segunda-feira, 27 de julho de 2026

Tal Mãe, Tal Filha

Amy Sherman-Palladino é uma das mentes mais criativas, influentes e inovadoras da televisão contemporânea. Nascida em 1966, é conhecida principalmente por criar produções televisivas que não apenas cativam o público, mas também se destacam pela originalidade e profundidade de seus personagens, entre as quais Gilmore Girls, série que conquistou milhares de fãs leais desde 2000, ano em que foi lançada. 

Gilmore Girls é uma celebração do relacionamento incomum das garotas Gilmore, mãe e filha cuja amizade é regada a muito humor e uma dose cavalar de café. A história se passa em uma charmosa cidade fictícia chamada Stars Hollow - daquelas que exalam um clima caloroso e de felicidade, onde todos se conhecem. É ali que Lorelai e Rory vivem seus altos e baixos enquanto enfrentam desafios familiares e cultivam aspirações pessoais. 

Tão apreciada por seus diálogos rápidos e afiados e pelas mais diversas referências culturais, a série ganhou uma coleção de livros adaptados de seus roteiros e histórias, proporcionando aos fãs a chance de reviver a magia única e os laços emocionais que esta produção atemporal oferece.

Nesse primeiro volume traz alguns dos momentos mais emocionantes da primeira temporada do ponto de vista de Rory, entre os quais sua entrada em Chilton, escola preparatória de elite, as desavenças ácidas com Paris e Tristin e o surgimento do primeiro amor. 

Acredite se quiser! Li este livro em cinco dias. Comecei a ler no dia 22 e terminei ontem! Na verdade, foi em menos tempo, porque houve dias em que não consegui ler. Que leitura deliciosa! O livro tem somente 152 páginas e está dividido em 19 capítulos. Nas últimas quatro páginas, há algumas fotos, o que tornou a leitura mais fácil e rápida. E tem mais... Eu adoro estas duas. Eu e o Zé assistimos à série inteira e, até hoje, em muitas situações, nos lembramos delas. Quando o Zé pega um café em uma xícara maior para mim, a gente lembra da xícara delas. Quando eu e o Zé escolhemos assistir a um filme antigo, que já vimos antes, lembramos delas. Sempre me lembro do fato de a Rory ter sempre um livro na mochila. Imagine se, em vez de um celular, cada pessoa carregasse consigo um livro. Seria bom demais!

Eu gosto tanto da série que comprei os DVDs e fiquei muito feliz quando ganhei de presente de aniversário e de Dia das Mães, do Bruno e do Victor, o box com três livros. Sobre esse volume, além de ter sido muito bom rever alguns personagens, me diverti bastante com o raciocínio rápido e cômico da Lorelai. Ela é fantástica!

domingo, 26 de julho de 2026

Domingo de jogo Danilo e eu com o Henrique

Faz tempo que não vou no campo ver o Danilo jogar. Na verdade, não vou vê-lo jogar, vou ficar com o Henrique.rsrs

Pode parecer desleixo meu, uma vez que o campo é bem perto de casa, mas posso justificar: No último domingo que fui, lesionei o joelho. Fiquei por vários dias precisando fazer compressas com gelo. Depois peguei uma gripe forte. E para ir no futebol, eu preciso estar bem de saúde, porque o Henrique quer brincar de bola. 

Eu amo o Henrique. Amo estar com ele, mas vou falar... Acordar cedo no domingo, é pra acabar.  Só pelo meu neto mesmo. E por uma boa viagem eu faço isso. 

O Danilo já tinha avisado que iriam jogar bola e ontem à noite ele mandou mensagem confirmando e querendo saber se eu iria. Confirmei. Coloquei o celular para desperyar às 6h30, mas acordei um pouco antes. Fiz café. Saí de casa um pouco depois das 7h. 

Cheguei no clube e o Danilo e Henrique estavam batendo bola no campo de cima. Mas já saíram porque começaram a chegar os jogadores que jogam naquele campo. O outro estava trancado. E o de baixo o time do Danilo estava jogando. Já contei que o nome do time deles é 'Barcecana'? 


