quinta-feira, 27 de novembro de 2025

Filósofo: Ficar em casa é a forma mais lúcida de resistência.

Ontem, minha amiga Vera💝, mandou no WhatsApp a matéria abaixo. Gostei muito e decidi compartilhar. A imagem e o texto são DESTE site.

Filósofo: ‘Ficar em casa é a forma mais lúcida de resistência. O silêncio do seu lar é o único lugar onde você ainda consegue se ouvir’

O filósofo Byung-Chul Han propõe uma forma de rebelião contra a sociedade atual.

Quando se pensa em posicionamentos “antisistema”, a imagem que surge é geralmente a de conflito, protestos, contêineres em chamas e o caos generalizado. No entanto, alguns dos discursos mais politicamente incorretos dos últimos tempos nos convidam a uma revolução surpreendentemente silenciosa: ficar em casa, reduzir o consumo, entediar-se e mergulhar no silêncio.

O filósofo Byung-Chul Han – laureado com o Prêmio Princesa das Astúrias de Comunicação e Humanidades 2025 e autor de obras como A Sociedade do Cansaço e Vida Contemplativa: Elogio da Inatividade – propõe uma forma de rebelião contra a sociedade atual que começa por permanecer no próprio lar.

Sua tese principal é o abandono da vida hiperativa em favor do equilíbrio e do sentido, fugindo da autoexploração no tempo livre, da exposição incessante nas redes sociais, e apostando no descanso, no silêncio e na vida contemplativa como fuga da engrenagem que leva à exaustão.

Seu lar, seu refúgio

Em meio às suas críticas à sociedade do desempenho em todas as esferas, a defesa que Han faz do lar e da passividade é notável. Em suas palavras, “ficar em casa é a forma mais lúcida de resistência” porque se trata de uma rebelião contra o imperativo de ser produtivo a todo momento, uma verdadeira “greve” contra as exigências sociais.

O autor explica que o capitalismo atual abomina o vazio e o silêncio e incutiu em nós o medo de “horas mortas” dentro de casa, sem um registro digital para provar o que estamos fazendo. Contudo, ele argumenta que é exatamente nesse tempo “improdutivo”, anônimo e silencioso, que alcançamos a máxima soberania.

Não se trata de romantizar o isolamento ou se entrincheirar em casa, mas sim de defender o direito ao “silêncio sem culpa” e transformar o lar em um bastião de liberdade, onde é possível viver sem prestar contas a ninguém, sem testemunhas e sem sucumbir às demandas do mercado.

Transformando a filosofia em cotidiano: A “Hogarterapia”

A mensagem de Byung-Chul Han pode ser concretizada por meio da “hogarterapia” (terapia do lar), definida como a criação de um lar saudável, equilibrado e feliz, que proporcione uma vida mais plena e com sentido.

Nossas casas não são apenas os limites físicos onde dormimos e comemos. Elas representam um exoesqueleto, como a concha do caracol, e podem ser transformadas em um “templo”, um refúgio de regeneração e paz capaz de trazer bem-estar e impulsionar qualquer área da nossa vida.

Ao converter a residência em um “Lar Consciente” e reacender o “Fogo” do lar, é possível recuperar todo o potencial e a magia ancestral ali contida. A partir de um lar consciente, podemos cultivar a saúde, descobrir o propósito de vida, encontrar a calma em meio ao estresse, inspirar-nos, praticar o autocuidado e o cuidado mútuo, manter relações saudáveis, aumentar a produtividade profissional ou pessoal, gerir as finanças e, de forma holística, alcançar um grande bem-estar.

Lar, doce bem-estar

Embora Byung-Chul Han se concentre no recolhimento como um ataque ao excesso de ruído e imposições externas, a verdade é que sob a proteção do nosso lar é possível realizar inúmeras atividades.

Kankyo Tannier, autora de A Magia do Silêncio, defende que “ficar em casa não significa ficar parada” e que “quanto melhor você se conhece, menos medo tem de ficar a sós consigo mesma”. Já Marie Kondo, a expoente mundial da organização terapêutica, sugere “desabafos criativos” para atividades que nos agradam, nos distraem e nos reconectam com nossa bússola interior.

Em meio às agendas lotadas, onde parece haver tempo apenas para o trabalho e tarefas domésticas, existe uma terceira dimensão de “lar e talento” ou “lar e bem-estar”. É nesse espaço que podemos ser autênticos, desdobrar nossas asas, fazer ou não fazer sem dar explicações e, finalmente, reconectar-nos.

