Para começar, hoje é
Dia dos Pais. Então, estar em Campos do Jordão acho que foi um bom presente
para o Gabriel e para o Zé, apesar de eles terem bancado tudo. Afinal, o
presente mesmo foi a nossa companhia! Rsrs.
Depois
de uma noite bem dormida — o que não foi o caso da Eliane e do Gabriel — fomos
tomar café.
Eles
disseram que mal conseguiram dormir, pois durante a noite inteira ouviram um
barulho muito alto, que vinha, aparentemente, do motor do ar-condicionado de
algum quarto. Fico pensando: quem é que liga o ar-condicionado com o frio que
está fazendo? O Felipe continuou dormindo, e nós fomos tomar café.
O café da manhã era tão
bem servido que havia um salão inteiro só para as comidas, bebidas e
utensílios. No outro ficavam as mesas e cadeiras.
Mesmo com tanta variedade eu não me aventurei a comer de tudo. Mas eu comi - e repeti - um pão de cebola com patê de atum e também um mini pão doce recheado com
creme. Uma delícia!
Depois,
decidimos fazer um tour para conhecer o castelo. Enquanto o Zé foi ao banheiro,
ficamos apreciando e tirando fotos de tudo o que havia entre o prédio — onde
ficavam os nossos quartos — e o castelo.
Sobre
o castelo, fiz uma postagem separada, porque tem muita coisa para contar e
mostrar. Então, se quiser saber mais sobre o que vimos durante o nosso tour, dá
uma espiada aqui!
Terminado
o tour – que foi na Boate Egípcia - subimos uma escada e saímos no salão do
café da manhã. Não é um convite para tomar outro café? Rsrs Foi o que
fizemos. Dessa vez, do lado de fora. Eu peguei café e, claro, mais um mini pão
doce recheado.
Depois, voltamos para o
quarto para arrumar as malas e irmos embora. A Eliane queria voltar ao centro
turístico para procurar uma caneca. Nós sugerimos que fôssemos conhecer o
Auditório Claudio Santoro e, se desse tempo, o Palácio do Governador, já que os
dois ficam próximos do hotel. Fomos primeiro ao Auditório.
Entramos para conhecer
o teatro e, depois, caminhamos pelos gramados para apreciar as esculturas da
Felícia Leirner, que ficam expostas a céu aberto.
Algumas
são muito interessantes. Poucas conseguimos decifrar o que eram. Na maioria das
vezes, precisávamos ler a descrição na placa próxima à escultura para entender.
Também
paramos no mirante para apreciar a paisagem, que é lindíssima.
Ver
tanto verde, sentir a brisa e perceber o silêncio daquele lugar dá uma sensação
de paz... Dá vontade de ficar ali por horas. Mas os homens nem subiram até
o mirante. Então, ficar não pudemos. Rsrs.
Não passamos pelo Palácio do Governador porque o
Gabriel colocou o centro de Capivari no GPS e ele acabou mudando a rota,
desviando do palácio.
Chegando ao centro turístico, os homens foram se
sentar porque o Felipe precisava comer alguma coisa. Afinal, ele não tinha tomado
café da manhã. Enquanto isso, eu e a Eliane ficamos olhando as lojinhas de
souvenirs.
Ela encontrou um espaço com muitos painéis com
gravuras e fomos até lá para tirar algumas fotos.
Depois,
encontramos os homens, voltamos para o carro e partimos para a próxima parada:
o almoço.
A Eliane tinha visto uma dica de um restaurante localizado em frente ao Sans Souci. Ela falou o nome do restaurante, passamos uma e duas vezes em frente... e não o encontramos. Então, ela mencionou o nome "Viena". Dissemos que tínhamos visto esse nome. Enquanto isso, o Gabriel continuou dando a volta com o carro. Ele passou em frente tão rápido que não deu tempo de parar na primeira tentativa, conseguindo somente na segunda vez (rsrs). O restaurante, na verdade, era o S.O.S., e ele fica bem na frente do Espaço Viena, que é tipo uma galeria. O lugar é pequeno, mas a comida é boa e o preço também. Pedi um bife acebolado com fritas que estava uma delícia!
Depois
do almoço, seguimos viagem. A próxima parada seria para tomar um café no “Leite
na Pista”. O Zé sempre falava desse lugar, mas nunca tínhamos parado. Eu me
surpreendi ao descobrir que há um lago nos fundos, onde nos sentamos para tomar
café.
Depois, o Gabriel ainda
fez mais uma parada para irmos ao banheiro e aproveitou para comprar pão. E,
quando chegamos ao apartamento deles, ele nos convidou para tomar café e comer
o pão. Não somos bobos, né? Aceitamos! Rsrs.
E assim finalizamos o
nosso final de semana.
O
tempo ajudou, mas as companhias ajudaram ainda mais a transformar esses dias em
um final de semana maravilhoso e inesquecível.
Foram
momentos de passeio, descobertas, boas conversas, muitas risadas e,
principalmente, muita alegria em estar juntos.
Um
daqueles finais de semana que ficam guardados na memória e que já deixam
vontade de viver o próximo.

































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