Danilo foi jogar e eu e Henrique nos sentamos na arquibancada com os álbuns da Copa. O meu e o dele. Ele estava com 52 figurinhas repetidas. Combinamos de cada uma que eu não tivesse, eu vou comprar da Panini uma que ele quer ou precisa. A Panini já está vendendo as figurinhas unitárias. Ficamos fazendo isso até ele falar que queria mais figurinhas. Então chamei para irmos ao mercado comprar. 

Quando a gente estava indo vimos vários carros antigos. Henrique ficou parado olhando. Lembrou do pai dele, que estava perdendo o desfile.rsrs



Fomos até o Savegnago, compramos algumas guloseimas, mas não tinha mais figurinhas. Um senhor falou que os camelôs já estão vendendo o pacote por R$ 3,50. Uau! Metade do preço!

Voltamos para o clube e ficamos esperando o jogo terminar. Hoje eles iam assar carne após o jogo. Henrique queria saber se eu ia ficar. Falei que não, porque tinha missa para ir. E nem que não tivesse, o churrasco é só com os homens. O que eu ia ficar fazendo lá.rsrs

Enquanto eles entregavam os troféus, eu e Henrique ficamos batendo uma bolinha. 



Me despedi deles e corri para casa, para tomar banho. Zé me esperava para irmos à missa das 10h30 na Paróquia São Charbel.

Vovó é uma uva

A palavra avó nos remete a infância, quando passávamos o domingo numa casa cheirando a comida, com toalhinhas de crochê decorando todos os ambientes e um quarto sempre na penumbra, com móveis de madeira maciça e uma enorme cadeira de balanço, onde cochilava a matriarca. Parece com a casa da sua avó também? Pois guarde esta imagem na lembrança, pois ela não se reproduzirá tão cedo. Já não se fazem mais avós como antigamente

Os estereótipos não são criados do nada: as avós eram assim mesmo, de cabelo branco e óculos pendurados no nariz. Toda família que se preze teve sua Dona Benta, e a imagem é tão forte que até hoje os comerciais de tevê insistem em caracterizar as vovós como senhoras idosas, rechonchudas, com aventais amarrados na cintura, cabelos presos num coque e aquele ar de quem não faz outra coisa na vida a não ser torta de amoras. E os avôs? Seja na televisão ou no rádio, todos têm voz de Papai Noel, enquanto, na realidade, os avôs da nova era estão mais para Mick Jagger, que aliás já tem um neto. Acorde: os avós de hoje não lembram mais das canções de ninar, mas sabem de cor a letra de Satisfaction. Quer dizer que o lobo mau conseguiu engolir nossa vovozinha? As que usavam touquinha e tinham voz rouca foram papadas, sim, meus pêsames. Mas olha agora, o que vemos? Avós de jeans, dirigindo jipes, cabelo pintado, óculos escuros. Avós que trabalham, que viajam, que dão festas, que namoram. Avós que fazem lipo, aeróbica, jogam vôlei na praia e suspiram não pelo Sean Connery, mas pelo Richard Gere. Será que elas sabem pregar um botão? Não custa tentar, mas se a empreitada der errado, não complique. Ela terá o maior prazer em levar a netinha para comprar uma roupa nova no shopping. E o almoço de domingo? Também mudou. As avós de hoje não andam dispostas a engordar nem um grama com macarronadas familiares e muito menos a quebrar suas garras vermelhas lavando panelas. Que tal um buffet frio, muita água mineral e salada de frutas? Combinado, ela entra com a água.

Netos e netas, não se sintam desamparados. As avós de hoje são muito mais participantes. Podem não lembrar direito das histórias de Gulliver e do Gato de Botas, mas têm histórias pessoais tão encantadoras quanto. São mais divertidas e menos preconceituosas. Têm mais saúde e disposição para enfrentar parques, teatrinhos, zoológicos. E o fato de buscarem a eterna juventude não lhes tirou um pingo do afeto que sentem pela terceira geração. Ao contrário: nunca vi tantas avós apaixonadas por seus netos. É um amor enorme, desinteressado, sem o ônus do compromisso, só do prazer. Sempre foi assim, mas agora há um fator novo: hoje as mulheres têm menos filhos, e em consequência, menos netos. Antigamente a família era gigantesca, e não havia memória que chegasse para lembrar no nome de toda a criançada. Hoje são só dois ou três, dá até para providenciar um mini hotelzinho em casa para hospedá-los no final de semana. Tem mais: o limite de idade para engravidar foi muito ampliado, e hoje uma mulher pode ser mãe e avó quase ao mesmo tempo, encurtando as diferenças entre uma e outra. Se por um lado estamos perdendo a imagem romântica da avó que cozinha, faz tricô e tem roseiras no quintal, por outro estamos ganhando uma avó bonitona, que tem o maior orgulho ao falar dos netos para as amigas e que sempre estará disposta a nos dar um colo. Desde que esteja com uma roupa que não amasse, claro.

