Após almoçar no Restaurante Espaço Nobre, fomos na casa da minha mãe.
Tinha avisado a Silvana que iria. Fui deixar um cooler e bolsa térmica lá para
quem quiser ou precisar usar. O Zé
vendeu o Logus essa semana e essas coisas ficavam no porta-malas dele. E dentro
do apartamento não cabe.
Fiquei até na dúvida se iria hoje ou deixava para o próximo domingo. Mas
a Silvana falou que a Alice estava lá, então decidimos por hoje. Faz tempo que
não vemos a Alice. Normalmente, aos finais de semana, ela vai na outra avó (que
mora em Jundiaí), na bisa, ou no Jorge (pai dela).
Nós chegamos e a Silvana fez um café para acompanhar o bolo de fubá com goiabada que levamos. Eu desci para levar o cooler e a sacola térmica. Vi que o neguinho foi carpir o quintal. A última vez que tinha visto o quintal o mato estava tomando conta.
O Nego aparecia de vez em quando. E estava um pouco invocado. A gente estava tomando café na copa. Zé acabou de sair do banheiro e
ele foi falar para o Zé que a toalha não estava do jeito que tinha que estar. A
gente já sabe da tampa do vaso sanitário. A Silvana explicou que a toalha que
fica ao lado da pia é do Nego. Que é pra gente usar a dela, que fica no suporte
em frente ao vaso. Porque se usar a toalha dele, precisa deixar exatamente como
estava. E acha que a gente presta atenção nisso?
Mas eu estranhei foi a paciência da Silvana com ele. É que ela está tomando Sertralina, e disse que realmente está ajudando muito.
A Alice estava um pouco inquieta, falando que queria amiguinha para
brincar. Estava rolando o bambolê para ela e ela rolava para mim, quando a
Letícia com a Karol, chegaram.
Ficamos na área mesmo, conversando. Até que começou a escurecer. E a
esfriar. Chamei o Zé para irmos embora. Acabou o final de semana prolongado. Foi
bom enquanto durou.
































