quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Saudades da minha mãezinha

Hoje está dando uns apertos doídos no peito. Vontade de chorar.😭 Pensando na minha mãezinha.

Talvez porque ontem estava lendo o livro Divã da Martha Medeiros e a Mercedes fala muito da mãe dela. A mãe dela morreu quando ela tinha oito anos. E ela fala que quase não se lembra do rosto, da voz da mãe dela.

Eu, pelo contrário; lembro bem. Muito bem! Afinal passei 58 anos com minha mãe. Bem diferente de oito. E faz pouco tempo que minha mãe partiu.

Pode ser também por causa do tempo. Tem chovido todos os dias. O céu anda cinza de uns dias para cá.

Ou seja, tudo concorre para que eu fique triste. Pra baixo. Com muitas saudades da minha mãe.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Chegamos... Treze anos de casamento no civil!

Hoje eu e Zé comemoramos treze anos de casamento no civil. E fizemos isso comendo uma deliciosa parmegiana de frango do Mister Piu e bebendo um vinho português. Só para não passar em branco, afinal é uma segunda-feira.  

Enquanto a gente comia e bebia, relembramos aquele dia 02/02/2013. Zé perguntou quem estava no cartório com a gente. Falei: Marcos, Daniele, Bruno, Danilo e Letícia. E a Adriana e o Henrique que foram os padrinhos.

Estava um dia lindo! E depois da cerimônia no cartório, seguimos para o salão onde foi a festa. Foi um dia inesquecível! Por aquele dia e por todos os seguintes, nada mais justo que um brinde!

Treze anos de casamento representam as Bodas de Linho ou Renda. Esses materiais simbolizam o fortalecimento, a resistência (linho) e a beleza, transparência e honestidade (renda) que a relação desenvolveu ao longo de mais de uma década. É uma fase que celebra a solidez construída pelo casal.

domingo, 1 de fevereiro de 2026

O Auto da Compadecida

Essa é a segunda – e última – peça da Campanha de Popularização do Teatro – que fomos assistir. Tinha até outros temas interessantes, mas seriam em dias que temos compromisso. Tirei a foto abaixo na quinta-feira, quando fomos assistir Grease, Nos Tempos da Brilhantina.

Sinopse: Prepare-se para uma versão inusitada e cheia de alegria do clássico "Auto da Compadecida"! Nesta montagem, um grupo talentoso de atores profissionais com deficiência intelectual traz à vida a história de Chicó e João Grilo, dois trapaceiros em busca de sobreviver às peripécias do sertão nordestino. Com muito humor e criatividade, eles enfrentam cangaceiros, a comunidade e até a morte, tudo isso com um toque especial de inclusão e humor.

A cada cena, risos e reflexões sobre a amizade e a fé vão contagiar o público. No final, quando a esperança está perdida, surge um desfecho surpreendente, revelando que a união e a solidariedade podem vencer qualquer desafio. Venha se divertir e se emocionar com essa celebração da diversidade e da força humana.



O horário da peça era às 19h, mas como não era com cadeiras numeradas, o Zé quis chegar mais cedo. Chegamos não era nem 18h. Fomos de carro e ele parou perto do teatro. Compramos pipoca e ficamos comendo, enquanto não abriam as portas. Quando abriram, entramos e ficamos sentados, aguardando abrir as portas do teatro.


Entramos no teatro uns trinta minutos antes. Nos sentamos na fileira “F”. Aos poucos foi chegando gente. E o teatro ficou bem cheio.

Antes de iniciar o diretor da escola Tadoma subiu ao palco e falou sobre o espetáculo e principalmente sobre os atores (veja AQUI, mais detalhes e fotos dos atores).

Como eu conheço a história do “Auto da Compadecida”, consegui entender tudo. Ver o esforço, a dedicação e o amor, incutidos na atuação de cada um deles, foi lindo demais. Me emocionei. No final eles receberam aplausos esfuziantes da plateia.