O amor, que é o que interessa, não mudou. Mas mudaram as avós. Danuza Leão, Baby Consuelo, Constanza Pascolato e tantas outras mulheres que falam gíria, bebem cerveja estão sempre prontas para uma novidade são avós tanto quanto as nossas saudosas velhinhas de casaquinho nos ombros. Atrizes que foram capa da Playboy e tantas outras gatas da tevê também já tem filhos adolescentes que não tardarão a procriar. Passarão, como toda mulher, pela menopausa, pelos osteoporose e por outros distúrbios da idade, mas certamente não aceitarão o papel de uma avó caseira, bordadeira e sem outra ambição que não seja cuidar dos netos. Sempre se disse que a avó era uma segunda mãe. Pois ela nunca esteve tão parecida com a primeira.

Martha Medeiros - novembro de 1995

Do livro "Felicidade Crônica", págs. 157 a 159

segunda-feira, 20 de julho de 2026

Amigas para Sempre

Uma boa amiga: a melhor coisa que se pode querer, e a mais difícil de encontrar. Mesmo sendo leais, gostando e torcendo pela gente, ninguém é perfeito, e existem umas que às vezes só matando. Exemplo: a que nunca deixa você voar muito alto para evitar desilusões futuras.

Cheia de entusiasmo porque conseguiu aquele trabalho maravilhoso com que sempre sonhou (e já escolhendo no armário os modelitos que vai usar), ouve um "cuidado, quanto mais alto o coqueiro, maior o tombo". Com uma só frase, corta o seu barato, mas que legal!

Em se tratando de namorado novo, o mesmo tipo de incentivo. "Já vi esse filme, e não dou um mês para você enjoar, te conheço." Essa frase tira qualquer um do sério, dá vontade de entrar para um Convento ou para a Máfia, só para produzir um choque, surpreender. Ouvir isso fazendo a sacola para o primeiro fim de semana que vão passar juntos é uma ducha de água gelada, e você não sabe o que te irrita mais: se a pretensão de te conhecer tão bem ou a memória implacável.

Outro tipo torturante é a que te analisa. Quando você telefona aos prantos porque cortou o cabelo além da conta, responde sempre com um "claro, estava tão bonita que não aguentou e teve que se punir". Ela não consegue entender um desejo simples, como querer ficar parecida com Sigourney Weaver, e só porque passou 12 anos num divã, acha que sabe mais do que Freud. Se você está sem vontade de ir à festa, ou diz que adiou a pintura da casa para setembro, responde de bate-pronto: "É a culpa".

Quando, esperando um telefonema, você tira o telefone do gancho para ver se está funcionando (coisa mais do que normal), ela não perdoa e fulmina com um "olha a ansiedade". Para essas, a fogueira de Joana d'Arc é refresco.

A que te adora e se preocupa com todos os seus problemas, costuma fazer esse tipo de pergunta insuportável:

Ele telefonou?

Afinal, Renatinha, passou de ano?

A viagem está de pé?

A butique aceitou o blazer de volta?

Conseguiu o apartamento?

A resposta a todas as perguntas é não, claro, e ela já sabia. A lei de Murphy (para quem não sabe: qualquer situação com alguma chance de não dar certo provavelmente não dará certo) está aí mesmo, e ter que responder te arrasa. Cuca fresca, você já tinha até dado a volta, mas ela consegue te lembrar de tudo que podia ter acontecido de bom e não aconteceu. Em matéria de corte, nem Isabel (a do vôlei) faria melhor.

Tem também a que aconselha, orienta, e sabe, com total segurança, o que vai acontecer se você tomar este ou aquele rumo. E quando por acaso acerta não deixa, jamais, de dizer: "Eu avisei". Haja.

