sexta-feira, 31 de julho de 2026

Jantar no Kaizen

Zé foi me buscar no trabalho e falou que o Gabriel e a Eliane nos chamaram para jantar. A princípio, eles tinham falado de irmos ao Sukiya, um restaurante fast-food de comida japonesa. Concordei que iria, mas depois da academia.

Quando eu terminei o treino e entrei no carro, o Zé disse que tinham mudado de destino: a gente ia ao Kaizen. Fiquei um pouco receosa, pois esse restaurante é chiquérrimo, fica perto do Shopping Iguatemi, e eu não estava vestida apropriadamente — pelo menos, não para aquele lugar. Mas fui.

Chegamos e o Gabriel e a Eliane já estavam nos esperando. Eles escolheram uma mesa na parte fechada, pois o restaurante tem um ambiente aberto, o que não seria legal porque está frio e, de um tempo para cá, eu fujo de friagem. Como teve bolo de aniversário na Ivezoon (para os aniversariantes do mês) e eu comi dois pedaços, não estava com muita fome. Eu e a Eliane dividimos um prato que tinha pedaços de filé mignon, arroz e legumes, enquanto o Zé e o Gabriel pediram comida japonesa.


O restaurante é grande, com vários ambientes, meia-luz e música baixa tocando. Os garçons e o pessoal que trabalha lá foram muito atenciosos. Enfim, gostei muito de tudo. Ao sairmos para ir embora, eu e a Eliane fomos olhar o espaço que tem uma ponte e um painel com a foto do Monte Fuji. Coube uma foto para registrar.

quarta-feira, 29 de julho de 2026

Enfim pegamos as chaves

Hoje fiz quase três horas de almoço.😳Fui acompanhar a segunda vistoria do apartamento da Karen e Sergio. O inquilino está saindo, e o Bruno e o Victor estão entrando. A coisa está enrolada. O Bruno e o Victor estão com a mudança agendada para depois de amanhã. Imagine a apreensão deles! Por isso, fui acompanhar para, caso necessário, negociar com o Joaquim, o ex-inquilino.

A vistoria estava marcada para as 12h. O vistoriador atrasou meia hora e chegou perguntando ao Joaquim sobre o ventilador de um dos quartos. Entrei na conversa e falei que ambas as partes queriam finalizar o processo; por isso, fizemos um acordo. Ele vai levar o ventilador depois, para o Bruno e o Victor.

Então, o vistoriador passou um comunicado para a imobiliária aprovando a vistoria. Saímos todos do apartamento. Eu e o Victor fomos caminhando até a imobiliária. O Joaquim foi buscar a filha na escola e disse que iria para lá também. Ele pediu para o Victor avisar se a Wilma já estaria na imobiliária, para decidir se iria direto da escola, ou se levaria a filha em casa antes. O vistoriador foi fazer outras vistorias.

Chegamos à imobiliária e a Wilma estava em horário de almoço; chegaria dali a meia hora, disse a recepcionista. O Victor avisou o Joaquim. 

No fim a Wilma chegou, e nada do Joaquim. Eu falei que não ia embora sem as chaves. Mesmo vendo a hora passar, continuei esperando.

O Joaquim chegou e entrou para falar com a Wilma. Ficou um tempão com ela, para a minha agonia. Os minutos passando... Ele saiu, e eu e Victor entramos. A Wilma é muito mais simpática, atenciosa e educada pessoalmente, porque vou falar: pelo WhatsApp, só Jesus na causa! Ela preencheu um recibo de entrega das chaves e dos controles, que eu assinei. Peguei tudo e saímos mais que depressa.

Lá fora, chamamos um Uber e fomos direto para o Suco de Praia, onde o Bruno nos aguardava. Enquanto a gente estava a caminho, ele pediu os pratos e sucos. Chegamos e logo a comida ficou pronta. Começamos a comer, eu quase engolindo tudo. A pressa era tanta - principalmente a minha e a do Bruno, pois estávamos com o horário de almoço apertado - que quase esquecemos da tradicional foto.