Conselhos práticos para desfrutar de ficar em casa

Aqui estão algumas sugestões de autocuidado e prazer na intimidade do seu lar:

  • Despertar sem relógio e sem pressa: Crie um ambiente de carinho ao acordar. Se precisar madrugar, vá para a cama cedo; seu corpo pode se acostumar a despertar cedo e descansado, quase sem a necessidade de despertador.
  • Criar pequenos “oásis de silêncio” ao longo do dia.
  • Desfrutar de um café ou chá com plena atenção (mindfulness).
  • Praticar o journaling (diário terapêutico).
  • Pintar um mandala, quadros por números ou dedicar-se a novos artesanatos artísticos.
  • Tricotar ou bordar, mergulhando no craftfulness: termo que define a prática de artesanato para o bem-estar, conectando-nos à criatividade.
  • Brincar com filhos ou entes queridos, sem limite de tempo. Byung-Chul Han afirma: “Nós nos matamos para sermos produtivos, mas o homem nasceu para brincar, não para trabalhar.”
  • Seguir um ritual prazeroso de “apanhador de sonhos”.
  • Planejar sua agenda e próximas semanas com gentileza e recompensando os avanços.
  • Ler ou estudar apenas por prazer.
  • Cozinhar uma boa receita lentamente.
  • Desfrutar de um spa caseiro.

Embora talvez não chamemos essas atividades de “resistência” como Byung-Chul Han, elas são, inegavelmente, uma forma de reconciliação com o nosso lar e de alquimia em nossa vida cotidiana.

quarta-feira, 26 de novembro de 2025

Almoço com Bruno e mais um livro "O Morro dos Ventos Uivantes"

Hoje fui almoçar com o Bruno. Com segundas intenções, claro.rsrs

No sábado ele mandou fotos do livro “O Morro dos Ventos Uivantes” que a colega dele, que trabalha no sebo Lebrasil, mandou. Eles sabem que amo e coleciono versões diferentes desse romance, então, quando chega, eles já lembram de mim.

Achei o livro muito lindo. Perguntei quanto estava custando (como se isso fosse me impedir de comprar.rsrs). Bruno falou que estava R$ 30,00. Pedi para reservarem para mim.

Bruno falou que ia buscar na segunda-feira. Como eu tinha que entregar os presentinhos que a Adriana tinha trazido do Japão para eles, e uma guirlanda que comprei e não encontrei onde pendurar em casa, aproveitei para fazer tudo no mesmo dia. E por isso marcamos o almoço hoje.

Eu saí para almoçar às 13h. Passei na loja da Cacau Show para comprar os chocolates para o “Amigo Chocolate” que vai acontecer no sábado (falo sobre isso no sábado, ou domingo) e fui para o trabalho do Bruno. Ele tinha falado que iria sair às 13h30. Cheguei, entreguei e peguei.

Para variar fomos almoçar no Suco de Praia.rsrs E para variar pedimos Filé de frango à parmegiana.rsrs Como sempre, almoço delicioso, em companhia maravilhosa!

Após o almoço passamos no bazar da Igreja do Carmo que fica ao lado do Suco de Praia. E depois fomos à farmácia para o Bruno comprar medicamentos para ele, pois estava resfriado novamente.

Cada um seguiu para o seu trabalho. Ele com os remédios. Eu com as sacolas da Cacau Show e meu livro.

terça-feira, 25 de novembro de 2025

Trilha Sonora (novelas) - Livre para Voar: Drive

Semana passada eu postei uma música do Ric Ocasek. Fiquei surpresa ao ver que ele foi integrante da Banda “The Cars”. Houve um tempo que eu sabia, se o cantor pertenceu a alguma banda, caso por exemplo o Lionel Richie (Commodores), Phil Collins (Genesis), Peter Cetera Chicago), Freddie Mercury (Queen); mas chegou uma hora que não soube mais. Por isso me surpreendo ao saber que o cantor ou cantora começaram em “tal” banda.

Então, aproveitando que queria falar do Ric vou postar a música “Drive” como a 88ª da “Trilha Sonora – Novelas”. A música é cantada pelo baixista Benjamin Orr e escrita pelo Ric Ocasek. Ela embalou muitos corações na década de 80. O meu, inclusive. E foi trilha sonora da novela “Livre para Voar” que foi transmitida entre setembro de 84 a abril de 85, no horário das 18h. Eu não assisti a novela, muito provavelmente por causa do horário. Drive é a segunda música dessa novela, que posto aqui no blog.

AQUI a música!