Outro tipo, muito em moda ultimamente: a que não se envolve; ela não perde uma só chance de encaixar frases do tipo "problema seu", "só você pode saber". Se faz a pergunta mais banal, tipo "que vestido ponho hoje, vou de pantera ou de fina?" a resposta costuma ser um "depende, você é quem sabe como está por dentro (ai!), prefiro não opinar". Quando a amiga comum fica cochichando com seu namorado pelos cantos, ela procura ser objetiva: não tira sua razão, mas também não diz o que você mais precisava ouvir naquela hora: que a outra é uma desavergonhada, que isso não se faz, que o fogo do inferno é pouco pra gente dessa laia, que nunca mais vai cumprimentar quando encontrar.

Uma amiga que toma seu partido, que palpita (pouco) só quando perguntada, é tudo o que se quer, e a coisa mais rara de encontrar.

Quem tem uma desse quilate não vai se sentir sozinha, jamais.

Danuza Leão 

Do livro "Danuza, Todo Dia", Capítulo "Ser Humano" págs.168 e 169

sexta-feira, 17 de julho de 2026

Festa Julina na Ivezoon

Tivemos um dia junino na Ivezoon. Dias atrás o pessoal do marketing comunicou a data, e junto com o comunicado anexou uma planilha, para cada um colocar o que ia levar de prato. Eu coloquei bolo de milho e de fubá. 

Ontem fui à Casa de Bolos encomendar. Fui buscar hoje às 9h30. Os bolos estavam quentinhos.

Nem todos estavam vestidos a caráter. A Tati como sempre tinha uns laços e tiara que emprestou para quem quisesse usar. Tiago colocou a tiara. E ficou com ela o dia inteiro. O que estava mais a caráter foi o Renan, que até chapéu usou.

A Jéssica chegou de manhã e decorou a mesa. Quando o Leonardo chegou, foi convocado a colocar as bandeirinhas. Ele é o mais alto, por isso.rsrs


Paramos para começar a comer e beber um pouco antes do meio-dia. 

Estava tudo muito gostoso. Pessoal estava bem descontraído. Apesar de alguns serem novos na empresa, são bem soltos. Inclusive o Affonso, que é vendedor do Rio de Janeiro

E este ano teve até bingo. A Giuliana e Mariana que coordenaram. Os prêmios foram: três quinas valendo 50 reais cada. E a cartela cheio 150 reais. Os valores foram no Caju.  Os ganhadores foram: Giovana, Lucas, Nicholas e Leonardo.

E com tanta coisa para comer ninguém almoçou. Ficamos o dia inteiro beliscando as guloseimas. E deu até para levar um pouco para casa.rsrs

quinta-feira, 16 de julho de 2026

20ª aula de Corte e Costura

Dia de curso... Dia de comermos algo antes, afinal são três horas de curso. A Tati ainda é jovem. Come quando chega na casa dela. Eu, raramente.

E hoje foi dia de bolacha salgada com chá. Apesar do frio, a gente não estava com muita fome, então não pensamos em nada mais sustancioso.

Antes de começarmos a colocar a mão na massa — digo, a mão nos tecidos, como havia prometido —, o Bruno colocou um vídeo de uma confecção para assistirmos: um lindo vestido da Dior. É impressionante tudo o que envolve o processo: o tempo, o número de profissionais e os detalhes. Vendo, a gente entende o preço.

Terminamos de assistir o vídeo e voltamos para a sala. A Yasmin está na fase de tirar as medidas. A Lucely, continua fazendo bolsos. Como nem eu, nem a Tati fizemos a lição de casa, continuamos na aula. Passamos o molde para outra folha e fomos para a outra sala cortar no tecido. 


Fechar a bermuda vai ficar para a próxima aula. A última aula. E com professora substituta. será que vamos conseguir? 

quarta-feira, 15 de julho de 2026

Almoço em boa companhia

Almoço combinado de última hora é que dá certo. Ontem o Bruno falou para a Silvana que tinha livros de História, no sebo, para doar. Falou que eram muitos. Ou seja, a sacola estaria pesada. Então ela falou que queria e que ia ver com a Adriana para irem juntas. E aproveitou para convidar o Bruno para almoçar. Ela gostou do almoço do Suco de Praia.rsrs

E como ela sabe que eu trabalho perto, falou para o Bruno me chamar também. É claro que eu aceitei. Combinamos às 13h. Saí do trabalho às 12h20. Enquanto estava lá a Andressa chegou. Também tinha combinado com eles. Não tinha a intenção de comprar nada, mas olha aqui, olha ali, veja só o que comprei.rsrs

Paguei R$ 40,00 em tudo isso 

Eu tive que ir à farmácia comprar lenço para assoar meu nariz, que estava escorrendo o tempo todo.

