sexta-feira, 31 de julho de 2026

Jantar no Kaizen

Zé foi me buscar no trabalho e falou que o Gabriel e a Eliane nos chamaram para jantar. A princípio, eles tinham falado de irmos ao Sukiya, um restaurante fast-food de comida japonesa. Concordei que iria, mas depois da academia.

Quando eu terminei o treino e entrei no carro, o Zé disse que tinham mudado de destino: a gente ia ao Kaizen. Fiquei um pouco receosa, pois esse restaurante é chiquérrimo, fica perto do Shopping Iguatemi, e eu não estava vestida apropriadamente — pelo menos, não para aquele lugar. Mas fui.

Chegamos e o Gabriel e a Eliane já estavam nos esperando. Eles escolheram uma mesa na parte fechada, pois o restaurante tem um ambiente aberto, o que não seria legal porque está frio e, de um tempo para cá, eu fujo de friagem. Como teve bolo de aniversário na Ivezoon (para os aniversariantes do mês) e eu comi dois pedaços, não estava com muita fome. Eu e a Eliane dividimos um prato que tinha pedaços de filé mignon, arroz e legumes, enquanto o Zé e o Gabriel pediram comida japonesa.


O restaurante é grande, com vários ambientes, meia-luz e música baixa tocando. Os garçons e o pessoal que trabalha lá foram muito atenciosos. Enfim, gostei muito de tudo. Ao sairmos para ir embora, eu e a Eliane fomos olhar o espaço que tem uma ponte e um painel com a foto do Monte Fuji. Coube uma foto para registrar.

quarta-feira, 29 de julho de 2026

Enfim pegamos as chaves

Hoje fiz quase três horas de almoço.😳Fui acompanhar a segunda vistoria do apartamento da Karen e Sergio. O inquilino está saindo, e o Bruno e o Victor estão entrando. A coisa está enrolada. O Bruno e o Victor estão com a mudança agendada para depois de amanhã. Imagine a apreensão deles! Por isso, fui acompanhar para, caso necessário, negociar com o Joaquim, o ex-inquilino.

A vistoria estava marcada para as 12h. O vistoriador atrasou meia hora e chegou perguntando ao Joaquim sobre o ventilador de um dos quartos. Entrei na conversa e falei que ambas as partes queriam finalizar o processo; por isso, fizemos um acordo. Ele vai levar o ventilador depois, para o Bruno e o Victor.

Então, o vistoriador passou um comunicado para a imobiliária aprovando a vistoria. Saímos todos do apartamento. Eu e o Victor fomos caminhando até a imobiliária. O Joaquim foi buscar a filha na escola e disse que iria para lá também. Ele pediu para o Victor avisar se a Wilma já estaria na imobiliária, para decidir se iria direto da escola, ou se levaria a filha em casa antes. O vistoriador foi fazer outras vistorias.

Chegamos à imobiliária e a Wilma estava em horário de almoço; chegaria dali a meia hora, disse a recepcionista. O Victor avisou o Joaquim. 

No fim a Wilma chegou, e nada do Joaquim. Eu falei que não ia embora sem as chaves. Mesmo vendo a hora passar, continuei esperando.

O Joaquim chegou e entrou para falar com a Wilma. Ficou um tempão com ela, para a minha agonia. Os minutos passando... Ele saiu, e eu e Victor entramos. A Wilma é muito mais simpática, atenciosa e educada pessoalmente, porque vou falar: pelo WhatsApp, só Jesus na causa! Ela preencheu um recibo de entrega das chaves e dos controles, que eu assinei. Peguei tudo e saímos mais que depressa.

Lá fora, chamamos um Uber e fomos direto para o Suco de Praia, onde o Bruno nos aguardava. Enquanto a gente estava a caminho, ele pediu os pratos e sucos. Chegamos e logo a comida ficou pronta. Começamos a comer, eu quase engolindo tudo. A pressa era tanta - principalmente a minha e a do Bruno, pois estávamos com o horário de almoço apertado - que quase esquecemos da tradicional foto.

E, para finalizar, como quase sempre acontece, o Bruno levou os livros e o CD que eu tinha deixado reservados. E por sorte, enquanto a gente estava na imobiliária, ele mandou um vídeo mostrando o livro O Grande Gatsby, que tinha acabado de chegar. Eu queria muito essa edição com essa capa. Paguei R$ 60,00 em tudo. Só o livro já vale uma fortuna para mim. Final da história: todos felizes!😉😀😍

terça-feira, 28 de julho de 2026

Um encontro inesperado

Domingo, quando estava indo ao Clube São Paulo para ficar com o Henrique enquanto o Danilo jogava bola, encontrei uma ex-colega de trabalho. Ela saiu do carro e, ao subir na calçada, eu estava passando. Olhei e reconheci. Falei o nome dela: Suiane Medeiros. Ela me olhou e nos abraçamos.

