quinta-feira, 30 de abril de 2026

Décima terceira aula de Corte e Costura

Hoje foi um dia daqueles no trabalho! Final de mês e véspera de feriado. Foi tanto trabalho que eu e a Tati nem tivemos tempo de comer nada. E saímos era mais de seis e vinte, da Ivezoon.

Chegamos atrasadas na escola. Já estavam lá o Bruno, a Yasmin, a Lucely e o Vitor já estava até na máquina de costura.

Logo depois que eu e a Tati entramos na sala, chegou a Vitória. Primeira vez dela na nossa turma. Mas ela já faz em outros horários.

Eu e a Tati continuamos a fazer o molde da camisa, que começamos na semana passada. O que foi difícil hoje, é que não tinha espaço. A Yasmin com a máquina de costura dela em um lado da mesa. A Vitória de frente com ela, usando o outro lado da mesa. 

Eu e a Tati costumamos ficar na primeira mesa. O Bruno usa um lado e nós duas o outro. Mas como a gente precisava pegar o rolo e cortar quase um metro de papel, tinha que revezar. A Tati fazia primeiro, depois eu. Enquanto ela fazia eu ia tomar um café. Fora isso a gente também tinha que esperar o Bruno ensinar os outros alunos. Mas conseguimos terminar o molde da camisa e quase praticamente terminamos o molde das mangas.

Não sei o que aconteceu, mas o tempo voou na escola também. Quando a gente viu já era hora de ir embora. Mas não sem antes tirar a nossa tradicional foto.rsrs


segunda-feira, 27 de abril de 2026

A Garota dos Meus Sonhos

Não sei se já contei aqui que, quando vamos para São Paulo, pela Trondi Turismo, eles sempre colocam um filme para assistirmos. Coloca logo que o ônibus entra na rodovia. Parando quando chegamos no destino. E coloca – de onde parou – no retorno de São Paulo para Campinas. Na maioria das vezes eu não assisto. Gosto de ir apreciando a paisagem. Ou eu e Zé vamos conversando.

Ontem quando estávamos indo assistir ao espetáculo “Luminiscence”, a Roberta colocou esse filme. Eu vi que era repetido. Eles já colocaram em outra excursão. Se bem que não tinha assistido - direito. Como dessa vez a tela estava mais perto da gente, eu consegui assistir inteiro. Do que eu tinha visto da outra vez, me fez achar que a Gray era casada com Sam. E não sabia qual era o papel da Charlie. Hoje consegui entender. Interessante! É só o que tenha a dizer.rsrs

Data de lançamento: 21 de outubro de 2006 (mundial) | 1h36m

Diretora: Sue Kramer

Gêneros: Romance, Comédia romântica, Comédia, LGBT, Drama, Melodrama, Independente

Produção: Sue Kramer, Jill Footlick, John J. Hermansen, Bob Yari

Sinopse: Gray (Heather Graham) e Sam (Tom Cavanagh) são irmãos na casa dos trinta anos que moram juntos em Nova York e dividem absolutamente tudo, desde os mesmos gostos até hábitos excêntricos. A vida de ambos segue perfeitamente confortável, mas eles sentem que precisam movimentar suas vidas amorosas.

Para resolver isso, decidem que eles mesmos procurarão o par perfeito um para o outro. O problema começa quando Sam encontra a mulher dos seus sonhos, Charlie (Bridget Moynahan), mas Gray descobre que também desenvolveu sentimentos intensos pela nova namorada do irmão, o que a leva a questionar sua própria identidade.

domingo, 26 de abril de 2026

Luminiscence

No dia 10 de março o Zé mandou esse passeio para eu ver se gostaria de ir. Dei uma olhada por cima. Em seguida ele mandou mais detalhes. Achei muito interessante e sendo pela Trondi, é garantia de coisa boa. Então falei que gostaria de ir. Ele comprou nossos ingressos e falou com o Gabriel e com o Edson, para ver se eles tinham interesse de ir também. Mas ambos tinham compromisso para este dia.



O tempo passou, e o dia chegou. Fomos de Uber até o ponto de encontro (saída do ônibus). Partimos, como sempre, no horário marcado. 


A viagem (se é que podemos chamar de viagem, de Campinas até São Paulo.rsrs) foi tranquila. O ônibus parou na lateral da Catedral da Sé. Descemos, entramos e fomos nos sentar bem na frente.


 




Assistimos a missa e ao final dela, saímos pela lateral. Uma rua aparentemente tranquila. Muitos policiais parados. Não sei se é por causa do evento. Ou se é sempre assim. 

