Michael é a cinebiografia oficial do Rei do Pop, estreada em abril de
2026 nos cinemas. Dirigido por Antoine Fuqua e estrelado por Jaafar Jackson
(sobrinho do cantor), o filme acompanha a trajetória de Michael Jackson desde
os tempos do Jackson 5 até o período da Bad Tour nos anos 1980.
Eu queria
ter assistido a esse filme no cinema, mas não consegui. Hoje, o Bruno estava
mostrando o que há de disponível em uma nova plataforma de streaming que ele
assinou. Entre vários filmes que acabaram de sair do cinema — e alguns que
ainda estão em cartaz —, perguntei se tinha o do Michael. Ele mostrou que sim,
e assim decidimos assistir. Foi quase como estar no cinema, pois a televisão do
Bruno e do Victor é enorme.
O filme é
lindo. Assisti sentindo muita pena do Michael. Desde pequeno, ele foi oprimido
pelo pai e, depois de adulto, oprimido pela mídia e pelas pessoas. Lembro-me de
cada coisa que falavam dele, como a mentira de que ele fez tratamento para
ficar branco porque tinha vergonha de ser negro. No filme, vemos que ele tinha
vitiligo. Ele era tão bom, cuidando dos pais e dos irmãos, visitando doentes
nos hospitais... Havia testemunhas que viam esse lado bom dele e, mesmo assim,
ele foi muito massacrado em vida.
Michael é
único. Um ser especial e insubstituível. Nunca mais vai existir um cantor igual
a ele.
Enfim, fiquei muito emocionada com a história dele, ao ver e ouvir as músicas. Que saudades dele e daquela época!
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