E, para finalizar, como quase sempre acontece, o Bruno levou os livros e o CD que eu tinha deixado reservados. E por sorte, enquanto a gente estava na imobiliária, ele mandou um vídeo mostrando o livro O Grande Gatsby, que tinha acabado de chegar. Eu queria muito essa edição com essa capa. Paguei R$ 60,00 em tudo. Só o livro já vale uma fortuna para mim. Final da história: todos felizes!😉😀😍

terça-feira, 28 de julho de 2026

Um encontro inesperado

Domingo, quando estava indo ao Clube São Paulo para ficar com o Henrique enquanto o Danilo jogava bola, encontrei uma ex-colega de trabalho. Ela saiu do carro e, ao subir na calçada, eu estava passando. Olhei e reconheci. Falei o nome dela: Suiane Medeiros. Ela me olhou e nos abraçamos.

Nós trabalhamos no departamento contábil do escritório Silveira Queiroz. Eu trabalhei por menos de sete meses, se não me engano, de outubro de 2010 a maio de 2011. Na época, tive uma recaída da depressão e me afastei para me cuidar.

Enquanto eu ainda usava as redes sociais, vi que ela tinha aberto um escritório de contabilidade. Como estou fora delas desde 2022, não soube de mais nada.

No pouco que conversamos, ela contou que continua com o escritório, falou um pouco dele e rapidamente da família. Eu contei um pouco dos meus últimos trabalhos e do meu propósito para os próximos seis meses.

Ela pediu para eu anotar o número dela e falou para eu entrar em contato quando decidisse voltar a trabalhar, pois ela terceiriza a contabilidade dos clientes.

Fiquei feliz por revê-la e por perceber que posso ter um trabalho quando — e se — voltar à atividade.

Não sei se terei a vaga caso isso aconteça, porque sei bem como é: quando a gente não quer ou não precisa, os convites chegam; quando precisa, cadê? Enfim, que seja o que Deus quiser. Há tempo para tudo e, por ora, vou seguir o planejado: parar, descansar e repensar. Mas sabe quando você sente que aquele encontro foi providência divina?


segunda-feira, 27 de julho de 2026

Gilmore Girls: Tal Mãe, Tal Filha

Amy Sherman-Palladino é uma das mentes mais criativas, influentes e inovadoras da televisão contemporânea. Nascida em 1966, é conhecida principalmente por criar produções televisivas que não apenas cativam o público, mas também se destacam pela originalidade e profundidade de seus personagens, entre as quais Gilmore Girls, série que conquistou milhares de fãs leais desde 2000, ano em que foi lançada. 

Gilmore Girls é uma celebração do relacionamento incomum das garotas Gilmore, mãe e filha cuja amizade é regada a muito humor e uma dose cavalar de café. A história se passa em uma charmosa cidade fictícia chamada Stars Hollow - daquelas que exalam um clima caloroso e de felicidade, onde todos se conhecem. É ali que Lorelai e Rory vivem seus altos e baixos enquanto enfrentam desafios familiares e cultivam aspirações pessoais. 

Tão apreciada por seus diálogos rápidos e afiados e pelas mais diversas referências culturais, a série ganhou uma coleção de livros adaptados de seus roteiros e histórias, proporcionando aos fãs a chance de reviver a magia única e os laços emocionais que esta produção atemporal oferece.

Nesse primeiro volume traz alguns dos momentos mais emocionantes da primeira temporada do ponto de vista de Rory, entre os quais sua entrada em Chilton, escola preparatória de elite, as desavenças ácidas com Paris e Tristin e o surgimento do primeiro amor. 

Acredite se quiser! Li este livro em cinco dias. Comecei a ler no dia 22 e terminei ontem! Na verdade, foi em menos tempo, porque houve dias em que não consegui ler. Que leitura deliciosa! O livro tem somente 152 páginas e está dividido em 19 capítulos. Nas últimas quatro páginas, há algumas fotos, o que tornou a leitura mais fácil e rápida. E tem mais... Eu adoro estas duas. Eu e o Zé assistimos à série inteira e, até hoje, em muitas situações, nos lembramos delas. Quando o Zé pega um café em uma xícara maior para mim, a gente lembra da xícara delas. Quando eu e o Zé escolhemos assistir a um filme antigo, que já vimos antes, lembramos delas. Sempre me lembro do fato de a Rory ter sempre um livro na mochila. Imagine se, em vez de um celular, cada pessoa carregasse consigo um livro. Seria bom demais!