Entramos no prédio onde foi servido o coquetel. E que coquetel! Dá uma olhada no cardápio e na mesa:




Zé comeu um pouco de tudo. Eu comi a torta de frango com requeijão e Sorrentino de muçarela ao pomodoro. Peguei a fila duas vezes. E tomei muitas taças de espumante.




O salão está localizado em um prédio ao lado da catedral. Da janela a gente vê toda a catedral. O salão estava muito bonito. E chique! Gostei da decoração das luzes do teto.





Terminamos de jantar e pegamos um sorvete que estava sendo servido na frente do prédio.

Tinha muitas filas para entrar na catedral. Como a gente estava em grupo, o que é uma vantagem nessa hora, fomos os primeiros a entrar. Pegamos um lugar quase embaixo da cúpula que, segundo uma organizadora do evento, era um ótimo lugar. 









O espetáculo é indescritível. Nem mesmo as fotos conseguirão expressar a beleza de tudo que aconteceu lá dentro. No final, os músicos e coral passaram pelo meio da catedral sob esfuziantes aplausos.





E nós voltamos para casa embevecidos com tudo que vivemos. Hoje foi um dia que, com certeza ficará para sempre na nossa memória.

Wedding Day

Quem me conhece sabe que sou fã do Bee Gees. Tenho quase cinquenta CDs deles. Sendo a maioria, pirata! A Jacqueline tinha um colega, o nome dele é Sergio, que tinha vários CDs do Bee Gees, então ele gravava e vendia pra gente. Muitos CDs são importados. Infelizmente, pois eu estou tentando adquirir os originais, mas não encontro.

O que eu tenho feito é colocar para tocar, e se eu ver que compensa muito eu procuro na internet o original.

Entre vários que ouvi hoje, um deles é o álbum "This Is Where I Came In", inclusive esse eu tenho o DVD original. O CD é bom demais, mas quando chegou na quarta música”Wedding Day”, o coração quis sair pela boca. Linda demais! Esse é um CD que vou querer o original. Custe o que custar.rsrs



AQUI a música!

sábado, 25 de abril de 2026

Padre Patrick: Fora da Caixinha

Eu conheci o Padre Patrick no Instagram. Acho que foi na mesma época que ele viralizou. Lembro que eu dava muita risada com as respostas dele.

No sábado que fomos no Teatro Oficina do Estudante, assistir Starlight, olhando as propagandas do que estava em cartaz, vi o Padre Patrick. Como não tenho mais Instagram, nem sabia que ele ainda respondia as perguntas. Muito menos que ele estava tão famoso a ponto de se apresentar no teatro.

Fiquei com vontade de assistir. No final do Starlight fui à bilheteria para ver ser tinha ingressos e, como eu já previa, as duas sessões estavam com os ingressos esgotados.

Depois de um dia de passeio de moto (contei na postagem anterior) agora à noite estava de boa na sala, procurando o que assistir e vi que no canal do YouTube do padre, tem o show que ele apresenta no teatro. Coloquei para assistir.



Padre Patrick viu sua vida atrair holofotes aos 34 anos, quando meteoricamente ganhou visibilidade nacional, após oito anos dedicados ao sacerdócio. Se tornou um fenômeno nas redes sociais, onde leva diariamente mensagens de fé, de forma bem-humorada e uma inusitada interatividade, que chama atenção do público.

Natural de Santo Antônio do Canaã, distrito do município de Santa Teresa (ES), teve o primeiro contato com a Igreja Católica em um retiro e viu despertar sua missão. Começou a fazer encontros vocacionais e, aos 25 anos, foi ordenado padre em Marabá (PA). Desde a primeira missa celebrada, encontrou o propósito de ser útil para as pessoas, com sua natural generosidade. Atualmente, está a frente nas celebrações da Paróquia São Sebastião, localizada na cidade de Parauapebas (PA).

Durante os cinco meses de missas suspensas, devido a pandemia, despretensiosamente encontrou uma aliada na missão de disseminar a fé: a Internet! Em suas redes sociais, começou a gravar vídeos e abriu um canal para escutar os fiéis. Na época, eram apenas três mil seguidores no Instagram, em sua maioria frequentadores de sua paróquia. Com muita leveza e naturalidade, passou a humanizar a fé, falando de religião com uma característica irreverência, que sempre se faz presente.

