sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Nove meses sem minha mãe

A bênção mãezinha 😍 

Hoje está fazendo nove meses que vivo sem a presença da senhora. Tempo de uma gestação. Quanta coisa já aconteceu... E do último mês para cá bastantes novidades boas.  

Vou contar na ordem dos acontecimentos:

Dia 20 a Silvana recebeu notificação que foi aprovado o Benefício para o Nego. E ontem eles foram no banco receber. Teve até retroativo, desde julho de 2025. Olha que maravilha! A senhora que pagou o carnê para a aposentadoria dele, deve estar pulando de alegria onde está. E nós aqui também. Ele recebendo, nós (irmãos) deixaremos de contribuir para as despesas da casa. Continuamos com a ajuda para a Silvana que cuida do Nego e da casa. 

Outra novidade é que a Alice foi morar com a Silvana. A bisavó da Alice não tem mais condições de cuidar dela. E a mulher do Jorge não quer ficar com a Alice. Então a melhor opção foi ficar com a Silvana. Elas estão felizes. A Alice está estudando, no período da manhã, na escola do Parque Fazendinha. Está gostando. Disse que a professora dela chama Shirlei - igual a tia Shirlei. E a do reforço da tarde é a Marizeti - igual a tia Gareti.rsrs

O Nego está de boa. Eu acho que a presença da Alice na casa vai ser bom para os três. Fiquei sabendo que a Mayara continua mexendo com os papéis para levar a Alice para o Japão. Deve levar mais uns seis meses para ela ir. Eu rezo para que dê certo, se for da vontade de Deus.🙏

E mais uma novidade que acho que vai deixar a senhora muito feliz. Eu estou fazendo um curso de Corte e Costura. Eu e a Tatiane. Em uma escola perto do trabalho. Toda quinta-feira, das 18h30 às 21h30. Ontem fiz a segunda aula. Estou gostando muito. 

Sábado nós nos reunimos na casa da senhora. Os seis irmãos. Faltou só o Nego e o Sergio. Falando em casa da senhora, aquelas flores que a senhora gosta muito: Capitão, estão lindas. E acredita que nasceu abóbora no quintal? A gente só não sabe que tipo é. Se a senhora estivesse lá, saberia nos dizer.rsrs



Tudo isso acontecendo. O tempo não para. Aliás, falando em tempo, chove há dias. Estava pensando na senhora. Com certeza já estaria deprimida. Sem poder sair para fazer a caminhadinha diária. Ou bater perna. 

Mãezinha, parece que quanto mais os dias estão passando, a saudade aumenta. E vou falar que um dia desses (até escrevi no blog) bateu uma saudade imensa da senhora. E para piorar, para cutucar mais ainda a minha dor, eu fui ouvir um dos últimos áudios do whatsapp. Queria ouvir a voz da senhora. Aí, já viu😭

Antes que a postagem fique deprimente vou ficar por aqui. Mas voltarei no próximo mês. Me aguarde 😉

Te amo mãe! 💓💞 Saudades, saudades, saudades!

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Levando uma vida simples e sem ostentação

Ao partir para uma longa viagem, o superior do mosteiro deu aos monges a seguinte recomendação:

_ Cuidem de nosso mosteiro com carinho e austeridade, lembrando-se sempre de levar uma vida simples, respeitando o nosso voto de ter apenas o necessário para nossa subsistência.

Nesse espírito de pobreza, cada monge possua nada mais do que uma túnica e um par de sandálias. Nem bem o superior havia partido e o mosteiro foi atacado por uma praga de ratos vorazes, que roíam tudo o que encontravam pela frente, não lhes escapando sequer as túnicas e as sandálias, únicas posses dos pobres monges.

_Precisamos arranjar uns gatos - disse um dos monges, obtendo imediatamente a aprovação de todos para sua ideia.

Os gatos estavam vencendo os ratos, mas tomavam muito leite.

Assim, um dos monges sugeriu:

_Seria muito bom se tivéssemos uma vaca... E novamente todos concordaram com a ideia.

 A vaca fornecia leite com abundância aos gatos, mas também precisava comer. Por isso, os monges resolveram formar um pasto, que para ser plantado e mantido precisou de adubo e ferramentas, que eles providenciaram junto com um paiol que tiveram que construir para armazenar as colheitas e um estábulo para cavalos que conseguiram para puxar os arados e fazer os transportes...