Autoria: Walther Negrão | Colaboração: Alcides Nogueira | Direção: Wolf Maya e Fred Confalonieri | Período de exibição: 17/09/1984 – 12/04/1985 | Horário: 18h | Nº de capítulos: 184

Dois jovens, Pardal (Tony Ramos) e Bebel (Carla Camurati), chegam a Poços de Caldas, Minas Gerais, apaixonam-se, mas escondem, um do outro, sua real identidade. Pardal instala-se em um antigo vagão de trem, espaço que divide com Gibi (Fernando Almeida), um menino negro que fugiu do orfanato, cujo maior sonho é ser adotado. Apesar da diferença de idade entre os dois, eles se tornam amigos e companheiros. Gibi vai além, acha que finalmente encontrou um pai. Emocionado ao saber do sentimento do menino, Pardal promete que fará o possível para adotá-lo. Para conseguir sobreviver, Pardal começa a fazer esculturas de ferro e vendê-las na cidade. Ao longo da trama, a história secreta de Pardal vai se revelando. Ele é o arquiteto Paulo Alberto Ramos de Almeida Lima, que foi para a cidade interiorana refugiar-se, após ser acusado injustamente de ter cometido um crime. Ele prova sua inocência, casa-se com Bebel e os dois adotam Gibi.

Fonte: Memória Globo

Outra postagem dessa novela:

Hold Me - Whitney Houston e Teddy Pendergrass 

segunda-feira, 24 de novembro de 2025

De Volta para o Futuro 1 e 2

Domingo com previsão de chuva (no período da tarde) - e ela chegou - nada melhor que se sentar no sofá e assistir um filminho, não é mesmo? Faz tempo que estou querendo assistir a trilogiaDe Volta para o Futuro”. Tenho os três DVDs, pirata.😬 Então queria assistir para depois me desfazer deles.

Hoje eu não quero mais ficar com CDs ou DVDs piratas. Porque tenho a oportunidade de comprar originais, novos ou usados. Para quem não viveu no tempo da pirataria, que é crime, vou explicar... Naquela época os originais desses produtos eram muito caros. E não tinha plataformas de streamings de tudo, como hoje. Então eu não me sinto muito culpada de saber que fui uma usuária de produtos piratas. Na época a gente não tinha muita opção.

Sobre os filmes, eu sei que assisti os três. E que gostei muito. Tanto que quis ter para assistir mais vezes. Zé disse que assistiu, mas não lembra se assistiu os três. Enfim, começamos...

De Volta para o Futuro

Data de lançamento: 25 de dezembro de 1985

Direção: Robert Zemeckis | Roteiro Robert Zemeckis, Bob Gale

Gênero: Aventura, Comédia, Ficção Científica

Elenco: Michael J. Fox, Christopher Lloyd, Lea Thompson

Sinopse: O adolescente Marty McFly é transportado para o ano de 1955 quando uma experiência do excêntrico cientista Doc Brown é malsucedida. Marty viaja pelo tempo em um carro modificado e acaba conhecendo seus pais ainda jovens. O problema é que ele pode deixar de existir porque interferiu na rotina dos pais, que correm o risco de não se apaixonarem mais. Para complicar ainda mais a situação, Marty precisa voltar para casa a tempo de salvar o cientista.

De Volta para o Futuro 2

Data de lançamento: 14 de dezembro de 1989

Sinopse: Marty McFly e o cientista "Doc" Brown viajam de 1985 a 2015 para evitar que o filho de Marty estrague o futuro da família McFly. Porém, seu arqui-inimigo Biff Tannen rouba a máquina do tempo de Doc, o DeLorean, e a usa para alterar a história em seu benefício, forçando a dupla a retornar a 1955 para restaurar a linha do tempo.

Vou tentar resumir o máximo possível o filme... No primeiro a família de Marty é bem desestruturada. A mãe bebe e fuma e está um pouco gorda. O pai é um boboca, e deixa Biff folgar em cima dele. O irmão de Marty e a irmã são dois esquisitos (melhor termo que encontrei). Em uma noite Marty vai encontrar com Doc no estacionamento do shopping. Lá Doc mostra o DeLoren e diz que o carro viaja pelo tempo. Ele ajusta a data, mostra alguns dispositivos. Nisso chegam os traficantes furiosos, pois Doc roubou o plutônio deles. Doc usa o plutônio como combustível para o DeLoren viajar no tempo. Os traficantes atiram em Doc e é dessa forma que Marty vai para o ano de 1955.  Após atirar em Doc os traficantes começaram a persegui-lo. Ele entra no carro e acelera até que viaja pelo tempo. Chegando em 1955 ele vai procurar o doutor para ajudá-lo a voltar para 1985. Mas ele acaba cruzando o caminho do seu pai e da sua mãe. Muito engraçado porque a mãe dele se apaixona por Marty. Imagina a confusão.rsrs

O legal é que quando Marty volta para 1985, a família está mudada. O pai é um escritor, pelo jeito de sucesso. A mãe está bonitona. Os dois formam um casal apaixonado. O irmão, usando terno, pois trabalha em um escritório. A irmã é outra pessoa. E eles são melhores de vida, tanto que na garagem tinha uma pickup, sonho de consumo de Marty.