Eu gosto tanto da série que comprei os DVDs e fiquei muito feliz quando ganhei de presente de aniversário e de Dia das Mães, do Bruno e do Victor, o box com três livros. Sobre esse volume, além de ter sido muito bom rever alguns personagens, me diverti bastante com o raciocínio rápido e cômico da Lorelai. Ela é fantástica!

domingo, 26 de julho de 2026

Duas comemorações e duas festas julinas

Hoje a missa das 10h30 foi especial, porque dia 24 foi Dia de São Charbel e hoje é o Dia dos Avós. Na primeira vez que estive nessa igreja, falei um pouco dos ritos. O que me atrai muito é que, na maior parte do tempo, me sinto como se estivesse em outro país — no caso, o de Jesus —, pois é tudo na língua aramaica e hebraica. Gosto demais também do momento da paz. O celebrante dá a paz para os diáconos, estes dão a paz para os coroinhas, e o primeiro da fila do banco recebe e passa para a pessoa ao lado, e assim todos na igreja recebem a paz.

E, para finalizar, no momento da comunhão, os pais vão com seus filhos bebês e pequenos: o pai recebe a comunhão e o padre apoia a âmbula sobre a cabeça da criança. Acho isso o máximo; assim a criança não se sente excluída por não receber algo. Por ser a missa especialmente dedicada ao Dia de São Charbel, no momento da homilia ouvimos três testemunhos de milagres dele: dois de cura de câncer e um de gravidez. Emocionantes!

A missa foi longa, porque antes da bênção final houve a bênção aos avós. E, no fim, teve a unção com o óleo de São Charbel. Saímos e fomos para o arraiá.



Encontramos a Vanessa e o Rogério. O Zé comeu galinhada, eu comi um pastel. Estava muito animado, com um cantor libanês muito bom — um fôlego só, pois cantou bem uns quinze minutos sem parar! 



Ficamos por ali, curtindo a festa. O Zé comeu uma esfiha e antes d eir embora eu comi açai. A Paty chegou com a Maya e a Zoe. Teve leilão de uma camiseta do São Paulo autografada pelos jogadores atuais. Teve uma brincadeira de ver quem engolia um tanto de água em menos tempo. E teve também a dança deles. Que achei bem legal. Parece fácil, mas não me arrisco (rsrs).

Fomos embora porque mais tarde a gente ia à Festa Julina da Paróquia Santo Antônio. Descansamos um pouco em casa e, antes das 17h, fomos caminhando até lá. Cheguei e vi a Flávia, a Iolanda, a Wanderleia e outros rostos conhecidos. No salão do bingo tinha muita gente e estava calor, então sentamos no salão de entrada. 



Ficamos bebendo, comendo e conversando. Achei os preços bem baratos; ia tirar foto do cartaz, mas esqueci, embora lembre dos valores do que comi e bebi: quentão (R$ 8), cachorro-quente (R$ 12) e batata frita (R$ 12). Ficamos até as 18h30. De festa junina e julina, acho que este ano já deu!

Domingo de jogo Danilo e eu com o Henrique

Faz tempo que não vou no campo ver o Danilo jogar. Na verdade, não vou vê-lo jogar, vou ficar com o Henrique.rsrs

Pode parecer desleixo meu, uma vez que o campo é bem perto de casa, mas posso justificar: No último domingo que fui, lesionei o joelho. Fiquei por vários dias precisando fazer compressas com gelo. Depois peguei uma gripe forte. E para ir no futebol, eu preciso estar bem de saúde, porque o Henrique quer brincar de bola. 

Eu amo o Henrique. Amo estar com ele, mas vou falar... Acordar cedo no domingo, é pra acabar.  Só pelo meu neto mesmo. E por uma boa viagem eu faço isso. 

O Danilo já tinha avisado que iriam jogar bola e ontem à noite ele mandou mensagem confirmando e querendo saber se eu iria. Confirmei. Coloquei o celular para desperyar às 6h30, mas acordei um pouco antes. Fiz café. Saí de casa um pouco depois das 7h. 

Cheguei no clube e o Danilo e Henrique estavam batendo bola no campo de cima. Mas já saíram porque começaram a chegar os jogadores que jogam naquele campo. O outro estava trancado. E o de baixo o time do Danilo estava jogando. Já contei que o nome do time deles é 'Barcecana'? 


