sexta-feira, 22 de outubro de 2021

Trilha Sonora (novelas) - O Mapa da Mina

Dia desses, enquanto ouvia o CD de número 14, da coletânea Love Flashback, tocou esta música que adoro. Principalmente os primeiros acordes. Uma melodia apaixonante! Quanto a novela... Não assisti. Bruno com menos de 04 anos. Danilo com menos de 02 anos. Como assistir?rsrs.

A música que compartilho como a quadragésima sétima da minha "Trilha Sonora-novelas" é "Face in the Mirror" uma composição de Silverstein e interpretada por Glen Burtnik.

AQUI a música!

Autoria: Cassiano Gabus Mendes | Colaboração: Maria Adelaide Amaral, Gugu Keller, Walkíria Portero e Djair Cardoso | Direção: Denise Saraceni, Gonzaga Blota, Roberto Naar e Flávio Colatrello | Direção geral: Gonzaga Blota | Período de exibição: 29/03/1993 – 04/09/1993 | Horário: 19h10 | Nº de capítulos: 137

TRAMA PRINCIPAL

A trama principal de O Mapa da Mina gira em torno de um tesouro escondido. A história tem início quando uma quadrilha rouba dez milhões de dólares em diamantes no Uruguai. Para escapar da polícia, um dos ladrões, Rodolfo Torres de Almeida (Mauro Mendonça), foge para a Argentina. Seu companheiro, Ivo Simeone (Paulo José), viaja para São Paulo com as joias. Ivo resolve esconder as pedras preciosas e, para ter certeza de que não esquecerá o esconderijo, manda tatuar um mapa acima do bumbum de uma menina, filha de sua vizinha. O ladrão tem o cuidado de fotografar a moça para poder identificá-la no futuro.

Ivo é preso e, oito anos depois, quando sai da cadeia, morre atropelado. Antes, no entanto, consegue contar o segredo sobre o mapa da mina para o filho Rodrigo (Cássio Gabus Mendes). O rapaz segue as pistas indicadas pelo pai e descobre que a jovem que carrega o mapa tatuado é Elisa (Carla Marins), uma noviça enclausurada num convento, prestes a fazer votos perpétuos. 

Elisa passa a ser perseguida por Rodrigo, por Rodolfo, pelo policial Raul (Tato Gabus Mendes) e pela família de Dona Zilda (Nair Belo), todos interessados nos diamantes. Dona Zilda é mãe dos mafiosos Tony (Luis Gustavo) e Joe (Pedro Paulo Rangel) – que fazem tudo para desviar Rodrigo do caminho das pedras preciosas – e também da sensual e provocante Wanda (Malu Mader), que está interessada no tesouro mas acaba se apaixonando por Rodrigo. Em determinado momento da história, Elisa larga o convento e também se envolve com Rodrigo, disputando seu amor com Wanda.

HOMENAGEM

Cassiano Gabus Mendes faleceu 15 dias antes do término da novela, mas deixou escritos os capítulos finais. O autor ganhou uma homenagem no último capítulo: Lima Duarte, em participação especial, fez um discurso emocionado sobre o novelista, em nome da TV Globo e de toda a equipe da novela. Em seguida, os créditos foram exibidos sem som.

Fonte: https://memoriaglobo.globo.com/entretenimento/novelas/o-mapa-da-mina/

quinta-feira, 21 de outubro de 2021

Missa em Louvor a Nossa Senhora Desatadora dos Nós

Acabei de chegar da Igreja do Carmo, onde fui assistir à Missa em Louvor a Nossa Senhora Desatadora dos Nós. Essa missa acontece toda quinta-feira, com início às 19h30min. Fui com a Gilvana (fomos e voltamos a pé). A Gilvana é minha manicure. Mora perto de casa. Eu a conheci no Grupo de Oração.