Nós trabalhamos no departamento contábil do escritório Silveira Queiroz. Eu trabalhei por menos de sete meses, se não me engano, de outubro de 2010 a maio de 2011. Na época, tive uma recaída da depressão e me afastei para me cuidar.

Enquanto eu ainda usava as redes sociais, vi que ela tinha aberto um escritório de contabilidade. Como estou fora delas desde 2022, não soube de mais nada.

No pouco que conversamos, ela contou que continua com o escritório, falou um pouco dele e rapidamente da família. Eu contei um pouco dos meus últimos trabalhos e do meu propósito para os próximos seis meses.

Ela pediu para eu anotar o número dela e falou para eu entrar em contato quando decidisse voltar a trabalhar, pois ela terceiriza a contabilidade dos clientes.

Fiquei feliz por revê-la e por perceber que posso ter um trabalho quando — e se — voltar à atividade.

Não sei se terei a vaga caso isso aconteça, porque sei bem como é: quando a gente não quer ou não precisa, os convites chegam; quando precisa, cadê? Enfim, que seja o que Deus quiser. Há tempo para tudo e, por ora, vou seguir o planejado: parar, descansar e repensar. Mas sabe quando você sente que aquele encontro foi providência divina?


segunda-feira, 27 de julho de 2026

Gilmore Girls: Tal Mãe, Tal Filha

Amy Sherman-Palladino é uma das mentes mais criativas, influentes e inovadoras da televisão contemporânea. Nascida em 1966, é conhecida principalmente por criar produções televisivas que não apenas cativam o público, mas também se destacam pela originalidade e profundidade de seus personagens, entre as quais Gilmore Girls, série que conquistou milhares de fãs leais desde 2000, ano em que foi lançada. 

Gilmore Girls é uma celebração do relacionamento incomum das garotas Gilmore, mãe e filha cuja amizade é regada a muito humor e uma dose cavalar de café. A história se passa em uma charmosa cidade fictícia chamada Stars Hollow - daquelas que exalam um clima caloroso e de felicidade, onde todos se conhecem. É ali que Lorelai e Rory vivem seus altos e baixos enquanto enfrentam desafios familiares e cultivam aspirações pessoais. 

Tão apreciada por seus diálogos rápidos e afiados e pelas mais diversas referências culturais, a série ganhou uma coleção de livros adaptados de seus roteiros e histórias, proporcionando aos fãs a chance de reviver a magia única e os laços emocionais que esta produção atemporal oferece.

Nesse primeiro volume traz alguns dos momentos mais emocionantes da primeira temporada do ponto de vista de Rory, entre os quais sua entrada em Chilton, escola preparatória de elite, as desavenças ácidas com Paris e Tristin e o surgimento do primeiro amor. 

Acredite se quiser! Li este livro em cinco dias. Comecei a ler no dia 22 e terminei ontem! Na verdade, foi em menos tempo, porque houve dias em que não consegui ler. Que leitura deliciosa! O livro tem somente 152 páginas e está dividido em 19 capítulos. Nas últimas quatro páginas, há algumas fotos, o que tornou a leitura mais fácil e rápida. E tem mais... Eu adoro estas duas. Eu e o Zé assistimos à série inteira e, até hoje, em muitas situações, nos lembramos delas. Quando o Zé pega um café em uma xícara maior para mim, a gente lembra da xícara delas. Quando eu e o Zé escolhemos assistir a um filme antigo, que já vimos antes, lembramos delas. Sempre me lembro do fato de a Rory ter sempre um livro na mochila. Imagine se, em vez de um celular, cada pessoa carregasse consigo um livro. Seria bom demais!

Eu gosto tanto da série que comprei os DVDs e fiquei muito feliz quando ganhei de presente de aniversário e de Dia das Mães, do Bruno e do Victor, o box com três livros. Sobre esse volume, além de ter sido muito bom rever alguns personagens, me diverti bastante com o raciocínio rápido e cômico da Lorelai. Ela é fantástica!

domingo, 26 de julho de 2026

Duas comemorações e duas festas julinas

Hoje a missa das 10h30 foi especial, porque dia 24 foi Dia de São Charbel e hoje é o Dia dos Avós. Na primeira vez que estive nessa igreja, falei um pouco dos ritos. O que me atrai muito é que, na maior parte do tempo, me sinto como se estivesse em outro país — no caso, o de Jesus —, pois é tudo na língua aramaica e hebraica. Gosto demais também do momento da paz. O celebrante dá a paz para os diáconos, estes dão a paz para os coroinhas, e o primeiro da fila do banco recebe e passa para a pessoa ao lado, e assim todos na igreja recebem a paz.

