Título original: Disclosure Day
Data de lançamento: 10 de junho de 2026 |No cinema | 2h 25min
Direção: Steven Spielberg | Roteiro David Koepp
Elenco: Emily Blunt, Josh O'Connor, Colin Firth
Gênero: Ficção Científica, Suspense
A Trama
O roubo de dados: A história acompanha Daniel Kner (um
analista ou segurança cibernético) e Margaret Barchild (uma apresentadora de
previsão do tempo). Daniel rouba pen drives com arquivos sigilosos de uma
poderosa organização sombria chamada Vardex.
A conspiração: Esses documentos provam que o
governo dos Estados Unidos e a Vardex escondem a existência de vida
extraterrestre desde a queda de um OVNI em Roswell (1947).
Abuso tecnológico: O
enredo revela que os seres extraterrestres capturados sofreram maus-tratos e
testes dolorosos, enquanto a empresa fazia engenharia reversa de suas
tecnologias.
O plano de revelação: Com
a ajuda de um aliado misterioso chamado Hugo e de um alienígena sobrevivente
(Envivo 17), Daniel e Margaret — que possuem dons especiais de empatia e
compreensão matemática concedidos em abduções passadas — unem forças para expor
a verdade globalmente.

Eu queria assistir a esse filme desde que soube da sua estreia nos cinemas. Minha intenção inicial era assisti-lo nas telonas, mas acabei não conseguindo. Lembro que a Silvana, que também estava superanimada para ver, foi ao cinema e não ficou muito satisfeita com o que assistiu. Mesmo assim, não desisti da ideia; queria tirar minhas próprias conclusões.
Acabei
assistindo ontem, no início da noite, com o Bruno e o Victor no apartamento
deles. O filme conta com um elenco de peso:
- Colin
Firth (que eu gosto demais e quase não reconheci por causa da barba),
conhecido por interpretar o Mark Darcy em O Diário de Bridget Jones
e por sua atuação em O Discurso do Rei;
- Emily
Blunt, de O Diabo Veste Prada e A Garota no Trem;
- Josh
O’Connor, da série The Crown e de Glass
Onion: Um Mistério Knives Out.
O enredo
me prendeu do início ao fim com sua ação incessante. Não levantei nem para ir
ao banheiro, com medo de perder qualquer detalhe. E confesso: mesmo prestando
total atenção, o filme me deixou com várias dúvidas. Na verdade, a trama traz
muitas camadas de mensagens e um forte convite à reflexão.
Como eu
não queria quebrar a cabeça sozinha, joguei uma pergunta no grupo do WhatsApp: "Quem
assistiu, o que entendeu da última palavra que a Margaret diz no final do
filme?". A palavra é: "Escutem". O debate no grupo
foi longo e eu fiquei apenas observando as teorias, já que, como disse, ainda
estou tentando processar tudo. Preciso de um tempo para refletir.
Enfim, independentemente de ter compreendido todas as nuances de imediato ou não, eu gostei muito do filme. É o tipo de história que continua com a gente mesmo depois que os créditos sobem.





