 

Foi uma celebração contagiante e muito abençoada. O Pe.Rogério é muito carismático. O tempo todo convidava a todos para louvar a Deus! Eu louvei com toda a força do meu ser. Até porque conhecia a maioria das músicas. E gostei demais da homilia que o padre fez em cima do Evangelho do dia, que foi este:

"Eu vim lançar fogo a terra, e que tenho eu a desejar se ele já está aceso? Mas devo ser batizado num batismo; e quanto anseio até que ele se cumpra. Julgais que vim trazer paz à terra? Não, digo-vos, mas separação. Pois de ora em diante haverá numa mesma casa cinco pessoas divididas, três contra duas, e duas contra três: estarão divididos: o pai contra o filho, e o filho contra o pai: a mãe contra a filha e a filha contra a mãe: a sogra contra a nora e a nora contra a sogra." Lc 12, 49-53

Ao ouvir a Palavra, fiquei pensando em um caso que estou presenciando. Tenho uma amiga que está brigada com a mãe. O motivo maior: religião. As duas iam à mesma igreja e minha amiga começou ir em outra. Disse que é porque na que ela ia não tinha Grupo de Jovens. Problema que a mãe dela não aceita de jeito nenhum.  

Desde que eu me conheço por gente, vejo situações em que um membro da família segue uma religião e os outros nenhuma. Ou outra diferente. Mas, até então, um aceita a escolha do outro. 

De uns anos para cá estou vendo separações nas famílias, só que as mesmas estão acontecendo por outros motivos, sendo o maior deles a política.

Os casos que citei não são pelo motivo que Jesus diz na Palavra, mas a realidade é que as famílias estão se despedaçando e, muitas vezes, por motivos fúteis.

Agora tem uma coisa que o padre falou que me deixou bem pensativa. Ele destacou que, na Palavra Jesus estava ansioso. Que por isso, não devemos criticar uma pessoa por ela ser ansiosa. Tem gente que é. Tem gente que não é. Que não é uma doença, um mal, ser ansioso. Afinal, até Jesus era!

Estamos vivendo um período em que as pessoas estão cada vez mais ansiosas. Será que, se elas souberem que até Jesus era ansioso, e que não há mal nenhum ela ser ansiosa, vai diminuir o peso? Porque a pessoa deve ficar mal por saber que é ansiosa. Até porque, muitas vezes, ser assim mexe com outras partes do corpo. Altera o metabolismo, etc. 

Quem sabe, sem cobranças, ela relaxa. 

Enfim, foi uma missa maravilhosa em todos os sentidos. E no final, enquanto os músicos cantavam os fiéis se dirigiram à frente do altar, ficando um ao lado do outro e o Pe.Rogério colocando as mãos sobre a cabeça de cada um, orando e abençoando.

Saímos da igreja renovadas! 


segunda-feira, 18 de outubro de 2021

Paraty com Bruno e Victor

Logo que voltamos do Sul, conversei com o Zé para marcarmos essa viagem com o Bruno e o Victor. Só faltava eles, uma vez que este ano já fui com Danilo, Deborah e Henrique e com a Letícia, Débora e Silvana.

E também tinha que aproveitar enquanto o Bruno não está trabalhando. Vai que arruma. Aí fica difícil pedir a sexta-feira. Se bem que, eu achei que o Victor ia conseguir a sexta, mas não deu. Ele disse que uns dias antes tinha faltado do trabalho porque tinha ficado doente. E disse também que o patrão estava um pouco irritado, por outras coisas, então ele decidiu não pedir o dia. E eu também achei melhor. Então combinamos que pegaríamos ele no trabalho e iríamos.

Sendo assim, nossa viagem começou, oficialmente às 15 horas, quando saímos de casa e fomos pegar o Bruno no apartamento deles. De lá fomos buscar o Victor que conseguiu sair às 16 horas. Zé foi por Ubatuba. Era quase 21 horas quando entramos em Ubatuba. Com receio de chegar em Paraty e não ter lugar para comer, paramos ali mesmo. Em uma lanchonete de esquina chamada “Esquina do Espeto”. Ali comemos hambúrguer e bebi caipirinha.


