segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

O que fiz do meu sábado: parte 1

Meu sábado foi tão cheio de coisas que fiz, que vou separar em duas postagens.

Comecei indo no Bazar Semente Esperança. O Victor tinha compartilhado no WhatsApp que o bazar iria abrir. E como ele e o Bruno estavam trabalhando, eu fui sozinha. 

Zé me levou e foi caminhar. Eu cheguei logo às 9h. Fiquei mandando fotos e vídeos dos DVDs, CDs e VHS para eles. Peguei uma cestinha, meu banquinho e fiquei no cantinho por mais de duas horas. O ruim desse cantinho é que fica em frente aos banheiros (masculino e feminino). Toda hora tinha alguém pedindo passagem. Até porque os clientes usam o banheiro para provar as roupas.

Quando fui para a frente, onde fica o balcão e o pessoal que recebe, já era quase meio-dia. Zé chegou e eu estava pagando. Vou contar um fato engraçado: eu tive que buscar mais dois CDs para completar três. Deixei minhas mercadorias com a mulher que estava fechando minhas contas. Quando voltei, ela falou quanto eu tinha que pagar, e perguntou onde eu tinha achado a banqueta. Eu falei que era minha. Que meu marido tinha comprado na Maravilhas do Lar. A mulher arregalou os olhos e falou: "nossa, eu cobrei ela". E pegou o caderno onde ela anotou os valores. Ou seja, eu ia pagar pela minha banqueta.rsrs

Enfim, ao pagar fiquei sabendo que estava com 50% de desconto. Ah, se eu soubesse! E tivesse mais tempo!rsrs 

Sei que minhas compras, o que peguei para o Bruno e Victor e até pra Jacqueline, deu R$ 42,50. Essas foram as minhas compras 👇




Do bazar fomos na Tok & Stok para comprar mais uma estante de livros 📚 😍 Com essas minhas andanças pelos sebos e bazares, a biblioteca está aumentando.

E de lá fomos almoçar no Frango & Grill, que fica na Chácara da Barra. Lá tem um arroz temperado e uma cebola crispy, que dá agua na boca só de falar.😋

Divã

Mercedes é uma mulher que se parece um pouco com todas nós. Divertida, pragmática, inteligente e - sim, por que não? - superfeminina. É do tipo corajosa, daquelas que não têm medo de nada. Capaz de administrar bem a casa, os filhos, o marido e até mesmo seus ataques de vaidade. 

Ela nos parece muito segura de si, como se possuísse controle sobre tudo. Será? Ao decidir pela análise, nossa protagonista descobre que controle é uma palavra bastante frágil - "não tenho medo de perder o senso. Eu tenho medo é desta eterna vigilância interior, tenho medo do que me impede de falhar".

Ao se deitar naquele divã, Mercedes se dá conta de suas armadilhas cotidianas. Quantas vezes deixou de fazer o que queria por causa dos filhos? Quantas vezes duvidou da fidelidade de Gustavo, seu marido? Ao entrar nesse jogo catártico, ela nos confidencia que a liberdade é atraente quando existe como promessa, mas pode nos enlouquecer quando se cumpre.

Editora Objetiva - 2002 - 154p.


Iniciei a leitura dia 03. Terminei ontem à tarde. Não sei se você sabe, mas Divã existe em livro, filme e série. Conforme comecei a ler, fiquei pensando qual deles eu já tinha visto. Porque conheço o conteúdo. 

Acho que foi a série, mas na dúvida, vim procurar no blog. E eis que encontrei esta postagem de 12/04/2021, sobre o filme. E nela eu falo que assisti a série, mas não encontrei postagem sobre a série. Antigamente eu não postava tanto, como hoje. Ou seja, só não tinha lido o livro mesmo.

Dei uma olhadinha no que escrevi do filme. Tem algumas diferenças do livro, como era de se esperar. No filme Mercedes tem dois filhos. No livro são três. No livro tem a personagem Tati, que apareceu depois que Mercedes divorciou. Pelo jeito no filme ela foi substituída pelo René (Paulo Gustavo) cabeleireiro da Mercedes. Fora isso, tinha uma ideia de que o Gustavo era o Marcos Palmeira, mas no filme é o José Mayer.

