quarta-feira, 29 de março de 2017

A Bela e a Fera - No cinema com a Dinda

Ontem fui ao cinema com minha dinda - Sandra. Combinamos ontem mesmo. Tanto que fui direto do trabalho para a casa dela. Ela mandou mensagem logo cedo perguntando se eu tinha compromisso. Ela já sabia que eu não tinha academia, e já vinha fazendo chantagem emocional, porque eu não estava reservando um tempinho para ela. Terrível essa minha madrinha.rsrs
Combinamos de assistir "A Bela e a Fera". Ficamos entre ir no cinema do Shopping Prado, ou do Shopping Unimart. Deixamos para decidir na hora, afinal eu não sabia que horas chegaria na casa dela.Tanto eu, como ela preferimos filme legendado, só que o horário que tinha nas duas opções de cinema ia começar muito tarde. Então assistimos dublado.
Para ajudar o ônibus demorou. Cheguei na casa dela e ela já estava esquentando a janta. Apesar de que eu nem sabia que a gente ia jantar antes. Comi arroz, feijão, panqueca e escondidinho de batata doce com frango. Delicioso! O tio Roberto perguntou se eu queria um pouco de vinho. Imagina.rsrs
Chegando ao Shopping fomos direto comprar os ingressos. Ainda deu tempo de passear um pouco pelo shopping e de comprar uns chocolates nas Lojas Americanas.
Quanto ao filme... Achei uma perfeição. Eu tinha assistido ao desenho várias vezes, com os meus filhos - quando eles eram pequenos. Então eu assistia relembrando. Os atores. O cenário. E principalmente as músicas. Tudo idêntico ao desenho. Além da Bela, do Gaston, da Fera... Fiquei feliz e emocionada ao rever o bule (madame Samovar), a xícara (Zip), o relógio (Horloge) e o castiçal (Lumiere). E no fim... Chorei! E vou querer ver mais uma vez. Se possível ainda no cinema. Com o Zé e legendado. 
A Sandra não saiu da sala enquanto não terminou a música que toca no final. Até porque era em inglês. Eu fiquei em pé. Com o pé no corredor para sair, e ela lá... Sentada.
Saímos e o shopping já estava fechado, então fomos direto para casa. Estava friozinho. A Sandra dormiu em casa. 

terça-feira, 28 de março de 2017

Fim de semana com a mãe

Bom... A segunda pode não ter começado bem, mas o meu fim de semana foi maravilhoso!
E sabem por quê? Passei com a minha mãe. Quase 50 anos nas costas e fica querendo colo de mãe.rsrs
Aproveitei que o Zé está viajando e fui curtir um pouco ela. A casa dela. A comida dela. 
Na verdade, minha mãe tinha me convidado para ir com ela almoçar na igreja. Teve um almoço comunitário de São José!
Eu fui no sábado, depois que saí da casa da dona Odete. Cheguei na minha mãe, jantei e ficamos vendo TV. Domingo acordei, tomei café e fomos na igreja almoçar.
E no fim da tarde, alguns dos meus irmãos foram na minha mãe. O Marcos foi e levou pão do "Frango Assado". Passamos uma tarde super agradável.
E no fim, a Karen e o Sergio me levaram para casa.