Chegamos em Paraty, na Pousada às 23 horas. Dessa vez não ficamos na de sempre “Maré Cheia”, pois não conseguimos quarto. Quando estava fazendo a reserva até liguei para o Rafael (dono da pousada), mas ele disse que teria quartos disponíveis somente para meados de Novembro.

Por isso, dessa vez ficamos na Pousada “Refron du Mar”. Ela fica em frente à praia. O Bruno e o Victor ficaram em um quarto logo que atravessa a recepção, quarto número 10. O meu e do Zé ficava mais para o fundo e era o de número 07. O quarto é bem simples, composto de: cama, cômoda, televisão, banheiro e tinha ar-condicionado. Velho e barulhento, mas tinha.


Durante toda a viagem eu fui conversando com o Lucas para tentar resolver aquele “pepino” do trabalho. Tinha prazo, até domingo para resolver. Pedi para o Lucas deixar o computador ligado que eu entraria quando eu chegasse no destino. Então, após fazer o reconhecimento do quarto e tomar banho, liguei o notebook para acessar o computador do escritório. O Zé foi dormir. Não consegui acessar. Mandei mensagem para o Lucas. Ele disse que devia ter caído a energia e desligado o computador. Disse que ia no sábado, logo cedo, no escritório para ligar. Ou seja, ele achava que eu ia trabalhar no sábado.

Na hora que fizemos o check-in tivemos que escolher o horário que iríamos tomar o café da manhã. Marcamos para às 8 horas.

Então, no sábado às 8 horas a gente estava tomando café e depois fomos dar uma olhada na praia do Pontal. 






Eu assustei de ver como estava a areia. Parecia um barro preto em toda a sua extensão. Tá certo que, das outras vezes que fui, pouco entrei na água. Mas se ela continuasse daquele jeito, sem condições. E assim decidimos que todos iríamos passear de escuna. Ainda era cedo. Fomos caminhando devagar, parando para ver o rio, os barcos, as construções e para tirar fotos. Isso está implícito.rsrs





O Zé que escolheu a escuna. A que fomos não tinha som a bordo, por isso ficou um pouco mais barata que as outras. Ficou 50 reais por pessoa. E ela faria quatro paradas.

A bordo da escuna nós pedimos porção de filezinho de frango e saquerinha. Fomos bebendo e comendo. A primeira parada foi na “Praia Vermelha”. A escuna atraca próximo da praia. Quem sabe nadar, pode ir nadando. Eu fui de bote com um monte de gente. Ali ficamos por 20 minutos. Deu para brincar um pouco na água, que inclusive era muito limpa.




De volta à escuna, a segunda parada foi na “Ilha comprida”. Ali é mais para mergulho. E para ver os peixes. Zé ficou mergulhando e nós ficamos dentro da escuna curtindo os peixinhos. E tinha muitos.


A próxima parada foi para almoço na “Ilha da pescaria” . O almoço é servido dentro da escuna mesmo. Ninguém desce. O Zé almoçou. Eu e os meninos continuamos comendo petisco e bebendo. E foi ali que o tempo fechou. E caiu uma chuva bem forte. 




Tanto que, quando chegamos na quarta e última parada “Ilha Rasa”, mal conseguimos aproveitar. Descemos da escuna e fomos conhecer as dependências, mas não deu para entrar na água. E olha que ali tinha bastantes lugares que davam pé pra mim. Ou seja, se tivesse sol eu teria curtido muito mais.




Não ficamos nem 15 minutos nessa ilha e voltamos para a cidade. Chegamos a chuva tinha cessado. Fomos caminhando por dentro do Centro Histórico, para o Bruno conhecer. Chegando na pousada, combinamos de nos encontrar às 19 horas para irmos jantar e passear no Centro Histórico. Tomamos banho e dava tempo de um cochilo ou descansar. Foi o que o Zé fez. Eu não! Durante o dia, na escuna, eu estava lá de corpo presente, mas de vez em quando a mente estava pensando em como poderia resolver o “pepino” do trabalho. Então eu acessei o computador do escritório e tentei o que tinha pensado. Comecei, mas como tinha pouco tempo, parei. E, no horário combinado, passamos no quarto dos meninos e fomos para o Centro Histórico. Paramos para jantar naquele restaurante que sempre vamos. Ele fica em frente à Prefeitura. Um lugar onde a refeição é caseira, deliciosa e barata. Eu pedi a panqueca. O Bruno calabresa. O Zé peixe. E o Victor... Pasmem! Pediu fígado acebolado.rsrs

De barriguinhas cheia, fomos para o Centro Histórico. Passeamos pelas ruas, que estavam abarrotadas de gente. Os meninos entraram em algumas lojinhas de souvenirs.



