sexta-feira, 21 de agosto de 2026

As gordices do trabalho

Uma certeza eu tenho: vou emagrecer nas minhas férias sabáticas! Não passa um dia sem uma gordice na Ivezoon.

Até porque, nos últimos tempos, entraram novos colaboradores. E quem entra precisa pagar um café da manhã. Essa imposição é ideia dos próprios colaboradores, geralmente liderada pelo Thiago.

Na sexta-feira passada, a Giovana caprichou e trouxe um café da manhã top. No início da semana, os vendedores externos passaram o dia na empresa e trouxeram café da manhã, com direito a geleia de goiaba caseira feita pela mãe do Christian.

Café da Giovana

E hoje quem garantiu o café da manhã foi o Charlie, do comercial. Enfim, o pessoal da Ivezoon é bom de garfo! É difícil passar um dia sem um pão, um bolo, chocolates, pirulitos...

Charlie de camisa cor vinho

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

23ª aula de Corte e Costura

Hoje eu comi muito no trabalho, no fim da tarde. Por isso, não comi nada no curso; só bebi um gole de chá e, depois, café.

Na aula, estavam presentes as alunas de sempre: Lucely, Yasmin, Andreia, Tati e euzinha. Logo no início, uma moça fez uma aula experimental e, mais tarde, chegou outra. Ambas ficaram por uma hora.

A Lucely estava fazendo o último bolso – o bolso cargo. A Yasmin, fechando a camisa, e a Andreia também já começou a fazer os bolsos. Eu e a Tati colocamos os bolsos e o zíper na bermuda. No início da aula, o Bruno falou que hoje a gente ia terminar a bermuda, mas a aula não rendeu muito porque tivemos que esperar ele ensinar as novas alunas e aguardar a vez para usar a máquina de overloque.


Comentei na postagem da aula anterior que eu e a Tati estamos repondo as horas que ficaram pendentes. A gente ia fazer cinco aulas de duas horas. Como o Bruno faltou semana passada, por estar doente, tive que remanejar os horários para conseguir terminar o curso no dia 03 de setembro. Hoje fizemos três horas de aula. Restaram cinco horas, que faremos em duas aulas. Uma de três horas e uma de duas horas. E numa dessas, com certeza terminaremos a bermuda. Oremos.rsrs

No fim da aula, a Tati me levou até em casa. O Zé foi na terça-feira a trabalho para a Europa. 

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Café com a Rosileni

Ontem à noite, a Rosi foi tomar um café comigo. Marcamos em casa, pois o Zé viajou a trabalho para a Europa. Faz um tempinho que a Rosi quer me contar novidades, mas disse que só iria falar pessoalmente. Ela reclamou que eu não tenho tempo para ela, mas até que não faz tanto tempo assim que não nos vemos — a última vez foi dia 8 de março. A Rosi é carente, rs!

Eu saí do trabalho e fui caminhando para casa. Passei na Panificadora Nico e comprei pão francês, pão doce e bolo de cenoura com uma deliciosa cobertura de chocolate. Chegando em casa, fiz o café. Ela chegou às 19h. Ficamos comendo, bebendo e conversando.

A novidade é que ela está namorando! Contou como e onde conheceu o Maurício, cujo apelido é “Chocolate”, e mostrou fotos. Ela está muito feliz e, ao mesmo tempo, ansiosa — o que é normal para quem já teve muitas decepções amorosas.

Eu torço por ela e, agora, por eles. Pelo que ela me contou e pelas fotos, eles formam um belo casal, e ele parece ser um homem do bem. Ela foi embora, mas logo vamos nos ver de novo, afinal vou tirar férias sabáticas e terei mais tempo. É uma pena que, agora que ela está namorando e apaixonada, talvez não façamos aqueles passeios ou viagens curtas de antes. Mas está tudo certo. O importante é que ela está feliz. Que continue assim!

terça-feira, 18 de agosto de 2026

A fé de uns e de outros

Apoio que as pessoas se manifestem publicamente contra a violência urbana, contra os altos impostos que não são revertidos em benefícios sociais, contra a corrupção, contra a injustiça, contra o descaso com o meio ambiente, enfim, contra tudo o que prejudica o desenvolvimento da sociedade e o bem-estar pessoal de cada um. No entanto, tenho dificuldade de entender a mobilização, geralmente furiosa, contra escolhas particulares que não afetam em nada a vida de ninguém, a não ser os diretamente envolvidos, caso da legalização do casamento gay, que acaba de ser aprovado na Argentina.

