quinta-feira, 16 de janeiro de 2025

Trilha Sonora (novelas) - Agua Viva: Ships

No Natal, ganhei de presente, do Bruno e do Victor, CDs de novelas - trilha internacional - da década de 80. Alguns meses atrás, o Victor descobriu uma loja na Shopee, que vende CDs remasterizados, de novelas antigas. Eu amei a descoberta dele. E fiz uma lista dos CDs que quero ter.

Com a proximidade do Natal, o Bruno perguntou o que eu queria ganhar de presente, então não hesitei em citar os CDs de duas, três novelas. 

Por fim eles me deram CDs de TRÊS novelas. Imagine a minha felicidade! Ouvi logo na semana seguinte. Cada música maravilhosa. Grandes lembranças daquela época. Nesta postagem vou compartilhar uma música da novela “Água Viva”. Segunda música dessa novela que compartilho aqui. E por incrível que pareça, a anterior foi em 2014. Como o tempo voa.

Água Viva foi uma novela que provavelmente eu assisti, mas não lembro quase nada. Se já é difícil lembrar de coisas da semana passada, quem dirá de uma novela que passou há mais de 40 anos.rsrs 

Enfim, a música que vou compartilhar como a 78ª da minha “Trilha Sonora –Novelas” é “Ships”, uma composição de Ian Hunter e interpretada por Barry Manilow. Essa música é muito linda! Na novela ela foi tema do personagem Nelson (Reginaldo Faria). 

AQUI a música!

Autoria: Gilberto Braga e Manoel Carlos | Direção: Paulo Ubiratan e Roberto Talma | Direção Geral: Roberto Talma | Período de exibição: 04/02/1980 – 09/08/1980 | Horário: 20h | Nº de capítulos: 159

TRAMA PRINCIPAL

Miguel Fragonard (Raul Cortez), casado com Lucy (Tetê Medina) e pai de Sandra (Gloria Pires), é um cirurgião plástico de sucesso que condena o estilo de vida do irmão, Nélson (Reginaldo Faria), um bon vivant que nunca trabalhou e vive de renda. Após perder a mulher na explosão de uma lancha, o médico se apaixona por Lígia (Betty Faria), sem saber de sua relação com Nélson.

Lígia é uma mulher ambiciosa, mãe de dois filhos, que não mede esforços para ascender socialmente. Ela se encanta com Nélson, mas não imagina que ele perdeu toda a sua fortuna. Campeão de pesca e cercado por amigos influentes, Nélson tenta reconstruir a vida sem revelar sua nova condição financeira. A trama principal de 'Água Viva' mostra a disputa dos irmãos Fragonard pelo amor de Lígia.

Outra trama importante envolvendo os protagonistas traz o drama da órfã Maria Helena (Isabela Garcia), que tem de lidar com a possibilidade de deixar o orfanato onde passou grande parte da sua vida. Sua única amiga, a assistente social Suely (Ângela Leal), descobre que ela é filha de Nélson. Ao saber disso, Lígia (Betty Faria) decide adotar a menina. Mas apenas nos últimos capítulos Nélson fica sabendo que é seu pai.

Ainda nos capítulos finais, Miguel é assassinado, criando um clima de suspense na trama e ajudando a manter os altos índices de audiência da novela. Por fim, descobre-se que o assassino é Kleber Simpson (José Lewgoy), ex-tutor de Miguel e Nélson. Miguel foi assassinado por Kleber após descobrir que ele estava envolvido na perda dos bens de seu irmão. Kleber vai preso e escreve um livro de memórias.

P.S. AQUI a postagem da 1a música dessa novela.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2025

Presentinho caro

Do nada ganhei uma Camisola e um Short Doll do Zé. E não contei esse episódio antes, porque queria "usar" para ver se era tão confortável quanto parecia. Que era lindo, de cara eu já achei.

