sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Grease, Nos Tempos da Brilhantina

Sábado passado quando passeamos na feira hippie do Centro de Convivência, vi na porta do teatro um banner da Campanha de Popularização do Teatro.

Mais tarde, em casa, entrei no site da Prefeitura de Campinas para ver as atrações. Separei umas quatro, entre elas essa que fomos ontem. 

Zé comprou os ingressos na terça-feira. Para o de ontem, e para o que vamos no domingo. Queria ver a Nany People também, que vai ser dia 07 de fevereiro, mas ele disse que já estavam esgotados. Pagou R$ 10,00 em cada ingresso (por ser antecipado) e os lugares não são marcados. Ou seja, precisa chegar antes para pegar um lugar bom.

Durante o dia o Zé viu que tem uma padaria na rua do teatro, e falou de nós irmos até ela. Para comermos alguma coisa antes do espetáculo. Então ele me pegou no trabalho e fomos. A padaria não é muito grande, mas é bem estruturada. Logo que a gente entra, à direita tem o Cantinho do Café. Na lateral direita um balcão comprido que é a lanchonete e no fundo, o balcão onde vende os pães, bolos, doces e frios. Nos sentamos e pegamos o cardápio. Eu comi um “X-salada” e o Zé um “lanche americano”.


Terminamos de comer e como não era nem 19h, fiquei dentro do carro comendo a sobremesa (torta de limão). Comendo e de olho na portaria do teatro. Quando vi que abriram e o pessoal começou a entrar, fomos para lá.





Ficamos aguardando no saguão por uns 10 minutos e quando foi 19h30, abriram as portas do teatro. Enquanto o Zé entrou, eu fui para o banheiro. Ele conseguiu assentos de onde tínhamos uma boa visão do palco.


Ficamos surpresos porque tinha bastante gente. Não lotou, mas já vimos aquele teatro mais vazio. Talvez porque a peça é conhecida, atraiu bastantes telespectadores.

Acho que todo mundo conhece a história do filme Grease, então dispensa maiores comentários. Como eu e Zé assistimos anos atrás o musical em um teatro de São Paulo (veja aqui), não teve como não deixar de perceber as diferenças em tudo. Nos artistas. No figurino. No cenário. Em algumas cenas ou falas, eu olhava para o Zé, ele para mim e eu falava:"Olha quanto pagou no ingresso. Não pode querer comparar." Mas, no fundo a gente comparava. Não tinha como. 

Gostamos bastante da atriz que interpretou a Frenchy. Uma gracinha e talentosa. Leva jeito! Outra que arrancou aplausos foi a que interpretou a Rizzo. Cantou muito bem. Foi um espetáculo bom. O ator que fez o papel do radialista, muito engraçado. Na volta do intervalo (sim, teve intervalo) ele entrou onde nós estávamos e nos ensinou uma coreografia bem legal, que não vou saber explicar. Malemá consegui fazer com ele.rsrs


No final, sob aplausos, entrou no palco o produtor da peça e o diretor do Teatro Ceart, que agradeceu a todos. Ele contou que eles são de Paulínia e que os atores são alunos. Inclusive ele fez o convite para quem quiser estudar teatro. Ou seja, por serem alunos (e nessa hora eu fiquei com vergonha um pouco pelas comparações), os atores mandaram muito bem. Se continuarem ensaiando e se dedicando... Muitos deles serão grandes astros e estrelas. 


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