sábado, 26 de setembro de 2026

Moto Passeio Japauto: Divina Cantina

Achei que esse seria mais um passeio que eu não conseguiria ir. Só havia participado do de abril. Nos meses seguintes, sempre chovia no dia do evento. No mês passado, não fomos porque o Zé estava viajando a trabalho pela Europa com a Voyager Turismo. E hoje quase não deu certo novamente, pois o tempo estava muito instável e com muita chuva. Para se ter uma ideia, o local de hoje só foi decidido ao longo da semana.

Mas, dessa vez, deu certo! Finalmente fiz a minha estreia no banco da garupa — que está aprovadíssimo e é muito confortável.

Mas vamos ao início do dia. Acordei às 7h e chegamos à Japauto antes mesmo de o café da manhã ser servido. O café demorou para sair e, consequentemente, a nossa partida também atrasou. 



Teve até a divulgação da Twister da Kuromi, pelo Mateus. Muito linda! Eu não aguentei e mandei fotos para a Karol que é apaixonada pela Kuromi.




Após o café e a tradicional foto na frente da loja, pegamos a estrada. No total, éramos 14 motos, com o Vitor liderando como guia e a Lia no encerramento, dirigindo a caminhonete de apoio. Pegamos um pouco de trânsito devido a obras dentro da cidade e em alguns trechos da rodovia, mas, no geral, tudo correu super bem.

O restaurante Divina Cantina fica bem no início da Rota do Vinho. Chegamos cedo, por volta das 11h25 — tão cedo que o lugar ainda nem tinha aberto, então precisamos dar um tempo até dar o horário. E quando abriu e entramos, a primeira providência foi tirar fotos. Muitas fotos.rsrs






O Zé pagou R$ 120,00 e, considerando a variedade, a qualidade da comida, o ambiente e o excelente atendimento, achei que não ficou caro (embora eu não saiba o valor exato por pessoa). O café é cortesia da casa, assim como as redes no fundo do quintal. Eu aproveitei para deitar um pouco em uma, e o Zé na outra, enquanto os outros motociclistas se espalhavam para conversar.


Lá, conhecemos o Wiliam e a Simone, um casal que mora no Jardim Amazonas. Eles sentaram na mesma mesa, bem de frente para nós. Como o Zé sempre diz, o mais gostoso desses passeios é justamente conhecer pessoas e fazer novas amizades.

Fez um calor danado! Passava das 15h quando montamos na moto novamente. Nos despedimos ainda no estacionamento, pois o grupo iria se dispersar aos poucos ao longo do caminho. E assim foi. Eu e o Zé fomos os últimos a acompanhar o guia e nos separamos dele na Avenida João Jorge.



Foi um passeio maravilhoso. Agradeço a Deus por ter nos abençoado e acompanhado em mais essa aventura!

sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Expoflora Holambra 2026

Essa visita à Expoflora foi patrocinada pela Eliane, que conseguiu os ingressos. Eu ainda estava trabalhando quando ela me convidou. A princípio, apenas as mulheres iriam: Eliane, Shirlei, Adriana, Silvana e euzinha. Porém, no último sábado, a Eliane avisou que a Alice também iria, e foi aí que ela chamou o Zé. Como ia sobrar lugar no carro e o Bruno ainda estava de férias, convidei ele e o Victor para virem junto. Eles aceitaram.

Combinamos de buscar o Bruno e o Victor às 9h e, em seguida, a Eliane. Próxima parada foi no Frango Assado da Rodovia Campinas-Mogi, onde ficamos esperando a Adriana chegar com a Shirlei, Silvana e Alice. 

Assim que a Adriana chegou, a Eliane passou para o carro dela e seguimos viagem. Como tínhamos idosos nos dois carros (a Shirlei e o Zé), conseguimos parar no estacionamento preferencial, bem perto da entrada.

Entramos e tentamos caminhar todos juntos, mas logo o grupo se dispersou. Eu e o Zé começamos visitando a Mostra de Paisagismo e, depois, fomos ao pavilhão da Exposição de Arranjos Florais.












Na saída, reencontramos todo mundo e passamos um bom tempo tirando fotos embaixo das sombrinhas coloridas.



Depois, bateu a fome. Encontramos um lugar para sentar e cada um foi até as barraquinhas buscar o que mais lhe agradava; eu mesma fui pegar cachorro-quente para mim e para o Zé. 

Após o almoço, visitamos o Museu e a Fazendinha. Na volta, mudamos o caminho para passar pelo lado que ainda não conhecíamos: o corredor de lojinhas de souvenirs, comidas e bebidas. Retornamos ao pavilhão da entrada para olhar o Shopping das Flores. Durante a maior parte do tempo, acabei andando apenas com o Zé, cruzando com o restante do pessoal só de vez em quando.












Só conseguimos reunir o grupo todo novamente para a famosa Chuva de Pétalas. Mesmo assim, a Alice queria ir a um brinquedo, então a Silvana sugeriu que fôssemos na frente enquanto a Adriana a acompanhava. Chegamos ao gramado alguns minutos antes, procuramos uma sombra e nos sentamos. Aproveitei para tirar a meia e o tênis, porque meus pés já estavam implorando por socorro! rsrs Enquanto ficamos aguardando, assistimos apresentação de danças.


Achei linda e sensível a reação da Alice, que logo ao chegar disse que queria muito ver a chuva porque achava o momento incrível. Eu, por outro lado, fiquei profundamente emocionada. Lembrei-me muito da minha mãe, que amava a Expoflora e nunca perdia esse instante. Dediquei o momento a ela e fiz questão de recolher muitas pétalas para levar ao seu eterno descanso.


Após a chuva, nos reunimos novamente e ficamos nos divertindo com as pétalas espalhadas pelo gramado. 


Cansadíssimos — muito mais pelo calor do que pela caminhada —, tomamos o rumo da saída para voltar para casa. Demorou um pouco, porque a gente parava para tirar fotos. A Alice para andar em mais um brinquedinho.rsrs







Foi um dia maravilhoso, sob um sol radiante. O calor estava forte, mas a alegria contagiante de todos tornou o passeio inesquecível.