Encontrei com eles no restaurante. Já tinham feito o pedido, inclusive o meu. O mesmo prato para todos. Parmegiana de frango. Só variou os sucos. Fiquei surpresa ao ver eles sentados. Achei que a gente ia ter que esperar para conseguir lugar para se sentar. Normalmente o restaurante está cheio, mas hoje demos sorte.

Enquanto o almoço não chegava, mostrei minhas comprinhas para elas. E falamos sobre o filme que elas foram assistir no cinema ontem - Dia D

O almoço, como sempre, estava delicioso. E almoçar na companhia das irmãs, sobrinha e filho foi maravilhoso.  

Terminado o almoço, eu e Bruno voltamos ao trabalho. E elas foram passear nos sebos e depois foram no Bazar Nosso Lar. Aproveitaram o dia!

segunda-feira, 13 de julho de 2026

Um ano e dois meses sem minha mãe

A bênção mãezinha 🙏🏼😍 

Já vou começar falando do tempo: A senhora não tem noção de como o frio tá judiando. A Lívia internou duas vezes somente no mês de maio. Estava com pneumonia. Soube que o Marcos e todos da casa dele pegaram gripe. O Sandro, Kelly e Nicolas também. Silvana ficou bem mal. Tanto que perdeu uma viagem para Olímpia. A Eliane alugou um apartamento e convidou a Adriana e Silvana. Justo na semana a Silvana piorou. Imagino que se a senhora estivesse aqui, teria problemas com o pulmão, como sempre tinha. E no fundo, eu fico feliz de saber que a senhora não está aqui sofrendo as intempéries climáticas.

A última foi o Sandro, que deu um susto na gente. No dia 30 o Marcos mandou mensagem no grupo de Whatsapp dos irmãos, avisando que o Sandro estava internado. Teve dores e formigamento no lado esquerdo. Torcemos para que fosse só consequência de nervoso pelo jogo do Brasil que foi no dia 29. O Brasil jogou contra o Japão. 

Se a gente levou um susto, imagina ele que estava com viagem marcada - para a Europa - para o dia 01. Olha o desespero. Ele, no hospital, pedindo para a Kelly deixar as malas prontas. Graças a Deus ele teve liberação médica e conseguiram viajar. 

Ele está bem. Curtindo os países por onde está passando. Já esteve em Portugal e na Espanha. Hoje está em Paris. Sei que ainda vai para a Suíça e Itália.

Voltando a falar mais um pouquinho da Copa do Mundo, como falei o Brasil jogou contra o Japão, na fase mata-mata. A gente quase morre assistindo.rsrs

Foi um jogo difícil. Eu torci para o Brasil, e ele ganhou, mas não ia ficar triste se o Japão ganhasse. 

E no domingo passado, dia 05 o Brasil jogou contra a Noruega às 17h. Mais uma vez nos reunimos na casa da senhora para assistir. E para festejar o aniversário da Alice, que fez 07 anos na sexta-feira, dia 03. Brasil perdeu! E está fora da Copa do Mundo.

Terminou o jogo e fomos terminar de assar a carne e jantar. Já estamos maduros o bastante para não se deixar abalar por causa de uma derrota. Vida que segue, né mãe?

Falando em Alice, ela está uma graça. É dengosa. Amorosa. A Silvana disse quem dia desses ela falou que a senhora não devia ter morrido. 

Na terça-feira, dia 07 a Silvana levou a Alice para passear na cidade. Foram de ônibus. A Silvana falou que ela adora passear de ônibus. Lembrei da senhora. Gostava de bater perna e de andar de ônibus.

