domingo, 20 de outubro de 2024

Fim de Semana com minha mãe

Zé está viajando, foi para mais uma Expedição Atacama. Saiu de casa no sábado passado, dia 12/10. E quando ele viaja, eu vou – ou tento – passar um final de semana na casa da minha mãe. Acho que as duas últimas viagens dele eu não consegui. Dessa vez deu!

Fui na sexta-feira após a academia. Consegui treinar das 18h30 à 19h30. Saí e decidi pegar um ônibus para ir até o Terminal Mercadão. Poderia ir a pé? Poderia. Mas não quis.

Não fiquei dez minutos no ponto e passou o 2.53. Cheguei no terminal não era nem 20h.

Mas o outro ônibus, que vai até o bairro da minha mãe, demorou. Mais de trinta minutos. Mas não sofro! Dependendo até gosto. Sentei-me no banco. Coloquei fone de ouvido e fiquei ouvindo uma pregação do Frei Gilson. Começou um vento gelado. Ainda bem que tinha blusa de frio na bolsa. 

Cheguei na casa da minha mãe passava das 21h. Ela fez o prato dela. Tinha falado para ela não me esperar para jantar. Mas ela anda teimosinha. Me esperou. Tinha feito uma omelete para mim. Comemos.

Não demoramos para ir dormir. Eu estava exausta pelo longo dia que tive. A Silvana estava na casa da Jacque, então dormi na cama dela.

Acordei no sábado era 7h. Tomei café e fiquei conversando com a minha mãe. A gente tinha combinado de ir ao Bazar Educandário Eurípedes (do Bambini). O mesmo que o Victor e Bruno foram na semana passada. Eu queria conhecer e pegar algumas coisas que vi no vídeo que o Victor fez. Com sorte ia conseguir, uma vez que o bazar só abre aos sábados.

Chamei o Uber era 8h30. Demorou uns 10 minutos para nos pegar. Sei que era 9h14 quando chegamos no bazar. 

Bazar fica lá na frente. Quando minha mãe viu, achou longe. Achei que ela ia desistir.

Entramos e falei para minha mãe ir olhar as roupas e calçados, enquanto eu fui ver os DVDs, CDs e livros. Fiquei mandando vídeos para os meninos e para a Silvana. Os meninos foram escolhendo o que queriam. Eu fui pegando o que eu gostava e encontrei aquele que tinha visto no vídeo do Victor.

Logo minha mãe chegou perto de onde eu estava. Disse que já tinha olhado. Não encontrou nada interessante. Achou caro. Pedi para ela aguentar um pouco. Enfim, consegui ficar dentro do bazar por uma hora. Minha mãe comprou uma travessa de vidro. Enquanto fiquei na fila, falei para ela aguardar – sentada – do lado de fora. Eu comprei DVDs, CD e livros. E no caixa vi um Cristo Redentor e comprei também. Gastei 94 reais.



Quando estava saindo a Silvana mandou mensagem. Falou para eu ver o valor do Uber para a casa da minha mãe, ou lá para a casa da Jacque – onde ela estava. Se não fosse muita diferença, falou para irmos até lá e depois voltaríamos juntas. E estava tendo um Bazar Beneficente em um Centro Espírita na rua da casa da Jacque. A gente podia aproveitar e ir ver se encontrava algo. O bazar ia funcionar até às 15h.

Minha mãe esperando... Conversando, como sempre.rsrs
Falei com minha mãe e ela quis ir. Comprou dois panetones para levar na Jacque. E um pra ela – nós.rsrs Chamei o Uber que demorou dois minutos para chegar.

Chegamos na casa da Jacque, entramos, fomos até o fundo e deixamos as sacolas em cima da máquina de lavar roupa. Saímos para ir ao bazar e encontrar a Silvana e a Jacque.

A Silvana estava nos esperando em frente ao salão onde estava acontecendo o bazar. Entramos e olhamos tudo. Eu comprei uma blusa e uma sandália. Gastei 10 reais. Minha mãe comprou camisetas para ela e para o Nego. A Silvana comprou roupas, calçados e até duas malas.

Voltamos para a casa da Jacque. Ela estava fazendo almoço. Ela queria comprar maionese e refrigerante, então fomos ao mercado. Não tinha maionese. Ela comprou salada de alface com tomate. Eu comprei farofa. Minha mãe fez jogo na lotérica.rsrs

Voltamos, almoçamos e ficamos na cozinha conversando. Depois a Jacque fez café. O que levou a mais um tempinho de prosa.rsrs Eu estava cansada. Querendo um banho. Então juntamos tudo e a Silvana chamou um Uber.

Na minha mãe, depois de um bom banho, fui arrumar minhas compras e mostrar para a Silvana. E ela mostrou – e experimentou – as roupas que comprou.

Quando eu estava no bazar, a Sandra mandou mensagem dizendo que queria ir à casa da minha mãe à noite, e chamou eu para ir também. Falei que estava lá. Não naquele momento. Mas que a noite a gente estaria. Ela falou que ia levar o pai dela – tio Roberto. E massa e ingredientes pra gente fazer pizza. Eu não falei para a minha mãe, porque ela iria ficar preocupada, querendo mexer na cozinha. Então a Sandra chegou com o tio e pegou ela de surpresa.rsrs

Minha mãe e meu tio ficaram na copa conversando. Eu, Sandra e Silvana ficamos na cozinha montando as pizzas. Foram três de Pepperoni e uma de Atum. Pizzas prontas, nos sentamos para comer.

Minha mãe e o tio foram para a sala. Eu e as meninas ficamos na copa. Fiz café. Tomamos e continuamos conversando. Café puxa uma conversa, não é mesmo?

Quando eles chegaram, estava chovendo. E foram embora a chuva continuava despencando do céu. Chuva esperada! Chuva abençoada!

Eles foram embora, logo eu arrumei o edredom no chão do quarto da Silvana e fui dormir. A Silvana deitou e ficou vendo vídeos no celular. Não deu dois minutos e eu peguei no sono. Acordei só hoje, às 6h30. Tinha combinado de ir à missa com a minha mãe. Ela estava preocupada com a chuva. Não choveu. Assistimos a missa e depois passamos no mercadinho. Minha mãe queria comprar carne moída pra fazer lasanha.


Eu a ajudei com a lasanha. A Silvana acordou. Comemos panetone com café e quando a lasanha ficou pronta, comemos. E, como sempre, peguei uns pedaços para levar na marmita. Passava das 12h30. Eu chamei um Uber. Não quis ficar mais porque sabia que o Sandro e o Marcos provavelmente iam na minha mãe. E se eu encontro com eles, papo vai, papo vem, iria embora somente à noite.

Tinha muita coisa para fazer em casa. Ligar os carros e a moto. Lavar roupas. Cozinhar feijão e arroz. Fazer a unha.

Tudo muito corrido, mas deu para aproveitar o tempinho que passei com minha mãe. Tempo que não volta nunca mais!

🚨Observei duas coisas na minha mãe:

Ela está repetindo bastante as histórias. Mas isso sabemos que é normal, da idade. Quantas vezes estou falando algo para alguém, e fico com a impressão de que já falei. Ultimamente eu paro e pergunto se já falei aquilo. Se a pessoa disser que não, eu continuo.

Percebi que minha mãe está mais resistente desde que começou a fazer musculação. Estamos numa fase muita gripe. E ela está de boa.

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