quinta-feira, 29 de outubro de 2026

Ecos

O livro "Ecos: Em harmonia com os Irmãos Grimm" (Echoes), escrito por Pam Muñoz Ryan e publicado no Brasil pela DarkSide Books (selo DarkLove), é uma fantasia histórica em formato de fábula.

Sinopse e Enredo

A fábula inicial: Três irmãs (Eins, Zwei e Drei — Um, Dois e Três) escapam da morte mas ficam presas por uma bruxa em uma floresta. Para quebrar o feitiço, elas precisam usar uma harmonia musical que consegue viajar pelo tempo e pelo espaço.

As histórias principais: A narrativa se divide em três núcleos temporais e geográficos no século XX, conectados pela mesma gaita mágica:

Alemanha, 1933: Frederich, um garoto apaixonado por música que enfrenta a crescente ameaça e a ascensão do regime nazista.

Estados Unidos, 1935: Mike Flennery, um menino órfão que vive em um lar adotivo e tenta proteger seu irmão mais novo durante a Grande Depressão.

Estados Unidos, 1942: Ivy, uma garota de uma família de descendentes de mexicanos que lida com o preconceito, a segregação e a ausência do irmão mais velho lutando na Segunda Guerra Mundial.

Editora: DarkSide

Ano: 2017

Páginas: 368

Foi a capa que me fisgou primeiro no livro Ecos, que peguei emprestado com o Bruno. Ela é linda demais: capa dura, corte das páginas em laranja e o interior ricamente decorado. Um daqueles livros que já conquistam a gente antes mesmo de começar a leitura. Esta é a primeira vez que leio algo da autora Pam Muñoz Ryan, e que ótima estreia!

Como o Bruno adora terror e a DarkSide é famosa por isso, perguntei ao Bruno se tinha algo de terror. Ele me garantiu que não, e eu mergulhei na leitura.

Comecei no dia 25 e terminei hoje. Foram cinco dias de uma imersão intensa na história. Houve momentos em que eu começava um capítulo e não sossegava enquanto não chegasse ao fim. O coração disparava de tanta tensão! A cada final de capítulo, o desespero batia: o que aconteceu afinal? Pelo histórico do personagem, eu sempre temia o pior.

A narrativa tem esse poder de nos deixar inquietos, querendo descobrir o que vem pela frente. E, quando achamos que já entendemos o rumo da história, somos levados a acompanhar novos acontecimentos e personagens, sem perder a curiosidade de saber como tudo vai se encaixar.

Mas o desfecho... que desfecho maravilhoso! Fui totalmente surpreendida. Tudo foi respondido, e as peças foram se encaixando de uma maneira que me deixou encantada. Embora eu goste de finais abertos que nos fazem exercitar a imaginação, prefiro muito mais quando a autora consegue concluir perfeitamente aquilo que começou. E foi exatamente essa sensação que Ecos me proporcionou: a de chegar à última página com a história completa, sem pontas soltas e com o coração aquecido.

Que sensibilidade a autora possui! Ela nos envolve com a situação de cada personagem, fazendo com que nos importemos com seus destinos e torçamos por eles. Não é apenas uma questão de querer saber o que vai acontecer, mas de sentir junto, de sofrer com as incertezas e de alimentar a esperança de que tudo termine bem.

Outro aspecto que me encantou foi a maneira como a música se torna parte essencial da narrativa, conectando histórias e pessoas. Ela representa muito mais do que notas e melodias: é um elo entre vidas, capaz de atravessar distâncias e manter viva a esperança mesmo nos momentos mais difíceis.

Ecos é daqueles livros que nos prendem pela curiosidade, emocionam pela sensibilidade e surpreendem pela forma como tudo se conecta. Terminei a leitura encantada com a criatividade da autora e com a maneira como ela conduziu a história até seu desfecho.


E pensar que tudo começou com uma capa bonita! Ainda bem que, desta vez, a beleza exterior veio acompanhada de uma história à altura.

Adorei a leitura e recomendo!

terça-feira, 27 de outubro de 2026

Aniversário do Nego e um episódio curioso

Hoje é aniversário do Álvaro (o Nego), meu irmão mais velho. Ele está completando 62 anos!

O Zé levou um bolo de banana com canela, da Casa de Bolos, para comemorar. Eles comeram antes, pois eu só cheguei depois, quando terminei o café da tarde com a Fran.