Mas mal Marty consegue assimilar essa nova família, Doc chega com o DeLoren e leva Marty e Jennifer para o futuro, para evitar que o filho deles se envolva em uma cilada e a acabe preso. Eles alcançam o objetivo, só que quando voltam para 1985, a cidade está um caos. O pai de Marty foi assassinado. A mãe de Marty está casada com Biff. Isso aconteceu porque quando eles estavam em 2015, Biff pegou uma revista que tinha o resultado dos esportes, roubou o DeLoren, e voltou para 1955 onde entregou a revista para Biff. Ele conseguiu roubar o DeLoren no momento em que Doc foi resgatar Jennifer, que tinha ido parar na casa dela. Ou seja, a Jennifer de 1985 estava na casa da Jennifer de 2015. E as duas ficam cara a cara. Imagina a cena.rsrs E de posse da revista, com os resultados dos esportes, Biff começou a apostar e ganhar, até ficar milionário. Por isso quando Marty e Doc voltaram a cidade estava um caos. Resultado? Lá vão os dois voltar para 1955, exatamente quando Biff entrega a revista para Biff. Marty precisa recuperar e dar fim nela. Problema que em 1955 tinha o outro Marty do primeiro filme, entendeu?

Se entendeu, parabéns! Porque eu e Zé ficamos embananados que deixamos para assistir o terceiro outro dia.rsrs

Apesar da confusão, o filme é muito bom. Não faltou criatividade. O interessante nos dois filmes é ver Marty no skate. Zé perguntou se foi nessa época que virou moda o skate. Sinceramente, não sei. Acho que não, porque em 1985 eu tinha 18 anos e não andei de skate.rsrs

sábado, 22 de novembro de 2025

Visitinha Alice

Eu costumo ir à casa da minha mãe no final de semana. Sábado ou domingo. Depende, se souber que alguém vai no sábado, vou no sábado. Se vai no domingo, vou no domingo. Porque gosto de aglomeração.rsrs

Fiquei sabendo que, devido ao feriado, a Alice foi passar esses dias com a Silvana. E vai embora amanhã. Então resolvi ir hoje, visitá-las.

Meu dia começou cedo. Fui à cabeleireira fazer mechas. Cheguei às 9h e saí do salão às 16h30.

Zé me buscou, passamos em casa para trocarmos de roupa. Passamos no Supermercado Savegnago antes de ir para a casa da minha mãe. Pegamos duas pizzas e sucos. Zé comprou um brinquedo para a Alice. Ele a adora. E ela também gosta muito dele. E de mim (tia garete)🥰

Chegamos e o Henrique também estava lá. Esquentamos a pizza. Comemos, bebemos e ficamos conversando.

Henrique relembrando o passado. De quando eles iam em casa. Das aprontações deles. Disse que a minha casa era a que ele mais gostava de ir. E eu amava essa época. É bom demais a presença de crianças em um lar.

Depois fomos para a sala. Silvana fez um café. Continuamos a prosa. Que estava tão boa que quando fui ver, passava das 22h.

Chamei o Zé para irmos embora. Pelo menos consegui curtir um pouco a Alice, rever o Henrique e lógico, visitar a Silvana e o Nego.

sexta-feira, 21 de novembro de 2025

Trabalho Home Office com Henrique

Hoje trabalhei home office. E Henrique veio ficar comigo. No feriado quando estive no apartamento ele perguntou se eu ia trabalhar. Falei que iria, em casa. Então ele perguntou se podia ficar comigo. Acha que eu ia falar que não?rsrs

Só expliquei que só poderia brincar com ele na hora do almoço. E ele disse que tudo bem.

A Letícia chegou com ele antes das 8h. Ela o deixou e seguiu para o trabalho dela. Nós entramos e peguei a caixa de brinquedos para ele. Liguei a televisão. E assim ele ficou brincando. De vez em quando eu dava uma pausa e brincava um pouco com ele.






O Zé saiu cedo, foi fazer um passeio de trem turístico que vai de Salto até Itú. Durante o dia ficou mandando fotos, áudios e vídeos do passeio.

Era 11h e o Henrique disse que estava com fome. A gente tinha comido uma banana umas duas horas antes. Esquentei o arroz, feijão e fritei um ovo para ele. Ele quis comer sozinho. Magoei.😌 O bebê da vovó está crescendo.rsrs

Quando deu 12h20 eu parei para almoçar. Eu e Henrique fomos buscar marmita para mim. Mas antes paramos na quadra para brincar um pouco.

O dia estava maravilhoso. Um céu azul lindo. E o sol, de rachar mamona. Estava pegando em quase toda a quadra. O chão quente pra caramba. Brincamos de bola, um chutando para o outro. Ele na sombra e eu no sol. Espertinho ele.rsrs Depois brincamos um pouco de basquete.