Passaram-se longos anos, e um dia o superior voltou. No local onde julgava estar o mosteiro, pareceu-lhe ser agora uma próspera fazenda, com um vasto rebanho e muitas plantações.

O superior aproximou-se da cerca e perguntou a alguém que estava por ali trabalhando se ele sabe onde ficava o mosteiro. Ele disse que não sabia do que se tratava, mas ofereceu-se para conduzi-lo até a administração da fazenda, onde certamente poderiam lhe dar alguma informação. Ao chegar à imponente construção onde ficava a sede da fazenda, o superior imediatamente reconheceu um dos seus antigos monges e foi logo dizendo:

_Mas o que vem a ser isso tudo? O que foi que vocês fizeram do nosso mosteiro? Eu não lhes recomendei que levassem uma vida simples e sem ostentação, tendo apenas o necessário para sua subsistência?

_Sim, mestre, sim, e era exatamente isso que estávamos fazendo. Mas aí os ratos apareceram...


segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Trair e Coçar é só Começar

Comprei esse DVD no sábado e hoje o Zé quis assistir. Nem falei que assisti há pouco tempo, senão ele não ia querer assistir. E eu gosto desse filme, então não ligo de assistir sempre. E vou falar... Dou risada como se fosse a primeira vez que estivesse assistindo.

Gente do céu! Eu tinha a impressão de que fazia pouco tempo que tinha assistido ao filme. Fui procurar aqui no blog, para ver o que tinha falado sobre ele, até mesmo para ver se tenho algo diferente para falar, e assustei, porque "o pouco tempo" já faz mais de dois anos 😲 Assisti no dia 13/11/2023. Olha como o tempo está voando. 

Vi que não falei nada sobre o filme. Acho que é porque ele dispensa comentários. Quem já assistiu sabe o quanto é bom. O quanto é garantia de muitas risadas. E para quem não assistiu, fica a dica. 

Divã

Mercedes é uma mulher que se parece um pouco com todas nós. Divertida, pragmática, inteligente e - sim, por que não? - superfeminina. É do tipo corajosa, daquelas que não têm medo de nada. Capaz de administrar bem a casa, os filhos, o marido e até mesmo seus ataques de vaidade. 

Ela nos parece muito segura de si, como se possuísse controle sobre tudo. Será? Ao decidir pela análise, nossa protagonista descobre que controle é uma palavra bastante frágil - "não tenho medo de perder o senso. Eu tenho medo é desta eterna vigilância interior, tenho medo do que me impede de falhar".

Ao se deitar naquele divã, Mercedes se dá conta de suas armadilhas cotidianas. Quantas vezes deixou de fazer o que queria por causa dos filhos? Quantas vezes duvidou da fidelidade de Gustavo, seu marido? Ao entrar nesse jogo catártico, ela nos confidencia que a liberdade é atraente quando existe como promessa, mas pode nos enlouquecer quando se cumpre.

Editora Objetiva - 2002 - 154p.


Iniciei a leitura dia 03. Terminei ontem à tarde. Não sei se você sabe, mas Divã existe em livro, filme e série. Conforme comecei a ler, fiquei pensando qual deles eu já tinha visto. Porque conheço o conteúdo. 

Acho que foi a série, mas na dúvida, vim procurar no blog. E eis que encontrei esta postagem de 12/04/2021, sobre o filme. E nela eu falo que assisti a série, mas não encontrei postagem sobre a série. Antigamente eu não postava tanto, como hoje. Ou seja, só não tinha lido o livro mesmo.

Dei uma olhadinha no que escrevi do filme. Tem algumas diferenças do livro, como era de se esperar. No filme Mercedes tem dois filhos. No livro são três. No livro tem a personagem Tati, que apareceu depois que Mercedes divorciou. Pelo jeito no filme ela foi substituída pelo René (Paulo Gustavo) cabeleireiro da Mercedes. Fora isso, tinha uma ideia de que o Gustavo era o Marcos Palmeira, mas no filme é o José Mayer.