De volta à pousada, antes de dormir eu acessei novamente o computador do escritório e continuei a mexer no que tinha começado a tarde. Fiquei trabalhando até o sono bater.

No domingo, após o café da manhã, O Zé tentou conversar com a recepcionista para ver se eles deixavam a gente estender um pouco mais o horário do check-out que seria às 11 horas, até porque nosso check-in foi feito bem tarde. A intenção dele era a gente ficar por ali e curtir um pouco a praia do Pontal. Mas não abriram exceção.  Zé ficou muito bravo e chateado. Aliás, já estava. Porque a pousada é bem ruinzinha. O wi-fi é horrível. Eu passei bastante nervoso, pois o que eu faria em uma hora, estava levando umas três, quatro. Os meninos disseram que do quarto deles também estava bem difícil a conexão.

Dessa vez eu fui conhecer o Forte. Fui com o Bruno e o Victor. Quando as meninas foram, elas falaram que é um passeio imperdível. E é mesmo! Uma paisagem maravilhosa! Voltamos e passamos pela praia. E vimos que aquele barro preto já tinha sumido. Já dava para ver a água limpinha.







Voltamos para a pousada para arrumar as malas e fazer o check-out.

A volta foi pela serra que passa pela cidade de Cunha. Zé não quis parar na cachoeira porque estava bastante movimentada.

Ele parou em um posto para abastecer o carro e aproveitamos para almoçar também. De lá ainda paramos para um café e depois levamos os meninos para o apê deles.

Foi uma viagem muito gostosa. Aproveitamos bastante.  E para finalizar, acho que dos três que que foram comigo este ano para Paraty, com certeza quem aproveitou mais foram o Danilo, Deborah e Henrique, que pegaram dias de muito sol. E quem menos aproveitou foram a Letícia, Débora e Silvana porque só pegaram chuva. Eu aproveitei todas as vezes, afinal, estava com meus filhos, noras genro, neto, irmã. Encerro a série “viagem para Paraty com eles” muito feliz e realizada!

 

 

Obs.1) Eu perguntei para o recepcionista da pousada porque a areia estava com aquele negócio preto. Aí ele explicou que aquela substância era do mangue. Ele falou que toda aquela parte do Pontal, antigamente era um mangue que foi aterrado para fazerem o bairro. E que, conforme a estação sobe aquela substância por causa do mangue.

 

Obs.2) Ontem à noite, após chegar em casa, eu acessei o computador do escritório. E como nada do que eu tentava, dava certo, a última opção foi entrar em contato com o “Fale conosco” da Receita Federal. Mandei mensagem, explicando o que estava acontecendo. E hoje eles retornaram com uma resposta. E assim fiquei sabendo de uma coisa que não sabia. E acredito que meus colegas de profissão também não sabem. Porque, se soubessem, o “pepino” que eu estava teria se resolvido na quinta-feira da semana passada. E eu teria curtido cem por cento a viagem. Mas, enfim, coisas do ofício.


O Bruno também postou sobre a viagem. Vou compartilhar abaixo o link das postagens dele:

Viagem para Paraty - dia 1 

Passeio de escuna e Centro Histórico - dia 2

Forte de Paraty e retorno - dia 3

sexta-feira, 15 de outubro de 2021

Mensagem da professorinha

Na década de 1940, a jovem professorinha recém-saída do magistério foi lecionar na única e pequena escola rural do município.

