quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Um ano e três meses sem minha mãe

A bênção, mãezinha.🙏

Saudades imensas.💔 Aqui estamos bem, seguindo a vida como Deus quer.

Vou contar um pouquinho sobre a Copa do Mundo que terminou no dia 19 de julho. Este ano eu fiquei mais envolvida, não que tenha assistido aos jogos. Não deu, porque muitos aconteceram enquanto eu estava no trabalho. Assisti a um ou outro à noite ou no fim de semana. O penúltimo, que foi no sábado, a disputa do terceiro e quarto lugar, eu assisti na casa da senhora, junto com a Silvana. A Inglaterra ganhou da França. Era o que a gente queria. No domingo, assisti com os filhos. Foi aniversário da Karol, namorada da Letícia. O jogo foi da Espanha contra a Argentina. Torcemos freneticamente pela Espanha, e ela ganhou. Parecia que o Brasil tinha ganho, tamanha era a nossa alegria.

Sobre mim, sem muitas novidades. Estou quase terminando o curso de Corte e Costura e comecei no dia 6 a cumprir o aviso prévio na Ivezoon. Acho que não contei para a senhora, mas vou tirar uns meses de férias sabáticas. Que pena que a senhora não está aqui; a gente ia fazer muitas coisas juntas.

Dia 2 foi aniversário do Henrique – meu neto. Fez 9 anos. E foi também o aniversário de falecimento do pai. Fez 11 anos. O tempo está voando.

No sábado e no domingo, eu e o Zé fomos com a Eliane, o Gabriel e o Felipe para Campos do Jordão. Começou a Festa da Cerejeira em Flor, mas não falei nada de irmos até lá; não teria o mesmo sabor sem a senhora. Passamos por alguns lugares e as cerejeiras estão floridas. Imagino que o parque devia estar lindo.


O Sandro voltou da viagem que fez pela Europa. Ainda não me encontrei com ele, mas correu tudo bem. Ainda não conversei direito com ele sobre o que aconteceu antes de ele ir e quais os próximos passos que ele deve tomar em relação à saúde.

E a notícia triste – para quem ficou – é que a tia da senhora faleceu. Ficamos sabendo no dia 20 de julho. A Shirlei foi para Araçatuba no final do mês e disse que foi até a casa dela para ver o Renato, mas não o encontrou. Fico pensando se a senhora foi se encontrar com ela. Aliás, penso também se a senhora encontrou o pai, os avós, os tios... A gente fica aqui sem saber de nada, só imaginando...

Visita que fizemos para a tia da senhora no dia 13/11/2022

Domingo foi Dia dos Pais. Não consegui ir ao cemitério ver o túmulo da senhora e do pai, mas a Sandra foi. Ela até mandou foto para mim. Vou ver se consigo ir neste fim de semana.

Me despeço da senhora com muitas saudades. E peço: de onde a senhora estiver, continue orando e intercedendo por nós. Sabia que a senhora fazia isso quando estava aqui. Sinto-me segura sabendo disso.

Mãe... Te amo, ontem, hoje e sempre! 💖💗💘💓💝

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Almoço com Jaqueline

Esse almoço era para ter acontecido no mês passado, mas passou, rsrs. Chegamos a marcar, mas, no dia, a Jacqueline teve uma crise no nervo ciático e precisou desmarcar.

Dessa vez, não almoçamos na Lanchonete da Ruti. Faz tempo que a Jacque quer comer o yakisoba da barraca da feira que fica na Praça Bento Quirino. Hoje deu certo! Ela chegou antes e ficou me esperando. Eu saí ao meio-dia do trabalho e subi caminhando, devagar, porque meu joelho ainda dói. Cheguei, pedimos o yakisoba e nos sentamos para comer e conversar.

Como sempre, tivemos muitos assuntos para colocar em dia, rsrs. O yakisoba estava delicioso, e a conversa, muito boa. Mas eu tinha que voltar ao trabalho.

Provavelmente no próximo mês não estarei mais trabalhando e, assim, poderemos estender mais nosso papo. Nos despedimos e cada uma foi para um lado, literalmente, rsrs. E, como sempre, tirei nossa foto para registrar esse momento tão especial.

segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Remédio e compressas para o joelho que dói

_ Acho que vou precisar fazer uma ressonância do meu joelho, falei.

_ "Não agora", sugeriu o Diogo, "mais pra frente, após passar esse período de dor".

Deixa-me contar o que aconteceu.

Na quinta-feira da semana passada, dia 30, parecia que era o último dia do mês — ou que era uma sexta-feira —, porque foi um dia muito tenso no trabalho. No final do expediente, eu estava tão cansada e irritada que, se pudesse, dava murro na boca de um e outro.