Se dois homens ou duas mulheres desejam viver amparados por todos os direitos civis que um casal hétero dispõe, em que isso atrapalha a minha vida ou a sua? Estarão eles matando, roubando, praticando algum crime? No caso de poderem adotar crianças, seria mais saudável elas serem criadas em orfanatos do que num lar afetivo? Ou será que se está temendo que a legalização seja um estímulo para os indecisos? Ora, a homossexualidade faz parte da natureza humana, não é um passatempo, um modismo. É um fato: algumas pessoas se sentem atraídas - e se apaixonam - por parceiros do mesmo sexo. Acontece desde que o mundo é mundo. E se por acaso um filho ou neto nosso tiver essa mesma inclinação, é preferível que ele cresça numa sociedade que não o estigmatize. Ou é lenda que queremos o melhor para nossos filhos?

No entanto, o que a mim parece lógico não passa de um pântano para grande parcela da sociedade, principalmente para os católicos praticantes. Entendo e respeito o incômodo que sentem com a situação, que é contrária às diretrizes do Senhor, mas na minha santa inocência, ainda acredito que religião deveria servir apenas para promover o amor e a paz de espírito. Se for para promover a culpa e decretar que quem é diferente deve arder no fogo do inferno, então que conforto é esse que a religião promete? Não quero a vida eterna ao custo de subjugar quem nunca me fez mal. Prefiro vida com prazo delimitado, porém vivida em harmonia.

Sei que sou uma desastrada em tocar num assunto que deixa meio mundo alterado. Daqui a cinco minutos minha caixa de e-mails estará lotada de ataques, mas me concedam o direito ao idealismo, que estou tentando transmitir com a maior doçura possível: não há nada que faça com que a homossexualidade desapareça como um passe de mágica, ela é inerente a diversos seres humanos e um dia será aceita sem tanto conflito. Só por cima do seu cadáver? Será por cima do cadáver de todos nós, tenha certeza. Claro que ninguém precisa ser conivente com o que lhe choca, mas é mais produtivo batalhar pela erradicação do que torna nossa vida ruim do que se sentir ameaçado por um preconceito, que é algo tão abstrato.

Pode rir, mas acho que acredito mais em Deus do que muito cristão.

Martha Medeiros - 25 de julho de 2010

Do livro "Liberdade Crônica", pág.244 e 245


domingo, 16 de agosto de 2026

Domingo na casa da minha mãe

Fim de semana passado não fui à casa da minha mãe porque estava em Campos do Jordão. No retrasado também não fui, porque foi o aniversário do Henrique.

Precisava ir para levar uns protetores de ouvido que o Zé comprou para o Nego e deixar o cartão do plano de saúde do Nicolas. Como o Zé vai viajar na terça-feira e só volta em setembro, avisei a Silvana que a gente iria lá.

Meu domingo começou como de costume. Fui à missa das 10h. Depois, o Zé buscou comida no Frango & Grill. Almoçamos, o Zé descansou uns minutos e saímos. Chegamos à casa da Silvana e só estavam ela e o Nego. A Alice estava na casa do pai. A Adriana chegou pouco depois trazendo uma panela com carne desfiada e pão. A Silvana tinha feito bolo gelado.

Ficamos comendo e conversando. Como ontem fechamos a viagem de férias do Bruno — com destino a Foz do Iguaçu e Paraguai —, e sabendo que a Adriana foi para lá em abril, perguntei sobre o roteiro que eles fizeram. Foi assunto para muito tempo! Anoiteceu e achei melhor irmos embora antes da Alice chegar. Se ela chegasse, ia querer que a gente ficasse mais tempo. Até ficaria... se já estivesse de férias. Mas, como ainda não estou, precisei ir para me preparar psicologicamente para a segunda-feira. Rsrs

A Adriana saiu junto com a gente. A Silvana disse que nem ia falar para a Alice que estivemos lá. Melhor! rsrs


Bolachinas que o Sandro deu. Trouxe da Europa.😋