Zé falou que eu precisava sair de dentro de casa. Isso porque na
quinta-feira, feriado de Corpus Christi não saímos. Sexta-feira trabalhei
home-office. Ele não entende que, por ficar fora a semana inteira, quando
posso, eu quero mais é ficar em casa.rsrs
Como tem feito frio, pensamos ir almoçar em Atibaia. Comer o delicioso
filé à parmegiana do Restaurante Fazendinha. Gostinho de fogão a lenha. Dá água
na boca só de lembrar.
Saímos de casa e Zé pegou a estrada, indo por dentro. Passou por
Valinhos, Vinhedo... Para apreciarmos a natureza.
Chegamos no restaurante e, logo na entrada a recepcionista perguntou se a
gente ia comer “self-service” ou “à la carte”. Ao dizer a segunda opção ela
colocou uma pulseira cor rosa no nosso pulso. Entramos e nos acomodamos. Tinha
um músico cantando. Muito bom, por sinal.
Ao ver o cardápio, assustei. O prato de filé mignon à parmegiana estava
R$ 269,00 (para duas pessoas). Zé perguntou ao garçom se fariam para uma
pessoa, e ele falou que não. E fomos informados que o restaurante tinha mudado
de dono. A gente tinha percebido que estava um pouco diferente. Para começar, o
restaurante estava um pouco vazio. E antigamente não tinha a opção de
self-service.
Optamos por mudar e comer self-service que estava R$ 69,90 por pessoa.
Mudou também a cor da pulseira para a cor azul.
Peguei arroz, feijão, batata doce frita, um filé de frango à parmegiana e
maionese. Não tinha muitas opções. E não tinha sobremesa.
Vou falar que a punica coisa que compensou, foi o músico. Que além de tocar
e cantar bem, o couvert foi de somente R$ 5,00 por pessoa.
Enfim, esse é um restaurante que não voltaremos. Para sair de casa e ir
tão longe para almoçar, tem que ser muito atrativo. E infelizmente não é mais.
Saindo do restaurante passamos na Livraria Nobel, que fica quase em
frente, do outro lado da rua. O Zé comprou uma caixinha com mensagens do
Dr.Augusto Cury.
Para voltar Zé foi por dentro de Atibaia. Ele perguntou se eu queria ir à
casa da minha mãe. Disse que sim. Estava até com um bolo de fubá com goiabada
dentro do carro, que tinha comprado para levar. Mas, no meio do caminho, começou
a bater um soninho. Então falei para o Zé que queria ir para casa.
E chegando em casa, escovei os dentes e fui para o sofá. Me enrolei na manta e dormi... Por umas duas horas. Acordei, tomei café – com o bolo – e assistimos um filme. Sobre ele, falarei na próxima postagem.





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