De forma meteórica, essa interatividade tomou outra proporção, ao se deparar com a ligeira crescente no número de seguidores, de diversas religiões. Nas famosas “caixinhas de perguntas”, realizadas todas às segundas-feiras, dá conselhos de forma leve e bem-humorada, responde com uma linguagem popular, curiosas perguntas feitas por seguidores. Padre Patrick leva ao público reflexões sobre a verdadeira felicidade e conta, de forma leve e descontraída, assuntos ligados ao relacionamento das pessoas com Deus. Mas além disso, ele traz também seu bom humor tão conhecido em suas redes sociais para os palcos. Se prepare para as respostas humoradas e para participar de um evento “fora da caixinha”

De volta a Fazenda Atalaia... De moto 😯

Estivemos na Fazenda Atalaia no ano passado, no dia 26 de abril. Quase um ano certinho! Ano passado fomos pela Trondi e tomamos café da manhã. Hoje fomos pela Japauto e almoçamos. 

A fazenda é maravilhosa. Mas como falei dela na postagem do ano passado, hoje vou falar do meu retorno a motocagem. Faz tempo que não subo na moto, tanto que nem é mais a Shadow. Agora é uma NC750 que o Zé comprou tem um mês. Ele ainda está se adaptando com ela. Tem andado por aqui. E final de março (mesmo dia que fui para a praia com as meninas), ele foi com o pessoal da Japauto para Joanópolis. Ele gostou e por isso, quando a Lia, gerente da loja, divulgou o passeio de hoje, nós aderimos. 

Eles marcaram às 07h30 na loja, que fica na Avenida Orozimbo Maia. A Japauto oferece um café da manhã grandioso e delicioso. Tem muita coisa gostosa. E ganhamos uma camiseta. 


Ali mesmo conheci um casal que o Zé gostou bastante, da viagem anterior. Ele é o José Tanabe e ela, Nara. Eles são japoneses. Moram no Parque Prado. 

Conversamos um pouco. O Reginaldo, nosso guia, chamou para as orientações. Tiramos foto e cada um subiu na moto para iniciarmos o passeio.


Eu coloquei um fone de ouvido e fui ouvindo "Goo Goo Dolls". E apreciando a paisagem. 

A viagem foi bem tranquila. Apesar de ter bastante trânsito. Aquela região é assim mesmo. Turística, então não podemos reclamar. Quando a gente entrava nas cidades como Jaguariúna, Pedreira, tinha que ficar de olho no 'limite de velocidade" e nas lombadas. Ou seja, não dava para correr muito. O Reginaldo é muito dinâmico. Tinha trechos que ele parava a moto e filmava o grupo. Depois acelerava até retomar o posto de guia.

Chegamos na fazenda e ficamos andando pra todo lado. Legal que agora eles deixam uma caixa de som tocando MPB bem alto. A gente fica andando e ouvindo: Rita Lee, Djavan, Tom Jobim, entre outros. Os donos da fazenda, Paulo e Rosana, estavam por ali. 


Um pouco antes do almoço, enquanto arrumavam uma mesa pra gente, ficamos conversando - estreitando os laços - embaixo da árvore. E o Bento (cachorro da fazenda), só de boa.





Ao sinal de que a mesa estava pronta, nos dirigimos ao salão. Cada um se acomodou. A gente ia comer massa, mas por fim, pedimos igual a maioria: Ancho com acompanhamento: arroz, feijão carreteiro, farofa, legumes cozidos e vinagrete. Eles servem salada de entrada e no final, uma sobremesa. Tinha doce de leite e bombocado. 


Tinha umas garupas que pediram café. Eu pensei que fosse cortesia. Zé perguntou e mesmo vendo que não era, não resistiu e pediu uma xícara. Café saborosíssimo. Café da fazenda. Literalmente! Pensamos comprar, mas o Zé falou que estava 90 reais meio quilo. Deixa pra lá.


Após o almoço ficamos aguardando todos se juntarem para subirmos nas motos e pegar a estrada.


Saímos da fazenda um pouco antes das 15h. Paramos em Pedreira. Mas foi só tempo de tomar um sorvete, caminhar em uma rua e entrar em algumas lojas. De moto nem pode animar muito pra querer comprar alguma coisa. Não tem como carregar.


Saindo de Pedreira paramos no posto de gasolina para colocar uma moto que quebrou no carro de apoio. A moto é de uma motociclista, que inclusive foi a primeira vez dela, fazendo passeio pela Japauto. Tadinha 😔 Ela voltou no carro com a Lia.


Nos despedimos ali no posto mesmo. Porque após passar o pedágio, o grupo ia dispersar. Cada um pegou o rumo de casa.

Eu gostei demais do passeio. Um pessoal bem legal. Guias cuidadosos. Me sinto mais segura com outras motos. E quanto a moto nova do Zé, gostei também. Fiquei esperta porque não tem o apoio que a Shadow tinha nas minhas costas. Mas foi tranquilo. Pronta pra próxima 🤪