E, para finalizar, no momento da comunhão, os pais vão com seus filhos bebês e pequenos: o pai recebe a comunhão e o padre apoia a âmbula sobre a cabeça da criança. Acho isso o máximo; assim a criança não se sente excluída por não receber algo. Por ser a missa especialmente dedicada ao Dia de São Charbel, no momento da homilia ouvimos três testemunhos de milagres dele: dois de cura de câncer e um de gravidez. Emocionantes!

A missa foi longa, porque antes da bênção final houve a bênção aos avós. E, no fim, teve a unção com o óleo de São Charbel. Saímos e fomos para o arraiá.



Encontramos a Vanessa e o Rogério. O Zé comeu galinhada, eu comi um pastel. Estava muito animado, com um cantor libanês muito bom — um fôlego só, pois cantou bem uns quinze minutos sem parar! 



Ficamos por ali, curtindo a festa. O Zé comeu uma esfiha e antes d eir embora eu comi açai. A Paty chegou com a Maya e a Zoe. Teve leilão de uma camiseta do São Paulo autografada pelos jogadores atuais. Teve uma brincadeira de ver quem engolia um tanto de água em menos tempo. E teve também a dança deles. Que achei bem legal. Parece fácil, mas não me arrisco (rsrs).

Fomos embora porque mais tarde a gente ia à Festa Julina da Paróquia Santo Antônio. Descansamos um pouco em casa e, antes das 17h, fomos caminhando até lá. Cheguei e vi a Flávia, a Iolanda, a Wanderleia e outros rostos conhecidos. No salão do bingo tinha muita gente e estava calor, então sentamos no salão de entrada. 



Ficamos bebendo, comendo e conversando. Achei os preços bem baratos; ia tirar foto do cartaz, mas esqueci, embora lembre dos valores do que comi e bebi: quentão (R$ 8), cachorro-quente (R$ 12) e batata frita (R$ 12). Ficamos até as 18h30. De festa junina e julina, acho que este ano já deu!

Domingo de jogo Danilo e eu com o Henrique

Faz tempo que não vou no campo ver o Danilo jogar. Na verdade, não vou vê-lo jogar, vou ficar com o Henrique.rsrs

Pode parecer desleixo meu, uma vez que o campo é bem perto de casa, mas posso justificar: No último domingo que fui, lesionei o joelho. Fiquei por vários dias precisando fazer compressas com gelo. Depois peguei uma gripe forte. E para ir no futebol, eu preciso estar bem de saúde, porque o Henrique quer brincar de bola. 

Eu amo o Henrique. Amo estar com ele, mas vou falar... Acordar cedo no domingo, é pra acabar.  Só pelo meu neto mesmo. E por uma boa viagem eu faço isso. 

O Danilo já tinha avisado que iriam jogar bola e ontem à noite ele mandou mensagem confirmando e querendo saber se eu iria. Confirmei. Coloquei o celular para desperyar às 6h30, mas acordei um pouco antes. Fiz café. Saí de casa um pouco depois das 7h. 

Cheguei no clube e o Danilo e Henrique estavam batendo bola no campo de cima. Mas já saíram porque começaram a chegar os jogadores que jogam naquele campo. O outro estava trancado. E o de baixo o time do Danilo estava jogando. Já contei que o nome do time deles é 'Barcecana'? 


Danilo foi jogar e eu e Henrique nos sentamos na arquibancada com os álbuns da Copa. O meu e o dele. Ele estava com 52 figurinhas repetidas. Combinamos de cada uma que eu não tivesse, eu vou comprar da Panini uma que ele quer ou precisa. A Panini já está vendendo as figurinhas unitárias. Ficamos fazendo isso até ele falar que queria mais figurinhas. Então chamei para irmos ao mercado comprar. 

Quando a gente estava indo vimos vários carros antigos. Henrique ficou parado olhando. Lembrou do pai dele, que estava perdendo o desfile.rsrs



Fomos até o Savegnago, compramos algumas guloseimas, mas não tinha mais figurinhas. Um senhor falou que os camelôs já estão vendendo o pacote por R$ 3,50. Uau! Metade do preço!

Voltamos para o clube e ficamos esperando o jogo terminar. Hoje eles iam assar carne após o jogo. Henrique queria saber se eu ia ficar. Falei que não, porque tinha missa para ir. E nem que não tivesse, o churrasco é só com os homens. O que eu ia ficar fazendo lá.rsrs

Enquanto eles entregavam os troféus, eu e Henrique ficamos batendo uma bolinha. 



Me despedi deles e corri para casa, para tomar banho. Zé me esperava para irmos à missa das 10h30 na Paróquia São Charbel.