Danilo foi jogar e eu e Henrique nos sentamos na arquibancada com os álbuns da Copa. O meu e o dele. Ele estava com 52 figurinhas repetidas. Combinamos de cada uma que eu não tivesse, eu vou comprar da Panini uma que ele quer ou precisa. A Panini já está vendendo as figurinhas unitárias. Ficamos fazendo isso até ele falar que queria mais figurinhas. Então chamei para irmos ao mercado comprar. 

Quando a gente estava indo vimos vários carros antigos. Henrique ficou parado olhando. Lembrou do pai dele, que estava perdendo o desfile.rsrs



Fomos até o Savegnago, compramos algumas guloseimas, mas não tinha mais figurinhas. Um senhor falou que os camelôs já estão vendendo o pacote por R$ 3,50. Uau! Metade do preço!

Voltamos para o clube e ficamos esperando o jogo terminar. Hoje eles iam assar carne após o jogo. Henrique queria saber se eu ia ficar. Falei que não, porque tinha missa para ir. E nem que não tivesse, o churrasco é só com os homens. O que eu ia ficar fazendo lá.rsrs

Enquanto eles entregavam os troféus, eu e Henrique ficamos batendo uma bolinha. 



Me despedi deles e corri para casa, para tomar banho. Zé me esperava para irmos à missa das 10h30 na Paróquia São Charbel.

Vovó é uma uva

A palavra avó nos remete a infância, quando passávamos o domingo numa casa cheirando a comida, com toalhinhas de crochê decorando todos os ambientes e um quarto sempre na penumbra, com móveis de madeira maciça e uma enorme cadeira de balanço, onde cochilava a matriarca. Parece com a casa da sua avó também? Pois guarde esta imagem na lembrança, pois ela não se reproduzirá tão cedo. Já não se fazem mais avós como antigamente

Os estereótipos não são criados do nada: as avós eram assim mesmo, de cabelo branco e óculos pendurados no nariz. Toda família que se preze teve sua Dona Benta, e a imagem é tão forte que até hoje os comerciais de tevê insistem em caracterizar as vovós como senhoras idosas, rechonchudas, com aventais amarrados na cintura, cabelos presos num coque e aquele ar de quem não faz outra coisa na vida a não ser torta de amoras. E os avôs? Seja na televisão ou no rádio, todos têm voz de Papai Noel, enquanto, na realidade, os avôs da nova era estão mais para Mick Jagger, que aliás já tem um neto. Acorde: os avós de hoje não lembram mais das canções de ninar, mas sabem de cor a letra de Satisfaction. Quer dizer que o lobo mau conseguiu engolir nossa vovozinha? As que usavam touquinha e tinham voz rouca foram papadas, sim, meus pêsames. Mas olha agora, o que vemos? Avós de jeans, dirigindo jipes, cabelo pintado, óculos escuros. Avós que trabalham, que viajam, que dão festas, que namoram. Avós que fazem lipo, aeróbica, jogam vôlei na praia e suspiram não pelo Sean Connery, mas pelo Richard Gere. Será que elas sabem pregar um botão? Não custa tentar, mas se a empreitada der errado, não complique. Ela terá o maior prazer em levar a netinha para comprar uma roupa nova no shopping. E o almoço de domingo? Também mudou. As avós de hoje não andam dispostas a engordar nem um grama com macarronadas familiares e muito menos a quebrar suas garras vermelhas lavando panelas. Que tal um buffet frio, muita água mineral e salada de frutas? Combinado, ela entra com a água.

Netos e netas, não se sintam desamparados. As avós de hoje são muito mais participantes. Podem não lembrar direito das histórias de Gulliver e do Gato de Botas, mas têm histórias pessoais tão encantadoras quanto. São mais divertidas e menos preconceituosas. Têm mais saúde e disposição para enfrentar parques, teatrinhos, zoológicos. E o fato de buscarem a eterna juventude não lhes tirou um pingo do afeto que sentem pela terceira geração. Ao contrário: nunca vi tantas avós apaixonadas por seus netos. É um amor enorme, desinteressado, sem o ônus do compromisso, só do prazer. Sempre foi assim, mas agora há um fator novo: hoje as mulheres têm menos filhos, e em consequência, menos netos. Antigamente a família era gigantesca, e não havia memória que chegasse para lembrar no nome de toda a criançada. Hoje são só dois ou três, dá até para providenciar um mini hotelzinho em casa para hospedá-los no final de semana. Tem mais: o limite de idade para engravidar foi muito ampliado, e hoje uma mulher pode ser mãe e avó quase ao mesmo tempo, encurtando as diferenças entre uma e outra. Se por um lado estamos perdendo a imagem romântica da avó que cozinha, faz tricô e tem roseiras no quintal, por outro estamos ganhando uma avó bonitona, que tem o maior orgulho ao falar dos netos para as amigas e que sempre estará disposta a nos dar um colo. Desde que esteja com uma roupa que não amasse, claro.

