segunda-feira, 7 de setembro de 2026

Bienal do Livro: Maratona de Estandes com os Meninos

Passar pelas catracas foi até suave, apesar do "espreme-espreme" de gente (rsrs). Logo que entramos, nossa missão no primeiro corredor era achar o banheiro e o guarda-volumes. Achamos o banheiro, mas o guarda-volumes sumiu no mapa. O jeito foi carregar tudo.



Passei a maior parte do tempo caminhando com os meninos. O esquema era o seguinte: em alguns estandes eles entravam e eu esperava fora; em outros, entravam os três. O nosso maior perrengue foram as mochilas. Como os espaços estavam lotados, a bagagem só atrapalhava. Como não achamos onde guardá-las, começamos a revezar: um entrava e o outro ficava do lado de fora cuidando das bolsas.


Tinha estandes lindos, com cenários instagramáveis de tirar o chapéu! O problema? Filas quilométricas. E vamos combinar: hoje em dia, a pessoa tira foto de todos os ângulos e ainda para para conferir o resultado. Se não gostou, faz tudo de novo. Haja paciência! Tinha esse abaixo que eu até queria tirar, mas desisti.

A pessoa sentava em cima do livro para tirar a foto

Preferi usar nossas pausas para sentar, descansar as pernas e comer algo. Ali, a gente sentava onde encontrava espaço. E quanto às mochilas e bolsas, tinha pior - ou melhor! Tinha muita, mas muita gente com aquelas malas de rodinhas. Atrapalhava um pouco dentro dos estandes, mas convenhamos que é bem mais prático e menos cansativo. Vou pensar nisso na próxima Bienal.

Tinha autores dando autógrafos. Salas com bate papo com autores. E várias atrações por onde a gente andava. Tudo muito animado. E onde dava para tirar foto, eu tirava. Ou melhor, os meninos tiravam de mim.rsrs



Deixamos os estandes mais famosos (Rocco, Intrínseca, Arqueiro, Record, Companhia das Letras) para o final. Cada vez que passávamos por perto e olhávamos o tamanho da fila para entrar — e a outra fila gigante para pagar —, corríamos para o outro lado.





Andamos tanto que, no fim do dia, nossas mãos estavam cheias de sacolas. E adivinhem? Foi exatamente aí que encontramos o guarda-volumes! Descobrimos que ele ficava bem no canto direito da entrada. Como tínhamos entrado e seguido pelo lado esquerdo, nem vimos. Guardamos as sacolas e voltamos para os corredores, que já estavam bem mais vazios. Dava até para tirar fotos em muitos painéis que estavam espalhados e que a gente nem viu quando entrou, de tanta gente.rsrs






Conseguimos entrar nos estandes mais badalados com tranquilidade, mas muitos já estavam desabastecidos. A sensação era de que um furacão tinha passado por ali!




Exaustos, sentamos para descansar, comer, organizar as compras e enrolar um pouco. Queríamos dar um tempo para a multidão ir embora, prevendo o caos que seria chamar um Uber.


Quando finalmente saímos do pavilhão, fomos recebidos por um frio de congelar. Eu sei que São Paulo tem fama de fria, mas estava insuportável! E com uma chuva fina para completar o cenário. Felizmente, a sorte sorriu para nós: o Uber chegou super-rápido e nos pegou bem na frente.

Continuo na próxima postagem...

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