Vovó é uma uva

A palavra avó nos remete a infância, quando passávamos o domingo numa casa cheirando a comida, com toalhinhas de crochê decorando todos os ambientes e um quarto sempre na penumbra, com móveis de madeira maciça e uma enorme cadeira de balanço, onde cochilava a matriarca. Parece com a casa da sua avó também? Pois guarde esta imagem na lembrança, pois ela não se reproduzirá tão cedo. Já não se fazem mais avós como antigamente

Os estereótipos não são criados do nada: as avós eram assim mesmo, de cabelo branco e óculos pendurados no nariz. Toda família que se preze teve sua Dona Benta, e a imagem é tão forte que até hoje os comerciais de tevê insistem em caracterizar as vovós como senhoras idosas, rechonchudas, com aventais amarrados na cintura, cabelos presos num coque e aquele ar de quem não faz outra coisa na vida a não ser torta de amoras. E os avôs? Seja na televisão ou no rádio, todos têm voz de Papai Noel, enquanto, na realidade, os avôs da nova era estão mais para Mick Jagger, que aliás já tem um neto. Acorde: os avós de hoje não lembram mais das canções de ninar, mas sabem de cor a letra de Satisfaction. Quer dizer que o lobo mau conseguiu engolir nossa vovozinha? As que usavam touquinha e tinham voz rouca foram papadas, sim, meus pêsames. Mas olha agora, o que vemos? Avós de jeans, dirigindo jipes, cabelo pintado, óculos escuros. Avós que trabalham, que viajam, que dão festas, que namoram. Avós que fazem lipo, aeróbica, jogam vôlei na praia e suspiram não pelo Sean Connery, mas pelo Richard Gere. Será que elas sabem pregar um botão? Não custa tentar, mas se a empreitada der errado, não complique. Ela terá o maior prazer em levar a netinha para comprar uma roupa nova no shopping. E o almoço de domingo? Também mudou. As avós de hoje não andam dispostas a engordar nem um grama com macarronadas familiares e muito menos a quebrar suas garras vermelhas lavando panelas. Que tal um buffet frio, muita água mineral e salada de frutas? Combinado, ela entra com a água.

Netos e netas, não se sintam desamparados. As avós de hoje são muito mais participantes. Podem não lembrar direito das histórias de Gulliver e do Gato de Botas, mas têm histórias pessoais tão encantadoras quanto. São mais divertidas e menos preconceituosas. Têm mais saúde e disposição para enfrentar parques, teatrinhos, zoológicos. E o fato de buscarem a eterna juventude não lhes tirou um pingo do afeto que sentem pela terceira geração. Ao contrário: nunca vi tantas avós apaixonadas por seus netos. É um amor enorme, desinteressado, sem o ônus do compromisso, só do prazer. Sempre foi assim, mas agora há um fator novo: hoje as mulheres têm menos filhos, e em consequência, menos netos. Antigamente a família era gigantesca, e não havia memória que chegasse para lembrar no nome de toda a criançada. Hoje são só dois ou três, dá até para providenciar um mini hotelzinho em casa para hospedá-los no final de semana. Tem mais: o limite de idade para engravidar foi muito ampliado, e hoje uma mulher pode ser mãe e avó quase ao mesmo tempo, encurtando as diferenças entre uma e outra. Se por um lado estamos perdendo a imagem romântica da avó que cozinha, faz tricô e tem roseiras no quintal, por outro estamos ganhando uma avó bonitona, que tem o maior orgulho ao falar dos netos para as amigas e que sempre estará disposta a nos dar um colo. Desde que esteja com uma roupa que não amasse, claro.

O amor, que é o que interessa, não mudou. Mas mudaram as avós. Danuza Leão, Baby Consuelo, Constanza Pascolato e tantas outras mulheres que falam gíria, bebem cerveja estão sempre prontas para uma novidade são avós tanto quanto as nossas saudosas velhinhas de casaquinho nos ombros. Atrizes que foram capa da Playboy e tantas outras gatas da tevê também já tem filhos adolescentes que não tardarão a procriar. Passarão, como toda mulher, pela menopausa, pelos osteoporose e por outros distúrbios da idade, mas certamente não aceitarão o papel de uma avó caseira, bordadeira e sem outra ambição que não seja cuidar dos netos. Sempre se disse que a avó era uma segunda mãe. Pois ela nunca esteve tão parecida com a primeira.

Martha Medeiros - novembro de 1995

Do livro "Felicidade Crônica", págs. 157 a 159

quinta-feira, 23 de julho de 2026

21ª aula de Corte e Costura

Hoje eu e a Tati não fizemos lanche antes da aula. Para não dizer que não comemos nada, comemos uns biscoitos quando ainda estávamos na Ivezoon.

A gente sabia que o Bruno não iria hoje, mas fomos mesmo assim, porque é a nossa última aula. Nós perdemos duas aulas da outra vez que ele não foi e não conseguimos repor. Então, decidimos ir e torcer para a professora substituta conseguir nos ensinar a fazer a bermuda.