Gostei muito da leitura. Rápida, divertida e ao mesmo tempo, reflexiva. Mercedes fez a análise durante três anos. Passou por muita coisa. E tudo ela contou para o Dr.Lopes. Seus anseios, seus medos, suas dúvidas, suas certezas, suas loucuras.  Coitado! Tinha hora que eu achava que ela ia acabar dando um nó nas ideias dele.rsrs

E não posso deixar de falar da grande Martha Medeiros, que escreve de um jeito cativante e envolvente. Vale muito a pena a leitura. Próximo passo... Assistir a série.rsrs

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Curso de Corte e Costura

Hoje comecei, junto com a Tatiane, fazer um curso de Corte Costura. Nada a ver com o nosso trabalho. Nada a ver com nossa profissão.rsrs

Eu estava querendo fazer tem muito tempo. Porque gosto de um modelo de roupa que não existe mais em loja nenhuma. Então pensei aprender assim confecciono para mim.

A Tati por sua vez gosta de tudo que é artesanato. Faz amigurumi e ano passado comprou uma máquina de costura. Até estava fazendo uns ajustes em roupas dela e das meninas do trabalho. E ela também quer aprender confeccionar roupas para fazer para ela.

Enfim, as duas querendo aprender. E perto do trabalho tem a escola de artes Pró-Arte. No final do ano passado a Tati tinha visto os dias, horários e valores. Mas deixamos para decidir este ano. E decidimos.

Vamos fazer toda quinta-feira. Das 18h30 às 21h30. Um curso de 72 horas, que vai durar mais ou menos seis meses. Vamos pagar 10 parcelas de R$ 155,83.

Nesse primeiro dia, quando deu 18h, eu e a Tati comemos um salgadinho com refrigerante, na cozinha da empresa. Em seguida fomos para a escola que não fica nem cinco minutos a pé.

Nosso professor é o Bruno Sá. Pensa em uma pessoa que entende e ama o que faz? Ele! Começou ensinando a colocar a linha na agulha. Eu achei que sabia. Apanhei pra colocar.rsrs

Depois ele ensinou alguns pontos feitos à mão: Ponto de Alinhavo, Ponto Corrido, Ponto Atrás, Ponto Luva (ou chuleio), Ponto Invisível e Ponto Cruzado. Ele deu muitas dicas e explicou várias coisas que eu não sabia: como reconhecer um tecido. Como fazer vinco em calça. Por último aprendemos a tirar medidas no corpo. Eu tirei da Tati e ela as minhas.

Adoramos a aula. A hora passou que nem vimos. Quando saímos da sala, o Zé me esperava na recepção.



Durante o tempo que eu estava aprendendo, pensava na minha mãe. O quanto ela ia ficar feliz de me ver fazendo esse curso. Ela nunca falou, mas eu acho que ela gostaria e ficaria orgulhosa de ver alguma filha seguindo a profissão dela.

Eu estou fazendo o curso por mim, mas dedico ele à minha mãe.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Saudades da minha mãezinha

Hoje está dando uns apertos doídos no peito. Vontade de chorar.😭 Pensando na minha mãezinha.

Talvez esteja assim porque ontem estava lendo o livro Divã da Martha Medeiros, e a Mercedes fala muito da mãe dela. A mãe dela morreu quando ela tinha oito anos. E ela fala que quase não se lembra do rosto, da feição e da voz da mãe dela.

Eu, pelo contrário; lembro bem. Muito bem! Afinal passei 58 anos com minha mãe. Bem diferente de oito. E faz pouco tempo que minha mãe partiu.

Pode ser também por causa do tempo. Tem chovido todos os dias. O céu anda cinza de uns dias para cá.

Ou seja, tudo concorre para que eu fique triste. Pra baixo. Com muitas saudades da minha mãe.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Chegamos... Treze anos de casamento no civil!

Hoje eu e Zé comemoramos treze anos de casamento no civil. E fizemos isso comendo uma deliciosa parmegiana de frango do Mister Piu e bebendo um vinho português. Só para não passar em branco, afinal é uma segunda-feira.  

Enquanto a gente comia e bebia, relembramos aquele dia 02/02/2013. Zé perguntou quem estava no cartório com a gente. Falei: Marcos, Daniele, Bruno, Danilo e Letícia. E a Adriana e o Henrique que foram os padrinhos.

Estava um dia lindo! E depois da cerimônia no cartório, seguimos para o salão onde foi a festa. Foi um dia inesquecível! Por aquele dia e por todos os seguintes, nada mais justo que um brinde!

Treze anos de casamento representam as Bodas de Linho ou Renda. Esses materiais simbolizam o fortalecimento, a resistência (linho) e a beleza, transparência e honestidade (renda) que a relação desenvolveu ao longo de mais de uma década. É uma fase que celebra a solidez construída pelo casal.