Mudando de assunto... Eu terminei minha primeira peça do curso de Corte e Costura. Uma camisa listrada - branca e rosa. Deu trabalho. Eu me lembrava muito da senhora quando estava descosturando ou fazendo algo na mão. Não sei não. Acho que não vou fazer peças de roupas. Não compensa. Vou ficar mais nos consertos, barras e ajustes. O que já vai ajudar muito. 

E para finalizar, nessa última semana eu peguei uma gripe forte. Acho que já estava um pouco afetada, pois a Tati ficou umas duas semanas bem mal. Para completar, o Zé foi pra Tiradentes entre o dia 24 e 28 de junho e uns dias depois começou a ficar mal. Foi até no hospital e tomou antibiótico. Ia ser difícil eu não gripar. Só que ao ver que minha garganta começou a doer, comecei a tomar o mesmo antinflamatório que o Zé estava tomando. Por fim tomei o Naldecon e hoje estou tomando o xarope Expec. 

Não tenho do que reclamar, porque o que tenho ouvido falar de gente que está doente, com influenza e principalmente pneumonia. Então eu até que peguei leve. 

Mãezinha, saudades da senhora 🥺 Tem horas que quero olhar a foto da senhora com uma pausa maior, mas aí começa a vir a lembrança e ainda dói. Então eu me distraio. 

Já se passaram um ano e dois meses. Acho que não existe tempo que aplaque a saudade. O jeito e me acostumar com ela seguir vivendo, até o dia que nos encontraremos novamente. 

Fico por aqui mãe. Se tiver assuntos interessantes eu volto mês que vem pra contar pra senhora. 😉

Te amo mãezinha, eternamente 💗💕

domingo, 12 de julho de 2026

Moisés uma análise teológica e psicológica

Comprei esse livro no dia 21 de março, um sábado em que fui me confessar na Paróquia Santo Antônio. Comprei-o e já pedi para o autor, o Frei Reginaldo, autografá-lo. Ao fazer isso, ele me avisou que a obra havia sido o seu TCC. Pelo que senti, ele quis me preparar para o que eu iria ler, e por isso perseverei até o final, porque, confesso, não foi uma leitura fácil. O título já denuncia o conteúdo. Acredito que os estudiosos da teologia e da psicologia, esses sim, estão diante de um material muito rico.

Eu comecei a ler no dia 1º de junho e terminei ontem. São 358 páginas, muitas delas com referências bibliográficas, sem figuras ilustrativas e, claro, com muitas citações de versículos bíblicos. Recomendo que quem for ler — caso não conheça a história de Moisés, que se passa principalmente em quatro livros da Bíblia (Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio) — faça a leitura com a Bíblia ao lado.

Primeira orelha: A partir da compreensão do livro do Êxodo, Moisés é o protagonista humano e Iahweh é o protagonista divino no acontecimento denominado Êxodo. O Êxodo é o segundo livro da Bíblia hebraica e apresenta um conjunto de narrativas sobre como o protagonista Moisés, atendendo ao chamado do Deus Iahweh, liderou um grupo de israelitas para sair da terra do Egito, onde eram escravizados, rumo a uma terra de liberdade, caminhando pelo deserto durante quarenta anos.

Sendo Moisés objeto desta pesquisa, foi estudada a sua história segundo as narrativas do Êxodo, abrangendo-o individualmente e, ao mesmo tempo, em sua relação com o ser transcendente, o Deus Iahweh, e em sua relação com os israelitas, pois ele exerce um papel de líder.

O primeiro problema central levantado para esta pesquisa foi o de que Moisés, que é considerado um exemplo de herói popular por teólogos que fazem a análise literária dos textos bíblicos, como Andinach e Vogels, poderia ser também considerado um herói, segundo a perspectiva da psicologia analítica, especificamente, segundo a formulação do estudioso do mito, Joseph Campbell, de que o percurso da aventura mitológica do herói tem três rituais de passagens: a separação, a iniciação e o retorno?

Contracapa: O livro Moisés: Uma Análise Teológica e Psicológica, de Reginaldo de Abreu Araújo da Silva, explora a figura de Moisés no Êxodo sob duas perspectivas interdisciplinares: a teológica e a psicológica, baseada na psicologia analítica de Carl Gustav Jung. A obra divide-se em quatro capítulos principais:

Panorama do Êxodo: Contextualiza o livro dentro do Pentateuco, destacando sua estrutura literária, mensagem central e teorias de interpretação.