Ela chegou e já foi vendo com cada uma onde estávamos. O nome dela é Rosângela. Ela é bem agitada, acho que mais que o Bruno. Na aula de hoje, estavam presentes: eu, a Andreia, a Yasmin, a Lucely e a Tati.




A Rosângela começou ensinando a colocar o zíper. Deu tudo certo, só o bolso que não ficou como aprendemos com o Bruno.



De vez em quando, eu tinha que esperar ela ajudar as meninas, então aproveitei para costurar a barra da minha camiseta da Japauto. Ela é preta. Costurei com linha branca. É que vou usar ela no sábado e não encontrei linha preta em nenhuma máquina, então foi com a branca mesmo. Não tem problema, porque ela vai ficar por dentro da calça.



A aula terminou, o curso acabou e não conseguimos terminar a bermuda. Não sei o que eu e a Tati vamos fazer. Pensei em talvez mandar vídeo para o Bruno explicar como devemos fazer, mas acho que seria abuso de nossa parte. Quem sabe a escola volta atrás e deixa eu e a Tati repor as 12 horas que ficaram para trás, para repormos nas próximas semanas. Aguarde as cenas dos próximos capítulos.rsrs

terça-feira, 21 de julho de 2026

Almoço com as Ivezetes

Dia 19 foi aniversário da Vivian. Ela trabalhou na Ivezoon do final do ano passado até dias atrás, quando foi demitida. A gente gosta muito dela, especialmente a Letícia e a Jéssica, que eram do mesmo departamento — a Vivian era supervisora delas.

Semana passada, a Jéssica criou um grupo no WhatsApp com as meninas que ela sabe que gostam da Vivian e gostariam de almoçar com ela. A Sandra, que também não está mais na Ivezoon, foi incluída no grupo.

No grupo, tivemos algumas sugestões de restaurante e optamos pelo Lume, localizado no Cambuí. A Vivian foi a primeira a chegar. A Sandra foi de Uber e chegou junto com a gente.

O restaurante é muito chique, com um ambiente agradável e garçons simpáticos e atenciosos. Um deles anotava os pedidos e o outro os trazia até a mesa. Tudo era enfeitado e digno de sair em fotos, rsrs.

Entrada

Salada

Prato principal

Sobremesa

Ficamos comendo e conversando, conversando e comendo. No final, trouxeram um sorvete para a aniversariante. Cantamos parabéns, claro!

Foi um almoço muito gostoso e especial. E na saída, mais uma foto.

Obs. Sobre valores: meu prato foi R$ 89,00. Tem 12% da taxa de serviço (do garçom). E o estacionamento R$ 30,00.

segunda-feira, 20 de julho de 2026

Amigas para Sempre

Uma boa amiga: a melhor coisa que se pode querer, e a mais difícil de encontrar. Mesmo sendo leais, gostando e torcendo pela gente, ninguém é perfeito, e existem umas que às vezes só matando. Exemplo: a que nunca deixa você voar muito alto para evitar desilusões futuras.

Cheia de entusiasmo porque conseguiu aquele trabalho maravilhoso com que sempre sonhou (e já escolhendo no armário os modelitos que vai usar), ouve um "cuidado, quanto mais alto o coqueiro, maior o tombo". Com uma só frase, corta o seu barato, mas que legal!

Em se tratando de namorado novo, o mesmo tipo de incentivo. "Já vi esse filme, e não dou um mês para você enjoar, te conheço." Essa frase tira qualquer um do sério, dá vontade de entrar para um Convento ou para a Máfia, só para produzir um choque, surpreender. Ouvir isso fazendo a sacola para o primeiro fim de semana que vão passar juntos é uma ducha de água gelada, e você não sabe o que te irrita mais: se a pretensão de te conhecer tão bem ou a memória implacável.

Outro tipo torturante é a que te analisa. Quando você telefona aos prantos porque cortou o cabelo além da conta, responde sempre com um "claro, estava tão bonita que não aguentou e teve que se punir". Ela não consegue entender um desejo simples, como querer ficar parecida com Sigourney Weaver, e só porque passou 12 anos num divã, acha que sabe mais do que Freud. Se você está sem vontade de ir à festa, ou diz que adiou a pintura da casa para setembro, responde de bate-pronto: "É a culpa".

Quando, esperando um telefonema, você tira o telefone do gancho para ver se está funcionando (coisa mais do que normal), ela não perdoa e fulmina com um "olha a ansiedade". Para essas, a fogueira de Joana d'Arc é refresco.

A que te adora e se preocupa com todos os seus problemas, costuma fazer esse tipo de pergunta insuportável:

Ele telefonou?

Afinal, Renatinha, passou de ano?

