essa relíquia. 

O CD é de 1993 e tem bastantes músicas que conheço – ou que foram mais famosas. E aqui quero registrar uma que gosto demais. Nela tem muito forte a presença da voz do Robin Gibb, que assim como a do Barry, é bem diferenciada.

AQUI a música!

Abaixo o Significado que tirei DAQUI!

Luto amoroso e vulnerabilidade em “For Whom The Bell Tolls”

Em “For Whom The Bell Tolls”, os Bee Gees utilizam o título, que remete ao romance de Hemingway e ao poema de John Donne, como uma metáfora para o fim de um relacionamento. Aqui, o sino não anuncia morte literal ou guerra, mas sim a dor universal da separação. A expressão sugere que o sofrimento pelo término é algo que todos enfrentam em algum momento, ampliando o sentimento de luto amoroso presente na letra e conectando a experiência pessoal do narrador a uma dimensão mais existencial.

A letra explora introspecção e arrependimento, com versos como “I stumble in the night, never really knew what it would've been like” (“Eu tropeço na noite, nunca soube como teria sido”) e “I never saw the signs, you're the last to know when love is blind” (“Nunca vi os sinais, você é o último a saber quando o amor é cego”). O narrador admite não ter percebido o fim se aproximando e agora sente um vazio, expresso em “there's a hole in my soul” (“há um buraco na minha alma”). A imagem de ver a pessoa amada “hanging on the arm of someone else” (“no braço de outra pessoa”) reforça a perda e o ciúme, enquanto a menção a “little boy blue” (“pequeno menino azul”) traz vulnerabilidade e saudade da inocência. O refrão destaca o contraste entre a facilidade da outra pessoa em seguir em frente e a dificuldade do narrador, tornando a dor do término semelhante a um luto.

Embora não tenha sido escrita como tributo a Andy Gibb, a música carrega uma atmosfera melancólica e confessional, abordando temas universais de perda, saudade e arrependimento. O videoclipe filmado em Nova York reforça esse clima, tornando a canção um retrato sensível do sofrimento causado pelo fim de um grande amor.

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