domingo, 8 de março de 2026

Belíssimas

Já li muitos comentários positivos a respeito de Belíssima. O que ainda não li foi comentários sobre a abertura da novela. Ou talvez tenha me escapado.

O tema da abertura: a beleza feminina. A música: Você é linda, de Caetano Veloso. Tinha tudo para ser um festival de bom gosto, no entanto, há controvérsias. Se não há, olha eu aqui inaugurando uma.

A modelo que aparece de maiô, sabemos, tem um rosto perfeito: pena que pouco apareça. Em evidência, apenas aquele amontoado de ossos. Coxas quase da mesma espessura dos tornozelos e braços que mais parecem gravetos. Entre a pele e as costelas, onde foi parar o recheio?

Pode ter sido apenas um problema de iluminação ou de recorte, mas o resultado que nos é mostrado há meses, todas as noites, é o raquitismo como sinônimo de perfeição estética.

Hoje é o Dia Internacional da Mulher, que na prática não ajuda a mudar muita coisa, mas ao menos serve para reflexões, debates e crônicas temáticas. O que valeria a pena discutir hoje? Proponho um assunto sem relevância política, mas igualmente importante: o recheio. Tudo o que temos retirado de nós, tudo o que tem sido lipoaspirado de nossas vidas.

Já fomos mais silenciosas. Mas, ao ganhar o direito à voz, nos tornamos mulheres aflitas, que não se permitem um momento de quietude. Falamos, falamos, falamos compulsivamente, como se fosse contraindicado guardar-se um pouco, como se o silêncio pudesse nos inchar.

Já sofremos com mais pudor. Hoje nossas depréssão extravasadas, distribuídas, ofertadas, viram capa de revista, como se a dor fosse uma inimiga a ser despejada, como se o sofrimento fosse algo venenoso e necessitasse de expulsão, como se não valesse a pena alimentar-se dele e através dele crescer.

Já fomos mães mais atentas, que geravam por mais tempo, por bem mais do que nove meses. Levávamos os filhos dentro de nossas vidas por longos anos. Hoje temos mais pressa em entregá-los para o mundo, a responsabilidade pesa, e como peso é tudo o que não queremos, acabamos por nos aliviar dos compromissos severos de toda educação.

Já fomos mais românticas. Hoje o sexo é mais importante, queima calorias, melhora a pele e não duvido que um coração vazio também ajude na hora de subir na balança.

Por um lado, conquistamos tanto, e, por outro, estamos nos esvaziando, querendo tudo rápido demais e abrindo mão de aproveitar o que a vida tem de melhor: o sabor, o gosto. Calma, meninas. Amor não engorda. Discrição não engorda. Reflexão não engorda. Não é preciso se agitar tanto, correr tanto, falar tanto, brigar tanto, nada disso é exercício aeróbico, é apenas tensão. Nesse ritmo, perderemos a beleza da feminilidade e acabaremos secas não só por fora, mas por dentro também.

Martha Medeiros – 08 de março de 2006.

Do livro “Liberdade Crônica”, pág. 30 e 32 

domingo, 1 de março de 2026

Comemorando aniversário Rosileni

Quinta-feira à noite a Rosi mandou o convite abaixo.


Eu vi e já confirmei minha presença. Do Zé também. Mas, por fim fui sozinha, pois hoje ele pegou a moto e foi motocar. Ia para Paraty com o Jim, mas teve mudança nos planos e ele foi (sozinho) para Ilha Bela.

Eu fui de Uber. Primeira convidada da Rosi a chegar. O bar lotado! Aliás, o bar do lado, o bar da frente, as calçadas. Não sei de onde saiu tanta gente.rsrs 

O bar que a Rosi escolheu tinha música ao vivo. Pagode. O grupo muito bom. Os clientes animadíssimos. A mulherada sambando. Casal dançando. Muito barulho. Do som. E das pessoas falando. Estou véia. Não estava curtindo tudo isso não.rsrs


Mas fiquei lá por mais de duas horas. Ao todo foram treze pessoas. A Rosi fez bolo de nozes - que eu não comi, pois estou cumprindo penitência. Aliás também não bebi álcool. Penitência!


Mas bebi uma Coca-Cola e para comer um lanche boquinha de anjo de linguiça. Estava delicioso 😋 

Paguei minha conta, que deu R$ 75,59, me despedi da Rosi e de todos, e fui embora. Subi até próximo da Miami Store pra chamar o Uber, mas acabei voltando de 99. Estava mais barato. Apesar de ter sido no cartão do Zé.☺️

A Rosi estava feliz com a presença de todos. Ela merece esse carinho e atenção. 

Amanhã é o aniversário dela. Vai fazer 53 anos. Eu peço a Deus que a abençoe imensamente, de preferência colocando na vida dela um homem bom, trabalhador, honesto, que a mãe e principalmente... Que goste de passear e viajar. Que é o que ela mais gosta. Errada não tá.

Desapegos

Ontem fiz mais umas catanças em casa. Até livros separei para doar no bazar, acredita? Nem eu.rsrs

E decidi desapegar dessas latas também. Olha... Vou falar. Sério!! Se eu tivesse uma casa grande, com cômodos sobrando, colocaria prateleiras nas paredes e deixaria as latas em exposição. Mas não tenho cômodos, nem mesmo parede sobrando, então o jeito é desfazer das latas. 

Vamos a origem das latas... A de panetone, foi um fornecedor da Ivezoon que deu. As meninas colocaram o panetone para todos comerem e perguntaram se eu queria a lata. Peguei.