A viagem está de pé?

A butique aceitou o blazer de volta?

Conseguiu o apartamento?

A resposta a todas as perguntas é não, claro, e ela já sabia. A lei de Murphy (para quem não sabe: qualquer situação com alguma chance de não dar certo provavelmente não dará certo) está aí mesmo, e ter que responder te arrasa. Cuca fresca, você já tinha até dado a volta, mas ela consegue te lembrar de tudo que podia ter acontecido de bom e não aconteceu. Em matéria de corte, nem Isabel (a do vôlei) faria melhor.

Tem também a que aconselha, orienta, e sabe, com total segurança, o que vai acontecer se você tomar este ou aquele rumo. E quando por acaso acerta não deixa, jamais, de dizer: "Eu avisei". Haja.

Outro tipo, muito em moda ultimamente: a que não se envolve; ela não perde uma só chance de encaixar frases do tipo "problema seu", "só você pode saber". Se faz a pergunta mais banal, tipo "que vestido ponho hoje, vou de pantera ou de fina?" a resposta costuma ser um "depende, você é quem sabe como está por dentro (ai!), prefiro não opinar". Quando a amiga comum fica cochichando com seu namorado pelos cantos, ela procura ser objetiva: não tira sua razão, mas também não diz o que você mais precisava ouvir naquela hora: que a outra é uma desavergonhada, que isso não se faz, que o fogo do inferno é pouco pra gente dessa laia, que nunca mais vai cumprimentar quando encontrar.

Uma amiga que toma seu partido, que palpita (pouco) só quando perguntada, é tudo o que se quer, e a coisa mais rara de encontrar.

Quem tem uma desse quilate não vai se sentir sozinha, jamais.

Danuza Leão 

Do livro "Danuza, Todo Dia", Capítulo "Ser Humano" págs.168 e 169

sexta-feira, 17 de julho de 2026

Festa Julina na Ivezoon

Tivemos um dia junino na Ivezoon. Dias atrás o pessoal do marketing comunicou a data, e junto com o comunicado anexou uma planilha, para cada um colocar o que ia levar de prato. Eu coloquei bolo de milho e de fubá. 

Ontem fui à Casa de Bolos encomendar. Fui buscar hoje às 9h30. Os bolos estavam quentinhos.

Nem todos estavam vestidos a caráter. A Tati como sempre tinha uns laços e tiara que emprestou para quem quisesse usar. Tiago colocou a tiara. E ficou com ela o dia inteiro. O que estava mais a caráter foi o Renan, que até chapéu usou.

A Jéssica chegou de manhã e decorou a mesa. Quando o Leonardo chegou, foi convocado a colocar as bandeirinhas. Ele é o mais alto, por isso.rsrs


Paramos para começar a comer e beber um pouco antes do meio-dia. 

Estava tudo muito gostoso. Pessoal estava bem descontraído. Apesar de alguns serem novos na empresa, são bem soltos. Inclusive o Affonso, que é vendedor do Rio de Janeiro

E este ano teve até bingo. A Giuliana e Mariana que coordenaram. Os prêmios foram: três quinas valendo 50 reais cada. E a cartela cheio 150 reais. Os valores foram no Caju.  Os ganhadores foram: Giovana, Lucas, Nicholas e Leonardo.

E com tanta coisa para comer ninguém almoçou. Ficamos o dia inteiro beliscando as guloseimas. E deu até para levar um pouco para casa.rsrs

quinta-feira, 16 de julho de 2026

20ª aula de Corte e Costura

Dia de curso... Dia de comermos algo antes, afinal são três horas de curso. A Tati ainda é jovem. Come quando chega na casa dela. Eu, raramente.

E hoje foi dia de bolacha salgada com chá. Apesar do frio, a gente não estava com muita fome, então não pensamos em nada mais sustancioso.

Antes de começarmos a colocar a mão na massa — digo, a mão nos tecidos, como havia prometido —, o Bruno colocou um vídeo de uma confecção para assistirmos: um lindo vestido da Dior. É impressionante tudo o que envolve o processo: o tempo, o número de profissionais e os detalhes. Vendo, a gente entende o preço.

Terminamos de assistir o vídeo e voltamos para a sala. A Yasmin está na fase de tirar as medidas. A Lucely, continua fazendo bolsos. Como nem eu, nem a Tati fizemos a lição de casa, continuamos na aula. Passamos o molde para outra folha e fomos para a outra sala cortar no tecido. 