Brincamos por quase meia hora. Deu preguiça de andar uma quadra para pegar marmita, então só fomos na padaria que fica quase em frente à quadra. Comprei uma empadinha para mim. Henrique quis dois Kinder ovo.

Voltamos para o apartamento. Eu comi e logo voltei a trabalhar. E a tarde correu como a manhã. Henrique no sofá. No pufe. Pra cá e pra lá.



De vez em quando eu sentava para brincar um pouco com ele. A programação televisiva do dia, foi essa: “Thomas e seus amigos”, “Natan por Aí”, “Enaldinho”, “Brancoala Games” e “Jazzghost”. Confesso que dou muita risada com esses youtubers. O Natan no vídeo que ele recebe alguns “desafios” dos seus seguidores. O Brancoala e o Marcos gritando durante o jogo. O Jazz porque ele mesmo não se aguenta com alguns jogos. As caras que ele faz, é demais.rsrs

Fora isso o Henrique ficou com o meu celular jogando “Roblox”. Ou seja, o que o Zé mandou, vou ver só outra hora.rsrs

O Zé chegou e quando era 17h30 eu comecei a vestir a roupa de academia. Mais uns dez minutos e desliguei o notebook. Encerrei o expediente.

Tinha combinado de levar o Henrique no trabalho da Letícia antes das 18h. E assim fizemos. Não sei se Henrique curtiu passar o dia comigo (talvez nem tanto, porque não fiquei só brincando com ele), mas eu curti a companhia dele.

quinta-feira, 20 de novembro de 2025

O Príncipe do Egito

Hoje meu dia começou assim... Acordei muito preguiçosamente. Tomei meu café tranquilamente. Sem pressa, pois meu primeiro compromisso era somente às 10h30, que era ir à cabeleireira para fazer coloração. 

Quando terminou o Zé foi me buscar, até porque como é feriado, a cidade estava um pouco deserta. Não tinha o que fazer pela rua. Zé pensou de almoçarmos no City Tortas. Seguimos até lá, mas estava fechado. 

Depois dessa (cara na porta.rsrs), imaginando que muitos restaurantes estariam fechados, tentamos a sorte no "Rei do Parmegiana" que fica pertinho de casa. Ufi! Ele estava aberto. Pegamos um parmegiana de frango com arroz e fritas.

Após o almoço, estendi umas roupas e descansei um pouco. Como cansa estender roupas.rsrs 

Juntei os presentinhos que a Adriana trouxe para os filhos e neto e fui levar para eles. Chegamos e estavam Letícia, Karol e Henrique. Danilo tinha saído para jogar bola. Entreguei os carrinhos para o Henrique. Ele adorou!

Depois ele ficou falando de descermos na quadra para brincar. Mas além de eu não ter ido preparada para isso, quando estávamos subindo vi que tinha bastante gente, entre crianças, adolescentes e adultos, na quadra. Falei para o Henrique, então ele sossegou. Ficamos lá por uma hora mais ou menos e voltei para casa.

Em casa, o Zé preparou shake da Herbalife para nós dois e sentamos no sofá para assistir um filme. Ficamos olhando os DVDs da estante. Sugeri o filme de animação "O Príncipe do Egito". Comprei esse DVD em uma garimpada com o Bruno e Victor. Falei AQUI sobre esse dia. Para convencer o Zé, falei que é a história de Moisés. Zé deu uma risadinha e falou: desenho (acho que não é muito a praia dele.rsrs). Mas argumentei dizendo que era bonitinho. Então ele aceitou assistir.

Título original:The Prince of Egypt

Data de lançamento: 25 de dezembro de 1998 | 1h 39min | Animação, Aventura, Drama

Direção: Steve Hickner, Simon Wells, Brenda Chapman | Roteiro Philip LaZebnik, Kelly Asbury

Elenco: Val Kilmer, Ralph Fiennes, Jeff Goldblum

Gênero: Animação, Aventura, Drama

Sinopse: No Egito antigo, quando os hebreus lá viviam como escravos e o faraó Seti, temendo o constante nascimento de crianças hebréias, pois no futuro poderiam se tornar uma força que ameaçasse seu poder, ordena que todos os bebês hebreus do sexo masculino sejam afogados. Uma hebréia se desespera ao ver que seu filho poderá ser morto e, para salvá-lo, o coloca em uma cesta no rio. A criança acaba sendo encontrada pela rainha, assim Moisés criado como irmão de Ramsés, o herdeiro do trono de Seti. Os dois crescem e se tornam grande amigos, mas Moisés acaba descobrindo sua origem, decide abandonar o palácio e libertar os hebreus, para levá-los para a Terra Prometida.