O da colônia, foi a que o Bruno escolheu das colônias que eu trouxe da viagem para a Itália. Ele ficou com a colônia e perguntou se eu queria a lata. Peguei.

E a do sabonete Phebo, eu ganhei há vários anos do Júlio. Ele trabalhava na Granado e deu porque eu fiz o Imposto de renda dele, e não cobrei. 

Esse copo da Starbucks foi a Letícia que me deu. Eu usei anos e anos, quando estava na Ômega. Ele tinha tampa, que sumiu. Como atualmente eu uso a garrafa de água térmica que a Tati me deu, esse copo ficou no fundo do armário. Se ainda tivesse a tampa eu não ia desfazer dele. Mas, sem tampa, não tem muita utilidade. Foi bom e útil enquanto durou. 

E é isso... Mais um dia de desapego. E vou falar... Ainda tem coisas sem uso que uma hora, a hora delas vai chegar. Me aguardem.😆

sábado, 28 de fevereiro de 2026

Cofre para a Alice

Sábado passado o Zé comprou um cofre do Stich para a Alice. Ela mostrou para ele qual queria e ele comprou. Chegou na segunda-feira. 

Então hoje ele quis levar para ela. Como eu tinha marcado unha às 14h (horário que a Gilvana tinha) Zé pegou marmita. 

Quando terminou a unha o Zé foi me buscar e de lá fomos para a casa da minha mãe.

Chegamos e a Alice estava dormindo. Silvana colocou o cofre perto dela, para ela ver quando acordasse. Ela acordou logo... Como sempre veio toda carinhosa abraçar eu e o Zé.

Ficou feliz com o cofrinho. Zé deu uma moeda de 1 real para ela guardar dentro. Mostrou que o dente que estava mole há dias tinha caído. na verdade a Silvana disse que arrancou. 

Como a Alice acredita que a Fada do Dente dá um dinheirinho quando arranca o dente, a Silvana disse que ela deixou 20 reais. Contou também que a Jacque e o Jorge falaram que a fada está generosa. Que desse jeito eles também iam arrancar dentes.rsrs

Tomamos café e ficamos conversando. Eu nem coloquei foto no grupo do WhatsApp para avisar que a gente estava lá, porque pretendia ir embora logo. Zé vai amanhã pegar a estrada de moto. E precisa terminar de arrumar as roupas e apetrechos.

E eu pretendia assistir ao filme "Pressagio" e não queria que fosse muito tarde. Porque se eu ficasse abalada, daria tempo de colocar outra coisa para assistir, para aliviar. Cagona eu.rsrs

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Trilha Sonora (novelas) - Cara & Coroa: (I Wanna Take) Forever Tonight

Na noite do dia 02, enquanto eu e Zé estávamos jantando e bebendo, comemorando o aniversário de treze anos de casamento, eu coloquei os CDs da coletânea Love Flashback para tocar. A ocasião pede músicas românticas, não é mesmo? Em cada CD uma música mais linda que a outra. Mas, naquele dia a música (I Wanna Take) Forever Tonight, tocou fundo no meu coração. Tanto que após desligar o som, ainda embalada pela música, eu procurei no YouTube o videoclipe dela. No CD a música é cantada pelo Peter Cetera e a Agnetha Fältskog (a do ABBA). Só que os vídeos que encontrei, todos são do Peter Cetera com a Crystal Bernard. Se você ouviu as duas versões, vai concordar comigo, que o dueto do Peter Cetera com qualquer uma das duas ficou maravilhoso!

Pesquisando para postar aqui no blog, vi que ela foi trilha sonora da novela Cara & Coroa. Essa é a terceira postagem de trilha sonora dessa novela que faço.

Sem mais delongas, compartilho como a 92ª música da “Trilha Sonora – Novelas”, a espetacular (I Wanna Take) Forever Tonight, cantada por Peter Cetera e Crystal Bernard, uma composição de Eric Carmen e Andy Goldmark.

AQUI o videoclipe.

Autoria: Antonio Calmon | Colaboração: Ângela Carneiro, Lilian Garcia e Eliane Garcia | Supervisão de texto: Walther Negrão | Direção: Wolf Maya, André Schultz, Carlos Magalhães, José Luiz Villamarin e Maurício Farias | Direção Geral: Wolf Maya | Direção artística: Paulo Ubiratan | Período de exibição: 24/07/1995 – 30/03/1996 | Horário: 19h | Nº de capítulos: 213

TRAMA

Fernanda (Christiane Torloni) havia largado o noivo Rubinho (Luis Melo) na porta da igreja e casou-se com Miguel (Victor Fasano). Quando seu filho Pedro (Thierry Figueira) tinha um ano de idade, abandona o novo marido para fugir com seu irmão, Mauro (Miguel Falabella). Ao flagrá-lo com a amante, Heloisa (Maitê Proença), Fernanda se desespera e tenta matá-lo, mas acaba vitimando um outro homem. Ela é presa e recebe pena de 13 anos de reclusão. Vitória (Christiane Torloni), por sua vez, conhecida como Vivi, foi criada num orfanato em São Paulo. Ela se mete numa enrascada junto com a amiga Margô (Rosi Campos), é presa e condenada por um assalto que não cometeu. Fernanda e Vivi são sósias e têm uma convivência curta na prisão. Um dia antes de ser liberada, a primeira sofre um derrame. Os vilões da trama, Mauro e Heloisa, armam um plano e preparam Vivi para assumir seu lugar, para conseguir dinheiro de sua família.

Fonte: Memória Globo

Outras postagens dessa novela:

Foi a Primeira Vez - Zezé di Camargo e Luciano

Over My Shoulder - Mike and the Mechanics