Fechar a bermuda vai ficar para a próxima aula. A última aula. E com professora substituta. será que vamos conseguir? 

quarta-feira, 15 de julho de 2026

Almoço em boa companhia

Almoço combinado de última hora é que dá certo. Ontem o Bruno falou para a Silvana que tinha livros de História, no sebo, para doar. Falou que eram muitos. Ou seja, a sacola estaria pesada. Então ela falou que queria e que ia ver com a Adriana para irem juntas. E aproveitou para convidar o Bruno para almoçar. Ela gostou do almoço do Suco de Praia.rsrs

E como ela sabe que eu trabalho perto, falou para o Bruno me chamar também. É claro que eu aceitei. Combinamos às 13h. Saí do trabalho às 12h20. Enquanto estava lá a Andressa chegou. Também tinha combinado com eles. Não tinha a intenção de comprar nada, mas olha aqui, olha ali, veja só o que comprei.rsrs

Paguei R$ 40,00 em tudo isso 

Eu tive que ir à farmácia comprar lenço para assoar meu nariz, que estava escorrendo o tempo todo.

Encontrei com eles no restaurante. Já tinham feito o pedido, inclusive o meu. O mesmo prato para todos. Parmegiana de frango. Só variou os sucos. Fiquei surpresa ao ver eles sentados. Achei que a gente ia ter que esperar para conseguir lugar para se sentar. Normalmente o restaurante está cheio, mas hoje demos sorte.

Enquanto o almoço não chegava, mostrei minhas comprinhas para elas. E falamos sobre o filme que elas foram assistir no cinema ontem - Dia D

O almoço, como sempre, estava delicioso. E almoçar na companhia das irmãs, sobrinha e filho foi maravilhoso.  

Terminado o almoço, eu e Bruno voltamos ao trabalho. E elas foram passear nos sebos e depois foram no Bazar Nosso Lar. Aproveitaram o dia!

segunda-feira, 13 de julho de 2026

Um ano e dois meses sem minha mãe

A bênção mãezinha 🙏🏼😍 

Já vou começar falando do tempo: A senhora não tem noção de como o frio tá judiando. A Lívia internou duas vezes somente no mês de maio. Estava com pneumonia. Soube que o Marcos e todos da casa dele pegaram gripe. O Sandro, Kelly e Nicolas também. Silvana ficou bem mal. Tanto que perdeu uma viagem para Olímpia. A Eliane alugou um apartamento e convidou a Adriana e Silvana. Justo na semana a Silvana piorou. Imagino que se a senhora estivesse aqui, teria problemas com o pulmão, como sempre tinha. E no fundo, eu fico feliz de saber que a senhora não está aqui sofrendo as intempéries climáticas.

A última foi o Sandro, que deu um susto na gente. No dia 30 o Marcos mandou mensagem no grupo de Whatsapp dos irmãos, avisando que o Sandro estava internado. Teve dores e formigamento no lado esquerdo. Torcemos para que fosse só consequência de nervoso pelo jogo do Brasil que foi no dia 29. O Brasil jogou contra o Japão. 

Se a gente levou um susto, imagina ele que estava com viagem marcada - para a Europa - para o dia 01. Olha o desespero. Ele, no hospital, pedindo para a Kelly deixar as malas prontas. Graças a Deus ele teve liberação médica e conseguiram viajar. 

Ele está bem. Curtindo os países por onde está passando. Já esteve em Portugal e na Espanha. Hoje está em Paris. Sei que ainda vai para a Suíça e Itália.

Voltando a falar mais um pouquinho da Copa do Mundo, como falei o Brasil jogou contra o Japão, na fase mata-mata. A gente quase morre assistindo.rsrs

Foi um jogo difícil. Eu torci para o Brasil, e ele ganhou, mas não ia ficar triste se o Japão ganhasse. 

E no domingo passado, dia 05 o Brasil jogou contra a Noruega às 17h. Mais uma vez nos reunimos na casa da senhora para assistir. E para festejar o aniversário da Alice, que fez 07 anos na sexta-feira, dia 03. Brasil perdeu! E está fora da Copa do Mundo.

Terminou o jogo e fomos terminar de assar a carne e jantar. Já estamos maduros o bastante para não se deixar abalar por causa de uma derrota. Vida que segue, né mãe?

Falando em Alice, ela está uma graça. É dengosa. Amorosa. A Silvana disse quem dia desses ela falou que a senhora não devia ter morrido. 

Na terça-feira, dia 07 a Silvana levou a Alice para passear na cidade. Foram de ônibus. A Silvana falou que ela adora passear de ônibus. Lembrei da senhora. Gostava de bater perna e de andar de ônibus.

Mudando de assunto... Eu terminei minha primeira peça do curso de Corte e Costura. Uma camisa listrada - branca e rosa. Deu trabalho. Eu me lembrava muito da senhora quando estava descosturando ou fazendo algo na mão. Não sei não. Acho que não vou fazer peças de roupas. Não compensa. Vou ficar mais nos consertos, barras e ajustes. O que já vai ajudar muito. 

