quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Natal de 2015

Os dias que antecederam o Natal foram de correria. Muita correria.
Começou com as compras, que eu (para variar) deixei para os últimos dias. E esse ano eu consegui piorar. Deixei muitos presentes para comprar no dia 24. E como não encontrei o que queria no centro da cidade, eu acabei indo ao Shopping.
Além das compras tiveram as visitas. No dia 22 fui ver a Eliane. Como ela ia para a casa dos pais do Gabriel passar o Natal e Ano Novo, fui cumprimenta-la e entregar o presente.
Dia 23 trabalhei até o meio dia e depois tivemos a confraternização. Churrasco e revelação do amigo secreto. Esse ano eu tirei a Bia e ela me tirou.
À noite fomos lanchar e trocar presentes com a Carolina – minha enteada, no Big Jack do Cambuí.
Dia 24 aquela correria que mencionei no início (compras=centro/shopping), e só a tarde comecei a embrulhar os presentes.
A ceia foi na casa do Bruno e do Fernando. Além de mim, o Zé, Danilo e Letícia, os pais, irmãs e o sobrinho (recém-nascido) do Fernando vieram de Capivari.
O cardápio da ceia:Peru (feito por mim), Arroz a grega (feito pelo Fernando), Salpicão e Farofa (que eu encomendei). O Fernando fez um pudim de sobremesa. E a Vânia (mãe dele) trouxe sorvete.
Após o jantar, esperamos meia noite para os cumprimentos e as trocas de presentes.
No dia 25 combinei de almoçar na minha mãe. Então, antes de ir para a casa dela passamos na Dona Odete, no cemitério e na clínica.
Ficamos enrolados na clínica, com o temporal que caiu. Com isso cheguei (depois das 16h) morta de fome na minha mãe.
Chegando, já estavam lá Sergio e Dudinha. Daniele e Rafael. Minha mãe e o Nego. Os demais foram chegando aos poucos.
Esse Natal estava meio fraquinho – desanimado. Faltou a presença de pessoas animadas como a Eliane e a Karen. O Marcos estava com dor de garganta – foi e ficou pouco tempo. O Sandro, Kelly e Nicolas chegaram bem tarde (até pensamos que eles não iam). Isso tudo sem contar que no nosso íntimo estávamos apreensivos e porque não dizer – tristes – pois foi o primeiro Natal sem meu pai. E era o dia do aniversário dele.
E foi assim o meu Natal! E é por isso que fico agoniada. O ano inteiro eu fico esperando por ele. E quando vejo... Nem vejo. Já passou!
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