Ele me deu no dia 14 de novembro. Naquele dia ele foi ao shopping para comprar um presente darmos para o Theo, filho da Priscila e Eduardo. Na noite daquele dia nós fomos conhecê-lo. Falei sobre isso, AQUI!

Depois do café no apartamento da Pri, quando cheguei em casa vi a caixa da Loja “Intimissimi” em cima da mesa. Fiquei surpresa e feliz! Realmente não esperava. Abri cuidadosamente e eis que dentro da caixa tinha uma linda camisola e um lindo short doll. Uma estampa linda. Um tecido maravilhoso. Experimentei na hora, mas usar mesmo, usei no Cruzeiro que fizemos no início do ano.


Por isso somente hoje estou falando sobre isso. A camisola e o short doll são muito confortáveis. Além do que falei da estampa e do tecido.  Zé tem bom gosto. 

E o Zé é maluco também. Sem querer eu vi quanto ele pagou. Tinha alguns cupons de lojas em cima da mesa, e eu resolvi bisbilhotar. Sabe quanto ele gastou? R$ 702,90😲 E para não achar que estou inventando, tirei foto. Que eu mereço, eu sei. Mas não sei se mereço tanto.rsrs

terça-feira, 14 de janeiro de 2025

Primeiro encontro do ano com a amiga Rosileni

Semana passada, conversando com a Rosi, ela perguntou quando a gente ia se ver. Falou que tinha um "bafão" pra me contar. Marcamos para hoje. Normalmente eu vou a casa dela, mas como o Zé está viajando, pedi para o café ser no meu apartamento. 

Saí do trabalho e passei na padaria para comprar guloseimas. A Rosi tinha avisado que fez bolo de cenoura. Cheguei em casa e minutos depois ela chegou.

Fiz um café. Nos sentamos, comemos, bebemos e conversamos. Primeiro ela quis saber sobre o “Cruzeiro” que eu fiz no início do ano. Ela pretende fazer um e quis saber alguns detalhes. Depois ela contou um pouco dos “rolos” dela e o “bafão”. Que nem é tão “bafão” assim.rsrs

Rosi não ficou muito. Foi embora antes das 21h. Não conversamos tudo, porque sempre fica assunto para trás. Um bom motivo para marcarmos outro café.rsrs

segunda-feira, 13 de janeiro de 2025

Divórcio Cinza

Eu comentei na minha postagem do filme "Resgate do Coração", que assisti no dia 28 de dezembro, que estranhei o pedido de separação do marido da protagonista. Meu estranhamento é porque ele não deu um motivo "justo e aparente".

Ontem estava navegando na internet e vi uma matéria que acho que explica a atitude dele. Veja o que diz a matéria 👇


Foi-se o tempo em que pessoas acima de 50 anos continuavam em um casamento morno, apenas por estarem juntas há décadas. Tanto é que vem crescendo o número de separações nessa faixa etária: cerca de 30% dos divórcios, atualmente, acontecem após os 50, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) – em 2010, esse índice era de menos de 10%.

Uma das razões para isso seria o aumento da expectativa de vida, somada à aposentadoria e ao empoderamento feminino. Já existe até mesmo um termo para tal fenômeno: “divórcio cinza” ou “grey divorce”, criado por pesquisadores americanos para definir a tendência que está em alta também nos Estados Unidos e na Europa.

Com filhos adultos e, muitas vezes, morando fora da casa dos pais, marido e mulher podem notar uma falta de proximidade mais explícita – o que acaba fazendo com que repensem a relação. E, com mais uns 30 anos de vida pela frente, por que não aproveitar o tempo de outra forma, investindo em si mesmo, realizando aquele projeto que por anos ficou engavetado? Ou até mesmo vivendo um novo relacionamento.

