Domingo, quando estava indo ao Clube São Paulo para ficar com o Henrique enquanto o Danilo jogava bola, encontrei uma ex-colega de trabalho. Ela saiu do carro e, ao subir na calçada, eu estava passando. Olhei e reconheci. Falei o nome dela: Suiane Medeiros. Ela me olhou e nos abraçamos.
Nós trabalhamos no departamento contábil do escritório Silveira Queiroz.
Eu trabalhei por menos de sete meses, se não me engano, de outubro de 2010 a
maio de 2011. Na época, tive uma recaída da depressão e me afastei para me
cuidar.
Enquanto eu ainda usava as redes sociais, vi que ela tinha aberto um
escritório de contabilidade. Como estou fora delas desde 2022, não soube de
mais nada.
No pouco que conversamos, ela contou que continua com o escritório, falou
um pouco dele e rapidamente da família. Eu contei um pouco dos meus últimos
trabalhos e do meu propósito para os próximos seis meses.
Ela pediu para eu anotar o número dela e falou para eu entrar em contato
quando decidisse voltar a trabalhar, pois ela terceiriza a contabilidade dos
clientes.
Fiquei feliz por revê-la e por perceber que posso ter um trabalho quando
— e se — voltar à atividade.
Não sei se terei a vaga caso isso aconteça, porque sei bem como é: quando
a gente não quer ou não precisa, os convites chegam; quando precisa, cadê?
Enfim, que seja o que Deus quiser. Há tempo para tudo e, por ora, vou seguir o
planejado: parar, descansar e repensar. Mas sabe quando você sente que aquele
encontro foi providência divina?
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Olá. Ficarei muito feliz com seu comentário. Só peço que coloque seu nome para que eu possa responder, caso necessário. Obrigada!