O Zé deixou o presente para eu entregar ao Nego: uma calça de moletom azul-marinho. A Silvana foi quem deu a dica do que comprar.

Em uma das vezes em que o Nego saiu do quarto, aproveitei para pedir que tirasse uma foto com a gente. E não é que ele aceitou? É difícil vê-lo sair do quarto, quanto mais convencê-lo a tirar uma foto! Rsrs.

Aproveitei também para descer um pouco e ver como estava o quintal. Fiquei feliz ao encontrar floridas as flores de capitão, de que minha mãe gostava tanto. Foi uma alegria vê-las assim, e acabei me lembrando dela.



Depois, tomei café, comi bolo e fiquei conversando com a Silvana. Enquanto isso, a Alice brincava na área com o Enzo, netinho da Natalina.

Já estávamos nos preparando para ir embora quando a Silvana contou um episódio que nos deixou meio encucados.

Ela disse que costuma tomar banho junto com a Alice e que, em um desses dias, a Alice perguntou se havia outra toalha de banho. Silvana foi até o quarto e pegou uma toalha da minha mãe, na qual está bordado o nome “Tieco”.

Quando terminou o banho da Alice, enrolou-a na toalha e ela ficou esperando enquanto a Silvana terminava o próprio banho.

Foi então que Silvana perguntou a Alice se ela tinha gostado da toalha. Ela respondeu que sim. De repente, a saboneteira automática, daquelas que liberam espuma quando a gente aproxima a mão, acionou sozinha e soltou a espuma do sabonete. Segundo Silvana, as duas viram o que aconteceu. Alice até perguntou:

— O que é isso, vó?

A princípio, Silvana pensou que pudesse ser algum problema na bateria, mas, ao verificar, viu que estava tudo normal.

E foi aí que começou a conversa! Ficamos tentando entender o que poderia ter acontecido. O Zé é espírita, eu sou católica e a Silvana se considera ateia. Imaginem a discussão! Rsrs.

Cada um com sua maneira de enxergar as coisas, tentamos encontrar uma explicação para o episódio. Não sei se chegamos a alguma conclusão, mas o fato é que a história nos deixou pensativos.

E assim terminou minha visita de aniversário ao Nego: entre bolo, conversa, lembranças da minha mãe e um acontecimento inesperado que acabou rendendo assunto para todos nós.

Café da tarde com a Fran e conhecendo a Ester

Hoje fui tomar café da tarde com a Fran e conhecer pessoalmente a filhinha dela, a Ester. Já fazia um tempinho que ela queria marcar esse encontro comigo e com a Vanessa, mas as nossas agendas nunca batiam. Por isso, acabamos marcando só nós duas. A Fran confessou que estava com saudades e precisando conversar — e eu senti que estava mesmo!

Às terças e quintas-feiras, ela fica o dia todo com a Ester enquanto o Gilson vai para o escritório. Ela até disse que se o Zé quisesse se juntar a nós, não teria problema, mas ele achou melhor nos deixar só entre mulheres. O Zé me levou até o apartamento dela, em Hortolândia, e depois foi para a casa da minha mãe, já que o meu plano era passar lá mais tarde para dar os parabéns para o Nego pelo aniversário dele.

Cheguei logo depois das 14h. A Ester estava dormindo, mas acordou logo em seguida. Ela é linda demais! Bem gordinha — bem diferente da Fran, que continua super magra — e tem uns cílios maravilhosos. Ela nasceu no dia 23 de março e já está ensaiando para começar a engatinhar.

Para o café, levei um bolo de fubá com goiabada e a Fran passou um café fresquinho para acompanhar. Passamos mais de duas horas conversando, revezando os cuidados com a Ester — que até tomou banho nesse meio tempo —, comendo e trocando ideias.


Depois, chamei um Uber para ir até a casa da minha mãe. Fiquei feliz demais em rever a Fran e finalmente conhecer a Esterzinha!

O próximo encontro provavelmente será com a Vanessa e com os maridos. Ou, pelo menos, só com a Vanessa — e se possível antes do Natal. Será que a gente vai conseguir? rsrs

segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Check-up sem fim!