E para finalizar, nessa última semana eu peguei uma gripe forte. Acho que já estava um pouco afetada, pois a Tati ficou umas duas semanas bem mal. Para completar, o Zé foi pra Tiradentes entre o dia 24 e 28 de junho e uns dias depois começou a ficar mal. Foi até no hospital e tomou antibiótico. Ia ser difícil eu não gripar. Só que ao ver que minha garganta começou a doer, comecei a tomar o mesmo antinflamatório que o Zé estava tomando. Por fim tomei o Naldecon e hoje estou tomando o xarope Expec. 

Não tenho do que reclamar, porque o que tenho ouvido falar de gente que está doente, com influenza e principalmente pneumonia. Então eu até que peguei leve. 

Mãezinha, saudades da senhora 🥺 Tem horas que quero olhar a foto da senhora com uma pausa maior, mas aí começa a vir a lembrança e ainda dói. Então eu me distraio. 

Já se passaram um ano e dois meses. Acho que não existe tempo que aplaque a saudade. O jeito e me acostumar com ela seguir vivendo, até o dia que nos encontraremos novamente. 

Fico por aqui mãe. Se tiver assuntos interessantes eu volto mês que vem pra contar pra senhora. 😉

Te amo mãezinha, eternamente 💗💕

domingo, 12 de julho de 2026

Moisés uma análise teológica e psicológica

Comprei esse livro no dia 21 de março, um sábado em que fui me confessar na Paróquia Santo Antônio. Comprei-o e já pedi para o autor, o Frei Reginaldo, autografá-lo. Ao fazer isso, ele me avisou que a obra havia sido o seu TCC. Pelo que senti, ele quis me preparar para o que eu iria ler, e por isso perseverei até o final, porque, confesso, não foi uma leitura fácil. O título já denuncia o conteúdo. Acredito que os estudiosos da teologia e da psicologia, esses sim, estão diante de um material muito rico.

Eu comecei a ler no dia 1º de junho e terminei ontem. São 358 páginas, muitas delas com referências bibliográficas, sem figuras ilustrativas e, claro, com muitas citações de versículos bíblicos. Recomendo que quem for ler — caso não conheça a história de Moisés, que se passa principalmente em quatro livros da Bíblia (Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio) — faça a leitura com a Bíblia ao lado.

Primeira orelha: A partir da compreensão do livro do Êxodo, Moisés é o protagonista humano e Iahweh é o protagonista divino no acontecimento denominado Êxodo. O Êxodo é o segundo livro da Bíblia hebraica e apresenta um conjunto de narrativas sobre como o protagonista Moisés, atendendo ao chamado do Deus Iahweh, liderou um grupo de israelitas para sair da terra do Egito, onde eram escravizados, rumo a uma terra de liberdade, caminhando pelo deserto durante quarenta anos.

Sendo Moisés objeto desta pesquisa, foi estudada a sua história segundo as narrativas do Êxodo, abrangendo-o individualmente e, ao mesmo tempo, em sua relação com o ser transcendente, o Deus Iahweh, e em sua relação com os israelitas, pois ele exerce um papel de líder.

O primeiro problema central levantado para esta pesquisa foi o de que Moisés, que é considerado um exemplo de herói popular por teólogos que fazem a análise literária dos textos bíblicos, como Andinach e Vogels, poderia ser também considerado um herói, segundo a perspectiva da psicologia analítica, especificamente, segundo a formulação do estudioso do mito, Joseph Campbell, de que o percurso da aventura mitológica do herói tem três rituais de passagens: a separação, a iniciação e o retorno?

Contracapa: O livro Moisés: Uma Análise Teológica e Psicológica, de Reginaldo de Abreu Araújo da Silva, explora a figura de Moisés no Êxodo sob duas perspectivas interdisciplinares: a teológica e a psicológica, baseada na psicologia analítica de Carl Gustav Jung. A obra divide-se em quatro capítulos principais:

Panorama do Êxodo: Contextualiza o livro dentro do Pentateuco, destacando sua estrutura literária, mensagem central e teorias de interpretação.

Moisés como personagem: Analisa suas múltiplas facetas - herói popular, líder libertador e homem religioso - enfatizando seu papel na formação do povo de Israel.

Jornada do herói: Aplica o modelo de Joseph Campbell para examinar a trajetória de Moisés, desde seu nascimento até a sua missão de libertação.

Processo de individuação: Utiliza conceitos junguianos, como Ego, Sombra, Anima e Si mesmo, para entender o desenvolvimento psicológico de Moisés e sua relação com o divino.

O livro conclui que Moisés é um arquétipo do herói cuja jornada reflete o processo universal de individuação, oferecendo insights valiosos para a interface entre psicologia e religião. A obra é uma contribuição acadêmica significativa, destinada a estudiosos das áreas bíblica, teológica e psicológica.