domingo, 8 de março de 2015

E o Vento não levou


A comédia “E O Vento Não Levou”, é uma versão brasileira da peça americana Moonlight and Magnolias (Luar e Magnólias).
Escrita por Ron Hutchinson, com tradução de Isser Korik e direção de Roberto Lage, a comédia é baseada em fatos reais e conta a divertida história que ficou famosa nos bastidores de Hollywood, durante as gravações do clássico filme “E o Vento Levou”.
Esta é a segunda vez que a peça é encenada no Brasil. O cenário é assinado por Gilberto Gawronski, figurinos de Luciano Ferrari, trilha sonora de Fábio Ock e iluminação de Roberto Lage e Paulo Henrique Jordão.
Fonte: Teatro Folha - conteudoteatral.com


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Pós-escrito de 17/07/2015:

“E o Vento Não levou” é a primeira peça que fomos assistir... Este ano.
Ganhamos o ingresso do Correio Cult. Sessão das 19hs, no Teatro Amil do Shopping Parque Dom Pedro. Os assentos H4 e H6.
E lá fomos nós naquele teatro novamente. Sei que prometemos – ou juramos - nunca mais voltar lá, depois do frio que passamos na última peça. Sei disso! Só que... Este ano ainda não tínhamos tido a oportunidade de ir ao teatro. Só que...  Ganhamos os ingressos. Sendo assim, não deu para fazer charme.rss
Quanto à peça, como já se passaram mais de quatro meses (para eu conseguir escrever sobre a mesma), não sei se vou me lembrar de muita coisa.
No palco, quatro personagens – o lendário produtor David O. Selznick (Isser Korik), o roteirista Ben Hecht (Henrique Stroeter), o diretor Victor Fleming (Fábio Cadôr) e uma secretária (Luzia Meneghini) – vivem uma hilariante corrida contra o tempo para escrever um roteiro em cinco dias a partir do famoso best-seller de 1.037 páginas. Tirei as últimas cinco linhas daqui.
Para Ben, pior que escrever o que não leu, o que não concorda, é ficar trancado. Pois foi isso que aconteceu. Selznick se trancou, juntamente com Ben e Victor na sala do escritório. Disse que ninguém sairia dali até o roteiro estar escrito. Ben se recusava a escrever como o diretor queria – como estava no livro. Ele não concordava com algumas cenas. Por exemplo: uma onde a personagem principal, dá um tapa no rosto da empregada, que é negra. Ele diz que isso não pode. Não nos dias de hoje. O que os abolicionistas iriam pensar!
Porém, depois de muita confusão, discussão, histeria, encenação, bananas, sujeira, papéis, que foi o que vimos durante a peça, o roteiro finalmente ficou pronto.
Eu até que gostei da peça. Fiquei até com vontade de assistir ao filme! 
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