Fonte: https://www.adorocinema.com/filmes/filme-27657/


Acho que a maioria das pessoas já assistiu a esse filme. E quem não assistiu, conhece o enredo. Mas, se não assistiu e não conhece o enredo, aconselho assistir. Só um aviso: boa parte do filme é musical. Então, quem não curte não vai gostar.

O bom de filme em formato “desenho” é que tudo fica mais leve. Desde as surras que os escravos levam, como todas as pragas que Deus manda, para convencer Ramsés a deixar seu povo ir embora. Os personagens são bonitinhos.

O filme não mostra muito após a travessia do Mar Vermelho. Somente a cena de Moisés descendo a montanha, carregando as tábuas com “Os 10 Mandamentos”.

Eu não lembrava que é desse filme a música “When You Believe” ela é muito linda, tudo: letra, melodia e ainda por cima é cantada por duas grandes feras da música, Whitney Houston e Mariah Carey. Sei que ela fez muito sucesso na época. No filme é a irmã e a esposa de Moisés que cantam, quando finalmente Ramsés deixa o povo ir embora. Cena muito linda, do povo partindo. 

Enfim, um filme bem gostoso de assistir. Zé gostou!

Contextualize

quarta-feira, 19 de novembro de 2025

Lionel Richie e Whitney Houston

Lionel Richie e Whitney Houston são dois dos maiores nomes da black music contemporânea. Neste DVD, estão compilados alguns dos grandes momentos destes artistas. Veja Whitney no começo de sua carreira, em clipes imperdíveis como “The Greatest Love off All”.

Já Lionel Richie aparece na época em que emplacou “Hello” e “All Night Long”. Seja cantando balanço ou canções românticas, Lionel Richie e Whitney Houston garantem a festa!

Relação de Faixas:

Whitney Houston: You Give Good Love | Saving all Love For You | How Will I Know | The Greatest Love of All.

Lionel Richie: All Night Long (clipe) | Running With the Night (clipe e ao vivo) | Hello | Penny Lover | All Night Long (ao vivo).

Chegamos da academia e sabendo que amanhã é feriado, peguei o DVD acima para assistir. Vou falar que nem sei quando comprei esse DVD. Deve fazer muito tempo, porque já tem uns dois anos que eu posto foto de tudo que eu compro pelos bazares, brechós e sebos, e não encontrei foto desse DVD. 

Eu fico curiosa por saber, até mesmo para eu me controlar quando quero comprar, porque demoro muito tempo para assistir. Imagine se fosse igual roupa ou sapato. Vou comprar para usar daqui um ou dois anos? Não, né! Vou me policiar.

Comecei a assistir o DVD sozinha e logo o Zé sentou ao meu lado. O vídeo dura cerca de 50 minutos. Gostei muito de rever meus dois ídolos. E mais ainda de ouvir as músicas que embalaram minha vida, em muitas fases.

Conversas Antes do Primeiro Choro - O Bebê e Deus

Dias atrás meu patrão entrou na sala, muito feliz, falando que tinha escrito um livro. E que ele estava disponível no site da Amazon. Fez a Tati entrar no site para ver. Pediu para ela ler o prólogo e encaminhou a versão em Word no nosso e-mail.

Vou falar que ficamos impressionadas. Com o texto do prólogo e mais ainda de saber que o Vincenzo escreveu “um livro”. Não pelo talento. Porque isso ele tem. É muito inteligente. Mas pelo tempo! Para escrever a pessoa precisa ter um tempo, ela precisa “parar” para pensar, refletir e escrever. Não conseguimos imaginar o Vincenzo parando.rsrs

Então, antes de sair de férias, a Tati imprimiu uma cópia para mim, uma para ela e uma para a Cíntia. Apesar de ser bem curtinho, eu deixei para ler assim que terminasse outros que eu já tinha planejado ler.

E assim fiz a leitura hoje, na minha hora de almoço. O texto é simples e claro. Uma conversa entre o ser humano e Deus. Gostei bastante!

Visão geral do livro

E se a vida começasse antes do primeiro choro?

Antes do nascimento, um bebê conversa com Deus. Entre perguntas inocentes e respostas divinas, nasce uma jornada poética sobre existir, sentir e recordar quem realmente somos.

Nesta obra profundamente espiritual e sensível, Vincenzo Carlo Grippo conduz o leitor por dez capítulos que formam um círculo perfeito – do sopro inicial ao retorno à eternidade.

Cada diálogo é um encontro entre a inocência e o infinito, entre o humano e o divino, entre o esquecimento e a lembrança.

Com linguagem simbólica, serena e universal, “Conversas Antes do Primeiro Choro – O Bebê e Deus” fala sobre o mistério da vida, o propósito da dor, a beleza do tempo e a certeza do amor que nunca se apaga.

É uma leitura para quem busca mais do que respostas – para quem busca lembrar.

Um livro que não se lê: se sente.