O amor, que é o que interessa, não mudou. Mas mudaram as avós. Danuza Leão, Baby Consuelo, Constanza Pascolato e tantas outras mulheres que falam gíria, bebem cerveja estão sempre prontas para uma novidade são avós tanto quanto as nossas saudosas velhinhas de casaquinho nos ombros. Atrizes que foram capa da Playboy e tantas outras gatas da tevê também já tem filhos adolescentes que não tardarão a procriar. Passarão, como toda mulher, pela menopausa, pelos osteoporose e por outros distúrbios da idade, mas certamente não aceitarão o papel de uma avó caseira, bordadeira e sem outra ambição que não seja cuidar dos netos. Sempre se disse que a avó era uma segunda mãe. Pois ela nunca esteve tão parecida com a primeira.

Martha Medeiros - novembro de 1995

Do livro "Felicidade Crônica", págs. 157 a 159

sábado, 25 de julho de 2026

São Roque: Dream Car e Vinícola Góes

O Zé já fala desse Dream Car há bastante tempo; esse roteiro, inclusive, faz parte da programação dele e do Gabriel. Acabamos indo hoje porque o nosso passeio original miou. Falei sobre isso aqui!

Como planejávamos tomar café na Japauto, não fizemos nada em casa e decidimos parar na Padaria Sandra.

Com o cafezinho tomado, pegamos a estrada rumo a São Roque. O caminho estava tranquilo, com o sol aparecendo timidamente entre as nuvens.

O Dream Car Museum fica na bonita Estrada do Vinho, no número 7.901. No trajeto, reconheci vários restaurantes onde já tínhamos almoçado em outras ocasiões, inclusive com a minha mãe. Difícil não lembrar dela em lugares que ela amava passear.😢💔

Chegando lá, o Zé estacionou bem na porta. O clima estava bastante frio. Peguei um folheto e vi a variedade de atrações: Museu, Cinecar, Fórmula 1 Experience, Show de Drift, Kartódromo, Parque de Diversões, além de lojas e restaurantes.





A estrutura do complexo traz lojas, lanchonetes e restaurantes ao redor de uma grande área aberta central. Devido à época, a decoração era junina, mas já imaginei o encanto do lugar no Natal, com luzes e enfeites natalinos. Um ambiente perfeito para a família.





Após algumas fotos, fomos ao balcão perto do kart para buscar informações. O Zé comprou o combo de ingressos para o museu por R$ 150,00 (as duas entradas). Como o acesso é livre para entrar e sair quando quiser, aproveitamos para ver a parte de baixo, repleta de carros incríveis e nostálgicos.







Saímos às 11h30 para assistir ao Show de Drift, que durou uma hora. Nesse show, quem quiser ir junto com o motorista, pode! Não sei quanto custa, mas bastante gente se aventurou. 

Depois, retornamos ao museu para explorar o andar superior. Adorei ver os carros famosos de filmes e desenhos, e me emocionei de verdade na sala da Fórmula 1 — impossível não pensar no quanto o Henrique adoraria estar ali.













No almoço, devorei um hambúrguer artesanal maravilhoso com batatas fritas. Fizemos o pedido e nos sentamos dentro da lanchonete, mas depois o Zé viu que uma mesa do lado de fora desocupou e mudamos para lá.



Antes de voltar para casa, ainda queríamos visitar uma vinícola, então paramos na Vinícola Góes. Apesar do movimento intenso, conseguimos caminhar, admirar a paisagem e ver os peixes no lago. Passamos pela loja, mas dessa vez saímos sem nenhum vinho.



Acordei preparada para um passeio e acabei em outro completamente diferente e surpreendente! Eu não dava muita bola quando o Zé falava do Dream Car, mas descobri que o lugar é incrível para todo mundo: homens, mulheres e crianças. Super recomendo, gostei demais!