segunda-feira, 7 de setembro de 2026

Depois da Bienal: O dia em São Paulo e a volta para casa

Pegamos um Uber em frente ao pavilhão da Bienal e fomos até o apartamento que o Victor reservou no Butantã. Gente do céu! Chega Campinas, mas não chega no Butantã! 😅 Não sei se era o cansaço, mas parecia que estávamos demorando uma eternidade. Para constar, nós andamos por mais de 10 horas. Entramos na Bienal praticamente na hora em que abriu e saímos um pouco antes de fechar — e na maior parte do tempo carregando peso. É ou não é para estar morta de cansaço?


Enfim, chegamos ao apartamento às 23h. Estava um frio de matar! Tudo o que eu mais queria era entrar logo, tomar um banho quente e me enfiar debaixo das cobertas. O apartamento é bem bonitinho e aconchegante: tem um banheiro, um quarto com uma cama de casal e uma de solteiro, e uma sacada charmosa com uma bancada alta, bancos e uma daquelas cadeiras de balanço suspensas para leitura, sabe? Espero que sim, porque não sei explicar melhor! 😂

Eu estava tão exausta que nem tirei fotos. Fui direto tomar banho e deitei. Enquanto eu capotava, os meninos tiraram tudo o que compramos das sacolas, filmaram e fotografaram. Abaixo, mostro o que eu comprei! 

Dormi tão rápido que nem vi os meninos tomarem banho ou irem deitar.

Acordei hoje antes deles, fiz um café e nos sentamos para decidir o que fazer. Percebemos que não haveria condições de ir ao Shopping Busca Busca, principalmente porque lá não tem guarda-volumes. Isso significaria que um de nós sempre teria que ficar do lado de fora segurando as sacolas, e o Victor queria muito que nós três pudéssemos entrar e olhar os produtos juntos. Além disso, mesmo se comprássemos algo, não tínhamos mais mãos para carregar nada!

O Victor até tentou antecipar o horário das nossas passagens de ônibus, mas não conseguiu. Ou seja: teríamos que esperar até as 18h de qualquer jeito. A solução foi ir até o Bourbon Shopping, que era o mais próximo da estação Barra Funda. Como tínhamos que desocupar o apartamento antes das 11h, arrumamos as coisas e saímos.


Chegando ao shopping, me ajeitei em um banco e falei para os meninos irem caminhar. Depois eles voltaram e foi a minha vez de dar uma voltinha (o que incluiu uma paradinha estratégica no banheiro, claro!). A fome bateu e subimos até a praça de alimentação para almoçar. Depois do almoço, descemos e enrolamos mais um pouco.


Apesar de o motorista do Uber ter dito que dava para ir a pé até a rodoviária, o frio estava congelante. Vimos no mapa que seriam mais de 20 minutos de caminhada. Andar tudo isso no frio e carregando peso? Sem condições! Chamamos outro Uber.

Chegamos à Estação Barra Funda antes das 17h e nos acomodamos nos bancos para esperar. Olha, fazia tempo que eu não passava tanto frio! Eu já estava vestindo quatro blusas — coloquei literalmente todas as que eu tinha levado. Felizmente, alguns minutos antes das 18h, fomos para a rua onde o ônibus nos pegaria e ele já estava lá parado. Graças a Deus! Entramos e finalmente ficamos quentinhos, só aguardando o ônibus sair.

Na chegada a Campinas, o ônibus parou em um estacionamento em frente ao Assaí da Senador Saraiva (onde era o antigo Eldorado). Caminhamos até a Avenida Francisco Glicério, onde peguei um ônibus para casa, enquanto os meninos chamaram um Uber para o apartamento deles. Todos chegamos bem!

E assim finalizamos a nossa maratona. Que experiência maravilhosa é a Bienal! Fico feliz e até emocionada de ver tanta gente em um evento como esse. Em plena era do celular, ver uma multidão comprando livros chega a ser surreal. E, claro, a companhia dos meninos foi maravilhosa e tornou esses dois dias verdadeiramente incríveis!

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