Vidas Secas

De uns tempos para cá ando comprando livros por causa da capa. Achei bonita, estou comprando. E se for capa dura então. Mas ainda me resta um pouco de juízo, porque não saio comprando qualquer livro. Preciso ao menos conhecer o "título" ou o "escritor". Se for os dois juntos, melhor ainda. Como é o caso de "Vidas Secas" de "Graciliano Ramos". 

Era noite do dia 09 de outubro. Eu estava dando uma olhada no aplicativo da Amazon e vi ele à venda. Coisa mais linda. E com um preço muito bom - R$ 27,45. E ainda dizia que vinha com "suplemento de leitura". Não sei o que é, mas deve ser bom, pensei.rsrs Então não pensei duas vezes. Comprei dois. Um para mim, e um para a Silvana (antes de comprar consultei-a para saber se tinha esse título). Os livros chegaram quatro dias depois. Entreguei o dela. Ela já leu. E eu comecei a ler o meu na sexta-feira da semana passada, na hora do almoço.

Arrisco dizer que não li Vidas Secas como matéria da escola. Eu lembraria de alguma coisa. No mínimo da cadela, Baleia. Porque o Zé lembrou dela. A Silvana lembrou dela. Eu sei que eu não gostava de ler os livros de literatura que a professora "mandava" ler. Pra começar, eu não gosto muito que mandem em mim. Então já criava uma barreira. Lembro de ter lido alguns. "Capitães da Areia" foi um deles. Lembro pelo título, porque não lembro do enredo.rsrs

Voltando ao Vidas Secas, terminei de ler ontem à noite. Achei uma história bem triste. Uma família condenada a viver na miséria por vários motivos. No fim fiquei pensando e indagando: Será que ainda existe gente que vive nessas condições? Quando a Silvana terminou de ler ela falou: minha vontade é de abraçar cada um deles. Isso mesmo! Da vontade de abraçar, acolher e suprir as necessidades deles. 

“Vidas Secas” (1938) é um retrato comovente da vida de uma família de retirantes nordestinos durante uma severa seca. O livro aborda temas como pobreza, desigualdade social, sobrevivência, visão do mundo diante das adversidades e perspectivas de ascensão social.

O suplemento é tudo que está abaixo:

Vidas Secas - Um clássico imprescindível.

Enxuto, duro e silencioso, "Vidas Secas" é um daqueles livros que mudam o leitor. Ninguém passa impune por ele. A aspereza do terreno, das pessoas e de suas vidas conduz a uma profunda reflexão sobre o povo, a condição humana e suas vidas (secas).

O título do livro transmite uma ideia de secura além da seca. Ou seja, ao se viver aquela situação de escassez da família de Fabiano, a seca passa a incorporar não só o ambiente externo, mas também a família que ali vive. O trato entre os familiares é seco. A terra é seca. Os sonhos são secos. As pessoas, idem. Para além da terra, as vidas (nos mais variados sentidos) são secas.

Pertencente à segunda geração modernista, a obra é dividida em treze capítulos desmontáveis, sendo classificada como uma novela, de narrativa curta e com poucos personagens.

O espaço é o sertão nordestino (Alagoas), e o tempo, o início do século XX.

Um narrador onisciente dá voz às angústias e sonhos dos personagens, que, muitas vezes, por sua frágil condição e mínima instrução, não conseguem externalizar as próprias vontades/emoções.

A fragilidade desses personagens é amplamente explorada por Graciliano Ramos, que se utiliza de rara técnica e diversos recursos para, a todo momento, reafirmar tal estado.

Os filhos de Fabiano e sinhá Vitória não têm nome, são apenas o "menino mais novo" e o "menino mais velho", o que lhes empresta um caráter de pouco personalismo, de uma humanização menor, talvez inexistente.

A cadela Baleia, por sua vez, tem nome e sonha! Sonha com preás, com carícias e fartura. A inversão proposital confere ao homem aspectos animalescos, e vice-versa. Ao fazê-lo, Graciliano Ramos reforça a imagem de dificuldade e de precarização da vida que pretende transmitir com sua obra, tornando mais tangíveis o sofrimento e a desesperança daquela família de retirantes, e de tanas outras famílias em situação similar.

Fabiano, com seu vocabulário reduzido, comunica-se como pode e constantemente é vítima da própria ignorância: enganado pelo patrão, reprimido pelo policial, advertido pelo fiscal.

Sua fala simples muitas vezes nem é fala, mas um grunhido, uma onomatopeia, um resmungo de quem não tem forças nem mesmo para reclamar.

Subjugados pelo sol, pela cidade e por homens mais poderosos e instruídos, a família se vê, dia após dia, fadada ao ciclo das estações.