segunda-feira, 27 de março de 2017

Falta de empenho

Eu demoro um pouco para “pegar” as coisas. Sempre fui assim. Tomo ciência de algo que ouvi, ou que vi horas depois. Às vezes dias. Isso quando não tenho que ser “cutucada” para entender o que foi dito. E hoje não foi diferente.
Logo cedo, meu patrão ficou falando coisas para a gente. Sobre o futuro. Se esforçar. Isso e aquilo. E comentou que uma das moças se “empenha” bastante no escritório. Ainda falou: _Não que vocês não se empenhem.
Eu ouvi e fiquei na minha. Até que minha colega do departamento comentou que achou um absurdo o que ele falou. Que deu a entender que nós não estamos nos empenhando. Eu não tinha pensando assim. Não tinha ficado chateada. E então, fiquei.
Sabe por quê? Essa moça que se empenha, conforme ele disse, não ajuda a gente em nada. Como ele não paga uma diarista, nem telefonista, cada dia uma atende ao telefone, faz o café e retira os lixos - no fim do dia. Ela não faz nada disso! Falou que tem muito trabalho para fazer e que não pode perder tempo atendendo ao telefone. O café e o lixo, nem teve justificativa. Simplesmente não faz. Não tira.
Ela é responsável pelo departamento e não quer saber de ensinar a mocinha que foi contratada para ajudá-la. Disse que não tem tempo para ensinar. E teve duas obrigações acessórias que eram “responsabilidades” dela, que ela deixou para a mocinha. Uma sobrou até para a gente – que somos de outro departamento – ajudar, porque senão não ia dar tempo de entregar no prazo.
Ela entra a hora que quer (raramente às 8h). Ela sai para almoçar a hora que bem entende, sem se preocupar se vai ficar alguém no escritório. E nem sei se faz só 1 hora de almoço. Pior de tudo que ela não avisa a gente. Não que seja da nossa conta, mas como atendemos ao telefone, acho que precisamos ter conhecimento, para saber o que falar para os clientes.
Ou seja, ela não tem um mínimo de senso de equipe. Não colabora com ninguém. Trabalha individualmente.
E no fim... Ela se empenha muito. Ouvimos isso! É para ficar muito chateada, não é?

terça-feira, 21 de março de 2017

Paciência - Lenine

Ontem, na academia, a Alcy - uma das alunas - estava comentando o quanto as pessoas andam estressadas no trânsito. Pelo jeito ela deve ter levado umas “cortadas” enquanto dirigia. E o assunto se estendeu noite adentro. Ou pelo menos até começarmos o treino.rsrs
E hoje ao acordar com a música que escolhi para o despertador, lembrei-me do assunto. Sabe por quê? A música que coloquei para despertar é “Paciência” com o Lenine. Desde quando ouvi, acho que foi ano passado, a letra me atraiu demais. A melodia mais ainda. Música oportuna para os dias atuais, onde todo mundo anda sem paciência.

Compartilho aqui o vídeo, para quem não conhece. E abaixo uns trechos da música:

Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não para

Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso, faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara

Enquanto todo mundo
Espera a cura do mal
E a loucura finge
Que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência

O mundo vai girando
Cada vez mais veloz
A gente espera do mundo
E o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência

Será que é tempo
Que lhe falta pra perceber?
Será que temos esse tempo
Pra perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara

Tão rara

segunda-feira, 20 de março de 2017

O Discurso do Rei

Ontem terminei de ler...


Sinopse extraída da contra capa do livro:
 “O Discurso do Rei” - Como um homem salvou a monarquia britânica.
Baseado nos recém-descobertos diários de Lionel Logue, este livro nos traz a história de como um homem salvou a Família Real inglesa nas primeiras décadas do século XX – e não foi um primeiro-ministro ou um arcebispo de Canterbury. Foi um quase desconhecido, e autodidata, terapeuta da fala chamado Lionel Logue, a quem um jornal, nos anos 1930, intitulou de “o curandeiro que salvou o rei”.
Não era um aristocrata britânico, nem mesmo um inglês – Logue era um plebeu e, ainda, por cima, australiano. Foi, entretanto, o gentil e sociável Lionel quem, sozinho, levou o Duque de York, nervoso e com problemas de fala, a se tornar um dos maiores reis da Grã-Bretanha, depois que seu irmão Edward VII, abdicou em 1936 por amor à sra.Wallis Simpson.
Esta é a inédita história do relacionamento entre Logue e o ansioso futuro Rei George VI, coescrita pelo seu neto Mark e o Jornalista Peter Conradi.
O livro esclarece de forma surpreendente a intimidade entre os dois homens e o papel vital desempenhado pela esposa do monarca, a falecida Rainha Elizabeth, a Rainha-Mãe, em sua determinação de apoiar e salvar a reputação e o reinado do marido.