À tarde, o Zé mandou mensagem dizendo que ia ao centro espírita e, como lá começa às 18h30, ele não iria me buscar. Era para eu subir de ônibus, de Uber ou a pé.

Saí depois das 18h do trabalho. Subi a pé, porque o Uber fica caríssimo por causa do horário de pico, e o ônibus demora uma vida.

Na sexta-feira, senti que estava com a perna um pouco dolorida. Imaginei que fosse por causa da caminhada. Trabalhei normalmente e fui para a academia. Treinei normal.

Depois da academia, ainda fomos jantar com a Eliane e o Gabriel no Kaizen. Chegando em casa, como estava sentindo um pouco mais de dor, passei a pomada Canela de Velho no joelho antes de deitar.

Acordei no sábado com a dor muito mais intensa. Tinha cabeleireira às 9h, e o Zé foi a um curso na EMDEC. Resultado: desci a pé.

A Leninha, minha cabeleireira, conhece remédio para tudo. Perguntei a ela o que eu deveria tomar, e ela me falou do Flancox, um anti-inflamatório.

Saindo do salão, passei na farmácia e o comprei. O farmacêutico perguntou para que seria; expliquei o que tinha acontecido e tanto ele quanto a Leninha — e hoje o Diogo — me disseram a mesma coisa: eu devia estar com os músculos tensionados por causa do trabalho, e ter caminhado em seguida causou a inflamação. E pior: treinei normal, o que deve ter agravado o quadro.

Enfim, no sábado fiz duas compressas de gelo em casa e tomei o medicamento duas vezes para, no domingo, estar bem para a festinha de aniversário do Henrique.

Continuo tomando o remédio. Hoje expliquei para o Diogo o que aconteceu, ele mudou meu treino de perna e, no final, fez compressa no meu joelho.

Quando entrar setembro, vou marcar algumas consultas e vou incluir passar pelo ortopedista também. Pedir uma ressonância desse joelho, porque deve ter ficado alguma coisinha depois daquele dia que me lesionei brincando com o Henrique. Não é estranho estar só ele doendo?

sábado, 1 de agosto de 2026

Contextualize

Ipê-roxo - Largo do Pará - Campinas/SP

Mais um encontro inesperado

Tinha ido na Leninha (cabeleireira) e na volta para casa, entrei na Papelaria Primus para comprar saco de presente, para colocar o presente do Henrique. Logo que entrei vi em frente ao caixa - e de costas para quem entra - um semblante conhecido. Era a Vera Albino. Coloquei a mão no ombro dela, e no que ela se virou, nos abraçamos. 

Conheci a Vera no ano de 2007. No escritório de contabilidade do Mario, onde eu trabalhei por três meses, de setembro a dezembro. Ela entrou depois de mim, e saiu antes. Naquela época não existia WhatsApp. Nosso contato era por e-mail. Passado um tempo eu a indiquei na Mansur. 


Foto de fevereiro de 2010. Eu e Vera com um ator da peça "Os Machões".

E anos depois quando estava na Ômega, sabendo que ela estava desempregada, indiquei ela para lá também. Ela trabalhou por um tempo e saiu. 

A Vera tem um temperamento difícil, tolerância zero e por isso, mete o louco e sai do emprego. 

A última vez que falei com ela foi quando fui pessoalmente na casa dela. Isso com certeza deve ter no mínimo uns dez anos. Fui porque o José Luis queria saber se ela aceitava fazer um freelancer no escritório. Ela morava com a mãe, no Parque Jambeiro. Mesmo bairro que meus tios. Tanto que sempre que vou para aqueles lados, me lembro dela. Mas não lembro mais do endereço. Nem da casa. 

Sei que naquele dia ela falou que não queria saber de voltar na Ômega, porque ainda trabalhava lá um desafeto dela.

Depois daquele dia, não nos falamos e não nos vimos mais. Eu mudei de telefone. Vi hoje, ao anotar o número que ela passou, que ela também mudou de número. O e-mail que a gente se comunicava eu perdi o acesso. Era um do IG. 

Voltando ao nosso encontro inesperado, ela terminou de pagar a compra dela e saímos para fora da loja para conversar. 

Perguntei se ela continua na área da contabilidade. Ela falou que infelizmente não. Disse que passou em um concurso da Prefeitura, onde trabalha. Mas, pelo que falou e senti, não gosta do que faz. Falou dos familiares que morreram, inclusive a mãe, este ano. Perguntou se eu tinha aposentado. Disse que não. Que vou aposentar por idade. Ela disse que ela também. E ela tem 57 anos. 

Paramos a conversa porque cada uma tinha que seguir... Ela disse que estava indo fazer uma ressonância do pé. 

Ela passou o número dela. Coloquei nos meus contatos e mandei mensagem. Vamos ver se ela vai responder. Pode ser que sim. Pode ser que não. Vamos ver...