segunda-feira, 10 de julho de 2017

Na dúvida não faça nada!

Toda manhã, ao chegar no escritório, abro a bolsa e tiro os óculos e o celular de dentro dela. Hoje, ao fazer isso, para minha surpresa vi que tinha esquecido o celular. Não acreditei que tinha esquecido. Tanto que revirei a minha bolsa várias vezes. Quando me dei por satisfeita, decidi que na hora do almoço – mesmo contra a vontade - iria em casa buscar. Ainda bem que foi o celular. Pior seria se fosse os óculos - pensei.
Foi então que lembrei que eu estava determinada a mandar um WhatsApp para uma pessoa, para tentar resolver uma situação que não estou gostando do jeito que está. E achei que esquecer o celular, tinha sido um “sinal” para eu não fazer isso.
Fui fazer o café e o telefone tocou. Era para mim. Era o Zé. Ele disse que tinha “sentido” que deveria voltar para casa para trocar de carro. Que achava que tinha sido um “anjo”, pois, assim ele viu que eu esqueci o celular. Bom, ele levou o celular para mim.
E agora? Fiquei pensando e questionando: Se um anjo fez com que eu esquecesse o celular, para não enviar mensagem que pudesse piorar (ou melhorar) uma situação, por que outro teria mandado o Zé para casa e com isso achar o meu celular?
Tenho duas hipóteses:
1ª) Eu esqueci para não mandar a mensagem porque ia piorar a situação. Então quem fez eu esquecer foi o anjo bom. O anjo mau fez o Zé voltar para encontrar o celular e assim eu poderia mandar a mensagem.
2ª) Eu esqueci para não mandar a mensagem porque ia melhorar a situação. Então quem fez eu esquecer foi o anjo mau. O anjo bom fez o Zé voltar para encontrar o celular e assim eu poderia mandar a mensagem.
Enfim... Na dúvida (palavras do Zé) não mandei a “dita cuja” da mensagem.
Decidi que o melhor a fazer é orar pelas pessoas envolvidas. 
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