terça-feira, 28 de julho de 2026

Um encontro inesperado

Domingo, quando estava indo ao Clube São Paulo para ficar com o Henrique enquanto o Danilo jogava bola, encontrei uma ex-colega de trabalho. Ela saiu do carro e, ao subir na calçada, eu estava passando. Olhei e reconheci. Falei o nome dela: Suiane Medeiros. Ela me olhou e nos abraçamos.

Nós trabalhamos no departamento contábil do escritório Silveira Queiroz. Eu trabalhei por menos de sete meses, se não me engano, de outubro de 2010 a maio de 2011. Na época, tive uma recaída da depressão e me afastei para me cuidar.

Enquanto eu ainda usava as redes sociais, vi que ela tinha aberto um escritório de contabilidade. Como estou fora delas desde 2022, não soube de mais nada.

No pouco que conversamos, ela contou que continua com o escritório, falou um pouco dele e rapidamente da família. Eu contei um pouco dos meus últimos trabalhos e do meu propósito para os próximos seis meses.

Ela pediu para eu anotar o número dela e falou para eu entrar em contato quando decidisse voltar a trabalhar, pois ela terceiriza a contabilidade dos clientes.

Fiquei feliz por revê-la e por perceber que posso ter um trabalho quando — e se — voltar à atividade.

Não sei se terei a vaga caso isso aconteça, porque sei bem como é: quando a gente não quer ou não precisa, os convites chegam; quando precisa, cadê? Enfim, que seja o que Deus quiser. Há tempo para tudo e, por ora, vou seguir o planejado: parar, descansar e repensar. Mas sabe quando você sente que aquele encontro foi providência divina?


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