Moisés como personagem: Analisa suas múltiplas facetas - herói popular, líder libertador e homem religioso - enfatizando seu papel na formação do povo de Israel.

Jornada do herói: Aplica o modelo de Joseph Campbell para examinar a trajetória de Moisés, desde seu nascimento até a sua missão de libertação.

Processo de individuação: Utiliza conceitos junguianos, como Ego, Sombra, Anima e Si mesmo, para entender o desenvolvimento psicológico de Moisés e sua relação com o divino.

O livro conclui que Moisés é um arquétipo do herói cuja jornada reflete o processo universal de individuação, oferecendo insights valiosos para a interface entre psicologia e religião. A obra é uma contribuição acadêmica significativa, destinada a estudiosos das áreas bíblica, teológica e psicológica.

sexta-feira, 10 de julho de 2026

Pizza com as amigas

Tem hora que a gente marca as coisas rapidinho, e foi o que aconteceu dessa vez. A Rose sugeriu nos encontrarmos, e todas toparam. Ela ainda ofereceu a casa dela, o que foi melhor ainda!

O cardápio foi decidido hoje: ficamos entre 'um pouco de tudo' ou 'pizza' e escolhemos a pizza. Pedimos para a Paty buscar na Pizzaria Vicenzo, e depois acertamos com ela. A Rose convidous os pais da Pri e da Paty, que compareceram. O horário marcado foi a partir das 19h.

Eu fui a última a chegar porque tinha horário no salão com a cabeleireira Leninha para fazer selagem às 17h; mesmo sem eu ter trabalhado, era o único horário disponível dela.

A Rose foi esquentando as pizzas no forno e a gente foi comendo. Eu comi três pedaços. Estava com fome. Acho que é o frio.rsrs De sobremesa, teve bolo de chocolate com sorvete de creme, tudo muito delicioso😋😋 Dessa vez ninguém lembrou de tirar foto da mesa.

Ficamos conversando em grupos paralelos: conversei um pouco com a Pri sobre o trabalho, com a Rose sobre a viagem deles para a Itália e com o Edson sobre livros (inclusive, ele me deu um box lindo!).

As crianças ficaram brincando. A Sayuri, neta da Rose, estava lá, e foi bom que a Duda teve companhia para brincar.

Enfim, passava das 22h quando a Pri disse que ia embora. Tiramos nossas tradicionais fotos e saímos todos juntos.

Todos juntos 💗

Só os homens

Só as mulheres

quarta-feira, 8 de julho de 2026

Um caldo com colegas motociclistas

Eu conheci o José Tanabe e a Nara, esposa dele, no passeio de moto que fizemos pela Japauto até a Fazenda Atalaia. Ele gostou muito do Zé. Chama o Zé de xará.rsrs

Eles trocam mensagens no WhatsApp. E no dia 25 de junho – quando Zé estava em Tiradentes – o Tanabe nos convidou para uma noite com comes e bebes na Churrasqueira do Condomínio que eles moram. Passou o cardápio: Mocotó, Caldo de legumes, Jiló/fritas, Quentão, Vinho quente e Bingo. E disse que ficaria R$ 40,00 por pessoa. Quem fosse era para colocar o nome em uma lista.

Esperei o Zé voltar da viagem, conversamos e decidimos ir. Mesmo sendo uma quarta-feira, eu tendo Pilates, a gente não chegaria muito tarde. A hora de início era 19h.

Chegou o dia. Zé me deixou na academia e foi no Pão de Açucar comprar algo para levarmos de brinde, para o Bingo. Comprou um kit de sabonete líquido e mais não sei o quê. Sei que ele falou que pagou R$ 70,00.


Estava um frio danado e tinha pouca gente. Alguns moradores do condomínio, com certeza amigos do Tanabe, e o restante eram os motociclistas. Um pessoal bem tranquilo, quieto... Acho que era o frio.Rsrs.

Comi o caldo de legumes e muito jiló frito, que estava muito delicioso! De sobremesa teve um manjar com ameixa que a Nara fez. Igual da minha mãe. E um rapaz que estava presente fez um bolo de confeitaria. Fizeram uma vaquinha que deu mais de 140 reais. 



