sexta-feira, 5 de junho de 2026

O Primo Basílio

Começamos a assistir essa minissérie, na noite do dia 20 de maio. Um dia após terminar de ler o livro. Quis assistir logo, aproveitar que o enredo e os personagens estavam fresquinhos na memória.

Assim como eu não tinha lido o livro, também não tinha assistido à minissérie. Ela foi produzida em 1988. Contou com um grande elenco: Giulia Gam como Luísa, que achei muito nova. E ela era. Na época estava com 22 anos. Marcos Paulo fez o personagem Basílio. Tony Ramos foi Jorge, o marido de Luísa. Marília Pera, a Juliana. E Louise Cardoso, Joana (a cozinheira). Beth Goulart (Leopoldina), Marilu Bueno (Dona Felicidade), Pedro Paulo Rangel (Sebastião), Sergio Viotti (Conselheiro Acácio), José de Abreu (Julião) entre outros.

Assistir após quase quatro décadas deixa a gente saudoso de alguns atores que já faleceram, como a Marilia Pera e Marcos Paulo. Grande perda para o meio artístico.

Falando em Marília Pera... Que interpretação a dela, como a rancorosa Juliana. Ela e a Giuliam Gam, arrasaram!

Devo dizer que a produção foi muito fiel ao livro. Todos os personagens e passagens foram transportados para a tela. Única coisa que não tem como, são os detalhes. Isso não tem jeito mesmo.

Aproveitamos o feriado de ontem para terminar de assistir os últimos oito episódios. Terminamos já era noite. Eu até que me contive e não contei nadinha para o Zé. E olha que, de vez em quando, ele questionava ou dava um palpite do que iria acontecer.

A gente ia assistindo e tirando algumas conclusões sobre cada personagem. Eu continuei com mesma impressão do Basílio. Que ele foi um tremendo cafajeste. De todos o que me surpreendeu foi o Jorge. No livro eu não senti ou percebi que ele era tão opressor, como foi na minissérie. Luisa tinha toda razão de tremer de medo dele.

No mais, gostamos bastante. Algumas palavras ou citações a gente não entendia, o que é compreensível, pois trata-se de uma obra escrita em 1878 e com costumes de outro país, Portugal.