quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Almoço com Jacqueline

Mais um almoço com a Jacqueline concluído com sucesso. Na semana passada, ela perguntou que dia daria para eu ir, e eu disse que poderia ser qualquer dia. Acabamos combinando hoje. Almoçamos na Lanchonete da Ruti. Fazia dias que eu não almoçava lá, pois estou levando marmita para o trabalho. Como esta é minha última semana na Ivezoon e recebi pouco Vale-Alimentação, estou cozinhando em casa para economizar.

Nos encontramos às 12h, pedimos nossos pratos e nos sentamos para conversar. Hoje o cardápio foi arroz, feijão, filé de frango grelhado e batata gratinada. Entre os vários assuntos que conversamos, um me deixou bastante chateada: amanhã a Jacque vai fazer uma biópsia de uma afta na língua que não cicatriza. Ela contou que a lesão já está lá há mais de duas semanas e que o dentista a encaminhou para o procedimento.

Ela me confidenciou que apenas eu e uma tia sabemos disso, e me pediu orações. Conversamos bastante sobre o assunto e com certeza estarei em oração por ela. O resultado sairá daqui a três semanas.


terça-feira, 1 de setembro de 2026

Homem com H

Data de lançamento: 1 de maio de 2025 | 2h 09min

Direção: Esmir Filho | Roteiro Esmir Filho

Elenco: Jesuíta Barbosa, Bruno Montaleone, Jullio Reis

Gênero: Biopic, Comédia dramática

Sinopse: Cinebiografia de Ney Matogrosso, Homem com H apresenta a intensa trajetória do artista desde a infância até se tornar uma das grandes figuras da música e cultura brasileiras. O filme acompanha a origem em Bela Vista no Mato Grosso do Sul e os constantes embates familiares em razão dos preconceitos de seu pai. Ao sair de casa e se mudar para São Paulo, Ney dá início à sua carreira artística. Com uma voz única e uma veia criativa e performática inesquecível, Ney Matogrosso compõe um terço da banda Secos & Molhados e enfileira sucessos como Rosa de Hiroshima e Sangue Latino em meio à repressão da ditadura militar. Passando por cada fase de sua carreira, Homem com H conta a história de vida de um ícone artístico, demonstra sua identidade revolucionária e arrebatadora, seu ímpeto libertário e sua inconfundível presença de palco.

Fonte: https://www.adorocinema.com/filmes/filme-271511/


O que achei do filme "Homem com H": a trajetória de Ney Matogrosso

Há tempos eu estava querendo assistir a esse filme. Mas precisava ser em um momento em que o Zé não estivesse em casa, já que ele tinha dito que não queria ver.

Não vou dizer que sou super fã do Ney Matogrosso. Gosto de algumas músicas e da voz dele. Sempre achei o estilo dele no palco bem ousado, mas nada que me incomodasse.

Na hora de escolher o que assistir, eu tinha duas opções: um documentário disponível no Prime Video e o filme Homem com H, que está na Netflix. Escolhi a segunda opção. Talvez eu assista ao documentário depois, ainda não sei.

O filme e a história do artista

Sobre o longa, foi muito legal conhecer a história de Ney. Gosto de filmes biográficos porque, geralmente, conhecemos o artista apenas quando ele já está no auge. Acabamos desconhecendo tudo o que ele passou para chegar até ali.

A história começa em 1949, quando Ney tinha apenas 8 anos. O enredo se desenrola mostrando os momentos mais importantes da vida dele:

  • As cidades onde morou;
  • As pessoas que passaram pela vida dele;
  • Os encontros que mudaram suas opiniões e seu estilo musical;
  • A origem do nome artístico Ney Matogrosso.

O filme também retrata seus amores, como Cazuza e Marcos de Maria, além dos bastidores da gravação e das performances de algumas músicas marcantes.

Um detalhe interessante: ele não queria gravar o seu maior sucesso, a música "Homem com H". Ele só gravou por muita insistência do produtor Marco Mazzola e o incentivo de Gonzaguinha.

O longa se encerra em 2024, mostrando o próprio Ney Matogrosso aos 83 anos, no palco, realizando um show emocionante.

Minhas impressões

Gostei muito de descobrir mais sobre a vida dele. Como na época em que ele surgiu não existiam redes sociais, pouco se sabia sobre a intimidade dos artistas.

Eu não sabia que ele era bissexual; achava que era homossexual. Mas, até onde sei, ele nunca foi de afrontar os outros fora dos palcos (posso estar enganada).

O que vi na tela me deixou um pouco constrangida em alguns momentos, confesso. No entanto, isso não diminuiu em nada a minha admiração por esse artista gigante.

E é impossível não destacar a atuação de Jesuíta Barbosa. Ele interpretou Ney de forma brilhante. A linguagem corporal e a entrega do ator foram tão impressionantes que acredito que devem ter impactado até o próprio Ney Matogrosso.