sábado, 22 de agosto de 2026

Romaria da Diocese de Campinas no Santuário Nacional de Aparecida

Quando ouvi nos recados da igreja, meses atrás, que ia ter essa excursão, decidi que iria. Na ocasião, olhei a agenda e tinha visto que o Zé estaria viajando. Um sábado, fui à secretaria e deixei meu nome, e no dia 06/08 fiz o pagamento. A passagem foi R$ 120,00.

Combinei de ir com a Gilvana, que mora na rua ao lado da minha. Marcamos às 23h20 na casa dela. Também combinei com a Esmeralda que passaria na frente do prédio dela às 23h10. Como estava ansiosa e com receio de pegar no sono, às 23h saí de casa. Passei na frente do prédio da Esmeralda e descemos juntas até a casa da Gilvana. Estava fazendo muito frio; ainda bem que peguei a minha blusa mais quente. Logo chegaram duas amigas dela e, todas juntas, nos dirigimos à igreja.

Chegando à rua lateral da igreja, os dois ônibus já estavam parados. Pediram para nós entrarmos no salão paroquial, onde estavam todos. Nos sentamos, e a Imaculada e a Lourdes fizeram a chamada e falaram em qual ônibus a gente iria (1 ou 2). Eu fui com a Esmeralda no segundo ônibus. Como fomos ao banheiro, demoramos para entrar no ônibus e acabamos sentando no fundo, nos números 39 e 40. Até que não saímos muito tarde.

O Frei Reginaldo foi no ônibus 1 e com a gente foi o Frei Pedro Miguel. Dentro do ônibus, a Lourdes distribuiu um pacotinho contendo quatro mini-esfihas, para cada um, e depois serviu café. Que delícia! A viagem foi tranquila e eu consegui dormir um pouco. O ônibus fez uma parada quando faltava trinta minutos para chegar a Aparecida. Pior que parou, e quem desceu nem conseguiu usar o banheiro, pois tinham acabado de chegar muitos ônibus e as filas estavam enormes.

Chegamos a Aparecida do Norte eram 5h. Ainda estava escuro. Tirei foto do ônibus e de onde paramos. 



Descemos e fomos ao banheiro. Depois, fomos visitar a imagem de Nossa Senhora. Ainda bem que fomos logo que chegamos, porque, durante o dia, sempre que passava naquele lado, a fila estava imensa.



Nós tentamos andar com a Gilvana e as amigas dela, mas não deu. Uma amiga dela, que foi no mesmo ônibus que eu e a Esmeralda, ficou com a gente até a hora em que entramos na loja. De lá ela sumiu, e assim ficamos eu e a Esmeralda.






Esmeralda disse que, na última vez que esteve na cidade, tomou café perto da igreja. Como não encontrou o lugar, fomos no Centro de Apoio ao Romeiro.  Eu tomei um café coado e comi um pão na chapa. A Esmeralda tinha levado um pão e só pediu um café.



Fui ao banheiro, e vi que tinha poucas lojas abertas. Achei engraçada essas duas: Gabriel e Olimpio. Lembra quem?rsrs 



Barriguinha cheia e bexiga vazia, chegou a hora de irmos para a igreja. O Frei Reginaldo aconselhou chegarmos pelo menos uma hora antes, para pegar lugar. A Esmeralda quis entrar pela frente, então demos uma boa volta ao redor da igreja. Enquanto isso, eu aproveitava para tirar fotos, e ela reclamava por eu tirar tantas fotos.rsrs








As pinturas da igreja estão lindíssimas. Dá vontade de parar e ficar contemplando tamanha beleza. A missa dedicada à Romaria da Arquidiocese de Campinas seria às 9h. Às 7h30, eu e a Esmeralda entramos na igreja e rodamos os quatro lados do altar procurando um banco para sentar. Não tinha UM! Ficamos em pé, no setor que fica em frente ao altar e em frente à imagem de Nossa Senhora. Imagina eu, com meu joelho bichado, ficando em pé por mais de duas horas e meia. Paguei penitência sem aviso prévio, rsrs.

A missa foi linda e rápida. O bispo Dom João Inácio foi bem sucinto na homilia, acredito que em respeito aos romeiros em pé e ao horário também. O coral que cantou era simplesmente maravilhoso! De Campinas!

Após a missa, eu e a Esmeralda fomos caminhar na Passarela da Fé em direção à Basílica Histórica de Nossa Senhora Aparecida (igreja velha). Chegando lá, entramos e ficamos sentadas por um tempinho, orando e apreciando. Saímos e voltamos pela passarela. 










De volta ao Santuário fomos ao balcão para escrever algumas intenções para as missas e depois fomos visitar a Sala dos Milagres. Há muitos anos que eu não visitava essa sala; está muito bem organizada, com o teto decorado com fotos. É lindo e emocionante ler alguns testemunhos de milagres.


Já era hora de almoçar. Fomos à praça de alimentação, que estava lotada. Escolhi um prato do Parmeggio: arroz, feijão, contrafilé acebolado e batatas fritas. Meu prato custou R$ 37,90. A Esmeralda, depois de tanto pensar, escolheu estrogonofe de frango com arroz e fritas.

Escolher foi rápido, mas a comida demorou. Quando chegou, conseguimos um lugar para sentar, porque havia muita gente comendo pelos cantos, segurando o prato ou a marmita na mão. Após comer, dei uma passadinha nas lojinhas e deu a hora de irmos para o ônibus. O Frei Reginaldo falou para estarmos no ônibus às 13h30, para sairmos às 14h.

Eu estava tão cansada, mas tão cansada, que, mal o ônibus começou a andar, eu dormi. Acordei horas depois quando ele parou em um posto, me parece que faltando menos de uma hora para chegarmos. Quando chegamos à igreja, não fui direto para casa: antes, passei na farmácia e depois no mercado. Graças a Deus correu tudo bem. Foi um dia cansativo, mas com tempo bom e cheio de oração... Um dia abençoado!

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