***
O livro é dividido em 16 capítulos, e o primeiro inicia com o título “Deus salve o rei”, onde nos leva ao dia 12 de maio de 1937, o dia da coroação do Rei George VI. Fiquei meio sem entender porque tanta tensão em volta de uma cerimônia e, mais tarde de um pronunciamento que o rei fez - ao vivo - pelo rádio, que foi transmitido ao povo. Mas, nos capítulos seguintes tudo começa a ser esclarecido.
Nos capítulos seguintes conhecemos:
- Lionel George Logue: seu nascimento, sua formação, seu casamento aos 27 anos com Myrtle, suas viagens, o nascimento dos filhos e como foram parar na Inglaterra até Logue conhecer Bertie, o Duque de York, futuro Rei George VI.
- O Rei - seu nascimento, sua infância, seus irmãos, seu casamento e suas dificuldades. Sendo a maior delas, a gagueira. E diante dessa grande dificuldade (e depois de passar uma vexame) em 1926 ele passa pela primeira consulta com Logue.
_ Edward – irmão mais velho do Rei - e o seu envolvimento com a sra.Wallis, que culminou na sua renúncia ao trono.
- Um pouco os acontecimentos da segunda guerra mundial, e as implicações no reinado de George VI. 
- E por fim, os constantes problemas de saúde tanto do Rei, como de Logue.
Porém, o grande propósito deste livro são os discursos do Rei, que não seriam tão significantes, se não fosse o fato de o mesmo ter problemas de fala.
Apesar de começar pelo capítulo da coroação do Rei, voltamos no tempo para conhecer e crescer junto, com cada personagem. 
O Rei se mostrou um homem muito esforçado, decidido e ao mesmo tempo, sabia das suas limitações e seus receios, tanto que, sempre que ia fazer um pronunciamento mandava chamar Logue, que lia o discurso e fazia as alterações necessárias. Geralmente, trocando palavras que, sabia que o Rei teria dificuldade por outras, porém, com o mesmo sentido.
E Assim, do primeiro ao último capítulo, temos sempre pronunciamentos do Rei, sendo um melhor que o outro, até o último, no Natal de 1951.

Minhas observações:
Não sou muito de “pararico”, então, inicialmente eu fiquei sem entender, porque tanto alarde por causa de um discurso. Confesso que, poucas vezes ouvi, ou prestei atenção em um pronunciamento do Presidente da República. Fiquei imaginando se eles também têm toda essa preocupação com entonação, paradas, tempo, etc.
Se bem que estamos falando de um Rei, não é? Tudo bem... Passei a admirar a pessoa do Rei George VI – após ler este livro, assim como admirei a Rainha Elisabeth quando assisti “The Crown”. Isso não quer dizer que concordo com toda a “pompa” que eles vivem, à custa do seu povo. Porém, vi que eles também são humanos. Também sofrem com as imperfeições, suas limitações, suas dificuldades. E acima de tudo, tem muitas responsabilidades.
Neste livro, as mulheres são muito evidenciadas na vida do Rei – sua mãe, e principalmente sua esposa que tem papel fundamental, sempre o apoiando. As filhas, Margaret e Elisabeth também são citadas em diversos capítulos.
Por outro lado, Logue também conta sempre com a presença e apoio da esposa Myrtle.
O fato do livro conter trechos das cartas trocadas pelo Rei e Logue, bem como partes dos discursos, tornam a leitura mais atraente.
Gostei bastante do livro, agora quero assistir ao filme. Para comparar, conhecer melhor os personagens e se possível entender melhor alguns pontos. Principalmente no que se refere a Geografia e a História. Nunca fui muito fã dessas matérias, então fico um pouco confusa quando começam a citar os lugares e os acontecimentos daquela época. Acho que vendo o filme vou me localizar melhor.