_ Com o aumento da expectativa de vida e o ganho de qualidade na terceira idade, as pessoas têm optado por mudanças na sua forma de se relacionar. Muitas vezes entendem que o casamento pode ser um impeditivo para colocar em prática planos que cultivam, por isso preferem seguir seu caminho sozinhas ou com outros parceiros que estejam mais de acordo com seus sonhos — analisa Fernanda Leitão, tabeliã do 15º Ofício de Notas.

Além de o divórcio não ser visto mais como um tabu, há também a valorização da independência da mulher. Trabalhar o empoderamento feminino tem mostrado o quanto é importante a mulher acreditar em si mesma, em todos os sentidos, e não tolerar mais situações que a façam duvidar do seu potencial, tenha a idade que ela tiver.

— Com o tempo, senti que minha vida estava amarrada a uma pessoa que não pensava mais como eu, que não compartilhava os mesmos sonhos comigo. A separação não foi uma decisão simples, mas ao mesmo tempo, para mim, teve desdobramentos incríveis. Hoje posso planejar minhas viagens e até traçar mudanças de carreira — compara a engenheira Fernanda de Souza, de 58 anos, que há dois terminou uma relação de 27 anos.


Fonte: https://oglobo.globo.com/google/amp/saude/noticia/2025/01/08/o-que-e-o-divorcio-cinza-e-por-que-ele-tem-sido-cada-vez-mais-comum.ghtml

domingo, 12 de janeiro de 2025

Um Espião Infiltrado

No início do mês de dezembro, do ano passado (tem nem dois meses.rsrs), eu recebi um e-mail da Netflix com a dica de estreia de “Um Espião Infiltrado”. Li a sinopse e gostei. Cheguei em casa e fui toda animada para assistir. Então vi que era série.rsrs Coloquei na minha lista, para assistir quando fosse possível. Aproveitei que o Zé está viajando para assistir.

Na quinta-feira assisti três episódios. Ontem assisti mais dois. E hoje os últimos três. A série tem uma temporada, com oito episódios. Cada episódio dura a média de 30 minutos.

Título original: A Man on the Inside

Data de estreia: 21 de novembro de 2024 (EUA)

Criado por: Michael Schur

Elenco: Ted Danson, Mary Elizabeth Ellis, Lilah Richcreek Estrada

Gênero: Comédia, Policial

Sinopse: Um Espião Infiltrado acompanha a história de Charles (Ted Danson), um professor aposentado que, após a morte da esposa, vive uma rotina monótona e distante de sua filha, Emily (Mary Elizabeth Ellis). Sentindo que a vida perdeu o brilho, ele decide responder ao anúncio de uma detetive particular, Julie (Lilah Richcreek Estrada), e embarca em uma inesperada aventura. Charles é recrutado para se infiltrar em uma casa de repouso em São Francisco, com a missão de resolver o misterioso roubo de uma relíquia de família. No entanto, sua tarefa de espião torna-se um desafio quando ele se afeiçoa aos outros residentes, dificultando sua discrição, especialmente sob o olhar atento da rígida diretora Didi (Stephanie Beatriz). Inspirado no filme Agente Duplo, indicado ao Oscar de Melhor Documentário em 2021 e criado por Mike Schur, a série traz humor e emoção ao mostrar como essa missão renova o ânimo de Charles, levando-o a redescobrir o valor da vida e a se reconectar com sua filha


Julie e Megan da agência de detetives

Virginia e Florence

Charles e Emily

Calbert, Charles e Gladys

Didi

As imagens acima são de alguns personagens, mas no “Complexo para idosos Pacific View”, onde Charles se infiltrou existem muitos outros personagens interessantes.

A série é bem gostosa de assistir. Um enredo leve e bem-humorado, por parte das trapalhadas do Charles. Mas sentimos um pouco de tristeza pelos idosos que ali se encontram, pois vemos que muitos não recebem a visita dos familiares. E sabemos que isso e uma realidade.

Pelo último episódio sabemos que logo vem a segunda temporada, que espero, venha com essa mesma leveza e dose de humor, pois pretendo continuar assistindo.