Movida pela arte de educar, ela colocou um enorme painel em frente à escola com a seguinte mensagem:

“Se você colocar uma semente em um vaso com terra, ela provavelmente germinará e tornar-se-á uma árvore, pois isso faz parte da natureza fazê-lo.

Mas nem todas as sementes tornam-se árvores; algumas falham e se decompõem. Quando elas não se desenvolvem, ou o clima é inadequado, ou faltam os nutrientes necessários.”

No primeiro dia de aula daquela zona rural toda a colônia de camponeses da região estava presente para participar, junto com os seus respectivos filhos, das lições da professorinha.

Os historiadores contam que a escola precisou ser ampliada para que os pais daqueles jovenzinhos pudessem também ali estudar.

E a jovem professora acabou se tornando um dos símbolos dos camponeses: diziam que a sua ARTE era singular – EDUCAVA A ALMA.

Aulus Di Toam

🎉 Hoje: Dia do Professor!

Quarta e Quinta com o Henrique

A gente deve deixar o Henrique doidinho. Um dia a Deborah explicou pra ele que a vovó Margô fica com ele na segunda e na sexta-feira. E o vovô Rubão, na terça, quarta e quinta-feira. Aí eu viajei do dia 12 ao dia 27. Agora o vovô Rubão que viajou. Mas foi somente essa semana. Por isso fiquei com o Henrique na quarta e quinta. Segunda-feira não, porque a Deborah emendou, por causa do feriado. E como a gente ia viajar hoje cedo para Paraty, o Henrique foi ficar com a vovó Marlene. Se tá confuso pra gente, imagine pra ele.rsrs

Na quarta nós pegamos ele no estacionamento. Chegando em casa eu dei o presente de dia das crianças: Um quebra cabeças do PJ Masks. Ele ficou montando. E desmontando. Fui no Pilates e ele ficou bonitinho. Sentou no cantinho da sala e ficou montando o quebra cabeça. A tarde ficou de boa enquanto eu trabalhei. Problema que apareceu um pepino, abacaxi, BO no trabalho e não tinha como dar muita atenção para ele.







Na quinta eu desmarquei a musculação e marcamos para fazer a noite. Fiquei com receio de levar o Henrique na academia. E fiz bem. Porque ele estava ligado no 220. Eu sentei na cadeira do computador e ele quis sentar junto. Além de estar bastante agitado, queria que eu participasse de tudo. Mais que todos os dias. Parece que adivinhou que eu estava empipinada. O jeito foi pedir ajuda ao Bruno. Ainda bem que ele chegou rapidinho.



Eu consegui sair só um pouquinho com ele, para pegar marmita. Pensei em ir no Vadico, que fica uns 500m de casa. Para ele andar e gastar um pouco de energia. Mas mal colocou o pé na rua e pediu colo. Então o jeito foi pegar marmita em um restaurante que fica a 100m. Bruno chegou e comeu a outra metade da marmita. E comeu com o Henrique chamando ele pra brincar. E viu que o menino estava com fogo mesmo. E foi assim a tarde toda. Eu trabalhando e os dois na maior agitação. Fiz um café para eu e Bruno tomarmos. Sei que ele gosta. E eu também.rsrs





E o Zé? Saiu antes do almoço. Disse que ia dar uma volta de moto. Mandou mensagem pouco antes do almoço, dizendo que estava indo para Aguas de São Pedro. Aproveitar o dia lindo. Mas pegou uma chuva que caiu bem no final da tarde. Chegou em casa ensopado. E ainda ficou bravo comigo porque não fui ajudar ele tirar a roupa. Não se tocou que eu ainda estava trabalhando. E não sabia de como a minha cabeça estava a mil porque não conseguia achar uma solução para o problema do trabalho.

Tanto na quarta, como na quinta, eu desligava o computador às 17h40 e a gente saía rapidinho para levar o Henrique no estacionamento. Na quarta ele estava dormindo tão gostoso que deu dó de tirar ele do sofá. 


O Bruno falou AQUI, no blog dele sobre o agito da quinta-feira.rsrs