No início o Zé não estava querendo aceitar o convite. Mas falei para ele que, se não aceitar, o Tanabe pode ficar chateado e não convidar mais. E que é bom socializar. E foi uma noite muito agradável. Comemos e nos divertimos bastante. E conhecemos um pouco mais de cada um, companheiros de passeios motociclísticos.

terça-feira, 7 de julho de 2026

Almoço com Bruno e Victor

Ontem, o Victor mandou mensagem dizendo que hoje iria para o centro e deu a ideia de almoçarmos juntos. Eu e o Bruno topamos na hora. Combinamos às 13h. Como eu tinha alguns produtos do sebo para pegar e pagar, fui antes. O Bruno mostrou as reservas que eu tinha feito: alguns DVDs e CDs. E, como acontece sempre, fiquei olhando aqui, olhando ali, até um livro eu achei: uma biografia do Gandhi. No fim, minhas compras ficaram em R$ 75,00.



Quando estava saindo, vi na mesa de livros — que acabaram de chegar — um lindo. Só não pude pegar na hora porque a dona do exemplar ainda estava na loja. Segundo o Bruno, há quem vá vender ou trocar um produto e acabe desistindo. Então, é preciso esperar ela decidir para colocarem o preço de venda. Fomos almoçar no lugar de sempre. Adivinhe? Rsrs.

Eu e o Bruno pedimos iguais. Só o Victor que mudou de batata frita para purê, e o suco de limão dele é sem açúcar. Cruzes. 😖

Enquanto a gente almoçava, a Bia mandou mensagem para o Bruno dizendo que a moça deixou o livro. Eu até ia direto do restaurante para o trabalho, mas não resisti e fui buscar o livro. Olha se não é lindo! Paguei R$ 20,00.

Além das minhas compras, ganhei dois DVDs e um CD do Victor. O dia rendeu. Rsrs.


sábado, 4 de julho de 2026

Na escola do Henrique

No dia 24 de junho, o Danilo mandou as imagens abaixo no grupo do WhatsApp e falou que o Henrique iria dançar. Acha que eu ia perder? De jeito nenhum! Rsrs.


Marquei na agenda e foi só aguardar o dia chegar. E chegou! Eu cheguei à escola antes deles. Na quadra já tinha muita gente, e algumas crianças dançando. Pensei até que fosse o Henrique. Mas não! Eram as crianças da 1a série.

Passados uns cinco minutos que eu tinha chegado, eles chegaram. Danilo, Henrique, Letícia e Karol. E menos de vinte minutos depois, foi a vez da sala do Henrique dançar. Não sei se ele gosta de dançar. Mas vejo que ele sempre participa das danças e atividades da escola. Acho legal. Ele dançou bonitinho, a música "A Vida de Viajante" do Luiz Gonzaga (Minha vida é andar por esse país | Pra ver se um dia descanso feliz | Guardando as recordações | Das terras onde passei |  Andando pelos sertões | E dos amigos que lá deixei...)


Depois da dança eu perguntei onde era a sala de aula dele. E ele me levou até ela. Mostrou o desenho que fez e que está junto com o dos outros alunos.


Tinha muita gente. Mal dava para circular. Como eu tinha muita coisa para fazer, fiquei pouco. Henrique brincou na pesca. Pensei que eles iam ficar mais, mas foram embora no mesmo momento que eu.  



Zé me pegou e fomos no Bio Festas comprar copos, pratinhos e vela, para o aniversário da Alice.

Depois eu fui ao Bazar da Casa de Jesus. As salas não estavam cheias. Dessa vez fui direto na sala de roupas femininas. Comprei três blusas que deu R$ 15,00. Passei na sala de bolsas e calçados, mas não encontrei nada interessante. 

Saindo do bazar fomos no Shopping Iguatemi comprar o presente para a Alice e almoçar. 

Além do presente dela o Zé comprou duas malas 🧳🧳 para as nossas futuras viagens. 

A gente ia almoçar no shopping, mas o Zé achou que tinha esquecido o antibiótico. Fomos para o carro. Os remédios estavam no carro, mas desistimos de almoçar no shopping e fomos no Frango & Grill

Depois dessa agitação fomos para casa descansar. E a noite assistimos um filminho.