Os Apóstolos

Hoje, após o almoço, me sentei no sofá e peguei para ler esses livrinhos, que ganhei de presente de Natal do Victor. Eles são tão fininhos que li os quatro em menos de uma hora.

Em cada um deles conhecemos a história de três apóstolos de Jesus. Eu conhecia um pouco sobre cada um, pois assisti a série The Chosen. A novidade no livro foi saber como morreram e conhecer a oração de alguns deles. Gostei do meu presente. E gostei de saber mais sobre esses grandes homens, escolhidos de Jesus!

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Grease, Nos Tempos da Brilhantina

Sábado passado quando passeamos na feira hippie do Centro de Convivência, vi na porta do teatro um banner da Campanha de Popularização do Teatro.

Mais tarde, em casa, entrei no site da Prefeitura de Campinas para ver as atrações. Separei umas quatro, entre elas essa que fomos ontem. 

Zé comprou os ingressos na terça-feira. Para o de ontem, e para o que vamos no domingo. Queria ver a Nany People também, que vai ser dia 07 de fevereiro, mas ele disse que já estavam esgotados. Pagou R$ 10,00 em cada ingresso (por ser antecipado) e os lugares não são marcados. Ou seja, precisa chegar antes para pegar um lugar bom.

Durante o dia o Zé viu que tem uma padaria na rua do teatro, e falou de nós irmos até ela. Para comermos alguma coisa antes do espetáculo. Então ele me pegou no trabalho e fomos. A padaria não é muito grande, mas é bem estruturada. Logo que a gente entra, à direita tem o Cantinho do Café. Na lateral direita um balcão comprido que é a lanchonete e no fundo, o balcão onde vende os pães, bolos, doces e frios. Nos sentamos e pegamos o cardápio. Eu comi um “X-salada” e o Zé um “lanche americano”.


Terminamos de comer e como não era nem 19h, fiquei dentro do carro comendo a sobremesa (torta de limão). Comendo e de olho na portaria do teatro. Quando vi que abriram e o pessoal começou a entrar, fomos para lá.





Ficamos aguardando no saguão por uns 10 minutos e quando foi 19h30, abriram as portas do teatro. Enquanto o Zé entrou, eu fui para o banheiro. Ele conseguiu assentos de onde tínhamos uma boa visão do palco.


Ficamos surpresos porque tinha bastante gente. Não lotou, mas já vimos aquele teatro mais vazio. Talvez porque a peça é conhecida, atraiu bastantes telespectadores.

Acho que todo mundo conhece a história do filme Grease, então dispensa maiores comentários. Como eu e Zé assistimos anos atrás o musical em um teatro de São Paulo (veja aqui), não teve como não deixar de perceber as diferenças em tudo. Nos artistas. No figurino. No cenário. Na falta de recursos. Eles não usavam aqueles microfones que ficam presos no rosto, então quando eles ficavam mais para o fundo do palco, a gente quase não os ouvia. Em algumas cenas ou falas, eu olhava para o Zé, ele para mim e eu falava:"Olha quanto pagou no ingresso. Não pode querer comparar." Mas, no fundo a gente comparava. Não tinha como. 

Gostamos bastante da atriz que interpretou a Frenchy. Uma gracinha e talentosa. Leva jeito! Outra que arrancou aplausos foi a que interpretou a Rizzo. Cantou muito bem. Foi um espetáculo bom. O ator que fez o papel do radialista, muito engraçado. Na volta do intervalo (sim, teve intervalo) ele entrou onde nós estávamos e nos ensinou uma coreografia bem legal, que não vou saber explicar. Malemá consegui fazer com ele.rsrs


No final, sob aplausos, entrou no palco o produtor da peça e o diretor do Teatro Ceart, que agradeceu a todos. Ele contou que eles são de Paulínia e que os atores são alunos. Inclusive ele fez o convite para quem quiser estudar teatro. Ou seja, por serem alunos (e nessa hora eu fiquei com vergonha um pouco pelas comparações), os atores mandaram muito bem. Se continuarem ensaiando e se dedicando... Muitos deles serão grandes astros e estrelas.