sábado, 8 de agosto de 2026

Viagem Campos do Jordão - parte 2

Para começar, hoje é Dia dos Pais. Então, estar em Campos do Jordão acho que foi um bom presente para o Gabriel e para o Zé, apesar de eles terem bancado tudo. Afinal, o presente mesmo foi a nossa companhia! Rsrs.

Depois de uma noite bem dormida — o que não foi o caso da Eliane e do Gabriel — fomos tomar café.

Eles disseram que mal conseguiram dormir, pois durante a noite inteira ouviram um barulho muito alto, que vinha, aparentemente, do motor do ar-condicionado de algum quarto. Fico pensando: quem é que liga o ar-condicionado com o frio que está fazendo? O Felipe continuou dormindo, e nós fomos tomar café.

O café da manhã era tão bem servido que havia um salão inteiro só para as comidas, bebidas e utensílios. No outro ficavam as mesas e cadeiras.








Mesmo com tanta variedade eu não me aventurei a comer de tudo. Mas eu comi - e repeti - um pão de cebola com patê de atum e também um mini pão doce recheado com creme. Uma delícia!




Depois, decidimos fazer um tour para conhecer o castelo. Enquanto o Zé foi ao banheiro, ficamos apreciando e tirando fotos de tudo o que havia entre o prédio — onde ficavam os nossos quartos — e o castelo.





Sobre o castelo, fiz uma postagem separada, porque tem muita coisa para contar e mostrar. Então, se quiser saber mais sobre o que vimos durante o nosso tour, dá uma espiada aqui!

Terminado o tour – que foi na Boate Egípcia - subimos uma escada e saímos no salão do café da manhã. Não é um convite para tomar outro café? Rsrs Foi o que fizemos. Dessa vez, do lado de fora. Eu peguei café e, claro, mais um mini pão doce recheado.

Depois, voltamos para o quarto para arrumar as malas e irmos embora. A Eliane queria voltar ao centro turístico para procurar uma caneca. Nós sugerimos que fôssemos conhecer o Auditório Claudio Santoro e, se desse tempo, o Palácio do Governador, já que os dois ficam próximos do hotel. Fomos primeiro ao Auditório.



Entramos para conhecer o teatro e, depois, caminhamos pelos gramados para apreciar as esculturas da Felícia Leirner, que ficam expostas a céu aberto.





Algumas são muito interessantes. Poucas conseguimos decifrar o que eram. Na maioria das vezes, precisávamos ler a descrição na placa próxima à escultura para entender.

Também paramos no mirante para apreciar a paisagem, que é lindíssima.



Ver tanto verde, sentir a brisa e perceber o silêncio daquele lugar dá uma sensação de paz... Dá vontade de ficar ali por horas. Mas os homens nem subiram até o mirante. Então, ficar não pudemos. Rsrs.

Não passamos pelo Palácio do Governador porque o Gabriel colocou o centro de Capivari no GPS e ele acabou mudando a rota, desviando do palácio.

Chegando ao centro turístico, os homens foram se sentar porque o Felipe precisava comer alguma coisa. Afinal, ele não tinha tomado café da manhã. Enquanto isso, eu e a Eliane ficamos olhando as lojinhas de souvenirs.

Ela encontrou um espaço com muitos painéis com gravuras e fomos até lá para tirar algumas fotos.







Depois, encontramos os homens, voltamos para o carro e partimos para a próxima parada: o almoço.

A Eliane tinha visto uma dica de um restaurante localizado em frente ao Sans Souci. Ela falou o nome do restaurante, passamos uma e duas vezes em frente... e não o encontramos. Então, ela mencionou o nome "Viena". Dissemos que tínhamos visto esse nome. Enquanto isso, o Gabriel continuou dando a volta com o carro. Ele passou em frente tão rápido que não deu tempo de parar na primeira tentativa, conseguindo somente na segunda vez (rsrs). O restaurante, na verdade, era o S.O.S., e ele fica bem na frente do Espaço Viena, que é tipo uma galeria. O lugar é pequeno, mas a comida é boa e o preço também. Pedi um bife acebolado com fritas que estava uma delícia!


Depois do almoço, seguimos viagem. A próxima parada seria para tomar um café no “Leite na Pista”. O Zé sempre falava desse lugar, mas nunca tínhamos parado. Eu me surpreendi ao descobrir que há um lago nos fundos, onde nos sentamos para tomar café.





Depois, o Gabriel ainda fez mais uma parada para irmos ao banheiro e aproveitou para comprar pão. E, quando chegamos ao apartamento deles, ele nos convidou para tomar café e comer o pão. Não somos bobos, né? Aceitamos! Rsrs.

E assim finalizamos o nosso final de semana.

O tempo ajudou, mas as companhias ajudaram ainda mais a transformar esses dias em um final de semana maravilhoso e inesquecível.

Foram momentos de passeio, descobertas, boas conversas, muitas risadas e, principalmente, muita alegria em estar juntos.

Um daqueles finais de semana que ficam guardados na memória e que já deixam vontade de viver o próximo.

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