Se a seca os fere e míngua, a cidade os repele, com sua estrutura, preconceitos e tentáculos. Ali residem muitos dos pequeninos sonhos da família: a cama de couro, a mínima estrutura para se viver, mas tampouco eles são benquistos quando vão a terras urbanas, e novamente se veem acuados.

Toda a estrutura de "Vidas Secas" foi pensada para retratar as angústias e dificuldades dos cinco integrantes da família, sofrimento extensivo a milhões de outros retirantes, e este é um dos pontos geniais da obra. De tão visual e tangível, venceu o tempo e ganhou os palcos e as telas.

Em "Curiosidades" explica que o título do livro era para ser "O Mundo Coberto de Penas".

E na sequência o livro destaca: Adaptações - Sala de Aula e Curiosidades.

terça-feira, 18 de novembro de 2025

Trilha Sonora (novelas) - Hipertensão: Emotion in Motion

Após alguns meses sem postar músicas da “Trilha Sonora – Novelas”, voltei. E hoje vou postar a 87ª, que é uma que gosto muito, “Emotion in Motion” - compositor e intérprete: Ric Ocasek”. Ela é a segunda música da novela “Hipertensão”, que faço postagem. Sobre a novela, como disse na primeira postagem dela, não assisti. Ou, se assisti, não me lembro de nada. Ela foi exibida de outubro de 86 a abril de 87. Essa época aí eu estava mais preocupada em namorar do que assistir novela.rsrs

" Emotion in Motion " é uma canção de Ric Ocasek, o principal compositor e co-vocalista da banda The Cars. Ela foi incluída em seu segundo álbum solo, This Side of Paradise, e lançada como single no final de 1986. A música alcançou o topo da parada Album Rock Tracks e chegou ao 15º lugar na Billboard Hot 100. A canção conta com a participação de Roland Orzabal, vocalista do Tears For Fears, como músico convidado. Foi o único hit de Ocasek no Top 40 como artista solo. 

O amor dinâmico e transformador em “Emotion In Motion”

A música “Emotion In Motion”, de Ric Ocasek, explora a ideia de que o amor é uma força viva e em constante movimento. A expressão do título, “emotion in motion” (“emoção em movimento”), destaca que os sentimentos não são estáticos, mas sim dinâmicos e capazes de transformar quem os vive. Ocasek reforça essa visão ao usar a metáfora “my magical potion” (“minha poção mágica”), sugerindo que a pessoa amada tem um efeito quase mágico, capaz de curar e revigorar. Essa ideia é ilustrada também no videoclipe, onde Ocasek enfrenta desafios para conseguir uma poção que salva a mulher amada, simbolizando o esforço e a dedicação presentes no amor verdadeiro.

A letra é clara ao mostrar devoção e persistência, com versos como “I would do anything t'hold on to you” (“Eu faria qualquer coisa para segurar você”) e “I'd hold on to you til the stars no longer wink” (“Eu seguraria você até as estrelas pararem de piscar”), evidenciando uma disposição quase ilimitada para manter a relação. Há indícios de que a música foi inspirada por Paulina Porizkova, esposa de Ocasek na época, o que traz um tom pessoal à mensagem de entrega. O refrão, ao repetir “You're emotion in motion, my magical potion” (“Você é emoção em movimento, minha poção mágica”), resume a ideia de que o amor é uma energia vital e um remédio para as incertezas da vida. Com uma atmosfera romântica e leve, a canção transmite que o amor verdadeiro é ativo, resiliente e profundamente transformador.



Autoria: Ivani Ribeiro | Direção: Wolf Maya, Carlos Magalhães, Atílio Riccó e Marcelo de Barreto | Direção-geral: Wolf Maya | Supervisão: Daniel Filho | Período de exibição: 06/10/1986 – 18/04/1987 | Horário: 19h | Nº de capítulos: 167

Dois mistérios norteavam o enredo de 'Hipertensão': a paternidade da protagonista e a identidade de um assassino.

Carina (Maria Zilda Bethlem) é a estrela da companhia de teatro mambembe de Sandro Galhardo (Cláudio Cavalcanti). Em suas viagens, ela conhece três simpáticos senhores: Napoleão (Cláudio Corrêa e Castro), Candinho (Paulo Gracindo) e Romeu (Ary Fontoura). Ela não sabe que um deles é seu pai. No passado, os amigos haviam se casado com trigêmeas e uma delas era a mãe de Carina. Este mistério permanece até o final da trama. Enquanto isso, a jovem Luzia (Cláudia Abreu) é assassinada e entre os suspeitos está Raimundo (Taumaturgo Ferreira), filho da poderosa Donana (Geórgia Gomide) que fará de tudo para inocentá-lo.

Fonte: https://memoriaglobo.globo.com/entretenimento/novelas/hipertensao/noticia/hipertensao.ghtml

Outra postagem dessa novela:

Right Between the Eyes - Wax