Gostei muito da leitura. Rápida, divertida e ao mesmo tempo, reflexiva. Mercedes fez a análise durante três anos. Passou por muita coisa. E tudo ela contou para o Dr.Lopes. Seus anseios, seus medos, suas dúvidas, suas certezas, suas loucuras.  Coitado! Tinha hora que eu achava que ela ia acabar dando um nó nas ideias dele.rsrs

E não posso deixar de falar da grande Martha Medeiros, que escreve de um jeito cativante e envolvente. Vale muito a pena a leitura. Próximo passo... Assistir a série.rsrs

domingo, 8 de fevereiro de 2026

O que fiz do meu sábado: parte 2

Após o almoço fui para casa. Enquanto o Zé cochilou um pouco, eu separei as compras do bazar, pois como ia para a Vila União, já ia deixar as compras do Bruno e Victor. Aproveitei e tomei banho. 

Fomos para a Vila União passando antes no Bruno e Victor. Eles desceram na portaria e Bruno me entregou o livro Relatos de um Gato Viajante que comprei do sebo. E um que um cliente dele deu (a foto e a história de como ganhei conto na postagem de quando eu ler o livro). E pediu para eu levar um LP para a Letícia.


Chegando no Danilo, estavam todos descansando: Letícia, Karol, Danilo e Henrique. Eu estava com saudades do Henrique. Não tinha visto ele ainda, este ano. Só por foto e vídeo.rsrs

Mas ele ficou jogando Roblox. Agora todo sábado tem um evento que vai das 17h às 18h. Enquanto ele jogou eu fiquei tomando café, comendo bolacha e dando uns beijos nele.rsrs

E lá fora... O tempo fechando. Quando estava almoçando vi que a Silvana postou no grupo dos irmãos foto do bolo gelado que ela fez. Em seguida a Adriana falou que estava indo fazer uma visitinha pra Silvana. E para o bolo.rsrs A Shirlei falou que também estava indo. O Sandro também. Até o Marcos. E conforme foram chegando, começaram a postar foto no grupo da família. E o Zé vendo. Ficou querendo ir também. Cogitou até de me deixar na Vila União e ir. Pode isso?rsrs Enfim, como o Henrique não largava o celular, fui para a casa da minha mãe.


Cheguei e a conversa estava animada. Marcos contando de uns tombos que levou de moto, quando era solteiro. Até o Nego estava conversando com eles. Eu, a Silvana, Shirlei, Adriana e Alice (as mulheres) fomos para a sala. E os homens ficaram na copa. A conversa animada dos dois lados. Logo o Sandro chegou. E assim a hora passou, enquanto ficamos comendo e conversando. E a chuva caindo. 


Passava das 20h quando o Zé e Marquinhos foram buscar pizza. Marcos e Sandro não puderam ficar. Mas antes de eles irem tiramos uma foto dos irmãos. Ficou faltando o Sergio e o Alvaro. Foi a Alice que tirou a foto. Na primeira foto tem o dedinho dela no cantinho esquerdo.rsrs


Enquanto a gente comia, começou o assunto sobre nós quando bebês. Que a minha mãe queria colocar um nome e meu pai colocava outro. A Silvana era para ser Catarina. Ela falou ainda bem que meu pai colocou Silvana, porque ela disse que não gosta de Catarina. E falaram também de quem nasceu em hospital e quem nasceu em casa. Sobre minha mãe ir para um canto e daqui a pouco aparecer com o bebê. Como ela era forte e corajosa! Eu não lembro de quase nada que elas falavam. E olha que a Silvana falou que em muitas situações eu devia estar com ela, pois a gente vivia grudada.

A Shirlei falou que quando eu era bebê, ela lembra de ter colocado em minha volta travesseiros. E lembra que o tio Roberto ficou muito bravo com ela. Ela não sabe, se tentando me proteger para eu não cair da cama, fez algo de errado. E me pediu desculpas. Eu dei risada, porque não lembro de episódios que a Silvana contou, nós duas tendo já mais de seis anos, imagina se vou lembrar sendo bebê.rsrs Mas confesso que fiquei buscando no meu interior se tenho algum trauma. Mas tranquilizei-a, porque estou bem resolvida. Sem traumas!

Sei que foi uma noite muito gostosa. Boas lembranças!