Marcar consultas médicas era uma das minhas prioridades para quando eu parasse de trabalhar. Logo na semana seguinte à minha saída, agendei: ginecologista, dentista e cardiologista. E assim começou a maratona de consultas e exames.

No dia 6, fui à ginecologista e, como já era de se esperar, ela me passou uma lista enorme de exames. Só para constar, os últimos exames ginecológicos que eu tinha feito foram em março de 2021. Um tempinho, né? 😊

Desde o dia 6, venho agendando tudo. Mas confesso que aqueles que não precisavam de marcação prévia — como sangue, fezes e urina — acabei postergando um pouco (rsrs). Finalmente, na quinta-feira, fiz esses exames de rotina e, na sexta-feira, fiz a mamografia.

Ainda faltam três ultrassons que já estão marcados, um que ainda preciso agendar e outro que eu nem sei do que se trata — e parece que nem as atendentes sabem! Vou ter que ir pessoalmente ao laboratório para descobrir o que é. Mais essa!

Depois de tudo isso, estava até com medo de ir ao cardiologista, pois imaginava que viria mais uma bateria de exames. Mas esse é um médico de quem eu realmente preciso, até para revisar a medicação de pressão que tomo há anos. Inclusive, quem a receitava era o Dr. Marcos, que já faleceu há bastante tempo. Enfim, na quinta-feira à tarde, passei em consulta com o cardiologista e, dito e feito: mais uma lista de exames... 😤

Acho que é por isso que demoro tanto a procurar um médico. Porque, depois que você vai à primeira consulta... Parece que não sai mais do consultório!

O Magnata Grego

Título Original: The Greek Tycoon

Ano de Lançamento: 1978

Direção: J. Lee Thompson

Elenco Principal: Anthony Quinn (no papel de Theo Tomasis, inspirado em Onassis) e Jacqueline Bisset (como Liz Cassidy, inspirada em Jackie Kennedy).

Enredo

O filme é um drama biográfico livremente inspirado na vida do magnata dos navios Aristóteles Onassis. A história retrata a relação e o casamento do armador bilionário com a viúva de um presidente americano assassinado.

Não sei (ou não me lembro) o que motivou o Zé a querer assistir a esse filme. Há alguns dias, ele me perguntou se estava disponível em alguma plataforma de streaming. Procurei nas que tenho acesso, mas não encontrei. Achei que ele tivesse desistido da ideia, até que me contou que havia comprado o filme.

Ele assistiu sozinho, enquanto eu estava viajando para Caldas Novas. Desde então, perguntou mais de uma vez se eu não queria assistir também. Comentou que a gravação estava meio ruinzinha, mas que dava para assistir. E ontem à noite, finalmente, aceitei o convite.

Não sei praticamente nada sobre a história de Jacqueline Kennedy e muito menos sobre a de Onassis. Sabia apenas que ela era viúva do presidente John F. Kennedy, assassinado em 1963, e que, alguns anos depois, se casou com o magnata grego Aristóteles Onassis, passando a se chamar Jacqueline Kennedy Onassis.

Como conheço pouco da história dos dois, não tenho muito a dizer sobre o assunto. Mas, enquanto assistia ao filme, fui pesquisando sobre eles e descobrindo algumas coisas. No filme, por exemplo, Jackie não tem filhos, enquanto, na vida real, teve quatro: dois meninos e duas meninas. Apenas uma das filhas está viva até hoje.

Onassis, por sua vez, teve dois filhos: um menino e uma menina. No filme, porém, só aparece o filho. Uma das poucas coisas que eu já conhecia sobre essa história era o assassinato do presidente Kennedy. Mas até isso foi retratado de maneira diferente no filme: ele é assassinado enquanto caminha ao lado de Jackie, na areia da praia.

Quanto aos atores Anthony Quinn e Jacqueline Bisset, só os conhecia de nome. Acredito que este tenha sido o primeiro filme a que assisti com os dois. O Zé não parava de comentar sobre a beleza dela, que realmente é muito bonita! E ele, na época em que o filme foi feito, estava com 63 anos. Bem enxuto, apesar da barriguinha saliente! Rsrs.

Gostei bastante do filme e acho que teria gostado ainda mais se a gravação fosse de melhor qualidade. A imagem deixava a desejar, e a legenda também era bem ruinzinha. Mas valeu a pena assistir e conhecer um pouco mais da história desses dois ícones: Jackie e Onassis.