segunda-feira, 7 de setembro de 2026

Bienal do Livro: Compra ingressos e chegada na Bienal

Assim que descobrimos as datas da Bienal do Livro, combinei com o Bruno e o Victor o dia em que iríamos. Decidimos ir no domingo, dia 6, porque o dia seguinte seria feriado, o que nos daria tempo para descansar. Na verdade, como meu último dia de trabalho seria no dia 4, eu já estaria tranquila de qualquer forma.

Logo que as vendas dos ingressos foram liberadas, o Bruno comprou as entradas — inclusive a minha. No dia 17 de julho, fiz um Pix de R$ 46,20 para ele. Com a proximidade da data, começamos a planejar a logística da viagem. Inicialmente, cogitamos ir de fretado com uma agência que cobrava R$ 125,00 por pessoa. No entanto, o Victor queria aproveitar o feriado para visitarmos também o Shopping Busca Busca; por isso, precisaríamos passar a noite em São Paulo.

Começamos a pesquisar hospedagens entre hotéis, pousadas e Airbnb. No dia 25 de agosto, o Victor reservou um apartamento no bairro do Butantã pelo Airbnb por R$ 350,00 no total. Logo em seguida, ele comprou as passagens de Buser saindo de Campinas no dia 6, às 8h, e retornando no dia 7, às 18h, que custaram R$ 183,40 (total). Combinamos que os valores da hospedagem, do Buser e dos Ubers seriam divididos igualmente por três no final.

Os dias que antecederam a viagem foram dedicados a assistir a vídeos de pessoas que já tinham ido à Bienal, anotando dicas de tudo o que estava acontecendo por lá. Também fizemos uma lista dos livros que queríamos, organizada por editora, já que os estandes lá funcionam dessa forma. 

O Victor preparou vários lanchinhos que foram a nossa salvação! Sabíamos pelos vídeos que a praça de alimentação estaria lotada e com preços absurdos, então nem cogitamos comer lá. Levamos duas bolsas térmicas: eu peguei garrafinhas de mini Coca-Cola, sucos de caixinha e bolachas, e organizamos tudo.

Para facilitarmos a saída pela manhã, dormi no apartamento dos meninos. Às 7h20, descemos do Uber no Largo do Pará e caminhamos até o ponto de partida do ônibus. Ficamos aguardando. O tempo esfriou bastante e uma chuva insistente nos acompanhou por todo o percurso até São Paulo.

Quando embarcamos, tivemos uma surpresa desagradável: havia algumas mulheres sentadas nos nossos assentos, que eram o 22, 23 e 24. Para não criar confusão o Victor perguntou qual o número das poltronas delas, e elas responderam que eram o 7, 8 e 43. Eu acabei indo para o 43. A princípio fiquei feliz por ser um assento na janela, porém, devido à chuva, começou a pingar bem onde eu estava! Minha sorte foi que o banco do corredor ao meu lado estava vazio, então mudei para lá. Apesar da chuva incessante, a viagem seguiu tranquila.

Chegamos pouco antes das 10h no Terminal Barra Funda (vale notar que o Buser não para dentro do terminal, mas em uma rua lateral). Subimos para usar o banheiro e descemos para pegar um Uber até o Centro de Convenções do Distrito Anhembi, onde acontece a Bienal. Embarcamos na Rua Mário de Andrade, 714, e a corrida deu R$ 41,40.

O trânsito nas proximidades do Anhembi estava caótico, com muitos carros e uma multidão andando pelas ruas. Pedimos para o motorista nos deixar o mais perto possível e seguimos o resto do caminho a pé, pois se fôssemos esperar o carro dar a volta, demoraríamos muito mais.


Assim que chegamos, fiquei espantada — e muito feliz — ao ver a quantidade de pessoas. As filas estavam imensas, mas eram superorganizadas e andavam rápido (os funcionários quase nos empurravam em direção às catracas da entrada, rsrs).

E a aventura estava só começando... Continuo na próxima postagem!

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